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Leia as notícias da APUFPR e as informações que mais interessam aos docentes da UFPR. Nosso trabalho é manter os filiados atualizados sobre as lutas por seus direitos.

09/01/2026NotíciasAs questões que afligem os/as docentes da UFPR enquanto categoria trabalhadora ocupam o topo da pauta de reivindicações da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta nas mesas de negociação. Temos atuado fortemente pelo restabelecimento de direitos retirados e para conquistar novos avanços.   Arraste e veja quais foram os temas prioritários que estão sendo tratados para assegurar uma carreira docente com dignidade e melhores condições de trabalho.   [...]
07/01/2026NotíciasA APUFPR-SSind é espaço de lutas e organização sindical, mas também oferece serviços fundamentais para o bem-estar e a qualidade de vida dos/as associados/as, como planos de saúde e atividades recreativas.  Arraste os cards e veja os eventos organizados pela entidade que proporcionam momentos de integração e confraternização entre os associados/as.   [...]
05/01/2026NotíciasAs organizações sociais e sindicais estão de volta às ruas, levantando as bandeiras em defesa dos valores democráticos, da justiça social e dos avanços que o Brasil realmente precisa. Basta de retrocessos e extremismos! A APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta se orgulha de fazer parte desta resistência e luta contra o avanço do conservadorismo, que tira direitos e conquistas da classe trabalhadora.   Arraste e veja como a APUFPR-SSind tem se organizado para a apoiar o fortalecimento da luta docente e das universidades públicas.   [...]
02/01/2026NotíciasA gestão Autonomia e Luta foi eleita com o firme propósito de resgatar o debate interno como método fundamental da formação sindical e da construção de nossas lutas. Por isso, a reorganização dos Grupos de Trabalho recebeu em 2025 tratamento prioritário na pauta da APUFPR-SSind.  Arraste e veja que, em tão pouco tempo, construímos debates que extrapolam os muros da universidade. Vamos seguir nos organizando para enfrentarmos os grandes temas referentes à vida acadêmica e da sociedade paranaense.  [...]
31/12/2025NotíciasAo encerrarmos 2025, olhamos para trás e vemos um ano marcado pela mobilização coletiva e pela defesa intransigente do serviço público. A nova gestão Autonomia e Luta chegou para fortalecer a luta por melhores condições de trabalho e continuar demonstrando que a universidade pública não se constrói sozinha, mas na coletividade e resistência.  Agradecemos a cada docente que participou das assembleias, que dialogou com a comunidade acadêmica, que esteve presente nas lutas e que, acima de tudo, não deixou de acreditar na educação como instrumento de justiça social. Que 2026 seja um ano de novas conquistas, de fortalecimento da nossa categoria e de renovação da esperança na construção de um Brasil mais justo e democrático.  A APUFPR-SSind  deseja a todos um Próspero Ano Novo, repleto de saúde, realizações e muita luta!  [...]
29/12/2025NotíciasO setor público brasileiro foi, mais uma vez, desafiado em 2025 com o avanço de uma nova proposta de contrarreforma administrativa, protagonizada por setores conservadores da Câmara dos Deputados.  A APUFPR-SSind e outras organizações sindicais se organizaram, rapidamente, para a resistência contra mais esse ataque ao serviço público e aos servidores. Arraste os cards e saiba mais sobre a construção dessa luta.    [...]
24/12/2025NotíciasNeste Natal, celebramos a união que nos mantém firmes na defesa da educação pública e de qualidade. Ao longo de 2025, docentes da UFPR mostraram que a sala de aula é também um espaço de resistência e transformação social. Cada gesto de solidariedade, cada voz levantada em assembleia, cada momento de troca, reforça o compromisso com uma universidade inclusiva e acessível a todos.  A APUFPR-SSind reconhece e agradece a cada professor e professora que, mesmo diante dos desafios, não deixou de acreditar no poder transformador da educação. Que este Natal traga renovação de energias, esperança e a certeza de que seguiremos juntos nesta caminhada.  Feliz Natal a toda a comunidade docente da UFPR!  [...]
19/12/2025NotíciasHoje, 19 de dezembro, a Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (APUFPR) – Seção Sindical celebra 65 anos de trajetória. Como parte das atividades comemorativas, ouvimos a professora Milena Martinez, referência histórica e decana do movimento sindical do ensino superior no Paraná. Ela tratou sobre as lutas travadas nas últimas décadas em defesa da universidade pública, gratuita, autônoma e socialmente referenciada, bem como sobre os desafios colocados ao sindicalismo e ao ensino superior na conjuntura atual. O resultado desse diálogo foi publicado nesta sexta-feira no canal @APUFPR, no YouTube, na forma de um depoimento de 16 minutos, no qual a docente resgata elementos centrais da história recente do sindicalismo no meio acadêmico brasileiro. Em especial, Milena destaca o processo de construção do ANDES-SN no contexto da transição da ditadura militar para a democracia, no início da década de 1980, ressaltando o protagonismo da entidade a partir da Constituição Federal de 1988, que garantiu o direito à sindicalização do funcionalismo público, até então proibido pela legislação. Clique para ver o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=C3Ukz8n_NDc&t=19s Segundo a professora, o sindicalismo docente que se consolida nos anos de 1990 se estruturou a partir de duas frentes indissociáveis: a disputa em torno de um projeto classista de universidade pública e a edificação de uma entidade sindical com legitimidade, organicidade e representatividade junto à base docente. Ela relembra que esse processo se deu em um período marcado pela herança autoritária recente e pelo avanço de políticas neoliberais, que inauguraram uma ofensiva sistemática de desmonte e mercantilização das universidades públicas, com claros objetivos privatistas. Diante do atual cenário, marcado pelo distanciamento de parcelas da base em relação às entidades representativas, a professora Milena Martinez aponta a necessidade de retomar o trabalho de base e convoca a categoria a um amplo e profundo debate sobre o papel do sindicalismo combativo e das universidades públicas frente à crise política, social e institucional vivenciada pelo país. [...]
19/12/2025NotíciasEm tempos de intensas transformações e permanentes ameaças à educação pública, a organização sindical segue sendo ferramenta essencial de resistência, mobilização e esperança.  Por isso, a diretoria da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta celebra os 65 anos da nossa seção sindical reconhecendo o legado de todas e todos que construíram a nossa história e renovando o compromisso com os desafios do presente e do futuro.  Parabéns aos/às dirigentes, às suas bases e a cada docente filiado/a que tem participado desta trajetória. Que venham muitos outros anos de luta, conquistas e defesa incondicional da educação pública e dos direitos da categoria.  Parabéns, APUFPR-SSind!  [...]
17/12/2025NotíciasA Diretoria da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta vem a público manifestar sua indignação e solicitar um posicionamento da Reitoria da UFPR sobre e-mail que trata da concessão do adicional de insalubridade, enviado recentemente aos servidores docentes e técnicos-administrativos pela Coordenadoria de Atenção Integral à Saúde do Servidor (CAISS). A mensagem enviada defende que a avaliação técnica (perícia) deve refletir exclusivamente uma “fotografia” das atividades no momento da inspeção e, ao recomendar que os próprios servidores solicitem a avaliação somente quando perceberem exposição ao risco, transfere indevidamente aos trabalhadores uma responsabilidade que é institucional. A análise do meio ambiente do trabalho (seja individual ou ambiental) sem a notificação e comunicação prévia ao sindicato e interessados é nula, conforme já consagrado em decisão judicial (ver parecer técnico). Além disso, as normas regulamentadoras, especialmente a NR-15, reforçam que a caracterização da insalubridade deve considerar a rotina efetiva de trabalho e as condições normais de funcionamento do ambiente laboral, afastando avaliações meramente pontuais ou circunstanciais. O comunicado do CAISS/UFPR configura afronta direta às normas legais e constitucionais que regem a matéria. Não é razoável, nem tecnicamente aceitável, que a concessão de um direito vinculado às condições reais e habituais de trabalho seja definida com base em um recorte circunstancial, episódico ou sazonal. É inadmissível que continuem a se repetir os relatos de que docentes, que atuam no mesmo laboratório, ou na mesma disciplina, no mesmo curso e nas mesmas condições de trabalho, recebam tratamentos distintos nos processos de concessão do adicional ocupacional. Há casos em que um docente teve o adicional concedido e outro, em condições idênticas, teve o pedido negado, evidenciando grave violação ao princípio da isonomia. Longe de atender às expectativas da categoria, o e-mail encaminhado pelo CAISS sinaliza a intenção de manutenção de tais disparidades no futuro, pois manifesta evidente disposição de não se mudar os procedimentos adotados atualmente, induzindo ao cerceamento de direitos, em flagrante contradição com os encaminhamentos anteriormente acordados em reunião entre a Diretoria da APUFPR, a Reitoria e a Progepe. Diante do exposto, a APUFPR-SSind cobra da Reitoria da UFPR (ver ofício) um posicionamento claro e formal acerca da compatibilidade da orientação difundida pela CAISS com os princípios da legalidade, da isonomia, da proteção à saúde do trabalhador e da responsabilidade institucional. Diretoria da APUFPR-SSind Gestão Autonomia e Luta [...]
17/12/2025NotíciasSindicatos de trabalhadores, movimentos sociais e sociedade organizada voltaram às ruas no domingo, 14, em defesa da democracia e dos direitos da população brasileira.   Protestos foram registrados em mais de 50 cidades do país, reunindo milhares de pessoas contra a aprovação na Câmara dos Deputados do PL da Dosimetria, que nada mais é do que anistia disfarçada de redução de penas.   O projeto prevê a redução das penas de condenados pela tentativa de golpe de Estado, que culminou no 8 de janeiro de 2023, entre os quais o ex-presidente Jair Bolsonaro.  A pressão popular se volta agora sobre o Senado Federal, onde o texto está tramitando.     As manifestações agregaram também outras lutas importantes para a classe trabalhadora, como o posicionamento contrário à aprovação do Marco Temporal, à violência contra a mulher e ao feminicídio e à censura imposta à imprensa no Congresso Nacional.  Veja mais fotos da participação da APUFPR-SSind no ato realizado na Boca Maldita, em Curitiba, na galeria do Flickr. Clique: https://www.flickr.com/photos/apufpr/albums/ #APUFPR #SemAnistiaPraGolpista #PLdaDosimetriaNÃO #congressoinimigodopovo  [...]
12/12/2025NotíciasO Conselho de Representantes da APUFPR (CRAPUFPR) aprovou na última reunião do ano, na segunda-feira, 08, moções de repúdio contra dois episódios de violência em ambiente acadêmico e escolar. A primeira refere-se ao caso de duplo feminicídio ocorrido no CEFET Maracanã, no Rio de Janeiro, e a segunda trata do lastimável exercício flagrado em escola cívico-militar de Curitiba em que estudantes foram constrangidos a marchar e entoar cantos de apologia à violência.   Os dois casos, amplamente divulgados pela mídia e de grande repercussão nas redes sociais, chocaram o país. Em Nota de Pesar e Repúdio, o CRAPUFPR manifesta “irrestrita solidariedade às famílias, amigas, amigos, colegas e a toda comunidade do CEFET-RJ, que hoje choram a perda de duas mulheres dedicadas ao serviço público e à educação”. A Nota acusa ainda de omissão as autoridades públicas, pois o agressor já manifestava claros sinais de perturbação mental por não aceitar a autoridade feminina.  Leia a íntegra da nota aqui: https://tinyurl.com/33h9w84n   Na segunda Nota de Repúdio, os/as docentes acusam o governo do Paraná de promover “grave violação à dignidade humana, aos direitos da criança e do adolescente e aos princípios constitucionais que regem a educação pública brasileira. (…) A escola, enquanto instituição voltada à formação cidadã, não pode ser pervertida em instrumento de doutrinação autoritária nem de naturalização da violência”, anotaram, exigindo providências do governo estadual.  Leia a íntegra da nota aqui: https://tinyurl.com/mdepanuu   ASSÉDIO NA UFPR – Com o tema “Assédios moral e sexual na UFPR”, o CRAPUFPR encerrou a série de debates promovidos ao longo do semestre com as participações da psicóloga Fernanda Zanin e do professor Luís Allan Kunzle, diretor da APUFPR. No debate, os convidados apresentaram um histórico e uma análise sobre o tratamento da questão do assédio moral e sexual no ambiente da UFPR. Kunzle destacou que a APUFPR-SSind foi uma das primeiras entidades no país a abordar o assunto, tendo realizado em 2006 um grande debate que lotou o Teatro da Reitoria.  Apesar desse pioneirismo e das denúncias ocorridas ao longo dos últimos anos, a universidade pouco avançou na tomada de medidas contra essas práticas. A psicóloga Fernanda Zanin atuou diretamente em casos de denúncias, inclusive como consultora da APUFPR-SSind. Em 2011, os profissionais da área conseguiram traçar um perfil comum das vítimas de assédio, sendo marcadamente de docentes recém-concursados que sofriam pressão e perseguições de professores/as mais antigos ou ocupantes de cargos diretivos.  Em 2014, a APUFPR-SSind aplicou uma ampla pesquisa para apurar a situação de adoecimentos e de assédios entre os/as docentes da UFPR, tendo confirmado a precariedade das condições de trabalho e a fragilização da saúde de forma generalizada. De todo modo, por determinação do atual governo federal, a Reitoria deverá em breve colocar em votação no Conselho Universitário (COUN) um protocolo para acolhimento e atendimento a vítimas de assédio.  Kunzle, porém, enumerou uma série de críticas em relação à proposta que está sendo apresentada por inconsistência para a resolução do problema. “O protocolo não menciona o assédio sexual, numa tentativa de segmentar a questão”, apontou. Outro tópico citado é o não reconhecimento do assédio institucional, sendo que a própria UFPR foi condenada pela Justiça a pagar indenização a uma ação coletiva movida pela APUFPR-SSind em caso de assédio ocorrido no campus Litoral.  Os termos do protocolo deverão ser debatidos nos próximos meses, no âmbito da APUFPR-SSind, pelos Grupos de Trabalho de Seguridade Social e Assuntos de Aposentadoria (GTSSA) e de Políticas de Classe para as Questões Étnico-raciais, de Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS). O CRAPUFPR também aprovou a realização da próxima reunião no próximo dia 9 de março, quando será definido todo calendário de reuniões do conselho para 2026.  INFORMES – No início da reunião do CRAPUFPR, foram dados diversos informes pela diretoria da APUFPR e pelos presentes. Os principais foram:  – Continuidade da mobilização contra a Reforma Administrativa e aprovação da PEC38/2025, com a realização de um seminário on-line com o economista Rodrigo Ávila e o deputado Tadeu Veneri, que se encontra disponível no YouTube (www.youtube.com/apufpr).  – Realização nos dias 14 e 15 de novembro do Encontro Regional Sul do Andes, com a participação de representantes das associações de docentes do Paraná e de Santa Catarina, quando foram discutidos importantes temas como a carreira única para os docentes de nível superior e os riscos da previdência privada, como o Funpresp.  – Mobilização da categoria docente pelo fim da lista tríplice na escolha de reitores/as das IFES, protagonizada pelo ANDES-SN, valorizando a gestão democrática e a autonomia universitária.  – Visita do deputado Tadeu Veneri (PT) para tratar de questões como o andamento da tramitação da PEC 38/2025, combate à flexibilização do uso de agrotóxicos nas APA’s da Região Metropolitana de Curitiba, Plano Nacional de Educação (PNE), entre outras pautas legislativas na Câmara dos Deputados.  – Eleição da delegação da APUFPR-SSind para o 44º Congresso do ANDES-SN, que acontecerá entre 2 e 6 de março, em Salvador, Bahia, composta por 13 delegados/as e dois observadores.  – Anúncio da candidatura da APUFPR-SSind como organizadora e sede do 45º Congresso do ANDES-SN, em 2027.  – Reunião com o reitor da UFPR para a equalização das perícias do adicional de insalubridade pago a docentes que exercem a mesma função em ambientes de trabalho similares. A própria diretoria da APUFPR-SSind irá apresentar uma minuta de Resolução sobre o assunto que deverá ser aprovada em assembleia docente e pelo COUN.  [...]
11/12/2025NotíciasNão vamos aceitar os horrores cometidos nesta semana pelo #congressoinimigodopovo!   X Sem anistia para golpista  X Não ao Marco Temporal  X Sem Censura no Congresso  X Contra o PL da Devastação Docentes, venham para as ruas. Vamos lutar pelo lado bom da força!  * Fim da Escala 6 X 1   * Pelo PL Antifacção  Neste domingo, 14, às 14 horas, na Boca Maldita, em Curitiba.  [...]
10/12/2025NotíciasTodo mundo merece descontrair!  Nesta quinta, faça uma pausa no Bar Doce Bar e desfrute de muita música ao vivo na voz e violão de Guego Favetti. Venha para o ponto de encontro dos/as professores/as da UFPR. Das 18 às 23 horas, na sede da APUFPR.  [...]
09/12/2025NotíciasA diretoria da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta recebeu nesta segunda-feira, 08, a visita do deputado federal Tadeu Veneri para uma conversa sobre pautas prioritárias de interesse da categoria docente em tramitação na Câmara dos Deputados.   O parlamentar  informou sobre os riscos de uma “votação surpresa” da Contrarreforma Administrativa, PEC 38/2025, nas próximas semanas, caso o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), decida apensá-la a uma outra PEC qualquer e incluí-la na Ordem do Dia. A PEC 38 é a principal peça legislativa para a implementação da famigerada Contrarreforma Administrativa. De acordo com Tadeu Veneri, essa possibilidade seria uma forma de driblar a resistência que a matéria enfrenta no plenário.  Outros tópicos tratados entre o parlamentar e os diretores da APUFPR-SSind foram o andamento do Plano Nacional de Educação (PNE), que se encontra em discussão na Comissão de Educação; o Projeto de Lei 1621/2023 que dispõe sobre o processo de escolha e nomeação dos dirigentes das universidades federais; e a previsão do orçamento para as IFES contida nas propostas para 2026 da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária Anual (LOA).  Como um dos temas centrais da conversa, discutiu-se também o risco do uso de agrotóxicos nas APAs da RMC (Região Metropolitana de Curitiba). O deputado assumiu o compromisso de realizar uma audiência pública para tratar do tema no início do próximo ano.  A APUFPR reafirma sua disposição de seguir lutando, em unidade com a categoria e com parlamentares comprometidos com a defesa do serviço público, contra qualquer tentativa de retirada de direitos e de desmonte das universidades federais.  [...]
08/12/2025NotíciasPELO FIM DA LISTA TRÍPLICE! EM DEFESA DA AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA!  Acompanhe nesta terça-feira, dia 9, às 17 horas, a transmissão do debate pelo Dia Nacional de Luta pelo Fim da Lista Tríplice, no canal do ANDES-SN no YouTube (@andes.sindicato).   O evento acontecerá no Auditório Marielle Franco, na sede do Sindicato Nacional, em Brasília, e terá como pauta central a defesa da gestão democrática e da autonomia universitária e o combate à ingerência na escolha de reitores.  A mobilização reafirma o compromisso histórico da categoria docente com a democratização das instituições públicas de ensino superior.   DIA 09/12 – TERÇA-FEIRA  No canal @andes.sindicato, debate pelo Fim da Lista Tríplice.  Participe!  [...]
05/12/2025NotíciasO ANDES-SN É MAIS FORTE COM VOCÊ! ✊🏾  Com o avanço da extrema direita e os constantes ataques à organização social, torna-se importante que o movimento sindical se fortaleça na construção de diferentes maneiras de organização política. Tendo isso em vista, o ANDES-SN lançou a campanha de sindicalização “O ANDES-SN é mais forte com você!” na busca por novas filiadas e novos filiados para compor nosso sindicato e potencializar a nossa luta.  📢 Então você, DOCENTE, procure a sua seção sindical e SINDICALIZE-SE! E vem com ANDES-SN!   Na Universidade Federal do Paraná (UFPR), a seção sindical é a APUFPR-SSind.  📍 R. Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1193 – Jardim das Américas  📲 (41) 3151-9100   Clique aqui e saiba mais.   Compartilhe com os e as colegas docentes.  [...]
03/12/2025NotíciasConstruindo a mobilização nacional contra a Reforma Administrativa, o Fórum Estadual em Defesa do Serviço Público e a APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta realizam nesta SEXTA-FEIRA, 05, o seminário on-line “Dívida Pública x Reforma Administrativa: os dois lados de uma mesma moeda”, com transmissão pelo canal da @apufpr no YouTube, a partir das 18 horas.  Serão palestrantes o deputado federal Tadeu Veneri (PT) e o economista Rodrigo Ávila, da Auditoria Cidadã da Dívida, tendo como coordenadora a presidente da APUFPR-SSind, professora Claudia Mendes Campos.  Também estamos juntos no ato público do Sinditest-PR nesta quinta-feira, 04, às 14 horas, na esquina da Rua XV de Novembro com a Rua Dr. Faivre, em frente ao Teatro da Reitoria.  Arraste o card e fique ligado! Todos/as contra a Reforma Administrativa!   [...]
03/12/2025NotíciasNosso Bar Doce Bar segue de portas abertas para acolher a comunidade docente da UFPR, com boa conversa e aquele clima de confraternização.  Venha passar bons momentos nesta quinta-feira. Servimos cerveja gelada, drinks e petiscos deliciosos!  [...]
03/12/2025NotíciasO ANDES – Sindicato Nacional lamenta profundamente as cenas de medo e desespero vividas na última sexta-feira (28) pela comunidade acadêmica do CEFET Maracanã. É inadmissível naturalizar qualquer forma de violência nos espaços de ensino, pesquisa e trabalho.  O feminicídio que vitimou Allane de Souza Pedrotti Matos, diretora e coordenadora da equipe pedagógica, integrante do Grupo Quilombo Urbano, e Layse Costa Pinheiro, psicóloga da instituição — ambas assassinadas por um colega de trabalho que não aceitava ser chefiado por mulheres — revela, de forma brutal, as consequências do machismo estrutural que atravessa a sociedade brasileira.  A tragédia evidencia também problemas que precisam ser enfrentados pelo Estado, como a precarização das condições de trabalho, o esgarçamento do tecido social agravado pelo estímulo ao armamento, a insuficiência de políticas públicas de saúde mental e a fragilidade dos mecanismos de segurança nas instituições de ensino. Esses fatores aprofundam riscos especialmente para mulheres, mães e meninas, e demonstram a urgência de fortalecer políticas de proteção e prevenção.  Reafirmamos que a luta contra todas as formas de opressões é indissociável da defesa da educação pública, e que não há possibilidade de construir ambientes acadêmicos verdadeiramente democráticos sem garantir segurança, dignidade e respeito para todas e todos. Queremos estar vivas para estudar, trabalhar, dançar, cantar e liderar — com segurança e sem medo.  O ANDES-SN repudia essa estrutura machista e misógina que vitimou as duas companheiras, e manifesta irrestrita solidariedade às/aos docentes, técnicas/os administrativos e estudantes do CEFET-RJ/Maracanã, bem como às famílias, amigas e amigos das vítimas desta tragédia. Colocamo-nos ao lado da comunidade acadêmica neste momento de imensa dor, reafirmando nosso compromisso permanente com a defesa da vida, dos direitos e da dignidade das trabalhadoras e dos trabalhadores.  Basta de Feminicídio!  Basta de machismo!  [...]
01/12/2025NotíciasA diretoria da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta está reativando as atividades do Grupo de Trabalho Políticas de Classe para Questões Étnico-raciais, de Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS).  Convidamos os/as docentes da nossa base que queiram debater as questões da universidade e do nosso trabalho em interface com as questões étnico-raciais, de gênero, de sexualidade e de outros marcadores sociais.  A primeira reunião do GTPCEGDS acontecerá no próximo dia 11 de dezembro, às 16 horas, na sede da APUFPR-SSind (Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1.193), em Curitiba, com a seguinte pauta:  Composição e retomada dos trabalhos na atual gestão.  Socialização da reunião do GTPCEGDS Nacional, realizada de 22 a 24 de novembro de 2025.  Plano de ação e programação do GTPCEGDS para 2026.  Este convite se estende a militantes de movimentos sociais, entidades, coletivos da UFPR, movimento estudantil e demais interessados/as da nossa comunidade acadêmica.  [...]
28/11/2025NotíciasMais uma noite de quinta-feira marcada por encontros, cultura e descontração no Bar Doce Bar, da APUFPR-SSind. Assim foi o lançamento do livro “Sobreviventes Fora do Seu Tempo – Quando a Terra ainda tinha fôlego”, de autoria do casal Estacho e Marecha.  Com a presença dos escritores, que também são protagonistas do romance de ficção, o evento contou com leitura de textos, bate-papo e sessão de autógrafos.  Agradecemos a presença de todos/as e ficamos assim combinados: na próxima quinta-feira tem mais Bar Doce Bar.  [...]
28/11/2025NotíciasOs participantes do Encontro de Aposentados/as da APUFPR-SSind na quarta-feira passada, 26, puderam apreciar e adquirir os produtos expostos no retorno do Bazar Arte e Artesanato do Coletivo de Aposentados.  A atividade, que aconteceu na sede da APUFPR-SSind, contou com a participação dos professores/as Nair Takeuchi (patchwork e costura criativa), Suely Rodaski (cozinha), Elsi do Rocio (mosaico) e João Marques Magalhães (gravuras).  Veja mais fotos abaixo:   [...]
28/11/2025NotíciasO Fórum Estadual em Defesa do Serviço Público, espaço de articulação entre entidades sindicais e movimentos da sociedade civil, promove na próxima sexta-feira (05/12), às 18 horas o seminário on-line “Dívida Pública x Reforma Administrativa: os dois lados de uma mesma moeda”, no Canal da APUFPR-SSind no YouTube (@apufpr).  Serão palestrantes o deputado federal Tadeu Veneri (PT) e o economista Rodrigo Ávila, da Auditoria Cidadã da Dívida, tendo como coordenadora a presidente da APUFPR-SSind, professora Claudia Mendes Campos.  Na pauta, a PEC 38/2025 que retoma na prática os planos da PEC 32/2020 e busca fragilizar os serviços públicos essenciais, ameaçando o direito da população ao acesso universal e de qualidade à educação, à saúde, à previdência e a tantos outros direitos fundamentais.  Vamos mostrar que a narrativa de que o Brasil enfrenta “déficit orçamentário” que justificaria cortes, enxugamento do Estado ou supressão de direitos do funcionalismo público revela-se, no mínimo, falaciosa. A verdade é que os “problemas fiscais” não estão no excesso de servidores ou na ineficiência do Estado, mas em um sistema de dívida que drena recursos que poderiam estar sendo investidos em políticas públicas.  Logo, é inaceitável que se utilize a justificativa fiscal – ou melhor, a falácia da austeridade – como argumento para desmantelar estruturas estatais.  Fique ligado e entenda por que as elites brasileiras atacam os serviços públicos e os investimentos nas políticas sociais.  ***Dia 05, às 18 horas, no canal da @apufpr no YouTube.***  #APUFPR #FórumEstadualEmDefesaDoServiçoPúblico #ReformaAdministrativaNÃO  [...]
28/11/2025NotíciasA questão ambiental dominou a pauta do Encontro de Aposentados/as da APUFPR-SSind realizado nesta quarta-feira, 26, no auditório da Seção Sindical, em Curitiba. Além de uma palestra sobre o uso abusivo de agrotóxicos no Brasil e os seus efeitos sobre a saúde coletiva, ministrada pelo professor Afonso Takao Murata, também foi aprovada pelo Coletivo de Aposentados/as uma proposição de Texto de Resolução a ser apresentada no 44º Congresso do ANDES-SN pedindo maior ênfase na defesa da causa ambiental nas frentes de lutas da categoria.  “Propomos que o ANDES-SN, junto com suas Seções Sindicais, coloque com mais ênfase em todas as suas frentes de luta a vertente da crise ambiental, da crise do clima e do aquecimento global, considerando que, ao não se tomarem as providências cabíveis com relação à contaminação e à transposição energética, a própria existência da humanidade estará comprometida”, defendeu o professor Antônio Carlos Gondim, formulador da proposição. O Coletivo deverá agora desenvolver um Texto de Apoio para apresentar no 44º Congresso do ANDES-SN, que acontecerá de 2 a 6 de março de 2026, em Salvador, Bahia.  PALESTRA – Em sua palestra, o professor Afonso Takao Murata, diretor da APUFPR-SSind e representante da atual gestão no Grupo de Trabalho de Política Agrária, Urbana e Ambiental (GTPAUA), disse que um pedido da direção do Setor de Ciências Agrárias ao Instituto Água e Terra (IAT) para a flexibilização do uso de agrotóxicos na Fazenda Experimental do Canguiri colocou a UFPR no centro de uma polêmica a respeito da proteção da APA do Iraí (onde fica a fazenda), que foi instituída em 1996. Desde aquela época, o uso de agrotóxicos tem sido vetado em toda a região, que abrange um dos maiores mananciais de abastecimento de água da Região Metropolitana de Curitiba (RMC).  A partir da premissa de que a APA do Iraí necessita ser preservada e mantida livre do uso de agrotóxicos, o professor explanou sobre os perigos do uso abusivo desses produtos na agricultura de larga escala. Ele apresentou dados históricos e científicos relacionando a evolução do agronegócio com os interesses econômicos do capital privado e o crescimento do uso de agrotóxicos e fertilizantes.   Dentre outros tópicos, o professor abordou questões de saúde coletiva, como pesquisas comprovando o adoecimento de comunidades inteiras, as graves consequências em mulheres gestantes e o nascimento de crianças com problemas físicos. Para se ter ideia da gravidade do assunto no Brasil, o país é hoje o maior mercado mundial desses produtos, tendo crescido 114% do ano de 2000 para 2014.     Dos 10 produtos mais consumidos no Brasil, seis são terminantemente proibidos nos países da União Europeia. Nas análises de qualidade da água, é comum verificar a presença de 27 produtos agroquímicos – exatamente o número de agrotóxicos pesquisados por essas análises. “Se fôssemos pesquisar mais produtos, certamente seriam também encontrados na água que consumimos”, disse.   Dependendo do agrotóxico, o limite máximo de resíduos permitido na água potável pela legislação brasileira chega a ser assustador em relação aos critérios adotados na União Europeia. O caso mais grave é o do glifosato, cujo limite máximo é 5.000 vezes maior do que o estabelecido em países europeus. Por isso, o professor defendeu uma transição do atual modelo agrícola brasileiro para práticas menos prejudicais ao meio ambiente e à saúde, como a agroecologia. Nesse sentido, disse ser fundamental o papel das universidades, propondo novos modelos e técnicas para o desenvolvimento sustentável do setor agrícola.  [...]
26/11/2025NotíciasA APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta será representada no 44º Congresso do ANDES-SN, de 2 a 6 de março de 2026, em Salvador, Bahia, por uma delegação de 15 docentes que foi eleita nesta terça-feira, 25, em Assembleia Geral Extraordinária realizada no auditório da Seção Sindical, em Curitiba. A comitiva é composta por uma representante da diretoria, 12 delegados/as de base e dois observadores, sendo um suplente de delegado.  O Congresso do ANDES-SN, realizado anualmente, é a instância máxima de deliberações do Sindicato Nacional, tendo como principais pautas os planos de lutas nacionais e setoriais, as questões da carreira e condições do trabalho docente, o financiamento da educação, a autonomia universitária e a conjuntura política. Também são deliberadas as questões organizativas, propostas de ações, campanhas e é aprovada a prestação de contas da diretoria nacional.  Participam do encontro, com direito a voz e voto, delegados/as eleitos/as pelas seções sindicais de todo o país e o presidente da diretoria nacional. A plenária também é composta por observadores/as eleitos/as, demais membros da diretoria nacional e convidados/as, que têm apenas direito a voz. A escolha de Salvador como sede do 44º Congresso ocorreu na última edição do evento, que aconteceu em Vitória, Espírito Santo, de 27 a 31 de janeiro deste ano.  DELEGADOS/AS – A comitiva da APUFPR-SSind será composta pela presidente da entidade, professora Claudia Mendes Campos, indicada da diretoria, e pelos/as seguintes delegados/as da base: professores/as Adriana Hessel Dalagassa; Antônio Carlos Gondim; Francisco de Assis Marques; Luís Allan Kunzle; Maria Aparecida Zanetti; Maria Suely Soares; Marise Fonseca dos Santos; Ricardo Prestes Pazello; Raimundo Alberto Tostes; Sandra Mara Alessi; Tomaz Longhi Santos; e Vitor Marcel Schuhli. Serão observadores os professores Emmanuel José Appel (também suplente de delegado) e Allan Kardec de Lima.  A eleição ocorreu por votação direta dos/as docentes presentes na Assembleia Geral e obedeceu aos seguintes critérios: presença física obrigatória e defesa de sua participação; compromisso de presença nos cinco dias do Congresso; e compartilhamento de quarto de hotel com mais um/a representante. Ficou decidido também que delegados/as e observadores se comprometam com a leitura do Caderno de Textos do Congresso e com a participação no debate prévio que será realizado pela delegação.   A presidente da APUFPR-SSind, professora Claudia Mendes Campos, agradeceu a participação dos/as docentes e destacou o empenho de todos/as. “Serão cinco dias de muito trabalho, com três turnos de plenárias e debates, em que iremos decidir sobre uma série de questões fundamentais para a nossa luta sindical e o bem-estar da comunidade acadêmica”, afirmou.   MOÇÃO DE APOIO – Logo após a eleição da delegação, a plenária aprovou Moções de Apoio ao deputado Renato Freitas (PT) e à vereadora Professora Ângela, de Curitiba, que vêm sendo alvos de pedidos de cassação de mandato feitos por parlamentares da extrema direita. “Repudiamos veementemente que, após sofrer violência, o deputado tenha se tornado alvo de representações no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná”, afirma a nota em relação a Freitas.  “Tal inversão de responsabilidades revela um mecanismo recorrente de perseguição política, impulsionado por setores da extrema-direita bolsonarista — grupo que, vale lembrar, teve seu principal líder ideológico recentemente preso após episódio vexatório de violação de tornozeleira eletrônica”, destaca o texto. Freitas foi vítima de agressão física inesperada, perpetrada por um indivíduo que o atacou de forma covarde. Já a vereadora tem sido acusada equivocadamente de apologia às drogas.  INFORMES – No início da Assembleia Geral, foram dados alguns informes por diretores da APUFPR e por docentes presentes. Os principais foram:  Organização e participação da APUFPR na caravana de docentes, técnicos administrativos e estudantes na Marcha Nacional Unificada do Serviço Público contra a Reforma Administrativa, que ocorreu em 29 de outubro, em Brasília. Após a manifestação na Esplanada dos Ministérios, considerada uma das maiores do ano, diversos deputados federais retiraram a assinatura de apoio à PEC 38/2025, que faz parte da proposta de Reforma Administrativa.  Realização nos dias 14 e 15 de novembro, em Curitiba, do 2º Encontro da Regional Sul do ANDES-SN em que foram debatidos temas importantes como a dívida pública e o investimento em políticas sociais, a carreira única de docentes, questões de aposentadoria, a Funpresp, dentre outros.   Avanço em reunião com a Reitoria em relação às perícias para laudos de insalubridade no sentido da unificação de procedimentos pela PROGEPE. A APUFPR-SSind tem apontado diversas irregularidades, como pareceres divergentes entre casos similares, resultando em discrepâncias nos valores pagos a docentes que trabalham no mesmo ambiente insalubre. A assessoria jurídica da APUFPR-SSind vai propor uma minuta de Resolução para a unificação, que deverá ser submetida à assembleia geral docente e avaliada pelo Conselho Universitário (Coun), da UFPR.   Continuidade dos trabalhos de organização e mobilização da Frente em Defesa das Licenciaturas, que deverá realizar um grande seminário no dia 19 de março de 2026, no auditório Eny Caldeira, no campus do Rebouças. Alguns palestrantes de renome nacional já estão confirmados e deverão ser anunciados em breve.   Participação de representação da APUFPR-SSind na Marcha Nacional das Mulheres Negras, que aconteceu neste dia 25 de novembro, em Brasília.   Reorganização de diversos Grupos de Trabalho no âmbito da Seção Sindical, como o GTPE, o GTPAUA, o GTSSA, o GTPFS, GT Multicampia e Fronteira e o GTPCEGDS.   Envio de carta aberta aos parlamentares federais de todo o país, em nome do Fórum Estadual em Defesa do Serviço Público, contra a tramitação da PEC 38/2025, que faz parte das propostas de Reforma Administrativa.   Realização de fórum de debates sobre a Reforma Administrativa e a sua relação com a dívida pública do país com as presenças do deputado federal Tadeu Veneri e do economista Rodrigo Ávila, da Auditoria Cidadã da Dívida, em data a ser confirmada.  Proposta de lançamento de campanha de arrecadação de livros de literatura infantil e infanto-juvenil destinada à rede escolar do município de Rio Bonito do Iguaçu, que foi devastada pela passagem de um tornado no último dia 7 de novembro.   Realização de Bazar Arte e Artesanato do Coletivo de Aposentados, nas dependências da APUFPR-SSind, no dia 26 de novembro, com a exposição e comercialização de produtos manufaturados pelos/as docentes aposentados/as e da ativa.  [...]
25/11/2025NotíciasUm papo sério sobre política e educação, em uma roda de conversa descontraída, numa mesa de bar. É esta a proposta do “Politiquim”, evento de encerramento do Seminário Discente 4P, promovido pelo Programa de Pós-graduação em Políticas Públicas, da UFPR, nesta sexta-feira, dia 28, das 19 às 21 horas, no Folhetim Bar, na Av. Victor Ferreira do Amaral, 883, Tarumã, em Curitiba. No cardápio, os ataques políticos desferidos às universidades públicas nos últimos anos, bem como aspectos institucionais e legais que desrespeitam direitos e prejudicam o trabalho dos servidores, a pesquisa, a formação dos discentes e a vocação social da universidade. O bate-papo contará com as participações da presidente da APUFPR-SSind, professora Claudia Mendes Campos, da Ouvidora da UFPR, professora Carolina Bagatolli, e do coordenador do Programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbano (PPU), professor José Ricardo Vargas de Faria. Estão todos/as convidados/as! Para saber mais, visite o perfil @4p.ufpr no Instagram. [...]
25/11/2025NotíciasNesta quinta-feira, 27, tem lançamento de livro no Bar Doce Bar, a partir das 19 horas, com a presença do casal Estacho e Marecha, autores de “Sobreviventes Fora do Seu Tempo – Quando a Terra ainda tinha fôlego”. Segundo descrevem na resenha do lançamento, a narrativa é marcada pelo equilíbrio entre o lirismo poético e a tensão da aventura: “O leitor acompanha não apenas os desafios de um mundo primitivo, mas também os diálogos carregados de cumplicidade, humor e filosofia de vida. Estacho e Marecha descobrem que sobreviver é muito mais do que resistir: é reinventar-se, redescobrir o essencial e, sobretudo, permanecer juntos.” [...]
25/11/2025NotíciasO Encontro de Aposentados/as da APUFPR-SSind acontece nesta quarta-feira, 26, às 15 horas, com uma programação diferenciada e imperdível. A reunião presencial terá caráter aberto, podendo participar qualquer filiado/a à nossa Seção Sindical. A palestra será ministrada pelo professor Afonso Takao Murata, diretor da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta e representante da diretoria no Grupo de Trabalho de Política Agrária, Urbana e Ambiental (GTPAUA), com o tema “A Contaminação Invisível: Agrotóxicos, Saúde Humana e a Proteção de Nossos Mananciais”. Além da palestra, vamos contar com a volta do Bazar Arte e Artesanato do Coletivo de Aposentados/as, que vai funcionar das 10 às 17 horas, com exposição e comercialização de produtos manufaturados pelos/as nossos/as associados/as. O Encontro de Aposentados/as será realizado no auditório da APUFPR, na Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1.193, Jardim das Américas, em Curitiba. Para quem não puder comparecer presencialmente, será possível participar por meio de uma sala virtual no aplicativo Zoom. O link de acesso está sendo disponibilizado por e-mail. Lembramos que, após a palestra, será servido nosso tradicional café de confraternização entre os presentes. [...]
24/11/2025NotíciasNesta terça-feira, 25, a APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta realiza uma Assembleia Geral Extraordinária para a escolha de delegados/as e observadores/as que participarão do 44º Congresso do ANDES-SN, que será realizado entre os dias 02 e 06 de março de 2026. Para concorrer, o/a candidato/a deverá: i) estar presente na Assembleia Geral; ii) fazer uma breve defesa de sua participação no evento; iii) comprometer-se a participar do Congresso durante todo o seu período de realização (cinco dias); iv) compartilhar o quarto do hotel com mais um/a delegado/a. 🕞 Horários:Primeira chamada – 15h30minSegunda chamada – 16 horas📍 Local: Auditório da APUFPR-SSind📶 Conexão on-line com as subsedes de Matinhos, Jandaia do Sul, Palotina e Toledo. [...]
19/11/2025NotíciasNeste 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, a diretoria da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta saúda a todos/as os/as docentes e demais trabalhadores/as pretos e pretas da UFPR.   Esta data, instituída em 7 de julho de 1978 em Salvador, pelo Movimento Negro Unificado em homenagem ao assassinato do líder negro quilombola Zumbi do Palmares, ocorrido em 1665, simboliza a sobrevivência e a resistência de negras e negros brasileiros/as, em meio a sucessivas formas de violência e opressão.   Violência e opressão que persistem nos dias de hoje. Seja no olhar do segurança de um shopping, seja pela pessoa que esconde a bolsa ao avistar um/a negro/a na rua. Óbvio, isso não parece nada quando vemos crianças e jovens negros/as serem assassinados/as pela polícia. O cenário é bem mais sério e, infelizmente, tem sido uma prática comum nas periferias das grandes cidades.  Na universidade, docentes pretos e pretas representam menos de 1% dos nossos quadros. Com relação aos/às estudantes pretos/as e pardos/as, são apenas 22%, apesar da política de cotas raciais instituída na UFPR. Essas desigualdades, com raízes históricas, precisam ser superadas mais rapidamente. A luta sindical na educação, classista, deve assumir, portanto uma perspectiva antirracista. Esses dados nos mostram que ainda há muito o que fazer, seja na política de acesso de professores/as, técnicos/as e estudantes negros/as à universidade, seja nas políticas de permanência desses grupos na nossa instituição. Uma educação de qualidade passa também pelo reconhecimento e compromisso com aqueles e aquelas que há quatro séculos vivem sob a violência moral e física cotidiana.  Ora, diante desses e de outros fatos, a APUFPR-SSind reafirma e toma para si o compromisso político, social e racial em prol de políticas e ações que contribuam dentro e fora da universidade, para uma sociedade livre de discriminação e de violências, veladas ou não, contra as pessoas pretas.     Nesta data, comemoramos não a liberdade, mas a tomada de consciência do nosso povo sobre o seu valor e contribuição histórica a este país.   Viva o Dia da Consciência Negra, viva o povo brasileiro. Saravá!  #APUFPR  [...]
18/11/2025NotíciasO próximo título a ser lançado no Bar Doce Bar será o romance de aventura “Sobreviventes Fora do Seu Tempo – Quando a Terra ainda tinha fôlego”, escrito por Estacho & Marecha e publicado pela editora Praia Encantada (2025). Autores e protagonistas do livro, o casal mergulha numa “ficção científica e poética”, conforme eles próprios definem, que aborda temas atuais como mudanças climáticas, sobrevivência, amor e parceria.  O lançamento será no próximo dia próximo dia 27, às 19 horas, no Bar Doce Bar, com a presença dos autores.  AGENDA BAR DOCE BAR:  20/11 – Fechado (Feriado da Consciência Negra)  27/11 – Lançamento de livro  Resenha de Lançamento:  Em “Sobreviventes Fora do Seu Tempo – Quando a Terra ainda tinha fôlego”, Estacho e Marecha, casal de cientistas aposentados e cronistas da vida real, transformam sua própria rotina à beira-mar em uma aventura épica e inesperada. O livro começa na Praia Encantada, entre cafés da manhã simples, pescarias e boleros dançados de conchinha. Mas, em meio a mudanças climáticas estranhas e tempestades repentinas, um feixe de luz os arrasta para um tempo remoto — um mundo intacto, selvagem e sem vestígios da civilização.  A partir daí, o que era cotidiano vira sobrevivência. Com humor, ternura e muita engenhosidade, o casal precisa improvisar abrigo, garantir água potável, manter o fogo aceso e enfrentar o silêncio esmagador de um planeta onde talvez sejam os únicos humanos. A ciência, que sempre foi parte de suas vidas, agora se mistura ao instinto e ao afeto: cada peixe pescado, cada faísca de fogo ou gota de água potável torna-se um triunfo.  A narrativa é marcada pelo equilíbrio entre o lirismo poético e a tensão da aventura. O leitor acompanha não apenas os desafios de um mundo primitivo, mas também os diálogos carregados de cumplicidade, humor e filosofia de vida. Estacho e Marecha descobrem que sobreviver é muito mais do que resistir: é reinventar-se, redescobrir o essencial e, sobretudo, permanecer juntos.  Mais do que um romance de sobrevivência, Sobreviventes Fora do Seu Tempo é uma celebração da parceria, da curiosidade científica e da força do amor em qualquer tempo. Uma obra que mistura ficção científica, aventura e poesia, convidando o leitor a refletir sobre o planeta, a memória e o sentido da vida.  [...]
18/11/2025NotíciasDevido ao feriado e ponto facultativo pelo Dia da Consciência Negra, as sedes da APUFPR em Curitiba, Matinhos, Jandaia do Sul, Palotina e Toledo permanecerão fechadas nesta quinta e sexta-feira, dias 20 e 21 de novembro. O expediente retornará ao normal em todas as sedes na próxima segunda-feira, dia 24. [...]
18/11/2025NotíciasO 2º Encontro da Regional Sul do ANDES-SN teve início na sexta-feira, 14, no auditório da APUFPR-SSind, em Curitiba, reunindo dirigentes e representantes de onze das doze seções sindicais de docentes do ensino público superior do Paraná e Santa Catarina filiadas ao Sindicato Nacional. A noite de abertura contou com uma palestra do economista da Auditoria Cidadã da Dívida, Rodrigo Ávila, que falou sobre o tema “O Sistema da Dívida Pública e seus Efeitos sobre o Financiamento de Políticas Sociais no Brasil”.  (Veja galeria de fotos do Encontro da Regional Sul do ANDES-SN, aqui: http://www.flickr.com/photos/apufpr/albums/ )  Durante quase duas horas, entre palestra e debate com os presentes, o economista explicou em detalhes a estruturação e o funcionamento do sistema da dívida pública, que deveria destinar recursos para os investimentos sociais, mas que no Brasil acaba financiando as elites rentistas, compostas por privilegiados das camadas mais ricas do país. “A dívida pública seria uma forma de financiar investimentos da sociedade e do país, mas não é isso que acontece”, explicou.  “Aqui a dívida é feita para pagar a própria dívida, tendo como principal fator do seu crescimento as elevadíssimas taxas de juros definidas pela própria elite rentista”, explicou. Para se ter ideia da desproporção na destinação de recursos do país, o financiamento da dívida pública consumiu, em 2024, 42,96% do Orçamento da União (ou algo perto de R$ 1,997 trilhão), enquanto a educação recebeu apenas 2,95% do total do orçamento de R$ 4,648 trilhões. “Como se vê, o vilão das contas públicas jamais será os gastos com os serviços públicos ou a folha dos servidores, como a mídia comercial costuma divulgar”, disse.  Para piorar a situação, os sucessivos planos de contenção de gastos recaem apenas sobre os investimentos sociais. Por exemplo, o teto de gastos sociais forjado durante o Governo de Michel Temer limitou o crescimento dos investimentos sociais a apenas 2,5% ao ano, mesmo que a receita cresça acima desse índice – o que se repete com o Novo Arcabouço Fiscal no atual governo. Dessa forma, com juros altos, que favorecem o crescimento da dívida pública, e com a limitação dos gastos sociais, o país tem favorecido os pequenos grupos de rentistas.  DÍVIDA IMPAGÁVEL – Com esse sistema, o próprio governo brasileiro tem permitido o refinanciamento de uma dívida impagável, que cresce com a fixação de taxas de juros elevadíssimas. “Estamos pagando uma dívida que já foi paga várias vezes”, destacou Rodrigo Ávila. Segundo ele, a única forma de se apurar o real valor da dívida pública seria uma auditoria “com todos os dados abertos”, como foi feito no Equador durante os anos de 2007 e 2008. O resultado foi uma drástica redução do valor dívida, que era composta por juros sobre juros, dívidas da ditadura militar, dívidas prescritas, entre outras distorções.   Para Rodrigo Ávila, a única forma de se mudar a situação é por meio de um intenso trabalho de conscientização da população, com aulas públicas, palestras, reuniões e atividades de disseminação das verdadeiras informações sobre o perfil da dívida pública brasileira, em contraposição ao discurso do mercado financeiro difundido pela mídia comercial e grandes redes de comunicação. Ele elogiou a adesão e esforços dos sindicatos e movimentos sociais como multiplicadores dos estudos e pesquisas feitas pela Auditoria Cidadã da Dívida, que é uma entidade civil aberta à participação de todos/as os/as cidadãos/ãs.  ENTIDADES PRESENTES – Depois da palestra de abertura do 2º Encontro da Regional Sul do ANDES-SN, os dirigentes e representantes das Seções Sindicais participaram de um momento de confraternização no espaço Bar Doce Bar, localizado na APUFPR-SSind.   As Seções Sindicais que estiveram presentes em Curitiba foram: ADUNIOESTE – Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual do Oeste do Paraná; APUFPR – Seção Sindical dos docentes da Universidade Federal do Paraná; SINDUTFPR – Seção Sindical dos Docentes da Universidade Tecnológica Federal do Paraná; SESUNILA – Seção Sindical dos Docentes da UNILA; SESDUEM – Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual de Maringá; SINDUNESPAR – Seção Sindical dos Docentes Universitários de Paranaguá; SINDUEPG – Seção Sindical da Universidade Estadual de Ponta Grossa; SINDIPROL/ADUEL – Seção Sindical dos Docentes da UEL, UENP E UNESPAR; SINDIUENP – Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual do Norte do Paraná; SINDUFFS – Seção Sindical dos Docentes da Universidade Federal da Fronteira Sul; APRUDESC – a Seção Sindical dos Docentes da Universidade do Estado de Santa Catarina. O coletivo Voz da Base, que tomará posse na diretoria do SindiEdutec em dezembro, também esteve representado.   O evento teve início com as saudações feitas pelos componentes da mesa de abertura formada pela presidente da APUFPR-SSind, Claudia Mendes Campos; vice-presidente da Regional Sul do ANDES-SN, Fernanda Mendonça; diretor do SINDUTF-PR, Adilson Tavares; representante do Coletivo Voz da Base, André Vivaldo; e representante dos discentes no Conselho Universitário (COUN), da UFPR, João Ricardo Almeida.   [...]
17/11/2025NotíciasO professor Afonso Takao Murata, diretor da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta e representante da diretoria no Grupo de Trabalho de Política Agrária, Urbana e Ambiental (GTPAUA), será o palestrante do nosso próximo Encontro de Aposentados/as. O evento acontecerá no dia 26, a partir das 15 horas.  Ele abordará o tema “A Contaminação Invisível: Agrotóxicos, Saúde Humana e a Proteção de Nossos Mananciais”. A palestra trará diversas análises sobre o uso abusivo de agrotóxicos no Brasil e suas consequências para a saúde coletiva, além das ameaças de flexibilização da aplicação desses produtos nas Áreas de Proteção Ambiental (APAs) da Região Metropolitana de Curitiba (RMC).  Um dos pontos de maior destaque, e que tem chamado a atenção da mídia, refere-se ao pedido da direção do Setor de Ciências Agrárias da UFPR para a utilização de agrotóxicos na Fazenda Experimental Canguiri. Localizada na APA do Iraí, no município de Pinhais, a aprovação desse pedido interromperia um ciclo de 30 anos sem o uso de agrotóxicos na região.  O Encontro de Aposentados/as será realizado no auditório da APUFPR, na Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1.193, Jardim das Américas, em Curitiba. Para quem não puder comparecer presencialmente, será possível participar por meio de uma sala virtual no aplicativo Zoom. O link de acesso será enviado por e-mail nas vésperas do evento.  Lembramos que, após a palestra, será servido nosso tradicional café de confraternização entre os presentes.  [...]
14/11/2025NotíciasAtenção, docentes da UFPR!  Convocação de Assembleia Geral Extraordinária da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta no próximo dia 25 de novembro, terça-feira, com início às 15h30min, em primeira chamada, com a presença de ao menos metade dos filiados/as, e às 16 horas, em segunda chamada, com qualquer número de presentes.  A Assembleia terá como pauta a escolha dos/as delegados/as e observadores/as representantes da APUFPR-SSind no 44º Congresso do ANDES-SN, que acontecerá entre os dias 2 e 6 de março de 2026, em Salvador-BA.  Para se candidatar, o/a docente deverá:  – Estar presente na Assembleia Geral;  – Fazer uma breve defesa de sua participação no evento;  – Comprometer-se a participar do Congresso durante de todo seu período de realização (cinco dias);  – Compartilhar o quarto do hotel com mais um/a delegado/a.  A plenária ocorrerá no modo presencial no auditório da APUFPR- SSind, em Curitiba, com conexão para participação on-line de docentes presentes nas subsedes de Matinhos, Palotina, Jandaia do Sul e Toledo. Também haverá transmissão pelo canal da APUFPR (@apufpr) no YouTube.  Para participar, compareça em um dos seguintes endereços:  Curitiba – Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1.193, Jardim das Américas  Palotina – Rua Pioneiro, 2.074, Jardim Dallas  Jandaia do Sul – Rua José Francisco Borges, 1.610, Jardim Universitário  Toledo – Campus de Toledo (Biopark), Sala 92  Matinhos – Rua Modesto Mendes, 298, Caiobá   Contamos com a sua presença. Juntos somos mais fortes!  [...]
12/11/2025NotíciasA APUFPR-SSind agora tem curso gratuito de Dança de Salão também na subsede de Matinhos!  Venha soltar o corpo e cair na pista com as animadas aulas que vão acontecer às segundas e quartas-feiras, sempre das 17h30min às 18h30min.  Para se inscrever gratuitamente, basta ligar ou mandar um Whatsapp para (41) 99824-0267.   Se preferir, teremos o prazer de recebê-lo/a em nossa subsede, na rua Modesto Mendes, 198, Caiobá, no período da tarde.  Chame os/as amigos/as porque as vagas são limitadas.  [...]
12/11/2025NotíciasParticipe dos debates sobre os assuntos mais urgentes da pauta sindical na atualidade para a nossa categoria.  Acesse o link https://forms.gle/abR2h4oBM9gQ77sE9 e faça a sua inscrição no 2º Encontro da Regional Sul do ANDES-SN, que acontece nesta sexta e sábado, no auditório da APUFPR-SSind, em Curitiba-PR.  O evento vai reunir representantes das associações de docentes (AD’s) do Paraná e de Santa Catarina.   Inscreva-se e participe!  [...]
10/11/2025NotíciasO Bar Doce Bar abre excepcionalmente nesta semana somente na SEXTA-FEIRA, dia 14, como parte da programação cultural do 2º Encontro da Regional Sul do ANDES-SN.  Em uma noite muito especial, além dos professores/as da UFPR e frequentadores/as habituais, vamos receber representantes das associações de docentes vindos/as de todo o Paraná e de Santa Catarina.   A atração musical ficará por conta da voz e violão de Guego Favetti, com muitos ritmos e o melhor da MPB.   Participe e venha confraternizar com nossos/as amigos/as da Regional Sul!  #APUFPR #BarDoceBar #EncontroRegionalSulANDES  [...]
07/11/2025NotíciasA “Saúde do Trabalhador na UFPR” será o tema do Debate On-line do Conselho de Representantes da APUFPR (CRAPUFPR) neste mês. O evento será transmitido pelo Canal da APUFPR-SSind no YouTube (@apufpr).  As palestras serão dadas pela auditora-fiscal do Trabalho June Maria Passos Rezende, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTb), e pela engenheira de Segurança no Trabalho Vanessa Madeira Farias. A assessoria jurídica da APUFPR-SSin fará uma participação sobre as ações movidas pela entidade na área.   A transmissão terá início por volta das 19 horas da próxima terça-feira, 11 de novembro, lembrando que o Debate On-line ocorrerá como parte da reunião mensal do CRAPUFPR, que contará na pauta com uma série de outras discussões, como deliberações sobre o relatório da Comissão de Averiguação do mobiliário do campus Palotina.  Será dada preferência para participação presencial aos membros do Conselho de Representantes. Acesse o canal do YouTube pelo QR Code e acompanhe a nossa reunião.   #APUFPR #CRAPUFPR #SegurançaNoTrabalho  [...]
07/11/2025NotíciasUma nova data no início do semestre letivo de 2026 será definida para a realização do Seminário em Defesa das Licenciaturas, como forma de assegurar melhor divulgação e maior participação de público, evitando confrontos com o calendário acadêmico de fim de ano. A decisão foi tomada nesta quinta-feira, 06, em reunião conjunta do Grupo de Trabalho de Política Educacional (GTPE), vinculado à APUFPR-SSind, e da Frente em Defesa das Licenciaturas.  O evento estava previamente marcado para o final de novembro, o que ficou inviabilizado pelo pouco tempo para uma mobilização e organização adequadas. O seminário deverá acontecer na terceira semana de março de 2026, com horário das 8h30min às 12 horas e das 13h30 às 17 horas, no auditório Eny Caldeira, no campus Rebouças da UFPR. Para reforçar o objetivo político do evento, os debates deverão culminar com o lançamento de um manifesto público pela manutenção e continuidade dos cursos de formação de docentes da educação básica.   A Frente em Defesa das Licenciaturas foi lançada no último dia 15 de outubro, em grande ato público realizado nas escadarias do prédio histórico da UFPR, na praça Santos Andrade, em Curitiba. A ideia surgiu durante debate realizado pela diretoria da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta em agosto passado sobre a Resolução 4/2024 e o Parecer 5/2025, do CNE/MEC, que alteraram profundamente as estruturas desses cursos de graduação.   PAUTA DO GTPE  O GTPE definiu também a pauta prioritária para os próximos meses, devendo concentrar discussões e encaminhamentos a respeito dos seguintes tópicos: Resolução 4/2024, do Conselho Nacional de Educação (CNE), do Ministério da Educação; o Plano Nacional de Educação 2024-2034 (PL 2614/2024); e a baixa procura pelas Universidades públicas. A próxima reunião do GTPE ficou marcada para o próximo dia 19 de novembro.  [...]
06/11/2025NotíciasA Assembleia Geral Extraordinária da APUFPR rejeitou nesta terça-feira, 04, a proposta de reajuste de benefício apresentada pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) em 22 de outubro último por abranger apenas os/as professores da ativa e excluindo os inativos do alcance da medida. Outra crítica foi a forma “inadequada de apresentação da proposta”.  O prazo concedido para avaliação da categoria se encerraria neste dia 5 de novembro, o que dificultou “uma discussão mais aprofundada e qualificada do tema”. A decisão considerou ainda a postura do MGI de não cumprir integralmente o Acordo de Greve firmado com a categoria em 2024. “Esse foi um ato de desrespeito com o conjunto do corpo docente”, disse a presidente da APUFPR-SSind, professora Claudia Mendes Campos.   Além da deliberação sobre a proposta do MGI, a pauta da Assembleia contemplou a possibilidade de apresentação de uma contraproposta em conjunto com as entidades representativas do funcionalismo do Executivo Federal. Ficou decidida uma indicação ao ANDES-SN para que promova, em âmbito nacional, a construção conjunta de uma contraproposta junto com as demais categorias de servidores públicos.  O último tópico pautado foi a continuidade das ações de enfrentamento à Reforma Administrativa (PEC 38/2025), após o sucesso da Marcha Nacional do Serviço Público contra a Reforma Administrativa, realizada no último dia 29 de outubro. Nesse sentido, foi aprovada a realização de um debate local, em conjunto com o Fórum em Defesa do Serviço Público, com o objetivo de discutir os novos elementos e a atualização da conjuntura de enfrentamento à PEC 38/2025.  Foi também aprovado o apoio à proposta apresentada pela ADUFPel, que indicou a construção de uma Campanha Permanente de Mobilização contra a Reforma Administrativa (PEC 38/2025), prevendo a organização de uma ofensiva concentrada em Brasília com o objetivo de pressionar pela retirada da PEC 38/2025 antes do recesso parlamentar.  [...]
06/11/2025NotíciasAtenção! O Bazar Arte e Artesanato do Coletivo de Aposentados da APUFPR está de volta!  Venha expor (e comercializar) o seu trabalho fazendo a inscrição até o próximo dia 21 de novembro. Basta entrar em contato com a recepção da nossa Seção Sindical pelo fone (41) 3151-9101.  O Bazar vai acontecer na sede da APUFPR no dia 26 de novembro, das 10 às 17 horas, coincidindo com a data do nosso próximo Encontro de Aposentado/as.   Não perca esta oportunidade para mostrar o seu talento!  [...]
06/11/2025NotíciasEm nova rodada de negociações da pauta de reivindicações apresentada no final de setembro, a diretoria da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta se reuniu nesta segunda-feira, 03, com o reitor da UFPR, professor Marcos Sfair Sunye, e representantes da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE) para dar encaminhamentos e definir um calendário de reuniões técnicas buscando soluções para cada um dos itens colocados em pauta.  Do total de dez itens apresentados na mesa de negociações, sete foram discutidos e encaminhados durante a reunião, referindo-se, na maioria, a questões vinculadas à PROGEPE. Os demais pontos de pauta serão avaliados em próxima reunião com o reitor. “Tivemos uma reunião bastante produtiva em que pudemos expor e debater sobre os problemas detectados pela diretoria e também que nos foram demandados pelos filiados e filiadas”, avaliou a presidente da APUFPR-SSind, professora Claudia Mendes Campos.  Participaram da reunião as professoras Sandra Mara Alessi e Aline Mendonça Fraga e os professores Francisco de Assis Marques e Afonso Takao Murata, todos/as da diretoria da APUFPR, a pró-reitora Dulcileia Gonçalves e técnicos da Coordenadoria de Atenção Integral à Saúde do Servidor, do Centro de Atenção à Saúde (Casa-1) e da Coordenadoria de Desenvolvimento de Pessoas, todos da PROGEPE, além do chefe de gabinete da Reitoria, Mário Messagi   SETOR LITORAL – O primeiro item tratado foi a formalização de um convênio entre a UFPR e a APUFPR-SSind para a cessão de terreno no campus do Setor Litoral para a construção de um espaço convivência da entidade. O pedido decorre de decisão judicial favorável à APUFPR em ação movida em função de casos gravíssimos de assédio moral individuais e coletivos ocorridos naquele Setor, entre os anos de 2007 e 2014. O reitor se posicionou favorável a dar andamento ao processo que se encontra protocolado na UFPR.  INSALUBRIDADE E PERÍCIAS – Em seguida, ficou definida a realização de uma reunião com o titular da Procuradoria Federal Especializada junto à UFPR, Tiago Alves da Mota, para tratar conjuntamente do segundo e terceiro itens da pauta, referentes à insalubridade e perícias, respectivamente.  Sobre a insalubridade, o principal problema é quanto ao descumprimento de decisões judiciais favoráveis à APUFPR e à correção de procedimentos considerados ilegais nos pareceres da PROGEPE – entre eles, a exigência de exposição a agentes nocivos “durante mais da metade da jornada de trabalho”, o que contradiz decisões judiciais anteriores. Outro ponto controverso é em relação ao corte da insalubridade quando o/a docente assume cargos de chefia em coordenações ou departamentos.  A diretoria da APUFPR cobrou o aprimoramento dos procedimentos periciais e de acompanhamento da saúde, especialmente nos casos de assédio moral, readaptação funcional e afastamentos médicos. São comuns os relatos de pareceres divergentes mesmo entre casos similares, sendo necessário um protocolo técnico e ético nos processos que envolvam a saúde do/a trabalhador/a. A APUFPR pediu ainda o acompanhamento de representante do sindicato, caso solicitado pelo/a docente.  PROGRESSÃO FUNCIONAL – A quarta pauta foi sobre os pedidos de revisão e atualização dos interstícios e levantamento de valores devidos aos/às docentes, prioritariamente aos/às aposentados/as para efeito de cumprimento de decisão judicial até o início do próximo ano. Também ficou definido que, em outra etapa, será intensificada a revisão dos processos solicitados pelos/as docentes da ativa. Outro assunto tratado foi a progressão automática, sobre a qual ficou deliberada a realização de uma reunião com o presidente da Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD), professor Guilherme Sippel Machado. De acordo com o reitor Sunye, 80% do corpo docente da UFPR teriam direito a progressão automática “apenas com os dados que já existem no sistema da instituição”.   AUXÍLIO TRANSPORTE – O quinto item foi o pagamento de auxílio transporte condicionado à presencialidade dos/as professores, conforme passou a exigir a Instrução Normativa 71/2025, do Ministério de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI). De acordo com a PROGEPE, esse controle tem sido feito por meio de declaração dos/as próprios/as docentes. Foi solicitada resposta a ofício sobre o tema encaminhado recentemente à PROGEPE, com o intuito de mover ação judicial contra a IN 71/2025.  CUMPRIMENTO DE DECISÕES JUDICIAIS – Os dois últimos itens da pauta da reunião foram tratados conjuntamente e se referem, respectivamente, ao cumprimento de decisões judiciais e à criação de um procedimento conjunto entre a PROGEPE e demais órgãos competentes da UFPR para disciplinar o registro e pagamento de valores de exercícios anteriores reconhecidos judicial ou administrativamente. As duas situações ficaram de ser tratadas com o procurador federal Tiago Alves da Mota.  [...]
05/11/2025NotíciasNosso Bar Doce Bar segue de portas abertas para acolher a comunidade docente da UFPR, com boa conversa e aquele clima de confraternização.Venha passar bons momentos nesta quinta-feira. Servimos cerveja gelada, drinks e petiscos deliciosos! [...]
05/11/2025NotíciasAs condições de trabalho e seus desafios para a aposentadoria na carreira docente são um dos principais temas a serem discutidos no 2º Encontro da Regional Sul do ANDES, nos próximos dias 14 e 15 de novembro, no auditório da APUFPR-SSind, em Curitiba.  A professora Sara Granemann, da UFRJ (doutora em Assistência Social), e o professor Gilberto Calil, da Unioeste (doutor em História), falarão na tarde do sábado, 15, às 14 horas, na mesa “As condições de trabalho e os desafios para uma aposentadoria digna aos docentes”.  O Encontro da Regional será um espaço de reflexão e debate também sobre outros aspectos da realidade enfrentada pela categoria docente, como a sobrecarga de trabalho, a desvalorização profissional e as dificuldades impostas pelas reformas previdenciárias.    Participe! Sua presença é fundamental para construir, coletivamente, um futuro mais justo para quem dedica a vida à educação. [...]
03/11/2025NotíciasA noite de lançamento do livro “Plataformização, Militarização e Privatização”, no Bar Doce Bar, superou as expectativas e reuniu dezenas de docentes na última quinta-feira, 30, com as presenças de dois dos quatro organizadores da publicação, professores Geraldo Balduíno Horn e Rossano Rafelle Sczip.   Com o subtítulo “Faces do adoecimento dos (as) trabalhadores (as) em educação no Paraná”, o livro reúne uma série de artigos e ensaios sobre as polêmicas políticas educacionais do governador Ratinho Junior, que têm provocado grande número de adoecimentos de professores/as do ensino médio.  O professor Geraldo Horn, também diretor da Editora Platô, explicou que o trabalho faz parte de uma série de publicações que, desde 2020, analisa e apresenta críticas ao sistema educacional do Paraná. Anteriormente, foram lançados os seguintes títulos: “Aulas não presenciais em tempos de pandemia”, “Mercantilização da educação pública no Paraná” e “Racionalidade antidemocrática e privatização da escola pública”.  O professor Rossano Sczip, que é da rede estadual de ensino, descreveu uma série de situações absurdas que tem levado a um número assustador de pedidos de licenças médicas, principalmente para tratamento da saúde mental. As cobranças pela plataformização do ensino e o assédio por resultados são dois dos fatores que estão cada vez mais adoecendo os/as professores/as.  A apresentação do livro, feita pelos dois coautores, foi seguida de muitos sucessos e clássicos da MPB, na voz e violão do músico Luga Maluf. [...]
03/11/2025NotíciasA diretoria da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta convida para a reunião do Grupo de Trabalho em Política Educacional (GTPE), que vai ocorrer em conjunto com a Frente em Defesa das Licenciaturas. O GT e a Frente são espaços não apenas para discutirmos e definirmos as políticas públicas que queremos para a educação no Brasil, e em particular para as licenciaturas, mas sobretudo para construirmos a resistência ao desmonte que temos presenciado e temos o dever de barrar.    O GTPE atua na análise de leis, planos e projetos governamentais, assim como nas diversas frentes de luta em defesa da educação pública de qualidade, gratuita, laica e socialmente referenciada, fundamentando a mobilização e a organização política de docentes em torno das pautas educacionais.     A Frente em Defesa das Licenciaturas se constituiu para organizar a luta contra as medidas arbitrárias impostas sobre a organização interna dos cursos de formação de professores nas instituições de ensino superior e para defender a carreira docente em todos os níveis de ensino.    Na reunião do dia 06, vamos dar continuidade aos trabalhos da Frente, com a organização de um seminário sobre as licenciaturas e a educação no Brasil. Vamos ainda discutir a pauta local do GTPE na APUFPR-SSind e preparar a reunião do GTPE nacional, que tem coordenação do ANDES-SN e acontecerá nos dias 8 e 9 de novembro, em Brasília.    Sua participação é fundamental para assegurarmos um debate amplo sobre o futuro de nossa educação.    Contamos com a sua presença! [...]
03/11/2025NotíciasO escritor Dalton Trevisan foi o homenageado no Encontro de Aposentados/as da APUFPR-SSind desta quarta-feira, 29, no auditório da Seção Sindical, com a apresentação de uma palestra da professora Raquel Illescas Bueno, aposentada pelo Departamento de Literatura e Linguística da UFPR. O evento foi programado como parte das comemorações do centenário de nascimento do escritor paranaense.   Com o instigante título “Dalton Trevisan, nosso vampiro favorito”, a professora abordou na palestra aspectos do comportamento e curiosidades da trajetória, a riqueza literária da obra e a relação sempre provocadora do escritor com Curitiba, onde morou a vida toda. O contista maior da literatura brasileira faleceu em dezembro passado, seis meses antes de completar 100 anos de idade.   Embora conhecido pela reclusão e total discrição em vida, logo de início, a professora destacou que surpreendentemente toda a sua obra, incluindo ensaios e escritos pessoais, como diários e cópias de textos sucessivamente editados, encontra-se documentada e será devidamente preservada pelo Instituto Moreira Salles, de São Paulo, conforme acertado pelo próprio Dalton antes de sua morte.   A professora recomendou ainda o vídeo “O arquivo de Dalton Trevisan” produzido pelo mesmo centro cultural paulistano, vinculado à família proprietária do Banco Itaú. O vídeo de 11min15seg reproduz uma entrevista com a principal responsável pela organização e preservação dos acervos e da produção literária do escritor, a assessora, revisora e escritora Fabiana Faversani, que trabalhou diretamente com o autor nos últimos anos.  Para ver o vídeo “O arquivo de Dalton Trevisan”, clique aqui: https://www.youtube.com/watch?v=mmu7JHJBTek   “Dalton era um homem extremamente discreto. Viveu para a literatura, pela literatura. Viveu enfurnado entre livros, escrevendo todos os dias”, descreveu Raquel Bueno. Para ela, o comportamento recluso foi mantido intencionalmente ao longo da vida como forma de “esconder o escritor” para dar visibilidade apenas à sua literatura, tendo logrado êxito nas décadas de 1960 e 1970, quando passou a ser traduzido e publicado mundialmente.   Ao tratar sobre as temáticas dos livros que escreveu até próximo aos últimos dias de vida, a professora destacou o erotismo como “o universo número um” de Dalton. “Chegou a ser considerado pornográfico”, lembrou, ao se referir ao cotidiano mundano das personagens que, na concisão e simplicidade dos textos, revelavam estruturas psicológicas complexas que desaguavam em desvios, que, se antes eram admitidos, hoje seriam condenados e criminalizados.  “Mudamos nós, mudou a cabeça dos jovens, mudou muita coisa ao longo do tempo, com muita consistência. Dalton escrevia sobre assassinatos da guerra conjugal, sobre a homossexualidade sem meias palavras numa época em que não existia o divórcio e o feminicídio não era tipificado criminalmente”, refletiu.   Outro “universo” recorrentemente abordado por Dalton era Curitiba, que tratava, segundo a professora, de modo “irreverente, sarcástico e anticonvencional”. “A Curitiba dele não estava nos holofotes”, definiu. Um de seus mais célebres contos sobre a cidade foi “Em busca de Curitiba perdida”, publicado pela primeira vez no jornal “Joaquim”, do qual foi fundador e editor de 1946 a 1948.  Desde aquela época, a ácida crítica ao comportamento provinciano e elitista dos moradores de Curitiba perpassou pela sua obra. “Dalton combatia a Curitiba de Emiliano Perneta e de Alfredo Andersen porque preferia privilegiar a arte contemporânea produzida por artistas como Poty Lazzarotto e Guido Viaro”, explicou ela. Embora referindo-se a locais, pessoas e características específicas da cidade, a universalidade da linguagem de Dalton não dá margem para quaisquer interpretações bairristas.   Outro “universo” descrito por Dalton – e que lhe rendeu fama – foi o da figura do vampiro. “O vampiro não consegue morrer, mas não consegue parar de morder e fazer outros vampiros”, afirma. “O mote da criação dessa personagem cafajeste culpa as mulheres pela sua própria danação”, define Raquel Bueno, o que, mais uma vez, pode ser visto atualmente como politicamente incorreto e “digno de cancelamento”.  Mas Dalton deu vida a personagens imortais, como um vampiro. O retraído e desajeitado Nelsinho, por exemplo, era capaz de atrocidades inimagináveis, que eram (e ainda são) retratados cotidianamente nas páginas dos jornais (e de blogs, na atualidade). “O que Dalton fazia era chupar uma linguagem e injetar em outro contexto para provocar o leitor”, diz a professora. “Dalton vampirizava notícias e clichês para transformar em literatura”.  Da juventude de Dalton, Raquel Bueno destacou a sua participação como criador e editor durante três anos do jornal “Joaquim”, uma das mais importantes publicações culturais do país da segunda metade dos anos de 1940. Dentre seus leitores assíduos, ela citou Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira. “Foi um periódico muito importante porque ele renovou as artes plásticas e trazia as informações atualizadas sobre as exposições do mundo”.  A ligação de Dalton com as artes também se refletia em seu hábito como cinéfilo e grande entendedor da história do cinema. De acordo com relatos de seus poucos convivas, o escritor era fã incondicional dos faroestes dos anos de 1940 e 50, costumando ir aos cinemas ou assistir a filmes em casa praticamente durante todas as tardes.   A grande notícia é que em breve deveremos ser brindados com uma biografia de Dalton Trevisan escrita pelo jornalista e escritor Christian Schwartz, de Curitiba, que teve como fontes de pesquisa 31 cadernos de diários, que datam de 1959 até o início dos anos de 2000, e mais de 2.300 cartas, manuscritos e bilhetes. O biógrafo também conferiu cerca de 3 mil páginas de diários datilografados.  JURÍDICO – Além da palestra da professora Raquel Bueno, o Encontro de Aposentado/as contou com a participação on-line da assessora jurídica da APUFPR-SSind Juliana Portes, vinculada ao escritório Trindade & Arzeno, que apresentou atualizações sobre questões de aposentadoria, em especial, relativas ao reposicionamento na carreira funcional para efeito de ação coletiva.  INFORMES – Logo no começo da reunião, foram dados alguns informes. Os principais foram:  Realização do almoço e do jantar de confraternização em comemoração ao Dia das Professoras e dos Professores, no último dia 17 de outubro, que contou com grande presença de docentes e familiares lotando os salões do Restaurante Madalosso;  Participação da diretoria no ato de lançamento da Frente em Defesa das Licenciaturas no dia 15 de outubro, nas escadarias do prédio histórico da UFPR. Nova reunião da Frente está marcada para 06 novembro, quando será discutida a organização de um seminário no final do mês.   Agenda de reunião marcada para o início de novembro com o reitor Marcos Sfair Sunye e representantes da Progepe para continuidade de discussão acerca da pauta reivindicatória da APUFPR-SSind.   Organização de caravana para a Marcha Unificada Nacional do Serviço Público contra a Reforma Administrativa, em Brasília, que acontecia naquele mesmo dia (29 de outubro).  Relato da participação da professora Maria Suely em reunião nacional do GT de Seguridade Social e Assuntos de Aposentadoria (GTSSA), realizada em Brasília.  [...]
31/10/2025NotíciasSob pressão dos/as servidores/as que realizaram uma gigantesca passeata em Brasília, na última quarta-feira, 29, a Câmara dos Deputados começa a dar sinais de que pode recuar com a votação da PEC 38/2025, da Reforma Administrativa:  Ao menos 10 deputados federais pediram para retirar as assinaturas do requerimento que viabilizou a tramitação da PEC 38.   Governo mantém-se isento e frustra expectativas entre seus defensores.  Fim de período legislativo e votação de projetos importantes, como a LDO, emperram a tramitação da PEC 38.  Bancada conservadora teme reação popular e hesita diante de sucessivas derrotas, como a da PEC da Bandidagem.  Apesar do cenário favorável, não vamos baixar a guarda! É preciso aprofundar a luta até o arquivamento da PEC 38.  Reforma Administrativa, se é ruim para o serviço público, é péssimo para o Brasil!  Veja o álbum de fotos da Caravana da APUFPR-SSind na Marcha Nacional Unificada contra a Reforma Administrativa. Link na bio (Galeria de Fotos) [...]
31/10/2025NotíciasPor solicitação da diretoria – gestão Autonomia e Luta, de uma Assembleia Geral e do Conselho de Representantes da APUFPR-SSind, a “Moção de Apoio em Defesa da Ciência, do Serviço Público e da Democracia” foi submetida à apreciação do Conselho Universitário (COUN) da UFPR que a aprovou por unanimidade nesta quarta-feira, 29. A moção é uma medida da APUFPR para mobilizar a conscientização da administração e da comunidade acadêmica sobre a urgente necessidade de nos contrapormos, institucionalmente, ao avanço na Câmara dos Deputados das propostas legislativas da Reforma Administrativa (PEC 38). O mesmo pedido foi feito pelo Sinditest-PR.  A cobrança por um posicionamento contrário da direção da UFPR em relação à Reforma Administrativa foi inicialmente discutida em reunião da diretoria da APUFPR no final de agosto. No dia 1º de setembro, a matéria foi aprovada pela Assembleia Geral de docentes, ocorrida no auditório do SEPT. No dia 9, em reunião na sede da Seção Sindical, o encaminhamento ao Coun foi também deliberado pela plenária do CRAPUFPR.   Na nota, o Coun expressa a “preocupação sobre o debate em torno do serviço público brasileiro”. “Esta não é a defesa de uma categoria, mas a afirmação de um projeto de nação soberana, justa e democrática, materializado nos pilares do Estado e em todas as suas esferas”, anotam os conselheiros. Eles destacam que a Constituição de 1988 estabeleceu “um pacto social que tem a dignidade humana como seu valor central, designando ao Estado o papel de garantidor de direitos fundamentais, como educação, saúde e segurança”.  Embora sem citar diretamente a Reforma Administrativa, a Moção deixa claro que as medidas propostas pela Câmara têm como objetivo a perda de direitos e garantias históricas do funcionalismo. “A estabilidade conferida a esses agentes não é um privilégio, mas uma salvaguarda para a própria sociedade”, afirma. “Não aceitaremos retrocessos. Nossa luta é pela valorização das servidoras e dos servidores, pela preservação da autonomia do Estado e pela garantia de que cada cidadão e cidadã brasileira tenha seus direitos fundamentais assegurados”.  Leia abaixo a íntegra da Moção de Apoio ao Serviço Público divulgada pelo Coun e assinada pelo reitor Marcos Sfair Sunye:  MOÇÃO  CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ  O Conselho Universitário (COUN) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Sessão realizada em 29 de outubro de 2025, por unanimidade de votos, aprovou a seguinte Moção de Apoio em Defesa da Ciência, do Serviço Público e da Democracia:  A Universidade Federal do Paraná, como instituição dedicada à produção de conhecimento e à formação cidadã, vem a público manifestar sua preocupação sobre o debate em torno do serviço público brasileiro. Esta não é a defesa de uma categoria, mas a afirmação de um projeto de nação soberana, justa e democrática, materializado nos pilares do Estado e em todas as suas esferas. A Constituição de 1988 estabeleceu um pacto social que tem a dignidade humana como seu valor central, designando ao Estado o papel de garantidor de direitos fundamentais, como educação, saúde e segurança. A materialização desses direitos se dá, em grande medida, pelo trabalho das servidoras e dos servidores públicos. São profissionais selecionados por meio de concursos, que garantem a impessoalidade e o mérito, e que se dedicam a implementar as políticas públicas que atendem às necessidades da população. A estabilidade conferida a esses agentes não é um privilégio, mas uma salvaguarda para a própria sociedade. É a garantia de que o conhecimento técnico prevalecerá sobre os interesses políticos passageiros, de que a continuidade dos serviços essenciais não será refém de interesses partidários e de que a administração pública servirá ao povo, e não a governos. A Universidade Federal do Paraná reafirma seu compromisso inabalável com a Carta Magna e com os pilares da República. Não aceitaremos retrocessos. Nossa luta é pela valorização das servidoras e dos servidores, pela preservação da autonomia do Estado e pela garantia de que cada cidadão e cidadã brasileira tenha seus direitos fundamentais assegurados. Seguiremos na defesa de um Estado forte e democrático, que valoriza seus servidores e que atua como principal indutor do desenvolvimento social e humano.  Curitiba, em 29 de outubro de 2025.  Marcos Sfair Sunye  Presidente  [...]
31/10/2025NotíciasAs principais questões trabalhistas, sindicais e da educação pública que afligem docentes da ativa e aposentados/as estarão no centro dos debates do 2º Encontro da Regional Sul do ANDES-SN, que acontecerá em Curitiba, nos dias 14 e 15 de novembro, com o apoio da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta.  A programação foi elaborada de modo a promover uma análise conjuntural profunda e a construção de políticas públicas voltadas para o fortalecimento de nossa categoria.   Com representantes do Paraná e Santa Catarina, o Encontro Regional será realizado no auditório da sede administrativa da APUFPR, na Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1.193, Jardim das Américas. Logo após a solenidade e a palestra de abertura, haverá um evento cultural de confraternização no Bar Doce Bar.  Programação completa no card.  Faça a sua inscrição aqui: https://forms.gle/abR2h4oBM9gQ77sE9  Compareça e contribua com a luta por melhores condições de trabalho e uma educação de qualidade.  [...]
30/10/2025NotíciasA diretoria da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta convida os docentes da UFPR para uma Assembleia Geral Extraordinária no próximo dia 04 de novembro, terça-feira, com início às 13h30min em primeira chamada, com a presença de ao menos metade dos associados/as, e às 14 horas em segunda chamada, com qualquer número de presentes.  A Ordem do Dia será composta pelos seguintes itens:   1️⃣ Avaliação da proposta de reajuste de benefícios apresentada apelo MGI em 22 de outubro de 2025;   2️⃣ Possibilidade de apresentação de contraproposta em conjunto com as entidades representativas do funcionalismo do executivo federal;   3️⃣ Continuidade das ações de enfrentamento à Reforma Administrativa (PEC 38/2025).  A plenária será realizada no modo presencial no auditório da APUFPR- SSind, em Curitiba, com conexão para participação on-line de docentes presentes nas subsedes de Matinhos, Palotina, Jandaia do Sul e Toledo. Também haverá transmissão pelo canal da APUFPR (@apufpr) no YouTube.  Para participar, compareça em um dos seguintes endereços:  📍 Curitiba – auditório da APUFPR, Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1.193, Jardim das Américas  📍 Palotina – Rua Pioneiro, 2.074, Jardim Dallas  📍 Jandaia do Sul – Rua José Francisco Borges, 1.610, Jardim Universitário  📍 Toledo – Campus de Toledo (Biopark), Sala 92  📍 Matinhos – Rua Modesto Mendes, 298, Caiobá  Juntos somos mais fortes! Contamos com a sua presença. #APUFPR #AssembleiaGeral  [...]
29/10/2025NotíciasHoje é Dia de Luta! A APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta diz “presente!” na Marcha Nacional Unificada do Serviço Público contra a Reforma Administrativa que acontece em Brasília, reunindo cidadãs e cidadãos de todo o país.  A Esplanada dos Ministérios amanheceu nesta quarta-feira, 29, coberta pelas cores azul, vermelho e branco, escolhidas para simbolizar a resistência às medidas do #CongressoInimigoDoPovo que propõem o desmonte do Estado brasileiro.  Milhares de trabalhadoras e trabalhadores do serviço público municipal, estadual e federal chegaram logo cedo a Brasília por convocação do Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e dos sindicatos e federações nacionais do funcionalismo.  O ANDES-SN articulou o chamamento de docentes de instituições de ensino superior, que organizaram caravanas em dezenas de estados brasileiros. A APUFPR atendeu à convocação programando um ônibus que partiu de Curitiba, na terça-feira de manhã, e tem previsão de retorno no final da tarde desta quinta-feira.   Com palavras de ordem em uníssono e organizados/as em uma grande passeata, as/os manifestantes percorreram a avenida da capital federal, entre o Museu Nacional da República e o Congresso Nacional. A gigantesca manifestação forçou a Polícia Militar do Distrito Federal a interditar as seis pistas de uma das vias da Esplanada dos Ministérios.  Em frente ao Congresso Nacional, do alto de um trio elétrico, dezenas de lideranças sindicais e parlamentares contrários à PEC 38 discursaram e mandaram um recado direto aos deputados federais e senadores: não vamos aceitar a Reforma Administrativa!  As servidoras e servidores públicos dizem NÃO à precarização do trabalho, ao achamento salarial e de carreiras, ao fim dos concursos públicos, às avaliações de desempenho produtivistas e contrárias à qualidade do serviço público, ao teto de gastos sociais em estados e municípios e às outras medidas previstas pelo maior ataque da história aos serviços públicos. Para saber mais, leia aqui: https://tinyurl.com/4e492duu   Além da Marcha Nacional em Brasília, a APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta também convocou uma paralisação de 48 horas para esta quarta e quinta-feira, dias 29 e 30, em protesto ao avanço da Reforma Administrativa no Congresso Nacional, com o início da tramitação da PEC 38 na semana passada.  Temos a convicção de que nossa mobilização unificada irá barrar todas as medidas legislativas previstas no pacote que começa a tramitar no Câmara dos Deputados.  Reforma Administrativa, se é ruim para o serviço público, é péssimo para o Brasil!  #APUFPR #MarchaNacionalContraAReformaAdministrativa #ReformaAdministrativaNÃO    [...]
29/10/2025NotíciasEm clima de descontração e de fortalecimento de laços, a APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta realizou no último sábado, 25, o almoço de confraternização de docentes do Setor Jandaia do Sul em comemoração ao Dia das Professoras e dos Professores.  O encontro aconteceu na Chácara Caçula, nos arredores do município, onde foram servidos um delicioso churrasco e um buffet variado, com direito a música ao vivo e a banho de piscina para os/as pequenos/as.  Veja as fotos do evento na nossa página do Flickr, clicando aqui: https://flic.kr/s/aHBqjCyRhV O evento contou com a presença da diretoria da Seção Sindical, representada pela professora Lennita Oliveira Ruggi e pelo professor Roberto Gonçalves Barbosa. Na sexta-feira, 24, os diretores promoveram uma reunião com docentes do campus avançado para uma atualização sobre a conjuntura regional e nacional, a reestruturação da seção sindical, a pauta de lutas e a Reforma Administrativa.   “É muito importante ter a diretoria da APUFPR visitando os campi do interior. Aproxima e colabora a fazer um debate sobre a conjuntura docente dentro e fora da UFPR”, descreveu o professor Raimundo Tostes, de Jandaia do Sul.  Nosso muito obrigado à Ana Paula, trabalhadora da subsede, pela organização do almoço de confraternização.  Agradecemos a participação de todos/as e renovamos o convite para continuarmos unidos/as na luta e na defesa de nossa profissão.    [...]
29/10/2025NotíciasO #CongressoInimigoDoPovo ataca novamente e prepara o maior pacote de maldades da história contra o serviço público e o funcionalismo.  A PEC 38/2025, assinada por 171 (coincidência?) deputados federais, foi protocolada e começou a tramitar propondo as condições estruturais para Reforma Administrativa.  Dentre algumas medidas que vêm pela frente, estão:  Limitação de gastos com educação, saúde e assistência social, mesmo com crescimento da arrecadação em todas as esferas.  Fim dos concursos públicos;  Carreira única para todas as categorias municipais, estaduais e federais;  Achatamento salarial, com tabela remuneratória unificada;  Substituição dos reajustes salariais por bônus voláteis, condicionados a avaliações de desempenho.  O pior é que a mídia comercial já embarcou nesse projeto de desmonte do Estado brasileiro e está divulgando que essas propostas combatem privilégios e os altos salários.  Mas, ao contrário, elas atingem principalmente os/as servidores/as que recebem os menores salários, como os trabalhadores da educação, saúde e assistência social.  É por isso que estamos paralisando as atividades durante 48 horas! Não vamos aceitar esse desmonte do Estado brasileiro.  Reforma Administrativa, se é ruim para o serviço público, é péssimo para o Brasil.  [...]
28/10/2025Notícias28 de outubro: mais do que uma data, uma causa! Hoje é o Dia da Servidora Pública e do Servidor Público! Sabia que 1 em cada 8 trabalhadoras/es no Brasil está no serviço público? São pessoas que, todos os dias, garantem educação para nossos filhos, saúde para nossas famílias e segurança para nossa comunidade. Mas, será que valorizamos isso? A maioria (60%) atua nos municípios, com salários modestos e muita dedicação. A narrativa dos “privilegiados” não se sustenta frente aos dados. AGORA, PRECISAMOS AGIR!Uma nova Reforma Administrativa (PEC 38/2025) está tramitando no Congresso e ameaça desmontar ainda mais o serviço público. O Dia da Servidora Pública e do Servidor Público marca também o dia de chamar à luta:29 de Outubro – Marcha Nacional Unificada dos Serviços Públicos contra a Reforma Administrativa. [...]
27/10/2025NotíciasNesta quarta-feira, 29, o Encontro de Aposentados/as da APUFPR homenageia Dalton Trevisan. A professora Raquel Bueno, aposentada pelo Departamento de Literatura e Linguística da UFPR, vai nos brindar com análises literárias e histórias do contista que completaria 100 anos em 2025.  💬 Palestra “Dalton Trevisan, nosso vampiro favorito”.  📅 29 de outubro, terça-feira 🕒 15h 📍 Auditório da APUFPR  ☕ Informes jurídicos sobre aposentadoria + café ao final.  Contamos com você! [...]
24/10/2025NotíciasConvidamos você para o lançamento do livro:  “Plataformização, Militarização e Privatização: faces do adoecimento dos(as) trabalhadores(as) da educação no Paraná”  📖 Organizado por Geraldo Balduino Horn, Rossano Rafelle Sczip, Clarice Martins de Souza Batista e Antônio Djalma Braga Junior, a obra analisa os processos de adoecimento dos trabalhadores e trabalhadoras da educação no Paraná. Professores e professoras, sua presença é fundamental, não percam! 🍺 O evento será realizado no Bar Doce Bar da APUFPR, no dia 30 de outubro de 2025 (quinta-feira), a partir das 19h. 📅 30/11, às 19h  📍 Local: Bar Doce Bar  [...]
24/10/2025NotíciasNa semana do servidor público, vamos fortalecer a luta contra a Reforma Administrativa!   Em Assembleia Geral Extraordinária da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta, docentes da UFPR decidiram aderir à paralisação nacional de 48 horas convocada pelo ANDES-SN para os dias 29 e 30 de outubro.  Os protestos contra as medidas de desmonte do serviço público brasileiro irão acontecer em todo o país. A maior manifestação será em Brasília-DF na quarta-feira, 29, com a grande Marcha Nacional Unificada, na Esplanada dos Ministérios, da qual a APUFPR-SSind participará com uma caravana com docentes, TAEs, outros/as servidores/as e estudantes.   O pacote de medidas em preparação na Câmara dos Deputados é o maior ataque da história ao funcionalismo e ao serviço público, atingindo indistintamente as esferas municipais, estaduais e federal.  Achatamentos salariais, contratos temporários, terceirizações generalizadas, avaliações de desempenho com acúmulo de trabalho, fim dos concursos públicos e unificação de carreiras são algumas das medidas que irão precarizar drasticamente o serviço público de forma geral.   Ao contrário do que os seus defensores e a mídia comercial propagam, nada será modernizado e muito menos os privilégios serão combatidos. As propostas de redução salarial são dirigidas para quem já recebe menos, como os trabalhadores da educação, da saúde e da assistência social, e quem mais vai sofrer será a população que precisa desses serviços gratuitos e de qualidade.  Então, não se deixe enganar: Reforma Administrativa, se é ruim para o serviço público, é péssimo para o Brasil!  Paralise suas atividades docentes nos dias 29 e 30 de outubro!  [...]
24/10/2025NotíciasNesta quarta-feira, 22, a Frente em Defesa das Licenciaturas se reuniu para continuar os esforços na defesa dos cursos de graduação de professores/as da educação básica. O debate conduziu à ampliação da luta, incluindo outros aspectos da educação pública brasileira. O encontro aconteceu na sede da APUFPR-SSind no modo híbrido e contou com representantes da administração da UFPR e do DCE, além de diretores de nossa Seção Sindical.  Dentre as atividades previstas, está um seminário que reunirá a comunidade acadêmica e a sociedade organizada. O evento está previsto para o final de novembro.  Em breve, traremos mais informações sobre programação, convidados e como participar.  Continuamos firmes na defesa da Universidade pública, gratuita e de qualidade!  [...]
23/10/2025NotíciasCuritiba irá sediar nos próximos dias 14 e 15 de novembro o 2º Encontro da Regional Sul do ANDES-SN sob organização do Sindicato Nacional e apoio da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta. Reunindo representantes das Seções Sindicais do Paraná e Santa Catarina, o evento terá como tema a “Carreira docente, condições de trabalho e aposentadoria: a importância da luta sindical na garantia de direitos”.  “Esta será uma grande oportunidade para que possamos ampliar o debate sobre as questões que afligem a classe docente em nível regional, permitindo uma análise conjuntural profunda e a construção de políticas públicas voltadas para o fortalecimento de nossa categoria”, afirmou a presidente da APUFPR-SSind, professora Claudia Mendes Campos.  O evento terá início às 18 horas da sexta-feira, 14, com a composição da mesa de autoridades e a realização da solenidade de abertura. Em seguida, às 19 horas, acontecerá a palestra do professor Rodrigo Ávila com o tema “O sistema da dívida pública e seus efeitos sobre o financiamento de políticas sociais no Brasil”, sob coordenação de Fernanda Mendonça.   No sábado, 15, os participantes do Encontro da Regional Sul do Andes-SN se reunirão, às 8h30min, para o “Painel das Seções Sindicais do ANDES-SN”, sob coordenação de Sabrina Grassiolli. A partir das 10 horas, começam as Mesas temáticas de debates, sendo a primeira sobre a “Valorização do magistério: desafios da carreira docente e a luta pelo piso salarial”, com os professores Jennifer Webb e Ronaldo Gaspar, sob coordenação de Edmilson Silva.  Após o intervalo de almoço, acontecerá a Mesa 2 – “As condições de trabalho e os desafios para uma aposentadoria digna aos docentes”, tendo como convidados os professores Gilberto Calil e Sara Graneman, sob coordenação de Alessandro Melo. A Mesa 3 – “Desafios da luta sindical no âmbito das instituições federais, estaduais, municipais e distrital” terá coordenação de Régis da Costa e participação dos professores Caroline Lima e Diego Marques.   O evento acontecerá no auditório da sede da APUFPR-SSind (Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1.193, Jardim das Américas) e as inscrições devem ser feitas por meio de formulário on-line, no link disponível aqui: https://forms.gle/abR2h4oBM9gQ77sE9. Como sugestão de hospedagem, os organizadores indicam o Slim Curitiba Av. das Torres by Slaviero Hotéis, localizado próximo à sede da APUFPR-SSind.   [...]
22/10/2025NotíciasCom uma vasta programação voltada para o bem-estar, o conhecimento e o fortalecimento de vínculos, a Pró-reitoria de Gestão de Pessoal (Progepe) promove a XXVI Semana do Servidor na UFPR, do dia 29 a 31 de outubro.  Nesta edição, muitas atividades serão transmitidas on-line, permitindo acesso aos/às servidores/as de todos os campi, incluindo a cerimônia de abertura no dia 29, às 14 horas, no campus do Jardim Botânico.  Para conferir a programação e obter acesso para os links de inscrições, visite o site da Progepe (www.progepe.ufpr.br).   (Este post foi elaborado pela APUFPR-SSind a pedido da Progepe.)  [...]
22/10/2025NotíciasUm dos mais celebrados escritores da literatura brasileira, o paranaense Dalton Trevisan, falecido em dezembro do ano passado, será o homenageado do próximo Encontro de Aposentados/as da APUFPR no dia 29 de outubro, às 15 horas, no auditório da nossa Seção Sindical.  Com a palestra “Dalton Trevisan, nosso vampiro favorito”, a professora Raquel Bueno, aposentada pelo Departamento de Literatura e Linguística da UFPR, vai nos brindar com análises literárias e histórias do contista que completaria 100 anos em 2025.  Graduada em Letras pela PUCPR e em Direito pela UFPR, a palestrante é professora de teoria literária e literatura brasileira. Mestra e doutora pela USP, possui pós-doutorado na Universidade de Santiago de Compostela e na UFSC. Desenvolve pesquisas sobre a presença da crítica literária na ficção no modernismo e na contemporaneidade, com ênfase na trajetória de Dalton Trevisan.  Convidamos a todos/as para que se façam presentes para, além da palestra e dos informes jurídicos sobre as questões de aposentadoria, participarem do delicioso café servido ao final do evento.  Quem não puder comparecer presencialmente poderá acompanhar as atividades no modo remoto, pelo link: https://tinyurl.com/mrxwwryw   Contamos com a sua participação!  [...]
22/10/2025NotíciasVem aí a Marcha Nacional do Serviço Público contra a Reforma Administrativa! A grande manifestação reunindo cidadãs e cidadãos de todo o país acontecerá em Brasília-DF, no dia 29 de outubro, a partir das 9 horas Para se inscrever nas caravanas da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta (Curitiba) e da Regional Sul do ANDES-SN (Foz do Iguaçu, Cascavel, Maringá e Londrina), escaneie o QR Code, leia atentamente as instruções e preencha o formulário on-line. As vagas são limitadas e estarão abertas até as 12 horas do dia 24 de outubro (sexta-feira) Será dada prioridade para a participação de docentes e TAE’s das instituições públicas de ensino superior do Paraná, servidores públicos de outras categorias e estudantes, nesta ordem. A lista com a confirmação das inscrições será divulgada até segunda-feira, dia 27. Para saber mais, acesse o formulário on-line, aqui: https://tinyurl.com/57nmpb4f. [...]
21/10/2025NotíciasEstamos de volta! O Bar Doce Bar reabre nesta quinta-feira, 23, para receber docentes, familiares e amigos da comunidade acadêmica da UFPR.  Este é o lugar certo para momentos de descontração, com cerveja gelada e petiscos de dar água na boca.   Estamos esperando por vocês!  [...]
20/10/2025NotíciasUma reunião para tratar de assuntos internos provocará nesta terça-feira, 21, mudanças no horário de atendimento na sede da APUFPR-SSind, em Curitiba. O expediente começa às 9 horas e sofre interrupção às 10 horas, sendo retomado às 13 horas. Agradecemos a compreensão dos/as filiados/as. [...]
16/10/2025NotíciasEm um clima comemorativo pelo Dia das Professoras e dos Professores, com a seriedade que a educação e o trabalho pedagógico no Brasil devem ser defendidos diante das ameaças neoliberais, a comunidade acadêmica da UFPR, em movimento unificado, reuniu-se nesta quarta-feira, 15, em frente ao prédio histórico da praça Santos Andrade, para um ato político em defesa dos cursos de graduação superior da educação básica. O lançamento da Frente em Defesa das Licenciaturas, junto com um Manifesto, marcou o início de uma mobilização conjunta pela continuidade dos cursos de formação de docentes para a educação básica, que estão sob ameaça por causa de recentes medidas governamentais.  A ideia de criação de um grupo político em defesa das licenciaturas foi pautada durante debate realizado em 18 de agosto passado pela diretoria da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta, com a presença da pró-reitora de Graduação e Educação Profissional (PROGRAP), professora Andrea Caldas. O tema também foi discutido em Assembleia Geral de docentes e reunião do CRAPUFPR. A principal preocupação da categoria é com a possibilidade de esvaziamento e extinção das licenciaturas como efeito das mudanças nas estruturas dos cursos promovidas pela Resolução 4/2024 e pelo Parecer 5/2025, ambos do Conselho Nacional de Educação, do Ministério da Educação (CNE-MEC), que estabeleceram normas para a graduação de professores/as para os ensinos fundamental e médio.  Para ver mais fotos, clique aqui: https://flic.kr/s/aHBqjCxyYV Os novos regulamentos preveem medidas como o fim da Área Básica de Ingresso (ABI), a prática da extensão somente em escolas, a obrigatoriedade de estágio no primeiro ano do curso, entre outras. Essas medidas dificultam a continuidade dos cursos tanto para docentes, como para estudantes. “Precisamos tornar as licenciaturas mais atrativas para que, de fato, possamos vir a ter no futuro próximo uma educação básica de qualidade para os nossos jovens e crianças”, afirmou a presidente da APUFPR, professora Claudia Mendes Campos.    O MANIFESTO – De acordo com o Manifesto da Frente em Defesa das Licenciaturas, as diretrizes curriculares nacionais para a formação de profissionais do magistério foram desenvolvidas “de cima para baixo”, o que torna “necessário estabelecer a crítica a respeito de sua elaboração não dialogada com os atores envolvidos no processo formativo”. Dentre outras análises, o documento aponta que o estágio curricular supervisionado não pode “ser sancionado a partir de uma Resolução” e que deve ser uma atividade “totalmente conectada ao projeto político, humano e pedagógico dos cursos de licenciaturas”.  O Manifesto responsabiliza também estados e municípios pela desvalorização das licenciaturas, pedindo a realização de novos concursos e o respeito à carreira com garantias de progressão, remuneração condigna e condições de trabalho. “A responsabilização de docentes por resultados escolares, o que é intensificado com o movimento da plataformização, gera novos elementos de precarização e torna a carreira não apenas menos atrativa, mas também objeto de abandono por professoras e professores em exercício”, destacou o documento.  O ato público foi realizado no final da tarde reunindo representantes da direção da UFPR, de docentes, de técnicos/as administrativos/as e de estudantes. A leitura do Manifesto foi feita pela professora Claudia Mendes Campos, em nome da APUFPR, pela professora Joanez Aparecida Aires, do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), e pelo estudante Wesley Martins de Almeida, do DCE-UFPR. Estiveram presentes, além do reitor Marcos Sunye, a vice-reitora Camila Fachin e a pró-reitora Andrea Caldas. Também participaram do lançamento da Frente as vereadoras Giorgia Prates (PT) e Professora Ângela (Psol), o vereador Angelo Vanhoni (PT), dezenas de professores e professoras de cursos de licenciaturas, representantes da OAB-PR e de entidades estudantis, como Centros Acadêmicos, UPE e UNE. A Frente em Defesa das Licenciaturas irá definir em breve um calendário de atividades, que incluirão debates, reuniões e atos públicos.   [...]
16/10/2025NotíciasÉ com profundo pesar que a APUFPR-SSind comunica o falecimento do professor Waldir Pedro Xavier Tavares, ocorrido na madrugada da última segunda-feira, 13.  Nascido em 29 de junho de 1927, engenheiro civil e professor aposentado da UFPR, Waldir atuou como Prefeito da Cidade Universitária (1980-1984) e como professor adjunto da cadeira de Física Experimental do Departamento de Física.   Atuando no governo do Paraná, sua trajetória profissional foi marcada por diversas contribuições decisivas no desenvolvimento do estado, dedicando sua vida à engenharia, educação e ao serviço público, mantendo-se profissionalmente ativo até o final de sua vida, aos 98 anos.  A APUFPR se solidariza com familiares, amigos e colegas neste momento de luto.  [...]
15/10/2025NotíciasDevido às comemorações do Dia das Professoras e dos Professores, nesta sexta-feira (17), o expediente na sede administrativa da APUFPR, em Curitiba, se encerrará às 12h.   O atendimento na capital retorna na próxima segunda-feira, (20), das 09 às 18h.  Na subsede de Matinhos não teremos expediente no dia 17.  [...]
15/10/2025NotíciasParabéns, docentes da UFPR! “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” (Paulo Freire) [...]
14/10/2025NotíciasUma caravana organizada pela APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta irá representar docentes da UFPR na Marcha Nacional do Serviço Público contra a Reforma Administrativa no próximo dia 29 de outubro, em Brasília. A decisão foi tomada em Assembleia Geral Extraordinária da categoria na última sexta-feira, 10, no auditório do SEPT, em Curitiba, e com participação on-line de professores/as nas subsedes de Matinhos, Jandaia do Sul, Palotina e Toledo. A Marcha Nacional está sendo convocada pelo Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Federais (Fonasefe) e deverá mobilizar o funcionalismo de todo o país. Diversas Seções Sindicais filiadas ao ANDES-Sindicato Nacional já confirmaram a presença de docentes das instituições federais de ensino por meio da lotação de ônibus. A concentração da manifestação está marcada para as 9 horas, do dia 29, em frente ao Museu Nacional da República, em Brasília. O formulário para as inscrições na caravana da APUFPR-SSind, em número limitado à lotação do ônibus, será divulgado em breve nas redes sociais da entidade. PARALISAÇÃO – Como parte da mobilização nacional contra a Reforma Administrativa, os/as docentes reunidos/as deliberaram também por uma paralisação de 48 horas nos próximos dias 29 e 30 de outubro. “Estamos intensificando o calendário de mobilizações de todas as categorias do serviço público diante dos ataques presentes no relatório do Grupo de Trabalho da Câmara dos Deputados, que foi divulgado recentemente”, destacou a presidente da APFUPR, professora Claudia Mendes Campos. Segundo ela, depois de quase cinco meses de suspense, o relatório revelou que o pacote de medidas previstos terá efeitos muito piores que os previstos inicialmente. “As propostas agora são mais agressivas que as apresentadas no governo Bolsonaro pela PEC 32, de 2020, porque criam as condições estruturais para mudanças profundas, retirando direitos históricos, substituindo servidores estáveis por temporários e generalizando as terceirizações”, afirmou. PALESTRA – A Assembleia Geral foi iniciada com uma avaliação da conjuntura fomentada por uma apresentação do professor Rogério Miranda Gomes, do Setor de Ciências da Saúde, que tem estudado com profundidade as mudanças previstas na Reforma Administrativa. Segundo ele, o pacote de medidas reflete um forte viés ideológico neoliberal que busca minimizar o papel social do Estado e provedor de garantias, substituindo-o por um Estado voltado para os interesses privados e do capital. De forma geral, a Reforma Administrativa pretende enfraquecer o Regime Jurídico Único (RJU) por meio da viabilização de contratos temporários e dando preferência às terceirizações no lugar da realização de concursos públicos. A estabilidade no emprego também estará ameaçada, inclusive para os servidores da ativa, por meio da avaliação de desempenho, que passará a ser regulamentada conforme previsto no artigo 41 da Constituição Federal. A avaliação de desempenho também valerá para a definição do pagamento de bônus voláteis no lugar da concessão de reajustes salariais estruturais, sem a contabilização da reposição inflacionária. Adicionais de risco, como insalubridade e periculosidade, também serão dificultados com exigência de perícias restritivas. O pacote prevê ainda o fim de direitos históricos como progressões por tempo de serviço, assiduidade e licenças-prêmio. Outras medidas contidas no relatório do Grupo de Trabalho da Câmara dos Deputados são: tabela remuneratória única para todas as categorias das esferas federal, estaduais e municipais, com escala de carreira igual, com 20 níveis, para todo o funcionalismo; exigência de 80% de presencialidade e liberação do teletrabalho para serviços essenciais, como educação, saúde e assistência social; criação de teto de gastos sociais para estados e municípios, nos moldes dos limites hoje impostos ao governo federal. MEDIDAS LEGISLATIVAS – Durante a Assembleia Geral, o deputado federal Tadeu Veneri (PT) fez uma participação on-line a pedido da diretoria para que apresentasse à categoria docente sua posição contrária à Reforma, além de uma avaliação sobre a posição do governo nesse embate. Embora o parlamentar tenha se colocado radicalmente contrário à contrarreforma e tenha sustentado que o governo também estaria contra ela, os professores e professoras presentes na Assembleia reafirmaram a necessidade de que os deputados comprometidos de fato com os serviços públicos trabalhem para barrá-la. Ficou bastante evidenciado no debate que a intensificação da pressão sobre os parlamentares federais é urgente. O pacote de medidas é composto por uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), um projeto de Lei Complementar (PLP) e um projeto de Lei ordinária (PL). O início da tramitação das medidas legislativas depende de decisão do colégio de líderes partidários e do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). APA DO IRAÍ – Como inclusão de pauta, a Assembleia Geral deliberou pela aprovação de uma Nota Pública, elaborada pela diretoria da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta, em apoio ao Manifesto e abaixo assinado lançado pelo Grupo de Trabalho de Política Agrícola, Urbana e Ambiental (GTPAUA), posicionando-se contra a flexibilização do uso de agrotóxicos na Fazenda Experimental do Canguiri. Do mesmo modo, pede medidas de continuidade para a proibição do uso dessas substâncias em toda a APA do Iraí. O abaixo assinado já conta com mais de mil assinaturas e será protocolado na Reitoria para apreciação do Conselho Universitário (COUN). O link para adesões está aqui: https://forms.gle/ENP9hAVercwE2RfA6 INFORMES – Durante a Assembleia Geral, foram dados os seguintes informes: Lançamento da Frente em Defesa das Licenciaturas, no dia 15 de outubro, às 17h30min, nas escadarias do prédio histórico da UFPR, na praça Santos Andrade, com representantes de toda a comunidade universitária; Proposição pelo Núcleo de Concursos da UFPR de nova resolução para a unificação das regras sobre as formas de ingresso na Universidade e a implantação do vestibular em uma única fase. Criação de comissão para revisão das Resoluções 12/2025 e 13/2025, sobre critérios de progressão e promoção de docentes da UFPR, pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE). Realização do almoço e jantar de confraternização do Dia das Professoras e dos Professores, no dia 17 de outubro, no Restaurante Madalosso, com convite esgotados antecipadamente. Realização do evento de extensão “APA do Iraí, 23 anos sem agrotóxicos” pelo Grupo de Trabalho de Política Agrícola, Urbana e Ambiental (GTPAUA), vinculado à APUFPR-SSind, no auditório da Direção do Setor de Ciências Agrárias, em Curitiba, no dia 2 de outubro, com representações da comunidade acadêmica e da sociedade organizada e forte repercussão na mídia e redes sociais. [...]
14/10/2025NotíciasO Bar Doce Bar estará fechado nesta quinta-feira, dia 16, devido aos preparativos do almoço e do jantar em comemoração ao Dia das Professoras e dos Professores, que acontecerá no dia seguinte.   Agradecemos a compreensão, lembrando que, na próxima semana, voltaremos a funcionar normalmente.   Combine com os amigos e as amigas e venham para o mais tradicional ponto de encontro de docentes da UFPR. Até lá!  [...]
14/10/2025NotíciasA Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná – Seção Sindical do ANDES-SN (APUFPR-SSind), o Conselho de Representantes (CRAPUFPR) e a Assembleia Geral Docente vêm a público manifestar profunda preocupação e repúdio ao pedido encaminhado pela Direção do Setor de Ciências Agrárias da UFPR ao Instituto Água e Terra (IAT), solicitando a flexibilização do uso de agrotóxicos na Área de Proteção Ambiental (APA) do Iraí. Localizada em uma região de extrema importância ecológica e responsável por parte significativa do abastecimento hídrico da Região Metropolitana de Curitiba, a APA do Iraí foi instituída com a finalidade de preservar os recursos hídricos, a biodiversidade e o equilíbrio ambiental, sendo reconhecida como uma das áreas estratégicas de proteção da vida no estado do Paraná. A Fazenda Canguiri, pertencente à UFPR, está inserida nessa APA, e há mais de duas décadas mantém práticas agrícolas livres de agrotóxicos, constituindo-se em exemplo nacional de produção sustentável e ecologicamente responsável. O pedido de autorização do uso de agrotóxicos na Fazenda Canguiri, formulado pela Direção do Setor de Ciências Agrárias da UFPR, representa um grave retrocesso, colidindo com o esforço coletivo, científico e social de proteção ambiental, e contrariando a própria missão pública da Universidade Federal do Paraná, que deve estar comprometida com o avanço da ciência e com a defesa da vida, da saúde e do meio ambiente. Historicamente, a comunidade científica tem alertado sobre os riscos e danos provocados pelos agrotóxicos à saúde humana, à fauna, à flora e aos recursos hídricos. Segundo o Atlas dos Agrotóxicos 2024, publicado pela Fundação Heinrich Böll, o Brasil é o maior consumidor mundial dessas substâncias, com mais de 720 mil toneladas comercializadas anualmente — número que corresponde a cerca de 20% de todo o consumo mundial. Seis dos dez agrotóxicos mais utilizados no país são proibidos na União Europeia, em razão de sua comprovada toxicidade para humanos e animais. O impacto do uso intensivo dessas substâncias é devastador: estima-se que, a cada ano, mais de 385 milhões de pessoas sejam contaminadas por agrotóxicos no mundo, gerando custos sociais e ambientais incalculáveis. No Brasil, dados do Ministério da Saúde indicam que os casos de intoxicação por agrotóxicos cresceram mais de 150% na última década, atingindo especialmente trabalhadores rurais e comunidades vizinhas a áreas de cultivo intensivo. A luta contra os agrotóxicos é, portanto, uma luta em defesa da vida. A APA do Iraí, livre há 23 anos de contaminação por agrotóxicos, simboliza a possibilidade real de uma agricultura sustentável e saudável. O evento “APA do Iraí, 23 anos livre de agrotóxicos”, promovido recentemente pela APUFPR, reafirmou o compromisso da comunidade acadêmica e científica com a defesa do meio ambiente, da saúde coletiva e da soberania alimentar. O grande desafio da sociedade contemporânea é descontaminar o que já foi poluído nas últimas décadas, e não contaminar o que ainda permanece incólume. A Universidade Pública, por sua vez, deve ser o exemplo de resistência à lógica predatória do agronegócio, investindo em pesquisa, inovação e extensão voltadas ao desenvolvimento de tecnologias e métodos produtivos que respeitem a vida, o solo e a água. A APUFPR-SSind, o CRAPUFPR e a Assembleia Geral da categoria docente reafirmam seu compromisso histórico com a defesa intransigente da educação pública, da ciência e da sustentabilidade, conclamando a comunidade universitária e a sociedade civil a resistirem a toda e qualquer iniciativa que represente retrocesso ambiental. Curitiba, 09 de outubro de 2025. Diretoria da APUFPR-SSIND Conselho de Representantes da APUFPR Assembleia Geral Docente da APUFPR [...]
13/10/2025NotíciasInformamos que estão esgotados todos os convites para o almoço e o jantar de confraternização do Dia das Professoras e dos Professores, na próxima sexta-feira, 17, no Restaurante Madalosso.  Agradecemos a alta procura e a compreensão de todos e todas devido à limitação do espaço do restaurante.  Para os/as que confirmaram a presença, garantindo os seus convites, lembramos que o almoço terá início às 12 horas e o jantar, às 20 horas.  Neste ano, as mesas estão setorizadas por cor. Fique atento: haverá uma equipe de recepção para conduzi-los à entrada do seu setor.  O endereço do Madalosso é Av. Manoel Ribas, 5.875, Santa Felicidade, Curitiba.  Teremos a honra de contar com a sua presença!  #APUFPR #DiaDosProfessores  [...]
10/10/2025NotíciasA divulgação do relatório do Grupo de Trabalho da Reforma Administrativa, da Câmara dos Deputados, explicitou que os ataques aos serviços públicos e aos servidores serão muito piores do que se imaginava. Em palestra nesta quinta-feira, 09, promovida pela APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta e pelo Fórum Estadual em Defesa do Serviço Público, o professor Rogério Miranda Gomes destrinchou as medidas que irão tolher direitos e garantias históricas do funcionalismo.  “As medidas legislativas previstas pelo relatório abrem as condições estruturais para o avanço da precarização, da terceirização e do achatamento salarial, tornando a carreira pública pouco atrativa e fortalecendo a rotatividade, o produtivismo e o assédio por cumprimento de metas”, afirmou o palestrante. “A Reforma Administrativa vem num cenário de enxugamento do quadro de pessoal, restrição de concursos públicos, intensificação do trabalho e contenção de gastos”.  Ele destacou que o pacote de medidas, composto por uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), um projeto de Lei Complementar (PLP) e um projeto de Lei Ordinária (PL), está sendo apresentado à sociedade como instrumentos de combate a privilégios e de modernização dos serviços públicos. Porém, ao contrário, as propostas prejudicam a grande massa do funcionalismo com baixa remuneração (de 2 a 6 salários mínimos) e facilita a precarização, a mercantilização e a corrupção.  A íntegra da palestra pode ser assistida no canal da APUFPR-SSind no YouTube no link: https://tinyurl.com/vexyvbh.  Para auxiliar no entendimento sobre o relatório da Reforma Administrativa, a APUFPR-SSind preparou um resumo dos principais ataques, com base na palestra do professor Rogério e de uma Análise Preliminar divulgada pela diretoria do ANDES-SN, que pode ser lida na íntegra aqui: https://tinyurl.com/nhauvf4n.  CONTRARREFORMA ADMINISTRATIVA: 10 RAZÕES PARA SE OPOR  1 – Corta direitos históricos dos servidores, como progressões por tempo de serviço, assiduidade e licenças-prêmio, e endurece a concessão dos adicionais de risco por perícia restritiva, como insalubridade e periculosidade.   2 – Substitui reajuste estrutural de salários, como a reposição inflacionária, por bônus volátil, obtido conforme avaliação de desempenho e não incorporado ao salário e ao cálculo de aposentadoria. O pagamento do bônus ficará condicionado à avaliação de desempenho, intensificando o trabalho e acentuando diferenças internas.   3 – Ameaça à estabilidade funcional, incluindo dos servidores da ativa, que poderão ser demitidos com o uso da avaliação de desempenho, fazendo valer o que prevê o parágrafo 1º, do artigo 41 da Constituição. Substitui garantias do Regime Jurídico Único por vínculo temporário, com contratos de até 10 anos.  4 – Cria tabela remuneratória única para todas as categorias das esferas federal, estaduais e municipais, com salário inicial limitado a 50% do topo da carreira e 20 níveis obrigatórios de ascensão. Produz achatamento e uniformização remuneratória generalizada, agravando situação de 36% do funcionalismo que ganham até 6 salários, especialmente na educação fundamental e saúde básica.  5 – Impõe 80% de presencialidade, embora permita a generalização do teletrabalho, custeado pelo servidor. Cria cenário perigoso para carreiras que exigem presencialidade, como saúde e educação. Precariza os serviços públicos, sem considerar políticas de inclusão para mulheres, cuidadores/as e deficientes físicos.   6 – Restringe a realização de concursos públicos ao exigir, antes do preenchimento das vagas, a ocupação por meio dos seguintes critérios, em ordem prioritária: realocação de pessoal para execução da função; adoção da digitalização do trabalho; e intensificação da execução indireta (terceirização). Os concursos passarão a depender de aval estratégico e fazendário. Intensifica a terceirização estrutural do serviço público, inclusive nas atividades fim.   7 – Cria um Conselho Federal consultivo (COPAR) e o Sistema Nacional de Avaliação de Políticas Públicas (SINAP) visando a recentralização das diretrizes remuneratórias e de avaliações, respectivamente.   8 – Transparência sem proteção adequada pode expor nominalmente dados remuneratórios e de desempenho sem contrapartidas de segurança e contexto, gerando estigmatização, assédio e litigiosidade.  9 – Incerteza orçamentária: bônus e metas dependem de ciclo fiscal e de priorizações anuais, substituindo política salarial por incentivos casuísticos.  10 – Incentiva o produtivismo e o mercantilismo por meio da captura gerencial por metas, em que interesses particulares de gestores e políticos se sobrepõem aos interesses públicos. Distorce finalidades públicas, penalizando áreas com resultados intangíveis, como saúde preventiva e comunitária ou educação. Regulamenta a avaliação de desempenho com critérios para demissões e cumprimento de metas. Criada em 1987 pelo Plano Bresser, nunca havia sido implementada.   EFEITOS DA CONTRARREFORMA ADMINISTRATIVA  – Fim da estabilidade, imparcialidade e impessoalidade. Aumento da rotatividade. Perda de vínculos entre servidores e população.  – Achatamento salarial e perda de direitos históricos. Precarização da carreira pública.   – Terceirizações generalizadas. Transferência de recursos públicos para setor privado.   – Avaliação de desempenho com intensificação do trabalho, favorecendo assédio e perseguições. Incentivo ao produtivismo e mercantilismo.  – Substituição de um Estado social por um Estado neoliberal fiscal.  – Criação de teto de gastos sociais para municípios e estados, priorizando o pagamento de juros da dívida pública e concessão de isenções fiscais  DIRETORIA APUFPR-SSind – GESTÃO AUTONOMIA E LUTA  [...]
09/10/2025NotíciasVem aí o maior e mais aguardado encontro de docentes da UFPR fora do ambiente acadêmico. O jantar e o almoço de confraternização do Dia das Professoras e dos Professores de 2025 já é um sucesso. Tanto que os convites para o jantar, infelizmente, estão esgotados. Mas ainda há lugares disponíveis para o almoço. Retire o seu convite e de um acompanhante na sede da APUFPR, das 9 às 17h30min, até o dia 14 de outubro, lembrando que a distribuição estará limitada ao número de cadeiras dos salões. Ficaremos muito honrados/as com a sua presença! #APUFPR #DiaDosProfessores [...]
08/10/2025NotíciasA divulgação do relatório do Grupo de Trabalho da Reforma Administrativa, da Câmara dos Deputados, explicitou que os ataques ao serviço público e aos servidores serão muito piores do que se imaginava. É preciso mobilizar e organizar as categorias para a resistência! Na quinta-feira, 09, às 14 horas, o Fórum Estadual em Defesa do Serviço Público promove no auditório do CESEC (Centro Politécnico) a palestra do professor Rogério Miranda Gomes, do Setor de Ciências da Saúde, seguida de debate, sobre as medidas que estão em preparação no Congresso Nacional. Haverá transmissão pelo canal da APUFPR no YouTube. Na sexta-feira, 10, às 16 horas, docentes da UFPR se reunirão em Assembleia Geral Extraordinária no auditório do Bloco C, do SEPT, para realizar uma análise de conjuntura e deliberar sobre a “Marcha Nacional do Serviço Público contra a Reforma Administrativa”, que vai acontecer no dia 29 de outubro, em Brasília, com participação de caravanas de todo o país Participe das atividades e diga NÃO à precarização e à corrupção. Reforma Administrativa, se é ruim para o serviço público, é péssimo para o Brasil. [...]
07/10/2025NotíciasParticipe da nossa live! O CRAPUFPR promove nesta quinta-feira, 09, às 19 horas, um debate on-line com o tema “Os ataques às Universidades públicas, à luz da autonomia universitária”. Com transmissão pelo canal da APUFPR (@apufpr) no YouTube, vamos tratar de temas como a invasão e o “sirenaço” da PM-PR no prédio histórico da UFPR, além da agressão sofrida pela professora Melina Girardi Fachin, diretora do Setor de Ciências Jurídicas da UFPR. Convidamos como palestrantes a própria professora Melina e o professor José Henrique de Faria, ex-reitor da UFPR. Contamos com a participação da comunidade acadêmica, enviando perguntas e comentários. Defenda a livre docência e a autonomia universitária como princípios basilares para uma educação superior de qualidade. [...]
06/10/2025NotíciasA UFPR, a APUFPR, o SINDITEST-PR, o DCE-UFPR e os Centros Acadêmicos da UFPR convidam para: Ato de Lançamento da Frente em Defesa das Licenciaturas. Data: 15 de outubro de 2025 (quarta-feira)Horário: 17h30Local: Escadaria do Prédio Histórico da Universidade Federal do Paraná – Praça Santos Andrade, 50, Centro, Curitiba. O ato terá como momentos centrais a leitura pública e a assinatura do Manifesto em Defesa das Licenciaturas, bem como a formalização da adesão das entidades à Frente, configurando-se como um gesto coletivo em defesa da valorização da docência e da formação de professoras e professores. A programação será complementada por uma apresentação cultural em formato de batalha de rimas sobre o tema. [...]
06/10/2025NotíciasUm importante passo foi dado na luta da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta pelo restabelecimento das regras de progressão e promoção das carreiras de docentes da UFPR, que foram alteradas em abril passado com a publicação das Resoluções 12/2025 e 13/2025, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE). Após forte pressão exercida pela comunidade docente, o CEPE decidiu em reunião no último dia 18 de setembro pela criação de uma comissão de revisão das duas Resoluções.  A revisão ocorrerá sem qualquer prejuízo para os/as professores/as que estejam em processo de progressão, preservando todos os seus direitos. A comissão é composta por membros da Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD), representantes das carreiras do Magistério Superior (MS) e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT), além de um representante dos discentes.   A APUFPR-SSind – em nome da Assembleia Docente, do CRAPUFPR e da gestão Autonomia e Luta – reafirma suas reivindicações, como forma de contribuir para os debates da comissão recentemente formalizada pelo CEPE, conforme pauta abaixo:  1. A APUFPR defende a ampliação das atividades administrativas para progressão a associado e a titular, considerando para tanto todas as 53 atividades listadas nas resoluções.  2. A APUFPR defende a retomada dos critérios e pontuações previstos nas Resoluções anteriores.  3. A APUFPR defende que seja implementado um efetivo sistema de progressão funcional automática.  4. A APUFPR defende que as alterações futuras nas Resoluções que tratam de progressão sejam submetidas à discussão e deliberação de uma Assembleia Geral da categoria docente, previamente à sua tramitação no CEPE.  As mudanças promovidas pelas duas Resoluções foram publicamente questionadas pela atual diretoria da APUFPR – Gestão Autonomia e Luta com manifestações no site da entidade nos dias 28 e 29 de agosto. O assunto também fez parte da pauta da Assembleia Geral Extraordinária ocorrida em 1º de setembro, quando foi deliberada a emissão de uma moção ao CEPE pedindo a revisão das duas Resoluções. Do mesmo modo, o Conselho de Representantes da APUFPR (CRAPUFPR) também se manifestou em favor da revisão das Resoluções, nos mesmos termos defendidos pela Assembleia.  Leia as manifestações públicas da APUFPR-SSind, aqui:  https://tinyurl.com/3z8dtskt https://tinyurl.com/y6p8tdnv [...]
03/10/2025NotíciasA diretoria da APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta manifesta os mais profundos sentimentos pela passagem do professor aposentado da UFPR Luiz Vamberto de Santana, aos 78 anos de idade, do Departamento de Economia, do Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Graduado em Ciências Econômicas pela UFPR (1970), obteve especialização em Análise Econômica da Pesquisa Agropecuária, pelo Instituto Interamericano de Ciências Agrícolas da Organização dos Estados Americanos (1971). Tornou-se mestre em Administração pela Fundação Getúlio Vargas (1979) e doutor em Engenharia Florestal pela UFPR (1998). Professor titular de Economia na UFPR, com ênfase em Crescimento, Flutuações e Planejamento Econômico, foi diretor do Setor de Ciências Sociais Aplicadas e presidente do Conselho de Curadores. Teve uma longa trajetória vinculada à Fecomércio-PR, tendo sido conselheiro do Conselho Regional de Economia (Corecon-PR). Deixa viúva a professora aposentada Ana Lucia Jansen de Mello de Santana, a quem manifestamos nossos pêsames e solidariedade neste momento de dor. [...]
03/10/2025NotíciasLeia na matéria:  Comunidade acadêmica da UFPR e sociedade organizada lançam manifesto contra o uso de agrotóxicos na APA do Iraí.  A área de proteção, criada em 1996 e há 23 anos livre de agrotóxicos, está sob ameaça.  Além da revisão do Plano de Manejo das APAs proposta pelo governo estadual, um pedido de flexibilização do uso de agrotóxicos na Fazenda Canguiri, em Pinhais, tramita na UFPR.  Com o objetivo de defender a preservação da APA do Iraí, um grupo de trabalho da APUFPR realizou um evento de extensão nesta quinta-feira, 02, no Setor de Ciências Agrárias, em Curitiba.   Autoridades e estudiosos relataram a realidade do excesso do uso de agrotóxicos no Paraná e no Brasil.   O manifesto explicita os motivos para a necessidade de manter os mananciais da APA do Iraí livres de agrotóxicos.  Por proposição do Grupo de Trabalho de Política Agrária, Urbana e Ambiental (GTPAUA), vinculado à APUFPR-SSind e ao ANDES-SN, foi aprovado nesta quinta-feira, 02, o “Manifesto em defesa da APA do Iraí: pela proteção da água e da vida e contra os agrotóxicos”. A deliberação foi tomada por docentes, estudantes, entidades e profissionais da UFPR e da sociedade organizada durante o evento de extensão “APA do Iraí: 23 anos sem agrotóxicos”, que lotaram o Auditório da Direção do Setor de Ciências Agrárias da UFPR, em Curitiba, na manhã desta quinta-feira, 02.  A presença massiva de representantes da comunidade acadêmica e de entidades e organizações públicas e privadas demonstrou a forte repercussão e a resistência diante da possibilidade de flexibilização do uso de agrotóxicos em importante manancial que contribui para o abastecimento de cerca de 3,7 milhões de moradores de Curitiba, Colombo, Campina Grande do Sul, Pinhais, Piraquara e Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Pela atual legislação, toda a área deveria ser protegida, embora municípios como Piraquara estejam desobedecendo a norma.  Assista à íntegra do evento de extensão “APA do Iraí: 23 anos sem agrotóxicos” no canal da APUFPR-SSind, no YouTube, aqui: https://tinyurl.com/mscjhaxv  Uma das ameaças à proteção da APA do Iraí tem sido o processo de revisão do Plano de Manejo das APAs proposto pelo governo do Estado do Paraná, que pode vir a alterar as atuais regras. Já os/as docentes do GTPAUA foram motivados a realizar o debate perante a solicitação feita pela Direção do Setor de Ciências Agrárias da UFPR ao Instituto Água e Terra (IAT), órgão ambiental do Paraná, de flexibilização do uso de agrotóxicos no Centro de Estações Experimentais do Canguiri ou Fazenda Canguiri, estrategicamente localizada em área de Zona de Uso Institucional Restrito (ZUIR), no município de Pinhais.  Diante dessas e outras pressões, o Manifesto lançado pelo GTPAUA deixa evidente que os autores e seus apoiadores se declaram “veementemente contrários à flexibilização da restrição ao uso de agrotóxicos dentro da APA do Iraí”. No documento, é feita ainda uma cobrança pela manutenção e fortalecimento das restrições ao uso de agrotóxicos dirigida aos órgãos competentes – como IAT, Sanepar, Ministério Público e Assembleia Legislativa.  Leia a íntegra do “Manifesto em defesa da APA do Iraí: pela proteção da água e da vida e contra os agrotóxicos”, aqui: https://tinyurl.com/2tdxyrk9  O evento de alerta contra o uso de agrotóxicos na APA do Iraí contou com depoimentos contundentes de representantes da Sanepar, do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR), da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), do Observatório do Uso de Agrotóxicos e do Ministério Público do Estado do Paraná. Com argumentos científicos, históricos de registros de vigilância e dados comparativos com outros países, todos foram unânimes contra a pretensão de flexibilização nas áreas de manancial.  A gestora socioambiental da Sanepar e membro da Câmara Técnica do Iraí, bióloga Ana Cristina Rego Barros, destacou que a APA do Iraí faz parte de um sistema integrado de abastecimento de milhões de moradores da região, envolvendo os mananciais de Piraquara e das APAs do Rio Verde, do Rio Pequeno e do Miringuava, que se encontra em fase de formalização. Ela fez um histórico da criação da APA do Iraí e ressaltou que a preservação da quantidade e qualidade da água “foi pensada há bastante tempo”. Mas teme pela sua manutenção diante das recentes ameaças. “A permissividade de nossa legislação é problemática e precisamos refletir muito sobre isso”, afirmou.  O coordenador do programa Paraná + Orgânico, médico veterinário Evandro Massulo Richter, lembrou que o avanço na legislação ambiental foi resultado de uma preocupação muito grande com a proteção dos mananciais, ocorrida nos anos de 1990 e início dos 2.000. Ele destacou que o Paraná é o estado com maior número de produtores de orgânicos certificados e que teme pelo andamento da revisão do Plano de Manejo das APAs sem maiores debates públicos. “Por isso, este evento organizado dentro da UFPR é fundamental para lançar luz sobre este movimento que não está sendo claro”, disse.  O representante da Sesa na Comissão da Produção Orgânica, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), engenheiro agrônomo Marcos Valério de Freitas Andersen, provou com dados comparativos que o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, com a aplicação de cerca de 1,6 milhão de toneladas em 2024 e movimentando um mercado estimado em US$ 20 bilhões. Ele destacou que, dos 10 produtos mais consumidos no país, seis são proibidos pela União Europeia. Além disso, os limites máximos de uso permitido na Europa são infinitamente menores que no Brasil. “As pessoas estão expostas a essa água com uma série de contaminantes desde que nascem até a morte”, declarou.  O fundador do Observatório do Uso de Agrotóxicos, médico e professor aposentado da UFPR Guilherme Souza Cavalcanti de Albuquerque, iniciou seu depoimento com uma provocação. “Não há evidências científicas que o brasileiro seja mais resistente aos efeitos deletérios dos agrotóxicos que os europeus”, disse. Em seguida apresentou uma série de malefícios comprovadamente provocados por agrotóxicos, como o câncer, o Alzheimer, o Parkinson, a esclerose lateral amiotrófica, dentre outras doenças. De acordo com o médico, o número de suicídios também cresce com o aumento do uso de agrotóxicos.   Ao manifestar convicção de que a Reitoria e o Conselho Universitário (Coun), da UFPR, irão vetar o pedido de flexibilização do uso de agrotóxicos na Fazenda Canguiri, o procurador de Justiça Saint Claire Honorato Santos, do Ministério Público, criticou duramente a possibilidade de mudanças na legislação das APAs no Paraná. “Mudar a legislação, dar maior permissibilidade, é um absurdo completo”, afirmou. Ele propôs ampla mobilização tanto do meio acadêmico, como da sociedade organizada para inserir “a proibição do uso de venenos nas áreas de mananciais”. “Vamos às praças públicas fazer essa discussão. Temos a obrigação ética de mostrar a verdade para a sociedade”, disse.  Logo após os depoimentos, foi aberta uma sessão de perguntas e respostas em que alguns estudantes e professores do curso de Agronomia questionaram a proibição do uso de agrotóxicos, alegando que a formação de profissionais para o mercado do agronegócio exigiria treinamento em uso de agrotóxicos e isso justificaria a flexibilidade do uso de agrotóxicos na APA do Irai. Os membros da mesa responderam que a Universidade deve desenvolver estudos e propor técnicas alternativas e inovadoras para evitar o uso de produtos venenosos, preservando a saúde e a qualidade do meio ambiente. E não o contrário. A UFPR dispõe de estações experimentais fora de áreas sensíveis, em fazendas em Rio Negro e São João do Triunfo.   O diretor da APUFPR-SSind e coordenador do GTPAUA, professor Afonso Takao Murata, agradeceu a presença em grande número dos estudantes. “Ocupem todas as áreas da Universidade, ouçam, estudem, porque o debate de alto nível é fundamental no processo de construção do conhecimento e de uma sociedade melhor”, recomendou. Para ele, o fundamental do evento foi a discussão da APA do Iraí que envolve a vida, a saúde e o meio ambiente de milhões de pessoas. “A sociedade precisa voltar a dialogar sobre o que é importante para nós evoluirmos enquanto humanidade. E é esse o papel de uma Universidade”, afirmou.  [...]
03/10/2025NotíciasNa próxima sexta-feira, dia 10, acontecerá Assembleia Geral Extraordinária da APUFPR para importantes debates e tomadas de decisões na organização da luta contra o avanço da Reforma Administrativa. Estão na Ordem do Dia: Avaliação de conjuntura: Reforma Administrativa Caravana da APUFPR para a Marcha Nacional do Serviço Público contra a Reforma Administrativa, em 29 de outubro Paralisação em 29 e 30 de outubro Agenda de ações locais A plenária será realizada no Auditório do Bloco C do Setor de Educação Profissional e Tecnológica (SEPT), da UFPR, com início às 15h30min em primeira chamada, com ao menos metade do número de filiados/as, e às 16 horas em segunda chamada, com qualquer número de presentes. Para participação presencial em Curitiba, compareça na Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1.225, Jardim das Américas. A assembleia contará com transmissão on-line para os presentes nas subsedes de Matinhos, Jandaia do Sul e Palotina. Juntos, somos mais fortes. #APUFPR #autonomiaeluta #AssembleiaGeralAPUFPR [...]
01/10/2025NotíciasMesmo depois de sofrer uma fragorosa derrota com a PEC da Bandidagem, a Câmara dos Deputados não desiste de suas pautas retrógradas. O ataque contra a sociedade brasileira agora vem na forma da infame Reforma Administrativa. Eles planejam tratar como prioridade a votação das propostas que irão destruir os serviços públicos e abrir caminho para os apadrinhamentos e o clientelismo. Dando fim aos concursos públicos, a ideia é facilitar os contratos temporários e as terceirizações, expondo o servidor público a uma precarização jamais vista na história. A APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta e o Fórum Estadual em Defesa do Serviço Público convidam a todos/as para um amplo debate sobre os reflexos das medidas em preparação no Congresso Nacional sobre a educação. Saiba mais sobre os malefícios da Reforma Administrativa assistindo à palestra “Salvar as Universidades da Reforma Administrativa”, com o professor Rogério Miranda Gomes, do Setor de Ciências da Saúde, no próximo dia 9 de outubro, às 14 horas, no auditório do Centro de Estudos de Engenharia Civil (CESEC), no Centro Politécnico. Vamos barrar esses ataques patrocinados por grandes grupos privados que miram no esvaziamento das Universidades públicas em prol da mercantilização do ensino superior. [...]
01/10/2025NotíciasQue tal um momento de descontração com os amigos e amigas num local aconchegante? Então, venha para o Bar Doce Bar, o mais tradicional ponto de encontro de docentes da UFPR. O endereço é Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1.193, no Jardim das Américas, em Curitiba. Contatos pelo fone (41) 3151-9100, com Edilson. [...]
30/09/2025NotíciasA APUFPR-SSind – Gestão Autonomia e Luta tem a honra de anunciar o início da entrega dos convites para o almoço ou o jantar em comemoração ao Dia das Professoras e dos Professores, que vai acontecer no dia 17 de outubro, sexta-feira, no Restaurante Madalosso, em Santa Felicidade. Confirme a sua presença e de um acompanhante, retirando os convites pessoalmente na sede administrativa da APUFPR-SSind em Curitiba, a partir desta quarta-feira, 1º de outubro. A novidade é que neste ano o/a associado/a poderá escolher previamente a localização de sua mesa, conforme as cores do mapa do salão que será apresentado na hora da retirada dos convites. Veja nos cards abaixo. Então, não se esqueça: * Traga um documento de identificação com foto. * O número de convites é limitado ao total de lugares no restaurante. * Crianças terão o convite identificado com um adesivo. * Período de entrega: 1º a 14 de outubro * Horário de atendimento: das 9 às 17h30min * Nosso endereço: Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1.193 – Jardim das Américas Participe do maior e mais tradicional evento de confraternização de docentes da UFPR! #APUFPR #DiaDosProfessores #17deOutubro2025 [...]
26/09/2025NotíciasOs ataques às Universidades públicas organizados pela extrema direita e os problemas administrativos em processos movidos por docentes na Pró-reitoria de Gestão de Pessoal (PROGEPE) dominaram a pauta da reunião entre a diretoria da APUFPR-SSind e o reitor da UFPR, professor Marcos Sfair Sunye, que aconteceu na última terça-feira, 23, no gabinete da Reitoria, em Curitiba. Com o objetivo de estabelecer um diálogo direto com a administração da UFPR, visando a resolução e encaminhamento de demandas e reinvindicações da categoria, a reunião dá sequência à primeira que ocorreu em 27 de junho, quando a Reitoria concordou com o estabelecimento de um convênio para a cessão do terreno onde se localiza a sede da APUFPR, algo muito importante para nossa base. A segunda reunião teve início com os diretores cobrando um posicionamento mais firme da Reitoria a respeito dos últimos episódios envolvendo a Polícia Militar do Paraná (PMPR), com ataques à comunidade acadêmica da UFPR. Como resultado dessa discussão, ficou acertada a realização de um evento para discutir e consolidar a autonomia universitária, em especial contra as ações arbitrárias de violência policial e de interferências institucionais, como o ocorrido na gestão anterior, quando uma decisão do Conselho Universitário (Coun) sofreu ingerências do Ministério Público. “Estamos planejando um debate em parceria entre a UFPR e a APUFPR com a presença de nomes importantes para fazermos essa discussão que é urgente no cenário nacional”, afirmou a presidente da APUFPR-SSind, professora Claudia Mendes Campos. Segundo ela, o tema central do debate será a defesa da autonomia universitária, em especial contra a violência policial. “Defendemos que a Universidade dê uma resposta contundente aos ataques promovidos nas últimas semanas pela extrema direita a diversas instituições federais de ensino no país”, explicou ela. Além da presidente da Seção Sindical, participaram da reunião os diretores da APUFPR, professoras Sandra Mara Alessi e Renata Bellenzani e professor Roberto Gonçalves Barbosa. Também esteve presente o chefe de gabinete da Reitoria, professor Mário Messagi Junior. VIOLÊNCIA POLICIAL – Um dos episódios mais graves de violência policial ocorreu no último dia 9 de setembro, quando a PMPR invadiu o prédio histórico da UFPR, na praça Santos Andrade, em Curitiba, para reprimir o movimento estudantil organizado que protestava legitimamente contra a realização de um evento da extrema direita, na semana em que ocorriam os julgamentos daqueles que tentaram um golpe contra a democracia. No dia 18, viaturas da PMPR promoveram um “sirenaço” no mesmo local, num ato de flagrante intimidação à comunidade universitária. O reitor relatou aos diretores da APUFPR detalhes sobre os dois episódios que, segundo ele, ainda estão em fase de apuração. De acordo com o reitor, a direção da UFPR ainda aguarda os resultados dessas investigações e respostas de algumas entidades envolvidas, antes de decidir sobre os próximos passos da Reitoria. Não houve nenhum aceno no sentido de emitirem um pronunciamento de maior veemência sobre os ataques à Universidade, apesar de terem sido fortemente cobrados pela diretoria da APUFPR quanto a esta posição. PROGEPE – Outro ponto central da reunião foi uma extensa pauta em relação à atuação da PROGEPE, que tem sido alvo de diversas reclamações sobre procedimentos administrativos, vindas tanto de professores/as da ativa, como de aposentados/as. Um documento com a pauta de reivindicações foi entregue ao reitor, que ficou de encaminhar cada assunto para os respectivos responsáveis. Marcos Sunye afirmou que as reivindicações da categoria vêm ao encontro da decisão da Reitoria que formalizou, há cerca de um mês, a composição de uma Comissão de Reestruturação da PROGEPE, com o objetivo de rever diversos aspectos do funcionamento do órgão. “Estamos remodelando todas as atividades da PROGEPE”, disse. A diretoria estuda a pertinência de solicitar formalmente a participação de um representante da APUFPR nessa comissão, sempre no intuito de priorizar as demandas dos/as docentes. Entre os principais problemas, destacamos a falta de celeridade e padronização no pagamento da insalubridade e as dificuldades no acesso a direitos e garantias que, atualmente, ainda geram estresse aos/às docentes pela burocracia que emperra os fluxos administrativos. O reitor antecipou que uma ordem de serviço foi emitida para que os adicionais de insalubridade e periculosidade não sejam mais retirados dos/as professores/as que assumem cargos na estrutura da Universidade. Outro tema abordado foi a emissão de pareceres periciais divergentes entre casos semelhantes, um dos graves problemas verificados na PROGEPE. ENCONTROS REGULARES – Ficou acertado que diretoria da APUFPR e Reitoria irão elaborar uma agenda de encontros regulares para a apresentação de novas demandas e a avaliação do andamento das reivindicações apresentadas. A diretoria também solicitou uma reunião da Reitoria com o Coletivo de Aposentados da APUFPR, que ficou de ser marcada para breve. Para os diretores da APUFPR, o encontro foi produtivo e serviu para firmar um canal de diálogo com a Reitoria. Além dos encontros agendados com o reitor, também foi deliberada a marcação de reuniões com outros órgãos diretivos da UFPR para tratar de casos específicos. “Acho que, com isso, vamos avançar significativamente na pauta sindical de interesse do corpo docente”, avaliou Claudia Mendes Campos. [...]
26/09/2025NotíciasA Assessoria Jurídica da APUFPR-SSind convida para uma REUNIÃO ON-LINE para tirar as suas dúvidas sobre a revisão das progressões funcionais e os reflexos para docentes ativos/as e aposentados/as que ingressaram na UFPR até 1998. Para participar, os/as docentes interessados/as devem ingressar na sala virtual do aplicativo Zoom às 15 horas da próxima quarta-feira, dia 1º, às 15 horas, por meio do QR Code do card ou clicando aqui: https://tinyurl.com/5n8n37vh O assunto foi tratado em um informativo da APUFPR-SSind no último dia 19 de setembro e despertou o interesse de muitos docentes. Como a matéria é complexa, antes de marcarmos um atendimento individual, vamos conversar coletivamente no modo virtual. Para saber mais, leia o informativo aqui: https://tinyurl.com/75kprusj [...]
24/09/2025NotíciasO Grupo de Trabalho de Política Agrária, Urbana e Ambiental (GTPAUA), órgão não deliberativo vinculado à APUFPR-SSind e ao ANDES-SN, retoma as atividades no Paraná com a realização do evento de extensão “APA do Iraí, 23 anos livre de agrotóxicos”, que vai colocar em foco a proteção da importante área de manancial que abastece 28 bairros de Curitiba e os municípios de Colombo, Campina Grande do Sul, Pinhais, Piraquara e Quatro Barras. Na ocasião, será dado encaminhamento a um documento, direcionado à comunidade, sobre a solicitação ao IAT pela Direção do Setor de Ciências Agrárias da UFPR de flexibilização do uso de agrotóxicos no Centro de Estações Experimentais do Canguiri, mais conhecido como Fazenda Canguiri, inserido na APA do Iraí, em área de Zona de Uso Institucional Restrito (ZUIR), no município de Pinhais. A unidade está resguardada do uso de agrotóxicos há mais de 20 anos. O evento vai acontecer no dia 2 de outubro, entre 9 e 12 horas, no Auditório da Direção do Setor de Ciências Agrárias, que fica na Rua do Funcionários, 1.540, no Cabral, em Curitiba. Além da comunidade acadêmica e científica da UFPR, estarão presentes representantes do Ministério Público do Paraná (MPPR), da Sanepar, do IDR e da Secretaria de Estado da Saúde. Para os membros do GTPAUA, o ativo ambiental da APA do Iraí, obtido após décadas de restrição do uso de agrotóxicos, pode ser aproveitado estrategicamente para a busca de apoios e a manutenção das atividades científicas e de pesquisa, não podendo ser irresponsavelmente descartado, sem uma abrangente e profunda discussão das perdas e impactos decorrentes, especialmente em relação à saúde pública. Inscreva-se aqui: https://forms.office.com/r/tDW3FTfj5F #APUFPR #GTPAUA #APAdoIraí #FazendaCanguiri [...]
23/09/2025NotíciasO Núcleo de Estudos de Gênero da Universidade Federal do Paraná (UFPR), vem a público manifestar apoio e solidariedade à Profa. Dra. Melina Fachin, diretora do Setor de Ciências Jurídicas da UFPR. A professora sofreu um ataque físico e verbal por parte de um extremista, ao sair do seu local de trabalho no dia 12 de setembro. O ataque está associado aos lamentáveis acontecimentos ocorridos no Prédio Histórico da UFPR na primeira semana de setembro de 2025, envolvendo pessoas que foram convidadas para um evento que havia sido cancelado, estudantes e a Polícia Militar do Paraná. Há alguns anos, a universidade pública, a pesquisa científica e pesquisadoras e pesquisadores brasileiros sofrem ataques da extrema-direita, notoriamente anticientífica e anti-intelectual. Na UFPR, houve episódios de invasão de extremistas filmando e mesmo agredindo estudantes, como relatado pela imprensa e nas redes sociais. Nós, pesquisadoras e pesquisadores, desempenhamos papel fundamental em defesa da ciência e da sociedade quando da Pandemia da Covid-19, atuando na linha de frente do atendimento público, no ambiente da pesquisa sobre a doença e na produção das vacinas, no combate incansável pela divulgação do conhecimento científico frente ao negacionismo e às mentiras que criminosamente contribuíram para uma elevada mortalidade quando já havia vacinas disponíveis, mas que deliberadamente não foram adquiridas pelo governo federal. O ataque sofrido pela Profa. Melina Fachin não é um ato isolado de um indivíduo “desequilibrado”. Faz parte de um modo de agir cujo fundamento e expressão é a violência, presente nos discursos, nos gestos, nas intenções e nos atos extremistas. Essa é uma realidade resultante do avanço internacional da extrema-direita, que atua por meio de grupos e redes sociais e nos poderes legislativos, visando destruir a democracia por dentro, enfraquecendo o Estado e as instituições, mas igualmente ameaçando as pessoas que esses grupos identificam como “esquerdistas”, “comunistas”, “anticristãos”. Estamos vivendo perigosamente à beira do abismo. Não podemos nos calar. O Núcleo de Estudos de Gênero está ao lado da Profa. Melina Fachin, como toda a UFPR deve estar. Trata-se de uma profissional do Direito de reconhecida competência, professora e orientadora responsável pela formação de estudantes de graduação e de Pós-Graduação do Direito; uma pesquisadora comprometida com a produção do conhecimento jurídico a respeito dos direitos das mulheres. O ataque à Profa. Melina é um ataque às professoras da UFPR, pois se trata de mais um ataque contra uma mulher num país cuja violência de gênero é escandalosamente cotidiana. O ato extremista não pode ser interpretado somente como uma “reação” pelos acontecimentos lamentáveis no Prédio Histórico, que ela tentou evitar. Trata-se de um ato de violência política e de gênero, indissociáveis, e não podemos silenciar, como professoras e pesquisadoras do Núcleo de Estudos de Gênero, um grupo de pesquisa interdisciplinar e interinstitucional que tem mais de 30 anos de existência. Professora Melina Fachin, admiramos sua coragem e por ser uma professora e pesquisadora comprometida com os valores republicanos e democráticos. O ataque que você sofreu é ignominioso e inaceitável e deve ser punido com o rigor da lei que ainda existe e continuará a existir em nosso país. Estamos com você. Curitiba, 19 de setembro de 2025 Núcleo de Estudos de Gênero da Universidade Federal do ParanáGT de Gênero da Associação Nacional de História – Seção Paraná [...]
22/09/2025NotíciasO recado das ruas foi alto e claro: não aceitaremos a manipulação das regras do jogo democrático pelo Congresso Nacional em benefício próprio. Prontamente, o Brasil organizou uma forte resposta popular, para demonstrar indignação com a aprovação da PEC da Blindagem e do avanço do PL da Anistia na Câmara dos Deputados. Milhares de manifestantes, movimentos sociais organizados, partidos do campo da esquerda e progressista, de dezenas de cidades do país foram às ruas para dizerem “NÃO” à anistia aos golpistas e à blindagem de parlamentares contra investigações e processos criminais e civis. A Democracia se sustenta na transparência, na igualdade de deveres e responsabilidades, na justiça social e no respeito ao Estado de Direito. Propostas que favoreçam o uso da função pública para interesses pessoais e espúrios, ou conceder perdão a crimes políticos, atentam contra esses pilares fundamentais, fragilizando as instituições e abrindo espaço para abusos de poder e privilégios. Mais do que um protesto, o dia 21 de setembro foi um marco da resistência coletiva democrática.  Além disso, o ato ecoou, por cartazes e palavras de ordem, as pautas mais importantes em disputa na conjuntura atual e que podem melhorar a vida dos trabalhadores e trabalhadoras, como o fim da escala 6×1, a taxação dos super ricos e a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil. Que essa data entre para a história como uma grande demonstração da participação cidadã e do zelo por nossa Democracia, que em inúmeros aspectos precisa ser consolidada, mas ainda assim defendida. #APUFPR #NãoàPECdaBlindagem #SemAnistia [...]
19/09/2025NotíciasMovimentos, entidades e lideranças de esquerda convocam para este domingo, 21, um GRANDE ATO contra os recentes absurdos aprovados na Câmara dos Deputados. Sem pressão sobre o Senado, não haverá solução! Contra a PEC da Band… Blindagem e o avanço da anistia para os golpistas de 8 de janeiro. Na Boca Maldita, a partir das 14 horas! [...]
19/09/2025NotíciasDocentes da UFPR que se aposentaram após a criação da classe de Professor Associado, em 2006, podem requerer a revisão administrativa de seus assentamentos funcionais ao longo da carreira. Isso porque a UFPR está realizando a revisão dos interstícios de progressão e promoção na carreira, o que pode repercutir inclusive para docentes já aposentados. Caso a Universidade reconheça que o docente já deveria estar na Classe Adjunto, nível IV, em maio de 2004, estará configurado o interstício de dois anos exigido até maio de 2006. Nessa hipótese, será possível o reenquadramento na classe de Associado, com direito à retificação da aposentadoria e ao recebimento das diferenças financeiras retroativas por meio da ação coletiva da APUFPR. “Muitos docentes, embora tivessem direito, não estavam formalmente posicionados no Adjunto IV por defasagem nos registros funcionais. Com a revisão atual, é possível que esse posicionamento retroativo seja reconhecido, permitindo o enquadramento pela via judicial”, conforme explica a Nota Técnica elaborada pela assessoria jurídica da APUFPR. MARCOS FUNCIONAIS – Para que o reenquadramento como Adjunto IV seja reconhecido, é necessário que o histórico funcional se enquadre em um dos seguintes marcos: 1. Ingresso como Adjunto, com doutorado, até maio/1998; 2. Promoção por titulação, com doutorado obtido até maio/1998; 3. Progressão ordinária, iniciada como Assistente I em 1990, com progressões regulares a cada dois anos e doutorado em 2006. Os pedidos de revisão administrativa podem ser protocolados diretamente na UFPR e devem ser acompanhados pelos docentes para que possam obter a resposta o mais breve possível, em razão da proximidade do prazo prescricional para a execução de valores. Em caso de dúvidas, para análise individualizada da situação, os/as filiados/as à APUFPR podem agendar atendimento com a assessoria jurídica pelo telefone (41) 3151-9107 ou pelo e-mail juridico@apufpr.org.br. [...]
19/09/2025NotíciasA Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná – Seção Sindical do ANDES-SN (APUFPR-SSind) vem a público repudiar, com veemência, mais um episódio de intimidação e violência praticado pela Polícia Militar do Paraná contra a comunidade universitária da UFPR. Na tarde de ontem, quinta-feira, ao menos 18 viaturas da PM e inúmeros policiais, de vários batalhões da corporação, realizaram um esdrúxulo “sirenaço” em frente ao Prédio Histórico da UFPR, em uma clara tentativa de afronta e intimidação à instituição e à comunidade universitária. O ato não é um episódio isolado ou despretensioso: no último dia 9 de setembro, a mesma Polícia Militar invadiu o Prédio Histórico, de forma ilegal, e agrediu estudantes e professores, em um ataque inaceitável à autonomia universitária e à democracia. O tacanho episódio também se soma à grave agressão perpetrada contra a professora Melina Fachin, Diretora do Setor de Ciências Jurídica da UFPR, ocorrida na mesma semana (12), revelando um padrão de violência direcionado à Universidade Pública e a todos e todas que ousam enfrentar a extrema-direita antidemocrática. Não é a primeira vez que o aparato repressivo do Estado tenta impor o medo às universidades públicas. No passado, durante a ditadura militar, docentes, estudantes e técnicos/as foram perseguidos/as e violentados/as. Mas resistiram. E, assim como no passado, resistiremos no presente: a comunidade universitária da UFPR não se curvará às intimidações. A Universidade Pública é espaço de educação, liberdade e democracia. Não aceitaremos que seja transformada em alvo de operações autoritárias e intimidatórias. Reafirmamos nossa posição na defesa intransigente da democracia, da autonomia universitária e da educação pública, e esperamos que a Polícia Militar compreenda que, em um estado democrático, o real papel das instituições de segurança não é a repressão, mas a preservação dos direitos que garantem cidadania à população. Curitiba, 19 de setembro de 2025. Diretoria da APUFPR-SSIND [...]
17/09/2025NotíciasA professora Sandra Alessi e o professor Francisco de Assis Marques representaram a diretoria da APUFPR-SSind no lançamento do livro “Plataformização, Militarização e Privatização”, no último sábado, 12, no CCP Cajuru, em Curitiba. Idealizada pelo professor Geraldo Balduíno Horn, do setor de Educação da UFPR, a publicação aborda o adoecimento de trabalhadores da educação no Paraná e conta com coautoria de Rossano Raflle Sczip, Clarice Martins de Souza Batista e Antonio Djalma Braga Junior, entre outros colaboradores. Os/as pesquisadores/as e pedagogos/as expõem claramente o assustador aumento do número de afastamentos de professores e professoras para tratamento de saúde nos últimos anos como consequência do alto grau de violência da política educacional implantada pelo governador Ratinho Junior. A compilação de ensaios e artigos provoca um amplo debate sobre o projeto neoliberal de mercantilização da educação que literalmente está adoecendo os/as educadores/as no estado, ao tempo em que conclama a luta em prol da valorização profissional e de condições dignas de trabalho. O livro é uma publicação da Platô Editorial e pode ser adquirido pelo link: https://platoeditorial.com/product/plataformizacao-militarizacao-e-privatizacao/. [...]
16/09/2025NotíciasA Associação dos Professores da UFPR (APUFPR-SSind) manifesta sua irrestrita solidariedade à Professora Dra. Melina Fachin, Diretora do Setor de Ciências Jurídicas da UFPR, em razão do lamentável episódio de violência ocorrido no dia 12 de setembro de 2025, quando, ao deixar o Prédio, foi insultada e agredida por um indivíduo ainda não identificado. Tal fato se deu no mesmo momento em que extremistas de direita, em um covarde conluio com a Polícia Militar, invadiram o Prédio Histórico da UFPR e agrediram estudantes e professores. Ou seja, os verdadeiros criminosos da extrema-direita se sentiram confortáveis para cometer ilegalidades enquanto a PM direcionava toda sua violência contra a comunidade acadêmica da UFPR. O crime praticado contra a professora Melina Fachin, além da evidente violência de gênero, constitui uma grave afronta aos valores que regem a universidade pública, entre eles a defesa da democracia, o respeito à dignidade da pessoa humana e o ambiente acadêmico seguro, livre de intimidação ou silenciamento. No espaço universitário não devem ser aceitos atos que fomentem a violência, a intolerância ou o desrespeito. A APUFPR-SSind manifesta seu veemente repúdio ao ato criminoso perpetrado e declara total solidariedade à Professora Melina Fachin e à Comunidade Acadêmica da UFPR. Reafirmamos nosso compromisso com a defesa intransigente das liberdades democráticas, da integridade física e moral de docentes, servidores, estudantes, trabalhadores terceirizados e frequentadores. E, também, com as lutas sociais contra a violência de gênero e de qualquer outro tipo. Exigimos que sejam tomadas providências para que a autoria do ato seja devidamente apurada. Curitiba, 15 de setembro de 2025. Diretoria da APUFPR-SSIND [...]
15/09/2025NotíciasA reunião do CRAPUFPR na última terça-feira, 10, no auditório da APUFPR, em Curitiba, foi enriquecida com uma palestra esclarecedora da secretária Educacional da APP-Sindicato, professora Vanda Bandeira Santana, a respeito da imposição e impactos da plataformização do ensino na rede estadual de educação. A professora é uma referência nos estudos da política educacional do Paraná desde 2020. Com dados contundentes sobre os impactos e distorções causados na educação de adolescentes e jovens, ela explicou que a prática tem como principal objetivo uma formação voltada para o mercado e resultados em avaliações como as que compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Ela chamou a atenção dos/as docentes presentes para o ingresso desses estudantes na graduação universitária com esse novo tipo de formação. Para a professora, a plataformização nada tem a ver com avanços na metodologia pedagógica por meio da incorporação da tecnologia ou de propostas inovadoras. Ao contrário, trata-se de uma ação política de cunho neoliberal que ataca a educação pública, gratuita e de qualidade por meio do desmonte da gestão democrática e participativa. “A plataformização faz parte de um projeto político de concepção de Estado”, afirmou. Segundo ela, a ofensiva neoliberal teve início com a ascensão da extrema-direita com a eleição do governador Ratinho Junior (PSD), em 2018, tendo como principal executor o então secretário de Estado da Educação, Renato Feder. Todo o planejamento estratégico da organização da gestão administrativa, de pessoal e pedagógica ocorreu por meio de parcerias público-privadas milionárias com empresas e fundações, como a Fundação Lemann. A pandemia foi a “grande oportunidade” para a implantação dessas novas estratégias, inserindo no cotidiano das escolas as tecnologias digitais, a plataformização e a inteligência artificial. Nesse momento, começaram as interferências nas estruturas de gestão, com a incorporação de técnicos e consultores dessas empresas e fundações. “Esses agentes passaram a dar o direcionamento das políticas públicas da Secretaria de Educação”, afirmou. Desde o início, o foco da plataformização tem sido melhorar o índice do Ideb, tendo como finalidade alcançar notas cada vez mais elevadas como forma de alimentar o título de “melhor educação do país”. O método, porém, passou a ignorar o planejamento curricular. Todos os procedimentos a serem seguidos em sala de aula foram construídos a partir dos dados do Ideb. As avaliações bimestrais, por exemplo, foram substituídas por avaliações trimestrais como forma de otimização e controle do tempo. Dessa forma, a plataformização visa a produtividade por meio de operações no processo escolar, sem preocupação pedagógica, apenas para manipular os índices de acesso, permanência e conclusão de estudos na idade adequada. Somente as disciplinas de Português e Matemática – as únicas avaliadas nas provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) de forma censitária – ganharam grande peso nas horas de aula. Enquanto isso, as demais matérias, como História, Geografia, Sociologia, Filosofia, Artes e Educação Física, passaram a ser menosprezadas em sala de aula. Com isso, a plataformização passou a privilegiar a padronização do currículo e do tempo escolar, sem levar em consideração a realidade, classe social ou estágio de aprendizado do estudante. O principal instrumento de “controle” das escolas é a plataforma da Microsoft “Power BI” (Poder de Inteligência de Negócios), que monitora dados de frequência dos estudantes e dos profissionais, dos conteúdos ministrados, do uso das plataformas educacionais e das ações pedagógicas das escolas, principalmente da avaliação. “Tudo, tudo, tudo é controlado em tempo real”, afirmou Vanda. Além de provocar mudanças radicais em sala de aula, a plataformização tem alterado também as relações sociais. “Está acontecendo um acelerado distanciamento entre escola e comunidade”, explicou. Segundo ela, os pais não precisam mais ir às escolas. “Hoje é muito difícil fazer uma reunião de pais e professores”, disse. Para reforçar esse distanciamento, Ratinho Junior tem lançado mão de diversas interferências na gestão das escolas. Daí, as crescentes experiências como a militarização e a privatização de escolas, a restrição de eleições para diretores/as e a terceirização de professores/as e funcionários/as da educação. Atualmente, menos da metade das cerca de 1.100 escolas estaduais tem os/as diretores/as eleitos/as pela comunidade. Para piorar a situação, cada Núcleo Regional da Educação possui uma equipe de tutores que “fiscalizam” os dados de todas as escolas de forma on-line. O cumprimento das metas determinadas pela Secretaria de Educação é assegurado por um “sistema de vigilância” que resulta na aplicação de punição ou bonificação para a direção, docentes e demais servidores das escolas. O trabalho sob alta pressão tem levado a um quadro generalizado de adoecimentos do corpo docente da rede de educação do Paraná. Estima-se que cerca de 9.000 professores/as, de um universo de 70 mil, foram afastados/as em 2024 para tratamento de saúde. E, pior, neste ano, duas professoras faleceram de infarto no ambiente escolar, em Curitiba. Para a professora Vanda, diante desse cenário, é preciso um aprofundamento das discussões sobre o futuro da qualidade educacional e da plataformização. “Hoje, nós estamos com um desafio muito grande que é o de fazer com que a educação continue pública, de qualidade, democrática e emancipadora”, afirmou a professora. Por isso, ela destacou a importância de encontros entre docentes da educação básica e da graduação como o promovido pelo CRAPUFPR. “É preciso que a gente, em conjunto, pense em alternativas para resistir, mas, principalmente, para superar esse modelo de aprofundamento neoliberal da nossa escola pública”, completou. DEMAIS DISCUSSÕES DO CRAPUFPR Além da palestra da professora Vanda Bandeira Santana, o CRAPUFPR deliberou o encaminhamento de uma moção ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) solicitando a composição de uma comissão para estudar a correção das Resoluções 12/2025 e 13/2025 que alteraram recentemente as formas de progressão de docentes da UFPR. O CRAPUFPR também decidiu assinar, junto com a diretoria da APUFPR, a Nota de Repúdio sobre a ação da Polícia Militar do Paraná (PM-PR) no último dia 9 de setembro, quando invadiu o prédio histórico da UFPR, na praça Santos Andrades, em Curitiba, utilizando balas de borracha, bombas de efeito moral e truculência física para reprimir estudantes que protestavam contra a realização de uma palestra da extrema-direita. O Tesoureiro Geral da APUFPR, professor Francisco de Assis Marques, apresentou ainda um breve relatório sobre o desempenho contábil dos primeiros três meses da atual gestão. Já o diretor do ANDES-SN, professor Herrmann Muller, relatou sobre o andamento das negociações da Reforma Administrativa e do Acordo de Greve de 2024 em âmbito nacional. [...]
12/09/2025NotíciasA APUFPR-SSind vai reabrir o Bar Doce Bar, tradicional ponto de encontro de docentes da UFPR nas noites de quinta-feira. O espaço para relaxar e confraternizar voltará a servir cerveja gelada e petiscos deliciosos. Participe da reinauguração na próxima quinta-feira, 18, das 18 às 23 horas. Avise seus amigos e venha brindar com a gente! [...]
12/09/2025NotíciasComo parte do calendário unificado contra a Reforma Administrativa, servidores/as públicos/as estão realizando atividades de mobilização em todo o país. A APUFPR-SSind convocou uma paralisação de 48 horas dos/as docentes da UFPR nos dias 10 e 11, quando, respectivamente, foram realizados em Curitiba um ato público na praça Santos Andrades e um debate aberto no pátio da Reitoria. No primeiro dia, na quarta-feira, o ato público contou com organização conjunta das demais entidades componentes do Fórum Estadual em Defesa do Serviço Público. Reunidos em frente ao prédio histórico da UFPR, na praça Santos Andrades, os sindicalistas mantiveram contato direto com a população, com pronunciamentos e panfletagem. O ato contou com transmissão ao vivo do julgamento do ex-presidente Bolsonaro no STF, que chamou bastante a atenção dos transeuntes. “Os atos públicos neste momento têm como objetivo informar e dialogar com a população sobre os graves riscos que os serviços públicos estão correndo com o avanço da Reforma Administrativa”, disse a presidente da APUFPR-SSind, professora Claudia Mendes Campos. “As medidas, como a contratação de temporários e as terceirizações, visam precarizar os serviços públicos, prejudicando diretamente a população. Infelizmente, a maioria ainda não tomou conhecimento sobre o que está em andamento”, completou. A diretora da APUFPR, professora Renata Bellenzani, chamou a atenção para o discurso falacioso dos defensores da Reforma Administrativa que a justificam alegando uma suposta modernização dos serviços públicos e o combate aos supersalários. “Na verdade, o discurso da modernização é uma falácia para prejudicar os serviços públicos com a redução de verbas, a precarização da força de trabalho, as privatizações e as terceirizações”, disse. DEBATE ABERTO – No segundo dia de paralisação, na quinta-feira, aconteceu um debate aberto no pátio da Reitoria em que diversas lideranças sindicais e docentes se manifestaram contra a Reforma Administrativa. O segundo secretário do ANDES-SN, professor Herrmann Muller, disse que o Sindicato Nacional já conta com um comitê de mobilização nacional que seguirá organizando um calendário unificado de atividades. Segundo ele, estão sendo programadas diversas ações entre os dias 22 e 26 de setembro. Ele ressaltou que, em nível nacional, as atividades estão sendo intensificadas, como os contatos mantidos com deputados federais e senadores todas as terças-feiras no Aeroporto Internacional de Brasília e com visitas regulares aos gabinetes dos/as parlamentares federais. Outra iniciativa tem sido as manifestações em frente aos prédios do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) e de outros órgãos públicos visando pressionar o governo para que se posicione contra a Reforma Administrativa. LUTA UNIFICADA – O calendário unificado tem sido articulado entre diversas entidades nacionais, como o ANDES-SN e o Fonasefe, diante da disposição da Câmara dos Deputados de acelerar a tramitação e de votar as propostas ainda neste ano. “Por isso, estamos intensificando as ações de mobilização e de luta contra a Reforma Administrativa”, disse a professora Claudia Mendes Campos. A APUFPR-SSind conclama todos/as os/as docentes a acompanharem as atividades de luta contra a Reforma Administrativa, unindo-se aos atos que virão, curtindo, comentando e compartilhando nas redes socias as nossas postagens. [...]
11/09/2025NotíciasAos que lutam, a absolvição pela história Porém há os que lutam toda a vida; esses são os imprescindíveis. ­— Bertold Brecht A Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná – Seção Sindical do ANDES-SN (APUFPR-SSind) recebeu com espanto e indignação a notícia acerca da condenação judicial proferida em desfavor do SINDITEST-PR, no valor de R$ 514.473,90, decorrente da histórica greve de 2015. Primeiramente, diante da absurda condenação judicial, externalizamos nossa solidariedade aos TAEs e ao SINDITEST-PR. Contudo, é importante realizar o devido resgate histórico sobre o contexto político da greve do funcionalismo público federal de 2015, que contou com a ampla adesão de TAEs, docentes, servidores da previdência social e outros segmentos. Iniciada em 29 de maio de 2015, a greve dos técnico-administrativos em educação (TAEs), organizada nacionalmente pela FASUBRA, foi uma das maiores paralisações da história da educação federal brasileira, com duração de 139 dias. Em diversas universidades, inclusive na UFPR, os docentes também lançaram um movimento grevista, organizado nacionalmente pelo ANDES-SN, levando a uma paralisação quase total das atividades acadêmicas por cinco meses. Naquele período, a comunidade universitária encontrava-se mobilizada contra o sucateamento da saúde pública e contra a entrega do Hospital de Clínicas à EBSERH. A resistência foi tão intensa que duas sessões do Conselho Universitário (COUN) tiveram de ser adiadas e uma terceira somente ocorreu mediante violenta repressão policial, com bombas de efeito moral e balas de borracha lançadas contra TAEs, docentes e estudantes, transformando o entorno da Reitoria da UFPR em um cenário de guerra. Esse ambiente de confronto resultou, posteriormente, na criminalização da luta sindical. Em Assembleia, a categoria dos TAEs deliberou pela corajosa ocupação do Restaurante Universitário Central para sediar as atividades do Comando de Greve, espaço que permaneceu ocupado por 112 dias. Como resposta, a Reitoria da UFPR ajuizou ação de reintegração de posse com pedido de perdas e danos contra o SINDITEST, chegando inclusive a notificar a entidade para que arcasse com R$ 1.435.986,16, a título de supostos “prejuízos diários” oriundos da ocupação. Importante ressaltar que aquela greve não somente pleiteou reajuste salarial, como também disputou o orçamento público, enfrentou os cortes na educação, denunciou o assédio moral no serviço público e reivindicou melhores condições de trabalho, além de apresentar outras pautas importantes para o funcionalismo público federal. Foi uma greve heroica, que arrancou conquistas relevantes junto ao governo federal e entrou para a história do movimento sindical como exemplo de luta e organização. Dez anos depois, a história provou que os grevistas de 2015 estavam corretos: a educação pública ainda enfrenta cortes de recursos e desinvestimento geral, o que levou o funcionalismo federal a novas greves, como a deflagrada em 2024, uma vez que os servidores amargam uma aviltante defasagem salarial e o serviço público, como um todo, está sob ataque de uma “reforma administrativa” que pretende destruir direitos e enfraquecer o Estado Brasileiro. Diante disso, a APUFPR se manifesta veementemente contrária à perseguição e criminalização do movimento sindical. Reitorias devem direcionar suas procuradorias jurídicas para auxiliar na implementação de políticas públicas em benefício da comunidade acadêmica, e não para reprimir entidades e servidores que lutam pela universidade pública. É uma decisão política nefasta instrumentalizar o aparato jurídico do Estado para perseguir lideranças e desmobilizar a luta coletiva. Solicitamos, portanto, que a atual gestão da Reitoria da UFPR promova os melhores esforços, em conjunto com a categoria TAE e toda a comunidade universitária, para encontrar soluções que desonerem o SINDITEST desta condenação injusta, cujo verdadeiro objetivo sempre foi enfraquecer a organização dos trabalhadores. Ao SINDITEST-PR e aos companheiros que lutam — esses imprescindíveis — outrora perseguidos e condenados, caberá, ainda que tardia, a inevitável absolvição pela história. Diretoria da APUFPR-SSIND [...]
10/09/2025NotíciasA diretoria da APUFPR-SSind vem a público manifestar repúdio e exigir a apuração dos fatos durante a ação ilegal da Polícia Militar do Paraná (PM-PR) que invadiu o prédio histórico da UFPR, na praça Santos Andrade, para reprimir uma manifestação pacífica e democrática de estudantes que protestavam contra a realização de uma palestra organizada por políticos da extrema-direita de Curitiba, na noite desta terça-feira, 09, no salão nobre do curso de Direito. Conforme informações da Direção do Curso de Direito da UFPR, o evento havia sido cancelado pela professora organizadora naquele mesmo dia, mas os palestrantes chegaram ao local em grupo, exaltados e, mesmo advertidos sobre o cancelamento, forçaram a entrada e provocaram os manifestantes. Trata-se de uma tática amplamente conhecida da extrema-direita, que provoca conflitos em manifestações para gerar conteúdo falso para redes sociais, alimentando a máquina de ódio dos extremistas. Os policiais militares dispararam balas de borracha, lançaram bombas de efeito moral, apontaram armamentos pesados e usaram de truculência física extrema com o objetivo de silenciar os estudantes e impedir a manifestação democrática dentro da UFPR. Um estudante foi ilegalmente preso e outra saiu ferida. Diante da presença do grande número de estudantes, que apenas gritavam palavras de ordem em oposição ao evento, a invasão policial ocorreu arbitrariamente, ou seja, sem justificativa ou autorização e em evidente afronta à autonomia universitária. Em um dos vídeos que circulam pelas redes sociais, um dos policiais militares que faziam a escolta na saída dos palestrantes aponta um armamento pesado em direção ao rosto de estudantes que filmavam a atuação desproporcional da PM. Em 112 anos de história, esta foi a primeira vez que a Polícia Militar ocupou as dependências de nossa centenária Universidade, território de tradição antifascista e de defesa da Democracia, para agredir estudantes violentamente. É um episódio vergonhoso que demonstra a natureza autoritária da Polícia Militar do Paraná, um nefasto resquício da Ditadura Militar em tempos atuais. Diante da gravidade dos fatos, sobretudo diante da evidente ilegalidade e desproporcionalidade da atuação dos policiais, a APUFPR-SSind vem a público exigir, do governador Ratinho Jr. e do Comando da PM-PR, explicações sobre o ocorrido, a efetiva apuração dos fatos e a responsabilização dos envolvidos. Por fim, uma vez que este lamentável episódio está diretamente relacionado à luta contra os golpistas e em defesa da soberania nacional e do Estado Democrático de Direito, assim como à presença de forças policiais e ao uso de violência no espaço da Universidade, esperamos um posicionamento mais firme por parte da Reitoria da UFPR. Diretoria da APUFPR-SSIND [...]
09/09/2025NotíciasTexto rascunhado no GT da Câmara já é tido como pior que o da PEC 32/20 Docentes e demais servidores/as públicos/as organizados nas entidades que compõem o Fonasefe (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais), iniciaram a semana com uma ampla agenda de atividades contra a proposta de Reforma Administrativa em construção no Congresso Nacional, considerada ainda mais nociva do que a PEC 32/20. Na última semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), reafirmou que a proposta é prioridade e deve ser votada ainda neste semestre. Diante disso, servidoras e servidores decidiram intensificar as mobilizações contra a proposta. Um calendário de ações foi aprovado, com destaque para quarta (10) e quinta-feira (11), quando haverá paralisação e atos públicos contra a reforma e em defesa do cumprimento integral do Acordo nº 10/2024. Para Diego Marques, 2º tesoureiro do ANDES-SN, a atual proposta de Reforma Administrativa, discutida em GT na Câmara dos Deputados, coloca em gravíssimo risco não apenas um conjunto de direitos adquiridos pelas servidoras e servidores públicos, mas a própria configuração da democracia brasileira, tal como instituída desde a Constituição de 1988, como democracia de direitos. “Generalizar em todos os níveis da administração pública e em todos os entes federativos formas precarizadas de contratação, por meio da mudança do Art. 37 da Constituição Federal, ou impor homogeneamente Programas de Gestão de Desempenho de caráter quantitativista, às custas da qualidade no atendimento à população e da saúde de trabalhadoras e trabalhadores no serviço público, é, portanto, um ataque generalizado à nossa democracia. A solução é uma só: precisamos mobilizar as categorias e o conjunto da sociedade para resistir a essa reforma”, alerta. O Grupo de Trabalho (GT) responsável pela proposta foi instalado em junho e reúne 18 deputados, sob coordenação de Pedro Paulo (PSD-RJ). A reforma atual ameaça salários, estabilidade, aposentadorias e a própria existência de serviços públicos gratuitos, abrindo caminho para privatizações e aumento da precarização. Segundo o ANDES-SN, há pelo menos 5 pontos críticos da Reforma Administrativa:   1. Precarização generalizada As propostas apresentadas até o presente momento incluem uma tentativa de modificar o Art. 37 da Constituição para remover a expressão “excepcional interesse público” quanto às contratações temporárias. O objetivo é criar um Cadastro Nacional de Contratos Temporários, generalizando o trabalho precarizado, sobretudo em estados e municípios. Na prática, isso significa o fim dos concursos públicos para efetivos e um desmonte dos serviços públicos. 2. Foco na quantidade, não na qualidade Outra proposta já tornada pública é a de estabelecer um sistema de metas por órgão da administração pública, no qual todas as esferas da administração teriam 180 dias a cada ciclo de gestão para estabelecer quais os objetivos a serem alcançados. Além disso, o atendimento das metas seria considerado nos programas de gestão de desempenho (PGDs) das servidoras e servidores. Na prática, isso significa desconsiderar as principais necessidades da população em diferentes regiões ou as peculiaridades de cada serviço público prestado, colocando todo o foco na quantidade de atendimentos e não na qualidade. 3. Estabilidade fragilizada, apadrinhamentos fortalecidos A instituição de programas de gestão de desempenho (PGDs) em todas as esferas da administração e dos sistemas de metas por órgão vai permitir que mesmo servidoras e servidores no topo das carreiras venham a ser demitidos, caso não consigam atingir os objetivos individuais estabelecidos. A soma dessa nova realidade com a generalização dos contratos temporários significa que as servidoras e servidores terão cada vez menos autonomia no exercício do interesse público e que haverá ainda mais espaço para os apadrinhamentos políticos e para o assédio moral. 4. Mais arrocho nos salários, mais ataques às aposentadorias Vinculada à instituição dos programas de gestão de desempenho (PGDs), há uma proposta de converter parte dos salários de servidoras e servidores em bônus de desempenho, constituídos em parte pela avaliação individual e em parte pela avaliação do sistema de metas dos órgãos. Essa proposta vem acompanhada da intenção de instituir uma “tabela única” salarial para as carreiras e um possível achatamento salarial generalizado, que vai prejudicar a renda geral das servidoras e servidores, afetando a economia brasileira. Além disso, não há previsão de que os bônus sejam extensíveis às servidoras e servidores aposentados, o que vai gerar ainda mais deterioração das aposentadorias. 5. Prejuízos para todos, privilégios para poucos No serviço público civil da esfera federal, mais de 36% das servidoras e servidores recebem entre 2 e 6 salários mínimos. A situação é ainda mais grave nos estados e municípios, onde as médias salariais são ainda mais baixas. Todas essas servidoras e servidores serão afetados se as medidas já anunciadas pelo GT forem efetivamente aprovadas. Apesar disso, os parlamentares ligados ao GT têm feito enorme propaganda da reforma como necessária para acabar com supersalários e privilégios que só se aplicam a menos de 0,3% das servidoras e servidores, notadamente na magistratura e no MPU. Com isso, justifica-se o prejuízo para todos, omitindo que haverá manutenção de privilégios para poucos, como no caso das Forças Armadas e alguns outros poucos setores. [...]
09/09/2025NotíciasO professor aposentado da UFPR Lafaiete Neves foi um dos homenageados durante a 75ª reunião ordinária do Conselho da Cidade de Curitiba (Concitiba), no último dia 26 de agosto, no auditório do Ippuc, em Curitiba. A homenagem foi prestada devido à relevância de sua participação como membro do Concitiba por indicação da APUFPR-SSind. No diploma recebido pelo docente, a Prefeitura de Curitiba e o Concitiba agradecem “a sua participação como membro do Conselho e reconhece, como serviço de relevante interesse público, a dedicação às deliberações sobre o planejamento urbano de Curitiba, durante a gestão de 2017 a 2025”. Na mesma solenidade, tomaram posse os 64 novos membros do Concitiba. Em julho passado, o professor Lafaiete foi indicado para tomar assento como conselheiro do Conselho de Mobilidade e Urbanismo de Florianópolis (CONMURB), por indicação da União de Entidades Comunitárias de Florianópolis (UFECO). A APUFPR agradece ao professor pela dedicação e trabalho em prol do bem-estar e da qualidade de vida nas duas capitais. [...]
05/09/2025NotíciasAnálise preliminar das discussões publicizadas sobre a reforma administrativa ANDESBaixar [...]
04/09/2025NotíciasÉ preciso barrar o avanço da proposta de Reforma Administrativa que estão tentando impor goela abaixo dos servidores/as brasileiros/as. Sem amplo debate ou participação democrática, governo federal e Congresso estão acelerando a aprovação de mudanças que visam o desmonte dos serviços públicos. Com a ampliação dos contratos temporários e de empresas terceirizadas, eles querem beneficiar apadrinhados políticos e massacrar os atuais trabalhadores da saúde, da educação e da assistência social. Com essas medidas, quem sai perdendo é a população! Vamos defender o Brasil e os brasileiros/as! Confira a programação: [...]
03/09/2025NotíciasA Assembleia Geral Extraordinária da APUFPR decidiu na última segunda-feira, 01, no auditório do SEPT, em Curitiba, encaminhar ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) da UFPR um documento solicitando a revisão das Resoluções 12/2025 e 13/2025, aprovadas em abril passado, que alteraram os critérios para as progressões nas carreiras do magistério superior e EBTT, respectivamente. A presidente da APUFPR, professora Claudia Mendes Campos, explicou que, no documento, serão destacadas três solicitações. A primeira será a retomada da pontuação para a progressão aos níveis da Resolução 10, de 2014, que vigiam antes das novas regras. O segundo pedido será a ampliação das atividades administrativas aceitáveis para a progressão para professor titular, de 21 para 53 itens, conforme a Resolução anterior. E, terceiro, a assembleia aprovou solicitar que a revisão das Resoluções 12 e 13/2025 seja apreciada e votada pelos docentes em nova assembleia da APUFPR, antes de ser encaminhada para o debate no CEPE. Além da manifestação por escrito ao CEPE, os/as docentes aprovaram o agendamento de uma reunião com a Reitoria e órgãos competentes da UFPR para uma explanação sobre o plano de carreiras proposto pelo ANDES-SN, já homologado em Congresso da entidade nacional. A Assembleia decidiu também providenciar a elaboração de um parecer jurídico sobre as Resoluções 12/2025 e 13/2025, com o objetivo de subsidiar o debate com uma análise mais aprofundada sobre os prejuízos sofridos pelos professores e professoras com as novas regras. Para entender melhor, leia também:• https://apufpr.org.br/2025/08/28/resolucoes-12-e-13-2025-cepe-um-retrocesso-para-a-carreira-docente-na-ufpr/https://apufpr.org.br/2025/08/29/progressao-entre-classes-ufpr-na-contramao-da-luta-docente/ [...]
02/09/2025NotíciasEm palestra ministrada durante o Encontro de Aposentados/as da APUFPR, o tesoureiro geral da entidade, professor Francisco de Assis Marques, antecipou os principais pontos e impactos da Reforma Administrativa que se encontra em discussão na Câmara dos Deputados. Para o professor, a proposta, de caráter ideológico, tem como objetivo a revisão do papel do Estado. “Por isso, ela representa um grande perigo não só para os servidores e servidoras, mas uma ameaça real aos serviços públicos e gratuitos que são essenciais para a construção de uma sociedade mais justa, mais igualitária, onde as cidadãs e os cidadãos sejam tratados como detentores de direitos. É isso que está sendo fortemente atacado por essa Reforma Administrativa”, explicou. A proposta encontra-se em discussão desde maio num Grupo de Trabalho, da Câmara dos Deputados, cujo relatório deverá ser apresentado nesta quarta-feira, 03, durante reunião de uma Comissão Geral da Câmara dos Deputados, que é uma sessão especial em plenário, que interrompe a sessão ordinária do parlamento. O professor Francisco de Assis Marques explicou que o conjunto das propostas a serem apresentadas está contido na PEC 32/2020, que foi apresentada pelo ex-presidente Bolsonaro em plena pandemia e cuja tramitação foi interrompida por falta de apoio. Marques enumerou algumas medidas previstas na Reforma Administrativa. Flexibilização dos mínimos constitucionais – “Eles querem atacar os mínimos constitucionais, ou seja, o Estado ficará livre para “investir” em educação e em saúde apenas o que sobrar. Se hoje nós enfrentamos dificuldades com esses mínimos constitucionais, imagina o que vai acontecer quando eles deixarem de existir. Atualmente, o Estado é obrigado a repassar 18% do orçamento para a educação e 15% para a saúde. Isso vai acabar” Fim da estabilidade e mais apadrinhamentos – “Sem a estabilidade, o servidor passa a ficar muito mais exposto a ações de assédio e perseguições da parte do gestor. Quer dizer, ele fica à mercê de um prefeito, de um vereador, ou qualquer outra autoridade, inclusive em benefício desses políticos e não em benefício da sociedade. O ataque à estabilidade é uma das principais frentes deste projeto”. Contratação temporária – “Municípios e estados já trabalham com esse conceito de contratação temporária. Serão contratações de cinco anos, podendo ser prorrogadas por mais cinco. Aprofundar a precarização das relações de trabalho do funcionalismo é parte fundamental desta Reforma Administrativa. Avaliação de desempenho – “Aqui eu gostaria de chamar atenção porque duas professoras morreram vítimas de infarto no local de trabalho nos dias 30 de maio e 5 de junho, fruto dessa pressão que está ocorrendo nas escolas no estado do Paraná. É esse tipo de avaliação de desempenho que querem implantar. Professoras e professores relatam que são obrigados a preencher planilhas e mais planilhas e não conseguem mais dar aula. Pior ainda, pela proposta, os servidores que figurarem por duas vezes seguidas ou três vezes alternadas na lista de indicadores insatisfatórios serão demitidos.” Redução salarial – “Vejam o que estava acontecendo em São Paulo, com os contratos temporários de professores que podiam ter o salário reduzido. É o que está sendo proposto. Se o professor for contratado para quarenta horas neste semestre, mas no semestre que vem ele tiver só vinte horas, o salário vai ser reduzido pela metade”. Carreiras – “Que carreira? De que carreira estamos falando? Se você não vai valorizar o servidor público, se você vai contratá-lo temporariamente, se você pode demiti-lo a qualquer momento, não tem que haver carreira. É isso que está sendo proposto. Só os servidores que estão nas funções que eles consideram típicas de Estado poderão manter um plano de carreira”. Estágio probatório – O estágio probatório deveria ser uma etapa construtiva em uma visão de carreira longa, em que você detecta virtudes e eficiências, colaborando para que o servidor se fortaleça. Mas eles estão propondo que o estágio probatório aumente de tempo para três anos com a avaliação de desempenho. Mais uma vez, sem estabilidade, será um período em que o servidor estará exposto ao assédio moral, fazendo com que esteja vinculado ao gestor de uma maneira que não deveria ocorrer.” Teletrabalho – “Olha, o que está sendo colocado aqui vinculará o teletrabalho à redução de jornada e de salários. Hoje, nós já temos o Governo propondo que a maior parte do aumento das vagas nas universidades seja via EAD. Você não precisa mais estar em sala de aula. Você pode trabalhar on-line, com redução de jornada e de salário. Então, o teletrabalho está posto com esse objetivo.” Paridade – “Este é um dos principais elementos de organização do Coletivo de Aposentados e Aposentadas, que tem muita razão de ser e de lutar pela paridade. Tentar fazer com que a paridade exista entre os ativos e os aposentados exatamente pela contribuição que todos vocês deram para a Universidade e para a sociedade ao longo da vida. Imagine, numa reforma em que não existe carreira, não existe concurso público, não existe estabilidade, a paridade acabou também. O que vai acontecer com aqueles que são aposentados? Se eles estão extinguindo carreiras, o que vai acontecer com o pessoal aposentado dessas carreiras? Fim das progressões automáticas – “Eu estava um dia comentando sobre as dificuldades que a gente tem para fazer as nossas progressões na Universidade, que deveriam ser automáticas. O que está sendo proposto é que qualquer promoção ou progressão passará a ser condicionada a avaliações de desempenho produtivistas que intensificarão o trabalho acadêmico”. Estado sem papel social – “Essa é uma reforma ideológica. É uma reforma que tem o propósito de transformar o Estado do bem social para o Estado do bem do capital. Que nação nós podemos esperar com esse tipo de reforma? Não vamos ter educação, não vamos ter previdência, não vamos ter saúde e não vamos ter emprego. Estratégia para acelerar a tramitação da Reforma Administrativa – “O relatório do Grupo de Trabalho da Reforma Administrativa deverá ser apresentado como um conjunto de três propostas legislativas: um projeto de lei ordinária, um projeto de lei complementar e uma proposta de emenda constitucional, que ainda não foram divulgados à população. Esse é o grande problema. Eu acho que qualquer mudança que fosse ser efetuada de uma maneira tão contundente, deveria ser antecipada ou antecedida por um grande debate nacional, em que a população tivesse voz”. A apresentação do diretor da APUFPR foi seguida de um debate entre os presentes no auditório da sede da Seção Sindical e participantes da sala virtual pelo aplicativo Zoom. Para o professor, somente uma ampla mobilização da sociedade será capaz de conter o avanço da tramitação das propostas. “Segurar essa reforma este ano seria ótimo, porque o ano que vem é ano eleitoral. Essas reformas não poderiam ser implementadas”, previu. “Espero que essa apresentação, com alguns pontos principais da Reforma Administrativa, incentive o debate para que possamos construir a resistência necessária”, afirmou. Ele lembrou que uma paralisação de 48 horas das instituições federais de ensino superior está marcada para os próximos dias 10 e 11, quando serão realizados atos de mobilização em todo o país. No início do Encontro de Aposentados/as, a presidente da APUFPR, professora Claudia Mendes Campos, apresentou os seguintes informes aos aposentados e aposentadas: 1 – Na próxima reunião do CRAPUFPR, em 10 de setembro, serão apresentadas as prestações de contas dos três anos anteriores (2022, 2023 e 2024). Os dados ficarão disponíveis na página da APUFPR. A atual diretoria também fará a apresentação das contas da entidade no início desta gestão. 2 – Convocação de Assembleia Geral Extraordinária no dia 1º de setembro para discutir a Reforma Administrativa, com análise de conjuntura e propostas de paralisação nos dias 10 e 11 de setembro e de indicativo de greve. 3 – Realização e participação em diversas atividades do Fórum Estadual em Defesa do Serviço Público, como as reuniões semanais e as ações de mobilização contra a Reforma Administrativa. 4 – Participação na criação de uma frente em defesa das licenciaturas, que estão ameaçadas por uma resolução e um parecer do CNE, em conjunto com a PROGRAP. 5 – Confirmação do Jantar das Professoras e dos Professores no próximo dia 17 de outubro, com jantar e almoço no Restaurante Madalosso, em Santa Felicidade, em Curitiba. [...]
02/09/2025NotíciasDocentes da UFPR decidiram aderir à paralisação nacional de 48 horas nos próximos dias 10 e 11 de setembro contra a Reforma Administrativa. A decisão foi tomada em Assembleia Geral Extraordinária da Associação dos Professores da UFPR (APUFPR), na segunda-feira, 01, no auditório do SEPT, em Curitiba, atendendo à convocação feita pelo ANDES-SN e pelo Fórum Nacional das Entidades dos Servidores Federais (Fonasefe). A paralisação de 48 horas é um alerta à população sobre os riscos do avanço das medidas de desmonte dos serviços públicos e de ataques aos servidores e servidoras, em discussão na Câmara dos Deputados. “A proposta de Reforma Administrativa representa uma ameaça não apenas aos professores, não apenas aos servidores públicos, mas para a sociedade como um todo na medida em que visa a destruição dos serviços públicos”, afirmou a presidente da APUFPR, professora Claudia Mendes Campos. Após um intenso debate acerca dos perigos da Reforma Administrativa, os/as docentes presentes decidiram aderir à paralisação com a realização de diversas atividades ao longo das próximas semanas. A principal delas será uma mobilização pública na Praça Santos Andrades, no dia 10 de setembro, com panfletagem e projeção em telão do julgamento do ex-presidente Bolsonaro no STF no período da manhã. A Assembleia Geral aprovou a formação de uma comissão de mobilização que irá percorrer os departamentos e coordenações de cursos dos diversos campi da UFPR para dialogar com a comunidade acadêmica sobre a urgente necessidade da paralisação e ampla participação nas atividades diante das graves ameaças. Para os professores/as, somente uma resistência coletiva e unificada será capaz de revertê-las. Também ficou definida a intensificação das ações de comunicação, tanto nos meios tradicionais, como nos digitais, a respeito dos prejuízos da Reforma Administrativa para a população. Outro ponto definido pela Assembleia Geral foi o encaminhamento de uma moção ao Conselho Universitário da UFPR (Coun) para que inclua na pauta de debates e de votação uma manifestação oficial contrária à Reforma Administrativa. Ainda sobre o tema, os/as docentes decidiram encaminhar ao ANDES-SN um documento com o indicativo de greve como forma de reforçar a mobilização nacional dentro das Universidades. Os/as docentes ratificaram, por fim, as ações das lideranças sindicais do Fórum Estadual em Defesa dos Serviços Públicos, criado recentemente para combater a Reforma Administrativa, como as visitas a vereadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores para que se posicionem contra as medidas em discussão na Câmara dos Deputados. O Fórum tem se reunido semanalmente para definir estratégias e mobilizações dos sindicalistas. [...]
29/08/2025NotíciasEm dezembro de 2012, foi sancionada a Lei 12.772 fixando uma legislação própria que exige avaliação de desempenho para a progressão entre classes na carreira do magistério superior e EBTT. Entretanto, no âmbito da UFPR, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) aprovou, em abril deste ano, as resoluções 12/2025 e 13/2025, que estabelecem uma avaliação restritiva para o cargo de professor titular. Essas vão na contramão dos princípios da carreira docente defendidos pelo ANDES-SN e pela categoria docente na greve de 2012. A Lei nº 12.772/2012, fruto da conquista do movimento docente, passou a dar tratamento para a carreira docente em 13 níveis, incluindo o cargo de professor titular não mais como cargo isolado somente, mas como parte da carreira. A APUFPR, como seção sindical do ANDES-Sindicato Nacional, entende ser importante garantir a carreira única e a chegada dos professores e professoras ao topo das classes antes da aposentadoria. Essas recentes resoluções restringem direitos, especialmente ao definir como encargos administrativos passíveis de serem contabilizados para a passagem a professor titular somente os itens 1 a 21 da tabela. Esses itens dizem respeito a cargos eletivos e comissionados, em sua maior parte. Isso, por um lado, desconsidera as inúmeras tarefas administrativas realizadas pelos docentes (tarefas que têm se intensificado nos últimos anos) e, por outro, restringe o acesso ao cargo de titular pois não há garantia que o professor, mesmo se candidatando, seja eleito a esses cargos. Além disso, ainda que cumpra suas tarefas de ensino, pesquisa e extensão, exige a produção de tese inédita ou memorial, com comprovantes, dificultando o acesso e introduzindo barreiras, assim podendo ter seu direito barrado por uma decisão administrativa interna da UFPR, que tenta ser mais restritiva que a Lei federal superior, a qual não prevê tais limitações. Dessa forma, o CEPE-UFPR acentua a divergência com a luta histórica dos professores e professoras pela progressão automática e aumenta as limitações para alcançar o seu direito à progressão. As resoluções, que afetam diretamente o direito dos docentes, deveriam ter sido tratadas através de processo de participação mais amplo e democrático. Essas resoluções vêm em um momento histórico de achatamento da carreira, de salários e de desvalorização dos professores, em especial dos que se aposentaram no último nível de suas carreiras como adjunto IV e, portanto, ainda lutam pelo reconhecimento e para que seus vencimentos sejam equiparados ao atual último nível. Nesse sentido, a APUFPR propõe aos colegas docentes que se manifestem junto à gestão da Universidade pela retomada do debate e instauração de uma comissão para produção de novas resoluções, com base em amplo processo de discussão com a comunidade docente e sua representação sindical”. [...]
28/08/2025NotíciasAs novas resoluções publicadas pela UFPR em abril de 2025, que regem os critérios de promoção e progressão nas Carreiras do Magistério Superior e EBTT, representam, na prática, um grave retrocesso funcional para os/as docentes da instituição. A APUFPR analisou as alterações promovidas em relação às normas anteriores (Resoluções nº 10/14 e 14/14 do CEPE) e verificou que diversos direitos que antes eram reconhecidos e assegurados foram suprimidos. A Resolução nº 10/14-CEPE previa, por exemplo, a possibilidade de promoção à Classe de Professor Titular com base em critérios objetivos, que permitiam aos/às docentes pleitearem a ascensão funcional mediante a análise de requisitos previamente estabelecidos, de forma mais abrangente e democrática. Já a nova Resolução nº 12/25-CEPE, ao dificultar o acesso à Classe D (Professor Titular) a partir de requisitos mais restritivos, criou obstáculos adicionais para a valorização profissional, desconsiderando inclusive situações de docentes que já haviam preenchido todos os requisitos da norma anterior, violando direitos adquiridos dos professores e professoras. Um dos pontos mais sensíveis das novas normas é a restrição severa das possibilidades de pontuação nas atividades de administração acadêmica. Enquanto as resoluções anteriores permitiam a contabilização de pontos em até 40 diferentes campos de atuação, a nova resolução reduziu esse número para somente 21 campos, eliminando diversas formas legítimas de participação institucional que anteriormente contavam para fins de progressão. Tal medida ignora a multiplicidade de formas de contribuição dos/as docentes à vida universitária e empobrece o reconhecimento institucional da gestão universitária. Na prática, se verificou que somente cargos eletivos ou de administração direta da UFPR (tais como direção de setor ou chefia de departamento, entre outros) serão considerados para obtenção da pontuação mínima exigida para promoção à Classe de Professor Titular. Além disso, houve significativo aumento das exigências de pontuação total (de 180 para 200 pontos) e no último interstício (de 150 para 170 pontos), mantendo-se, contudo, a exigência mínima de 30 pontos em administração acadêmica — que agora se tornou mais difícil de alcançar, justamente por conta da redução de atividades administrativas válidas para pontuação. Ademais, ao manter as Resoluções nº 12/25 e 13/25 (CEPE) em suas formas atuais, a UFPR acabará por desincentivar o desenvolvimento acadêmico e científico da carreira dos/as docentes, desvalorizando trajetórias consolidadas sob o regime normativo anterior, violando os princípios da Irredutibilidade de direitos, da Vedação ao Retrocesso Social e da Segurança Jurídica, consolidados na Constituição Federal de 1988. É evidente que as Resoluções de 2025 devem ser urgentemente reformadas para restabelecer a abrangência e os direitos previstos nas Resoluções anteriores, protegendo direitos históricos conquistados e evitando retrocessos na carreira docente. A APUFPR defende que tais alterações normativas devem ser amplamente debatidas pela categoria docente, em todas as suas instâncias, contando, sobretudo, com a participação ativa da entidade representativa dos professores e professoras da UFPR. Reafirmamos o nosso compromisso com a valorização da carreira dos/as docentes e informamos que levaremos este debate às instâncias competentes, exigindo a revisão imediata das normas e a retomada de critérios justos e compatíveis com os direitos e valorização dos/das docentes. Diretoria da APUFPR-SSIND [...]
28/08/2025NotíciasA Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná – Seção Sindical do ANDES-SN (APUFPR-SSind), entidade representativa da categoria docente, manifesta seu absoluto repúdio à realização, em espaço da UFPR, de evento promovido pela extrema-direita com o objetivo de atacar o Supremo Tribunal Federal e de corroer as instituições democráticas da República Brasileira. O que se apresenta como um “evento acadêmico”, que contará com a presença de figuras políticas abjetas, é mais uma tentativa de transformar o STF em um inimigo fictício da Nação, estratégia que representa ataque direto à soberania nacional e à própria integridade do Estado brasileiro, ao fragilizar o sistema de freios e contrapesos que sustenta a Constituição de 1988. Essa é uma história que se repete, a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa: a tragédia ocorreu em 1964, quando o Brasil foi lançado em uma ditadura militar apoiada pelo governo americano, cujo envolvimento direto foi escancarado na chamada “Operação Brother Sam”. Hoje, a farsa se reproduz nos atos e discursos golpistas da extrema-direita brasileira, alinhada ao governo Trump e à família Bolsonaro, que busca submeter novamente o Brasil a interesses estrangeiros, enfraquecendo as instituições nacionais. Não é coincidência que a mesma extrema-direita que invadiu e vandalizou o STF e os demais poderes da República em 8 de janeiro de 2023, em uma tentativa frustrada de golpe de Estado, hoje ecoe e comemore os ataques de Trump ao Brasil. O recente “tarifaço” imposto pelo governo norte-americano contra produtos brasileiros, ato hostil que inaugura uma guerra tarifária, expõe a clara intenção de manter nosso país em condição de subdesenvolvimento e dependência, prejudicando a economia nacional e a soberania do povo brasileiro. Defendemos que a Universidade Pública, tão atacada e perseguida pela extrema-direita, não pode servir de palco para iniciativas que promovam discursos autoritários e afrontam a Constituição Federal. Conclamamos a comunidade acadêmica, os movimentos sociais e a sociedade brasileira a resistirem a mais essa investida golpista, sempre em defesa da democracia, da soberania nacional e da educação pública de qualidade! Curitiba, 28 de agosto de 2025. Diretoria da APUFPR-SSind [...]
27/08/2025NotíciasAtenção, docentes da UFPR! No próximo dia 1º de setembro, segunda-feira, a APUFPR-SSind irá realizar uma Assembleia Geral Extraordinária para decidir os rumos da mobilização contra a Reforma Administrativa. A plenária ocorrerá de modo estritamente presencial no auditório do Bloco C, do SEPT, no Jardim das Américas, e estará conectada por transmissão on-line com docentes reunidos nas subsedes de Palotina, Toledo, Jandaia do Sul e Matinhos. Com início às 15h30min em primeira convocação, com metade de docentes filiados/as, e às 16 horas em segunda convocação, com qualquer número de docentes filiados/as, o encontro terá como pauta: 1 – Reforma Administrativa: Avaliação de conjuntura e propostas de ação; Paralisação nos dias 10 e 11 de setembro; Indicativo de greve. 2 – Progressão docente: Obstáculos impostos pelas Resoluções 12 e 13/2025, do CEPE. Para participar, compareça em um dos seguintes endereços: Curitiba – auditório do Bloco C (SEPT), Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1.225, Jardim das Américas Palotina – Rua Pioneiro, 2.074, Jardim Dallas Jandaia do Sul – Rua José Francisco Borges, 1.610, Jardim Universitário Toledo – Campus de Toledo (Biopark), Sala 92 Matinhos – Rua Modesto Mendes, 298, Caiobá Juntos somos mais fortes! Contamos com a sua presença. [...]
26/08/2025NotíciasA APUFPR está aperfeiçoando os seus canais de comunicação com filiados/as e docentes da UFPR, bem como com a comunidade em geral. É por isso que estamos lançando uma pesquisa para melhor definir o perfil dos seus seguidores nas redes e demais plataformas. Clique no link https://forms.gle/GjFEttVvmHa4UoyK9 e responda a uma pesquisa em caráter de anonimato. Os resultados serão exclusivamente de uso interno, conforme exige a LGPD. Vamos lá? Agradecemos a sua participação! [...]
22/08/2025NotíciasO ANDES-SN convoca toda a categoria a participar do Plebiscito Popular por um Brasil mais justo! Até 7 de setembro, você pode votar online, ou presencialmente, e dizer SIM: ✅ Pelo fim da escala 6×1 e redução da jornada sem cortar salários✅ Pela isenção do IR para quem ganha até 5 mil e taxação maior para rendas acima de 50 mil A Educação está na linha de frente dessa luta! De 22 a 29/08 acontece a Semana Nacional de Mobilização da Educação pelo Plebiscito Popular. Na próxima terça, 26/08, acontecerá a Plenária Nacional de Mobilização da Educação pelo Plebiscito Popular. O evento será online, com participação aberta a educadoras(es) e estudantes de qualquer nível. O link será divulgado nas redes oficiais do Plebiscito Popular. E, no dia 27/08, ocorrerá o Dia Nacional de Mobilização da Educação pelo Plebiscito Popular. Na programação, teremos o lançamento do Curta “Vida além do trabalho por um Brasil mais justo”, produzido pelo ANDES-SN. 🗓 Data: 27/08 (quarta-feira)🕓 Horário: 10h📍 Local: Armazém do Campo (Setor Comercial Sul, Quadra 1, BL K – Edifício Denasa) Na sequência da exibição do Curta, haverá entrevista coletiva com a participação de entidades sindicais da Educação, entidades estudantis, MST e Coordenação do Plebiscito. Vote aqui: https://plebiscitopopular.org.br/ [...]
22/08/2025NotíciasA Pró-reitora de Graduação e Educação Profissional (PROGRAP), professora Andrea do Rocio Caldas, sugeriu nesta segunda-feira, 18, a criação de um grupo político no âmbito da UFPR para a defesa e manutenção dos 17 cursos de licenciatura da instituição. A proposta surgiu durante os debates da Conversa Aberta sobre Licenciaturas, organizada por decisão de Assembleia Geral da APUFPR, que tratou de recentes medidas administrativas e governamentais que estão afetando esses cursos de uma forma geral. De acordo com a Pró-reitora, mudanças nas estruturas dos cursos têm sido promovidas como efeito da Resolução 4/2024, do Conselho Nacional de Educação, do Ministério da Educação (CNE-MEC), que estabeleceu normas para os cursos de licenciatura, formação pedagógica para graduados não licenciados e segunda licenciatura. No mesmo sentido, o CNE emitiu o Parecer 5/2025 que aprofundou ainda mais alguns direcionamentos previstos na Resolução original. “O Parecer estabeleceu alguns entendimentos que não estavam previstos na Resolução”, afirmou a Pró-reitora, referindo-se a medidas que preveem a migração de currículos entre cursos, o fim da Área Básica de Ingresso (ABI), a prática da extensão somente na escola, a liberação de estágio no primeiro semestre, entre outras. “São decisões que complicam a vida nos cursos de licenciatura”, afirmou. De acordo com a professora, caso nada aconteça em sentido contrário, a extinção da ABI, por exemplo, será inevitável. Andrea Caldas disse que, por isso, há uma grande expectativa pelas respostas do CNE aos questionamentos feitos em maio passado pelo Fórum de Pró-reitores de Graduação (Forgrad). Segundo ela, foram encaminhados pedidos de explicação sobre diversos aspectos da Resolução e do Parecer. Até o momento, porém, não houve nenhum retorno. “Temos conversado, no âmbito do Fórum, para aguardarmos o mês de agosto na expectativa de uma resposta positiva do CNE”, informou. “Se não houver posicionamento até o início de setembro, vamos ter que trabalhar na direção de seguir essas normativas”, disse. Por isso, ela se dispôs a participar da construção de um movimento político em defesa dos cursos de licenciatura como resposta à reivindicação dos presentes para uma ação mais contundente da comunidade acadêmica. Ela disse ser defensora da manutenção dos cursos de licenciatura, mas tem verificado que não há unanimidade a esse respeito mesmo entre os membros do Forgrad. “Nada impede de iniciarmos o debate”, concluiu. VESTIBULAR – O coordenador geral do Núcleo de Concursos da UFPR, professor Marco Randi, informou durante a reunião que uma das medidas para tornar o vestibular da UFPR mais atrativo será a sua realização em uma única etapa, com provas de conhecimentos e de produção de textos sendo realizadas num só dia. Atualmente, o concurso acontece em duas etapas. “Felizmente não vi resistência à realização do vestibular em etapa única”, disse Randi. “Está tudo convergindo para isso”. De acordo com Randi, além da realização em duas etapas, outros fatores contribuem para a queda na procura pelo vestibular da UFPR. Entre eles, o valor da taxa de inscrição, hoje em torno de R$ 200,00. O professor explicou que o NC é um órgão executor e segue decisões tomadas no âmbito dos colegiados superiores da instituição. A taxa de inscrições, por exemplo, é definida pelo Conselho de Planejamento e Administração (Coplad), conforme os custos de realização do vestibular. As inscrições são a única fonte de financiamento do concurso. Sem aporte de recursos orçamentários da UFPR, o NC recorre à realização de concursos públicos para Prefeituras e demais órgãos públicos, apesar de estar sob pressão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para a redução dos custos da prestação desse serviço. “Estamos fazendo todos os esforços para a reduzir os nossos custos de realização de concursos”, disse. Ele lamentou que, dentre essas medidas, está a redução do quadro de pessoal do NC. PARTICIPAÇÃO – Durante os debates, diversos professores e professoras fizeram considerações, críticas e perguntas acerca dos temas tratados tanto pela Pró-reitora da Prograp, como pelo coordenador do NC-UFPR. “Estabelecemos um diálogo franco com a administração da Reitoria, em que nossas diferenças ficam claras, no entanto, com a possibilidade de permanecermos na luta, uma vez que os nossos objetivos são os mesmos”, disse a presidente da APUFPR, professora Claudia Mendes Campos. A Conversa Aberta sobre Licenciaturas foi um evento realizado por deliberação da Assembleia Geral da APUFPR, em maio passado, quando o assunto da ABI foi discutido entre os/as docentes presentes. “Esta foi uma atividade bastante especial porque foi a primeira desta gestão provocada por uma demanda que surgiu da realidade vivida pela própria categoria”, avaliou a presidente. “Isso mostra a capacidade de mobilização e a força da nossa Seção Sindical”. [...]
15/08/2025NotíciasO Conselho de Representantes da APUFPR (CRAPUFPR) aprovou o envio de uma moção ao Conselho Universitário da UFPR (Coun) solicitando que seja incluída na pauta de votação uma manifestação institucional com posicionamento contrário à Reforma Administrativa, que se encontra em discussão na Câmara dos Deputados, em Brasília. A deliberação foi tomada em reunião do CRAPUFPR na última terça-feira, 12. Um dos temas mais urgentes do momento na pauta sindical de todo o país, a Reforma Administrativa está no centro dos debates promovidos pela APUFPR-SSind nas últimas semanas. Na moção ao Coun, os/as docentes vão solicitar para que a Reitoria provoque um posicionamento contrário também da Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). “É preciso que a Reitoria se posicione em relação a essa nefasta proposta”, disse o presidente do CRAPUFPR, professor Marco Aurélio Mello. Logo após uma palestra sobre a Reforma Administrativa, ministrada pelo professor Rogério Miranda Gomes, do Departamento de Saúde Coletiva, do Setor de Ciências da Saúde, da UFPR, diversos/as docentes manifestaram suas contrariedades em relação às medidas em discussão no Congresso Nacional. O principal alvo das críticas tem sido a possiblidade de ampliação do número de servidores temporários e a contratação de empresas terceirizadas para a execução de serviços fim. “Da forma como está sendo proposta, nos termos da PEC 32/2020, a Reforma Administrativa vai certamente precarizar e fragilizar enormemente os serviços públicos prestados à população”, disse Marco Aurélio Mello. PALESTRA – O palestrante, professor Rogério Miranda Gomes, lembrou que a PEC 32/2020 foi apresentada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e foi arquivada perante a forte resistência dos movimentos sociais e setores mais avançados da sociedade “É esta proposta que está sendo requentada agora”, descreveu. Dentre os diversos retrocessos e ataques a direitos conquistados, estão a regulamentação da contratação pelo regime da CLT e de servidores temporários. Para o professor, estas duas formas de contratação irão fatalmente retirar direitos e conquistas no serviço público, como a estabilidade no emprego. “O Regime Jurídico Único continuará existindo, mas a CLT deverá passar a ser a forma generalizada de contratação de servidores e servidoras”, afirmou. A palestra completa do professor Rogério Miranda Gomes está disponível no canal da APUFPR no YouTube (www.youtube.com/@apufpr). REITORIA – Convidado pelo CRAPUFPR a participar do debate, o reitor da UFPR, professor Marcos Sunye, enviou o chefe de gabinete da Reitoria, professor Mario Message, como representante. Ao comentar sobre a Reforma Administrativa, Message destacou a valorização do servidor público para a qualidade dos serviços prestados. “Se temos universidades públicas que produzem mais de 90% das pesquisas do país, é porque temos professores, pesquisadores e servidores com estabilidade e apoio institucional”, disse. Deixando evidente que se trata de uma opinião pessoal e não da Reitoria, ele comentou que as terceirizações nos órgãos públicos “premiam os empresários que exploram os trabalhadores”. “É uma tragédia porque os exploradores da mão-de-obra vão oferecer um serviço muito ruim”, concluiu. Message reiterou a disposição da Reitoria de manter o diálogo, ainda que haja divergências entre a gestão da UFPR e o Sindicato. “Estamos abertos para ouvir as críticas e tentarmos construir as pontes e as alianças necessárias para a nossa instituição”, afirmou. PALOTINA – A reunião do CRAPUFPR também aprovou a continuidade dos trabalhos da Comissão, formada em abril passado, para apurar a doação pela diretoria anterior de móveis e eletrodomésticos que se encontravam na subsede da APUFPR em Palotina. Até o momento, -se que o patrimônio havia sido destinado a uma Paróquia de Cascavel, cujo recibo de doação foi emitido no dia 25 de março passado. Além disso, também foi constatado que algumas louças e utensílios domésticos que se encontravam na subsede não foram localizados. A Comissão é composta pelas professoras Sandra Mara Alessi, de Curitiba, Marise Fonseca dos Santos e professor Roberto Portes, ambos do Setor Palotina. Os/as docentes lamentaram que, além da baixa no patrimônio, a APUFPR tenha desativado alguns ambientes funcionais da subsede com a doação dos móveis e eletrodomésticos. NEGOCIAÇÃO – Como inclusão de pauta da reunião, também foi apresentado um histórico das negociações ocorridas com a operadora de planos de saúde Amil, que resultou no reajuste de 11,49%, bem abaixo do que a empresa havia exigido. De acordo com o Tesoureiro Geral da APUFPR, professor Franciso de Assis Marques, a vitória histórica foi resultado da união das entidades representativas de trabalhadores (APUFPR, Sinditest-PR, Asufepar e Sindiedutec) e do apoio de uma assessoria jurídica especializada que apresentou os cálculos conforme cláusulas contratuais. INFORMES – Entre outros informes apresentados na reunião, a presidente da APUFPR, professora Claudia Mendes Campos, destacou a realização de uma conversa aberta sobre licenciaturas com a presença da Pró-reitora de Graduação e Educação Profissional (PROGRAP), professora Andrea Caldas, no próximo dia 18 de agosto, às 16 horas, na sede da Seção Sindical, com transmissão pelo canal da APUFPR, no YouTube. Também ficou decidida a antecipação da data para a realização da reunião de outubro do CRAPUFPR, que será no dia 9 e não mais no dia 16. [...]
12/08/2025NotíciasNos dias 15 e 16 de agosto, acontecerá o Seminário Reforma Administrativa: Destruição dos Serviços Públicos e dos Direitos dos/as Servidores/as, organizado pelo Fonasefe. A atividade irá reunir servidores das esferas federal, estaduais e municipais. Vamos discutir os principais ataques contra os serviços públicos e traçar as próximas mobilizações contra as Reformas Administrativas em curso. O seminário terá formato híbrido, online e presencial. Os representantes sindicais que não puderem comparecer presencialmente, poderão participar remotamente, via Zoom, bastando fazer inscrição aqui: https://tinyurl.com/y4bc8xf4 O evento será transmitido pelo canal do Fonasefe no Youtube (@fonasefe). Leia também a nota de Repúdio à condução do Grupo de Trabalho da Reforma Administrativa no site do Fonasefe. Link na bio. Publicação do @fonasefe.oficial [...]
12/08/2025NotíciasA reunião do Conselho de Representantes da APUFPR (CRAPUFPR), que acontece hoje, 12, será aberta para um debate sobre a Reforma Administrativa com nossos filiados e filiadas. Participe e fique por dentro das propostas que estão ameaçando toda a estrutura dos serviços públicos e os direitos do funcionalismo. Venha assistir à palestra do professor Rogério Miranda e participar de um debate sobre essas temerosas medidas que estão em discussão na Câmara dos Deputados. Vamos juntos resistir em defesa dos serviços públicos gratuitos e de qualidade. [...]
11/08/2025NotíciasA APUFPR-SSind realiza na próxima segunda-feira, 18, às 16 horas, no auditório da Seção Sindical, uma reunião aberta para discutir com a comunidade acadêmica da UFPR as recentes medidas e a atual situação das políticas de permanência estudantil na instituição. O debate contará com a presença da Pró-reitora de Graduação e Educação Profissional (Prograp), professora Andrea do Rocio Caldas, convidada para apresentar o posicionamento da atual Reitoria. Na pauta de discussões, estão previstos temas como a decisão do Coun que alterou as normas de ingresso nas licenciaturas e bacharelados, o elevado custo do vestibular, a evasão de estudantes, o não preenchimento de vagas discentes e o fechamento de vagas em cursos dos campi avançados. “Todos esses temas são fundamentais para o ensino na UFPR, já que impactam diretamente na presença e na permanência dos estudantes nos nossos cursos”, explica a presidente da APUFPR, professora Claudia Mendes Campos. A realização da reunião aberta foi uma deliberação da Assembleia Geral da APUFPR que aconteceu no último dia 19 de maio, logo após a posse da atual diretoria da entidade. “Este evento tem como objetivo aprofundar um debate iniciado por professores e professoras, presentes na nossa Assembleia Geral, que demonstraram extrema preocupação com algumas decisões recentes voltadas para as políticas de permanência na UFPR”, destaca a professora. [...]
06/08/2025NotíciasNo próximo Encontro de Aposentados da APUFPR, vamos tratar da Reforma Administrativa que se encontra em discussão na Câmara dos Deputados, em Brasília. O assunto tem despertado a preocupação das lideranças sindicais e políticas que defendem um serviço público universal, de qualidade e gratuito. Isso porque a ala conservadora do Congresso Nacional pretende a flexibilização das contratações de novos/as servidores/as para facilitar os apadrinhamentos, a corrupção e o uso político dos órgãos públicos. Retirando direitos e garantias dos servidores estáveis, será inevitável a alta rotatividade no funcionalismo, provocando queda na qualidade dos serviços ofertados. Também vamos continuar conversando com a assessoria jurídica da APUFPR sobre o reenquadramento / reposicionamento de aposentados/as nos níveis atuais da carreira do magistério superior e EBTT. Compareça e venha participar dos debates sobre esses importantes temas. Caso não possa estar presente, acesse a reunião no modo remoto por meio de uma sala virtual no aplicativo Zoom. O link será disponibilizado por e-mail nas vésperas do Encontro. [...]
04/08/2025NotíciasÉ com profundo pesar que a diretoria da APUFPR registra o falecimento da professora aposentada Heloísa Lück, do Departamento de Planejamento e Administração Escolar (DEPLAE), da UFPR, uma das mais influentes estudiosas brasileiras da gestão educacional, formação de lideranças escolares e desenvolvimento humano. Além do profícuo legado acadêmico e produção intelectual, a docente teve atuação marcante como diretora do Centro do Desenvolvimento Humano Aplicado (CEDHAP). Atuou também no Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). Doutora em Educação pela Columbia University, nos Estados Unidos, e pós-doutora pela George Washington University, Heloísa Lück dedicou sua carreira à formação de professores, gestores e técnicos de redes estaduais e municipais. Autora de dezenas de títulos, boa parte publicada pela Editora Vozes, esteve ao longo de década à frente de seminários, programas de formação continuada e na construção de políticas públicas voltadas à valorização da escola como espaço de desenvolvimento humano e social. Defensora incansável da articulação entre teoria e prática, foi pioneira ao tratar da liderança pedagógica como eixo estruturante da gestão escolar democrática. O trabalho de Heloísa Lück é reconhecido por educadores, gestores e pesquisadores de todo o país. “Sua obra e seu exemplo continuarão a orientar gerações de profissionais comprometidos com uma educação pública de qualidade, voltada para a formação integral de crianças, jovens e adultos”, afirmou, em nota de homenagem, o Instituto Paulista de Educação. A APUFPR se solidariza com familiares, parentes e amigos pela perda imensurável. [...]
31/07/2025NotíciasUma mobilização conjunta da APUFPR-SSind, Asufepar, Sinditest-PR e Sindiedutec conseguiu barrar o reajuste abusivo pretendido pela Amil nos convênios coletivos dos/as filiados/as a essas entidades. Depois de uma difícil negociação que culminou com a ameaça de uma ação judicial, a operadora de planos de saúde recuou e aceitou o reajuste de 11,49%, calculado com base em cláusulas contratuais. A empresa pretendia obter um aumento de 24,87%. “Foi uma vitória muito importante para as entidades que demostraram firmeza e coesão porque estavam amparadas na Lei e na força das categorias”, disse o diretor da APUFPR, professor Francisco de Assis Marques, durante reunião de filiados/as e diretorias das entidades envolvidas, que aconteceu nesta quarta-feira, 30, na sede da Seção Sindical. No encontro, os/as conveniados/as agradeceram pela atuação das lideranças responsáveis pelas negociações. Inicialmente, a Amil exigiu um reajuste de 31,57%, reduzindo posteriormente o índice para 29% e chegando a uma “proposta final” de 24,87%. Inconformadas, sob orientação de um escritório de advocacia especializado em Planos de Saúde, as diretorias das entidades apresentaram no dia 16 de julho uma notificação extrajudicial contra a Amil, demonstrando com os cálculos técnicos baseados nas cláusulas do contrato, que o valor de reajuste deveria ser de 11,49%. A operadora do plano de saúde mostrava-se, porém, irredutível. Até que no dia 25 de julho, data em que a ação seria ajuizada, a operadora do plano de saúde enviou um e-mail aceitando o pedido de reajuste, em que admitiu exatidão dos cálculos apresentados pelas entidades. “Conforme tratativa na data de hoje, revisitamos o contrato, e estaremos seguindo com o reajuste de 11,49%, conforme cláusula contratual”, anotaram na mensagem eletrônica. [...]
25/07/2025NotíciasAs diretorias da APUFPR-SSind, do SINDITEST-PR, da ASUFEPAR e do SINDIEDUTEC-PR informam que, após intenso processo de negociação coletiva e mobilização institucional, a operadora AMIL aceitou a contraproposta apresentada pelas entidades, com índice final de reajuste fixado em 11,49%. Trata-se de uma importante vitória das categorias, alcançada por meio de argumentação técnica consistente, articulação política e firmeza negocial. O percentual inicialmente proposto pela operadora era de 31,57%, índice que se mostrava flagrantemente desproporcional frente à realidade contratual e ao cenário de mercado. Para prestar os devidos informes sobre o encerramento das tratativas, bem como para debater o prosseguimento da execução contratual e estratégias futuras de acompanhamento, realizaremos uma reunião híbrida, com café e confraternização entre as categorias. 📅 Data: quarta-feira, 30 de julho de 2025🕒 Horário: 14h📍 Local: Sede da APUFPR – Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1193 – Jardim das Américas – Curitiba/PR 💻 Participação virtual:https://us02web.zoom.us/j/81688826491?pwd=6EEoOfhb6RbVfTHe8h9bppcvquLdUr.1 Contamos com a participação de todas e todos! [...]
25/07/2025NotíciasNesta sexta-feira, 25 de julho, celebramos o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, uma data de resistência, reconhecimento e valorização da luta histórica dessas mulheres por justiça, igualdade e visibilidade. É um momento para afirmar identidades, romper silenciamentos e ampliar vozes que, por séculos, foram marginalizadas. A mulher negra latino-americana e caribenha carrega em si a força de gerações que resistiram à opressão, ao racismo e ao sexismo. Mais do que uma data simbólica, este é um chamado para refletirmos sobre a importância da equidade, do respeito às identidades e da valorização da diversidade étnico-racial. [...]
24/07/2025NotíciasO ANDES-SN participará da 2ª Reunião da Mesa Setorial de Negociação Permanente no âmbito do Ministério da Educação (MEC), convocada para o dia 29 de julho, às 9h30. A mesa tem como objetivo retomar as negociações iniciadas em 12 de maio entre o governo federal e as entidades representativas da educação federal. Para esta nova rodada, no entanto, a pauta foi definida unilateralmente pelo MEC e inclui três temas principais: informes gerais, com destaque para os encaminhamentos relacionados à democratização das Instituições Federais de Ensino; a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 96/2019, que estabelece a obrigatoriedade de execução do orçamento destinado à manutenção e desenvolvimento do ensino, impedindo cortes e contingenciamentos; e a construção de um novo Plano Nacional do Livro Didático (PNLD), com participação ativa das comunidades escolares e acadêmicas, garantindo a preservação dos conteúdos e a inclusão de todos os componentes curriculares. Conforme a Circular 297/2025, o ANDES-SN seguirá cobrando do governo federal, em conjunto com outras entidades do setor, o cumprimento integral do acordo de greve, assinado em 2024. Protocolo no MECNa próxima quinta-feira (24), às 10 horas, as entidades do setor da Educação Federal – ANDES-SN, Fasubra e Sinasefe – realizarão um ato simbólico no MEC, para marcar o protocolo de um ofício conjunto no qual criticam a pauta imposta pelo governo para a reunião e apontam os temas que julgam mais urgentes serem debatidos e encaminhados.ManifestaçãoPara pressionar o governo a implementar os compromissos assumidos, o ANDES-SN convoca todas as seções sindicais a participarem do ato público organizado pelo Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Públicos Federais (Fonasefe), que será realizado em frente ao MEC, localizado no Bloco L, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), no mesmo dia e horário da reunião. As seções sindicais que enviarem representantes para o ato na capital federal devem comunicar, de acordo com a circular, à secretaria nacional do ANDES-SN, informando os nomes e contatos das e dos docentes que participarão, para organizar as intervenções do Sindicato Nacional. Mesa SetorialA 1ª Reunião da Mesa Setorial de Negociação Permanente no âmbito do MEC foi realizada no dia 12 de maio deste ano. Na ocasião, as entidades da Educação cobraram o cumprimento imediato dos pontos do Acordo de Greve ainda pendentes, com destaque para a revogação do Decreto 1590/2005, que trata do controle de frequência de docentes do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT). Desde dezembro de 2024, o texto com a alteração do decreto está parado na Casa Civil. Outro ponto importante destacado no encontro foi a publicação da portaria que substituirá a 750/2024, que substituiu a 983/2020, e que trata da regulamentação das atividades docentes no âmbito da carreira docente EBTT. Apesar da finalização da minuta pelo grupo de trabalho instituído no acordo de greve, a portaria ainda não foi publicada. A pauta da reunião também incluiu o debate sobre a democratização das instituições federais, entre outros temas considerados prioritários pelas entidades. [...]
24/07/2025NotíciasNa última segunda-feira, dia 21 de julho, os apaixonados pela dança de salão tiveram um motivo a mais para celebrar: o Dia do Dançarino de Salão. Para marcar a data, os alunos e alunas do curso de dança de salão da APUFPR participaram de um animado café de confraternização, repleto de alegria, integração e muita gratidão. O encontro teve como objetivo valorizar o esforço e a dedicação de cada participante, além de fortalecer os laços construídos ao longo das aulas. Em um ambiente acolhedor e descontraído, os dançarinos compartilharam histórias, memórias e, claro, alguns passos de dança que não poderiam faltar. Participe das aulas gratuitas que acontecem nas noites das segundas e quartas-feiras, sob coordenação da professora Tatiane Asinelli. Faça a sua inscrição! [...]
23/07/2025NotíciasO Fórum Estadual em Defesa do Serviço Público irá realizar uma ação de conscientização e mobilização contra o avanço das propostas de Reforma Administrativa em discussão na Câmara dos Deputados. A atividade unificada, que contará com a participação de sindicatos acontecerá na Boca Maldita, na Avenida Luiz Xavier, no Centro de Curitiba, no próximo dia 29 de julho, das 10 às 14 horas. De acordo com os sindicalistas, a Reforma Administrativa irá prejudicar diretamente a população com uma imediata perda na qualidade dos serviços prestados pelo setor público. As propostas visam a desvalorização dos servidores e dos serviços públicos por meio da precarização das relações de trabalho, com a ampliação das contratações pela CLT, de servidores temporários e de empresas terceirizadas, o que resultaria em grande rotatividade de servidores. Os sindicalistas alegam que, com essas medidas, o objetivo da ala conservadora do Congresso Nacional é o de facilitar apadrinhamentos e indicações políticas para a contratação de novos servidores. A maior parte destas medidas, na verdade, está sendo “requentada” pela Câmara dos Deputados. Elas faziam parte da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 32, de 2020, apresentada durante o governo do ex-presidente Bolsonaro. A PEC encontrava-se parada por ter sido duramente rejeitada na época pelos movimentos populares e sindical. Essas propostas voltaram à tona com a convocação de um Grupo de Trabalho feita pelo presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta (Rep-PB), em maio passado. O GT ficou de apresentar um relatório durante o mês de agosto. TERCEIRIZAÇÃO – Um caso notório do fracasso das terceirizações aconteceu recentemente com os Restaurantes Universitários (RU’s) da UFPR, onde a empresa Cozinha Gourmet, com menos de seis meses de contrato, abandou o serviço de fornecimento de mais de 6 mil refeições diárias para estudantes, técnicos administrativos e docentes, sem nenhuma explicação. Além de fragilizar as relações de trabalho com os cortes de garantias, a Reforma Administrativa pretende implantar avaliações de desempenho para cumprimento de metas, sem estabelecer parâmetros de qualidade para os serviços públicos.  o que irá gerar situações de assédio e de perseguições. NACIONAL – A mobilização contra as propostas da Reforma Administrativa está sendo convocada em todo o país pelo Fórum Nacional das Entidades dos Servidores Federais (Fonasefe), com o objetivo de alertar a sociedade sobre os perigos das medidas e promover a valorização do serviço público. Além de uma panfletagem e de chamar a atenção da população na Boca Maldita, em Curitiba, os sindicalistas do Fórum Estadual em Defesa do Serviço Público preparam uma série de outras atividades para as próximas semanas. [...]
22/07/2025NotíciasOs filiados/as da APUFPR, Asufepar, Sinditest-PR e Sindiedutec-PR, vinculados/as à operadora de planos de saúde Amil, aprovaram a possibilidade de ingressarem na Justiça contra a proposta de reajuste anual do convênio, considerada abusiva e fora dos parâmetros contratuais. A decisão foi tomada nesta segunda-feira, 21, em Assembleia Geral Comunitária Híbrida. Nos últimos meses, as diretorias das quatro entidades vêm conduzindo negociações com a Amil, em que chegaram a um impasse em relação ao índice de reajuste. Enquanto a operadora exige um aumento de 24,87%, as entidades demonstram que, pelos termos contratuais, esse índice seria de 11,49%. Na semana passada, uma notificação extrajudicial, com todas as alegações técnicas e financeiras estabelecidas nos contratos, foi enviada à Amil para que acate o pleito das entidades sindicais e associativa. Caso a empresa não responda ou mantenha a proposta com o elevado índice, as diretorias foram autorizadas pela Assembleia Geral a ingressarem na Justiça para assegurarem o reajuste dentro dos limites contratuais. O advogado Ayrton Ruy Giublin Neto, que representa os quatro grupos de conveniados/as, explicou que, de acordo com a cláusula 9.2 do contrato, o reajuste anual deve ocorrer nos seguintes termos: se a sinistralidade for inferior ou igual a 70%, o reajuste se dará pela variação anual do IGP-M; se, por outro lado, a sinistralidade for superior a 70%, o reajuste será o percentual necessário para o seu retorno ao ponto de equilíbrio contratual (70%). Dentro desses parâmetros e conforme dados apresentados pela própria Amil, os cálculos apontam para um reajuste de 11,49%. “A proposta de reajuste formulada pela Amil, no percentual de 24,87%, é, portanto, manifestamente abusiva, eis que utiliza critérios definidos unilateralmente, sem a devida transparência e contrários à pactuação expressa do critério de reajuste constante da Cláusula 9 do Contrato”, anotou o advogado na notificação extrajudicial. No documento, o advogado reitera a disposição das quatro entidades de resolverem a questão de forma amigável “de modo a preservar a relação contratual estabelecida e mantida há muito tempo”. A Assembleia Geral Comunitária Híbrida ocorreu de forma presencial no auditório da APUFPR, em Curitiba, com participação virtual de associados/as também por meio do aplicativo Zoom. Todos/as tiveram o direito a voto. As entidades envolvidas são a Associação dos Professores da UFPR – Seção Sindical (APUFPR-Ssind), Associação dos Servidores da UFPR (Asufepar), Sindicato dos Trabalhadores em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado do Paraná (Sinditest-PR) e Sindicato dos Trabalhadores da Educação Básica, Técnica e Tecnológica do Estado do Paraná (Sindiedutec-PR). [...]
18/07/2025NotíciasDe forma sorrateira e na calada da noite, a Câmara dos Deputados aprovou na madrugada de quinta-feira, 17, o PL da Devastação, na tentativa de promover o maior retrocesso da legislação ambiental dos últimos tempos. Com medidas absurdas, como a Licença Ambiental Especial (LAE) e a autodeclaração do empreendedor, o texto aprovado afrouxa todas as regras de proteção ambiental, sem que haja estudos ou relatórios sobre os impactos de pequenos a grandes investimentos. O pacote coloca em risco a proteção das populações tradicionais, ameaça a preservação de sítios arqueológicos, enfraquece os órgãos de fiscalização, dentre outras medidas que “abrem as porteiras” para a destruição do meio ambiente. APUFPR se alia aos setores avançados da sociedade e defende o VETO TOTAL ao PL da Devastação. [...]
17/07/2025NotíciasAtenção, filiados/as da APUFPR-SSind, do SINDITEST-PR, da ASUFEPAR e do SINDIEDUTECPR com vínculos com o plano de saúde Amil. As diretorias dessas quatro entidades estão convocando uma Assembleia Geral Comunitária Híbrida, na próxima segunda-feira, 21, às 13h30min, em primeira chamada, e às 14 horas, em segunda chamada, para tratar dos seguintes assuntos: Informes da negociação do contrato com a Amil; Deliberação sobre notificação extrajudicial à operadora; Deliberação sobre possível judicialização da questão. A assembleia acontecerá no modo presencial no auditório da APUFPR, na rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1.193, bairro Jardim das Américas, em Curitiba, e poderá ser acompanhada no modo virtual, com direito a voto, pelo link: https://tinyurl.com/yc2txtk9 A convocação ocorre diante do impasse com a Amil que insiste num reajuste de 24,87% sobre os valores do plano de saúde coletivo. Abusivo, o índice está fora de qualquer parâmetro razoável do mercado. Contamos com a participação de todos/as para a deliberação dos próximos passos na defesa dos direitos dos/as trabalhadores/as e da sustentabilidade do contrato de saúde suplementar. Leia a íntegra da convocação da Assembleia Geral Comunitária Híbrida no Edital. EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL COMUNITÁRIA – AMIL (3)Baixar [...]
16/07/2025NotíciasAumenta em todo o país a pressão dos servidores públicos federais, estaduais e municipais no sentido de barrar o avanço das propostas de Reforma Administrativa em discussão na Câmara dos Deputados, em Brasília. Em Curitiba, lideranças de diversos sindicatos realizaram nesta terça-feira, 15, no pátio da Reitoria da UFPR, um ato público convocado pelo Fórum Estadual em Defesa do Serviço Público contra as medidas propostas. A manifestação foi a primeira ação conjunta dos sindicatos que estão preparando diversas atividades daqui por diante. O objetivo do Congresso Nacional é atacar conquistas e direitos do funcionalismo por meio da flexibilização da contratação de novos servidores públicos com o uso da CLT, de contratos temporários e da terceirização. A intenção é acabar com as garantias do Regime Jurídico Único (RJU), em especial contra a estabilidade. “É preciso explicar para a população os malefícios dessa Reforma Administrativa que irá afetar diretamente a qualidade dos serviços públicos, em especial, nas áreas da saúde, da educação, da segurança pública e da assistência social”, alertou a secretária geral da APUFPR, professora Sandra Mara Alessi. Ela ressaltou ainda que a precarização nos contratos do funcionalismo facilitará as indicações políticas para a ocupação de vagas no serviço público. “Estamos dando início a um trabalho de conscientização e mobilização da sociedade contra este ataque ao setor público, contrapondo principalmente os argumentos de que a Reforma Administrativa irá reduzir custos e melhorar a eficiência, o que é uma falácia”, afirmou o coordenador geral do SindiSaúde, Giordano Pedro de Oliveira. Segundo ele, o Fórum Estadual irá organizar diversas ações para chamar a atenção da sociedade. O ato público contou com uma palestra sobre os impactos da Reforma Administrativa ministrada pelo professor Rogério Miranda Gomes, do Departamento de Saúde Coletiva, do Setor de Ciências da Saúde, da UFPR. A íntegra da palestra será disponibilizada nos próximos dias no Canal da APUPFR no YouTube (www.youtube.com/@apufpr). Além do palestrante e das lideranças da APUFPR e do SindiSaúde, fizeram parte da mesa diretora do ato público os diretores do SINDUTFPR, Edson Domingos Fagundes, do Sinjutra, Renato Celso Moreira, e do Sinditest-PR, Antonio Neris de Souza. Os sindicalistas voltam a se reunir nesta quarta-feira, 16, para uma nova rodada de articulações em defesa do serviço público de qualidade. PARA ENTENDER – A discussão extemporânea da Reforma Administrativa teve início em 28 de maio por determinação do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicados-PB), que criou um Grupo de Trabalho para apresentar um relatório no prazo de 45 dias. Esse prazo se encerraria nesta terça-feira, 15, quando o GT deveria se reunir para a apresentação de uma proposta legislativa para a implantação das mudanças. [...]
14/07/2025NotíciasNa manhã desta segunda-feira (14), ao chegarem em seu local de trabalho, os trabalhadores e trabalhadoras do Restaurante Universitário Central da UFPR foram surpreendidos com a ausência dos equipamentos da cozinha por parte da empresa Cozinha Gourmet LTDA., que, de forma unilateral e sem qualquer aviso prévio, rescindiu o contrato de prestação de serviços com a Universidade. Tal atitude, além de ilegal e violadora de obrigações contratuais, evidencia o completo desrespeito dos donos da empresa para com os trabalhadores e a comunidade universitária. A empresa já vinha, há meses, operando de forma precarizada, com atrasos reiterados de salários, falta de fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e insuficiência de insumos básicos para o cumprimento do cardápio ofertado nos RUs. É mais um revoltante exemplo do modelo de terceirização irresponsável que vem sendo adotado crescentemente na administração pública, alinhado à lógica da Reforma Administrativa que avança na Câmara dos Deputados atualmente: um projeto de desmonte dos serviços públicos, voltado a atender os interesses do grande capital financeiro, às custas da dignidade dos trabalhadores, dos estudantes e da população. A APUFPR esteve em contato com os trabalhadores desde as primeiras horas da manhã e seguirá acompanhando a situação, prestando toda a assistência necessária à categoria, inclusive no que diz respeito à responsabilização da empresa pelos danos causados. Esperamos que a Reitoria da UFPR adote medidas imediatas para garantir a continuidade dos serviços dos RUs, a responsabilização da empresa pelos prejuízos gerados e a proteção aos direitos dos trabalhadores afetados por esta conduta abusiva. Conclamamos toda a comunidade universitária a participar do ato público que será realizado amanhã (terça-feira, 15/07), às 9h, no pátio da Reitoria da UFPR, em defesa do serviço público e contra a Reforma Administrativa. Curitiba, 14 de julho de 2025. Diretoria da APUFPR-SSind [...]
11/07/2025NotíciasMais um momento de descontração e confraternização entre os associados/as da APUFPR. Desta vez, um Café Julino celebrou as tradições e a amizade na subsede de Jandaia do Sul, na manhã desta terça-feira, 8. Com uma decoração festiva e muitas comidinhas típicas, o encontro serviu também para um bom começo de férias dos/as docentes. [...]
11/07/2025NotíciasAs lutas em defesa da educação pública, da carreira docente e do meio ambiente estarão no centro da discussão do 68º Conad, que começa hoje, 11, em Manaus (AM), e acontece até domingo, 13. Com o tema central “Unificar as lutas anticapitalistas: contra o colapso socioambiental, em defesa da vida e da educação pública”, o encontro ocorrerá no Setor Norte do campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). A expectativa é que o evento reúna cerca de 360 participantes, entre docentes, representantes de entidades convidadas, assessores e assessoras de comunicação e jurídicos. O 68º Conad é organizado pela Associação dos Docentes da Ufam (Adua-Seção Sindical). Segunda maior instância deliberativa do ANDES-SN, o Conad reúne docentes para atualizar os planos de lutas geral e setoriais da categoria e votar as prestações contas da entidade. Nesta edição, a programação inclui também a cerimônia de posse da nova diretoria do ANDES-SN para o biênio 2025-2027. DELEGAÇÃO DA APUFPRPara a nova diretoria da APUFPR-SSind, o 68º Conad possui uma significação especial. Além da participação nas atividades oficiais do encontro, a delegação irá restabelecer as relações institucionais com a maior representação nacional de docentes do ensino superior, que é o ANDES-SN. “É muito importante para o conjunto de docentes da UFPR que a nossa Seção Sindical esteja alinhada com o ANDES-SN no sentido da unificação nacional das lutas e do fortalecimento da nossa categoria, que é responsável por mais de 90% da produção científica do país”, afirmou a presidente da APUFPR, professora Claudia Mendes Campos, eleita delegada da Seção Sindical, com direito a voz e voto durante as plenárias do 68º Conad. A delegação é composta ainda pelos/as professores/as Leandro Portz, de Palotina; Raimundo Tostes, de Jandaia do Sul; Vitor Marcel Schülli e Renata Bellenzani, ambos de Curitiba; e Antonio Gondim, representando os (as) aposentados (as), que atuarão como observadores/as com direito a voz. PRINCIPAIS TEMASA realização do encontro no Amazonas coloca a região em evidência e representa uma importante oportunidade de ampliação do debate sobre as complexas questões socioambientais no meio acadêmico. É importante conhecer a região para discutir essas temáticas e buscar formas de protegê-la. O encontro também irá abordar temas importantes da conjuntura nacional e internacional como genocídio na Palestina, a reforma administrativa, o fim da anistia para golpistas, o fim da escala 6X1 e políticas de classe para as questões étnico-raciais, de gênero e diversidade sexual. Nas pautas da educação, serão discutidas a luta pela recomposição orçamentária das instituições federais de ensino, assim como das universidades estaduais, municipais e distrital, a autonomia universitária, o fim da lista tríplice para escolha de reitores e reitoras, o ensino híbrido e a precarização da educação, o trabalho docente em zona de fronteira, locais de difícil acesso, entre outras temáticas que envolvem o movimento e a carreira docente. —(Com informações do site do ANDES-SN) [...]
11/07/2025NotíciasServidores federais, estaduais e municipais irão realizar na próxima terça-feira (15), às 9 horas, um ato em defesa do serviço público com o objetivo de barrar o avanço das propostas de reforma administrativa que vêm sendo discutidas na Câmara dos Deputados, em Brasília. A manifestação acontecerá no pátio central da Reitoria da UFPR, na rua XV de Novembro, no Centro, em Curitiba. O ato está sendo organizado pelo Fórum Estadual de Defesa do Serviço Público, formado recentemente por um conjunto de lideranças sindicais do funcionalismo do Paraná visando a unificação da luta contra as mudanças pretendidas pelos deputados federais. PARA ENTENDER – No último dia 28 de maio, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), determinou a criação de um Grupo de Trabalho para apresentar no prazo de 45 dias um texto legislativo para a reforma administrativa. Motta tem defendido a sua votação antes do início do recesso parlamentar no próximo dia 18 de julho. Para as lideranças sindicais, além de extemporâneas, as medidas pretendidas pelos parlamentares irão prejudicar os serviços públicos voltados para a saúde, a educação, a segurança pública e o atendimento à população mais vulnerável. As mudanças, como a ampliação das contratações temporárias e pela CLT, irão afetar diretamente a qualidade dos serviços públicos, bem como facilitar a corrupção e o assédio moral na administração pública. A reforma administrativa pretendida ataca direitos dos servidores contratados pelo Regime Jurídico Único (RJU), possibilitando a redução da jornada de trabalho e dos salários. Outras medidas previstas são as terceirizações das atividades-fim e a implantação de avaliações de desempenho voltadas para o cumprimento de metas, sem levar em consideração critérios de qualidade dos serviços públicos. SERVIÇO:Ato em Defesa do Serviço PúblicoData: 15 de julho – Terça-feiraHorário: 9 horasLocal: pátio central da Reitoria da UFPREndereço: Rua XV de Novembro, 1.299, Centro, Curitiba [...]
08/07/2025NotíciasÉ com profundo pesar que a diretoria da APUFPR comunica o falecimento do médico e professor aposentado da UFPR João Alceu Titton ocorrido no último dia 2 de julho, aos 84 anos de idade. Natural de Videira (SC), graduou-se em Medicina pela UFPR em 1964, especializando-se posteriormente em Reumatologia, área de sua atuação profissional. Em 2014, foi homenageado pelo CRM-PR com o Diploma de Mérito Ético-Profissional, em reconhecimento aos seus 50 anos ininterruptos de atividade médica, sem sanção ético-profissional e com relevante e exemplar conduta. Lecionou na UFPR matérias de reumatologia, medicina interna e cuidados intensivos de 1966 a 2004. Aos familiares, parentes e amigos, nossa mais profunda solidariedade e votos de condolências. [...]
03/07/2025NotíciasA APUFPR-SSind está pleiteando o reenquadramento/reposicionamento de docentes que se aposentaram em período anterior à vigência dos regimes legais de promoção funcional às classes de Professor Associado e de Professor Titular. O pleito é para que os/as professores/as aposentados/as como Adjunto 4 e outros níveis possam ser reenquadrados/reposicionados nos níveis da carreira do magistério superior e EBTT atual, caso preencham os requisitos objetivos legais exigidos para a progressão. O anúncio foi feito pelo assessor jurídico da Seção Sindical, advogado João Luiz Arzeno, durante o Encontro de Aposentados/as que aconteceu no último dia 25, em Curitiba, no modo presencial e remoto. REENQUADRAMENTO/REPOSICIONAMENTO – De acordo com o advogado, a APUFPR irá oficiar à Reitoria um pedido administrativo para o reconhecimento do direito de reenquadramento/reposicionamento de aposentados/as pela tabela atual de titulações. “Diante da superveniência das referidas classes após a aposentadoria dos docentes, não foi oportunizada a progressão desses servidores, ainda que preenchessem, enquanto em atividade, os requisitos objetivos legalmente exigidos para tais progressões”, alega a APUFPR. No pedido administrativo, a Seção Sindical argumenta que o direito à promoção funcional “está estruturado com base em critérios objetivos (tempo de serviço, titulação e desempenho), devendo, portanto, ser estendido aos docentes aposentados/as”. Para a APUFPR, o pleito está legalmente fundamentado em decisões anteriores dos tribunais superiores e nos princípios da paridade, da razoabilidade e da isonomia, assegurados pela Constituição Federal. [...]
03/07/2025NotíciasTomaram posse nesta terça-feira, 02, os novos representantes departamentais do Conselho de Representantes da APUFPR (CRAPUFPR) para o biênio 2025-2027, em reunião realizada na sede administrativa da Seção Sindical, em Curitiba. Em seguida, foi eleita a nova mesa diretora do órgão deliberativo e definidos o calendário de reuniões do ano e os temas prioritários a serem debatidos futuramente. “É muito importante ressaltar o papel do CRAPUFPR em termos de condução dos trabalhos de fiscalização da APUFPR e de canalização dos anseios dos docentes em relação às políticas públicas e à própria política da APUFPR”, disse o presidente eleito, professor Marco Aurélio Mello. “Certamente este novo CRAPUFPR vai ser o canal de reverberação desses anseios, levando adiante as suas reivindicações”. A professora Maria Aparecida Zanetti, eleita como nova secretária, destacou a importância dos debates coletivos. “Este novo CRAPUFPR irá efetivamente trazer para as discussões de todos os docentes as pautas que são fundamentais para a construção das nossas lutas”, afirmou. Logo após ser eleita, a nova mesa diretora tomou posse e passou a conduzir os trabalhos da reunião. NOVOS CONSELHEIROS – De acordo com o professor Marco Aurélio Mello, 48 departamentos da UFPR e instâncias equivalentes elegeram e indicaram representantes como novos conselheiros do CRAPUFPR. Eles agora devem assinar o termo de posse para efetivamente terem direito a voz e voto durante as reuniões realizadas mensalmente. Confira aqui a lista completa dos conselheiros. CALENDÁRIO – Os novos conselheiros deliberaram também sobre o calendário de reuniões até o final do ano. As próximas reuniões ocorrerão no dia 12 de agosto (terça); 10 de setembro (quarta); 16 de outubro (quinta); 11 de novembro (terça); e 8 de dezembro (segunda). As reuniões do CRAPUFPR ocorrem em formato híbrido, com participantes presenciais na sede administrativa, em Curitiba, e no modo virtual em sala do aplicativo Zoom. TEMAS DE DEBATES – Além da pauta ordinária das convocações, cada reunião contará com um tema específico para debate dos conselheiros. Na reunião de terça feira, surgiram alguns assuntos a serem tratados ao longo do ano. O primeiro tema a ser abordado será a Reforma Administrativa, que se encontra em discussão na Câmara dos Deputados. Outros temas sugeridos para o debate são: o vestibular para os cursos de licenciatura e bacharelado e as regras da Área Básica de Ingresso (ABI); a resolução do Conselho Universitário (Coun) que alterou a progressão na carreira docente; a implantação da tarifa zero; as regras e custos dos planos de saúde; a segurança e a prevenção a incêndios em prédios da UFPR; a contrarreforma da Previdência, Funpresp e assuntos de aposentadoria; o assédio moral e sexual no ambiente acadêmico; e o desmonte da subsede da APUFPR em Palotina. A riqueza de temas levantados, além dos que a mesa propôs, evidenciou a potência do movimento docente e do espaço do CRAPUFPR. A diretoria da APUFPR está atenta e sensível aos temas sugeridos, deixando claro que aqueles que apontam a necessidade de ações na esfera sindical já serão objeto de possíveis discussões e deliberações pela própria diretoria. REVISÃO DO ESTATUTO – Por sugestão do presidente do CRAPUFPR, foi acatada também a composição de uma comissão para a revisão do Estatuto do órgão deliberativo. Vão fazer parte dessa comissão os professores Talal Suleiman Mahmoud, do Centro de Estudos do Mar (CEM); Roberto Luís Portz, do Departamento de Ciências Agronômicas, do Setor Palotina; e Maria Sueli Soares, professora aposentada. [...]
02/07/2025NotíciasA turma do Yoga da subsede de Jandaia do Sul se reuniu para um café de confraternização para comemorar a experiência proporcionada pela APUFPR e celebrar o Dia do Yoga, comemorado no último dia 21 de junho. As aulas na subsede acontecem às segundas e sextas-feiras, das 13h30 às 14h30. As inscrições podem ser feitas entrando em contato com Ana Paula, pelo número (44) 99800-6963. [...]
02/07/2025NotíciasTem Festa Julina nesta sexta-feira, 04, na subsede da APUFPR em Matinhos. Venha se divertir e participar de mais esta confraternização para docentes e familiares dos campi do Litoral. Vai ter muita diversão, música e comidas típicas. A partir das 19 horas, na rua Modesto Mendes, 298, Caiobá. [...]
01/07/2025NotíciasPalestras durante os Encontros de Aposentados/as, um Café Literário sobre os 100 anos de Dalton Trevisan, um bazar de artes e artesanato e um passeio à chácara da APUFPR ou localidade turística próxima. Estas foram algumas das atividades definidas para acontecerem até o final do ano, conforme deliberação do Encontro de Aposentados/as da APUFPR, no último dia 25 de junho. Com isso, deu-se início à elaboração de um calendário de atividades que deverá ser desenvolvido ao longo do ano. Além das discussões de questões sindicais e de aposentadoria, a partir do próximo mês, os Encontros de Aposentados/as passarão a contar com palestras e debates temáticos. O primeiro assunto a ser tratado será a reforma administrativa que se encontra em discussão na Câmara dos Deputados. “Este é um tema muito importante porque poderá afetar toda a estrutura do serviço público do país”, disse a secretária geral da APUFPR, professora Sandra Mara Alessi. O tema seguinte será a neuropsicologia do envelhecimento, por sugestão do professor Egídio José Romanelli, aposentado do Departamento de Psicologia. Ele promoverá uma palestra e um bate-papo sobre diversos aspectos da saúde mental de pessoas idosas. “Vou falar sobre como funciona o cérebro dos velhinhos”, descreveu o professor, que possui doutorado pela Universidade de Toulouse III (1968), pós-doutorado pela Universidade de Montreal (1998) e lecionou na UFPR de 1973 a 2003. Os/as presentes ao Encontro de Aposentados/as também decidiram realizar oficinas de escrita criativa, atividades corporais, clube de leitura e troca de livros, oficina de bordados, dentre outras atividades. PROGEPE – Em pauta extraordinária, também ficou definido o envio de ofício à Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe) com pedido para a atualização dos endereços de e-mails dos aposentados/as da UFPR. De acordo com o professor Antonio Carlos Gondin, muitos endereços eletrônicos cadastrados no órgão se encontram em desuso. Também será solicitada a designação de um funcionário/a da Progepe para atendimento específico de aposentados/as. [...]
01/07/2025NotíciasQuem participou saiu com gostinho de quero mais… A alegria tomou conta da nossa sede em Curitiba na sexta-feira passada, 27, na grande Festa Junina da APUFPR, com a presença de centenas de docentes e familiares. Com animação da banda Xote Temperado, teve arrasta-pé e muita animação, com espaço kids para a criançada e mesas fartas de comidas típicas e guloseimas. Álbum de fotos disponível no Flickr. A diretoria da APUFPR agradece a presença de todos/as e informa que, nesta sexta-feira, 04, será a vez da festa acontecer na subsede do Litoral, em Matinhos. Venha porque também vai ser bão demais! [...]
30/06/2025NotíciasA APUFPR realizou nesta quinta-feira, 26, um ato contra a Reforma Administrativa e pelo cumprimento do Acordo de Greve que reuniu docentes, estudantes e técnicos administrativos no pátio da Reitoria em torno do Dia Nacional de Luta pelo Cumprimento Integral do Acordo de Greve, convocado pelo ANDES-SN em todo o país. Participaram dirigentes da APUFPR, Sinditest-PR e DCE-UFPR. Convidado pela APUFPR, o reitor Marcos Sunye também esteve presente. “A nossa ideia é que este seja o primeiro de uma série de eventos, como palestras, rodas de conversas e atos públicos, para oferecer resistência em defesa da Universidade, da educação e dos direitos sociais conquistados”, afirmou a presidente da APUFPR, professora Claudia Mendes Campos. Segundo ela, além de não cumprir o Acordo de Greve, o governo federal tem negociado no Congresso Nacional uma reforma administrativa com medidas que batem de frente com os interesses não só dos servidores públicos, mas da sociedade como um todo. O reitor Marcos Sunye atendeu ao convite da diretoria da APUFPR e, ao fazer uso da palavra, deu dados que confirmam a gravidade do estrangulamento orçamentário das IFES, incluindo a UFPR. “Todo ano temos o menor orçamento da história”, disse. Segundo ele, mesmo com a recomposição dos valores orçamentários anunciada recentemente pelo governo federal, o orçamento deste ano é insuficiente para a manutenção e gastos. “É lamentável a situação em que a gente se encontra. É uma situação muito crítica e ela requer uma ação imediata e muito forte”, defendeu. “O caminho é a luta unificada”, disse. “Nós, do Sinditest, estamos tentando assimilar essa paulada que está vindo aí para fazer com que ela não aconteça”, disse o coordenador-geral do Sinditest, Antonio Neris. “Discutir este tema neste momento é um golpe não só contra o servidor, mas contra a sociedade”, confirmou ele. Dirigentes do DCE-UFPR também manifestaram total solidariedade aos docentes e técnicos/as administrativos/as na construção da luta pelo cumprimento do Acordo de Greve e contra a reforma administrativa. O estudante João Ricardo, secretário geral do DCE-UFPR, afirmou que a Reforma Administrativa e os termos do acordo pendentes prejudicam a qualidade do ensino, pesquisa e extensão, e o funcionamento geral da instituição, lembrando a crise recente dos Restaurante Universitários que tem gerado mobilizações legítimas. REFORMA ADMINISTRATIVA – Os efeitos e impactos negativos da reforma administrativa sobre o setor público foram explicados em palestra do professor Rogério Miranda Gomes, do Departamento de Saúde Coletiva, do Setor de Ciências da Saúde, da UFPR. Ele lembrou que a origem da atual proposta vem da PEC 32/2020, apresentada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que na época sofreu forte resistência dos movimentos sociais e setores mais avançados da sociedade. “É esta proposta que está sendo requentada agora”, descreveu. Dentre os diversos retrocessos e ataques a direitos conquistados, estão medidas para o enfraquecimento e fragilização do Regime Jurídico Único (RJU). “Não está lá escrito que é o fim do RJU, mas estão lá propostas que vão ter isso como consequência”, explicou. Dentre essas medidas, estão a regulamentação da contratação pelo regime da CLT e da contratação temporária dos servidores públicos. Para o professor, estas duas formas de contratação irão fatalmente retirar direitos e conquistas no serviço público, como a estabilidade no emprego. “O RJU continuará existindo, mas a CLT deverá passar a ser a forma generalizada de contratação de servidores e servidoras”, afirmou. A palestra completa do professor Rogério Miranda Gomes e todo o ato público estão disponíveis no Canal da APUFPR no YouTube (www.youtube.com/@apufpr). Ao fazer o encerramento, a professora Claudia Mendes Campos destacou que, embora prejudicado pelo pouco tempo de mobilização e pelo clima chuvoso e frio, o ato público alcançou o objetivo de viabilizar uma luta conjunta entre docentes, estudantes, técnicos e Reitoria. Ela destacou a proposta do diretor da APUFPR, professor Francisco de Assis Marques, de realização de um fórum nacional em defesa do serviço público, além de outros eventos para a construção de uma ampla mobilização da comunidade acadêmica. [...]
27/06/2025NotíciasO dia 28 de junho não é apenas um marco histórico do movimento LGBTQIA+ ao longo das últimas décadas, mas também uma data para lembrarmos que esta é uma luta ainda em construção. Superar preconceitos, combater a LGBTfobia, assegurar amplos direitos, ocupar os espaços profissionais e garantir visibilidade são apenas algumas das conquistas ainda a serem alcançadas na plenitude. Para festejar o Dia do Orgulho LGBTQIA+, será realizada AMANHÃ a 8ª Marcha da Diversidade, uma celebração pública com muitas cores, música e alegria. Venha participar neste domingo, dia 29, a partir das 10 horas, com concentração na Praça 19 de Dezembro ou Praça do Casal Nu, em Curitiba. [...]
27/06/2025NotíciasA diretoria da APUFPR manifesta os mais profundos sentimentos pelo falecimento do professor Renato César Gonçalves Robert, aos 51 anos de idade, vítima de infarto súbito na quinta-feira, 26, em Curitiba. Consternada e entristecida, a comunidade acadêmica da UFPR recebe com surpresa a notícia da passagem de tão jovem mestre. Conforme lembraram nas redes sociais os colegas do Departamento de Engenharia e Tecnologia Florestal, da UFPR, Robert foi o idealizador da disciplina Expedição Brasil Norte-Sul. “Ele guiou centenas de alunos por mais de 13.000 km de estrada em cada uma das expedições, unindo teoria e prática na mais longa aula de campo do mundo”, destacaram. Robert iniciou carreira no corpo docente da UFPR em 2008, sendo efetivado a partir de 2013. Graduado em Engenharia Florestal pela UFPR (1999), possuía mestrado pela Albert-Ludwigs Universität, de Freiburg, na Alemanha (2004), e doutorado pela UFPR (2013). Aos familiares, parentes e amigos, a APUFPR manifesta os mais profundos votos de pesar neste momento de dor. Descanse em paz, Professor Renato. [...]
27/06/2025NotíciasFoi formalizado na manhã desta quinta-feira, 26, o início das conversações entre a diretoria da APUFPR-SSind e o reitor da UFPR, professor Marcos Sunye, para a elaboração de uma agenda de encontros sobre temas de interesse do corpo docente que envolvem diretamente a administração da Universidade. O encontro, que aconteceu no modo on-line, também tratou da cessão do terreno onde está instalada a sede administrativa da APUFPR, em Curitiba. As tratativas para a definição das pautas, do formato dos encontros e dos interlocutores por parte da UFPR ficaram de acontecer em breve entre os diretores da Seção Sindical e o chefe de gabinete da Reitoria, professor Mário Messagi Júnior, que acompanhou a reunião ao lado do reitor. Pela APUFPR, participaram a professora Claudia Mendes Campos, presidente da entidade, e as professoras Lennita de Oliveira Ruggi e Renata Ballenzani e os professores Francisco de Assis Marques e Afonso Takao Murata, componentes da atual diretoria. Ao dar início à reunião, a presidente Claudia Mendes Campos destacou o envio de ofícios à Reitoria pedindo esclarecimentos sobre as mudanças nas regras da Área Básica de Ingresso (ABI), os critérios de realização da última Feira de Profissões em ambiente fora da UFPR e a execução do contrato de terceirização dos Restaurantes Universitários (RU’s). Também enumerou temas de relevância nacional, como as negociações do Acordo de Greve, a crise orçamentária das IFES e a ameaça de uma reforma administrativa prejudicial não só aos servidores públicos, mas à sociedade como um todo. A presidente esclareceu que os ofícios encaminhados visam dar início a um diálogo entre as partes, enfrentando assuntos polêmicos e estabelecendo pontos convergentes em defesa da Universidade e da educação. Ficou confirmada para o dia 4 de agosto a realização de uma reunião ampliada da diretoria tendo como convidada a pró-reitora de Graduação e Ensino Profissional (Prograp), professora Andrea Caldas, sobre políticas de ingresso e de permanência estudantil. Em seguida, ficou acertado que um termo de convênio, entre a UFPR e a APUFPR, irá substituir o contrato de comodato hoje em vigor para a cessão do terreno ocupado pelas instalações administrativas da Seção Sindical, no bairro Jardim das Américas, em Curitiba. De acordo com o reitor Marcos Sunye, esse modelo de cessão já acontece no país, entre outras Universidades e entidades sindicais. Sunye fez uma breve fala em que explicou que parte da crise na UFPR tem origem em duas causas: as dificuldades impostas pelo governo para a contratação de novos servidores/as e os cortes orçamentários cada vez maiores ano a ano. Segundo o reitor, a UFPR teve retiradas 300 vagas de técnicos administrativos. O Ministério da Educação também tem dificultado contratações para o corpo docente sob a alegação da existência de vagas ociosas. “O fato é que não estamos conseguindo realizar novos concursos”, disse. O reitor afirmou que o orçamento de gastos discricionários (despesas não obrigatórias) de cerca de R$ 200 milhões para 2025 está abaixo dos valores de 2014 em termos nominais, o que não leva em consideração a inflação estimada de 75% no período. “A crise orçamentária é imensa”, declarou. De todo modo, ele se dispôs a manter o diálogo com a diretoria da APUFPR para a busca de soluções para situações específicas e também alinhar ações em defesa da recuperação orçamentária e da capacidade de investimento da Universidade. Os/as diretores/as informaram ao reitor que, logo após a reunião on-line, a APUFPR, o Sinditest-PR e o DCE-UFPR iriam realizar um ato de mobilização conjunta no pátio da Reitoria para marcar o Dia Nacional de Luta pelo Cumprimento Integral do Acordo de Greve, convocado pelo ANDES-SN. Segundo eles/as, o ato público será o primeiro de uma série de eventos na luta pelo cumprimento do acordo e contra a reforma administrativa, para os quais a Reitoria será convidada a participar. [...]
24/06/2025NotíciasDocentes da UFPR irão realizar nesta quinta-feira, 26, um ato público para marcar o Dia Nacional de Luta pelo Cumprimento do Acordo de Greve, conforme orientação da direção do ANDES-SN e decisão em assembleia geral da APUFPR realizada nesta terça-feira, 24. A mobilização acontecerá no pátio da Reitoria, na rua XV de Novembro, a partir das 11 horas. “O governo federal já deu clara sinalização de que não irá avançar nas negociações do Acordo de Greve, que foi assinado no ano passado, descumprindo algumas cláusulas que são muito importantes para a carreira docente”, disse a presidente da APUFPR, professora Claudia Mendes Campos. “E, para piorar a situação, também irá implementar uma reforma administrativa totalmente desfavorável aos servidores públicos”, destacou. Embora tenha sido cumprido parcialmente, algumas questões do Acordo de Greve permanecem pendentes, como a liberação do controle de frequência para o magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT) e discussões sobre o reenquadramento dos/as aposentados/as, a entrada lateral de professores egressos de outras Universidades e o pagamento do adicional de insalubridade. De acordo com a secretária geral da APUFPR, professora Sandra Mara Alessi, os representantes do Ministério da Educação (MEC) na reunião da Mesa Permanente de Negociação no último dia 12 de junho, em Brasília, afirmaram categoricamente que o governo irá apresentar uma proposta de reforma administrativa, sem levar em consideração a pauta reivindicatória dos docentes das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES). “As maldades vão acontecer no segundo semestre”, afirmou a professora, que representou a APUFPR na reunião em Brasília junto com o diretor Administrativo, professor Luiz Allan Kunzle. “As notícias não são nada boas porque representam não só a retirada de direitos dos servidores públicos, mas de toda a sociedade, uma vez que afetarão diretamente setores como a educação e a saúde”, destacou ela. Além da mobilização de docentes da UFPR, o ato do Dia Nacional pelo Cumprimento Integral do Acordo contará com uma palestra sobre a suspensão das negociações com os/as docentes, a correlação entre o pagamento da dívida e os investimentos em educação e saúde e a proposta de reforma administrativa. Um carro de som irá percorrer os campi da UFPR fazendo um alerta sobre a mobilização dos docentes.     TERCEIRIZADOS – A assembleia geral da APUFPR também deliberou pelo reenvio de ofício à Reitoria da UFPR questionando sobre os contratos de terceirização na instituição, em especial, em relação à contratação da empresa Cozinha Gourmet, responsável pela produção de refeições dos quatro Restaurantes Universitários (RU’s) dos campi de Curitiba. De acordo com os trabalhadores/as, há mais de dois meses, a empresa tem cometido abusos como atraso e pagamento parcial de salários e falta de condições de trabalho. Além de solicitar informações, a APUFPR irá sugerir a criação de uma Comissão Permanente de Acompanhamento dos Contratos de Terceirização na UFPR. [...]
23/06/2025NotíciasA comunidade acadêmica da UFPR reafirma o apoio e a adesão à mobilização de trabalhadores/as para solucionar as ilegalidades cometidas pela empresa Cozinha Gourmet em relação às suas obrigações como empresa terceirizada contratada para prestar serviços nos restaurantes universitários da UFPR em Curitiba. A diretoria da APUFPR, o DCE, os Centros Acadêmicos de Biologia, Pedagogia e Psicologia, bem como coletivos e movimentos sociais organizados, vêm a público lamentar e repudiar o descaso do Sindicato dos Empregados nas Empresas de Refeições Coletivas, Refeições Convênio e Cozinhas de Indústrias de Curitiba (SEERC) que não participou da reunião conciliatória entre empresa e trabalhadores/as, com a presença do Pró-Reitor de Pertencimento e Políticas de Permanência Estudantil (P4E), ocorrida no último dia 17 de junho, nas dependências do RU Central. No dia 16 de junho, o SEERC entregou uma notificação à Reitoria da UFPR, mas não compartilhou esse documento com trabalhaores/as do RU. A omissão da entidade representativa dos trabalhadores é uma grave falta perante suas obrigações sindicais, que pode comprometer o andamento das negociações. Conclamamos o SEERC a assumir seu papel nas mesas de negociações e em diálogo direto com a base, consultando e informando os/as trabalhadores/as sobre as medidas tomadas ao longo das tratativas. Nós, Trabalhadores/as do R.U, em conjunto com a APUFPR-SSIND, DCE, Centros Acadêmicos de Biologia, Pedagogia e Psicologia, coletivos e movimentos sociais organizados, continuaremos acompanhando a situação e apoiando as reivindicações legítimas da categoria. [...]
21/06/2025NotíciasNeste Dia Mundial do Yoga, a diretoria da APUFPR destaca a oferta de aulas da prática milenar que une técnicas de meditação, exercícios físicos e relaxamento, em três sedes da entidade. Entre em contato e faça a sua inscrição. Curitiba(41) 99182-6369Com Sylvie BrandesQuartas e Sextas (Presencial ou on-line)Das 8h30 às 9h30Segundas e Quartas (Somente on-line)Das 19 às 20 horas📍 Sede da APUFPRRua Doutor Alcides Vieira Arcoverde, 1193 – Jardim das Américas – Curitiba-PR Jandaia do Sul(44) 99800-6963Com Ana PaulaSegundas e Sextas (Presencial)Das 13h30 às 14h30📍 Subsede Jandaia do SulRua José Francisco Borges, 1610 – Jardim Universitário – Jandaia do Sul–PR Palotina(41) 99824-0242Com Dioni da Silva OliveiraTerças e Sextas (Presencial)Das 18h às 19h📍 Subsede PalotinaRua Pioneiro, 2074 – Jardim Dallas Palotina-PR [...]
18/06/2025NotíciasA Direção da APUFPR convoca os/as docentes da UFPR para a próxima Assembleia Geral da categoria, que acontecerá na terça-feira, dia 24 de junho, às 13h30 em primeira chamada e às 14h em segunda chamada, com qualquer número de docentes. Em pauta:☑️ Discussão sobre o não cumprimento do acordo de greve✊ Paralisação no dia 26/06 – “Dia de Luta pelo Cumprimento Integral do Acordo” Este é um debate fundamental para a defesa de nossos direitos e o fortalecimento da nossa mobilização coletiva. Contamos com a sua presença! 📢 Participe, fortaleça a luta! [...]
18/06/2025NotíciasOs participantes das aulas de yoga da APUFPR em Curitiba comemoraram na manhã desta quarta-feira, 18, o Dia Mundial do Yoga, com um animado café da manhã. A data é celebrada anualmente no dia 21 de junho. Na ocasião, a diretoria da APUFPR foi representada pela presidente da entidade, professora Claudia Mendes Campos, e pelo Tesoureiro Geral da entidade, professor Francisco de Assis Marques. [...]
18/06/2025NotíciasO enfrentamento da crise dos RU’s nos campi da UFPR deverá acontecer em duas frentes distintas, uma voltada para a solução imediata dos abusos cometidos contra trabalhadores/as da empresa Cozinha Gourmet; e outra visando a estruturação de uma política de proteção permanente da classe trabalhadora das empresas terceirizadas contratadas na UFPR. A decisão foi tomada em Assembleia Comunitária realizada na noite desta segunda-feira, 16, no hall de entrada do prédio da Administração, no Centro Politécnico, em Curitiba. Na presença de docentes, estudantes e dirigentes da APUFPR e do DCE-UFPR, representantes dos trabalhadores/as relataram os problemas que vêm se agravando há dois meses na gestão, na produção de refeições e nas relações de trabalho com a empresa terceirizada. AMEAÇA DE GREVE – Dentre os abusos cometidos, os trabalhadores/as descreveram situações de irregularidades e descumprimento da Lei, como atrasos e pagamentos parciais de salários, práticas de assédio moral, quantidade insuficiente de ingredientes para a produção de todas as refeições, falta de utensílios de cozinha e de manutenção nos equipamentos, quantidade insuficiente de EPI’s para as equipes dos restaurantes. Os trabalhadores/as já ameaçaram entrar em greve em duas ocasiões. A Assembleia Comunitária deliberou também pela participação de representantes da APUFPR e do DCE-UFPR na reunião entre representantes dos trabalhadores/as e dirigentes da empresa terceirizada marcada para esta terça-feira, dia 17. Foi registrada ainda a ausência de representantes do Sinditest-PR na Assembleia Comunitária. Dentre outras deliberações, os presentes definiram duas medidas como prioridades para a criação e implantação de mecanismos de proteção dos trabalhadores/as das empresas terceirizadas contratadas pela Reitoria da UFPR: A criação de uma Comissão Permanente de Acompanhamento da Implementação dos Contratos de Terceirização na UFPR, com representações do DCE, APUFPR e Sinditest. A criação de um canal oficial de denúncia para trabalhadores/as terceirizados/as. As representantes da diretoria da APUFPR reafirmaram o apoio da entidade aos/às trabalhadores/as e aos/às estudantes usuários/as dos restaurantes com o compromisso de encaminhar a formalização das reivindicações na Reitoria da UFPR. A APUFPR propõe também o aprofundamento dos debates sobre a terceirização como causa da precarização do trabalho e de problemas na qualidade de determinadas áreas do serviço público. Uma das principais preocupações tem sido a recente decisão do STF que tornou lícita a contratação de empresas terceirizadas para a prestação de serviços em atividades-fim. [...]
16/06/2025NotíciasNo próximo Encontro de Aposentados (as), vamos dar continuidade às discussões dos procedimentos de organização do calendário de atividades. Na pauta, deliberações sobre eventos, datas, comissões organizadoras e demais questões envolvendo a programação que será proposta. Também vamos debater e deliberar sobre o pedido administrativo e eventual demanda judicial sobre a repercussão na posição na carreira, caso preenchidos os critérios objetivos (associado e titular, respectivamente). A reunião está marcada para o dia 25 de junho, às 15 horas, no auditório da Seção Sindical, localizado na sede administrativa, em Curitiba. No caso de impossibilidade de comparecimento presencial, a participação poderá ocorrer no modo remoto por meio de uma sala virtual no aplicativo Zoom, cujo link será disponibilizado por e-mail nas vésperas do Encontro. [...]
16/06/2025NotíciasDevido ao feriado de Corpus Christi nesta quinta-feira, 19, não haverá expediente em nenhuma das quatro sedes da APUFPR na sexta-feira, 20. O atendimento voltará ao normal na próxima segunda-feira, 23, na sede administrativa em Curitiba e nas subsedes de Jandaia do Sul, Palotina e Matinhos. [...]
13/06/2025NotíciasCom o tema “Unificar as lutas anticapitalistas: contra o colapso socioambiental, em defesa da vida e da educação pública”, o ANDES-SN realiza o 68º Conselho do Sindicato Nacional (Conad) entre os dias 11 e 13 de julho, em Manaus (AM). O encontro será no campus da Universidade Federal do Amazonas, sob organização da Associação dos Docentes da UFAM (ADUA). A participação da APUFPR-SSind no 68º CONAD ficou definida na mais recente Assembleia Geral, quando foi eleita como delegada a professora Claudia Mendes Campos. Na ocasião, também foi escolhida a comitiva de observadores (as) composta pelos professores (as) Leandro Portz, de Palotina; Raimundo Tostes, de Jandaia do Sul; Vitor Marcel Schülli e Renata Ballenzani, ambos de Curitiba; e Antonio Gondin, representando os (as) aposentados (as). Segunda maior instância de deliberação da categoria docente, o 68º Conad terá como objetivo principal a atualização dos planos de lutas gerais e setoriais aprovados durante o 43º Congresso, ocorrido em Vitória (ES) em janeiro deste ano. Dentre outras deliberações, serão votadas questões organizativas e financeiras, como a aprovação das contas da entidade e a definição do local do próximo Conselho. O encontro contará ainda com a cerimônia de posse da diretoria do Sindicato Nacional, eleita em maio, marcando o início do mandato para o biênio 2025-2027. [...]
12/06/2025NotíciasA qualidade do serviço e da alimentação nos Restaurantes Universitários é essencial para toda a comunidade acadêmica da UFPR. Por isso, é preciso unificar a luta, com o apoio de docentes, estudantes e técnicos/as aos trabalhadores/as dos RU’s, que desde o início do ano enfrentam problemas com seus direitos garantidos, salários e condições de trabalho. A luta unificada é contra os abusos que estão sendo cometidos pela empresa Cozinha Gourmet, que foi contratada pela UFPR há apenas seis meses e tem provocado diversos problemas nos RU’s. Da falta de EPI’s para trabalhadores/as até o corte de ingredientes para o preparo das refeições, são situações inadmissíveis num contrato licitarório. Participe da Assembleia Comunitária nesta segunda-feira, às 19h30min, no hall do Prédio da Administração, no Centro Politécnico, no Jardim das Américas. Venha lutar com a gente! [...]
11/06/2025NotíciasEstá chegando a hora da diversão tomar conta do arraial. Vem aí a Festa Junina da APUFPR! Vai ser no dia 27, a partir das 19 horas, reunindo as famílias de sindicalizados e sindicalizadas para uma noite de alegria e confraternização. A animação ficará por conta da banda Xote Temperado, que tocará músicas típicas e nordestinas. No espaço kids, brinquedos para a criançada não ficar parada. Ah, sem esquecer das mesas com muitas comidinhas e guloseimas! Ficou com vontade? Então, marque na agenda e venha! [...]
08/06/2025NotíciasTrabalhadores/as dos restaurantes universitários (RUs) da UFPR podem entrar em greve a partir de segunda feira à tarde por irregularidade nos salários e insuficiência de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Faltam também alimentos para preparar as refeições. Esta situação afeta todos os RUs de Curitiba: o Central, na Reitoria, o do Politécnico, o das Agrárias e o do Botânico. Funcionários/as dizem que “Não vai ter outra opção a não ser fechar”. Desde que a empresa Restaurante Gourmet assumiu o contrato de licitação com a UFPR, em janeiro de 2025, denúncias têm se acumulado de deterioração nas condições de trabalho e desrespeito aos direitos de funcionários/as. A gestão da Reitoria tem negligenciado a fiscalização do contrato, a despeito de carta denúncia enviada pelo DCE em 3 de maio. “A gente é um restaurante que não tem alimento”, dizem os/as trabalhadores/as. Há alterações nos cardápios publicizados por carência de insumos para produzir as refeições. “Quando falta no almoço, a gente tira da janta. Falta na janta, a gente tira do almoço do dia seguinte. E assim por diante”. Sobre as condições nesse final de semana, afirmam: “Se não chegar material pra gente trabalhar, segunda feira a gente não vai ter nem leite para servir no café da manhã”. E concluem: “O dinheiro da faculdade está indo para algum lugar, só não aqui para o RU”. Há mais de duas semanas não há fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). O pessoal terceirizado, em sua maioria mulheres, denuncia: “A gente não tem suporte para poder trabalhar”. No RU do Centro Politécnico, foi preciso usar saco de lixo como avental por falta de EPI. No RU Central, tiveram que manusear água quente sem luvas. As equipes, que eram compostas por 26 funcionários, foram reduzidas para apenas 15 pessoas. Há casos recorrentes de desvio de função e pelo menos dois acidentes de trabalho foram relatados devido à sobrecarga. Os salários de trabalhadores do RU foram pagos de maneira incompleta (sem horas extras, sem vale transporte, vale alimentação ou adicional de insalubridade) no quinto dia útil do mês apenas para o pessoal do plantão de final de semana do RU Central. A empresa não tem recolhido o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de maneira apropriada, não tem feito o repasse previdenciário, nem garantido acesso aos holerites para verificação dos pagamentos. Graças à organização de trabalhadores/as, os/as demais funcionários/as da empresa foram pagos (de maneira incompleta) na noite de sábado, 7 de junho. Isso causa consternação entre todos: “A gente trabalha para receber no dia certo”. Em reunião realizada no sábado, o gestor da empresa alegou desconhecimento da irregularidade nos pagamentos, assim como da falta de alimentos e de EPIs, o que os trabalhadores contestam por terem utilizado os canais internos de comunicação. Em ocasião anterior, o gestor alegou que não teria condições de pagar o vale transporte nem o vale alimentação por falta de repasse financeiro por parte da UFPR. No mês de junho, informou aos funcionários que não pagaria as horas extras realizadas em maio por falta de recursos. “Eles usam de artimanhas para tentar ludibriar os funcionários”, dizem os/as trabalhadores/as. Além disso, o gestor fez ameaças de demissão a quem se manifesta contra a falta de insumos e a degradação das condições de trabalho. A empresa tem até segunda feira de manhã para providenciar os EPIs faltantes, caso contrário, funcionários/as entrarão em greve. O DCE está mobilizado no RU Central em apoio ao pessoal terceirizado. Há um abaixo assinado com seis pontos de reivindicação, incluindo o pedido de “Transparência e abertura das contas da empresa, publicizando o empenho de recursos e divulgação do quadro atual de funcionários, bem como dos pagamentos de salários e benefícios”. O documento está disponível para apoiadores/as na entrada do RU Central. Uma Assembleia Comunitária deverá ser agendada para segunda feira, 9 de junho, às 19h para debater a questão dos RUs. O contrato anterior de licitação dos RUs, com a empresa Blumenauense, vigente até dezembro de 2024, era de R$ 90 milhões por ano. A nova licitação com a Restaurante Gourmet, realizada no fim de 2024, cujo contrato está válido desde janeiro de 2025, é de R$ 40 milhões. Como não há transparência por parte da empresa, não é possível saber se o recurso é insuficiente, ou se está sendo mal gerido. No contrato com a Restaurante Gourmet há uma cláusula de 300 mil reais/ano destinados ao fornecimento de marmitas. Este serviço não está sendo cumprido. A administração da universidade precisa, com urgência, abrir um canal de diálogo direto com funcionários/as terceirizados para acolher denúncias de desrespeito aos direitos trabalhistas ou às cláusulas contratuais. Atrasos nos salários e outras irregularidades também são registrados entre funcionários/as de empresas terceirizadas que prestam serviços de transporte e limpeza na UFPR. Uma reunião está agendada para dia 17 de junho, às 15h, no RU Central, entre trabalhadores terceirizados e a gestão da Restaurante Gourmet, com a presença do DCE e de representantes da UFPR, para verificar a regularização das denúncias. A Reitoria precisa acompanhar as negociações e exigir comprovação de que todo o pessoal recebeu os salários e direitos devidos, assim como precisa fiscalizar a qualidade dos serviços prestados pela empresa contratada. A APUFPR está acompanhando o processo e se solidariza com as/os trabalhadoras/es terceirizados. Daremos todo apoio necessário ao movimento de reivindicações de pagamento de salários e direitos, bem como à luta por um serviço dos RUs prestado com qualidade. [...]
05/06/2025NotíciasInfelizmente, pouco há o que se comemorar neste Dia do Meio Ambiente. A APUFPR manifesta repúdio ao avanço do “PL da Devastação” no Congresso Nacional, que tem colocado a sociedade brasileira em estado de alerta quanto ao futuro do meio ambiente e de povos originários. A aprovação do Projeto de Lei 2.159/2021 no Senado Federal abriu uma real possibilidade para um brutal retrocesso da legislação ambiental brasileira. A proposta, que agora tramita na Câmara dos Deputados, institui a Licença Ambiental por Adesão e Compromisso (LAC), que permite ao (à) empreendedor (a) aprovar projetos apenas com uma autodeclaração de conformidade ambiental, sem a necessidade de apresentar Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima). Sob a nomenclatura de Lei Geral do Licenciamento Ambiental, o texto propõe a isenção de licenciamento ambiental para 13 tipos de empreendimentos, incluindo grandes hidrelétricas, áreas de mineração e projetos agropecuários. O “PL da Devastação” reduz o poder de atuação de órgãos colegiados, como o Conama, e dos gestores setoriais, como Funai, Iphan e ICMBio, inviabilizando políticas públicas e a gestão ambiental. Além de facilitar empreendimentos sem o devido licenciamento ambiental, o “PL da Devastação” torna insustentável e incoerente a posição do Brasil como organizador e anfitrião da COP30, o mais importante evento mundial sobre o meio ambiente de 2025, entre 10 e 21 de novembro, em Belém, do Pará. A APUFPR reafirma o apoio à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que tem bravamente lutado contra o avanço do “PL da Devastação”, inclusive tendo sido exposta à violência política de gênero durante debate sobre a proposição numa Comissão temática do Senado Federal. A APUFPR se une às instituições, organizações e vozes que se levantam contra o “PL da Devastação” e pede a imediata suspensão de sua tramitação na Câmara dos Deputados. O futuro do Meio Ambiente não se negocia! [...]
03/06/2025NotíciasA diretoria da APUFPR manifesta apoio e solidariedade à mobilização de docentes do ensino médio da rede estadual de educação durante a Semana de Luto e Luta em Defesa da Vida: Greve da Plataformização, de 2 a 6 de junho, período no qual a APP-Sindicato recomenda a não utilização das plataformas de ensino implantadas pela Secretaria de Estado de Educação. A exigência e cobrança do cumprimento de metas absurdas, planilhamentos (e não planejamento) das aulas, a metrificação do ensino e metodologias pedagógicas altamente questionáveis têm violentado frontalmente o bem-estar e o aprendizado em sala de aula. O método tem provocado vertiginoso crescimento no adoecimento do corpo docente da rede estadual. O tensionamento em torno do desrespeito à qualidade da saúde física e mental das professoras e professores chegou ao auge na semana passada, quando a professora de Português Silvaneide Monteiro Andrade faleceu de infarto súbito durante uma reunião com a equipe pedagógica da Escola Estadual Cívico Militar Jayme Canet e com o Núcleo Regional de Educação. Assim como as (os) demais profissionais, a professora sofria forte pressão pelo cumprimento de metas. Essa insana busca por índices de desempenho desconsidera o aprendizado e a qualidade do ensino como caminho para a educação, atendendo apenas aos interesses políticos do governador Ratinho Junior em sua ânsia de apresentar lustrosos números na disputa pelo topo dos rankings nacionais do setor. Ao privilegiar a propaganda, o governador agride frontalmente a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) com metodologias mercantilizadas de efeitos espalhafatosos e antipedagógicos. Aos familiares, parentes e amigos da professora Silvaneide, a APUFPR manifesta o mais profundo pesar. E reafirma a luta por uma educação pública, gratuita, de qualidade laica e socialmente referenciada, em todos os níveis. —– *A plataformização do ensino médio na rede estadual de educação foi tema da última reunião do Conselho da APUFPR (CRAPUFPR), no último dia 20 de maio, quando foi deliberado pelo apoio à APP-Sindicato na luta contra a plataformização e a privatização da educação estadual. [...]
30/05/2025NotíciasAlém de elegerem os representantes para o CRAPUFPR e o CEPE, os presentes ao Encontro de Aposentados (as) tiveram a oportunidade de questionar o advogado João Luiz Arzeno, assessor jurídico da APUFPR, sobre o andamento de ações coletivas e dúvidas jurídicas individuais. Também ficou acertado que os (as) participantes do grupo de Whatsapp dos aposentados (as) irão se organizar para formar uma comissão de planejamento das atividades do Coletivo de Aposentados (as). Estão previstas ações na área social, cultural e recreativa. Veja as fotos na galeria. [...]
30/05/2025NotíciasDe volta às ruas, estudantes e professores protestaram em ato unificado contra o “Decreto do Apagão” que promoveu contingenciamento no orçamento das IFES. A manifestação, convocada pelo DCE-UFPR, aconteceu na noite de quinta-feira, 29, nas escadarias do prédio histórico da UFPR. Além de representantes da classe docente, estiveram presentes lideranças estudantis de dezenas de entidades estudantis, coletivos, organizações e partidos políticos. “Esta luta não é apenas contra o Decreto do governo federal que está promovendo um contingenciamento absurdo no orçamento das Universidades e IFES. Mas é pelo fim do Arcabouço Fiscal, que vem drenando recursos públicos para o pagamento da dívida e alimentando o capital especulativo”, afirmou a secretária geral da APUFPR, Sandra Mara Alessi. “É preciso frear essa política de privilegiar os banqueiros e tirar dinheiro de setores essenciais, como a saúde e a educação”, completou. “Nossa luta deveria ser pela recomposição do orçamento das Universidades mas, ao contrário, estamos enfrentando medidas que estão cortando ainda mais os recursos da Educação”, disse a diretora de Esportes da APUFPR, professora Renata Ballenzani. Os atos contra o Decreto Federal 12.448/2025, editado pelo Palácio do Planalto no dia 30 de abril, estão mobilizando a comunidade acadêmica em diversas cidades do país. A nova regra estabelece o repasse de apenas 1/18 do orçamento por mês, com a promessa de que o restante do total será liberado para ser empenhado em dezembro, impondo um contingenciamento de mais de 30% no orçamento previsto para as IFE em 2025. Conforme o Decreto, serão realizados 11 repasses mensais até novembro, correspondentes a 61% do total previsto no orçamento anual. Os 39% restantes serão liberados no último mês do ano, o que deverá dificultar o empenho total do montante. Em sucessivos discursos, as lideranças estudantis fizeram um alerta temeroso sobre o futuro das políticas de assistência estudantil, como bolsas acadêmicas e restaurantes universitários, além do risco de suspensão do pagamento de despesas básicas, como água, energia, terceirizados, entre outros. Em nota oficial, a Associação dos Dirigentes de IFES (Andifes) confirmou que o Decreto do Apagão “inviabiliza a continuidade das atividades das universidades federais como também a devida execução orçamentária”. (Com informações do ANDES-SN) [...]
29/05/2025NotíciasDiante de um cenário econômico desafiador e de um curtíssimo prazo para negociações, a diretoria da APUFPR-SSind conseguiu, com esforço e diálogo, manter o reajuste do convênio coletivo com a Unimed Curitiba, para o período de 2025-2026, abaixo da média nacional. Compreendemos que 10,45% ainda representa um grande impacto no orçamento de cada associado e associada, mas foi o percentual possível em uma negociação que evitou reajustes ainda mais elevados, como o praticado em outros contratos semelhantes no mercado, na média, acima dos 13%. O comunicado aos filiados e filiadas está sendo feito em Circular que começou a ser distribuída por e-mail nesta semana. De acordo com o documento, a negociação foi efetuada por uma comissão instituída pelo CRAPUFPR, composta por dois integrantes da atual diretoria. Leia a íntegra da Circular 001/2025 aqui: Circular 001.25 – Informe UNIMEDBaixar [...]
27/05/2025NotíciasMais uma vez, a educação foi duramente atacada em nome do arcabouço fiscal implementado pelo governo federal. O Decreto Federal 12.448/2025, publicado no último dia 30 de abril, irá inviabilizar até o final do ano o funcionamento das IFES, com um corte de 40% do orçamento e repasses parcelados em apenas três meses (maio, novembro e dezembro). Dirigentes de diversas IFES já anunciaram redução nos valores de bolsas de estudos e programas de permanência estudantil, prejudicando principalmente os estudantes em vulnerabilidade social. Além disso, a previsão é de que não haja recursos suficientes para o pagamento de serviços básicos até o final do ano, como água, energia e terceirizados. A comunidade acadêmica convida a população para lutar contra a medida que ameaça as nossas Universidades Federais e o ensino no país. Venha para o Ato Unificado nesta quinta-feira, dia 29, às 18 horas, na Praça Santos Andrades. Participe e defenda a Educação de qualidade. —— Leia a matéria completa sobre os efeitos do Decreto Federal aqui! Acesse também a nota da Associação dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) aqui! [...]
27/05/2025NotíciasA diretoria da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que reúne todas as 69 universidades federais e dois centros federais de educação tecnológica, manifesta profunda preocupação com a situação atual do orçamento das universidades federais. O orçamento discricionário encaminhado no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para as universidades federais em 2025, que já era insuficiente, sofreu cortes na aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) pelo Congresso Nacional.  O cenário foi seriamente agravado pela publicação do Decreto nº 12.448, que dispõe sobre a programação orçamentária e financeira e estabelece o cronograma de execução mensal de desembolso do Poder Executivo federal para o exercício de 2025. O Decreto impõe limitações relevantes à execução orçamentária das despesas discricionárias mensais das universidades federais, afetando diretamente sua capacidade de planejamento e gestão. Os principais compromissos das IFES requerem pagamentos continuados ao longo de todo ano, com despesas mensais relativas à assistência estudantil, bolsas acadêmicas de estudantes, contratos de terceirização, restaurantes universitários, água, energia, entre outros. Portanto, limitar a execução mensal e liberar parte do orçamento somente em dezembro não apenas inviabiliza a continuidade das atividades das universidades federais como também a devida execução orçamentária. Reconhecemos que o Ministério da Educação tem mantido uma postura de diálogo aberto com as universidades e demonstrado sensibilidade às pautas da educação superior. No entanto, a situação é agravada pelo fato de as universidades federais enfrentarem, há anos, sérias dificuldades orçamentárias e os cortes acumulados ao longo de vários anos continuam produzindo efeitos significativos, apesar de o MEC ter realizado algumas recomposições orçamentárias recentemente. As universidades federais necessitam de liberação urgente do orçamento para que os pagamentos mensais regulares não permaneçam comprometidos. Além disso, o orçamento aprovado pelo congresso para este ano é insuficiente para que as universidades possam honrar com seus compromissos. Neste sentido, a recomposição dos cortes aprovados pelo Congresso na LOA 2025 e uma suplementação no orçamento deste ano são medidas igualmente urgentes e essenciais para assegurar o funcionamento das universidades federais. As universidades federais desempenham papel acadêmico, científico e social inestimável e reafirmam seu compromisso com o futuro do Brasil. Brasília, 14 de maio de 2025. Presidente: Reitor José Daniel Diniz Melo (UFRN)Vice-presidente: Reitor José Geraldo Ticianeli (UFRR)Vice-presidente: Reitor Luciano Schuch (UFSM)Vice-presidente: Reitora Roselma Lucchese (UFCAT)Vice-presidente: Reitora Sandra Regina Goulart Almeida (UFMG) Nota-da-AndifesBaixar [...]
26/05/2025NotíciasTermina amanhã, 27, o prazo para as inscrições de candidaturas à eleição de escolha do (a) representante dos (as) aposentados (as) no CRAPUFPR. Serão eleitos um titular e um suplente para mandato no biênio 2025-2027. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail secretaria@apufpr.org.br até às 18 horas desta terça-feira. A votação ocorrerá durante o Encontro dos Aposentados (as), na quarta-feira, a partir das 15 horas, no auditório da APUFPR. Compareça e participe da construção de um sindicato acolhedor e combativo. [...]
23/05/2025NotíciasSebastião Salgado, falecido nesta sexta-feira, 23, aos 81 anos de idade, foi um dos profissionais da fotografia de maior reconhecimento do mundo nas últimas décadas. O conjunto de sua obra, majoritariamente composto por imagens de dramas humanitários e tragédias ambientais, vai muito além do conceito de fotojornalismo. A fotografia de Salgado é um verdadeiro registro histórico das transformações vividas pela humanidade na virada do século 20 para o 21: um grito das urgências mundiais na forma de imagens. Além de fotógrafo, Sebastião Salgado foi também premiado ativista ambiental e defensor da agroecologia, tendo vinculado o seu nome a diversos projetos em todo o planeta. Em 1998, fundou o Instituto Terra junto com a sua esposa Lélia, cujo principal trabalho era a restauração ecológica de uma imensa área degradada no município de Aimorés, em Minas Gerais. Nesse contexto, Sebastião e Lélia trabalharam pelo reconhecimento da agroecologia como um modelo de produção agrícola que respeita a natureza e promove a sustentabilidade. O seu talento como fotógrafo já era reconhecido pela imprensa internacional nos anos de 1970. Mas foi a partir da década seguinte, com projetos editoriais ousados de caráter humanitário, que extrapolou a sua área profissional. A série de fotografias do garimpo de Serra Pelada, no Pará, tornou-se um ícone das denúncias sobre a destruição da natureza. Pela importância de sua luta como profissional e ambientalista, a APUFPR manifesta profundo pesar pela passagem desse cidadão iluminado. Sebastião Salgado, presente! [...]
22/05/2025NotíciasO Conselho de Representantes da APUFPR (CRAPUFPR) aprovou, na última terça-feira, 20, as prestações de contas das duas chapas que concorreram no início de abril às eleições para a diretoria da Seção Sindical do biênio 2025-2027. Cada chapa dispôs de R$ 30 mil para gastos em campanha. Os relatórios com as listas dos pagamentos feitos pelas chapas foram compilados e analisados previamente pela Comissão Eleitoral (COE), da APUFPR. A aprovação das prestações de contas foi a última pauta discutida e votada pelos atuais componentes do CRAPUFPR, que foram eleitos há dois anos para o biênio 2023-2025. Até o início de junho, novos representantes de Departamentos ou instâncias equivalentes deverão ser eleitos para a gestão no biênio 2025-2027. As escolhas de um titular e de um suplente deverão ocorrer até a data da posse do novo CRAPUFPR no dia 5 do próximo mês. Durante os debates sobre as prestações de contas, os representantes departamentais propuseram que, nas eleições futuras, os pagamentos realizados durante a campanha sejam melhor justificados e apresentados com mais detalhes, como gastos de transporte com descrição dos trajetos e as atividades específicas dos serviços prestados por colaboradores. RESOLUÇÃO DO COUNPor inclusão de pauta, a reunião também discutiu acerca das novas normas de ingresso de estudantes na UFPR aprovadas pelo Conselho Universitário (Coun), com efeitos sobre as atividades da Pró-reitoria de Graduação e Educação Profissional (Prograp). O tema havia sido inicialmente debatido durante Assembleia Geral da APUFPR na segunda-feira, dia 19, tendo sido aprovado pedido de providências pelo CRAPUPR. Nesse sentido, o CRAPUFPR aprovou o encaminhamento de um expediente à Secretaria de Órgãos Colegiados (SOC) pedindo melhores explicações sobre os efeitos da Resolução. A medida irá impactar diretamente as normas da Área Básica de Ingresso (ABI), que permitia ao estudante optar entre o bacharelado e a licenciatura durante a realização do curso. De acordo com as informações obtidas pelos (as) docentes, a decisão teria sido tomada à revelia das chefias de departamentos e de coordenadores de cursos, obrigando os estudantes a fazerem a opção entre as duas áreas de especialização já na inscrição para o vestibular. Os (as) professores (as) relataram que a medida irá impactar o ensino na UFPR de diferentes formas, em especial, com uma inevitável redução do número de estudantes em alguns cursos. Além do SOC, a plenária do CRAPUFPR decidiu também provocar o debate junto ao Fórum de Coordenadores. A intenção é mobilizar a classe docente para obter uma flexibilização das normas estabelecidas pela Resolução do Coun. PLATAFORMIZAÇÃOO CRAPUFPR também discutiu e decidiu se aliar à APP-Sindicato nas medidas de mobilização contra a “plataformização” do ensino médio, que tem sido implementada pela Secretaria de Estado da Educação. Segundo os (as) docentes, o governador Ratinho Junior tem estimulado o uso de plataformas digitais nas atividades escolares e acadêmicas, impactando negativamente na forma como o ensino e a aprendizagem são organizados em sala de aula. [...]
22/05/2025NotíciasAs chefias de Departamentos dos cursos da UFPR ou instâncias correspondentes têm até o início de junho para promoverem a escolha de um membro titular e de um suplente para a composição do Conselho de Representantes da APUFPR (CRAPUFPR). A data-limite para a indicação dos representantes está prevista para o dia 5 de junho, quando será dada posse aos novos membros eleitos para a gestão 2025-2027. O Edital com as regras e orientações para a escolha dos representantes departamentais ou das instâncias correspondentes está disponível aqui: https://apufpr.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Edital-Eleicao-CRAPUFPR-2025.pdf Edital Eleição CRAPUFPR 2025Baixar A escolha dos futuros membros do Conselho poderá ser realizada por meio de eleição com o uso de urna ou votação em plenária departamental, com votos exclusivamente dos (as) professores (as) sindicalizados (as). No caso de haver apenas uma chapa concorrente no Departamento, os inscritos serão automaticamente declarados eleitos. O período para inscrições e a data da votação deverão ser definidos pelas chefias de Departamentos, com ampla divulgação entre os (as) docentes sindicalizados (as). Além do Departamento, recomenda-se que as candidaturas sejam comunicadas à APUFPR pelo e-mail secretaria@apufpr.org.br. A eleição dos representantes dos (as) professores (as) aposentados (as) ocorrerá de forma presencial, no Encontro dos Aposentados, marcado para o dia 28 de maio, no auditório da APUFPR. As inscrições de candidaturas de aposentados (as) deverão ser feitas exclusivamente pelo e-mail secretaria@apufpr.org.br, até o dia 27 de maio. De acordo com o Regimento Geral da APUFPR-SSind, professores e professoras ocupantes de cargos de administração da UFPR são inelegíveis, sendo vedadas as suas candidaturas ao CRAPUFPR. Os departamentos ou instâncias correspondentes têm autonomia para a resolução de dúvidas, como critérios de desempate. Somente situações excepcionais devem ser encaminhadas para decisão do CRAPUFPR. Dentre as funções e atividades do CRAPUFPR, estão a deliberação sobre mensalidades de sindicalizados (as); emissão de parecer sobre os balanços financeiros anuais; fiscalização das atividades em matérias de previdência, assistência e seguros; análise de propostas de aquisição e alienação de bens e imóveis; e implementação de ações de mobilização da categoria. [...]
20/05/2025NotíciasFoi eleita nesta segunda-feira, 19, em Assembleia Geral da APUFPR-SSind, no auditório da sede administrativa em Curitiba, a delegação da Seção Sindical para o 68º Conselho do ANDES-SN (CONAD), que acontecerá em Manaus (AM), entre os dias 11 e 13 de julho. Esta foi a primeira Assembleia Geral realizada sob organização da diretoria eleita no início de abril para a gestão 2025-2027. A assembleia teve início com a inclusão na pauta, em caráter extraordinário, de uma deliberação para um convite à pró-reitora de Graduação e Educação Profissional, professora Andrea do Rocio Caldas, para uma reunião aberta aos (às) interessados (as) sobre recentes decisões da Prograp acerca do processo de ingresso na UFPR. Em seguida, deu-se o início da escolha dos representantes da APUFPR que participarão do 68º CONAD. Após algumas discussões, ficou estabelecido que a delegação seria composta por cinco observadores, sendo dois representantes da multicampia, dois dos campi de Curitiba e um (a) do coletivo de aposentados (as), sendo que os (as) candidatos (as) deveriam estar obrigatoriamente presentes na assembleia. Por aclamação, foi eleita como delegada a presidente da APUFPR, professora Claudia Mendes Campos, que terá direito a voz e voto durante os debates em Manaus. De nove candidatos (as) inscritos (as), foram eleitos como observadores os professores Leandro Portz, de Palotina; Raimundo Tostes, de Jandaia do Sul; Vitor Marcel Schülli e Renata Ballenzani, ambos de Curitiba; e Antonio Gondin, representando os (as) aposentados (as). O CONAD é uma instância deliberativa fundamental para a organização e a luta dos docentes, permitindo a participação democrática na definição das estratégias e ações do ANDES-SN. Dentre as atribuições do Conselho, estão a decisão de questões organizativas e financeiras; a fiscalização da execução política e financeira da entidade; e a homologação de novas seções sindicais. PROGRAP – Logo após a eleição da delegação, os participantes da assembleia iniciaram um debate sobre recentes decisões da Pró-reitoria de Graduação e Educação Profissional (Prograp) que vêm impactando a permanência de estudantes em sala de aula. Dentre os temas levantados, estão a separação da área básica de ingresso em cursos de bacharelado e de licenciatura; o elevado custo do vestibular para os (as) candidatos (as); a evasão de estudantes; e o fechamento de vagas em alguns cursos, em especial, nos campi avançados. Nesse sentido, a plenária aprovou a realização de um debate sobre essas questões no âmbito da diretoria da APUFPR, em que será convidada a professora Andrea do Rocio Caldas para prestar esclarecimentos como representante da Prograp e da Reitoria. A data da reunião será definida conforme agenda da pró-reitora. FEIRA DE PROFISSÕES – Como parte das discussões sobre o processo de ingresso na UFPR, os (as) presentes decidiram fazer um questionamento à Reitoria sobre o formato de organização da Feira de Profissões deste ano, principalmente a respeito da escolha do local para a realização do evento. A diretoria da APUFPR foi autorizada a enviar um pedido de esclarecimentos à Reitoria. INFORMES – Além dos dois itens de pauta, a plenária tomou conhecimento de alguns informes feitos pela diretoria e pelos participantes da assembleia, tais como:• Agenda de reunião da diretoria da APUFPR com a Reitoria da UFPR no próximo dia 28 de junho;• Andamento das negociações para o reajuste anual das mensalidades do convênio com a Unimed;• Organização das eleições de representantes dos Departamentos e dos (as) aposentados (as) no CRAPUF;• Lançamento do livro “Tarifa zero: de décadas de luta ao sonho possível”, de autoria do professor Lafaiete Neves. [...]
20/05/2025NotíciasQuem visita a sede administrativa da APUFPR-SSind, em Curitiba, no período da manhã, vai encontrar no portão de entrada o segurança Tony Lima, de 45 anos, sempre sorridente e receptivo. Mas certamente não imagina que o seu envolvimento com o trabalho vai além das funções na vigilância do local. Ele também cuida do Meliponário da APUFPR, que criou em 2022 como forma de expor a paixão pela criação de abelhas sem ferrão, conhecida como meliponicultura. Composto por pequenas colmeias acomodadas em dez caixas de madeira instaladas nas áreas externas da Seção Sindical, o meliponário abriga a criação de quatro espécies de abelhas sem ferrão nativas da região Sul. Em sua propriedade, na área rural de Almirante Tamandaré, o segurança mantém o Meliponário Primavera, fundado em 2010, onde trabalha com a multiplicação e a preservação genética de 18 espécies de meliponíneos. Graduado em Ciências Biológicas, pela Uninter, Tony Lima também ministra palestras e cursos sobre meliponicultura e o comportamento das abelhas para empresas e escolas públicas e privadas. Neste Dia Mundial das Abelhas, comemorado em 20 de maio, a APUFPR agradece o dedicado trabalhador por tornar o nosso ambiente mais sustentável e um polo irradiador de polinização e manutenção da variedade da flora na vizinhança do Jardim das Américas. DIA MUNDIAL DAS ABELHASA efeméride foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2017 em reconhecimento da importância das abelhas na preservação da biodiversidade e no equilíbrio do meio ambiente. Elas são responsáveis pela polinização de quase 90% da mata nativa e de 70% das culturas agrícolas. A preservação das abelhas é essencial para garantir um futuro sustentável. Além do papel ecológico, as abelhas fornecem alimentos e produtos, como mel, geleia real, própolis, cera e veneno de abelha. [...]
20/05/2025NotíciasA diretoria da APUFPR manifestou nesta segunda-feira, 19, extrema preocupação com as diretrizes do Decreto Federal 12.448/2025, editado em 30 de abril último, que impôs severas limitações à execução orçamentária das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), com redução nos valores dos repasses e na periodicidade das transferências de recursos até o final deste ano. O dispositivo estabelece que a liberação dos recursos se dará apenas em três etapas nos meses de maio, novembro e dezembro, com recursos restritos a 60% dos valores mensais previstos inicialmente. De acordo com a presidente da APUFPR, professora Claudia Mendes Campos, a medida forçará cortes e suspensão de pagamentos essenciais para as Universidades federais. “Com apenas 20 dias de vigência, o Decreto tem provocado imensa preocupação, com anúncio de medidas de contenção absurdas, como cortes nas bolsas de estudos e na assistência estudantil, além de prejudicar a continuidade de serviços básicos, como o abastecimento de água e energia”, alertou. O Decreto Federal prevê o corte de R$ 2,5 bilhões nos recursos orçamentários do MEC. A professora lembrou que o assunto foi colocado em pauta pelo ANDES-SN na reunião da Mesa Setorial de Negociação Permanente, no âmbito do Ministério da Educação, no último dia 12 de maio. Os representantes do MEC, porém, não deram nenhuma perspectiva de reversão dessa situação. Além do ANDES- SN, estiveram presentes representantes da Fasubra e do Sinasefe. QUESTÃO DE PRIORIDADEO Tesoureiro Geral da APUFPR, professor Francisco de Assis Marques, afirmou que os cortes não só comprometem importantes programas acadêmicos e a manutenção das IFES, como apontam para uma definição das prioridades do governo. “O que nos deixa pasmos é que o discurso é sempre o mesmo: a necessidade de economizar para o cumprimento do arcabouço fiscal”, disse. “Mas é importante lembrar que, em 2024, somente 2,95% dos Orçamento foram direcionados para a educação, ao passo que para o pagamento da dívida foram destinados 43%”, ressaltou. “É impensável uma nação continuar destinando quase 50% do seu Orçamento para manter o capital especulativo, enquanto cortam-se recursos da saúde e da educação”, explicou. Segundo o diretor da APUFPR, a proposta das entidades sindicais é que os cortes sejam promovidos sobre o capital especulativo e não sobre as áreas que devem ser estratégicas para a soberania nacional, como a educação. “Todos sabem que 94% do conhecimento novo produzido no país vêm das instituições públicas de ensino superior, sem contar a sua relevância para a formação de recursos humanos com qualidade. Então, a pergunta que fica é: que projeto de nação está sendo construído?”, questionou. O Decreto 12.448/2025 detalha a programação orçamentária e financeira do Poder Executivo federal para este ano, reduzindo o repasse líquido para o MEC dos R$ 36.364.631.654 previstos no Decreto nº 12.416/2025 – que já era muito menor que as necessidades das instituições de ensino – para R$ 33.864.917.703. Na semana passada, o Andifes, que reúne reitores de todo país, emitiu nota oficial alertando para o colapso financeiro das IFES. [...]
16/05/2025NotíciasA luta pela instituição e fortalecimento de políticas para derrubar o preconceito e promover a inclusão da população LGBTQIA+ é hoje necessária em todos os ambientes, incluindo o meio acadêmico. Por isso, a APUFPR apoia todas as medidas que permitam abrir oportunidades como a participação em cargos diretivos em todos os níveis, o estabelecimento de cotas para pessoas trans em concursos de graduação e pós-graduação e a criação de espaços de apoio e acolhimento. Também entendemos como fundamentais a realização de campanhas e atividades de conscientização, a criação de canais de denúncias e, principalmente, o combate ao assédio moral e ao bullying. As Universidades devem ser transformadas em locais nos quais nenhuma pessoa se sinta discriminada ou sofra algum tipo de violência em função de sua identidade de gênero e/ou orientação afetiva-sexual. Por isso, neste dia 17 de maio, saudamos a todos (as) os (as) docentes que, no seu dia a dia, estejam alinhados (as) com as práticas que tornem nossa sociedade mais igualitária, justa e inclusiva. [...]
16/05/2025Espaço do Professor / NotíciasReferência na luta e pesquisa sobre transporte coletivo, Lafaiete Neves reúne artigos sobre o tema tarifa zero, que contam a história dessa proposta, além de dados. A edição é da editora Banquinho. O livro é focado no caso de Curitiba, que hoje tem a tarifa de ônibus mais cara do Brasil. O autor desvenda o mecanismo que perpetua o subsídio público e propõe alternativas viáveis para implementação da tarifa zero. Lançamento do livro “Tarifa Zero: De décadas de luta ao sonho possível”, de Lafaiete Neves Dia 20/05 (terça) no XXI Enanpur UFPR , no Centro Politécnico, das 17h40 às 18h20 Dia 21/05 (quarta) no SENGE-PR, a partir das 19hAv. Marechal Deodoro, 630 – sala 2201 (auditório do Senge) [...]
16/05/2025NotíciasO 68º CONAD acontecerá de 11 a 13 de julho, em Manaus (AM), na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), sob organização da Associação dos Docentes da UFAM (Adua-SSind). O ANDES-SN está organizando o Caderno de Textos que reunirá as propostas, as análises e as contribuições de sindicalizados (as) de todo o país, que servirão como subsídios para os debates do encontro nacional. As regras para elaboração e envio dos textos estão na Circular 162/2025, do ANDES-SN, aqui: https://tinyurl.com/37whjnbr. [...]
15/05/2025NotíciasA nova diretoria da APUFPR-SSind convida filiados e filiadas para a Assembleia Geral de escolha de delegado (a) e observadores (as) que representarão nossa Seção Sindical no 68º Conselho do ANDES-SN, o CONAD. CONAD é o Conselho do ANDES-SN, instância deliberativa que reúne representantes das seções sindicais e das secretarias regionais para discutir e deliberar sobre temas relevantes para a categoria docente. A assembleia ocorrerá na próxima segunda-feira, 19, às 13h30min em primeira chamada, com metade dos (as) sindicalizados (as), e às 14 horas em segunda chamada, com qualquer número de presentes. Participe comparecendo no auditório da APUFPR, na sede administrativa do Jardim das Américas, em Curitiba. Docentes do interior e litoral poderão acompanhar vitualmente nas subsedes de Matinhos, Jandaia do Sul e Palotina. CONSELHO DO ANDESO 68º CONAD acontecerá de 11 a 13 de julho, em Manaus (AM), na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), sob organização da Associação dos Docentes da UFAM (Adua-SSind). O tema central do evento nacional será “Unificar as lutas anticapitalistas: contra o colapso socioambiental, em defesa da vida e da educação pública”. O QUE É O CONAD?O CONAD tem como principais atribuições: Deliberar sobre questões organizativas e financeiras, como aprovação de contas e definição do local do próximo CONAD; Fiscalizar a execução política e financeira da entidade; Homologar a constituição de novas seções sindicais; Decidir sobre recursos interpostos às decisões da diretoria do sindicato; Criar comissões e grupos de trabalho permanentes ou temporários sobre questões específicas; Atualizar os planos de lutas gerais e setoriais do sindicato. É composto por um (a) delegado (a) de cada seção sindical, um (a) de cada secretaria regional e pelo (a) presidente do ANDES-SN, todos (as) com direito a voz e voto. Também participam demais membros da Diretoria do Sindicato Nacional e observadores (as) de base das seções sindicais e das secretarias regionais, com direito a voz. O CONAD é uma instância fundamental para a organização e a luta dos docentes, permitindo a participação democrática na definição das estratégias e ações do ANDES-SN. [...]
14/05/2025NotíciasExcepcionalmente, nesta sexta-feira, 16, o atendimento externo na sede administrativa em Curitiba e nas subsedes de Matinhos, Jandaia do Sul e Palotina será encerrado às 15h30min. A partir desse horário, será cumprido expediente interno com reunião administrativa da APUFPR-SSind. Na segunda-feira, 19, nosso atendimento retornará ao normal. A APUFPR-SSind agradece a compreensão e fica à disposição. [...]
13/05/2025NotíciasNo próximo dia 28 de maio, às 15 horas, acontecerá o primeiro Encontro de Aposentados da APUFPR-SSind sob organização da nova diretoria da entidade. Dentre diversos temas relevantes, o destaque da pauta será a escolha dos representantes dos aposentados (as) para o Conselho de Representantes da APUFPR (CRAPUF), órgão deliberativo e fiscalizador da Seção Sindical. Composto por um titular e um suplente de cada Departamento e do conjunto de aposentados (as) da UFPR, eleitos para um mandato de dois anos, o Conselho de Representantes tem como responsabilidades a elaboração de parecer sobre os balanços financeiros anuais, a fiscalização das atividades em matérias de previdência, assistência e seguros, o recebimento de reclamações de sindicalizados, entre diversas outras atividades. O Regimento Geral da APUFPR determina que a escolha deva ocorrer até um mês após a posse da nova diretoria. Por decisão do CRAPUF, a eleição poderá ocorrer em deliberação de assembleias setoriais, tanto nos Departamentos, como entre os aposentados. Além da participação nas reuniões, os membros do Conselho devem atuar na ligação entre docentes e APUFPR. O Encontro de Aposentados deste mês também irá debater o planejamento das atividades do Coletivo de Aposentados para os próximos meses. Outro item da pauta é a discussão sobre as representações nos Conselhos Superiores da UFPR, como o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE). Também haverá uma palestra de atualização das questões jurídicas com um representante do escritório de advocacia Trindade e Arzeno. A pauta deste mês é bastante extensa e de grande relevância para o cumprimento do Regimento da APUFPR. Por isso, a nova diretoria solicita aos aposentados e aposentadas o comparecimento presencial ou para que acessem o link de participação no modo on-line. O link para a sala virtual no aplicativo Zoom será disponibilizado por e-mail nas vésperas da reunião. [...]
06/05/2025NotíciasGolpistas estão agindo novamente contra os filiados (as) da APUFPR, na tentativa de obter vantagem financeira. Ignore ou delete mensagens pelo Whatsapp que tratem de ações judiciais em nome da APUFPR ou do escritório de advocacia Trindade e Arzeno. Aparentemente, o texto enviado pode parecer legítimo, com o uso de nomes e números de processos reais. Mas esses dados são facilmente obtidos na Internet. Então, fique alerta! Avise os amigos (as) e grupos de professores (as) da UFPR para não clicarem em links suspeitos ou iniciarem conversas sobre esses assuntos. Todas as comunicações sobre ações coletivas ou individuais são enviadas apenas por e-mail com o domínio @apufpr.org.br. As tentativas de golpe devem ser denunciadas ao Núcleo de Combate ao Cibercrimes (Nuciber) pelo site https://www.policiacivil.pr.gov.br/NUCIBER ou pelo fone (41) 3304-6800. [...]
02/05/2025NotíciasA nova diretoria da Associação dos Professores da UFPR (APUFPR-SSind) para o biênio 2025-2027, eleita no início de abril, tomou posse na noite desta quarta-feira, 30, em solenidade na sede da Seção Sindical, no bairro Jardim das Américas, em Curitiba. A entidade representativa da maior comunidade acadêmica e científica do Paraná passará a ser presidida pela professora de Linguística Claudia Mendes Campos, do Setor de Ciências Humanas da UFPR. Claudia Mendes Campos concorreu à eleição como cabeça da chapa “Autonomia e Luta”, que saiu vitoriosa sobre a chapa “De Docente para Docente”, no último dia 3 de abril em votação realizada nos campi de Curitiba, Matinhos, Pontal do Paraná, Jandaia do Sul, Palotina e Toledo. A composição completa da nova diretoria da APUFPR-SSind é a seguinte: Presidente: Claudia Mendes CamposVice-Presidente: Vitor Marcel SchühliSecretária Geral: Sandra Mara AlessiPrimeira Secretária: Marise Fonseca Dos SantosTesoureiro Geral: Francisco de Assis MarquesPrimeiro Tesoureiro: Afonso Takao MurataDiretor Administrativo: Luis Allan KunzleDiretora Cultural: Lennita Oliveira RuggiDiretora de Esportes: Renata BallenzaniDiretora de Imprensa: Gabriela Caramuru TelesDiretor Jurídico: Roberto Gonçalves BarbosaDiretora Social: Aline Mendonça Fraga No discurso de posse, a professora Claudia Mendes Campos destacou que pretende realizar uma gestão de valorização da luta dos professores e das professoras nas esferas nacional, local e social. “A nossa proposta é de um sindicato que fortaleça a luta das reivindicações nacionais de toda a categoria docente, como a reposição das perdas salariais, o financiamento das instituições federais de ensino superior e a defesa intransigente de uma Universidade pública, gratuita, de qualidade, laica e socialmente referenciada”, disse. “Mas é preciso também um sindicato que fortaleça a luta por melhores condições locais de trabalho, como o pagamento de insalubridade e das progressões retidas, construção de infraestrutura adequada ao ensino e diversos outros aspectos da nossa vida acadêmica diária”, explicou. Por fim, a nova presidente ressaltou a necessidade de apoiar as lutas por avanços sociais. “As diversas lutas da sociedade brasileira são também nossas lutas”, completou. Outro ponto relevante do discurso foi o compromisso com a autonomia e a independência da APUFPR, sem atrelamentos a governos, partidos, reitoria ou chefias de setores e departamentos. Segundo ela, como estratégia de aproximação à classe docente, a nova diretoria pretende realizar visitas constantes aos diversos setores e campi avançados, valorizar o Conselho de Representantes da APUFPR (CRAPUF) e as assembleias de docentes e organizar os grupos de trabalho temáticos. A solenidade de posse durou pouco mais de uma hora e contou com as presenças de dezenas de docentes e familiares que lotaram o auditório da APUFPR-SSind. Depois de serem apresentados sob calorosos aplausos, os novos diretores e diretoras assinaram os termos de posse. O evento contou com uma homenagem aos professores Herrmann Muller, Marco Aurélio Melo e Andrea Fedeger, componentes da Comissão Eleitoral (COE), responsáveis pela organização da eleição da APUFPR-SSind.   Estiveram presentes na solenidade representantes da Reitoria da UFPR, da Pró-reitoria de Pertencimento e Políticas de Permanência Estudantil, do Sindicato dos Professores da UTFPR, do SindSaúde, da Asufepar, do ANDES-SN, do MST, da Rede Universitária de Solidariedade ao Povo Palestino, da Frente de Organização dos Trabalhadores (Fort) e do Centro de Formação Urbana e Rural Irmã Araújo. [...]
01/05/2025NotíciasNeste Dia do Trabalho, a APUFPR presta homenagem a todas e todos que, com dedicação e compromisso, constroem o presente e o futuro por meio do trabalho. Em especial, queremos valorizar o papel dos docentes universitários, cuja atuação vai muito além da sala de aula. Somos responsáveis por formar profissionais, fomentar o pensamento crítico e desenvolver conhecimento por meio da pesquisa e da extensão. Em tempos de transformação acelerada e desafios globais, o papel da universidade pública e de seus professores se torna ainda mais relevante: produzimos ciência, inovação e soluções concretas para os problemas sociais, econômicos e ambientais que enfrentamos. No entanto, não há como celebrar esta data sem reafirmar nossa preocupação com a crescente precarização do trabalho docente. O acúmulo de funções, o aumento da carga horária, as cobranças administrativas excessivas e a desvalorização salarial comprometem não apenas a saúde e o bem-estar dos professores, mas também a qualidade do nosso trabalho. Neste 1º de Maio, reforçamos nosso compromisso com a luta por condições dignas de trabalho, por respeito à carreira docente e por uma universidade pública de qualidade, gratuita e socialmente referenciada. Seguiremos mobilizados, com responsabilidade e coragem, em defesa da valorização da nossa profissão e de um futuro mais justo para todas e todos. [...]
29/04/2025NotíciasHá exatos 10 anos, no dia 29 de abril de 2015, a Polícia Militar do Paraná protagonizou o “Massacre do Centro Cívico”, um dos mais violentos ataques à classe docente na história do Brasil. Mais de 2,5 mil policiais avançaram sobre milhares de professores e professoras, com o objetivo de proteger os deputados estaduais que votavam na Assembleia Legislativa mudanças no sistema previdenciário do funcionalismo. Utilizando balas de borracha calibre 12, bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral, jatos de água, helicópteros e um imenso veículo blindado, a PM-PR deixou um rastro de sangue que os paranaenses jamais esquecerão. Foram mais de 200 feridos entre docentes, estudantes e populares, atendidos às pressas nos corredores da Prefeitura de Curitiba por profissionais da saúde chamados às pressas. Enquanto o campo de guerra se espalhava por toda a Praça Nossa Senhora de Salete, coberta por uma densa fumaça das bombas arremessadas, o caos tomava conta das salas de emergência dos hospitais. Foram mais de duas horas de ataques ininterruptos. As imagens da violência extrema contra professores e professoras ganharam a Internet imediatamente e percorreram a mídia de todo o mundo durante semanas. Apesar de toda a repercussão e da brutalidade empregada pelas forças policiais, nenhuma autoridade constituída foi julgada ou responsabilizada pelo “Massacre do Centro Cívico”. A impunidade prevalece até hoje. A APUFPR manifesta solidariedade aos professores e às professoras da rede estadual de ensino que, mesmo tendo sofrido esse ataque inadmissível, permanece sob constantes ataques do atual governo do Paraná. A categoria realiza hoje uma paralisação em protesto pelo não pagamento de reposições salariais desde 2017 e contra os projetos de militarização e de privatização das escolas do nosso estado, além de lembrar os dez anos de uma das datas mais tristes para a Educação paranaense. [...]
28/04/2025NotíciasDevido ao feriado do Dia do Trabalhador nesta quinta-feira, 1º, não haverá expediente em nenhuma das quatro sedes da APUFPR na sexta-feira, 02. O atendimento voltará ao normal na próxima segunda-feira, 05, na sede administrativa em Curitiba e nas subsedes de Jandaia do Sul, Palotina / Toledo e Matinhos. [...]
25/04/2025NotíciasA APUFPR-SSind convida os filiados e filiadas para a solenidade de posse da nova diretoria eleita para o biênio 2025-2027. O evento acontecerá no próximo dia 30 de abril, às 19 horas, na sede administrativa da APUFPR, em Curitiba. Contamos com a sua presença para fortalecer a luta coletiva por direitos e a valorização da nossa categoria. Endereço: Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1.193 – Jardim das Américas [...]
23/04/2025NotíciasExcepcionalmente, na sexta-feira desta semana, dia 25, o atendimento ao público na APUFPR será encerrado às 12 horas. Durante a tarde, será cumprido expediente interno para resolução de questões administrativas. Na segunda-feira, 28, nosso horário retornará ao normal. A APUFPR agradece a compreensão e fica à disposição. [...]
19/04/2025NotíciasO desmonte das políticas públicas e a suspensão da demarcação de terras destinadas aos povos indígenas durante o governo Bolsonaro continuam produzindo graves conflitos com fazendeiros e proprietários rurais, resultando em violência armada, mortes e feridos e o confinamento de aldeias inteiras. Este é o caso da Terra Indígena Guassu Guavirá, dos povos Avá Guarani, nos municípios de Altônia, Guaíra e Terra Roxa, no Oeste do Paraná, que perderam terra com a formação do lago de Itaipu, na década de 1980. Desde 2023, com o acirramento do conflito, doze indígenas, incluindo duas crianças, já foram alvejados em ataques de pistoleiros. No último dia 25 de março, a Itaipu Binacional assinou um acordo para a aquisição de 3 mil dos 24 mil hectares que aguardam a demarcação definitiva pelo governo federal. O total da área está identificada e delimitada pela Funai desde 2018, mas está sobreposta a 165 propriedades, o que vem impedindo na Justiça a demarcação definitiva da TI, além de situações de extrema violência. O confinamento dos indígenas, cercados pelos produtores rurais, tem motivado inclusive conflitos internos devido à insegurança alimentar e o alto consumo de bebidas alcoólicas. O caso mais recente e grave foi a decapitação de um indígena por outros moradores da TI, dias antes da assinatura do acordo com a Itaipu. A APUFPR aponta a situação dos Avá Guarani como um caso emblemático para despertarmos neste Dia dos Povos Indígenas a atenção da população pela necessidade da urgente reconstrução das políticas públicas e retomada das demarcações das Terras Indígenas para que possamos pacificar as quase 900 áreas de conflito em todo o país. [...]
17/04/2025NotíciasÉ com profunda consternação que a APUFPR comunica o falecimento do professor aposentado Gastão Octávio Franco da Luz, que atuava no Setor de Educação. Possuía graduação em História Natural pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1969), tendo realizado toda a sua pós-graduação na Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde obteve especialização em Morfologia Vegetal (1974), mestrado em Educação e doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento (2001). Sua produção acadêmica tinha como foco os seguintes temas: Educação Ambiental, Formação de Formadores em Meio Ambiente e Pedagogia de Adultos. Aos familiares, parentes e amigos, a APUFPR manifesta os mais profundos votos de pesar neste momento de dor. #APUFPR [...]
17/04/2025NotíciasNeste Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária, a APUFPR reafirma o papel das universidades públicas e dos centros de pesquisa para o suporte técnico, político e científico às comunidades camponesas. É de fundamental importância a colaboração das instituições de ensino superior com os movimentos do campo por meio da extensão universitária, da pesquisa participativa e de projetos de educação das populações excluídas, contribuindo para a formação de sujeitos críticos e para a valorização dos saberes tradicionais. Que este 17 de abril seja representativo para o fortalecimento das alianças entre trabalhadores, movimentos sociais, pesquisadores e universidades, em nome de um Brasil mais justo, com terra, trabalho e direitos para todos. A data foi instituída em memória do massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 1996 no Pará, quando 21 camponeses do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram brutalmente assassinados pela Polícia Militar durante uma marcha pela reforma agrária. [...]
16/04/2025NotíciasO expediente na APUFPR nos próximos dias será mais curto por conta dos feriados da Sexta-Feira Santa e de Tiradentes. Se precisar resolver alguma questão ou pretende nos visitar, fique atento porque vamos fechar na sexta-feira,18, e na segunda-feira, 21. Além da sede administrativa de Curitiba, não haverá atendimento nas subsedes de Jandaia do Sul e de Palotina/Toledo. Em Matinhos, o expediente está suspenso até o próximo dia 28, devendo as demandas ser direcionadas para a sede administrativa, em Curitiba (Veja card). A APUFPR agradece a compreensão de docentes e aposentados (as). [...]
16/04/2025NotíciasO Paraná amanheceu estarrecido com as proporções do incêndio que consumiu o Bloco Azul da PUCPR, em Curitiba. O prédio abrigava os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais, Cinema e Audiovisual, Design, Jornalismo, Produção Musical, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas e Teatro. Em questão de minutos, o edifício foi tomado pelo fogo, deixando um lastro de destruição na Escola de Belas Artes e no Teatro TUCA. Apesar das perdas materiais significativas, louva-se o fato de o trágico incidente ter sido controlado sem vítimas. A APUFPR lamenta profundamente o ocorrido e presta solidariedade à Reitoria e à comunidade acadêmica da PUCPR, na certeza da reconstrução de um dos mais icônicos e necessários espaços da educação superior de Curitiba. Lá, milhares de profissionais das artes e da comunicação foram formados. O local também foi berço de uma profícua produção científica e de conhecimento, além de ter abrigado importantes obras de arte. Perdeu-se, ainda, o Teatro TUCA, o principal auditório da instituição. O episódio levanta um alerta urgente: é indispensável que os campi universitários — públicos e privados — contem com estruturas adequadas de segurança, brigadas de incêndio e treinamento permanente para situações de emergência. Tragédias infelizmente acontecem. E é justamente por isso que a prevenção não pode ser negligenciada. No caso das Universidades públicas, como a UFPR, esse cuidado esbarra em um cenário de sucessivos cortes orçamentários. A falta de investimentos em infraestrutura e manutenção, somada à escassez de recursos para equipamentos de segurança e formação de brigadas, compromete a proteção de toda a comunidade acadêmica. Também se agravam os riscos à saúde dos trabalhadores da educação, com a negligência de adicionais de insalubridade e periculosidade. Nesse contexto, as perguntas se impõem: nós, da UFPR, estamos preparados para enfrentar uma tragédia semelhante? Quanto tempo levaria a UFPR para se reerguer diante da mesma situação? Que o incêndio na PUCPR sirva de alerta para uma reflexão urgente sobre o financiamento, a segurança e a responsabilidade pública com o ensino superior brasileiro. [...]
14/04/2025NotíciasAtenção, docentes e aposentados (as) do Setor Litoral que precisem dos serviços ou atendimento da APUFPR. Por conta de afastamento por licença médica de nossa funcionária, a subsede de Matinhos ficará sem expediente até o dia 28 de abril. Solicitamos que, em caso de necessidade, entrem em contato com a sede administrativa de Curitiba: 📩 recepcao@apufpr.org.br📞 (41) 3151- 9100 / (41) 99956-7818📍 Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1.193, bairro Jardim das Américas A APUFPR agradece a compreensão e se coloca à disposição. [...]
11/04/2025NotíciasConfirmado para o próximo dia 2 de maio o pagamento do reajuste de 9% nos salários dos professores e professoras das instituições federais de ensino superior, com valores retroativos a janeiro de 2025. A informação foi confirmada no final da tarde desta quinta-feira, 10, pela Agência Brasil, logo após o presidente Lula sancionar a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025. A LOA somente foi aprovada pelo Congresso Nacional em março passado, atrasando em cinco meses o cumprimento da pauta salarial do Acordo de Greve, assinado em junho do ano passado. Pelo rito normal, o Orçamento deveria ter sido votado antes do término do período legislativo de 2024, o que não aconteceu devido à resistência de deputados federais e senadores à redução e controle sobre a liberação de emendas parlamentares. Para que surtisse efeito a partir de janeiro de 2025, o governo editou uma Medida Provisória no dia 31 de dezembro de 2024 prevendo os reajustes salariais e honrando o cumprimento dos acordos assinados com 38 categorias do serviço público federal. Mas, sem a aprovação da LOA de 2025, o governo se encontrava impedido de realizar o pagamento dos reajustes. Por isso, além dos salários da folha de abril, os servidores (as) receberão no próximo dia 2 os valores acumulados do reajuste desde janeiro. [...]
09/04/2025NotíciasOs próximos dias são decisivos para o cumprimento da pauta salarial do Acordo de Greve assinado no ano passado pela categoria com o Ministério de Gestão e Inovação do Serviço Público (MGI). A expectativa é de que o presidente Lula sancione na sexta-feira, 11, a Lei Orçamentária Anual (LOA), possibilitando a inclusão do reajuste de 9% na folha de abril para pagamento no início de maio, com valores retroativos a janeiro de 2025. A previsão de data da sanção foi dada na semana passada pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, em entrevista coletiva. Em todo o país, o movimento sindical de docentes tem pressionado o governo federal pelo cumprimento do Acordo de Greve. “É preciso ficar alerta porque o encerramento da greve foi fruto de uma árdua negociação em que o reajuste acertado ficou abaixo das perdas salariais dos últimos anos”, destacou a presidenta da APUFPR, professora Andréa Emilia Marques Stinghen. O governo federal tem até o próximo dia 15 de abril para sancionar a LOA e incluir o reajuste na folha de pagamentos deste mês. Além dos 9% retroativos a janeiro, o Acordo de Greve prevê o pagamento de outro reajuste de 3,5% em abril de 2026, a reestruturação da carreira dos docentes das instituições federais de ensino superior e investimentos na ordem de R$ 5,5 bilhões em centros e hospitais universitários pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A greve na UFPR foi encerrada no dia 20 de junho de 2024. [...]
08/04/2025NotíciasA diretoria da APUFPR, tomada de surpresa e consternação, lamenta profundamente o falecimento do professor Lineu Roberto da Silva, de 66 anos, acometido de um infarto fulminante na tarde desta segunda-feira. Era graduado em Medicina Veterinária pela UFPR (1980), onde também obteve o mestrado em Ciências Veterinárias (2001). Atuava como médico sanitarista do governo do Estado do Paraná, além de professor assistente na UFPR no departamento de Saúde Coletiva, do setor de Ciências da Saúde, com ênfase em Epidemiologia. Lecionou com dedicação e reconhecimento para a formação de centenas de profissionais da da área de saúde. A APUFPR manifesta o mais profundo sentimento de pesar e solidariedade aos familiares, parentes e amigos neste momento de dor e sofrimento. [...]
04/04/2025NotíciasA atual diretoria da APUFPR parabeniza os docentes da Chapa 1 pela vitória na eleição para a nova diretoria do sindicato. Mesmo com uma disputa acirrada, assistimos a um processo eleitoral de alto nível em que prevaleceu o embate de ideias, propostas e posicionamentos políticos. Agradecemos os filiados e filiadas da APUFPR que se fizeram presentes por meio do mais importante instrumento de poder numa sociedade participativa, que é o voto! Nossos cumprimentos também aos estudantes que atuaram como mesários e mesárias, conferindo confiabilidade e segurança ao pleito. Desejamos à futura diretoria uma gestão exitosa. Parabéns, UFPR! Viva a Democracia universitária! [...]
31/03/2025NotíciasA diretoria da APUFPR manifesta o mais profundo pesar pela passagem neste dia 31 de março da professora aposentada Susana da Costa Ferreira, que atuou como docente e pesquisadora do Setor de Educação da UFPR. Com graduação em Pedagogia pela PUC-PR (1974), obteve o mestrado em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (1988) e o doutorado em História pela Universidade Federal do Paraná (2003). Dentre as disciplinas que lecionou, destacava-se como professora de Perspectivas Contemporâneas da Educação. Tinha experiência na área com ênfase em Administração de Sistemas Educacionais, atuando principalmente nos seguintes temas: professor, filmes, história, cinema e educação. A APUFPR presta solidariedade aos familiares, parentes e amigos neste momento de dor. [...]
31/03/2025NotíciasA diretoria da APUFPR lamenta profundamente o falecimento neste dia 31 de março do professor aposentado Pulquério Figueiredo Bittencourt, que atuou como docente no Departamento de Economia, da UFPR, durante 43 anos (1979-2022). Foi coordenador do curso de Ciências Econômicas e lecionou as disciplinas de Economia Política e Economia Agrícola. Bittencourt participou ativamente nas questões sindicais da APUFPR onde ocupou os cargos de primeiro tesoureiro (1989-1991) e de tesoureiro geral (1991-1993). Reconhecido por colegas de Departamento e estudantes como um grande professor, destacava-se pela postura ética e senso de justiça. Bittencourt faleceu em São Luís do Maranhão onde nasceu e viveu os últimos anos de sua aposentadoria. A diretoria da APUFPR manifesta o mais profundo pesar e presta solidariedade aos familiares, parentes e amigos. [...]
31/03/2025NotíciasNada a comemorar ou celebrar. O dia 31 de março será para sempre marcado como a data do início de um dos piores períodos de nossa história. Ditadura, nunca mais! É esta a lição que devemos tirar daquele nefasto regime a que fomos submetidos durante mais de 21 anos. Por isso, punir exemplarmente aqueles que ainda hoje atentam contra a Democracia e o Estado de Direito é preservar a nossa integridade como nação e a soberania do nosso povo. Pela liberdade, justiça social e igualdade de Direitos, sem anistia para golpistas! [...]
27/03/2025NotíciasComeçou a distribuição do “Jornal da APUFPR – Balanço do Biênio 2023-2025”. A publicação registra as ações político-sindicais, atividades associativas e serviços prestados pelo nosso sindicato, além das principais notícias dos últimos dois anos. A entrega está sendo feita nos endereços cadastrados no sindicato pelos filiados (as). Para quem preferir, a versão digital do jornal está no site da APUFPR. jornalAPUF_1703_IMPRESSAO (2)Baixar [...]
21/03/2025NotíciasA educação saiu prejudicada das negociações e barganhas promovidas por parlamentares nos últimos três meses para a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025. Junto com a assistência social e a ciência e tecnologia, os três setores perderam mais de R$ 8,6 bilhões em relação ao projeto original de Orçamento apresentado pelo governo em agosto passado. De acordo com reportagem do jornal O Globo, os remanejamentos promovidos no Congresso Nacional beneficiaram com aumentos de recursos as emendas parlamentares e os Ministérios comandos por partidos do Centrão. A APUFPR manifesta preocupação ante a redução de recursos para as instituições federais de ensino superior, cujos orçamentos passaram por drásticos cortes em anos recentes e que precisam ser recuperados. Além disso, é preciso atenção para algumas instituições que estão passando por crises financeiras extremas, com recursos insuficientes para as despesas anuais. A APUFPR lamenta que, mais uma vez, a educação e a ciência tenham sofrido perdas, enquanto as emendas parlamentares com destinações duvidosas tenham sido mantidas. [...]
20/03/2025NotíciasA aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025 pelo Congresso Nacional abriu caminho nesta quinta-feira, 20, para o governo finalmente realizar o pagamento do reajuste salarial de 9% para o corpo docente das instituições federais de ensino superior. O aumento, previsto no Acordo de Greve que encerrou a paralisação da categoria em junho do ano passado, deverá ser pago em abril com valores retroativos a janeiro de 2025. Para entrar em vigor, a LOA precisa ainda ser sancionada pela presidência da República. A aprovação da LOA deveria ter ocorrido em dezembro de 2024, antes do término do período legislativo. Mas deputados federais e senadores decidiram procrastinar a votação por causa de impasses em torno das emendas parlamentares. Além de pressionarem pela liberação de valores represados pelo governo federal, uma série de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) limitou o pagamento das emendas até que fossem estabelecidas regras de transparência e rastreabilidade dos recursos. Depois de meses de negociações, finalmente houve um entendimento e a LOA foi votada com inesperada celeridade nesta quinta-feira, 20, tendo sido aprovada na Comissão Mista do Orçamento (CMO) e no plenário do Congresso Nacional em questão de horas. Com isso, o governo está autorizado a realizar o pagamento de reajustes salariais para 38 categorias profissionais do serviço público com as quais assinou acordos coletivos e que estão previstos na Medida Provisória 1.286, publicada em 31 de dezembro de 2024. Para os (as) docentes de ensino superior, além da primeira parcela de 9% a partir de janeiro de 2025, o termo estabelece pagamento de 3,5% em abril de 2026 como segunda parcela do acordo. Para que seja transformada em Lei, a MP 1.286/2024 ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional, o que deverá acontecer nas próximas semanas. Além dos reajustes salariais, a MP 1.286/2024 prevê a conversão de 14.989 cargos vagos e obsoletos em 15.670 cargos novos, sem impacto orçamentário. Desse total, 70% das vagas destinam-se à área de educação, especialmente para a criação de 100 novos institutos federais. A MP instituiu a criação de duas carreiras transversais: uma de Desenvolvimento das Políticas de Justiça e Defesa e outra de Desenvolvimento Socioeconômico. Cada uma terá 750 cargos. Outras medidas envolvem ampliação e reformulação de cargos na área da educação e novas regras de avaliação de desempenho, progressão e promoção. [...]
20/03/2025NotíciasA APUFPR convoca uma Assembleia Geral dos (as) filiados (as) do sindicato para a próxima segunda-feira, dia 24, na subsede do Litoral, em Matinhos. A reunião terá início às 15h30min em primeira chamada, com a presença de metade dos (as) filiados (as), e às 16 horas em segunda chamada, com qualquer número de filiados (as). Na pauta única, está a deliberação sobre projeto de combate ao assédio moral e de promoção de melhorias das condições de trabalho dos docentes lotados no Setor Litoral da UFPR. A subsede da APUFPR no Litoral está localizada na Rua Modesto Mendes, 398, Caiobá. Participe! [...]
19/03/2025NotíciasAtenção, aposentados e aposentadas de Curitiba e região! Na próxima quarta-feira, dia 26, acontecerá o Encontro dos Aposentados da APUFPR com o tema “Atualização de Assuntos Jurídicos”, com advogado do escritório Trindade e Arzeno. Com início às 14 horas, o evento acontecerá no auditório da sede administrativa do sindicato, na Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1.193, no Jardim das Américas, em Curitiba. A APUFPR irá disponibilizar um link de uma sala virtual no aplicativo ZOOM para a transmissão on-line da nossa reunião. Compareça! [...]
18/03/2025NotíciasA APUFPR manifesta profundo pesar pelo falecimento nesta terça-feira, 18, do professor aposentado João Maria Prestes, aos 87 anos de idade, que foi titular no Setor de Ciências Sociais Aplicadas (SCSA). Ele também lecionou na UniBrasil. Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Paraná (1970) e em Ciências Contábeis pelo Instituto Superior de Estudos Contábeis da Fundação Getúlio Vargas(1973). Obteve especialização em Análises Econômicas (1972) e mestrado em Administração (1996) também pela UFPR. A APUFPR se solidariza com a família, parentes e amigos neste momento de profunda dor. [...]
18/03/2025NotíciasO presidente da Comissão Permanente do Pessoal Docente (CPPD), da UFPR, professor Guiherme S. Machado, disse nesta terça-feira, 18, que o órgão permanece recebendo normalmente os pedidos de progressões e promoções de docentes da UFPR, além de dar seguimento à tramitação e avaliação dos processos. Ele, porém, confirmou a suspensão da análise e concessão dos pedidos no âmbito da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe), para onde são encaminhados, após aprovação na CPPD, para processamento em folha de pagamento. “A implementação das progressões por parte da PROGEPE, pelo que nos foi informado, está aguardando orientações do MGI, mas a análise dos processos de Progressão Funcional não foi interrompida em nenhum momento pela CPPD”, afirmou o presidente da CPPD, em e-mail enviado à diretoria da APUFPR. Toda e qualquer atividade relacionada aos professores da UFPR são discutidas primeiramente na CPPD, como formas de avaliação, progressão funcional e mudanças de regime de trabalho. A comissão é composta por dois professores representantes de cada Setor da UFPR. Desde fevereiro passado, a Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe), da UFPR, suspendeu os processos de análise e concessão de progressões e promoções de docentes, com base num comunicado de 10 de janeiro emitido pelo Ministério de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI). Ocorre que o comunicado nada tem a ver com o cálculo ou pagamento das progressões e promoções. A APUFPR orienta os (as) docentes a continuarem dando entrada com os pedidos e que, caso o processo fique paralisado, suspenso ou seja negado, busquem apoio da assessoria jurídica do sindicato para obterem as orientações necessárias e garantirem o direito da categoria. Leia mais sobre a suspensão das progressões e promoções na Progepe aqui. [...]
17/03/2025NotíciasAssim como em outras instituições federais de ensino superior do país, a Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe), da UFPR, está suspendendo os processos de análise e concessão de progressões e promoções de docentes, com base num comunicado de 10 de janeiro emitido pelo Ministério de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI). Diante de questionamentos dos professores (as), o Departamento de Administração de Pessoal (DAP), vinculado ao Progepe, tem respondido que “está aguardando orientações e a atualização do Sistema Gestor, sob a responsabilidade do MGI, para dar seguimento às progressões, incentivos e demais concessões previstas na MP”, referindo-se à Medida Provisória 1.286/2024, editado no final do ano passado. Ocorre, porém, que o teor do comunicado nº 565.768, do MGI, instrui os órgãos e entidades integrantes do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal (Sipec) a não realizarem pagamentos ou ajustes manuais referentes à MP, até a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025, o que nada tem a ver com o cálculo ou pagamento das progressões e promoções. A APUFPR orienta os (as) docentes a continuarem dando entrada com os pedidos e que, caso o processo fique paralisado, suspenso ou seja negado, busquem apoio da assessoria jurídica do sindicato para obterem as orientações necessárias e garantirem o direito da categoria. O entendimento é que a medida adotada pelo Progepe é ilegal porque, no comunicado do MGI, não há previsão que impeça a tramitação e formalização desses processos. Além da UFPR, já foram verificados casos de suspensão, paralisação ou negativa nos processos de progressões e promoções na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), na Universidade Federal de Lavras (Ufla) e na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), entre outras. De acordo com a assessoria jurídica da APUFPR, caso a decisão seja mantida pelas Reitorias, a questão poderá ser judicializada. [...]
13/03/2025NotíciasCom o objetivo de discutir as especificidades, os desafios e a relevância do trabalho docente em regiões de multicampia e fronteira, começa nesta quinta-feira, 13, o II Seminário de Multicampia e Fronteira, em Boa Vista (RR). Com mesas de debates, atividades culturais e visitas de campo, a programação se estenderá até sábado, 15. A APUFPR estará representada no evento pelo professor Leandro Portz, do Departamento de Zootecnia, do Setor Palotina. Promovido pelo Andes-SN em parceria com a Seção Sindical dos Docentes da Universidade Federal de Roraima (Sesduf-RR), o seminário contará com quatro mesas de debates e um encontro de sistematização das propostas. No sábado, os participantes poderão conhecer a realidade da luta indígena visitando a Reserva Raposa Serra do Sol ou ter contato com as dificuldades enfrentadas na fronteira com a Guiana, entre os municípios de Bonfim e Lethem. De acordo com Leandro Portz, os campi localizados nas regiões de fronteira enfrentam diversos problemas em comum, como o alto custo de vida, a fixação de professores e a criminalidade típica dessas áreas. Em sua opinião, é necessária uma mobilização em torno da criação de Leis e normas que estimulem a fixação de docentes nas regiões de fronteira. Uma medida seria o pagamento do adicional de fronteiras, como já ocorre na Polícia Federal, Receita Federal e Ibama. “No passado, os professores em Palotina recebiam o adicional de fronteiras mas o pagamento foi suspenso pelo governo”, afirmou. Portz destaca ainda a necessidade de se aproximar as unidades da multicampia e de fronteiras com as reitorias e o campus sede. “Em Palotina, estamos a 600 Km de distância da capital e sempre somos colocados à parte, principalmente no que diz respeito aos recursos financeiros e investimentos necessários para a melhoria das condições de trabalho”, disse. Ele lembrou que o I Seminário de Multicampia e Fronteira ocorreu no Paraná, na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu, em dezembro de 2022. “Vamos agora atualizar a nossa agenda de lutas e definir as estratégias para novas conquistas”, completou. — Confira a programação: 13 de março (quinta-feira)14h às 15h – Mesa de abertura e atividade cultural15h às 17h40 – Mesa 1: Histórico dos debates de multicampia e fronteira no ANDES-SN e debate17h40 às 18h30 – Lanche18h30 às 20h – Mesa 2: Aspectos histórico-legais sobre as questões de multicampia e fronteira relacionados às professoras e aos professores do ensino federal no BrasilLocal: Campus Paricarana – Auditório do Colégio de Aplicação 14 de março (sexta-feira)9h às 12h – Mesa 3: Condições de trabalho, fixação e orçamento e debate12h às 13h30 – Intervalo para almoçoLocal: Campus Murupu – Auditório da Escola Agrotécnica da UFRR14h às 15h – Mesa 4: Análise das propostas da Rede Unifronteiras e relação com a política sindical e debate15h às 17h – Relatos das seções sindicais participantes a partir de diferentes experiências e realidades de multicampia e IES em fronteiras17h às 17h30 – Lanche17h30 às 19h – Encaminhamentos para a luta: Sistematização de propostas19h30 às 20h30 – Apresentação culturalLocal: Campus Cauamé – CCA – UFRR 15 de março (sábado) O último dia do seminário será dedicado a atividades de campo, proporcionando uma imersão na realidade da multicampia e das regiões de fronteira. A visita abordará questões como a luta dos povos indígenas por demarcação de terras, os processos migratórios e a relação com a fronteira da Guiana.Local: Comunidade Indígena Raposa Serra do Sol e cidade fronteiriça de Lethem [...]
10/03/2025NotíciasO retorno às aulas não é apenas o início de mais um semestre. Representa também o momento para reafirmarmos nosso compromisso com a educação de qualidade, a autonomia universitária e os avanços sociais. A Universidade é o espaço da liberdade intelectual, do pensamento crítico, dos questionamentos e das transformações. Que este semestre seja repleto de conquistas acadêmicas e de contribuições para uma sociedade mais justa, inclusiva e igualitária. Boa volta às aulas! [...]
08/03/2025NotíciasNo Dia Internacional da Mulher, a APUFPR celebra a força de todas aquelas que lutam por um mundo livre da violência de gênero e pela presença e voz das mulheres em todos os espaços de poder. O 8M é o momento para reunir esforços e ocupar as ruas, mas a luta é diária e de todos! Uma sociedade justa, igualitária e segura se forma com políticas públicas e a desconstrução do pensamento e atitudes patriarcais e misóginas. Todo apoio às mulheres que desafiam o sistema e manifestam suas ideias. Que as lideranças políticas e sindicais não sejam interrompidas em suas falas, e sim ouvidas e respeitadas. Não seremos silenciadas! [...]
06/03/2025NotíciasMovimentos lutam por direitos reprodutivos e contra a fome, o fascismo, o racismo, a transfobia e o patriarcado Por: Frente Feminista de Curitiba, Região Metropolitana e Litoral A Frente Feminista de Curitiba, Região Metropolitana e Litoral realiza neste sábado (8), Dia Internacional da Mulher, uma marcha no Centro da cidade para reivindicar direitos e combater retrocessos. O ato deste ano vem sendo construído por dezenas de pessoas, que se reuniram diversas plenária e definiram como mote do 8M de 2025: “Todas as mulheres em luta por trabalho digno, autonomia sobre nossos corpos e territórios. Por direitos reprodutivos, contra a fome, o fascismo, o racismo, a transfobia e o patriarcado.” A frente é composta por movimentos sociais, coletivos, sindicatos, partidos e mulheres. O mote busca chamar a atenção para os permanentes ataques aos direitos de todas as mulheres, para as violências sofridas e para todo tipo de preconceito. A concentração do ato está prevista para começar às 10h, na escultura da curitibana Enedina Alves Marques – primeira engenheira negra do Brasil, localizada na Boca Maldita, no Centro de Curitiba. No local haverá apresentações artísticas, oficinas de cartazes e sarau de poesias. A partir das 11h o movimento marchará pela Rua XV de Novembro, seguindo pela Rua Riachuelo, até a Praça da Mulher Nua. No local, haverá mais apresentações culturais, além de falas de representantes de movimentos e parlamentares. SERVIÇO:O que: Marcha do Dia Internacional da Mulher de 2025Quando: 8 de março de 2025, a partir das 10hOnde: Concentração na Boca Maldita, na Rua XV de Novembro, na região onde fica a escultura que homenageia a curitibana Enedina Alves Marques, primeira engenheira negra do Brasil.Previsão de início da marcha: 11h. A caminhada seguirá pela Rua XV, seguindo pela Rua Riachuelo, e encerrando o ato com manifestações culturais e falas na Praça da Mulher Nua (19 de dezembro). [...]
26/02/2025NotíciasNeste feriado de Carnaval, a APUFPR vai fazer uma breve pausa entre os dias 3 e 5 de março. O expediente voltará ao normal no dia 6 de março. Lembramos que, além da sede administrativa em Curitiba, estarão fechadas as subsedes do Litoral, Jandaia do Sul, Palotina e Toledo. A APUFPR agradece a compreensão dos docentes e aposentados (as). [...]
25/02/2025NotíciasÉ preciso ficar alerta porque as tentativas de GOLPE não param. Desta vez, estão utilizando um número identificado com a logomarca da APUFPR. Lembre-se: a APUFPR e o escritório de advocacia Trindade e Arzeno não enviam mensagens pelo Whatsapp para tratar de ações judiciais com os filiados (as). Todas as comunicações sobre ações coletivas ou individuais são enviadas apenas por e-mail com o domínio @apufpr.org.br. Se receber uma mensagem pelo Whatsapp com esse tipo de conteúdo, simplesmente ignore ou delete. As tentativas de golpe devem ser denunciadas ao Núcleo de Combate ao Cibercrimes (Nuciber) pelo site https://www.policiacivil.pr.gov.br/NUCIBER ou pelo fone (41) 3304-6800. [...]
21/02/2025NotíciasA APUFPR entregou por e-mail nesta sexta-feira, 21, aos (às) filiados (as) que recebem o Per Capita a DECLARAÇÃO DE PAGAMENTO DO PLANO DE SAÚDE DE 2024. A Declaração é o comprovante dos pagamentos feitos e deve ser enviada ao governo federal como documento comprobatório da quitação. O envio deve ser feito pelo (a) docente ao Sistema de Gestão de Pessoas (SIGEPE). Somente assim os (as) filiados (as) que contrataram o Plano de Saúde por meio da APUFPR poderão continuar recebendo o Per Capita. Para fazer o envio, leia o passo a passo elaborado pela Progepe/UFPR, aqui: https://progepe.ufpr.br/ucss-envio-comprovacoes-pagamento-plano-saude-2024/ [...]
20/02/2025NotíciasAo menos três dispositivos da Lei Geral das Universidades (LGU) do estado do Paraná são inconstitucionais. Este foi o voto do desembargador Francisco Cardozo de Oliveira, relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a LGU, impetrada pela bancada de oposição da Assembleia Legislativa e apoiada pelas entidades sindicais. O julgamento pelo Tribunal de Justiça do Paraná, iniciado nesta segunda-feira, 17, foi interrompido após pedido de vistas dos desembargadores Claudio Smirne Diniz e Fábio André Santos Muniz, logo após a apresentação do parecer do relator, adiando uma decisão sobre a ADI. A LGU foi aprovada em regime de urgência pela Assembleia Legislativa do Paraná e sancionada pelo governador Ratinho Junior em dezembro de 2021 De acordo com o voto do relator, os seguintes dispositivos ferem a autonomia das universidades estaduais e são inconstitucionais: 1 – Artigo 14 – Prevê a realização de concursos públicos escalonados com preenchimento anual de apenas 25% das vagas até quatro anos, permitindo nesse período a contratação temporária de docentes. Além de restringir a reposição de docentes conforme a real necessidade das universidades, autoriza a contratação de temporários quando há orçamento para efetivação de concursados. 2 – Artigo 17 – Ao tratar do regime de tempo integral e dedicação exclusiva, a LGU limita o número de docentes efetivos com direito ao Tide a 70% do quadro. 3 – Artigo 22 – Estabelece jornada mínima de 18 horas semanais para professores no regime T40 e impõe uma dedicação de pelo menos 50% para aqueles contratados em regimes parciais, interferindo diretamente na distribuição de carga horária dos docentes conforme as necessidades acadêmicas. Tanto deputados estaduais de oposição, como entidades sindicais representativas dos docentes das Universidades estaduais pedem a revogação total da LGU. Além de ter sido imposta unilateralmente pelo governo estadual, a legislação compromete a autonomia universitária. Na prática, com o engessamento pelas regras impostas, a LGU ameaça provocar o fechamento de cursos, o cancelamento de concursos públicos e o corte de benefícios essenciais para os docentes, como o regime de dedicação exclusiva. O governador Ratinho tentou a aprovação da LGU em 2019, tendo recuado devido à forte reação da comunidade acadêmica. Em 2021, ao final dos trabalhos legislativos, conseguiu aprovar a proposta às pressas, sob regime de urgência, em apenas poucos dias. Na época, entidades sindicais denunciaram a prática antidemocrática, a falta de transparência e o modo sorrateiro da tramitação. Em seguida, a bancada de oposição ingressou com a ADI no Tribunal de Justiça. Não há prazo para a retomada do julgamento. (Com informações do jornal Gazeta do Paraná e site da Assembleia Legislativa do Paraná) [...]
19/02/2025NotíciasSão extremamente graves os crimes contra a Democracia cometidos por 34 civis e militares, conforme denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República por tentativa de golpe de Estado em 2022. Com base nas investigações da Polícia Federal e do próprio Ministério Público, o documento com 272 páginas traz à tona fartas provas dos planos de subversão, assassinatos e ruptura institucional. Dentre os crimes apontados, os mais graves são: Abolição violenta do Estado Democrático de Direito Golpe de Estado Organização criminosa É necessário neste momento apoio incondicional às instituições judiciárias para que analisem, julguem e condenem, sem partidarismos, os envolvidos nas tramas golpistas, sejam autoridades civis ou militares. O país não admitirá retrocessos. Nossa Democracia é forte e o Estado de Direito prevalecerá. Não à impunidade! [...]
18/02/2025NotíciasComo forma de evitar maior controle, fiscalização e rastreabilidade das emendas parlamentares, deputados federais e senadores estão postergando a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025. A atitude tem prejudicado não só a execução orçamentária deste ano, como também tem adiado o pagamento dos reajustes salariais do funcionalismo, que estava previsto para janeiro deste ano. Entidades sindicais de todo o país farão um ato público nesta quinta-feira, 20, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, chamando a atenção para a situação esdrúxula em que o interesse corporativo dos congressistas tem prevalecido, prejudicando toda a gestão pública. Sem a aprovação da LOA, o governo tem sido impedido de fazer investimentos e repasses a municípios, por exemplo. Após o ato público, convocado pelo Fonasefe, está marcada a retomada das negociações dos servidores com o governo federal por meio reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP). Pela URGENTE aprovação da LOA 2025! [...]
17/02/2025NotíciasEm recente decisão judicial favorável a uma ação coletiva movida pela APUFPR, professores (as) em exercício na UFPR em período anterior a 1990 passaram a garantir a conversão do tempo que laboraram como celetistas em condições de periculosidade, insalubridade ou penosidade em tempo comum. A decisão favorece todos (as) os (as) docentes vinculados (as) à UFPR em 28 de julho de 2004, data em que foi proposta a ação. “Esta é uma conquista imprescindível da nossa pauta judicial como representantes sindicais, já que amplia benefícios a um conjunto de professores e professoras envolvidos numa luta histórica e de direito incontestável”, disse a presidenta da APUFPR, Andréa Emilia Marques Stinghen. A ação foi movida pela APUFPR por meio de sua assessoria jurídica, sem custos aos filiados (as) do sindicato na fase coletiva. O julgamento favorece os (as) docentes que trabalhavam na UFPR como celetistas, em período anterior à publicação da Lei nº 8.112/1990, em dezembro daquele ano. Quem se enquadrar nessas condições pode requerer administrativamente a conversão perante o INSS, mediante o uso dos fatores 1,4 para homens e 1,2 para mulheres. Emitida a certidão pelo INSS, o (a) professor (a) deverá averbá-la no departamento de recursos humanos do órgão da UFPR a qual pertence atualmente, para fins de cômputo do período da concessão de benefícios previdenciários, seja aposentadoria, abono de permanência ou outro. Mesmo os (as) professores (as) que atualmente estão desvinculados (as) da UFPR podem fazer o seu requerimento de conversão do tempo especial, desde que à época do ajuizamento da ação (2004) estivessem vinculados aos quadros da Universidade. Do mesmo modo, os docentes que já fizeram tal requerimento, mas o tiveram negado, podem refazer seu pedido, agora com amparo no êxito obtido na ação. Para fins de comprovação do labor especial, não é necessário laudo técnico (salvo para hipóteses específicas), bastando o (a) professor (a) anexar ao requerimento do INSS documentos que comprovem que exerceu alguma atividade considerada como insalubre, penosa ou perigosa, segundo os quadros anexos dos Decretos n. 53.831/1964 e 83.080/1979. Os (as) docentes podem procurar o setor jurídico da APUFPR, pelo telefone (41) 3151-9100, a fim de obter mais informações, inclusive sobre o modelo de requerimento administrativo a ser protocolado no INSS e demais arquivos necessários. ———-Para a apresentação do requerimento administrativo a ser protocolado no INSS, é necessário que se preencha os seguintes requisitos: ter laborado antes de 12/12/1990 na qualidade de celetista para a UFPR, exercendo atividade perigosa, insalubre ou penosa (Decretos n. 53.831/1964 e 83.080/1979); ser professor vinculado à UFPR na época em que proposta da ação coletiva (28/07/2004), ainda que atualmente não esteja mais vinculado à Universidade. [...]
11/02/2025NotíciasHomenagem da APUFPR às pioneiras da produção científica por abrirem (e permanecerem abrindo) caminhos para o empoderamento feminino. No Brasil, 49% da produção científica levam a assinatura de ao menos uma mulher*. A equidade está próxima, mas os desafios permanecem grandiosos para todos e todas. Mas, para estas mulheres pioneiras, barreiras existem para serem vencidas: Nise da Silveira (1905 – 1999) – Expoente mundial nos estudos da Psiquiatria, revolucionou o tratamento da saúde mental no Brasil. Sua maior contribuição foi humanizar as relações entre a ciência e os doentes psiquiátricos. Sonia Guimarães (1957) – Mulher, negra e ativista. Desbravadora dos espaços masculinos, foi a primeira mulher a se formar doutora em Física no país e a primeira professora do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). Marie Curie (1867-1934) – Única pessoa a conquistar dois Prêmios Nobel em áreas diferentes. Foi na França que a cientista nascida polonesa despontou com estudos sobre a radioatividade e novos elementos químicos. Parabéns a todas as mulheres e meninas cientistas! ————-*Relatório de pesquisa da Agência Elsevier Bori (2022) [...]
10/02/2025NotíciasNotícia boa para os (as) docentes que se aposentaram pela carreira EBTT antes de 2012. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu na semana passada estender aos (às) aposentados (as) do magistério federal do ensino básico, técnico e tecnológico o benefício do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), promovendo paridade entre os EBTT que se afastaram antes e depois da vigência da Lei 12.772/2012 e os que ainda estão para se aposentar. Com a decisão do STJ, docentes aposentados (as) como graduados (as) poderão receber como especialistas; os especialistas, como mestres; e os mestres, como doutores. O julgamento, decidido por unanimidade, antecipou a reparação que estava se tentando corrigir no âmbito das negociações de cumprimento do Acordo de Greve assinado em julho de 2024. Um Grupo de Trabalho, com entidades sindicais federais e governo, vinha conduzindo essas negociações. Na prática, o STJ reconheceu o direito à equivalência entre a Retribuição por Titulação (RT), aplicada antes de 2013, e o Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), criado em 2012. Apesar de a legislação não prever restrição quanto à data da aposentadoria para o direito à equivalência, o benefício vinha sendo negado sob a alegação de que apenas alcançaria as aposentadorias a partir da reestruturação do Plano de Cargos e Carreiras do magistério federal há 13 anos. No julgamento, o STJ entendeu que “o RSC é uma vantagem permanente prevista na Lei e não uma gratificação condicionada ao exercício do cargo”. [...]
07/02/2025Eleição 2025/2027 / NotíciasFoi publicado nesta sexta-feira, 07, no jornal eletrônico Plural, o Edital de Convocação para a eleição de renovação da diretoria da APUFPR para o biênio 2025-2027. O pleito acontecerá no dia 03 de abril, de forma presencial e por meio de cédula eleitoral única, depositada em urna. A posse da nova diretoria está marcada para acontecer no dia 08 de maio. Com isso, a Comissão Eleitoral (COE) divulgou o Regimento Eleitoral com as regras e o calendário do processo sucessório. As inscrições das chapas estarão abertas do dia 10 a 26 de fevereiro e serão feitas por meio de formulário padrão, disponibilizado pela COE. INSCRIÇÕESAs chapas completas deverão apresentar candidatos (as) para as seguintes funções: presidência, vice-presidência, secretaria-geral, 1ª secretaria, tesouraria-geral, 1ª tesouraria, diretoria administrativa, diretoria cultural, diretoria de esportes, diretoria de imprensa, diretoria jurídica e diretoria social. A homologação das chapas deverá ocorrer em até 48 horas depois de inscritas. Os recursos poderão ser apresentados até 24 horas depois, com igual prazo para decisão da COE. VOTANTESEstarão aptos (as) a votar docentes sindicalizados (as) à APUFPR até às 18 horas do dia 28 de fevereiro de 2025, com todas as obrigações quitadas. Docentes visitantes e substitutos (as) também poderão votar, mas sem direito a compor as chapas. Para votar, bastará apresentar um documento oficial com foto. Serão admitidos os votos em trânsito (votante fora do domicílio eleitoral) e o voto em separado (docente não registrado em nenhuma lista de votantes). Nestes dois casos, as cédulas serão coletadas em envelopes, com procedimentos especiais acompanhados pelos fiscais das chapas. VOTAÇÃOOs locais e os horários de funcionamento das seções eleitorais serão definidos e publicados em breve em Edital próprio, incluindo os dos campi do interior e do litoral do estado. Os sindicalizados (as) deverão exercer seus votos nas seções eleitorais indicadas pela COE. As mesas receptoras serão compostas por duas pessoas, sendo um (a) presidente e um mesário (a). Após a sua identificação, uma cédula rubricada pelos (as) integrantes da mesa será entregue ao (à) eleitor (a) que irá registrar o voto em cabine indevassável e depositá-lo em urna. As urnas serão fornecidas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e serão submetidas a procedimentos de inviolabilidade definidos no Regimento Eleitoral e posteriores regulamentações. As chapas deverão inscrever antecipadamente os (as) fiscais para o processo de votação e apuração. A apuração está marcada para iniciar às 21 horas do próprio dia 03 de abril, com transmissão em tempo real pela Internet. Para acessar a íntegra do Edital com o Regimento Interno, clique aqui. [...]
07/02/2025Eleição 2025/2027 / NotíciasFoi publicado nesta sexta-feira, 07, o Edital de Convocação para a eleição de renovação da diretoria da APUFPR para o biênio 2025-2027. O pleito acontecerá no dia 03 de abril, de forma presencial e por meio de cédula eleitoral única, depositada em urna. A posse da nova diretoria está marcada para acontecer no dia 08 de maio. O Edital de Convocação, publicado no Jornal Plural (www.plural.jor.br), também pode ser acessado por aqui. [...]
06/02/2025NotíciasAtenção, comunidade! A bola vai rolar para o empoderamento feminino. Vêm aí as novas turmas do projeto FutDelas, com treinos exclusivos para as meninas de 10 a 15 anos. As aulas acontecem nas segundas e quartas-feiras, pela manhã e à tarde, nas instalações do Departamento de Educação Física, da UFPR, no Centro Politécnico, em Curitiba. São ofertadas 80 vagas gratuitas com atividades conduzidas por alunos de graduação e pós-graduação, numa parceria com a Western Norway University of Applied Sciences. As inscrições para as novas turmas estão abertas. Acesse o formulário clicando aqui! [...]
04/02/2025Eleição 2025/2027 / NotíciasFoi realizada nesta terça-feira, 04, a primeira reunião da Comissão Eleitoral (COE) que irá conduzir a eleição para a escolha da futura diretoria da APUFPR no biênio 2025-2027. O edital de convocação e o Regimento da eleição serão divulgados nos próximos dias, dando início ao processo sucessório. Eleita em novembro passado pelo Conselho de Representantes da APUFPR (CRAPUF), a COE é composta pelos professores Herrmann Muller (presidente), Marco Aurélio de Mello (secretário-geral) e Andrea Fedeger (membro). São suplentes os professores Martha Hameister e Cláudio Greca. No primeiro encontro, os membros da COE começaram a definir o calendário eleitoral e as regras gerais do pleito, previsto para ocorrer no início de abril. [...]
03/02/2025NotíciasCom o reinício dos trabalhos legislativos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal nesta segunda-feira, 03, crescem as expectativas pelo cumprimento da MP 1.286/2024, que prevê os reajustes salariais dos servidores federais, incluindo os dos docentes de nível superior. Embora autorizado pelo governo federal por meio da MP, o pagamento da primeira parcela de 9% em janeiro de 2025 foi frustrado porque o Projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) não foi aprovado a tempo em dezembro passado pelo Congresso Nacional. Com isso, é preciso esperar que deputados e senadores votem o PLOA para que os aumentos sejam incorporados aos salários. De todo modo, o governo já anunciou que o pagamento, previsto para abril, será feito com valores retroativos a janeiro. Para que seja efetivado, é preciso que o PLOA seja primeiro aprovado na Comissão Mista do Orçamento (CMO) e depois pelos plenários das duas Casas. A previsão é de que essas votações ocorram ainda em fevereiro. O entrave para a votação do PLOA tem sido as duras negociações entre governo e congressistas sobre a liberação de emendas parlamentares para este ano. Deputados e senadores resistem a reduções e imposições de regras de controle sobre esses valores. MEDIDA PROVISÓRIA – Além do PLOA, a própria MP 1.286/2024 necessita de aprovação pelos congressistas em 120 dias, conforme estabelece a Constituição Federal. Primeiro, será formada uma Comissão Especial para analisar e aprovar o texto. Somente depois a MP seguirá para votação em plenário. ACORDO DE GREVE – Além do reajuste de 9%, o Acordo de Greve assinado em 27 de julho de 2024 com o Ministério de Gestão e Inovação do Serviço Público (MGI) prevê uma segunda parcela de aumento de 3,5% em abril de 2026. Além dos docentes das instituições de ensino superior, o MGI acertou reajustes salariais com 38 categorias do serviço público federal. A MP 1.286/2024 também estabelece uma série de medidas para melhorar os planos de cargos e carreiras do funcionalismo. [...]
03/02/2025NotíciasCom a leitura da Carta de Vitória, encerrou na sexta-feira o 43° Congresso do Andes-SN, em Vitória, Espírito Santo. O documento reafirma as lutas dos docentes de ensino superior do país, em especial, o cumprimento do Acordo de Greve assinado com o governo federal no ano passado. Outro ponto em destaque é a manutenção do combate à criminalização das lutas sindicais, como perseguições, judicializações e inquéritos administrativos, principal tema do encontro nacional. Também foram confirmadas as inscrições de quatro chapas para eleições do Andes-SN, marcadas para 7 e 8 de maio. Importante foi a definição de um protocolo contra assédios e discriminações nos ambientes universitários. E, por aclamação, foi aprovada a realização do 44° Congresso em Salvador, B ahia, no início de 2026, tendo a seção sindical da UFBA como organizadora. A APUFPR agradece a participação de delegados e observadores nas plenárias e grupos de discussões. [...]
31/01/2025NotíciasÉ preocupante o cenário que se desenha para o futuro próximo diante das atitudes e decisões do presidente dos EUA, Donald Trump. Foram dezenas de discursos e medidas com ataques e retrocessos em relação a grupos sociais, países latino-americanos, meio ambiente e direitos humanos. Com uma sanha imperialista abominável, o mandatário retoma políticas antiglobalistas consideradas ultrapassadas, como um absurdo projeto de expansionismo territorial e de domínio ideológico. As consequências dessas atitudes insanas e descabidas são imprevisíveis. A APUFPR manifesta total repúdio a esse tipo de política que em nada contribui para as relações internacionais. O respeito pela soberania e autonomia de cada Estado, reconhecendo suas diferenças culturais, políticas e econômicas, é um dos princípios fundamentais para o convívio harmônico e pacífico entre as Nações. [...]
30/01/2025NotíciasO ministro da Educação, Camilo Santana, assinou o termo de posse do professor Marcos Sunye como reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A cerimônia na quarta-feira, 29, no Ministério da Educação (MEC), em Brasília, concluiu o processo de escolha e sucessão da Reitoria da UFPR, iniciado em junho de 2024. O novo reitor foi eleito encabeçando a chapa Movimento UFPR que recebeu 61,98% dos votos, em votação de segundo turno de uma Consulta Paritária entre estudantes, professores e técnicos administrativos. A escolha foi realizada em setembro passado sob coordenação, organização e fiscalização da APUFPR, DCE-UFPR e Sinditest-PR. Na prática, porém, Sunye assumiu a Reitoria no último dia 16 de dezembro após cerimônia de transmissão de cargo, em que recebeu a pelerine branca e o colar reitoral do ex-reitor Ricardo Marcelo Fonseca. No dia 19 de dezembro, data de comemoração dos 112 anos de fundação da UFPR, o novo reitor participou de uma cerimônia em que deu posse aos novos pró-reitores e outros gestores. A professora Camila Fachin, que assumiu o cargo de superintendente do Complexo Hospital de Clínicas (CHC), aguarda para tomar posse oficialmente no cargo de vice-reitora da UFPR em março que vem. A cerimônia desta semana contou com as participações do presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), José Daniel Diniz, e do secretário de Educação Superior do MEC, Alexandre Brasil. [...]
29/01/2025NotíciasNo momento em que os ataques contra as políticas públicas voltadas para a população LGBTQIA+ se intensificam com a ascensão da extrema direita nos Estados Unidos e no mundo, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) desponta com um exemplo pioneiro e emblemático de inclusão social. A indicação da professora trans Megg Rayara Gomes de Oliveira como pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, órgão criado pelo novo reitor Marcos Sunyê, ganha relevância no combate ao preconceito e à discriminação, objetivo maior do Dia da Visibilidade Trans, comemorado hoje, 29 de janeiro. Para celebrar a data, o site da APUFPR conversou por e-mail com a professora Megg Rayara, que contou um pouco sobre a sua trajetória, contextualizou a posse de uma pessoa trans como pró-reitora e apontou as medidas necessárias para que a UFPR avance na luta por dignidade, respeito e igualdade. Boa leitura! Pessoalmente, o que significa assumir o cargo de Pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade da UFPR? E, na sua opinião, qual a importância dessa indicação para a instituição? Megg Rayara – Entendo que toda conquista de travestis e mulheres trans no Brasil, de alguma forma, está associada à luta travada pelo movimento social. Até a década de 1990 eram raras as travestis e/ou mulheres trans que saíam às ruas durante o dia. Suas vidas, suas existências estavam restritas à vida noturna. O ativismo de travestis, primeiramente, na área da saúde e, mais recentemente, na educação, impactou diretamente o ingresso e permanência de travestis e mulheres trans em todos os níveis da educação formal e eu sou resultado desse ativismo. Assim, não estou assumindo o cargo de pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade sozinha. Foi necessária uma luta anterior para que isso acontecesse e meu trabalho como docente e como pesquisadora está totalmente implicado com a militância também. Quando publicizei minha indicação para o cargo, tanto pessoas ligadas ao movimento social de negras e negros, quando pessoas ligadas ao movimento LGBTI, especialmente travestis e mulheres transexuais, comemoraram muito, pois se sentiram representadas. Ter uma Pró-reitora travesti e negra, em uma universidade do porte e da importância da UFPR, produz inúmeros deslocamentos e acaba funcionando como combustível para que outras pessoas negras, travestis e transexuais acreditem em uma sociedade mais acolhedora e livre de racismo, homo-transfobia, capacitismo, audismo, etc. Cresci sem referências positivas de travestilidade, pois via de regra o senso comum, presente inclusive nas universidades públicas, contribuía para que discursos e atitudes estereotipadas fossem constantemente atualizadas. Sempre digo que a arma mais poderosa contra o racismo e a transfobia é o conhecimento e por isso mesmo vou utilizar meu cargo de maneira pedagógica, educando e reeducando pessoas vinculadas ou não à UFPR, para que entendam que minha identidade de gênero travesti não me impede de atuar como professora, como pesquisadora e como gestora: o que me impede é o preconceito! Como a senhora avalia o acolhimento de pessoas trans e demais pessoas invisibilizadas na UFPR? Megg Rayara – Houve uma melhora no acolhimento de pessoas negras, PCDs, surdas, refugiadas, indígenas, LGBTIs, mas estamos muito distantes de um espaço livre de discriminação e preconceito. As hierarquias de raça, etnia, classe, gênero, identidade de gênero, sexualidade, etc., são constantemente atualizadas, sobretudo em discursos e práticas que reforçam a meritocracia. Ainda que a UFPR seja pioneira na elaboração e implementação de cotas raciais e sociais para o ingresso nos cursos de graduação, essa política não veio acompanhada de uma discussão a respeito das epistemologias que servem de base para os cursos, tanto na graduação, quanto na pós-graduação, pois muitas delas são racistas, machistas, capacitistas, LGBTIfóbicas, ouvintistas, etc. Como assevera Miguel Arroyo, novos sujeitos exigem novas epistemologias e novas pedagogias. Em relação às pessoas travestis e transexuais a situação é bastante específica, pois a maioria enfrenta dificuldades de acolhimento em todos os espaços, inclusive nas famílias. A escola, e muitas vezes a universidade, reitera essa situação e desconsidera, por exemplo, que o ponto de partida dessas meninas é bastante diferente, assim como os obstáculos que enfrentam por conta da transfobia. Acolher exige empatia e nem sempre ela é praticada. Quais iniciativas devem ser adotadas pela nova gestão visando promover a inclusão e a permanência de pessoas trans na UFPR? Megg Rayara – Temos alguns desafios para incluir e manter pessoas travestis e transexuais na UFPR. A primeira dificuldade é a falta de dados a respeito dessa população. Por exemplo, travestis, mulheres e homens trans que retificaram nome e gênero na documentação são contabilizados como pessoas cis. Atualmente conseguimos localizar com certa precisão as pessoas travestis e/ou transexuais na UFPR que fazem uso do nome social. E, para desenvolver políticas afirmativas, precisamos de números confiáveis. Então, fazer um censo interno é fundamental e urgente. Para estimular a presença de pessoas travestis e transexuais na UFPR vamos elaborar uma resolução que cria cotas na graduação. A Comissão que vai elaborar a resolução já está montada, precisando apenas ser publicada. As políticas de cotas estarão sob a responsabilidade de uma coordenadoria específica, responsável por sua elaboração, implementação e fiscalização. Penso que seja importante a criação de políticas afirmativas para pessoas travestis e transexuais também nos concursos e testes seletivos da UFPR. As cotas podem garantir o acesso, mas não garante a permanência, por isso precisam vir acompanhadas de outras ações, como por exemplo, de um letramento de gênero e identidade de gênero a fim de garantir que pessoas travestis e transexuais não tenham suas identidades desrespeitadas, assim como seus nomes e pronomes de tratamento. A resolução da UFPR que garante o direito ao uso do nome social foi publicada em 2015 e precisa ser revista, pois não tem nenhum parágrafo tratando desse direito para servidoras e servidores, sejam técnicos ou docentes. Precisamos garantir que os espaços físicos da UFPR, incluindo banheiros e vestiários, sejam adequados para essa população. Também, é necessário pensar em ambulatório para pessoas trans, que contemple o acolhimento, avaliação médica, endocrinológica, fonoaudiológica, saúde mental, entre outros serviços médicos, sem o estereótipo que relaciona as pessoas trans à ISTs. Temos, ainda, na PROAFE – Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, uma Coordenadoria Interseccional de Gênero, raça e sexualidade que vai desenvolver estratégias de permanência para pessoas travestis e transexuais, considerando bolsas, moradia, etc. Todas as ações serão interseccionais, considerando raça, etnia, classe, deficiência, etc., discutidas não apenas com as quatro coordenadorias que integram a PROAFE, mas com outras pró-reitorias e superintendências. Nossa proposta de trabalho visa a construção de uma cultura universitária pautada no respeito para que a UFPR seja de fato acolhedora para todas as pessoas, livre de racismo, machismo, capacitismo, ouvintismo, xenofobia, LGBTIfobia, etc. [...]
29/01/2025NotíciasA diretoria da APUFPR manifesta os mais sinceros sentimentos pela passagem do professor, filósofo, escritor e tradutor Vinícius Berlendis de Figueiredo, aos 60 anos, ocorrida durante a madrugada desta quarta-feira, 29. Reconhecido como docente e autor, com destaque para os estudos e traduções do filósofo Immanuel Kant, atuava como professor associado do Departamento de Filosofia, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), desde 1993. Graduado com mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo, em 1987, obteve também na USP o título de doutor em 1999. Em ambas as ocasiões, sob orientação de José Arthur Giannotti. Fez parte dos quadros do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, foi presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia e coordenador na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. A APUFPR se solidariza com a dor e pesar deste momento da família, parentes e amigos. [...]
28/01/2025NotíciasNão clique em mensagem enviada pelo Jurídico da APUFPR. A APUFPR sofreu um ataque de vírus nesta manhã, dia 28, e uma mensagem com cópia de um COMPROVANTE EM NOME DO BANCO ITAU está sendo distribuída. NÃO CLIQUE! Trata-se de um vírus que tenta acessar os dados pessoais, como contatos dos usuários. Pedimos desculpas pelo transtorno. Obrigado! APUFPR [...]
27/01/2025NotíciasComeçou nesta segunda-feira, 27, e vai até sexta, 31, o 43º Congresso do Andes-SN, reunindo delegados, observadores e representantes de mais de 120 seções sindicais de docentes das instituições de ensino superior de todo o país. Sob o tema “Só o Andes-SN nos representa: dos locais de trabalho às ruas contra a criminalização das lutas”, o encontro está acontecendo nas dependências da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em Vitória (ES), organizado pela Associação dos Docentes da Ufes (Adufes). Como instância maior de decisões do Andes-SN, a programação prevê uma série de debates temáticos em Grupos Mistos e em Plenárias, no Centro de Educação (CE) e no Teatro Universitário, respectivamente, ambos no campus Goiabeiras. Durante o Congresso, também serão realizadas as inscrições das chapas que concorrerão às eleições da nova diretoria do Andes-SN (Gestão 2025/2027), que acontecerão nos próximos dias 7 e 8 de maio. Como de costume, professores e professoras participam das atividades do Congresso do Andes-SN, tendo como principal objetivo a organização das lutas da categoria. “Este é momento mais importante para a integração e a conexão de ideias e propostas entre os docentes de todo o país, unificando a luta pela valorização das instituições de ensino e da nossa categoria”, afirma a presidente da APUFPR, professora Andréa Emilia Marques Stinghen. A representação da APUFPR está composta pelos seguintes delegados, eleitos em assembleia geral no último dia 12 de dezembro de 2024: Adriana Hessel Dalagassa; Afonso Takao Murata; Allan Kardec de Lima; Cláudia Mendes Campos; Francisco de Assis Marques; Herrmann Vinícius de Oliveira Muller; José Roberto Braga Portella; Leandro Portz; Maria Suely Soares; Sandra Mara Alessi; Tomaz Longhi Santos; e Vitor Marcel Schuhli. A lista de observadores e suplentes de delegados é composta pelos professores Ana Paula Ramão da Silva; Francielle Brustolin de Lima Simch; Nixon Vieira Malveira; e Paulo Vieira Neto. [...]
25/01/2025NotíciasExemplo de resistência e luta, o MST é considerado o maior movimento social da América Latina e um dos maiores do planeta. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra foi fundado durante um encontro da Pastoral da Terra, em Cascavel, no Paraná, em janeiro de 1984. De imediato, tornou-se um pilar fundamental da redemocratização do país, protagonizando fatos históricos na luta pela reforma agrária. Atualmente, está organizado em 25 das 27 unidades da Federação e conta com o envolvimento direto de mais de 5 milhões de trabalhadores rurais. Embora ainda sofra agressões e a violência no campo, tem ampliado sua participação no mercado, consolidando-se como referência na produção de alimentos saudáveis e ecologicamente corretos. Por uma sociedade mais justa e igualitária, a atuação do MST merece o nosso respeito. [...]
24/01/2025NotíciasA APUFPR lamenta profundamente o falecimento, na madrugada desta sexta-feira, dia 24, do professor aposentado Afonso Celso Condessa Teixeira de Freitas, 77 anos, que atuou no Departamento de Informática, do Setor de Ciências Exatas da UFPR. Muito querido pela comunidade e ativo participante nas mobilizações universitárias, Teixeira de Freitas obteve o título de Mestre em Informática em 1986 pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), no Rio de Janeiro. Aposentou-se em 2003 Aos familiares, parentes e amigos, nossos mais sinceros sentimentos. #APUFPR [...]
24/01/2025NotíciasHoje é dia de cumprimentar os professores e professoras que, depois de deixarem marcas indeléveis na vida de gerações de profissionais, hoje gozam de um merecido descanso. Neste Dia dos Aposentados (as), a APUFPR expressa o mais profundo respeito, admiração e reconhecimento aos docentes que tenham se dedicado à carreira acadêmica e científica. O legado deixado por cada um de vocês é incalculável diante dos impactos na vida das pessoas e da coletividade. Vocês são exemplo e inspiração para que continuemos na luta pela valorização do conhecimento, da pesquisa e, principalmente, da nossa profissão. Obrigado! [...]
23/01/2025NotíciasQuem estava com saudades das aulas gratuitas de dança de salão já pode se preparar. O retorno da atividade gratuita na APUFPR será na semana que vem. Veja os horários: Segundas e quartas-feiras: 18h30 às 19h30 – Básicos e fundamentos 19h30 às 20h30 – Aprimoramento e repertório Também estão abertas as matrículas para novas inscrições. Entre em contato com a APUFPR pelo fone (41) 3151-9100. [...]
23/01/2025NotíciasReceba no seu celular as notícias e atualizações sobre o que acontece na APUFPR. Como faço para receber os recados? 1️⃣ Clique em: https://wa.me/419961700202️⃣ Mande um oi com o seu nome completo 3️⃣ Salve o número (41) 99617-0020 IMPORTANTE: Se o contato não estiver salvo na agenda, você não receberá as mensagens da lista de transmissão. Pronto! Agora você faz parte da Lista de Transmissão sobre os serviços, notícias e eventos do nosso sindicato. [...]
21/01/2025NotíciasA Justiça estadual concedeu na semana passada liminar que suspendeu o programa Parceiro da Escola, do governo do Paraná, que pretende terceirizar as atividades administrativas das escolas estaduais. Na decisão, a juíza Diele Denardin Zydek, da 5ª Vara da Fazenda Pública, considerou que o Edital viola a Constituição Federal. “Entendo que o Programa extrapolou seu objetivo, que seria a transferência da gestão administrativa de unidades escolares (atividades administrativas, operacionais, burocráticas) aos parceiros privados, pois a contratação, por particulares, de professores e pedagogos, além de ter conexão direta com a atividade-fim a ser prestada pelo Estado, viola os artigos 37, II e 206, V da Constituição Federal, que estabelecem a necessidade de concurso público para o exercício de cargo de professor”, anotou a magistrada. A APUFPR manifesta preocupação com a proposta do governo estadual diante da possibilidade de se perpetuar uma flagrante inconstitucionalidade, além de transferir para a iniciativa privada uma alta soma de recursos públicos, estimada em mais de R$ 1 bilhão. [...]
20/01/2025NotíciasDepois de uma breve pausa, as aulas gratuitas de Yoga na APUFPR estão de volta na sede de Curitiba. Veja os horários: On-line: segundas e quartas, das 19 às 20 horas Presencial: quartas e sextas, das 8h30 às 9h30 Faça uma aula experimental ou matricule-se conversando com a professora Sylvie Brandes pelo fone (41) 99182-6369. O retorno das aulas na subsede de Jandaia do Sul está previsto para fevereiro. [...]
17/01/2025NotíciasAos novos alunos da UFPR: Você conseguiu! Parabéns por esta conquista incrível! Como professores da maior Universidade do Paraná, estamos felizes por recebê-los (as) para uma jornada de aprendizado e crescimento. Estamos prontos para lhe acolher como parte de um ambiente repleto de desafios, descobertas e oportunidades. Aproveite cada momento dessa sua nova fase com respeito, trocas de ideias e, claro, muito conhecimento! Sejam bem-vindos (as)! [...]
15/01/2025NotíciasA APUFPR e o escritório de advocacia Trindade e Arzeno não enviam mensagens pelo Whatsapp para tratar de ações judiciais com os filiados (as). Se receber, com certeza, é golpe! Todas as comunicações sobre ações coletivas ou individuais são enviadas apenas por e-mail com o domínio @apufpr.org.br. Não responda e muito menos clique em links dessas mensagens. O objetivo dos golpistas é implantar malwares em seu aparelho para “roubar” dados e senhas. Simplesmente, ignore ou delete. As tentativas de golpe devem ser denunciadas ao Núcleo de Combate ao Cibercrimes (Nuciber) pelo site https://www.policiacivil.pr.gov.br/NUCIBER ou pelo fone (41) 3304-6800. [...]
15/01/2025NotíciasA Chácara da APUFPR é um espaço especialmente dedicado aos sindicalizados, oferecendo um ambiente ideal para o descanso e o lazer. Com uma infraestrutura completa e cercada pela natureza, o local foi pensado para a convivência entre amigos e familiares, fortalecendo os laços afetivos e incentivando o bem-estar coletivo, em um lugar tranquilo e acolhedor. Para melhorar ainda mais a experiência dos visitantes, as áreas externas e algumas instalações foram recentemente reformadas. Clique aqui para saber mais! [...]
13/01/2025NotíciasO ano de 2025 começa sob a expectativa de votação do projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA), prevista para fevereiro, quando Senado e Câmara dos Deputados retomam as atividades parlamentares. Somente após a aprovação da peça orçamentária, o que deveria ter acontecido no ano passado, o governo federal estará autorizado a realizar a despesa para o pagamento dos reajustes salariais de 38 categorias do funcionalismo, incluindo os docentes das instituições federais de ensino superior. Os reajustes foram assegurados com a publicação da Medida Provisória 1.286/2024 no último dia do ano, em 31 de dezembro. A MP autoriza os aumentos de 9% em janeiro de 2025 e de 3,5% em abril de 2026, conforme estabelecido no acordo assinado pela categoria em 2024 com o Ministério da Gestão e Inovação do Serviço Público (MGI). O acordo pôs fim à greve de mais de dois meses ocorrida em todo o país, entre abril e junho do ano passado. Mas, como está impedido de realizar o desembolso, a previsão do governo é que o pagamento da primeira parcela do reajuste ocorra em abril de forma retroativa a janeiro de 2025. Além da aprovação do PLOA, é preciso também aprovar a própria Medida Provisória para que seja convertida em Lei e entre definitivamente em vigor. Deputados federais e senadores deverão formar em fevereiro uma Comissão Mista que vai analisar a MP no prazo de 120 a contar de sua publicação. NOVOS CARGOS – A MP 1.286/2024 também prevê a transformação de 14.989 cargos vagos e obsoletos em 15.670 cargos novos, sem impacto orçamentário. Desse total, 70% das vagas destinam-se à área de educação, especialmente para a criação de 100 novos institutos federais. Serão criadas também duas carreiras transversais: uma de Desenvolvimento das Políticas de Justiça e Defesa e outra de Desenvolvimento Socioeconômico. Cada uma terá 750 cargos. Outras medidas envolvem ampliação e reformulação de cargos na área da educação e novas regras de avaliação de desempenho, progressão e promoção. De acordo com o MGI, o impacto primário dos reajustes dos servidores em 2025 será de R$ 16,2 bilhões. Já para 2026 a previsão é de R$ 8 bilhões. O governo assegura que os valores estão dentro dos parâmetros do novo arcabouço fiscal, que estabelece as regras para a condução da política fiscal. (Com informações da Agência Câmara de Notícias) [...]
09/01/2025NotíciasEstamos de volta! A partir desta quinta-feira, dia 9, reabrimos as nossas portas para atendimentos. Teremos o prazer de recebê-los na sede administrativa em Curitiba ou nas subsedes de Litoral, Palotina e Jandaia do Sul. Os endereços e os contatos por telefone estão no site http://www.apufpr.org.br. O link está na bio! Ou envie um e-mail para recepcao@apufpr.org.br. #APUFPR #voltaàsatividades #fimdeférias [...]
08/01/2025NotíciasOs atos golpistas do dia 8 de janeiro de 2023 devem ser punidos exemplarmente para que nunca mais se repitam. O país não tolera mais quem agride de forma criminosa o Estado de Direito e as liberdades democráticas. As investigações da Polícia Federal revelaram uma trama conspiratória, envolvendo autoridades constituídas e militares de altas patentes, que também não pode passar impune pela história. A APUFPR manifesta apoio incondicional às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) pela responsabilização e punição de todos os envolvidos nas denúncias e nos consequentes atos de vandalismo que hoje completam dois anos. As instituições e autoridades judiciais devem seguir firmes nas investigações, assegurado o contraditório, para a preservação dos princípios republicanos e constitucionais. A Democracia vale a pena! Foto: Joédson Alves / Agência Brasil #APUFPR #SemAnistia [...]
31/12/2024Notícias(Foto: daherj / Pixabay) No último dia do ano, o governo federal editou a Medida Provisória que irá assegurar o reajuste salarial de 9% em janeiro de 2025 e de 3,5% em abril de 2026 para os docentes das instituições federais de ensino superior, conforme acordo assinado em junho de 2024 que encerrou a greve da categoria. No total, o governo federal irá cumprir acordos com 38 categorias do serviço público. Mesmo assim, o peso da folha do Executivo no PIB será menor. De 2,68% em 2022, deverá chegar a 2,59% em 2025, resultado do crescimento econômico acima do aumento das despesas com pessoal. Durante coletiva à imprensa nesta segunda-feira, 30, a ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), Esther Dweck, explicou que o primeiro pagamento do reajuste deverá ocorrer em abril retroativamente a janeiro de 2025, depois de aprovado o projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA). A expectativa é que o PLOA, que já deveria ter sido aprovado, seja votado pelo Congresso Nacional durante fevereiro ou março. O pagamento retroativo está assegurado pela MP cujos efeitos vigoram a partir de sua publicação. Mas ainda deverá ser também aprovada pelo Congresso Nacional no prazo de 120 dias. Somente após a aprovação dessas duas peças legislativas é que o governo estará efetivamente autorizado a realizar os pagamentos. A MP deverá ser protocolada no Congresso Nacional nesta terça-feira, 31. CARREIRAS – Além dos reajustes salariais, a MP também prevê o alongamento do tempo necessário para que algumas categorias alcancem o topo de suas carreiras, reduzindo a proporção de carreiras com progressão e promoção mais rápidas. Com isso, 86% das categorias passarão a ter 20 níveis de progressão. Hoje, apenas 30% do funcionalismo possui esse formato de escalonamento. CARGOS NOVOS – A MP também transforma 14.989 cargos obsoletos em 15.670 cargos novos, sem impacto orçamentário. Desse total de vagas, 70% destinam-se à área de educação, especialmente para a implantação de 100 novos institutos federais de ensino superior. Outros 11% destinam-se à criação de duas novas carreiras transversais da administração pública federal. O governo planeja gastar R$ 20,1 bilhões em aumentos para servidores. [...]
20/12/2024NotíciasA última newsletter aos filiados (as) com a Retrospectiva 2024 relembra algumas ações e serviços prestados pela sede administrativa da APUFPR, em Curitiba. Trata, por exemplo, do processo de digitalização de milhares de documentos, imagens, impressos, entre outros, que vinham sendo conservados no formato físico. Outro registro são as grandiosas festas realizadas pela APUFPR, como o almoço e o jantar dançante em comemoração ao Dia dos Professores. [...]
20/12/2024NotíciasEducar é o presente que entregamos ao futuro de nossos alunos. Cada aula, cada desafio e cada conquista são momentos para inspirar, ensinar e transformar vidas. A APUFPR expressa o reconhecimento aos docentes da UFPR por mais um ano de comprometimento, dedicação e paixão pela educação e a ciência. Graças a esse esforço coletivo que alcançamos vitórias. Continuemos juntos, com o mesmo entusiasmo e energia, construindo uma educação pública, gratuita e cada vez melhor. Feliz Natal e Próspero Ano Novo! [...]
19/12/2024NotíciasÉ com orgulho que a maior comunidade acadêmica do Paraná comemora hoje o 112º aniversário de fundação da mais antiga Universidade brasileira. A UFPR faz parte da história do Paraná contribuindo como protagonista do seu desenvolvimento com ensino, pesquisa e extensão. Instituição que nos inspira por estar sempre na vanguarda da promoção da inovação, da inclusão e da diversidade, nossas homenagens hoje são para todos e todas que, em seu dia a dia, constroem a grandiosidade da UFPR, com dedicação, luta e amor à ciência e à educação pública, gratuita e de qualidade. Parabéns, UFPR! #APUFPR    [...]
19/12/2024NotíciasA APUFPR vai entrar em RECESSO de fim de ano, suspendendo o atendimento durante duas semanas e meia. As férias coletivas serão concedidas de 23 de dezembro a 8 de janeiro. Lembramos que, além da sede administrativa em Curitiba, estarão fechadas as subsedes do Litoral, Jandaia do Sul, Palotina e Toledo. A APUFPR agradece a compreensão dos docentes. [...]
18/12/2024NotíciasOs portais de notícias da Folha de S. Paulo e da CNN Brasil confirmaram no início da semana a edição pelo governo federal de uma Medida Provisória assegurando o reajuste salarial de servidores federais em janeiro de 2025. O Ministério da Gestão e Inovação em Serviço Público (MGI) assinou acordos de aumento parcelado, em 2025 e 2026, com 45 categorias profissionais. A MP entrará em vigor assim que publicada em Diário Oficial. A tramitação do texto no Congresso Nacional ocorrerá posteriormente, devendo ser aprovado em até 120 dias para que entre em vigência definitiva, sem perder os efeitos legais. O reajuste dos docentes das instituições federais de ensino público foi obtido mediante greve da categoria que durou de abril a junho deste ano. O acordo, assinado pelo Andes-SN e o Sinasefe em 27 de junho com o MGI, encerrou o movimento paredista. Leia mais aqui: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2024/12/governo-prepara-mp-para-conceder-reajuste-a-servidores-partir-de-janeiro.shtml (Somente para assinantes) Governo vai publicar MP com reajuste para servidores a partir de janeiro O acordo garantiu um reajuste salarial parcelado de 9% em janeiro de 2025 e de 3,5% em abril de 2026, além de outros avanços como reestruturação da carreira, progressões, insalubridade e reenquadramento de aposentados. Grupos de Trabalho foram formados após o término da greve, com participação do governo e lideranças sindicais, para estudar a aplicação dessas medidas. O MGI também confirmou que irá apresentar um projeto de Lei durante 2025 para a regulamentação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC-TAE). A expectativa é que o presidente Lula assine a MP do reajuste salarial durante esta semana, o que poderá ocorrer mesmo estando afastado das atividades rotineiras devido à recuperação pós-cirúrgica. Mas não há previsão para a publicação em Diário Oficial. (Com informações da Folha de S. Paulo e da CNN Brasil) [...]
16/12/2024NotíciasO professor Marcos Sunye recebeu nesta sexta-feira, 16, o cargo de reitor da UFPR para a gestão 2024-2028 das mãos do professor Ricardo Marcelo Fonseca, que fez a sua despedida depois de oito anos de mandato. A solenidade de transmissão de cargo aconteceu no Teatro da Reitoria, em Curitiba. A diretoria da APUFPR esteve representada pelo diretor do Setor Litoral, professor Rodrigo Horochowski. Estiveram presentes o senador Flávio Arns, do secretário de Educação Superior do MEC, Alexandre Brasil Carvalho da Fonseca, do presidente do Andifes, reitor José Daniel Diniz, o ex-reitor Zaki Akel Sobrinho, entre outras autoridades acadêmicas e políticas. A transferência do encargo é simbolizada pela passagem do colar reitoral e da pelerine branca do antigo para o novo reitor. A transmissão do cargo contou com uma homenagem ao professor e pesquisador Paulo Vinícius Baptista da Silva, recém falecido, que atuou como coordenador da Superintendência de Inclusão, Políticas Afirmativas e Diversidade (Sipad) desde a sua implantação, em 2017. Foi feita ainda uma entrega simbólica da Comenda Victor Ferreira do Amaral e Silva ao físico paranaense César Lattes, cujo nascimento completou 100 anos em julho de 2024. SOLENIDADE DE POSSE – Nas redes sociais, a nova gestão convida a comunidade para a primeira reunião do Conselho Universitário e solenidade de posse no próximo dia 19 de dezembro, quinta-feira, às 19 horas, no Teatro da Reitoria. Na data, também serão comemorados os 112 anos de fundação da UFPR. A vice-reitora eleita Camila Fachin tomará posse somente em março de 2025, recebendo o cargo das mãos da atual vice-reitora Graciela Muniz. NOVO REITOR – Marcos Sunye foi o vencedor da Consulta Paritária feita à comunidade universitária em setembro passado, recebendo quase 62% dos votos na contabilização dos votos de professores, estudantes e técnicos administrativos. Por encabeçar a lista tríplice encaminhada ao Palácio do Planalto para a escolha do novo reitor, foi nomeado no cargo por Decreto presidencial publicado no último dia 4 de dezembro. O professor Marcos Sfair Sunye é do Setor de Ciências Exatas e possui graduação em Processamento de Dados pela UFPR (1986), mestrado em Engenharia de Software pela Universite de Nice (1987), doutorado pela Université de Bourgogne (1993) e pós-doutorado pelo Laboratório de Informática, da Université Paris VI (Jussieu) em 2006/2007. Atualmente é professor Titular da UFPR, tendo sido chefe do Departamento de Informática por duas ocasiões. Fotos: Marcos Solivan / Sucom-UFPR [...]
15/12/2024NotíciasOs horários de atendimento na APUFPR nesta semana serão reduzidos: • Na quinta-feira (19), a sede administrativa em Curitiba ficará aberta até as 11H. • A subsede Palotina estará fechada a partir de quarta-feira (18). • A subsede do Litoral não abrirá na quinta e sexta-feira, dias 18 e 19. Agradecemos a compreensão dos docentes! [...]
13/12/2024NotíciasO governo federal ainda não assegurou o cumprimento do reajuste salarial em janeiro dos docentes e técnicos administrativos das instituições públicas de ensino superior, fruto do Acordo de Greve assinado em 27 de junho e que pôs fim à paralisação nas Universidades públicas no primeiro semestre deste ano. Para que surta efeitos imediatos, o aumento salarial depende da edição de uma Medida Provisória (MP) pelo Palácio do Planalto até o final do ano. Além da MP, o impacto financeiro no Orçamento da União também deverá estar previsto no projeto de Lei do Orçamento Anual (PLOA), que se encontra em tramitação no Congresso Nacional e deve ser votado na próxima semana. Nenhuma das duas medidas legislativas, porém, ainda foi efetivada pelo Palácio do Planalto. Diante das incertezas, o movimento sindical iniciou uma mobilização nacional para que os docentes universitários permaneçam em alerta, principalmente, pressionando os deputados federais e senadores. A conjuntura do Acordo de Greve foi amplamente discutida durante a Assembleia Geral Extraordinária, da APUFPR, realizada na quinta-feira, 12, no Anfi 100, do Campus Reitoria. A inclusão no PLOA do impacto na folha de pagamentos da União enfrenta resistências no Congresso Nacional devido às discussões sobre emendas parlamentares e medidas de cortes contidas no Arcabouço Fiscal. Já a MP aguarda uma decisão política da cúpula do governo. De acordo com o Ministério de Gestão de Inovação em Serviços Públicos (MGI), uma proposta de texto para a MP já foi encaminhada para apreciação da Casa Civil, no Palácio do Planalto. O Acordo de Greve prevê reajustes de 9% em janeiro de 2025 e de 3,5% em abril de 2026, além de diversas outras garantias da pauta remuneratória. O MGI antecipou que o texto apresentado assegura a reestruturação salarial negociada durante a greve, mas não contempla a regulamentação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC-TAE), que deverá ser apresentada na forma de Projeto de Lei (PL) em 2025. Além da questão salarial, o Acordo de Greve prevê itens como reestruturação da carreira, progressões, insalubridade e reenquadramento de aposentados. Grupos de Trabalho foram formados após o término da greve, com participação do governo e lideranças sindicais, para estudar e avançar na aplicação dessas medidas. Somente a pauta salarial permanece sem sinalização de avanços. Caso seja editada, a MP ainda precisará ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias a partir da data de sua publicação. ASSEMBLEIA – Diante do cenário incerto, a Assembleia Geral decidiu aderir ao movimento nacional para iniciar uma mobilização da classe de professoras e professores, principalmente porque, além da pauta remuneratória, o governo federal anunciou cortes de R$ 1,7 bilhão do orçamento da educação de 2024, de um total de R$ 5,5 bilhões bloqueados nos mais diversos órgãos do governo. “É absolutamente imperativo que os nossos professores e professoras saiam para as ruas, se mobilizem e façam toda a força possível para que a nossa categoria consiga consolidar a vitória da nossa greve. E mais importante que isso é o esforço de defender a educação pública em um momento em que a educação e a saúde correm sério risco de cortes de gastos”, avaliou o presidente do Conselho de Representantes da APUFPR, professor Paulo Vieira. [...]
12/12/2024NotíciasNesta semana, na Retrospectiva 2024 enviada por e-mail aos filiados e filiadas da APUFPR, o tema é multicampia e a atuação das subsedes do sindicato no Litoral, Jandaia do Sul, Palotina e Toledo. Investimentos para melhor atendimento aos docentes têm sido realizados nos últimos anos. Em setembro de 2024, foi inaugurada a sede reformada do Setor Litoral, com novos espaços de convivência. No ano anterior, a subsede do Setor Palotina havia recebido obras de adequações, novos mobiliário e equipamentos, o que em breve acontecerá também no Setor Jandaia do Sul. [...]
11/12/2024NotíciasUma proposta de Medida Provisória para o reajuste salarial de 9% em janeiro de 2025 e de 3,5% em abril de 2026, fruto do acordo entre governo federal e comando nacional de greve que pôs fim à paralisação dos docentes universitários no primeiro semestre deste ano, foi encaminhada nesta semana à Casa Civil, do Palácio do Planalto. A expectativa é de que seja assinada ainda neste ano para que surta efeitos imediatos. Posteriormente, a MP deverá ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para que seja transformada em Lei e entre em vigência definitiva. De acordo com o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), o texto assegura a reestruturação remuneratória negociada durante a greve. O MGI informa ainda que a MP não contempla a regulamentação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC-TAE), que deverá ser apresentada na forma de Projeto de Lei (PL) em 2025. Dentre os itens do acordo que já obtiveram resultados, destacam-se a formação de Grupos de Trabalho para análise da pauta reivindicatória de aposentados e a revisão da política de progressóes e promoções múltiplas, considerando o cumprimento do interstício para a efetivação dos saltos na carreira. [...]
10/12/2024NotíciasAtenção! Assembleia Geral Extraordinária nesta quinta-feira, 12, com os seguintes horários: 13h30min, em primeira convocação, com metade dos filiados 14 horas, em segunda convocação, com qualquer número de filiados O encontro será exclusivamente no modo presencial e terá lugar no Auditório Anfi 100, na Reitoria da UFPR, em Curitiba, com participação on-line dos presentes nas seguintes subsedes: Litoral – Rua Modesto Mendes, 298, Matinhos-PR; Toledo – Biopark Sala nº 92, Toledo-PR Palotina – Rua Pioneiro, 2074, Palotina-PR Jandaia do Sul – Rua José Francisco Borges, 1610, Jandaia do Sul-PR [...]
05/12/2024Notícias
04/12/2024NotíciasO movimento grevista na Pepsico, em São Paulo/SP, avança na pauta pelo fim da escala 6 x 1 no Brasil. Com paralisações nas unidades de Itaquera e de Sorocaba, em São Paulo, os trabalhadores firmam nesta semana acordo pelo direito de folga em um sábado por mês. Embora ainda longe da reivindicação defendida pelo Movimento VAT, pelos sindicatos e na PEC de autoria da deputada Erika Hilton, é de se observar a força da adesão de 90% dos trabalhadores e trabalhadoras. A APUFPR manifesta sua adesão na defesa da causa e apoio às mobilizações sindicais em favor da redução da jornada de trabalho. Para além de uma tendência global, a jornada reduzida reflete diretamente na qualidade da saúde e na disposição para o trabalho, sem perdas de produção ou de produtividade. #APUFPR #pelofimdajornada6x1 #movimentovat [...]
02/12/2024NotíciasATENÇÃO!!! Golpistas estão utilizando o nome do escritório de advocacia Trindade e Arzeno para extorquir docentes e aposentados (as) filiados (as) à APUFPR. Quaisquer informações sobre AÇÕES COLETIVAS movidas pela APUFPR devem ser confirmadas pelos telefones (41) 3151-9107 ou (41) 99824-0243. Jamais realize pagamentos de qualquer natureza ou valor sem antes CONFIRMAR a veracidade da informação, em especial, quando se referirem a ganhos de causa. Os filiados (as) devem denunciar as tentativas de golpe ao Núcleo de Combate ao Cibercrimes (Nuciber) pelo site https://www.policiacivil.pr.gov.br/NUCIBER ou pelo fone (41) 3304-6800. [...]
29/11/2024NotíciasUm momento para estar de bem com a vida. Assim foi o Workshop Drinks, com Degustação, nesta quinta-feira, 28, no Salão de Festas da APUFPR. Reunindo professores e convidados, a mixologista Nicole Moletta ensinou como preparar seis drinks da coquetelaria clássica e de dois autorais. Ela também falou sobre o surgimento dos drinks e deu as dicas de como fazer as melhores misturas (daí, o termo mixologia) de bebidas, frutas, ervas e outros ingredientes. Para além de novos conhecimentos, os participantes tiveram a oportunidade de confraternizar e fazer amizades. A APUFPR agradece professores e convidados pela presença e sucesso do evento. Confira aqui o álbum completo! [...]
28/11/2024NotíciasFortalecer os instrumentos de proteção, apoio e acolhimento a vítimas de assédio e discriminação no ambiente acadêmico de trabalho é fundamental. Mas o combate a essas violências deve também contar com ações de prevenção para evitar comportamentos inadequados, agressões e até mesmo ambientes tóxicos. Esta foi uma das principais conclusões do Seminário “Assédio e Discriminação: construindo o enfrentamento na UFPR”, realizado pela Associação dos Professores da UFPR (APUFPR) no último dia 19 de novembro, no auditório da sede da entidade, reunindo os mais diversos segmentos da instituição.De acordo com diretores da APUFPR, o próximo passo será a constituição de um grupo de trabalho para analisar e propor estratégias que favoreçam a identificação de problemas e o estabelecimento de práticas laborais mais saudáveis. O GT deverá reunir representantes dos gestores, dos docentes, dos discentes e dos técnicos administrativos da Universidade. “A prática de algumas formas de violência no ambiente acadêmico é antiga e está vinculada ao processo de precarização das Universidades públicas nas últimas décadas”, avalia a presidenta da APUFPR, professora Andréa Emilia Marques Stingher. Para agravar a situação, uma pesquisa encomendada pela APUFPR, constatou novos impactos advindos no pós-pandemia. De acordo com a dirigente sindical, a pesquisa intitulada “Condições de trabalho e saúde no retorno ao presencial” foi realizada de novembro de 2022 a janeiro de 2023, sob responsabilidade científica do Núcleo de Ações em Saúde do Trabalhador (Nast), da PUC-SP, em parceria com a APUFPR. Os resultados foram apresentados no Seminário pela professora doutora Maytê Gouvêa Coleto Bezerra, diretora da APUFPR no Setor Jandaia do Sul. De um universo de 203 professores e professoras ouvidos (as), 52,2% (106) afirmam ter sofrido “pelo menos um dos tipos de violência no último ano”, sendo que 26,6% (54) afirmam ter sofrido “mais de um tipo”. Desse total, 93% afirmam ter sido expostos (as) a calúnias e fofocas; 42,2% a assédio por meio digital; 33,9% a bullying; 11,3% a abordagens sexuais; e 3,8% a violência física. “Apesar da amostra pequena, ela foi representativa. É possível haver um viés de que as pessoas que responderam à pesquisa tenham participado porque estavam motivadas nesse sentido, já se sentindo adoecidas. Mas, de toda forma, esses são dados alarmantes”, destaca a professora Maytê. A metodologia da pesquisa foi baseada no Inventário sobre Trabalho e Riscos de Adoecimento (ITRA) que tem por objetivo investigar os riscos de adoecimento pelo trabalho. Também foram aplicadas perguntas pelo método Copenhagen Psychosocial Questionnaire (COPSOQ), além de questionamentos sobre o perfil dos participantes, as vivências no ensino remoto e no retorno ao presencial. De acordo com a professora Maytê, os dados completos e os cenários obtidos pela pesquisa serão divulgados no formato de cartilhas. “Os resultados da pesquisa envolvem uma série de aspectos científicos que devem ser divulgados com os critérios e as análises corretas para que não sejam mal-entendidas pela sociedade”, destaca. Segundo ela, essa é uma decisão da diretoria da APUFPR. SEMINÁRIO – De acordo com o diretor da APUFPR no Setor Palotina, professor doutor Marcelo Aranha, a realização do Seminário visa construir coletivamente soluções para as dificuldades e problemas hoje enfrentados. “A pesquisa é uma parte do diagnóstico que precisamos fazer para atuarmos de forma assertiva e efetiva na prevenção de situações de assédio, discriminação e outras violências”, afirma. A professora doutora Daniela Archanjo, diretora da APUFPR no Setor Litoral, explica que o Seminário foi organizado para acontecer com quatro momentos distintos: primeiro, a apresentação dos conceitos que dão suporte ao debate sobre o assédio e a discriminação; segundo, como a questão “bate na porta” da APUFPR; terceiro, o que foi feito e o que vem sendo feito pela UFPR; e, quarto, as ações para a construção de um espaço mais justo e mais humano. AS PALESTRAS A psicóloga Carolina de Moura Grando, pesquisadora e representante do Nast, da PUC-SP, abriu a série de palestras com o painel “Violência e assédio no trabalho”, trazendo sua experiência como pesquisadora e atuação no sindicalismo. Relatou diversas formas e manifestações do assédio, bem como apresentou conceituações teóricas. “As condições de trabalho vão também direcionar o nosso comportamento. As nossas ações não vão depender só da nossa trajetória individual. Elas dependem também do espaço em que a gente está inserida. Porque esse espaço pode fomentar ou alimentar certas posturas em relação a outras”. A assistente social Silvia Maria Amorim Lima, representante da Superintendência da Inclusão, Políticas Afirmativas e Diversidade (Sipad-UFPR), tratou das conceituações relativas ao painel “Discriminação no trabalho”, em que também apresentou as demandas que surgem a partir da criação e atuação do Sipad-UFPR, em 2017, como discriminações de gênero, raciais, capacitismo, xenofobia, entre outras. “A discriminação pode se manifestar por meio de comportamentos inapropriados, microagressões ou pela criação de ambientes tóxicos. Por exemplo, em sala de aula ou conselhos universitários. Mesmo entre pares, pode ocorrer esse tipo de discriminação. Ela pode causar humilhação, sensação de angústia ou dor íntima ao ofendido” O professor doutor Marco Aurélio Serau Junior, vice-presidente da APUFPR, do Setor de Ciências Jurídicas, apresentou o painel “Assédio moral e sexual: abordagem jurídica”, em que esclareceu as proteções “de longa data” que o Direito brasileiro assegura contra os casos de assédio moral e sexual. Também abordou a Convenção 190, da Organização Internacional do Trabalho (OIT). “Já de longa data o assédio sexual é um tipo de crime. A sua conduta é criminalizada. O assédio moral é um pouco mais fluído. A gente tem a possibilidade desde indenizações a sanções administrativas – ou uma sanção penal no caso de violência. Mas, do ponto de vista normativo, o Direito não compactua com o assédio moral e sexual.” A advogada Fernanda Yasue Kinoshita, do escritório Trindade e Arzeno, abordou o tema “Atuação da assessoria jurídica da APUFPR”, no qual apresentou as situações em que docentes filiados (as) buscam orientações do serviço jurídico do sindicato dos professores da UFPR, que, muitas vezes, têm resultado em ações judiciais coletivas e individuais. “A APUFPR tem uma ação coletiva bem importante, na qual o pedido é: toda vez que algum ato implique em prejuízo na saúde do professor ou da professora, o sindicato deva ser comunicado para que possa fazer a intervenção e o acompanhamento. Não adianta um professor ser afastado, retornar ao trabalho e aquela situação se repetir”. A psicóloga Letícia Villar Pellegrin, que presta atendimento gratuito de escuta sobre questões laborais e seus impactos na saúde de docentes filiados (as) à APUFPR, tratou dos riscos psicossociais a que a categoria está submetida em seu dia a dia. Ela destacou os aspectos que podem provocar situações de desconforto e que professores e professoras costumam relatar, afetando a sua saúde mental e física. “O nosso acolhimento no serviço de psicologia da APUFPR tem como objetivo proporcionar um espaço em que o docente se sinta apoiado em seus desafios. Juntos, a gente constrói uma série de reflexões sobre os fatores envolvidos nesse processo de saúde e doença no trabalho e as possibilidades iniciais de enfrentamento”. O professor Jean Carlos de Oliveira, titular da Diretoria Disciplinar da UFPR, descreveu a atuação da unidade correcional da instituição criada em 2017 por recomendação da CGU. Dentre os procedimentos disciplinares, existem o Processo Administrativo Disciplinar, os Termos de Ajustamento de Conduta, as Sindicâncias Acusatórias Investigativas e as Investigações Preliminares Sumárias. “Falando de assédio moral e sexual e de discriminação, essas questões aumentaram muito após a pandemia. Neste ano, já tivemos quase 40 casos. É bastante. No ano passado, tivemos 20 e, durante a pandemia, no máximo, dez. E temos uma ‘cifra oculta’ porque muitos dos casos não são noticiados para que tenham o tratamento correcional.” A última palestra foi dada pela professora doutora Christel Lingnau, da Comissão de Ética da UFPR, convidada para relatar sobre a atuação da comissão criada em 2009. Segundo ela, as denúncias podem ser feitas por e-mail, pela Ouvidoria ou pela plataforma “Fala.BR”, do governo federal, de forma anônima ou identificada. Importante é que as denúncias sejam bem instruídas. “O demandante (da denúncia) pode ser qualquer pessoa, do público interno ou externo. Agora, o demandado pode ser todo agente público da UFPR. São os docentes, os servidores, incluindo os terceirizados, e discentes com vínculo contratual, com ou sem bolsa. Ou seja, não é qualquer aluno que vai responder ao Código de Ética.” Após o encerramento da série de palestras, foi realizada uma sessão de perguntas e respostas, em que alguns tópicos tratados durante o Seminário foram mais bem esclarecidos. Em seguida, foi feito o anúncio de que a APUFPR irá sistematizar os temas tratados e que irá, em breve, compor o grupo de trabalho que irá analisar e propor estratégias para a construção de um ambiente laboral mais saudável. O Seminário “Assédio e Discriminação: construindo o enfrentamento na UFPR” foi realizado em homenagem ao professor Paulo Vinícius Baptista da Silva, falecido recentemente e que estava convidado para ser um dos palestrantes do evento. Paulo Vinícius, mestre em Educação e doutor em Psicologia Social, foi fundador e gestor do Sipad desde a sua criação em 2017. Era tido como uma referência nacional nos estudos da diversidade racial e de políticas de ações afirmativas. [...]
26/11/2024NotíciasO futuro do serviço público brasileiro está sob ameaça. Uma decisão do STF no início do mês quebrou as garantias do Regime Jurídico Único (RJU), abrindo caminho para contratações de servidores (as) pelas regras da CLT. Embora não afete os direitos do quadro atual do funcionalismo, a medida cria uma notória insegurança jurídica e irá quebrar a isonomia de tratamento entre servidores daqui por diante. O RJU, instituído pela Constituição de 1988, assegurava a unificação das formas de contratação (estatutária) e dos padrões de remuneração (planos de carreira). Com a decisão, União, estados, Distrito Federal e municípios poderão contratar sem concurso público e por indicação política, dando fim também à estabilidade. Sem a isonomia de tratamento entre servidores (as) com as mesmas funções, a coexistência de regimes de contratação diferentes irá gerar insatisfações e prejuízos na qualidade dos serviços públicos. A APUFPR manifesta extrema preocupação com a decisão do STF que, sem dúvida, será mais um fator para a precarização do ensino superior público. Leia mais no artigo do vice-presidente da APUFPR, professor Marco Aurélio Serau. Quebra do RJU: STF decide pela constitucionalidade da Emenda 19/98 Por Marco Aurélio Serau Junior, professor de Direito do Trabalho e vice-presidente da APUFPR A Emenda Constitucional 19, de 1998, autorizou os entes federativos a adotarem regimes jurídicos diversos na contratação de pessoal. Em outras palavras, permitiu que a administração pública contratasse pessoal a partir das regras estatutárias, mas também através da CLT Essa modificação no regime de pessoal da administração pública aconteceu no contexto neoliberal dos anos de 1990 e de 2000. Inicialmente, o Supremo Tribunal Federal suspendeu esta forma de contratação, mas recentemente o Tribunal concluiu o julgamento na ADI 2135 e decidiu pela constitucionalidade deste modelo. Portanto, a partir de agora está definido que os entes federativos poderão contratar pessoal não somente pela via estatutária, mas também pela CLT. É importante esclarecer que este modelo de pessoal da administração pública não afeta os servidores que já compõem os quadros públicos. Este novo formato valerá somente para novos contratos e, ainda assim, é necessária a definição de quais sejam os cargos que compõem carreiras típicas de estado, bem como há necessidade, conforme a maior parte da doutrina, de edição de uma Lei regulamentadora. Se esse modelo não afeta os atuais servidores da UFPR, ao mesmo tempo traz preocupação pelo fato de que pode implicar, no futuro, em uma quebra de tratamento entre os servidores de nossa instituição bem como um formato de possível precarização do ensino. [...]
25/11/2024NotíciasA APUFPR acompanha com atenção o andamento, no âmbito judicial, das apurações da prática de crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, de golpe de Estado e de organização criminosa, reveladas em inquérito da Polícia Federal. A gravidade das denúncias, que incluem a elaboração de um plano contra a vida de autoridades legitimamente constituídas, desperta inequívoca preocupação da sociedade brasileira para a responsabilização de atos atentatórios contra a Democracia. As instituições e autoridades judiciais devem seguir firmes nas investigações, assegurado o contraditório, para a devida punição de golpistas, sejam autoridades civis ou militares. A APUFPR manifesta seu inabalável apoio e confiança nos princípios republicanos e constitucionais. [...]
19/11/2024NotíciasNo Dia da Consciência Negra (20/11), a diretoria da APUFPR reafirma o total apoio às políticas de Ação Afirmativa implementadas no Brasil, como o sistema de cotas para o ingresso nas Universidades públicas. O ambiente acadêmico deve ser livre do racismo e da aporofobia, em especial, contra os estudantes beneficiários das políticas de inclusão proprocionada pelos sistemas de cotas, sejam elas de caráter racial ou social. Implementada na UFPR em 2004 e em todo território a partir de 2012 por força de Lei federal, a reserva de vagas alcança resultados efetivos como maior taxa de conclusão de curso pelos cotistas (51%) sobre os estudantes não cotistas (41%), conforme dados do Censo da Educação Superior de 2023 (Inep/MEC), divulgado no mês passado. Episódio como o dos Jogos Jurídicos, ocorrido em Americana, no interior paulista, deve ser rechaçado e combatido, com a devida responsabilização judicial dos estudantes que, comprovadamente, tenham cometido delito ou crime. Atacar pejorativamente os cotistas e, por consequência, o sistema de cotas revela a segregação racial e social arraigada e estrutural da sociedade brasileira. As Universidades públicas, gratuitas e de qualidade devem atuar como espaço de reparação histórica e de transformação na efetivação das políticas de inclusão e de justiça social. [...]
18/11/2024NotíciasO horário de atendimento na APUFPR nesta segunda-feira à tarde, dia 18, será reduzido após o almoço para cumprimento de expediente interno. Das 14 horas às 16h30min, o sindicato se encontrará fechado. Agradecemos a compreensão! [...]
18/11/2024NotíciasResultados de pesquisa inédita apontam que “novos elementos causadores de sofrimento” surgiram entre docentes após a pandemia Combater o assédio e a discriminação no ambiente acadêmico e de trabalho na Universidade Federal do Paraná. Com este objetivo, a Associação dos Professores da UFPR (APUFPR) realiza na próxima terça-feira, dia 19, o Seminário “Assédio e Discriminação: Construindo o Enfrentamento na UFPR”. Em formato híbrido, as participações poderão ocorrer de modo presencial ou on-line. O evento visa oportunizar um espaço de diálogo sobre o tema, a partir de apresentações e debates com conteúdo direcionado à realidade da UFPR. A programação prevê explanações com conceituações, aspectos jurídicos e atuação da APUFPR e da UFPR, além da apresentação dos resultados de uma pesquisa inédita sobre as condições de trabalho e de saúde no retorno ao presencial na instituição. A presidenta da APUFPR, professora Andréa Emilia Marques Stinghen, destaca que o Seminário visa o aperfeiçoamento dos instrumentos de proteção do ambiente de trabalho, tendo o sindicato como espaço para a condução desse processo de transformação. “Queremos construir soluções específicas, como também iniciar os debates para um modelo de combate à precarização e à violência no trabalho”, define. As inscrições podem ser feitas via preenchimento de formulário eletrônico. Os inscritos terão direito à certificação, com validade de horas complementares para os estudantes da UFPR. O Seminário será realizado no auditório da APUFPR, em Curitiba, com transmissão on-line pelo Zoom Meeting e tradução simultânea em Libras. PESQUISA INÉDITA – A iniciativa da APUFPR visa construir coletivamente soluções para as dificuldades e problemas hoje enfrentados no cotidiano da comunidade. Como um dos subsídios ao debate, a APUFPR encomendou a realização de uma pesquisa sobre as “Condições de trabalho e saúde no retorno ao presencial” para melhor entender quais os impactos que a pandemia teve na saúde dos docentes e observar as mudanças do processo laboral. A pesquisa foi realizada em parceria da APUFPR com o Núcleo de Ações em Saúde do Trabalhador (Nast), da PUC-SP, e contou com a participação de 203 professores e professoras. A metodologia se baseia no Inventário sobre Trabalho e Riscos de Adoecimento (ITRA) que tem por objetivo investigar os riscos de adoecimento pelo trabalho, avaliando o contexto e os efeitos nas vivências e na saúde do trabalhador. Além de fatores que provocavam ambientes de trabalho desfavoráveis antes mesmo da pandemia, como elevada carga de trabalho, baixo reconhecimento, acúmulo de responsabilidades, pressão por produtividade, entre outros, a pesquisa identificou o surgimento de “novos elementos causadores de sofrimento”. Entre eles, mudanças no comportamento dos estudantes e sequelas psicológicas do isolamento social. Diversos outros dados também serão tratados na exposição dos resultados da pesquisa inédita, como a constatação de elevada prática de algumas formas de violências, como o assédio por meio de calúnias e fofocas, de abordagens sexuais e com o uso de recursos digitais. De acordo com os resultados, 75,4% dessas violências foram praticadas por colegas de categoria, como consequência de um ambiente profissional extremamente competitivo. ——— SERVIÇO: Data: 19 de novembro (terça-feira)Horário: das 14h às 18h                                                                                                      Local: auditório da APUFPREndereço: Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1193, Jardim das Américas, CuritibaTransmissão on-line via Zoom MeetingCertificação a todos os participantesInscrição gratuita [...]
17/11/2024NotíciasA melhor atitude para combater o câncer de próstata é a prevenção, principalmente, a partir dos 50 anos de idade. Procure o seu médico e faça os exames! O alerta é importante porque este é o segundo tipo de câncer que mais mata pessoas com próstata no Brasil. A melhor garantia de cura ainda é o diagnóstico precoce. [...]
14/11/2024NotíciasA coquetelaria pode ser considerada uma alquimia para surpreender o paladar e encantar os olhos. Com sabores e visual inusitados, a mistura de bebidas, ervas, frutas e outros ingredientes é uma tradição milenar que hoje é tratada como uma verdadeira arte. Para quem quiser se iniciar ou aperfeiçoar na preparação de drinks da coquetelaria clássica, a APUFPR promove um “Workshop de Drinks, com Degustação”, no dia 28 de novembro, das 19 às 22 horas, no Bar Doce Bar, localizado na sede da APUFPR, no Jardim das Américas, Curitiba. No workshop, os filiados (as) vão aprender as dicas e segredos para manipular e preparar receitas de drinks famosos, como Gin Tônica, Aperol Spritz, Moscow Mule, Caipirinha Três Limões, Whisky Sour e Negroni, além de mais dois drinks autorais. Os participantes serão recepcionados com uma mesa de antepasto com pães, pastas, frutas e tábua de frios. As inscrições podem ser feitas mediante preenchimento de um formulário on-line disponível aqui. Cada professor ou professora poderá inscrever também um convidado ou convidada. A taxa de inscrição é de R$ 50,00 por pessoa e as vagas são limitadas.  As instruções para o pagamento estão no formulário de inscrições. [...]
13/11/2024NotíciasGaranta a sua participação no seminário que vai debater propostas para combater o assédio e a discriminação no ambiente acadêmico e de trabalho da UFPR. A iniciativa da APUFPR visa construir coletivamente soluções para as dificuldades e problemas hoje enfrentados no cotidiano da comunidade. Em formato híbrido, o Seminário “Assédio e Discriminação: Construindo o Enfrentamento na UFPR” requer inscrição, via Google Forms, tanto para participação on-line, como presencial. Acesse o formulário de inscrição aqui! O Seminário será realizado no auditório da APUFPR (ao lado do SEPT, no Jardim das Américas), com transmissão on-line pelo Zoom Meeting, com tradução simultânea em Libras. Os participantes receberão Certificados, com validade de horas complementares aos estudantes da UFPR. [...]
12/11/2024NotíciasO cálculo da aposentadoria no Brasil é um verdadeiro desafio. O trabalhador precisa entender um emaranhado de Leis, regras, regulamentações, peculiaridades da própria carreira e, ainda, legislações de diferentes regimes de previdência. Por isso, de forma geral, é necessário recorrer a um profissional para se obter o melhor valor possível para desfrutar o tão sonhado benefício, conciliado aos anseios pessoais de cada um. Mas os professores da UFPR filiados à APUFPR podem ficar tranquilos. Esse profissional está à sua disposição. O sindicato oferece um serviço especializado para realizar o cálculo individual da aposentadoria de forma gratuita e segura. É o que garante a advogada Gabriela Varella de Oliveira que realiza toda a parte consultiva de atendimento previdenciário para os associados à APUFPR. “A aplicabilidade das regras depende das condições de cada um”, explica. Por isso, o primeiro passo é reunir toda a documentação relativa às contribuições/empregos que o professor teve ao longo da vida. “Toda vez que um professor vem para entender ou avaliar a sua situação previdenciária, é solicitada uma série de documentos para que possa analisar toda a vida contributiva dele”, diz. “Onde trabalhou, se trabalhou no meio rural, se trabalhou com insalubridade, se tinha vínculos/contribuições concomitantes, quando ingressou no serviço público, se sempre teve dedicação exclusiva, entre outros fatores”, esclarece. Importante ressaltar que essas comprovações devem validar toda a sua carreira tanto na Universidade, como fora dela. “Somente a partir daí será possível fazer um desenho de toda a situação”, diz Gabriela. A análise da profissional vai revelar as datas possíveis de aposentadoria, se existe possibilidade de acumular benefícios e estimativas dos valores a serem recebidos. Mas, como dito anteriormente, cada caso é um caso. Um cálculo simples seria do professor que integra a carreira há muitos anos, que nunca atuou fora da Universidade, nem no meio rural e sem insalubridade. “Este seria um caso bem simples, mas é raro”, constata Gabriela. Como a vida de um professor no Brasil não é nada fácil, existem casos muito complexos. É comum, por exemplo, quem já tenha contribuído para o INSS na iniciativa privada ou em regimes próprios da União, dos Estados e dos municípios. Ou seja, a sua vida contributiva passou por regimes diferentes. “Daí, a gente monta um quebra-cabeças mesmo, é preciso ter muito cuidado na hora de fazer os cálculos”, elucida. E atenção: às vezes, a melhor opção financeira não é a melhor opção pessoal. Após a análise, pode se chegar à conclusão de que o servidor receberá mais se trabalhar, por exemplo, até os 70 anos e não até os 65 anos. Nesse caso, a decisão é do professor. Se a resposta for “não”, então, o cálculo será refeito para até quando ele quiser trabalhar, dentro do enquadramento possível. “Em muitos casos, quanto mais você trabalhar, melhor vai ser o valor”, diz. Gabriela alerta que o ideal é o servidor começar a se organizar alguns anos antes do prazo que planeja se aposentar. Mas a qualquer momento ele pode procurar a APUFPR. “Volta e meia, aparece um professor de 30, 40 anos, querendo saber o que vai acontecer”, relata. A ressalva são as mudanças de regras que podem invalidar um cálculo muito antecipado. Como hoje em dia não há requisitos tão fixos, não se pode afirmar com que idade a pessoa deva se aposentar. Normalmente, seria aos 62 anos para as professoras e aos 65 anos para os professores, com dez anos de serviço público e 25 de contribuição no total. “Esta, de acordo com a Constituição, é a regra geral”, explica. Mas, na prática, nem sempre funciona assim. O professor pode ter 65 anos, mas não ter os 25 anos de contribuição no total. Gabriela alerta ainda para que os docentes não tomem atitudes sem consultar um profissional, pois uma decisão errada pode prejudicar os ganhos vitalícios da aposentadoria. Como ninguém quer correr este risco, procure a APUFPR e faça a sua consulta antes de se aposentar. CONTATOS E-mail: juridico@apufpr.org.br Telefones: (41) 3151-9107 / (41) 99824-0243 HORÁRIOS Segunda-feira (Exclusivamente on-line12 às 17 horas Terça-feira (Presencial e on-line)10 horas às 16h30min Quarta-feira (Presencial e on-line)10 às 17 horas Quinta-feira (Presencial e on-line)13 às 17 horas [...]
11/11/2024NotíciasÉ com profundo pesar que a APUFPR registra o falecimento do professor aposentado Cícero Gonçalves de Oliveira, ocorrido no último sábado quando foi localizado em sua residência. Cursou Engenharia Florestal na Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde ingressou em 1976 e atuou como docente titular no Departamento de Ciências Florestais (DECIF). Em 1979, foi admitido pela UFPR para o desenvolvimento do Projeto de Padronização Automática da Informação no setor público dos estados do Paraná e Santa Catarina, por meio de convênio entre a Finep e a UFPR. Em 1981, iniciou a pós-graduação na área de Concentração na Economia e Política Florestal. Em 2003, iniciou carreira como servidor do alto escalão do governo do Estado do Paraná, tendo ocupado de 2003 a 2010 os cargos de chefe de gabinete da Secretaria de Ciências, Tecnologia e Ensino Superior; de secretário executivo do Conselho Revisor; e de Secretário de Estado do Controle Interno. A APUFR se solidariza com a família, parentes e amigos para que recebam conforto necessário neste momento de dor. [...]
11/11/2024NotíciasEstá marcada para quinta-feira, dia 14, a reunião de devolutiva dos participantes da III Jornada para Assuntos de Aposentadoria, que aconteceu na semana passada em Brasília, sob organização do Andes-SN. Além da pauta inicialmente prevista para os debates, novos informes nacionais também serão transmitidos. Participe! Fique por dentro das lutas e garanta os direitos dos docentes aposentados. [...]
01/11/2024NotíciasO combate ao assédio e à discriminação é parte fundamental da luta sindical para o bem-estar e proteção contra a crescente precarização das condições de trabalho no meio acadêmico. A APUFPR realiza no próximo dia 19 de novembro o Seminário “Assédio e Discriminação: Construindo o Enfrentamento na UFPR” com o objetivo de oportunizar um espaço de diálogo sobre o tema, a partir de apresentações e debates com conteúdo direcionado à realidade da UFPR. Como resultado, pretende-se constituir um grupo de trabalho representativo para a construção coletiva de ações de enfrentamento. O evento ocorrerá em formato híbrido sendo necessária inscrição, via Google Forms, para participar tanto à distância, como de forma presencial. O Seminário será realizado no auditório da APUFPR, no bairro Jardim das Américas, em Curitiba, com transmissão on-line em uma sala virtual do Zoom Meeting. Os participantes receberão Certificados, com validade de horas complementares aos estudantes da UFPR. ——— SERVIÇO: Data: 19 de novembro (terça-feira)Horário: das 14h às 18h                                                                                                      Local: auditório da APUFPREndereço: Rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1193, Jardim das Américas, CuritibaTransmissão on-line via Zoom MeetingCertificação a todos os participantesInscrição gratuita [...]
30/10/2024NotíciasCom um design moderno, leve e funcional, está no ar o novo site da APUFPR. O lançamento segue a nova linha editorial e de programação visual do sindicato, com o objetivo de facilitar o acesso às informações de interesse dos seus filiados (as) e da comunidade acadêmica da UFPR. O endereço do novo site é http://www.apufpr.org.br. Além dos informativos das atividades sindicais e associativas, os internautas poderão encontrar com alguns “cliques” os serviços disponibilizados pela entidade. Dentre eles, estão os planos de saúde, a assessoria jurídica para questões previdenciárias e de carreira e o atendimento de apoio psicológico para problemas no trabalho. “Além de ser uma das entidades sindicais mais respeitadas do Paraná, a APUFPR atua também para o bem-estar e a qualidade de vida dos docentes da nossa Universidade”, descreveu a presidenta da APUFPR, professora Andréa Emilia Marques Stinghen. “Nosso objetivo é ampliar o alcance desses benefícios e incentivar a filiação dos docentes”. No novo site, os filiados (as) também poderão conhecer os espaços para locação disponibilizados pela APUFPR. O salão de festas, totalmente equipado, fica localizado na sede administrativa em Curitiba, no bairro Jardim das Américas. A chácara, com piscina e chalés, está a 70 Km de Curitiba, em Tijucas do Sul, próximo à represa do Vossoroca. [...]
30/10/2024NotíciasÉ com profundo pesar que a APUFPR informa o falecimento do professor Paulo Vinícius Baptista da Silva, de 59 anos de idade, nesta quarta-feira, 30. A diretoria lamenta a perda de tão respeitado docente e pesquisador de nossa Universidade na área da diversidade racial e das políticas afirmativas, com forte influência entre os estudiosos dessas questões em nível nacional. Deixa viúva a professora Gizele de Souza, também docente da UFPR. Paulo Vinícius era professor da UFPR desde 1995, onde cursou bacharelado e licenciatura em Psicologia (1991) e obteve o mestrado em Educação (1996). Realizou o doutorado em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2005) e o pós-doutorado em Análise Crítica do Discurso pela Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona, Espanha (2014). Desde 2017, atuava como Superintendente de Inclusão, Políticas Afirmativas e Diversidade (SIPAD-UFPR). Com larga experiência em pesquisas em rede, atuou como coordenador em projetos regionais, nacionais e internacionais. Foi coordenador do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPR (2011-2012) e atuou em diversos cargos na Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Educação (Anped), tendo participado também da diretoria regional e nacional da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN, 2010-2012 e 2019-2021). Foi fundador e editor da Journal of African and Afro-Brazilian Studies. Participou da equipe de editores da revista da ABPN (2017-2018), publicação em que passou a ser editor desde 2022. Foi editor da Educar em Revista (2009-2011), período no qual o periódico recebeu a classificação como A1 na avaliação Qualis da CAPES. Proferiu palestras e conferências em 43 Universidades brasileiras e em Universidades na Itália, México, Espanha, Chile, Camarões, Moçambique, Cabo Verde e EUA. Atuava no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE-UFPR), no Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB-UFPR) e no Núcleo de Acompanhamento de Políticas Públicas de Igualdade Racial da Fundação Perseu Abramo (NAPP Igualdade Racial). A APUFPR se solidariza com a professora Gizele, familiares, parentes e amigos, neste momento de profunda tristeza. 🤍 [...]
30/10/2024NotíciasAconteceu no sábado, 26, o almoço de confraternização da APUFPR em comemoração pelo Dia das Professoras e dos Professores, reunindo os docentes do campus de Jandaia do Sul. O almoço na Chácara Caçula, na área rural do município, reuniu familiares e contou com espaço para a diversão da criançada. Com um buffet de feijoada e outros pratos, o evento avançou o período da tarde com muita descontração e música. A APUFPR agradece a presença do corpo docente da unidade e se sente honrada de proporcionar este aguardado momento de lazer e união. Confira as fotos! [...]
25/10/2024NotíciasOs eleitores de Curitiba, Londrina e Ponta Grossa vão eleger novos prefeitos neste domingo (27), em segundo turno. Devido ao alto índice de abstenções e de votos nulos no primeiro turno, a APUFPR vem a público defender a participação de todos para a proteção da Democracia. A omissão não é o caminho para a construção de uma sociedade comprometida com o bem-estar e a qualidade de vida da população. Escolha os candidatos alinhados com a defesa da educação, da ciência e da justiça social. Participe e vote! [...]
25/10/2024NotíciasVai ser na próxima quinta-feira, dia 31, no auditório da APUFPR, em Curitiba, o encontro preparatório para a III Jornada para Assuntos de Aposentadoria. Na pauta, três eixos temáticos principais: 1️⃣ O balanço dos fundos complementares de aposentadoria em diversas esferas;2️⃣ O fim da contribuição previdenciária de aposentadas, aposentados e pensionistas;3️⃣ A revogação da contrarreforma da Previdência. A III Jornada para Assuntos de Aposentadoria acontecerá nos dias 07 e 08 de novembro, em Brasília, sob organização do Andes-SN. Os encontros preparatórios estão sendo realizados nas seções sindicais de todo o país. [...]
22/10/2024NotíciasEm comemoração ao Dia das Professoras e dos Professores, a APUFPR promoveu na sexta-feira passada, 18, os tradicionais almoço e jantar dançante de confraternização dos docentes e aposentados da UFPR. Cerca de 2.300 convidados (as) e acompanhantes lotaram os salões do restaurante Madalosso nos dois turnos do evento. Considerado o maior encontro de professores da UFPR fora do ambiente de trabalho, o evento proporciona ainda uma oportunidade para aposentados (as) se reencontrarem com antigos (as) colegas. Para a presidenta da APUFPR, professora Andréa Emilia Marques Stinghen, as comemorações representam um espaço de fortalecimento de vínculos e da luta sindical. “Além de diversão e lazer, o evento representa a união e a força da maior comunidade acadêmica e científica do Paraná”, afirmou. “É com muita alegria que a APUFPR propicia este momento de celebração aos seus filiados, que têm a oportunidade de reencontrar amigos e amigas num ambiente de muita descontração”. Após o jantar do Dia das Professoras e dos Professores, a alegria tomou conta da pista de dança do restaurante, sob animação da banda Nobre Arte. Para as crianças, foi criado um espaço de recreação pela MUV Eventos e, claro, não faltou a mesa de doces especialmente preparada pela Ju Paiff. A decoração dos salões foi de responsabilidade da Entre Verdes e o cerimonial esteve a cargo de Sidney Petrelli. Os álbuns de fotografias completos estão publicados na página da APFUPR no Facebook. [...]
19/10/2024NotíciasDirecionado para a conscientização do diagnóstico precoce do câncer de mama, o movimento Outubro Rosa é um dos principais exemplos de ativismo globalizado. A mobilização começou nos Estados Unidos, nos anos de 1990, com a distribuição de pequenos laços cor de rosa para lembrar as mulheres a fazerem o exame de toque. O gesto simples do autoteste passou, então, a ser amplamente difundido e a salvar vidas. Oficialmente instituído no Brasil em 2018, na prática, já vinha chamando a atenção desde o início do século, principalmente com a iluminação de monumentos e prédios públicos e privados. Em mulheres, o câncer de mama é o tipo de tumor mais frequente, sendo no Brasil a primeira causa de mortalidade por câncer. Arraste os cards e saiba como fazer o autoteste! [...]
15/10/2024NotíciasEm comemoração ao Dia das Professoras e dos Professores e também pelo Dia das Crianças, a APUFPR em Palotina reuniu no sábado, dia 12, as famílias dos docentes dos campi do município e de Toledo para um almoço de confraternização. 🥗🍴 O buffet foi servido na chácara Bernardi, na área rural de Palotina, especialmente decorada para o evento. Com o dia ensolarado e uma bela “cascata” de chocolate como sobremesa, o encontro com muita descontração se prolongou durante toda a tarde. A diretoria da APUFPR agradece a presença de todos os docentes e renova o desejo de um Feliz Dia das Professoras e dos Professores. Confira as fotos! [...]
15/10/2024Notícias“Importantes”. Esta foi a palavra mais repetida pelos estudantes da UFPR ao se referirem ao papel dos professores (as) em suas vidas. Os universitários ouvidos pela APUFPR deixaram claro que a nossa presença no cotidiano deles vai muito além das salas de aula. Enquanto transmitimos conhecimento e lhes damos uma formação profissional, eles manifestam admiração e respeito por também sermos referência para a formação do caráter e de valores enquanto seres humanos. Por isso, que neste dia a palavra “importantes” seja lembrada e ressoe como a significação do nosso papel na construção de uma sociedade melhor. Confira os vídeos abaixo: [...]
01/10/2024NotíciasFoi aberta a nova casa da APUFPR no litoral, que fica no balneário Caiobá, em Matinhos. A inauguração foi na quinta-feira, dia 26, com uma confraternização entre professores e gestores da UFPR Na ocasião, foi feita uma breve exposição sobre a nova subsede e os atendimentos prestados. Confira os registros! [...]
30/09/2024NotíciasEstamos iniciando o mês de comemorações do Dia das Professoras e dos Professores e a APUFPR se sente honrada de mais uma vez promover as reuniões de confraternização entre os docentes da UFPR. A entidade solicita a todos que retirem a tempo os convites dos eventos programados. Não serão aceitos pedidos de reserva por e-mail ou outro meio de comunicação. Cada filiado ou filiada terá direito a um convite pessoal e para um acompanhante. A retirada deve ser feita PESSOALMENTE na respectiva sede do evento que irá participar, mediante a apresentação de um documento de identificação. AGENDA DE COMEMORAÇÕES: CURITIBA / LITORALDia 18 outubroAlmoço – 12 horasOUJantar dançante – 20 horasRestaurante Madalosso(Av. Manoel Ribas, 5.875, Santa Felicidade)Retirar convites de 02 a 15.out, nas sedes de Curitiba e de Matinhos. PALOTINA / TOLEDODia 12 de outubroAlmoço – 11h30 às 17 horasChácara Bernardi(Estrada do Parque de Exposições)Retirar convites de 01 a 11.out, na sede de Palotina JANDAIA DO SULDia 26 de outubroAlmoço – 11 horasChácara Caçula(R. Antonio Gomes de Oliveira, 21)Retirar convites até o dia 22.out, na sede Jandaia do Sul A APUFPR deseja a todos momentos de descontração e de congraçamento pelo Dia das Professoras e dos Professores! [...]
26/09/2024NotíciasO advogado e professor de Direito do Trabalho da UFPR, Sandro Lunard Nicoladeli, inicia a sua participação como representante do governo brasileiro no Comitê de Liberdade Sindical, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, na Suíça, entre os dias 22 e 25 de outubro, quando ocorre uma das três reuniões anuais do órgão que avalia denúncias de violação à liberdade sindical e ao direito de negociação coletiva no mundo todo. A informação foi dada pelo próprio professor durante visita à APUFPR, em conversa com a presidenta da entidade, professora Andréa Emilia Marques Stinghen, quando trataram sobre questões relativas ao sindicalismo na atualidade e o fortalecimento do movimento sindical. Sandro Lunard Nicoladeli presenteou a APUFPR com o livro “Dicionário de Direito Sindical: verbetes do Comitê de Liberdade Sindical da OIT”, de sua autoria, cuja segunda edição está para ser lançada em breve. O professor da UFPR, um dos mais notáveis estudiosos do sindicalismo no país, dará pareceres a 25 processos de denúncias feitas à OIT, das quais 11 originadas em países da América Latina e do Caribe. Os relatórios do Comitê de Liberdade Sindical serão encaminhados ao Conselho de Administração da OIT, que se reúne no dia 30 de outubro, para tomada de providências em relação aos países onde as normas sindicais estejam sendo violadas. Além da formação acadêmica voltada para o estudo e pesquisa sobre as normas da OIT e a liberdade sindical, a expertise de Sandro Lunard vem de sua atuação como advogado trabalhista, em especial, nas áreas da construção e do transporte, e também das ações e projetos promovidos pelo Instituto Edésio Passos, da qual é um dos sócios fundadores. O IEP é uma referência nacional na luta pela garantia e expansão dos direitos sociais e trabalhistas. Sandro Lunard transmite semanalmente o programa “Mundo do Trabalho”, às 19 horas das quartas-feiras, no canal @InstitutoEdésioPassos, do YouTube, sempre com temas relevantes do sindicalismo. A aprovação do nome Sandro Lunard para o Comitê de Liberdade Sindical ocorreu na OIT em junho passado, após indicação do governo brasileiro e ratificação dos países membros do Grupo de Países da América Latina e Caribe (Grulac). O Comitê de Liberdade Sindical existe desde 1951 e nunca contou com a participação brasileira. Sua composição é formada por três representantes governamentais, três dos trabalhadores e três dos empresários. [...]
24/09/2024NotíciasA partir da quarta-feira da próxima semana, 02, estarão disponíveis os convites para o almoço ou jantar dançante da tradicional confraternização em homenagem ao Dia das Professoras e Professores, organizada pela APUFPR. O evento acontecerá no dia 18 de outubro, no Restaurante Madalosso, em Santa Felicidade. Cada filiado ou filiada terá direito a um acompanhante. Os convites devem ser retirados exclusivamente pelo docente na sede da APUFPR (Rua Alcides Vieira Arcoverde, 1193, Jardim das Américas) até o dia 15 de outubro, das 9 horas às 17h30min, mediante apresentação de um documento de identificação. Os organizadores solicitam a retirada antecipada dos convites devido à limitação de lugares no Restaurante. Tanto almoço, como jantar dançante acontecerão no dia 18 de outubro com início previsto às 12 horas e 20 horas, respectivamente. A confraternização do Dia das Professoras e Professores é uma das mais antigas atividades comemorativas da APUFPR, acontecendo desde a sua fundação no início dos anos de 1960. [...]
24/09/2024NotíciasSerá inaugurada nesta quinta-feira, 26, a nova subsede da APUFPR de Matinhos, que atende os docentes filiados(as) dos campi da UFPR nos municípios litorâneos. A unidade oferece os mesmos serviços de atendimento aos professores e professoras da capital e contará com amplo e confortável espaço. O imóvel está localizado na rua Modesto Mendes, 298, no balneário Caiobá, tendo sido totalmente reformado nos últimos meses para abrigar a APUFPR. Além da administração da entidade, o novo espaço conta com uma sala de reunião, churrasqueira e ampla área externa. A inauguração da nova subsede acontecerá a partir das 17h30min, tendo sido convidada a comunidade acadêmica, bem como autoridades municipais. O novo espaço faz parte dos planos da APUFPR de melhorias na estrutura de atendimento aos filiados (as). [...]
16/09/2024NotíciasPor Letícia Villar Pellegrin O dia 10 de setembro é reconhecido oficialmente como o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. A data deu origem à campanha internacional “Setembro Amarelo”, mês dedicado às ações de conscientização sobre a importância da prevenção e diminuição do estigma relacionado ao tema. No Brasil, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgam a campanha desde 2014. Em 2024, com lema “Se precisar, peça ajuda!”, são disponibilizados no site diversos materiais informativos como, por exemplo, a “Cartilha Prevenção ao Suicídio – Como ajudar?”. O material é destinado tanto às pessoas que estão passando por algum momento difícil e que apresentam ideação suicida, como para aqueles que gostariam de ajudar quem está enfrentando tal situação. A ABP explica que uma pessoa que decide terminar com a própria vida tem pensamentos, sentimentos e ações muito restritivos, sendo muitas vezes incapaz de perceber maneiras diferentes de enfrentar a situação ou resolver o problema. Uma importante mensagem da campanha é que tais distorções de pensamento são decorrentes do grave sofrimento emocional e que, para isso, existe solução. Assim, o melhor a fazer é buscar ajuda profissional, pois existem tratamentos eficazes que podem melhorar muito a qualidade de vida da pessoa que está em sofrimento. Cuidar da saúde mental é uma das principais estratégias para prevenção do suicídio e existem diversos serviços especializados para oferecer suporte à população, que pode procurá-los em situações de sofrimento emocional. Centro de Valorização da Vida (CVV) O Centro de Valorização da Vida (CVV) é um serviço voluntário gratuito de apoio emocional e prevenção do suicídio destinado a todas as pessoas que querem e precisam conversar, de forma totalmente sigilosa e anônima. Oferece atendimento pelo telefone 188 (24 horas e sem custo de ligação), por chat, e-mail e pessoalmente. SAMU Em uma situação de tentativa de suicídio eminente, que necessite de intervenção imediata, o SAMU deve ser acionado pelo número 192. Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) – SUS No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), existe a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que é constituída por um conjunto integrado e articulado de diferentes pontos de atenção para atender pessoas em sofrimento psíquico e com necessidades decorrentes uso prejudicial de álcool e outras drogas. A assistência em saúde mental no Brasil envolve o Governo Federal, Estados e Municípios e os atendimentos são realizados na Atenção Primária à Saúde (APS) e nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), onde o usuário recebe assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme a situação de cada pessoa. Existe também as modalidades de acolhimento noturno e cuidado contínuo, quando necessário. A terapeuta ocupacional Elaine Marques Bordignon, promotora de saúde profissional da Secretaria da Saúde do Estado do Paraná (SESA), explica que a linha de cuidado em saúde mental do Estado contempla as Unidades Básicas de Saúde – UBS (atenção primária); os Centros de Atenção Psicossocial – CAPS (atenção especializada); os ambulatórios ou centros especializados (atenção especializada); Unidades de Pronto Atendimento – UPA, Pronto Atendimento – PA ou Pronto-Socorro – PS (urgência e emergência); leitos de saúde mental em hospital geral; e os hospitais psiquiátricos (apenas quando o recurso extra-hospitalar se mostrar insuficiente,  conforme Lei 10.216).     Para acessar os serviços pelo SUS, a assistente social Marcia Silvana Fernandes, promotora de saúde profissional da SESA, orienta que a porta de entrada são as Unidades Básicas de Saúde. Já em casos de emergência, orienta que a pessoa procure diretamente uma Unidade de Pronto Atendimento- UPA, Pronto Atendimento – PA ou Pronto-Socorro -OS, que disponibilizam atendimento 24 horas. Os endereços das Unidades de Atenção em Saúde Mental do Paraná podem ser acessados na página da SESA. Plano de Saúde – Unimed Os professores associados que possuem convênio com a Unimed podem realizar atendimento psicológico e psiquiátrico pelo plano de saúde. A consulta com o psiquiatra é marcada diretamente com o profissional credenciado, a escolha do usuário. Em caso de emergência, existem clínicas psiquiátricas credenciadas com atendimento 24 horas que podem ser acessadas diretamente, sem necessidade de agendamento.  A Unimed oferece também atendimento psicológico presencial e online, por meio de clínicas prestadoras de serviço ou profissionais próprios. Para utilizar o serviço, com o encaminhamento de um médico credenciado de qualquer especialidade, o usuário deve acionar a Unimed local solicitando o agendamento. Serviço de Psicologia da APUFPR Os professores filiados contam com o serviço de psicologia da APUFPR que, apesar do foco nas questões laborais, está à disposição para realizar uma primeira escuta em situações de sofrimento emocional, traçando junto com o docente as melhores estratégias para que obtenha o suporte necessário nos serviços disponíveis na comunidade. Os agendamentos podem ser feitos com a Kalyne Foerster Lopes, via telefone ou WhatsApp (41) 3151-9107 / 99824-0243. — SERVIÇO Para agendar seu atendimento:(41) 3151-9107 / 99824-0243Falar com Kalyne Foerster Lopes Os horários de atendimento são:Letícia Villar Pellegrin (CRP 08/12065)Terça-feira, das 13h30min às 17h30minQuinta-feira, das 9 horas às 15 horas Lorena Milon (CRP 08/27266)Atendimento em Libras:Todas as quartas-feiras [...]
12/09/2024NotíciasFoto: Alex Sander Por Comissão Paritária de Consulta (CPC) As chapas Movimento UFPR (Chapa 3) e Avança UFPR (Chapa 2) irão disputar nos dias 18 e19, da próxima semana, o segundo turno da Consulta Paritária da UFPR para a escolha do futuro reitor e vice-reitora da Universidade Federal do Paraná (UFPR). As duas chapas encerraram a votação do primeiro turno com 44,03% e 29,78%, respectivamente. A apuração da Consulta Paritária aconteceu na noite desta quarta-feira, 11, na sala do Conselho Universitário da UFPR, na Reitoria, logo após a votação on-line de docentes, discentes e técnicos administrativos, iniciada a zero hora de terça-feira, 10. A votação ficou aberta durante 43 horas. De acordo com o Regimento de Consulta, somente será declarada vencedora a chapa que alcançar 50% mais um dos votos (maioria simples). Como nenhuma das três chapas concorrentes alcançou esse percentual, um segundo turno está marcado para a quarta e quinta-feira da próxima semana. Um único debate, organizado pela Comissão Paritária de Consulta (CPC), deverá ocorrer no início da próxima semana. A chapa 3 é composta por Marcos Sunyê e Camila Fachin e a chapa 2 por Fernando Mezzadri e Cristina Rodrgues, respectivamente, candidatos a reitor e a vice-reitora. Em terceiro lugar, ficou a chapa Conexões com o Futuro (Chapa 1), composta por Graciela Muniz e Alexandre Trovon, com 26,18% dos votos. — CHAPA 3 – MOVIMENTO UFPR MARCOS SUNYÊ, candidato a Reitor Possui graduação em Processamento de Dados pela UFPR (1986), mestrado em Engenharia de Software pela Universite de Nice (1987), doutorado pela Université de Bourgogne (1993) e pós-doutorado pelo Laboratório de Informática, da Université Paris VI (Jussieu) em 2006/2007. Atualmente é professor Titular da UFPR, tendo sido chefe do Departamento de Informática por duas ocasiões. CAMILA FACHIN, candidata a Vice-reitora Graduada em Medicina pela UFPR (2003), com residência de Cirurgia Geral (2004-2006) e Cirurgia Pediátrica (2006-2009) na UNIFESP, onde também concluiu o mestrado em Ciências Cirúrgicas Multidisciplinar (2012) e o doutorado em Obstetrícia, com doutorado sanduíche no Children’s Hospital da Philadelphia, nos Estados Unidos (2014-2015). CHAPA 2 – AVANÇA UFPR FERNANDO MEZZADRI, candidato a Reitor Possui graduação em Licenciatura Plena em Educação Física pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (1987), mestrado em Educação pela Universidade Federal do Paraná (1992) e doutorado em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (2000). Atualmente é professor titular da UFPR. Foi Pró-Reitor de Planejamento, Orçamento e Finanças da UFPR. CRISTINA RODRIGUES, candidata a vice-reitora Possui graduação em Medicina pela Faculdade Evangélica de Medicina do Paraná (1992) e residência no HC – UFPR (1993-1995). Realizou o mestrado em Pediatria (1998) e doutorado em Saúde da Criança e do Adolescente (2005) pela UFPR. Docente desde 1999, foi chefe do Departamento de Pediatria, coordenadora do Curso de Medicina e diretora do Campus Toledo da UFPR. [...]
11/09/2024NotíciasDocentes da ativa e aposentados que se cadastraram para a Consulta Paritária, a votação se encerra impreterivelmente às 19 horas de HOJE! Acesse o link enviado para o seu e-mail institucional ou cadastrado e siga as instruções. Para mais informações, clique aqui e acesse o site oficial da Comissão Paritária de Consulta. Bom voto! Comissão Paritária de Consulta Site: https://www.cpcufpr2024.com/Instagram: @cpc.ufprE-mail: cpc.ufpr@gmail.com [...]
10/09/2024NotíciasA APUFPR convoca os seus filiados para Assembleia Geral Extraordinária marcada para o próximo dia 12 de setembro, quinta-feira, em primeira convocação às 16h30min, com no mínimo metade dos filiados, e em segunda convocação para as 17 horas, com qualquer número de presentes. A assembleia, no auditório da APUFPR (Rua Alcides Vieira Arcoverde, Jardim das Américas) será exclusivamente presencial e terá, como pauta única, a definição de um Delegado (a) e um Observador (a) para o 15º Conad Extraordinário do ANDES-SN. Confira o edital abaixo! EDITAL ASSEMBLEIA CURITIBA 12.09.24Baixar [...]
06/09/2024NotíciasProrrogado até domingo, 08, o CADASTRAMENTO de e-mails para votar na Consulta Paritária da UFPR. A APUFPR manterá PLANTÃO DO PONTO DE APOIO, no sábado e domingo, das 10 às 17 horas. Basta procurar a sede administrativa da APUFPR: Rua Alcides Arcoverde, 1193, no Jardim das Américas, em Curitiba A votação vai acontecer na próxima terça e quarta-feira, dias 10 e 11/09. Um e-mail com o link para a URNA DIGITAL será enviado antes da votação. Atualize seu cadastro e bom voto! [...]
03/09/2024NotíciasPara ninguém ficar de fora da Consulta Paritária, a APUFPR manterá um serviço de apoio para os docentes aposentados fazerem o cadastramento de e-mail. O atendimento será realizado até a próxima sexta-feira, dia 6, das 9h às 18h, na sede administrativa. Mas não se esqueça: é preciso levar o CPF e a senha de acesso ao portal gov.br Caso tenha outra forma de acesso (conta bancária ou reconhecimento facial), bastará comparecer na APUFPR. [...]
23/08/2024NotíciasPor Letícia Villar Pellegrin O aumento do número de casos de transtornos mentais, relacionados ou não relacionados ao trabalho, é um grande desafio para a sociedade atual. Para enfrentá-lo, esforços coletivos e efetivos precisam ser adotados. Visando contribuir com orientações práticas nesse sentido, a Organização Mundial da Saúde publicou as “Diretrizes da OMS sobre saúde mental no trabalho”. Dirigido aos governos, empregadores e demais públicos de interesse, o documento fornece recomendações baseadas em evidências sobre intervenções que podem ser implementadas para melhor prevenir, proteger e promover e apoiar a saúde mental no trabalho. De forma complementar, a Organização Mundial da Saúde e a Organização Internacional do Trabalho desenvolveram conjuntamente um resumo com o intuito de fornecer uma estrutura objetiva para implementação das referidas diretrizes. Para os empregadores, no âmbito da prevenção, a publicação recomenda que as estratégias organizacionais devem ser priorizadas, por meio da gestão dos riscos psicossociais no trabalho. A ideia é que os ambientes de trabalho sejam reformulados a partir da identificação dos riscos psicossociais aos quais os trabalhadores estão expostos, da mesma forma como se deve proceder em relação aos demais riscos ocupacionais, visando sua mitigação. Tal estratégia é fundamental para evitar que o trabalhador fique exposto a agentes estressores e possa desenvolver problemas de saúde mental ou agravar condições já existentes. Cabe ressaltar que a participação dos trabalhadores e de seus representantes é fundamental na avaliação e gestão dos riscos psicossociais no trabalho para a efetividade do processo. A proteção e promoção, de acordo com as diretrizes, consiste em fortalecer a conscientização, as habilidades e as oportunidades para reconhecer e agir precocemente em questões de saúde mental, contemplando as formações de gestores (de todos os níveis hierárquicos) e de trabalhadores para saúde mental, bem como intervenções individuais. Nesta seção, para mencionar alguns exemplos citados nas orientações aos empregadores, sugere-se a formação de gestores sobre as características do trabalho potencialmente perigosas para a saúde mental dos trabalhadores e sobre o seu papel na prevenção destes riscos. Os treinamentos precisam possibilitar também o desenvolvimento de habilidades de gestão interpessoal, comunicação assertiva, escuta ativa e facilitação de uma cultura inclusiva e solidária nos espaços de trabalho. Além disso, os gestores precisam ser instrumentalizados a fim de reconhecerem e apoiarem satisfatoriamente os trabalhadores que apresentarem condições de saúde mental, inclusive na reintegração destes após um eventual afastamento por saúde. Direcionados aos trabalhadores, os treinamentos em saúde mental devem buscar melhorar a compreensão sobre saúde mental e bem-estar no trabalho, promover mudanças de atitudes para diminuição do estigma em torno do tema e incentivar que busquem ajuda em caso de sofrimento. As intervenções individuais, por sua vez, têm como foco o desenvolvimento de habilidades para gestão do estresse e a diminuição de sintomas relacionados à condições de saúde mental. Em relação às medidas de apoio, a publicação recomenda que os empregadores forneçam suporte aos trabalhadores com problemas de saúde mental, para que tenham acesso, permaneçam e prosperem no trabalho. As intervenções esperadas contemplam a adaptação dos ambientes de trabalho para corresponder às capacidades, preferências e necessidades do trabalhador individual, visando reduzir as barreiras que este possa enfrentar por apresentar alguma condição de saúde mental. Entre os exemplos de ações práticas mencionadas, estão a flexibilização de horários, aumento de prazos para conclusão de tarefas, tempo livre para cuidados com a saúde mental, reuniões regulares de apoio com supervisores e ajustes de funções para evitar elementos estressores. Em relação a retorno ao trabalho após afastamento por problemas de saúde mental, as sugestões abrangem a realização de adaptações no ambiente de acordo com a necessidade de cada caso, a reinserção gradual no trabalho e os cuidados clínicos. Também são indicadas ações de emprego apoiado, direcionadas às pessoas com graves condições de saúde mental. O breve resumo apresentado demonstra que a abordagem em saúde mental no trabalho precisa considerar e intervir na complexidade dos fatores envolvidos em sua determinação. O tema deve ser considerado pela alta gestão e incorporado na estratégia das organizações. Palestras isoladas, ações pontuais de bem-estar e o simples afastamento de trabalhadores adoecidos, por exemplo, não são suficientes. É necessário ir além a fim de evitar o adoecimento mental relacionado ou agravado pelo trabalho, assim como para apoiar verdadeiramente o trabalhador que apresenta uma condição de saúde mental a continuar desempenhando suas atividades laborais. E, como visto, já não faltam subsídios para fundamentar discussões qualificadas e ações efetivas imediatas por parte dos empregadores nesse sentido.    WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO guidelines on mental health at work. Geneva: World Health Organization, 2022. WORLD HEALTH ORGANIZATION; INTERNATIONAL LABOUR ORGANIZATION. Mental health at work: Policy brief. Geneva: World Health Organization and International Labour Organization, 2022. [...]
22/08/2024NotíciasReceba no seu celular as notícias e atualizações sobre o que acontece na APUFPR. Como faço para receber os recados? 1️⃣ Salve o número (41) 99617-0020 ou clique em: https://wa.me/419961700202️⃣ Mande um oi com o seu nome completo Pronto! Agora você faz parte da Lista de Transmissão sobre os serviços, notícias e eventos do nosso sindicato. [...]
09/08/2024NotíciasA APUFPR manifesta profundo pesar pelo falecimento da professora Silvia Cristina Osaki, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em acidente aéreo ocorrido na tarde desta sexta-feira, 09, na cidade de Vinhedo (SP), que vitimou 62 pessoas. A professora era a representante da APUFPR no Conselho Municipal da Mulher de Palotina por indicação feita há pouco mais de três meses. Silvia fazia parte do corpo docente da UFPR desde 2009 e atuava no setor Palotina da instituição. Formada em Medicina Veterinária pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) em 1996, ministrava as disciplinas de Zoonoses, Epidemiologia Veterinária, Saúde Pública e Educação para Saúde. Ela também atuou como coordenadora do Programa de Pós-graduação em Ciência Animal em Palotina e como coordenadora do curso de Medicina Veterinária. Além da dedicação à carreira docente e acadêmica, Silvia Cristina Osaki também mantinha forte atuação como defensora dos direitos da mulher e das questões sociais. Além de fazer parte do Conselho Municipal da Mulher, ela já havia participado também do Conselho Municipal de Saúde, do Conselho Municipal de Segurança Alimentar, da Sala da Situação da Dengue e do Conselho Municipal de Turismo. A APUFPR manifesta seus mais profundos sentimentos e solidariedade à família, parentes e amigos. [...]
09/08/2024NotíciasPor Letícia Villar Pellegrin O trabalho é considerado uma dimensão fundamental da vida humana. Além de fonte de renda, está relacionado à construção da identidade, realização pessoal e saúde mental, quando ocorre em ambientes com condições adequadas de segurança e saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Internacional do trabalho (OIT) alertam, porém, que o desemprego, empregos instáveis ou precários, discriminação no local de trabalho ou ambientes de trabalho precários podem ser fontes de estresse, representando um risco à saúde mental. A discussão sobre a temática não é recente. Amparada em pesquisas das décadas anteriores, no ano de 1984, aconteceu a nona sessão do Comitê Conjunto OIT/OMS de Saúde Ocupacional, representando um grande marco nas discussões sobre o tema, por sua agenda tratar especificamente da identificação e controle de fatores psicossociais adversos no trabalho. Na oportunidade, foi reconhecida a crescente importância do ambiente psicossocial dos locais de trabalho e desenvolvida uma ação preventiva global que considerou, além dos tradicionais perigos físicos, químicos e biológicos, os fatores psicossociais inerentes às empresas e sua influência no bem-estar físico e mental dos trabalhadores. Além disso, acordou-se que questões como o crescimento econômico, o progresso econômico, o aumento da produtividade e a estabilidade social dependem também das condições de vida e de trabalho, assim como da saúde e do bem-estar dos trabalhadores e das suas famílias, e não apenas dos diferentes meios de produção disponíveis. Na ocasião, destacou-se que o entendimento do que são os fatores psicossociais no trabalho deve considerar a complexidade de elementos envolvidos na sua determinação, sendo estes relacionados ao trabalhador individual e às condições e ambiente de trabalho, incluindo também as condições externas a ele, mas que o afetam. Para melhor compreensão, a OIT delimitou as capacidades e limitações do trabalhador em relação às demandas do trabalho e à satisfação das suas necessidades e expectativas como fatores individuais. Já as condições e o ambiente de trabalho abrangeram a tarefa, as condições físicas no local de trabalho, as relações entre os trabalhadores, colegas e supervisores, assim como as práticas de gestão. Além destes, os fatores externos ao local de trabalho incluíram preocupações com a vida familiar ou privada, cultura, nutrição, condições de transporte e habilitação. A interação entre tais elementos pode configurar fatores de proteção ou fatores de risco psicossociais no trabalho. Os riscos psicossociais no trabalho são os aspectos do design, da organização e da gestão do trabalho, assim como seus contextos sociais e organizacionais, que têm o potencial de causar dano físico, psicológico ou social. Tais riscos podem afetar de forma direta ou indireta, por intermédio do estresse, a saúde do trabalhador, levando ao desenvolvimento ou agravamento de doenças de ordem física e mental. Os aspectos do trabalho, identificados na literatura, como potenciais riscos psicossociais estão sintetizados a seguir: Aspecto do trabalho  Potenciais riscos psicossociais  Conteúdo do trabalhoFalta de variedade no trabalho; trabalho fragmentado e sem sentido; subutilização de habilidades ou falta de qualificação para o trabalho; incerteza elevada; exposição contínua à pessoas através do trabalho.Carga e ritmo de trabalhoSobrecarga ou pouca carga de trabalho; ritmo de trabalho elevado; níveis elevados de pressão pelo tempo; continuamente sujeito à prazos; falta de pessoal.Horário de trabalhoLongas jornadas de trabalho; trabalho sem convívio social; trabalho noturno; trabalho em turnos; horários inflexíveis; horários imprevisíveis.ControleBaixa participação na tomada de decisões sobre o próprio trabalho; falta de controle sobre o design, carga, ritmo e jornada de trabalho. Ambiente e equipamentosProblemas quanto à confiabilidade, disponibilidade, adequação, manutenção e reparo de equipamentos e instalações; más condições físicas de trabalho (iluminação deficiente, ruído excessivo ou irritante, problemas ergonômicos, falta de espaço).Cultura organizacionalObjetivos organizacionais pouco claros; comunicação deficiente; baixos níveis de apoio para resolução de problemas e desenvolvimento pessoal; cultura que permite discriminação ou abuso.Relações interpessoais no trabalhoIsolamento social ou físico; apoio limitado de supervisores ou colegas; conflitos interpessoais; falta de apoio social; supervisão autoritária e má gestão; violência, assédio ou intimidação; discriminação e exclusão.Papel na organizaçãoFalta de clareza sobre o papel na organização ou equipe; ambiguidade e conflito de papéis; responsabilidade por pessoas.Desenvolvimento de carreiraPouca promoção ou promoção em excesso; insegurança no emprego; baixo valor social do trabalho; estagnação da carreira; pouco investimento em desenvolvimento; remuneração precária; procedimentos punitivos em relação à ausência por doença e na gestão de desempenho.Interface trabalho-famíliaDemandas conflitantes entre a vida pessoal e o trabalho; pouco apoio no lar; carreira dupla; estar longe de casa para trabalhar. Fonte: Adaptado de LEKA e COX (2008); WHO e ILO (2022). Mesmo sendo improvável eliminar todos os agentes estressores no ambiente laboral, a OIT sugere que se atue na prevenção, por meio de medidas de identificação/avaliação e gestão dos riscos psicossociais no trabalho. Destaca-se que a participação ativa dos trabalhadores e de seus representantes é fundamental nesse processo, pois o conhecimento científico e técnico e o conhecimento baseado na experiência são complementares e necessários para a intervenção preventiva. Atenção, docentes, a APUFPR dispõe de serviço gratuito de atendimento em Psicologia do Trabalho. Marque uma consulta presencial ou on-line. O atendimento também é feito em Libras. Informações no Destaques do Instagram (@apufpr).   REFERÊNCIAS: WORLD HEALTH ORGANIZATION; INTERNATIONAL LABOUR ORGANIZATION. Mental health at work: Policy brief. Geneva: World Health Organization and International Labour Organization, 2022. 2 INTERNATIONAL LABOUR ORGANIZATION. Psychosocial factors at work: Recognition and control. Report of the Joint ILO/ WHO Committee on Occupational Health. Ninth Session, Geneva, 18-24, sept. 1984. Occupational Safety and Health Series No. 56. Geneva: Internacional Labour Office, 1986. 3 INTERNATIONAL LABOUR ORGANIZATION. Psychosocial factors at work: Recognition and control. Report of the Joint ILO/ WHO Committee on Occupational Health. Ninth Session, Geneva, 18-24, sept. 1984. Occupational Safety and Health Series No. 56. Geneva: International Labour Office, 1986. 4 COX, T.; GRIFFITHS, A.; RIAL-GONZALEZ, E. Research on work-related stress. European Agency for Safety and Health at Work. Office for Official Publications of the European Communities: Luxembourg, 2000. 5 COX, T.; GRIFFITHS, A.; RIAL-GONZALEZ, E. Research on work-related stress. European Agency for Safety and Health at Work. Office for Official Publications of the European Communities: Luxembourg, 2000. 6 LEKA, S.; COX, T. PRIMA-EF: Guidance on the European framework for psychosocial risk management: A resource for employers and worker representatives. Geneva: World Health Organization, 2008. 7 WORLD HEALTH ORGANIZATION; INTERNATIONAL LABOUR ORGANIZATION. Mental health at work: Policy brief. Geneva: World Health Organization and International Labour Organization, 2022. 8 INTERNATIONAL LABOUR ORGANIZATION. SOLVE: Integrating health promotion into work place OSH Policies: Participant’s Workbook. 2. ed. Geneva: International Labour Office, 2012. 9 MONCADA, S.; LLORENS, C.; ANDRÉS, R.; MORENO, N.; MOLINERO, E. Manual del método CoPsoQ-istas21 (versión2) para la evaluación y la prevención de los riesgos psicosociales em empresas com 25 o más trabajadores y trabajadoras. Version média. Barcelona: Instituto Sindical de Trabajo, Ambiente y Salud., 2014b.     [...]
08/08/2024NotíciasMais uma estudante da UFPR entra em cena nesta quinta-feira, 08, nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 Isabela Abreu, ex-estudante de Engenharia Elétrica, é a única competidora brasileira no pentatlo moderno A modalidade esportiva envolve disputas em cinco provas: esgrima, natação, hipismo, corrida e tiro a laser Isabela, filha de pai esgrimista, começou ainda criança na natação, mas despertou a atenção para o pentatlo moderno quando entrou no atletismo Desde então, passou a praticar os demais esportes da modalidade e a participar de competições Curitibana de nascença, hoje é considerada a melhor atleta do pentatlo moderno da América do Sul Vai pra cima, Isabela! [...]
07/08/2024NotíciasO Sinditest-PR publicou hoje (07) uma nota com graves acusações contra a participação da APUFPR na Comissão Paritária de Consulta (CPC). No texto, a entidade alega que “por iniciativa da APUFPR é escolhido sistema de votação” que irá referendar a Consulta Paritária de 2024, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A APUFPR repudia veementemente a atitude mentirosa do Sinditest-PR. A APUFPR vem a público para elucidar os fatos e apresentar a verdade à comunidade acadêmica: na 2ª reunião da CPC, realizada no dia 26 de julho, foi aprovado por unanimidade o formato virtual da votação.  Nesta reunião, estavam presentes representantes de todas as entidades que compõem a CPC, inclusive os coordenadores Rosana Regina Nunes da Silva, 1ª Vice-Presidente da CPC, Diego Daniel Medeiros da Silva, 1º Vice-Secretário da CPC e Melissa Vicentini, 1ª Vice-Comunicadora da CPC, representando o Sinditest-PR, os quais tiveram acesso antecipado ao Regimento de Consulta que, após amplo debate, foi aprovado sem ressalvas ao formato de votação escolhido, possibilitando a ampla publicização do Regimento de Consulta da CPC 2024. É importante destacar que, neste mesmo dia, houve uma tentativa frustrada do Sinditest-PR de incluir na CPC um representante (Wilson Venzel Messias) que, conforme o Artigo 20 do Regimento Interno da CPC, estava impedido de participar devido ao seu apoio público a uma candidatura, o qual foi devidamente removido da reunião da CPC para evitar que a lisura do processo fosse maculada. Após esse fato, Antonio Neris de Souza, Ivandenir Pereira e Wilson Venzel Messias foram à sede administrativa da APUFPR com o nítido intuito de impedir a realização da reunião que acontecia. Em razão disso, o encontro precisou ser encerrado inesperadamente. Cabe ressaltar que a abordagem dos dirigentes do Sinditest-PR com a Presidente Andréa Emilia Marques Stinghen foi extremamente machista. Lamentavelmente, a atual gestão do Sinditest-PR está passando por disputas internas que estão atrapalhando os trabalhos da CPC desde seu princípio, diante da inabilidade de seus coordenadores em resolver suas próprias questões políticas.  É mentira que foi aprovada uma única plataforma na reunião ocorrida no dia 02 de agosto. Em verdade, foram apresentadas três plataformas possíveis e já utilizadas em processos de votações semelhantes, dentre as quais foram aprovadas duas mais adequadas à Consulta da UFPR, que serão posteriormente detalhadas em reunião ordinária já convocada para o dia 09 de agosto, às 15 horas, que contará com a presença dos representantes das chapas inscritas.  A APUFPR recebe com surpresa as falsas acusações propagadas pelo Sinditest-PR visto que os representantes da entidade na CPC, em nenhum momento, propuseram outra forma de votação que não a virtual, sendo essa, consenso desde o início.  Lamentamos o método desonesto escolhido pela direção do Sinditest-PR para manifestar seu posicionamento fora da CPC, o qual é meramente destrutivo e tem o intuito de fragilizar todo o processo.  A APUFPR preza pelo bom andamento da Consulta e pelo diálogo honesto entre as entidades, além de reafirmar a legitimidade das deliberações da CPC. Enfatizamos nosso compromisso com a democracia universitária e com a lisura do processo de escolha do próximo reitor ou reitora e vice-reitor ou vice-reitora da UFPR. Confira a ata da 2ª reunião da CPC, com destaques que desmentem as alegações do Sinditest-PR [...]
07/08/2024NotíciasOs benefícios do Yoga para o corpo, a mente e o espírito são reconhecidos há muito tempo. A prática milenar busca o autoconhecimento por meio de meditação, exercícios respiratórios e posturas para a consciência corporal. O resultado é a sensação de bem-estar e ganhos em qualidade de vida. A APUFPR oferece aos filiados aulas gratuitas e presenciais de Yoga nas unidades de Curitiba e Jandaia do Sul, tendo como instrutoras as professoras Sylvie Brandes e Darieli Silveira, respectivamente. As aulas de Curitiba também podem ser acompanhadas no modo on-line, facilitando a vida de todos docentes dos campi da UFPR. As aulas gratuitas de Yoga acontecem na APUFPR desde 2010. Mas foi durante a pandemia da Covid-19 que Sylvie Brandes introduziu as aulas on-line. Antes de iniciar, o interessado tem uma conversa com a professora por videoconferência. Depois todas as orientações e dúvidas são tratadas por meio de mensagens. — SERVIÇO: Curitiba                       (41) 99182-6369Com Sylvie BrandesQuartas e Sextas Presencial ou on-lineDas 8h30 às 9h30Segundas e Quartas Somente on-lineDas 19 às 20 horas Jandaia do Sul (44) 99800-6963Com Ana PaulaSegundas e Sextas PresencialDas 13h30 às 14h30 [...]
06/08/2024NotíciasMesmo eliminada nas provas classificatórias do atletismo de 800 metros nas Olimpíadas de Paris, a atleta paranaense Flávia Maria de Lima, de 31 anos, é um símbolo da resistência e luta das mulheres nos esportes de alto rendimento. Para conseguir treinar, ela percorria quase 100 Km entre a sua casa, em Campo do Tenente, e a pista de atletismo do Centro de Educação Física e Desportos (CED), da UFPR. Foi utilizando a infraestrutura esportiva do Centro Politécnico que Flávia conquistou vaga na equipe olímpica brasileira. Como mulher, porém, os méritos de Flávia vão além das pistas de corrida. Ela tem enfrentado uma disputa judicial pela guarda da filha de 6 anos, em que o ex-marido a acusa de abandono parental por precisar fazer viagens internacionais. “É como se fosse um crime eu ser atleta profissional”, desabafa. Toda nossa solidariedade à Flávia por ser mulher, mãe e atleta admirável! [...]
02/08/2024NotíciasPor Letícia Villar Pellegrin A saúde mental é um tema que aparece como destaque na atualidade e foi foco de uma publicação da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2022. O relatório destaca que, além dos quase 1 bilhão de pessoas que já viviam com um transtorno mental, houve um aumento de mais de 25% nos casos mais comuns, como depressão e ansiedade, no primeiro ano da pandemia da Covid-19. Apesar do cenário alarmante sobre o aumento dos casos diagnosticados, o documento apresenta uma interessante reflexão, destacando que a saúde mental não é um estado binário, ou seja, uma pessoa não é mentalmente saudável ou mentalmente doente. Para a OMS, saúde mental é um estado de bem-estar que permite ao indivíduo usar suas habilidades para enfrentar as tensões da vida, ser produtivo e contribuir para sua comunidade. Nesse contexto, de acordo com a publicação, a saúde mental existe em um continuum complexo, de forma que podemos experienciar variações desde um estado ideal de bem-estar até estados debilitantes de grande sofrimento e dor emocional. Essa posição no continuum da saúde mental pode mudar dependendo da relação entre um conjunto de fatores, tais como os aspectos individuais, familiares, comunitários e estruturais, que podem agir como fatores de risco ou de proteção. Assim, todos podemos experienciar tanto estados de bem-estar como de sofrimento. Porém, devemos estar atentos a alguns sinais de alerta, como mudanças na nossa capacidade de enfrentar os desafios da vida, alterações nos padrões de relacionamentos pessoais, apetite, sono e concentração, cansaço extremo, isolamento social, ansiedade, desânimo, entre outros. Ao percebermos alterações significativas nesses aspectos, buscar o apoio de profissionais da psicologia ou psiquiatria, por exemplo, é fundamental. Para os casos em que o sofrimento mental está relacionado ao trabalho, a APUFPR conta com o serviço de Psicologia que promove a escuta sobre as questões laborais e seus impactos na saúde. Por se tratar de um contexto sindical, os atendimentos não têm caráter psicoterápico. A proposta de trabalho consiste na identificação da queixa e dos fatores de risco psicossociais No trabalho a ela relacionados, no planejamento e acompanhamento inicial de estratégias de enfrentamento e no encerramento da demanda ou encaminhamento. Os atendimentos, online ou presenciais, são gratuitos e disponíveis a qualquer filiado, bastando o agendamento. Se houver necessidade de atendimento em Libras, basta informar. — SERVIÇOPara agendar seu atendimento:(41) 3151-9107 / 99824-0243Falar com Kalyne Foerster Lopes Os horários de atendimento são:Letícia Villar Pellegrin (CRP 08/12065)Terça-feira, das 13h30min às 17h30minQuinta-feira, das 9h às 15h Lorena Milon (CRP 08/27266)Atendimento em Libras:Todas as quartas-feiras Referência:World Health Organization. World mental health report: transforming mental health for all. Geneva: World Health Organization; 2022. Disponível em: < https://www.who.int/publications/i/item/9789240049338&gt;. Acesso em: 21 de jun. 2022. [...]
01/08/2024NotíciasEstão definidas as datas de votação para a escolha do novo reitor ou reitora da Universidade Federal do Paraná (UFPR). O primeiro turno da Consulta Paritária à comunidade acadêmica acontecerá nos dias 10 e 11 de setembro e, no caso de segundo turno, nos dias 18 e 19. A decisão foi tomada em reunião da Comissão Paritária de Consulta (CPC), composta por representantes da Associação dos Professores da UFPR – Seção Sindical (APUFPR), Sindicato dos Técnicos Administrativos em Educação (Sinditest-PR) e Diretório Central dos Estudantes (DCE-UFPR). A CPC é a responsável pela coordenação, organização e fiscalização da Consulta Paritária. Além do calendário, também foi aprovado o Regimento de Consulta com as regras de todo o processo sucessório na Reitoria da UFPR. De acordo com o Regimento de Consulta, as votações serão totalmente on-line com o uso de plataforma habilitada para envio remoto de voto durante horário predeterminado e amplamente divulgado em cada dia de votação. Acesse os Editais 001 e 002 “Com estas decisões, damos início a um dos mais importantes eventos da comunidade acadêmica da UFPR neste ano”, destacou a presidenta da APUFPR, Andréa Emilia Marques Stinghen. “O uso da tecnologia será um aliado para assegurarmos os princípios da transparência, lisura e moralidade”. Segundo Andrea, estarão aptos a votar professores, técnicos administrativos e estudantes devidamente vinculados à UFPR até o dia 30 de junho de 2024 por meio de contratação ou matrícula. As inscrições das chapas estarão abertas no período de 6 a 8 de agosto, de modo on-line, em horário comercial. Todas as regras para a campanha dos candidatos estão definidas no Regimento da Consulta. A eleição direta para a Reitoria na UFPR ocorre desde 1986 e foi implantada como instrumento de democratização da escolha do dirigente da instituição, dois anos após o fim da ditadura militar. Fruto de um acordo entre o Conselho Universitário (Coun) e a comunidade acadêmica, a Consulta Paritária leva em consideração o peso paritário entre as três categorias. No caso, atribui-se no cômputo final o valor de peso de um terço para cada universo de votantes. Para ser declarada como vencedora, a chapa precisará receber 50% mais um dos votos em primeiro turno. Caso nenhuma chapa alcance a maioria simples dos votos válidos, será realizado um segundo turno entre as duas com maior número de votos. Somente então a chapa vencedora será indicada ao Coun como representante da comunidade acadêmica da UFPR. Para assegurar transparência e publicidade, todos os atos, decisões e documentos emitidos pela CPC estão sendo divulgados no sítio eletrônico http://www.cpcufpr2024.com e nas páginas do Facebook e do Instagram da CPC (@cpc.ufpr). [...]
31/07/2024NotíciasPor trás das atletas brasileiras da ginástica artística nas Olimpíadas de Paris, existe o talento de um ex-aluno de Educação Física da UFPR. Rhony Ferreira é o coreógrafo oficial da seleção brasileira de ginástica que há décadas brilha nas quadras dos campeonatos mundiais. Nascido em Curitiba, começou a carreira como professor na Praça Osvaldo Cruz, enquanto frequentava as aulas na UFPR. Em seguida, tornou-se treinador na Escola Paranaense de Ginástica, epicentro da evolução do esporte no Brasil nos anos de 1990. Depois de se notabilizar com coreografias de “Brasileirinho” para Daiane dos Santos e do icônico “Baile da Favela” para Rebeca Andrade, Rhony Ferreira também trabalha nos Estados Unidos coreografando para grandes estrelas da ginástica norte-americana. Ao nosso ex-aluno, parabéns e muito sucesso! Parabéns à equipe brasileira de ginástica artística pela conquista da medalha de bronze! [...]
24/07/2024NotíciasProfessores e aposentados filiados à APUFPR estão sendo vítimas de tentativas de fraude ao receberem e-mails ou mensagens de Whatsapp do setor jurídico da entidade. Golpistas estão usando nomes e fotos de advogados para entrarem em contato com os filiados para pedir dinheiro para pagamento de custas processuais. Os advogados da APUFPR não fazem esse tipo de solicitação por via eletrônica. As tentativas de fraude têm sido recorrentes entre os filiados da APUFPR que estão sendo atendidos pelo serviço jurídico. Como há grande demanda de ações coletivas, os golpistas ingressam nos sites do sistema judiciário para coletar dados dos professores e aposentados. Posteriormente, enviam mensagens na tentativa de obter algum tipo de vantagem financeira. Nas mensagens, os golpistas afirmam que houve ganho de causa mas que, para liberação do dinheiro, é preciso um depósito prévio de menor valor. A APUFPR orienta os filiados a sempre que receberem qualquer tipo de mensagem em nome do setor jurídico envolvendo questões financeiras a confirmarem a informação pelo número (41) 3151-9107 ou (41) 99824-0243. É preciso tomar muito cuidado porque os golpistas usam linguagem sofisticada e termos técnicos na abordagem à vítima. Em caso de contato, o professor ou o aposentado também pode denunciar no Núcleo de Combate ao Cibercrimes (Nuciber) pelo site https://www.policiacivil.pr.gov.br/NUCIBER ou pelo fone (41) 3304-6800. Núcleo de Combate aos Cibercrimes – NUCIBERRua Pedro Ivo, 672Centro – 80010-020 – Curitiba – PREmail: cibercrimes@pc.pr.gov.br [...]
23/07/2024NotíciasFoi divulgado nesta terça-feira, 23, o Regimento Interno da Comissão Paritária de Consulta (CPC), responsável pela organização e fiscalização do processo de escolha do próximo reitor ou reitora da UFPR que acontece neste ano. A CPC é composta por representantes da Apufpr, Sinditest-PR e DCEUFPR. A consulta paritária acontece há quase 40 anos na UFPR, assegurando o voto direto e secreto de professores, técnicos administrativos e estudantes. “A consulta paritária é o instrumento garantidor da autonomia universitária e do processo democrático para a escolha da Reitoria na maior comunidade acadêmica do Paraná”, afirmou a presidenta da APUFPR, professora Andréa Emilia Marques Stinghen. Os trabalhos da CPC foram iniciados no último dia 19 de julho com a elaboração do Regimento Interno que está disponível no site e nas redes sociais da CPC (@cpc.ufpr). Confira aqui o documento. Uma próxima reunião irá definir também o Regimento da Consulta Paritária de 2024, com as datas importantes e as regras para a campanha, a organização do pleito, a proclamação dos resultados e o encaminhamento de lista tríplice ao Conselho Universitário da UFPR. “Com estes dois Regimentos, damos início a um dos mais importantes eventos do calendário acadêmico deste ano, que é a eleição do próximo reitor ou reitora da UFPR”, explicou a presidenta. [...]
08/07/2024NotíciasMais que uma data de celebração ou comemorações, que este dia 8 de julho, Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador, seja um símbolo da resistência das nossas Universidades e instituições de ensino superior públicas, responsáveis por mais de 90% da produção científica brasileira. Rendemos nossas homenagens aos professores, pesquisadores e estudantes que travam, no dia a dia, uma luta incansável para gerar conhecimento com o objetivo de transformar e melhorar a vida das pessoas. Parabéns, cientistas e pesquisadores! #APUFPR #DiaNacionalDaCiênciaEdoPesquisador #8deJulho #EmDefesaDaCiencia #EmDefesaDaEducacao [...]
05/07/2024NotíciasA diretoria da APUFPR convoca Assembleia Geral Extraordinária para a próxima segunda-feira, dia 08, nas sedes da entidade em Curitiba, Matinhos, Toledo, Palotina e Jandaia do Sul. A convocação está marcada para as 15h30min, em primeira chamada, com a presença de metade dos filiados, e para as 16 horas, em segunda chamada, com qualquer número de filiados. Na ordem do dia, está prevista a escolha de delegado (a) e observadores (as) para o 67º Conselho Nacional dos Docentes (Conad), em Belo Horizonte (MG), entre os dias 26 e 28 de julho. Sob o tema “Fortalecer o ANDES-SN na luta por orçamento público, salário e em defesa da natureza”, o Conad acontecerá no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG). A íntegra da convocação da Assembleia Geral Extraordinária pode ser lida aqui: https://tinyurl.com/5ed6h5hy [...]
04/07/2024NotíciasA assinatura em Brasília do Termo de Acordo entre governo federal e representantes do Andes-SN, Sinasefe e Fasubra, no último dia 27 de junho, representou um avanço no atendimento de parte da pauta de reivindicações da categoria, mas está longe de encerrar a mobilização e o alerta entre os docentes. O acordo depende ainda do encaminhamento de um Projeto de Lei (PL) para a aprovação das propostas pelo Congresso Nacional. Além de um PL específico com os termos do acordo, os impactos financeiros com os valores dos reajustes também deverão estar previstos na proposta da Lei Orçamentária Anual (PLOA), que deverá ser apresentada até o próximo dia 17 de agosto ao Legislativo. Essas duas peças deverão ser votadas durante o segundo semestre deste ano, assegurando definitivamente o cumprimento das novas regras salariais e vantagens não-econômicas. Embora o Termo de Acordo tenha obtido consenso entre as partes diretamente envolvidas nas negociações para o encerramento da greve, o perfil conservador da maioria dos deputados federais e senadores desperta certa preocupação na categoria. O governo federal, em diversos momentos, tem enfrentado dificuldades para a aprovação de matérias de interesse próprio e da sociedade em geral. Os 74 dias de greve dos docentes demonstraram a capacidade de mobilização e a unidade da categoria. Na avaliação geral, o Termo de Acordo assinado na semana passada pode ser considerado uma vitória perante a intransigência inicial do governo federal em atender a pauta de reivindicações. Apesar de insuficientes, os avanços asseguram ganhos materiais e financeiros levando em consideração a atual conjuntura econômica e fiscal da União. A greve foi iniciada oficialmente no dia 15 de abril contando com a adesão de 20 instituições federais, incluindo a UFPR. Ao longo do período, a adesão foi aumentando, sendo que o movimento paredista totalizou 62 universidades, Institutos Federais e CEFETs paralisados, dando a dimensão da insatisfação da classe docente com o andamento das negociações. Em final de maio, um acordo foi assinado pelo Proifes, mas, por falta de legitimidade, acabou sendo anulado dois dias depois pela Justiça Federal. Com isso, a greve ganhou força e passou a pressionar o governo federal a rever a sua posição de intransigência. No dia 14 de junho, uma reunião com o presidente Lula, a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), Esther Dweck, e o ministro da Educação (MEC), Camilo Santana, o governo federal apresentou propostas que reabriram o diálogo com o Andes-SN, Sinasefe e Fasubra. Nos dias subsequentes, assembleias nas instituições federais tomaram a decisão de encerrar a greve. O governo federal acrescentou R$ 5,5 bilhões na previsão da LOA de 2026 para as universidades federais e R$ 3,9 bilhões para IF’s e CEFETs. Dentre as pautas que avançaram na negociação, destaca-se a antecipação do reajuste salarial para 2026. A proposta definiu reajuste salarial de 9% em janeiro de 2025 e de 3,5% em abril de 2026. A revogação da Portaria 983/20 é avanço rumo à carreira única, aproximando as condições de trabalho de docentes do Magistério Superior e do Ensino Básico Técnico e Tecnológico (EBTT). Também são consideradas conquistas a instituição de Grupo de Trabalho retomando a discussão sobre reenquadramento de aposentados prejudicados pela criação da classe de “Associado”, além da revogação da IN 15/2022 (insalubridade) e a possibilidade de docentes trocarem de instituições via concurso e não perderem suas posições. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 20 de junho de 2024 O CEPE deve se reunir e organizar o novo calendário, respeitando as deliberações da categoria. A assembleia docente da UFPR no dia de hoje avaliou a conjuntura da greve nacional da educação federal. Ficou evidente a importância da greve atual como o maior movimento social em defesa das políticas públicas em anos. A greve, de professores/as, técnicos administrativos e estudantes, está colocando no centro do debate nacional as graves implicações da austeridade fiscal e do Novo Arcabouço Fiscal sobre os direitos sociais. A força da luta forçou o governo a ceder alguns avanços, que não ocorreriam sem a greve. No entanto, na assembleia da UFPR a maioria das/os docentes caracterizou as propostas até agora apresentadas pelo governo, tanto de reposição salarial e de carreira, quanto de recomposição orçamentária das universidades e institutos como insuficientes diante das necessidades. Ao mesmo tempo, o cansaço, após 65 dias de greve, fez a maioria das/os docentes decidir pela saída coletiva da greve, propondo ao Comando Nacional de Greve a data de 24/06. O fim da greve no dia 24 não significa necessariamente o retorno das aulas nesta semana. Na UFPR permanecem ativas as greves de técnicos e estudantes, que devem ser respeitadas. A assembleia deliberou por solicitar uma reunião do conselho de Ensino, pesquisa e extensão – CEPE, para o início da próxima semana, antes do reinício das aulas, a fim de deliberar a respeito. A assembleia deliberou também uma lista de pontos que devem ser utilizados pela instituição na reorganização futura do retorno às aulas. Entre eles, constam: 1) elaboração de um calendário único para todos os cursos. Isso inclui quem aderiu totalmente à greve, quem aderiu parcialmente à greve e quem não aderiu à greve; 2) que o segundo semestre de 2024 só seja iniciado após o término das aulas do primeiro semestre, segundo o novo calendário, em todas as disciplinas; 3) que não haja redução de qualquer tipo no período de férias entre semestres, inclusive no intervalo entre o segundo semestre de 2024 e o primeiro semestre de 2025; 4) que não haja redução da carga horária das disciplinas; 5) que a reposição das aulas se dê somente no formato presencial, conforme as normativas da UFPR. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 20 de junho de 2024 Em uma assembleia realizada nesta quinta-feira (20), com grande participação dos docentes da UFPR, a maioria da categoria deliberou pela aprovação da proposta apresentada pelo Governo Federal na Mesa Temporária e Específica do dia 14 deste mês e decidiu pelo encerramento da greve dos professores e retorno às atividades didático-acadêmicas a partir da próxima segunda-feira (24). O Comando Nacional de Greve (CNG) do ANDES havia demandado a realização de uma nova rodada de assembleias locais para avaliar três questões: Depois da análise de conjuntura e avaliação da greve, foram colocadas em votação as três questões indicadas pelo CNG. Veja como foram as votações:   Data do retorno Com a aprovação do encerramento da greve, foi realizada a votação em relação à data do retorno às atividades acadêmicas. A proposta de retorno na próxima segunda-feira (24) foi a vencedora, com 174 votos. A proposta de retorno após a análise do CNG recebeu 139 votos. Houve também 8 abstenções. A assembleia aprovou a constituição de um Grupo de Trabalho (GT) para tratar das questões relativas à pauta local e ao calendário acadêmico após o final da greve, cujos debates seguirão as diretrizes já aprovadas no Fórum de Coordenadores de Cursos da UFPR.  Fonte: APUFPR. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 19 de junho de 2024 Nossa greve segue forte e obtendo conquistas. Mas o que conquistamos ainda é insuficiente. Todas e todos à assembleia para fortalecer a luta! Nesta quinta (20/06), às 08h30 [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 19 de junho de 2024 Exerça sua vontade: vá à Assembleia   Data: 20/6 1ª chamada: 8h30 2ª chamada: 9h   Curitiba: Auditório de Administração, Centro Politécnico Matinhos: Sala 25-A do Bloco Didático da UFPR Litoral Toledo: Sede da APUFPR (Biopark), Sala 92 Palotina: Auditório do Setor Palotina, antigo Seminário Jandaia do Sul: Auditório do Bloco A   [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 18 de junho de 2024 A greve da educação federal é o movimento social mais importante dos últimos anos em defesa das políticas públicas. Nestes meses, temos colocado a educação pública, e as universidades, no centro do debate nacional. Diariamente, vários veículos de imprensa noticiam a greve, na maioria das vezes de forma simpática às reivindicações. Pesquisas de opinião demonstram o apoio da população à nossa luta. Uma das greves mais fortes da história – cerca de 60 universidades e mais de 80 institutos – tem questionado a austeridade fiscal e o desfinanciamento dos serviços públicos. Com isso, o governo tem sido forçado a responder gradativamente às reivindicações, ainda que de forma insuficiente: – Em 19/04, com 4 dias de greve, tentando conter sua ampliação, o governo propõe ampliar a recomposição salarial de 9,2% para 12,8%, sendo 9% em janeiro de 2025 e 3,5% em maio de 2026 (mantendo 0% em 2024). A greve cresce e se alastra pelo país; – Em 15/05, com 30 dias de greve, o governo propõe mudar os degraus (“steps”), de 4% para 5% e 6%, a depender do nível/classe, até 2026. Ameaça ser a última proposta. Vem o golpe, com a assinatura do “acordo” pela Proifes. Nossa resposta foi o fortalecimento da greve, com entrada de novas Ifes, inclusive com rebelião contra o golpe na pequena base da Proifes; – Em 10/06, o governo tenta um lance triplo: uma ação midiática com reitores apresentando uma recomposição orçamentária tímida como algo grandioso: tão somente R$ 279,2 milhões, diante da reivindicação de R$ 2,5 bi pelas reitorias. Neste evento, Lula desrespeita docentes e técnicos em greve, desconsiderando a importância das reivindicações. No mesmo dia, o governo confere carta sindical à Proifes (o “acordo” segue suspenso pela Justiça). A greve resiste e se mantém unida; – Em 14/06, diante da manutenção da greve, o governo apresenta novas respostas às reivindicações: revisão da IN nº 66/2022 (que impede progressões funcionais múltiplas e pagamentos retroativos); revogação da Portaria nº 983/2020 (que estabelece carga horária semanal mínima de 14 hs para a carreira EBTT); isonomia entre docentes da carreira EBTT e do Magistério Superior, no que tange ao controle de frequência, com a alteração do decreto nº 1590/1996; A manutenção da greve, apesar da postura do governo, tem possibilitado avanços importantes, mas ainda insuficientes, diante das necessidades da educação federal. Permanecemos com 0% em 2024, o que nos mantém com perdas significativas. O momento é decisivo para as políticas públicas. A manutenção da austeridade fiscal, com o Novo Arcabouço Fiscal, ameaça os pisos constitucionais da educação (18% das receitas de impostos) e da saúde (15% das receitas correntes líquidas). Caso se concretize, comprometerá gravemente o financiamento da educação federal. As possibilidades de recomposição orçamentária e salarial encontrarão obstáculos muito rígidos. Mesmo as recomposições prometidas para 2026 podem estar sob ameaça. Graças à greve, essa intenção tem sido denunciada e combatida. Por isso, o momento é de resistir! Manter a greve e melhorar as propostas para salários e financiamento das Ifes!   Comando Local de Greve Docente – UFPR  [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 18 de junho de 2024 A APUFPR convida todos os docentes para a sua tradicional Festa Junina, que acontecerá no próximo dia 28, às 18h30, na sede do sindicato. O evento contará com comidas típicas e música ao vivo. As festividades juninas têm um papel importante na nossa cultura, e para a APUFPR, esse evento vai além da celebração. É uma oportunidade para fortalecer os laços entre os membros da nossa categoria, promovendo a união e a solidariedade em um momento de descontração.   Serviço:   Esperamos por você para uma noite inesquecível!   [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 17 de junho de 2024 Os docentes da Universidade Federal do Paraná (UFPR) irão se reunir em Assembleia Geral no próximo dia 20 de junho, com primeira chamada às 08h30, e às 09 horas, em segunda chamada. A assembleia será no formato presencial realizada, em Curitiba-PR e, simultaneamente, na multicampia. Veja os locais:   Pauta A pauta da Assembleia Geral será a seguinte:   [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 14 de junho de 2024 Manifestação da Fineduca sobre o movimento do Governo Federal para desvincular os recursos constitucionais para educação e saúde A garantia da destinação de um percentual mínimo da receita de impostos para a manutenção e desenvolvimento do ensino foi uma conquista da sociedade brasileira, inserida pela primeira vez na Constituição Federal de 1934 e só retirada nos períodos ditatoriais (Estado Novo, com Vargas, e na ditadura militar). Eis que, em plena democracia, e vigência de um Plano Nacional de Educação, com a maioria das metas não cumpridas, a grande mídia reverbera o discurso de tecnocratas (sempre eles, como diria a saudosa Maria da Conceição Tavares) de que a garantia dos mínimos constitucionais para a saúde e educação comprometeria o novo arcabouço fiscal (regime fiscal sustentável) e propõem, simplesmente, o descumprimento de nossa Carta de Direitos, a Constituição Cidadã, como a chamava Ulisses Guimarães. Como até os economistas do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) sabem, a educação não compromete nenhum ajuste fiscal. Ela representa investimento na formação das gerações futuras e tem impacto na formação das crianças e na qualificação de jovens e adultos que têm acesso à escola. Portanto, gera retornos quantificáveis em termos de crescimento econômico, melhoria de renda e de outras condições da existência. Por consequência, maior receita de tributos, contribuindo, dessa forma, para o equilíbrio das contas públicas. Se há um conflito entre o arcabouço fiscal e a vinculação de recursos para educação e saúde, isto significa que ele foi mal elaborado. Portanto, o que deve ser alterada é a sua formulação no sentido de não promover cortes em duas áreas fundamentais para o futuro do país. É contraditório que um regime fiscal tenha o adjetivo de sustentável e impacte negativamente áreas essenciais para o desenvolvimento econômico e social. A desvinculação constitucional de recursos mínimos para as áreas da saúde e da educação, que é o que de fato ocorrerá se forem estabelecidos limites de gastos que desrespeitem a evolução da receita de impostos federais, significará o comprometimento da realização de políticas públicas nestas áreas tão fundamentais à maioria da população brasileira. Em um contexto em que se faz necessário maior aporte de recursos para as duas áreas garantirem direitos constitucionais às parcelas mais pobres, é inaceitável que o governo federal alimente o coro daqueles que propõem retirar dos pobres os recursos para garantir um ajuste fiscal que beneficia a elite econômica e seus lobistas, alimentando a cadeia de desigualdade social que impera em nosso país. Não é outro o alerta contido no último Relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): o Brasil precisa investir em educação caso queira de fato superar os indicadores de desigualdade amplificados na pandemia. Devemos lembrar que a sociedade brasileira, por meio do Congresso Nacional, aprovou uma Lei em 2014, o Plano Nacional de Educação, que determinou o aumento do gasto público em educação para 7% do PIB até 2019, e, no mínimo, 10% até 2024. E a Conferência Nacional de Educação, realizada em janeiro de 2024, sob o comando do governo Lula, definiu a meta de que os recursos da educação atinjam o equivalente a 10% do PIB até 2034. No entanto, segundo relatório de monitoramento das metas do PNE publicado pelo Inep, em 2020, o Brasil aplicava apenas 5,1% em educação pública. A única forma de ampliar esses gastos passa por um maior esforço federal, pois é este nível de governo que possui maior capacidade de arrecadação de tributos e de estabelecer novas fontes de recursos baseadas na riqueza nacional. A desvinculação dos recursos da educação e saúde é uma ideia recorrente, porque são setores cujo montante de recursos é expressivo, embora insuficiente quando analisado o investimento por aluno. Afinal, são quase 40 milhões de crianças, jovens e adultos que dependem das escolas públicas para exercerem o direito à educação. Neste quesito, é importante frisar que o Brasil investe por aluno das escolas públicas de educação básica apenas US$ ppp 3.583 por ano, enquanto a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) é de US$ ppp 10.949 por ano, de acordo com o relatório anual da OCDE sobre educação (Education at a Glance, 2023). Internamente, quando analisados os valores por aluno disponíveis para financiar a educação em cada rede municipal e estadual do país, de acordo com dados do FNDE de 2022, metade delas tem até R$ 800 por mês para financiar o direito à educação para cada criança. Ou seja, mesmo com a vinculação constitucional, o Brasil fica muito aquém do padrão de investimento da OCDE (atinge apenas um terço da média deles) e ainda precisa fazer esforços para reduzir as desigualdades entre as redes. A retirada da vinculação fatalmente colocará os recursos da educação como alvo fácil das disputas políticas subnacionais que visam resultados eleitorais de curto porque o retorno do investimento na educação é no longo prazo e somente governos comprometidos com o futuro da nação o fazem de forma inegociável. Isso terá consequências irreparáveis para a manutenção das escolas públicas e para a garantia do direito à educação das crianças. E por que as tais ‘forças de mercado’ e seus tecnocratas, muitos deles camuflados no governo, que não vivem de produzir bens e serviços, mas de rendas advindas de juros, os mais altos do mundo, bradam contra a vinculação para a educação e saúde? Porque sabem que povo educado é povo crítico, que não aceita uma dinastia de banqueiros e/ou de rentistas. E foi na promessa de um governo que representasse o resgate das bandeiras históricas do Partido dos Trabalhadores e outros partidos progressistas com relação à educação, saúde, meio ambiente e desenvolvimento econômico e social inclusivos, que parcela da população elegeu o governo Lula. Portanto, é inaceitável que este governo assuma políticas que têm orientação neoliberal, ainda mais quando estamos num período que deveria ser de intensa reconstrução do desmonte promovido pelo governo de extrema direita. Negar à educação e à saúde aquilo que a Constituição assegura, além de retrocesso só realizado em períodos ditatoriais, é comprometer o futuro do desenvolvimento social e econômico sustentável da nação. Diretoria da Fineduca, 13/06/2024. [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 14 de junho de 2024 Está marcado para a 18h desta sexta-feira (14) um ato contra o que ficou conhecido com o “PL do Estuprador”, projeto de lei que prevê penas maiores para vítimas de estupro que abortarem após 22 semanas de gestação do que para o próprio estuprador. O Projeto de Lei 1904/24, apresentado por um grupo de deputados federais extremistas, prevê que o aborto realizado acima de 22 semanas de gestação, em qualquer situação, passará a ser considerado homicídio. Isso inclui casos de gravidez resultantes de estupro. A pena será de seis a 20 anos para mulher que fizer o procedimento. Segundo a legislação atual, a pena para estupradores é de, no máximo, 10 anos, caso a vítima seja maior de 18 anos. Isso significa que a pena para a vítima seria o dobro do que a pena máxima para o criminoso. Atualmente, a legislação brasileira permite o aborto ou a interrupção de gravidez em casos em que a gestação decorre de estupro, de risco de morte para a mãe e de bebês anencefálicos. Não está previsto um tempo máximo da gestação para que seja realizado. Hoje, a punição para o aborto em situações não previstas na lei varia de um a três anos de prisão, quando provocado pela gestante; de um a quatro anos, quando médico ou outra pessoa provoque um aborto com o consentimento da gestante; e de três a dez anos, para quem provocar o aborto sem o aval da mulher. Na terça-feira (12), a Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para a votação do PL. Com isso, o texto pode ser votado diretamente no plenário sem passar por discussão nas comissões. A forte reação da sociedade civil emparedou o Congresso. O Comando Local de Greve dos Docentes da UFPR convida toda a categoria a se somar a essa luta pelos direitos das mulheres.     Comando Local de Greve dos Docentes da UFPR   [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 12 de junho de 2024 As universidades públicas desempenham um papel fundamental na redução dos conflitos políticos, que se acentuaram com o crescimento do extremismo nos últimos anos no Brasil.  São espaços de produção e disseminação do conhecimento, além de promoverem o diálogo e a reflexão crítica sobre questões sociais, políticas e culturais da atualidade.  No Brasil, as universidades públicas sempre foram pilares na solidificação de princípios como a justiça social e a democracia. São responsáveis não apenas pela formação acadêmica de altíssima qualidade, mas por formar cidadãos e cidadãs mais conscientes quanto aos problemas do país, críticos e engajados na busca por soluções que beneficiem a coletividade, e não apenas grupos específicos. As universidades públicas são locais onde a diversidade é valorizada e onde diferentes perspectivas e vozes podem ser ouvidas e debatidas. Elas promovem a inclusão, garantindo acesso à educação superior para estudantes de diferentes origens sociais e econômicas, especialmente a partir da implementação de ações afirmativas, que inverteram a lógica da elitização que imperava até o final dos anos 90.  Esse ambiente plural e inclusivo colabora para os debates, análises, estudos e formulações que são importantes para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e para a redução de tensões sociais. Nas universidades públicas, estudantes de diferentes origens sociais convivem cotidianamente, aprendem a enxergar o outro com mais empatia e a compreender essas diferentes realidades. Por isso, as políticas de assistência estudantil são tão importantes.  Elas garantem que estudantes em situação de fragilidade socioeconômica tenham mais condições parelhas de estudo e aproveitamento em relação àqueles provenientes das camadas mais abastadas.  Além disso, as universidades públicas oferecem um espaço para o desenvolvimento de projetos de extensão que dialogam diretamente com as comunidades locais. Esses projetos abordam questões relevantes para a população, como saúde, educação, meio ambiente e direitos humanos, permitindo um diálogo direto com a sociedade.   O papel da ciência na desradicalização das pessoas A ciência, como um dos resultados do trabalho das universidades públicas, tem um papel importante na desradicalização política das pessoas e na redução do extremismo. A ciência promove o pensamento crítico, a racionalidade e a busca por evidências, elementos essenciais para combater a desinformação e as narrativas extremistas que muitas vezes são baseadas em preconceitos, medos e informações falsas.  Ao proporcionar uma educação científica de qualidade, as universidades públicas capacitam indivíduos a questionarem informações e a desenvolverem um pensamento independente e crítico. Esse processo é fundamental para a formação de cidadãos e cidadãs que não se deixam manipular por discursos extremistas e que valorizam o diálogo e a compreensão mútua. A ciência também desempenha um papel importante na promoção de valores como a tolerância, a solidariedade, o respeito às diferenças e a cooperação. Ao proporcionar análises mais profundas sobre as relações humanas, a sociedade e até sobre o meio ambiente, as universidades estimulam a reflexão.   Como reduzir o extremismo? O crescimento do extremismo não é um fenômeno apenas brasileiro. Grande parte das principais democracias do planeta sofre essa ameaça. Isso inclui os Estados Unidos, onde o Partido Republicano vem dando uma guinada à extrema-direita na última década, e a maioria dos países da Europa, que não conseguem conter o crescimento de partidos extremistas (alguns dos quais flertam diretamente com o neonazismo), fato evidenciado na recente eleição do Parlamento Europeu. O capitalismo e as elites que o controlam não conseguem entregar o bem-estar que prometeram e, muito menos, solucionar os problemas reais dos países (e das pessoas). O desencanto das pessoas com os políticos tradicionais, que representam essas elites, leva à procura por soluções imediatas (às vezes, “mágicas”).  Essa é a brecha que os extremistas encontram para se conectar com a população e apresentar suas visões de mundo que, mesmo carregadas de hipocrisia e oportunismo, ainda assim se conectam com as “dores” das pessoas. A adesão a ideias extremistas costuma acontecer por essa conexão que, geralmente, é construída a partir da distorção da realidade. Mas ninguém pode se iludir. O crescimento do extremismo tem o amparo das elites, que encontram meios de continuar lucrando, mesmo com a degradação das relações sociais. Não por coincidência, militantes extremistas reverberam ideias ultraliberais contra o Estado, contra os serviços públicos e contra os direitos trabalhistas e sociais. Por isso, o conhecimento científico produzido nas universidades públicas é tão ameaçador às ideias extremistas. Porque ele é construído a partir da realidade dos fatos e de ideias que levam em consideração uma multiplicidade de fatores que o extremismo precisa negar para existir.  A disseminação de conhecimento científico e a promoção de uma educação crítica são fundamentais para combater a polarização e os discursos de ódio que estão fragilizando o tecido social. Historicamente, as universidades públicas têm o compromisso de promover o diálogo entre diferentes grupos e de promover coesão social. Projetos de pesquisa e extensão voltados para a compreensão e a solução de conflitos sociais podem ajudar a diminuir as tensões e a construir pontes entre grupos com visões de mundo diferentes.  Projetos que analisam a origem e os perigos do extremismo podem levar a reflexões por parte de pessoas que consomem e replicam conteúdos produzidos por grupos radicais.  Ao promover uma visão de mundo baseada em evidências e na busca pelo bem comum, a ciência ajuda a construir uma sociedade mais pacífica e menos suscetível a ideias extremistas. Mas tudo isso precisa ser escalonado. Não apenas a produção, mas também a divulgação e a replicação desses resultados, seja pelas redes sociais, por veículos tradicionais de imprensa e por outros mecanismos de divulgação. Essas reflexões precisam chegar à população.  Essa é uma das tarefas mais difíceis, mas que precisa ser encarada por toda a academia. Fonte: APUFPR   [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 10 de junho de 2024 Fala midiática e desrespeitosa expressa espanto com vigor da greve A greve de mais de 50 universidades e 80 institutos federais vem, aos poucos, obtendo conquistas, embora estas ainda estejam muito aquém das necessidades da educação federal. Hoje, o Governo se comprometeu a liberar mais recursos para a recomposição orçamentária das Ifes: R$ 279 milhões para custeio (funcionamento); e R$ 2,8 bilhões para investimentos/obras. A Andifes, contudo, aponta que, só para conseguirem terminar este ano, as universidades precisam de, no mínimo, mais R$ 2,5 bi para custeio. O governo realizou um evento midiático para anunciar um valor bastante abaixo do mínimo necessário. Ao mesmo tempo, a fala de Lula foi desrespeitosa com o movimento grevista, minimizando a importância das reivindicações. Não, presidente, não é “por 3%” que permanecemos em greve. Não é nosso desejo ficar “a vida inteira em greve”. Nossa intenção é que o governo, que se diz aberto ao diálogo, cumpra o que anuncia: a valorização da educação. A valorização das Universidades e dos Institutos Federais. As perdas salariais acumuladas somam mais de 22%, já considerados os 9% em 2023. Diante dos reajustes a servidores de outras áreas, consideramos legítimo reivindicar algo acima de 0% em 2024. Ao invés de atender às justas necessidades das Ifes, o Governo vem se utilizando de vários subterfúgios para tentar encerrar a greve. O último havia sido o golpe do proifes. Contudo, a força do movimento tem superado, um a um, esses artifícios. A greve segue firme, para que o Governo melhore suas propostas e se comprometa com condições dignas para as universidades.   Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 9 de junho de 2024 Nesta segunda-feira (10), faremos um ato unificado da educação federal no Ministério de Gestão e Informação (MGI) em Curitiba! Vamos nos reunir enquanto o Governo Federal se encontra com os reitores das universidades. A concentração para a passeata será no pátio da Reitoria da UFPR, às 9h. 👋 Nossa greve segue forte! Precisamos seguir pressionando para que o Governo atenda nossas reivindicações. Contamos a sua presença!   Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 7 de junho de 2024   Uma das estratégias mais frequentes da extrema-direita é inundar a sociedade com debates improdutivos sobre questões moralistas, desviando a atenção de temas realmente relevantes, que afetam a população.  Mais do que componentes ideológicos, via de regra, suas intenções são carregadas de interesses individuais, geralmente com o objetivo de enriquecimento. Acima de tudo, são oportunistas. Enquanto criam factóides e espalham fake news para ganhar seguidores e, posteriormente, votos, estão trabalhando para obter lucro de outra forma: com projetos de interesse próprio que beneficiam certos grupos econômicos e financeiros que os patrocinam ou que serão seus parceiros na hora de faturar posteriormente.   Privatização das escolas públicas: o caso do Paraná Um exemplo claro disso é a privatização das escolas públicas da rede paranaense de educação, um projeto do governador de extrema-direita Ratinho Jr, cujas gestões são marcadas por medidas que têm como finalidade transferir dinheiro e recursos do estado para empresários.  Basta observar o aumento das isenções de impostos concedidas a grandes empresas e ao agronegócio, que passou de R$ 10 bilhões em seu primeiro ano de governo para R$ 20 bilhões em 2024. Até mesmo a militarização das escolas públicas no Paraná deveria ser investigada. Nesta semana, os principais jornais do país revelaram que um suplente de deputado federal pelo PL (partido de extrema-direita do ex-presidente inelegível Jair Bolsonaro) no Distrito Federal (DF) é dono de uma empresa que vem faturando milhões fazendo lobby junto às prefeituras para incentivar a adoção do modelo cívico-militar. Hipocritamente, o político, que é capitão do exército, vende a ideia como forma de combater “ideologia” nas escolas. Ele sabe que é mentira, mas cola, porque extremistas de todo o país repetem exaustivamente essa mesma ladainha. A privatização da gestão das escolas públicas, aprovada pela Assembleia Legislativa do Paraná sem qualquer debate com a população, também deve ser objeto de alerta, não só pelo potencial estrago à educação pública, mas pelas ligações políticas e financeiras das empresas que assumirão a gestão das unidades (caso suas respectivas comunidades aceitem).     Privatização das praias: exclusão e degradação ambiental Em paralelo a todos esses absurdos, os oportunistas de direita e de extrema-direita no Congresso Nacional estão tentando aprovar a privatização das praias brasileiras. Este é um dos maiores exemplos do processo de exclusão que os ricos tentam impor à população já excluída da maioria da vida social.  Além de propagar a ideia de que praia não é lugar para pobre, mas sim para gigantescos e poluentes resorts, mesmo que isso comprometa o meio ambiente, dão um recado muito claro à sociedade: pobre não tem direito a lazer.  Ganância acima de tudo. Dinheiro acima de todos.  Não por coincidência, até um famoso jogador em declínio, que apoiou Jair Bolsonaro nas eleições de 2022, espera lucrar com isso, já que pretende implementar dezenas de empreendimentos em praias nordestinas.   A verdadeira face do moralismo Eles já agiam assim com o lobby pela liberação indiscriminada e descontrolada das armas, atuando como garotos-propaganda para a indústria armamentista. Fazem isso em relação a projetos que ajudarão a destruir o meio ambiente, da mesma foram que sempre tentam aprovar medidas para retirar direitos dos trabalhadores e da população. É preciso investigar essas relações espúrias.  Quando extremistas vomitam hipocrisias moralistas, estão apenas usando o discurso para enriquecer ainda mais.  Afinal, nunca é tarde para lembrar do ex-ministro da Educação do governo Bolsonaro que ganho o cargo fazendo discursos moralistas contra as universidades e a educação pública, mas foi preso em um esquema de propinas, pagas em barras de ouro.   O duplo ganho: votos e dinheiro Se, com tudo isso, os extremistas receberem votos nas próximas eleições, para eles é um ganho duplo, pois continuarão atuando para benefício próprio e de seus parceiros comerciais.  A sociedade precisa estar atenta a esses movimentos e compreender que as verdadeiras intenções por trás de muitos desses projetos são basicamente financeiras, destinadas a enriquecer uma minoria às custas do bem-estar coletivo.   Desviar o foco, sempre A estratégia de desviar o foco com debates moralistas, enquanto aprovam medidas que beneficiam seus próprios interesses financeiros, é uma tática recorrente da extrema-direita. Seja privatizando escolas ou praias, o objetivo final é sempre o lucro, às custas da qualidade de vida e dos direitos da população.  A APUFPR alerta para que a sociedade permaneça vigilante e consciente dessas manobras, para que possa resistir a esse projeto de destruição dos serviços públicos e lutar por um país mais justo e igualitário, com educação pública de qualidade em todos os níveis.   Fonte: Apufpr [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 5 de junho de 2024 Na manhã desta quarta-feira (15), na nova reunião da Mesa Específica e Temporária do Magistério Federal, no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, os representantes do governo apresentaram ao movimento docente a nova proposta salarial para o magistério federal. Em relação à proposta anterior, rejeitada pelo conjunto da categoria nacional, haveria mudanças na estrutura, com aglutinação das duas classes iniciais (Auxiliar e Assistente, respectivamente, A e B), que passariam a ser apenas uma classe (B) com um nível inicial pelos primeiros três anos (período do estágio probatório).  Isso reduziria os níveis totais de 13 para 10. Todos os docentes ingressariam nesse nível inicial, independentemente da titulação, mantendo, obviamente, as diferenças salariais de acordo com o regime de trabalho (20h, 40h e DE) e a titulação (graduação, especialização, mestrado e doutorado). Também haveria uma alteração gradual entre os steps (diferenças entre níveis): Na questão salarial, a nova proposta não prevê reajuste em 2024. Mantém a previsão de 9% em 2025 e 3,5% em 2026. Com a aplicação dos novos steps, haveria uma aceleração dos reajustes, que acabariam sendo variáveis, de acordo com o nível na carreira. No acumulado, até o final de 2026, esses reajustes ficariam entre 12,8% e 31,2%, dependendo do nível. Os impactos seriam maiores para quem ganha menos, o que é uma reivindicação do movimento docente. Uma reivindicação atendida será a retirada da exigência de controle de ponto dos docentes EBTT. Além disso, haverá garantia da progressão e promoção sem prejuízos, desde que solicitada em até seis meses após atendidos os requisitos. Ficou firmada a data de 27 de maio como prazo final para que as entidades nacionais avaliem com suas bases e respondam. Segundo o Governo, esta é a proposta final, que será assinada com qualquer uma das entidades nacionais que aceitar os termos apresentados.   Veja abaixo como ficariam os reajustes até o final de 2026 para quem tem contrato em regime de 40 horas e Dedicação Exclusiva (DE): O governo não apresentou os dados referentes aos docentes com regime de 20h e 40 sem DE. Mas estamos desenvolvendo os cálculos, junto com outras seções sindicais. Iremos publicá-los em breve.  Entre 2023 a 2026, período referente ao atual governo, os reajustes acumulados ficariam assim:   Antes da nova proposta do Governo, as entidades nacionais de docentes federais haviam apresentado suas contrapostas, confira abaixo: – ANDES – Proifes – Sinasefe   [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 5 de junho de 2024 Em uma clara tentativa de intimidar e criminalizar a mobilização legítima das educadoras e educadores da rede estadual, o governo de Ratinho Jr. pediu à Justiça a prisão de Walkiria Mazeto, presidente da APP Sindicato. Este ato autoritário evidencia a postura repressiva do governador de extrema-direita, que, ao invés de promover o diálogo, opta por perseguir quem luta contra a privatização das escolas públicas do Paraná. Sob o pretexto de combater a greve, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) atua de forma vergonhosa ao solicitar a prisão de uma líder sindical, revelando a falta de escrúpulos dos políticos neoliberais quando o objetivo é desmantelar os serviços públicos e silenciar a resistência dos servidores. Longe de demonstrar força, essa atitude escancara a fraqueza e a covardia daqueles que temem a organização popular e a defesa de uma educação pública e de qualidade. A APUFPR expressa sua total solidariedade à professora Walkiria Mazeto e conclama toda a comunidade acadêmica da UFPR a intensificar o apoio à luta dos profissionais da rede estadual de educação. É dever de todos nós somar forças na defesa da educação pública e contra o autoritarismo. Deixe sua mensagem de protesto nas redes sociais do governador e do governo estadual:   https://www.facebook.com/ratinhojunior https://www.instagram.com/ratinho_junior/   https://www.instagram.com/governoparana/ https://www.facebook.com/governoparana [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 5 de junho de 2024 Apesar de continuarem sendo os principais centros de excelência na produção do conhecimento nacional, as universidades federais funcionam, proporcionalmente, com menos da metade do orçamento de 10 anos atrás. E não se trata de falta de recursos. Dinheiro tem, mas está indo para quem? Veja a mensagem da professora Gabriela Caramuru (Depecon), do Comando Local de Greve Docente – UFPR. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 5 de junho de 2024 Vimos, por meio desta, nos manifestar em repúdio à criminalização ao livre direito de manifestação impetrado pelo governo do estado do Paraná contra professores/as, funcionários/as, estudantes e demais pessoas que, ao exercerem seu direito de lutar pela não privatização de escolas neste estado em atos dos dias 03 e 04 de junho, em Curitiba, foram recebidos na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) com bombas de gás lacrimogêneo e cassetetes. No dia 03/06, dois manifestantes, Pedro Lanna, servidor técnico-administrativo da UFPR e integrante do Comando Local de Greve dessa categoria, e Ronaine Hegele, professora da rede estadual de ensino, foram presos de maneira arbitrária e violenta ao buscarem se ajudar mutuamente, sendo feridos com mata-leão e golpes de cassetete. Os manifestantes ficaram detidos e foram encaminhados para a cadeia pública, mas não tiveram sua audiência de custódia marcada pela justiça. Somente com a atuação de diversos advogados foi possível garantir a liberação dos dois, que eram primários e que estavam presos sem qualquer indício de materialidade ou intencionalidade no cometimento dos crimes aos quais estavam sendo acusados, o que se confirma nas imagens coligidas e que não permitem identificar qualquer um deles. A Procuradoria do Estado do Paraná emitiu, ainda, no dia 04/06, ação declaratória alegando reiterar o caráter ilegal da greve exarado em declaração anterior pela Desembargadora Dilmari Helena Kessler e exigindo a prisão imediata da presidente do sindicato (APP), Walkiria Olegário Mazeto. Em nota, a APP Sindicato assim se manifesta: “Sobre o documento que está circulando nas redes sociais onde o governo Ratinho Jr. pede a prisão da presidenta da APP-Sindicato, Walkiria Mazeto, informamos que a Secretaria de Assuntos Jurídicos da nossa entidade, juntamente com deputados estaduais, Defensoria dos Direitos Humanos e OAB/PR, estão tomando todas as medidas políticas e jurídicas necessárias para o cancelamento imediato desta proposição que não possui qualquer fundamento legal. Tudo isso só confirma as atitudes antissindicais e ilegais deste governo, além de sua truculência contra o funcionalismo público, o autoritarismo e o abuso de poder desproporcional do Estado contra a organização dos(as) trabalhadores(as) da educação. Ressaltamos que a APP-Sindicato tem zelado pelo cumprimento das normas, para assegurar todos os procedimentos e ações da greve”. É preciso lembrar que a Procuradoria do Estado se manifesta contrariando um direito previsto na Constituição Federal. Declaramos nosso apoio integral a Pedro, Romaine e Walkiria e repudiamos as atitudes atrozes do governador Ratinho Jr. e demais forças de ordem na tentativa de criminalização do livre direito de manifestação contra as tentativas de privatização das escolas públicas neste estado. Curitiba, 05 de junho de 2024 Comando Local de Greve dos/das Docentes da UFPR [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 3 de junho de 2024 O ato de hoje em Curitiba levou mais de 20 mil pessoas às ruas contra um projeto de lei que privatiza 200 escolas públicas. A mão forte do Estado agiu contra manifestantes, a quem só restou entrar no espaço da Assembleia Legislativa para serem ouvidos. DUAS PESSOAS foram presas de forma arbitrária. Vimos nos manifestar PELA SOLTURA IMEDIATA do servidor e da professora. Pelo direito de lutar contra a perda de direitos!   Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 3 de junho de 2024 O Comando Local de Greve dos Docentes da UFPR realizou, no dia 27 de maio, um debate sobre a questão Palestina, com a presença do jornalista Breno Altman (Operamundi) e do presidente da Federação Árabe Palestina do Brasil, Ualid Rabah. Na ocasião, Altman fez o lançamento, em Curitiba, de seu novo livro “Contra o Sionismo: Retrato de uma Doutrina Colonial e Racista”. Veja como foi: [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 2 de junho de 2024 O Governo concedeu reajuste para várias categorias em 2024, mas, para os docentes das universidades federais, responsáveis pela produção da maior parte da ciência brasileira, o reajuste proposto neste ano ainda é zero. Por isso, mais de 60 universidades seguem em greve, lutando por salário justo, pela carreira e por recomposição orçamentária. Depois da tentativa frustrada do golpe junto com o Proifes, impedida pela Justiça Federal, o Governo agora precisa reabrir as negociações. Por isso, a próxima segunda-feira (3 de junho) será um Dia Nacional de Luta da Educação Federal. Seguimos na luta! Ato em defesa da educação pública, em Curitiba Data: 03/06 (segunda-feira) Horário: 8h Local: Praça Santos Andrade Ponto de encontro da Educação Federal: próximo das escadarias e do INSS, em torno do carro do Sinditest-PR. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 31 de maio de 2024 O ANDES representa docentes de mais de 60 universidades federais, enquanto o Proifes, apenas de 7 (sendo que várias de suas bases se rebelaram e aprovaram greve, contra a orientação daquela entidade ilegítima). Por isso, a greve segue forte e a pressão fará o governo reabrir as negociações. Veja o recado do professor Rogério Miranda Gomes (DSC), do Comando Local de Greve dos Docentes da UFPR e participe do ato no Dia Nacional de Luta da Educação Federal!   Ato em defesa da educação pública, em Curitiba Data: 03/06 (segunda-feira) Horário: 8h Local: Praça Santos Andrade Ponto de encontro da Educação Federal: próximo das escadarias e do INSS, em torno do carro do Sinditest-PR. [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 31 de maio de 2024 A greve da educação federal está mais forte do que nunca! Na próxima quarta-feira, 5 de junho, vamos aquecer ainda mais nossa mobilização com mais um Samba da Greve.  A partir das 18h30, no Bar da APUFPR, a Escola de Samba Deixa Falar vai embalar nossa luta com o tema “Confraternizar para Fortalecer”. Não perca!  O samba é uma expressão que reforça a luta porque, com suas raízes na resistência das comunidades, une e fortalece as trabalhadoras e os trabalhadores na busca por seus direitos, transformando a luta em ritmo e celebração.   [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 30 de maio de 2024 Ato em defesa da educação pública, em Curitiba Data: 03/06 (segunda-feira) Horário: 8h Local: Praça Santos Andrade Ponto de encontro da Educação Federal: próximo das escadarias e do INSS, em torno do carro do Sinditest-PR.   A greve docente federal continua, após a tentativa de golpe com a assinatura de um acordo entre o Governo Federal e a Proifes, entidade sem legalidade nem legitimidade. Para cobrar a reabertura das negociações com as entidades representativas da categoria docente, os Comandos Nacionais de Greve do ANDES-SN, do Sinasefe e da Fasubra realizarão um Dia Nacional de Luta da Educação Federal em 3 de junho, com atividades locais nas universidades e institutos federais. Na mesma data, está prevista a realização de uma reunião com o Ministério de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), para discutir a reabertura de negociações sobre as contrapropostas das entidades. Depois de um duro enfrentamento junto ao MGI, no dia 27, o ANDES-SN e o Sinasefe conseguiram arrancar o compromisso de uma nova reunião. A Justiça Federal, em decisão de 1ª instância, proibiu o Governo de assinar qualquer acordo com o Proifes. Por isso, nossa greve contina forte e segue crescendo, com novas adesões a cada semana. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 30 de maio de 2024 O Proifes está traindo até os poucos docentes que representa (já que a maior parte de sua pequena base rejeitou a proposta do Governo). Portanto, essa entidade não tem legitimidade para assinar acordo em nome dos docentes federais. Veja a mensagem do professor Luis Allan Künzle (DInf), que está em Brasília, representando os docentes da UFPR no Comando Nacional de Greve do ANDES-SN.   Compartilhe este vídeo e participe da mobilização nacional na próxima segunda-feira (3), pela retomada das negociações, pelos nossos direitos e pela recomposição orçamentária das instituições federais de ensino.   Ato em defesa da educação pública 🗓 Data: 03/06 (segunda-feira) 🕤 Horário: 8h 📍 Local: Praça Santos Andrade Ponto de encontro da Educação Federal: próximo das escadarias e do INSS, em torno do carro do Sinditest-PR. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 29 de maio de 2024 A professora Polyana Tidre (Defi) está representando os docentes da UFPR no CNG do ANDES-SN e traz uma mensagem muito importante: a greve da educação federal segue forte e a próxima segunda-feira (3) será um dia nacional de luta. Ato em defesa da educação pública Data: 03/06 (segunda-feira) Horário: 8h Local: Praça Santos Andrade Ponto de encontro da Educação Federal: próximo das escadarias e do INSS, em torno do carro do Sinditest-PR. [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 28 de maio de 2024 É com pesar que comunicamos o falecimento do professor aposentado do Departamento de Genética Iglenir João Cavalli, ocorrido hoje (28). O velório está sendo realizado na Capela Vaticano, até às 19h30. Graduado em História Natural pela UFPR em 1965, obteve seu mestrado em Genética pela nossa instituição em 1974 e concluiu seu doutorado em Genética e Biologia Molecular pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1983. Ao longo de sua trajetória, o professor Cavalli foi reconhecido por sua excelência acadêmica e contribuições para o campo da Genética. Seu trabalho englobou áreas como Citogenética e Genética Molecular, com foco especial em estudos relacionados a tumores mamários e doenças hematológicas. Além de sua atuação como professor sênior na UFPR, o professor Cavalli também foi Pesquisador Bolsista do CNPq por muitos anos, dedicando-se a projetos de pesquisa inovadores, como “Estratégias proteômicas e interatômicas na identificação de biomarcadores em subtipos moleculares do câncer de mama”. Seu legado sobre genética do câncer inclui uma extensa lista de artigos científicos publicados e a orientação de inúmeros estudantes nos níveis de graduação, mestrado, doutorado e Iniciação Científica. A APUFPR presta sinceras condolências à família, amigos e colegas do professor Iglenir João Cavalli. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 28 de maio de 2024 O Governo tentou um artifício: assinar acordo com o Proifes, para acabar com a greve. Mas o tiro saiu pela culatra. Ele esqueceu de combinar com as/os mais de 60 mil docentes federais em greve. As 53 universidades e mais de 80 institutos seguem firmes na greve. O Proifes, essa entidade ilegítima, criada pelo próprio Governo em 2004 para aceitar propostas inaceitáveis nunca conseguiu representar, de fato, as/os docentes. Hoje conta com apenas 7 universidades filiadas (contra 61 do ANDES-SN). Todas as filiadas ao ANDES-SN, que estão em greve, devem permanecer. Mesmo dentre as sete filiadas ao Proifes, algumas deverão continuar em greve. O Sinasefe, que representa os mais de 80 Institutos Federais em todo o país também deve manter a greve, assim como a Fasubra, que representa os técnicos administrativos em educação. Ou seja, a assinatura do “acordo” é letra morta. Já percebendo o erro, o governo marcou nova mesa de negociação para 03 de junho. Embora inicialmente para discutir pontos sem impacto orçamentário, sabe que precisa manter o diálogo aberto. Percebeu que se quiser encerrar, de fato, a greve, terá que apresentar propostas que atendam às necessidades urgentes da universidade brasileira. [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 28 de maio de 2024 A APUFPR informa a todos que, devido ao feriado do dia 30 de maio, não haverá expediente na sexta-feira (31) em todas as nossas sedes. O atendimento será retomado normalmente na segunda-feira, 3 de junho. Agradecemos a compreensão e desejamos bons momentos de descanso a todas e a todos. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 27 de maio de 2024 Os/as professores/as da UFPR, reunidos(as) em Assembleia Sindical da categoria, no dia 24 de maio do corrente ano, no Campus Rebouças, manifestam seu apoio aos/as trabalhadores/as da educação básica pública no seu enfrentamento aos encaminhamentos de privatização da educação pública, através do Projeto Parceiros da Escola, de iniciativa do Governo do Estado do Paraná. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 24 de maio de 2024 Assembleia dos docentes da UFPR, reunida em 24 de maio, REJEITOU, por ampla maioria, a nova proposta do Governo, apresentada à categoria docente no dia 15: 208 votaram pela REJEIÇÃO da proposta do governo 72 foram favoráveis 11 abstenções. [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 23 de maio de 2024 A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou o projeto de criação da Política Nacional de Assistência Estudantil (PNAE), de autoria da então deputada Professora Dorinha Seabra, hoje senadora.  Este projeto pretende garantir as condições de permanência dos estudantes na educação superior, profissional, científica ou tecnológica. Segundo estudos do Centro de Estudos Sociedade, Universidade e Ciência (Sou Ciência) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em 2021, o índice de evasão foi de 9,4% em 2021.  A luta pelo fortalecimento da assistência estudantil nas universidades públicas é uma bandeira do movimento docente. Não se trata apenas de oferecer suporte financeiro aos estudantes em vulnerabilidade, mas de assegurar que a educação superior pública seja verdadeiramente inclusiva e acessível a todos.  É importante compreender que essa luta beneficia toda a comunidade universitária, não apenas os estudantes. A presença de uma diversidade maior de alunos, com diferentes contextos socioeconômicos, enriquece o ambiente acadêmico, promovendo trocas de experiências e saberes que só são possíveis em um espaço verdadeiramente inclusivo.  Além disso, a permanência de estudantes em vulnerabilidade econômica assegura uma maior diversidade de perspectivas, essencial para a produção do conhecimento crítico, ancorado nas múltiplas realidades das diferentes camadas que compõem a sociedade. Do ponto de vista fiscal, o projeto não trará impactos para as contas do Governo Federal. O objetivo principal é conferir segurança jurídica ao programa de assistência estudantil no Brasil. Programas como o Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) e o Programa Bolsa Permanência (PBP) já estão instituídos, e a proposta visa apenas formalizar esses programas em um diploma legal, garantindo a continuidade e a solidez das ações. A matéria ainda passará pela análise da Comissão de Educação (CE) do Senado.    Perspectivas A aprovação do projeto que cria a Política Nacional de Assistência Estudantil (PNAE) representaria um importante avanço na segurança política e institucional, mas é preciso pensar a assistência estudantil dentro de uma perspectiva mais ampla, inserida em um processo de retomada dos investimentos reais nas instituições federais de ensino. A ampliação da rede federal deve levar em consideração também:   Composição social A V Pesquisa Nacional de Perfil Socioeconômico e Cultural dos Graduandos das IFES, realizada pela Andifes em 2018, revela que 70% dos estudantes de universidades públicas federais possuem renda familiar abaixo de um salário e meio por pessoa. Este dado refuta o argumento de que as universidades públicas são elitizadas e reforça a urgência de políticas que garantam a permanência escolar dos estudantes em situação de vulnerabilidade.   [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 23 de maio de 2024 Com enorme prazer anunciamos o primeiro evento promovido pelo Coletivo Cubata, junto com o projeto Arquiteturas e Cidades, da UTFPR. Convidamos a todos para a roda de conversa “Cidades e Territórios em Debate: raça e evolução urbana”. Como atividade do atual período de greve, vamos discutir sobre racismo ambiental, administração política e evolução urbana, e a influência do planejamento urbano para as comunidades negras em Curitiba.    _dia 24 de maio (sexta-feira) _auditório Leo Grossman, centro politécnico. Departamento de Arquitetura e Urbanismo. _09:30 (Brasil) e 13:30 (Luanda, Angola)   _convidados: _Ana Cristina Inglês: arquiteta, doutoranda no Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa e co-fundadora do Laboratório Urbano de Angola – LURA).   _João Pena: doutor em arquitetura e urbanismo, professor de urbanismo da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), membro do grupo de pesquisa ¡DALE! – Decolonizar a América Latina e seus Espaços da UFBA, coeditor do Dossiê Cidades Africanas, publicado na Revista LAJE/UFBA, e do dossiê sobre Racismo Ambiental, publicado no Caderno Maloca/UNILA.   _Murad Jorge Vaz: arquiteto, urbanista, doutor em geografia urbana e estudante de psciologia. Pós-doutor em Arquitetura pela FA Ulisboa e em Geografia pela Eduardo Mondlne, Maputo. Professor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UTFPR. Pesquisador vinculado ao DALE-UFBA- Decolonizar a América Latina e seus espaços e ao MALOCA – UNILA.    Mediação: profª Maria Carolina Maziviero (DAU UFPR; PPU UFPR; MADE UFPR) _link do formulário de inscrição na bio. _link da sala virtual será disponibilizado pelo Instagram no dia do evento. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 23 de maio de 2024 A nova proposta do Governo para os docentes é INACEITÁVEL. Veja algumas das razões: [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 22 de maio de 2024 Os docentes da UFPR se reunirão em Assembleia na próxima sexta-feira (24), com primeira chamada às 13h30 e segunda chamada 14h, para deliberar sobre a nova proposta do Governo Federal, apresentada à categoria na reunião da Mesa Específica e Temporária do Magistério Federal no último dia 15, além de debater uma contraproposta e avaliar as negociações da pauta local. A Assembleia será presencial, em Curitiba, com transmissão e participação simultânea na multicampia: Curitiba: auditório Eny Caldeira, no subsolo do Campus Rebouças (na Avenida Sete de Setembro, 2645 – com estacionamento no local – entrada pela rua Rockfeller, ao lado do Shopping Estação) Litoral: sala 25-A do Bloco Didático da UFPR Litoral, em Caiobá, Matinhos-PR Toledo: sede da APUFPR no Campus de Toledo (Biopark), sala nº 92 Palotina: auditório da UFPR no Setor Palotina, antigo Seminário Jandaia do Sul: auditório do Bloco A no Setor Jandaia do Sul Pauta: 1) Informes; 2) Avaliação da proposta do governo do dia 15/05/24; 3) Discussão de contraproposta dos/as docentes ao governo; 4) Negociação da pauta local; 5) Prestação de contas do fundo de greve.   [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 21 de maio de 2024 A tragédia ambiental que vem assolando o estado do Rio Grande do Sul é um exemplo devastador do que pode acontecer quando o negacionismo anticientífico e os interesses econômicos prevalecem sobre a razão e a responsabilidade. A situação é uma amostra do que pode ocorrer quando políticos negligenciam os alertas da comunidade científica. Quando os pesquisadores que, incansavelmente, trabalham para prever e mitigar esse tipo de desastre não são ouvidos, as consequências tendem a ser catastróficas. O filme “Não Olhe Para Cima” serve como uma metáfora perfeita para esta realidade. Assim como na produção cinematográfica, que retrata uma catástrofe global que poderia ter sido evitada caso as autoridades valorizassem a comunidade científica, os alertas dos pesquisadores brasileiros foram frequentemente ignorados por políticos e líderes conservadores que seguem agendas neoliberais no Rio Grande do Sul há muitos anos. O governador Eduardo Leite e o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, se alinharam, de forma oportunista (ou ideológica, ou ambas), a setores radicalizados da sociedade para se eleger. Não por acaso, os dois têm históricos de ações que fragilizam a proteção ambiental. Nisso reside grande parte da responsabilidade em relação às inundações da capital gaúcha e de várias outras cidades do estado. Em 2019, Leite alterou 480 pontos do Código Ambiental do estado para facilitar o investimento privado, ignorando as previsões científicas. Melo, por sua vez, não investiu na manutenção do sistema de proteção da cidade contra enchentes. A devastação, considerada uma das maiores da história do nosso país, poderia ter sido evitada ou, pelo menos, minimizada, caso esses governantes não tivessem demonstrado desprezo pelas evidências científicas e pela necessidade de ações preventivas. E não foi por falta de aviso. Pesquisadores e cientistas têm alertado continuamente sobre as consequências das mudanças climáticas e a necessidade de políticas públicas efetivas para enfrentá-las.  A tragédia no RS é uma consequência direta da ação humana e do descaso com o meio ambiente. Medidas poderiam ter sido tomadas, mas foram ignoradas. E a negligência se estende à infraestrutura do estado, incluindo as políticas de uso intensivo do solo e a especulação imobiliária.  Dinheiro e poder acima da vida. Essa tem sido a regra. Tanto é que cientistas e pesquisadores que ousam denunciar a degradação ambiental enfrentam riscos cada vez maiores. Um estudo da Unesco neste ano revelou que dois de cada cinco pesquisadores do clima sofreram ameaças à sua segurança. Não é coincidência que esses ataques estão geralmente ligados à degradação da Democracia, ao populismo extremista e a ondas de desinformação. A tragédia no Rio Grande do Sul revela, de forma alarmante, que o extremismo não tem componente apenas ideológico. Tem interesses financeiros também. Não só pelas decisões políticas que fragilizaram as ações ambientais, mas também pela forma como militantes e políticos extremistas estão lucrando com a disseminação de mentiras. É abjeto e abominável, mas eles ganham dinheiro com isso (sim, vídeos que viralizam com mentiras são “monetizados” por algumas redes sociais). E muitos ganharão votos posteriormente, mesmo que suas mentiras tenham contribuído para dificultar os resgates e as ações de solidariedade. Mesmo que isso tenha contribuído para aumentar o número de mortes (como já aconteceu durante a pandemia de Covid-19). Eles sabem que seus seguidores tendem a se engajar mais nas mentiras do que nas informações reais. Isso é tão evidente que, mesmo em meio a essa catástrofe, que levará anos (e bilhões em recursos públicos) para ser materialmente reparada (e provavelmente, grande parte da população nunca conseguirá repor o que perdeu), grande parte do Congresso Nacional continua agindo para destruir a legislação ambiental. Estão comprometidos exclusivamente com interesses de grupos econômicos, e não com a proteção do meio ambiente ou com a vida das pessoas.   Acreditar na ciência A ciência e a pesquisa nas universidades públicas são essenciais para evitar ou reduzir desastres ambientais. No entanto, a visão neoliberal de austeridade fiscal, defendida pelo mercado financeiro e pela mídia tradicional, continua ignorando a necessidade de investimentos em infraestrutura e tecnologia, comprometendo ainda mais a capacidade de nosso país de responder às crises que surgem.  No Brasil, essas elites, mesquinhas e egoístas, fazem prevalecer uma política de austeridade que sufoca a capacidade de resposta a desastres e tentam impedir que o governo federal retome os investimentos nas universidades e institutos federais, como aconteceu no passado. A tragédia no Rio Grande do Sul deve servir como um ponto de inflexão. As previsões e propostas do campo científico não podem continuar sendo ignoradas. A APUFPR segue defendendo a ciência, as universidades públicas e a categoria docente, lutando por políticas públicas que realmente protejam o meio ambiente e promovam um desenvolvimento sustentável. Neste momento de crise, devemos continuar apontando os verdadeiros responsáveis pelo desastre, para que casos como este não voltem a se repetir. E também devemos ter o compromisso de reafirmar, sempre, a importância da ciência e da pesquisa pública.  As universidades e os docentes federais desempenham um papel vital na compreensão e no enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas. Somente através do apoio e do fortalecimento das nossas instituições de ensino é que poderemos evitar que novas tragédias, como a do Rio Grande do Sul, se repitam. Fonte: Apufpr [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 21 de maio de 2024 Na próxima segunda-feira (27), o jornalista Breno Altman, do Operamundi, participará de um debate sobre a questão palestina. Em um momento em que o genocídio cometido pelo governo israelense já vitimou mais de 35 mil pessoas em Gaza, a maioria mulheres e crianças, a discussão se torna ainda mais urgente. O evento começará às 9h30, na Tenda da Greve, no pátio da Reitoria da UFPR, e marcará o lançamento do livro “Contra o Sionismo: Retrato de uma Doutrina Colonial e Racista” em Curitiba. Também contaremos com a presença de Ualid Rabah, presidente da Federação Árabe Palestina do Brasil. Não perca esta oportunidade de compreender com mais profundidade a conjuntura atual e de se engajar nas ações de solidariedade ao povo palestino. Fonte: Apufpr [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 21 de maio de 2024 A crescente mobilização docente em todo o Brasil tem feito o governo se comprometer a repor uma parcela maior de nossas perdas. O gráfico abaixo mostra, contudo, que o avanço foi pequeno em relação à proposta anterior. Segundo a nova proposta, seguiríamos com 0% em 2024, além de continuarmos acumulando perdas entre 6,01 a 9,41% (previsão oficial da inflação para o período). O governo também não apresentou, até o momento, proposta alguma de recomposição orçamentária das IFES. Diante da propaganda do governo, nos cabe ampliar a mobilização e fortalecer a greve para fazer a negociação avançar mais. Comando Local de Greve dos/as docentes da UFPR [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 20 de maio de 2024 A “Educação Federal na Rua”, organizada pelos Comandos Locais de Greve dos Docentes da UFPR, da UTFPR e do IFPR, realizada durante todo o sexta-feira (17), foi uma atividade muito importante pelo canal de diálogo positivo estabelecido com a população curitibana. A ação ocorreu na rua XV de Novembro e na Boca Maldita, em Curitiba, onde as pessoas tiveram a oportunidade de conhecer dezenas de projetos desenvolvidos nas três instituições. A atividade destacou a importância da universidade pública e a necessidade de a sociedade apoiar as lutas das categorias em greve em defesa de melhores condições de trabalho e carreira, direitos, e pela recomposição do orçamento das Instituições Federais de Ensino. Assista: Comando Local de Greve Docente-UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 17 de maio de 2024 O Comando Local de Greve dos Docentes da UFPR convida todos os aposentados para uma reunião especial que ocorrerá na próxima segunda-feira (20), às 15h, na sede da APUFPR. A pauta principal será a discussão sobre a proposta do Governo Federal, apresentada no dia 15, com foco especial nas reivindicações dos aposentados. Detalhes da Reunião Data: Segunda-feira, 20 de maio Hora: 15h Local: Sede da APUFPR Nossa greve segue crescendo a cada semana. Neste momento, é fundamental unir forças e garantir que as vozes dos aposentados sejam efetivamente ouvidas nas negociações. Contamos com a presença de todos para que possamos, juntas e juntos, construir um movimento cada vez mais forte. Comando Local de Greve dos Docentes da UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 16 de maio de 2024 A greve da educação federal em todo o país está forte, atingindo 56 universidades federais e mais de 500 institutos federais de ensino, paralisando as atividades milhares de professores, servidores técnico-administrativos em Educação (TAEs). A mais recente pesquisa Quest publicada, no último final de semana, tem como resultado 78% de apoio popular à greve. Resultado que deve ter influenciado a fala semanal do presidente Lula ao afirmar que não é contra greve, já que ele nasceu das greves, é pai, neto e avô das greves e, mais, orientou o ministro Camilo Santana, da Educação, e Esther Dweck, da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, a construírem uma proposta que ponha fim à greve. Paralelamente a esse pronunciamento positivo do presidente, o transcurso da greve nas instituições de ensino superior tem, há anos, um procedimento consensual que é a suspensão do calendário de aulas para evitar prejudicar os alunos, pois os professores e servidores farão reposição das suas atividades. Tal procedimento geralmente parte da administração superior das universidades, como tem ocorrido tranquilamente na greve atual em várias instituições federais de ensino. Porém, particularmente na UFPR, houve um fato novo. Os estudantes, reunidos no Conselho de Entidades de Base (CEB) – já que o Diretório Central dos Estudantes (DCE) não convocou eleição para eleger a nova direção –, deliberaram por maioria solicitar tal suspensão do calendário. Esse procedimento do CEB foi devido à divisão existente entre os centros acadêmicos a favor e contra a greve. Resolvida essa questão, foram eleitos os estudantes que votariam no Conselho Universitário (COUN) do dia 10 de maio, pela suspensão do calendário. Qual não foi a surpresa generalizada quando o reitor da UFPR, Prof. Dr. Ricardo Marcelo Fonseca, anunciou ter recebido do Ministério Público Federal (MPF) uma recomendação sugerindo que mudasse a reunião deliberativa do COUN sobre a suspensão do calendário para reunião  meramente consultiva. Isso causou uma forte controvérsia, que envolveu os conselheiros, que questionaram o poder do MPF de fazer recomendação que suspendesse o poder de decisão do Conselho Universitário, o qual expressa a autonomia universitária garantida pelo artigo 207 da Constituição Federal. O reitor e alguns conselheiros contra-argumentaram dizendo que poderia haver penalidades aos membros do COUN que não acatassem a recomendação do procurador Robson Martins, do MPF, inclusive com penalidade financeira dos seus salários em caso de judicialização possível. Esse argumento causou uma forte pressão e medo nos conselheiros que ainda foram advertidos sobre terem de responder com seus próprios CPFs. Após uma longa e difícil discussão, o reitor colocou em votação a proposta de não deliberar sobre a suspensão do calendário naquela sessão do COUN, sendo o resultado de 35 votos pela decisão de não deliberar sobre tal suspensão e 24 votos pela decisão de deliberar sobre o assunto, com quatro declarações de votos contrariados com a decisão naquela sessão do COUN. Há, hoje, um debate bem aprofundado sobre a prática do Lawfare, que significa, entre outras compreensões, o uso de instrumentos jurídicos para atemorizar os adversários. E é isso que temos que discutir nesse caso.  A administração da UFPR, que inclui seu reitor mas também seu Conselho Universitário, não precisa se submeter à vontade de um Procurador, já  que isso viola o artigo 207 da Constituição Federal, o qual garante a autonomia administrativa, didática, pedagógica e financeira das universidades. O que nos parece, salvo melhor juízo, é que o ato praticado, a partir da ameaça do MPF, implicou Lawfare, e gerou um grave atentado à autonomia do COUN, que não pôde deliberar sobre matéria de sua exclusiva competência constitucional. A decisão tomada no COUN também acabou se refletindo na greve, a qual, apesar de legal, teve uma indevida interferência externa, configurando-se em uma explícita ação antissindical, que também desrespeita a Constituição, em seu artigo 9º. O movimento paredista respeitou todas as exigências da Lei de Greve para ser instalado em defesa dos trabalhadores da educação pública federal e, inclusive, as negociações com o governo federal estão ocorrendo normalmente sem qualquer ameaça de judicialização. Sobre o direito constitucional de greve, aliás, o MPF nada disse. Entendo também, mesmo não sendo jurista, que é possível resgatar o princípio constitucional violado convocando uma nova sessão deliberativa do COUN/UFPR, tendo como pauta a suspensão do calendário de aulas e, assim, perfilar a UFPR junto com as demais Instituições Federais de ensino superior e restaurar a paz na comunidade universitária. Fonte: Brasil de Fato (Comando Local de Greve dos Docentes – UFPR) [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 16 de maio de 2024Data de Publicação: 16 de maio de 2024 O Comando Local de Greve dos docentes convoca a comunidade para uma mobilização em solidariedade de classe às vítimas do desastre ambiental no Rio Grande do Sul. Vamos unir forças para ajudar aqueles em necessidade! 🤝💚 📦 Pontos de Arrecadação: Contribua com itens essenciais e demonstre sua solidariedade. Veja onde deixar suas doações: APUFPR Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1193 Reitoria 1) Restaurante Universitário 2) Hall de entrada do D. Pedro I 3) Hall de entrada do D. Pedro II Politécnico 1) Restaurante Universitário (RU) 2) Departamento de mecânica (bloco 4, entre G e H) 3) Geologia (bloco 6A, térreo) Botânico 1) Sociais Aplicadas Agrárias 1) Restaurante Universitário (RU) 2) DFF (Depto de Fitotecnia) 3) Prédio didático Este é o momento de mostrar nossa união e compromisso com a luta de classes, ajudando quem mais precisa. Juntos, somos mais fortes! 🙌 [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 16 de maio de 2024 Amanhã, das 9h às 18h, acontecerá o evento “Educação na Rua”, uma atividade da greve da educação federal. A concentração será na Boca Maldita, com exposições ao longo de toda a Rua XV de Novembro, em Curitiba. Este evento interinstitucional une IFPR, UFPR e UTFPR para compartilhar atividades de ensino, pesquisa e extensão que geram impactos positivos para toda a sociedade. Sua presença é fundamental para fazermos deste um evento impactante! Não perca! 🌟📚   #Educaçãofederalemgreve #GreveEducação [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 15 de maio de 2024   O Governo Federal apresentou hoje sua “proposta final” para os docentes federais. Veja como ficariam os salários reajustados no final de 2026.         Mais informações: https://apufpr.org.br/governo-apresenta-proposta-final-ao-movimento-docente/ Fonte: APUFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 15 de maio de 2024 Força da greve faz a negociação avançar, mas permanece 0% em 2024   “Proposta final” só quando as/os docentes decidirem!   Na reunião de negociação hoje o governo apresentou nova proposta. Sobre ela cabe destacar: – Manteve os índices de reajuste propostos anteriormente: 0% em 2024; 9% em 2025; 3,5% em 2026; – Aumentou o percentual dos steps entre níveis de 4,5% para 5%, de forma desigual; – A somatória dos índices de reajuste, com a alteração nos steps produzirá recomposições salariais desiguais entre as classes e níveis; – A grande maioria das classes/níveis teria reajustes finais em 2026 em torno de 13,3 a 16,7%; – O cálculo de nossas perdas salariais é de 22,71%; – O propagandeado aumento de 31,2% envolve parcela ínfima da categoria (com pouco impacto orçamentário), e tem sido usado pelo governo na mídia como narrativa para a população de que o aumento seria extraordinário. A nova proposta avançou em relação à anterior. Isso é fruto da força da greve, cujo número de universidades segue em ampliação. A importante mobilização docente em todo o Brasil tem feito o governo se comprometer a repor uma parcela maior de nossas perdas. Ao mesmo tempo, segundo essa proposta, seguiríamos com 0% em 2024, além de continuarmos acumulando perdas entre 6,01 a 9,41% (previsão oficial da inflação para o período). O governo também não apresentou, até o momento, proposta alguma de recomposição orçamentária das IFES. A proposta é bastante complexa, com desigualdade dos impactos nas várias classes e níveis. Neste momento, o Comando Nacional de Greve do Andes-SN está reunido, analisando-a detalhadamente, a fim de subsidiar a categoria com informações mais precisas. A partir desse parecer, as assembleias serão convocadas para analisar a proposta e decidir os próximos passos do movimento. Até lá, é preciso ter cautela com a propaganda exagerada do governo. Inclusive, as próprias entidades devem ter essa preocupação. A diretoria da APUFPR-SSind, sem analisar a proposta e dialogar com o Comando de Greve, publicou há pouco duas notas que reproduzem o tom propagandístico do governo. Isso foi um desrespeito em relação à categoria docente, que definiu, em assembleia, um Comando Local para dirigir a greve. As publicações e análises da greve são atribuições legítimas dessa instância, com dezenas de professoras/es dos diversos setores e campi da universidade que vêm tendo a sensibilidade e responsabilidade de analisar cuidadosamente cada novo acontecimento, além de organizar as várias atividades da greve. Deve-se evitar também reproduzir a ameaça da “proposta final”, veiculada pelo governo; uma tática comum nas negociações. Caberá às/aos docentes de todo o Brasil analisar com tranquilidade o momento da greve e da negociação e decidir, democraticamente, seus rumos em assembleias.   Comando Local de Greve dos/as docentes da UFPR   [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 15 de maio de 2024 Na manhã desta quarta-feira (15), na nova reunião da Mesa Específica e Temporária do Magistério Federal, no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, os representantes do governo apresentaram ao movimento docente a nova proposta salarial para o magistério federal. Em relação à proposta anterior, rejeitada pelo conjunto da categoria nacional, haveria mudanças na estrutura, com aglutinação das duas classes iniciais (Auxiliar e Assistente, respectivamente, A e B), que passariam a ser apenas uma classe (B) com um nível inicial pelos primeiros três anos (período do estágio probatório). Isso reduziria os níveis totais de 13 para 10. Todos os docentes ingressariam nesse nível inicial, independentemente da titulação, mantendo, obviamente, as diferenças salariais de acordo com o regime de trabalho (20h, 40h e DE) e a titulação (graduação, especialização, mestrado e doutorado). Também haveria uma alteração gradual entre os steps (diferenças entre níveis): Na questão salarial, a nova proposta não prevê reajuste em 2024. Mantém a previsão de 9% em 2025 e 3,5% em 2026. Com a aplicação dos novos steps, haveria uma aceleração dos reajustes, que acabariam sendo variáveis, de acordo com o nível na carreira. No acumulado, até o final de 2026, esses reajustes ficariam entre 12,8% e 31,2%, dependendo do nível. Os impactos seriam maiores para quem ganha menos, o que é uma reivindicação do movimento docente. Uma reivindicação atendida será a retirada da exigência de controle de ponto dos docentes EBTT. Além disso, haverá garantia da progressão e promoção sem prejuízos, desde que solicitada em até seis meses após atendidos os requisitos. Ficou firmada a data de 27 de maio como prazo final para que as entidades nacionais avaliem com suas bases e respondam. Segundo o Governo, esta é a proposta final, que será assinada com qualquer uma das entidades nacionais que aceitar os termos apresentados.       Veja abaixo como ficariam os reajustes até o final de 2026 para quem tem contrato em regime de 40 horas e Dedicação Exclusiva (DE):       O governo não apresentou os dados referentes aos docentes com regime de 20h e 40 sem DE. Mas estamos desenvolvendo os cálculos, junto com outras seções sindicais. Iremos publicá-los em breve. Entre 2023 e 2026, período referente ao atual governo, os reajustes acumulados ficariam assim:     Antes da nova proposta do Governo, as entidades nacionais de docentes federais haviam apresentado suas contrapostas, confira abaixo: – ANDES – Proifes – Sinasefe     Fonte: APUFPR   [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 15 de maio de 2024 Estamos em um momento crucial de nossa greve. O Comando Nacional de Greve (CNG) elaborou um informativo detalhado que oferece uma análise da nossa atual conjuntura política e econômica, um histórico das negociações com o governo federal, e os próximos passos que precisamos seguir. O informativo está disponível aqui e pedimos que cada um de vocês dedique um momento para a leitura e compartilhe com os colegas.     [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 15 de maio de 2024 👨‍🏫 O Deputado Estadual Renato Freitas estará conosco no dia 16 de maio, às 16h30, na UTFPR Sede Centro, em Curitiba. ✊ O evento, organizado pelo comando unificado das greves, promete ser um momento de diálogo, mobilização e cultura, com apresentações de samba, Hip Hop e grafite. 📚 Não fique de fora! Sua participação é fundamental para a mobilização em prol da educação pública de qualidade. #GreveEducaçãoFederal #Mobilização #UTFPR #LutaDocente [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 15 de maio de 2024 Após um mês da greve de docentes federais, o governo insistiu no reajuste de 0% em 2024 e não avançou em uma proposta de reestruturação da carreira do Magistério Federal, durante a quinta rodada de negociação da Mesa Específica Temporária de Carreira. A reunião ocorreu na manhã desta quarta-feira (15), no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), em Brasília (DF), com representantes das diretorias e dos Comandos Nacionais de Greve (CNG) do ANDES-SN e do Sinasefe. Enquanto isso, cerca de 150 pessoas entre docentes, técnicos e técnicas em greve se concentraram em frente ao ministério em um ato de vigília. “É greve, é greve, é greve, até o governo pagar tudo que nos deve”, “Tira a tesoura da mão e investe na educação” foram algumas das palavras de ordem entoadas pelas e pelos manifestantes, enquanto aguardavam o final da reunião. O governo mais uma vez ignorou a proposta do ANDES-SN, que defende a unificação de carreira entre docentes do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT) e do Magistério Superior (MS), estrutura de 13 níveis sem classes, progressão de carreira com aumento de 5% entre cada “step”, entre outros aspectos. O “step” é a diferença salarial recebida pela e pelo docente toda vez que progride na carreira. O secretário de Relações de Trabalho do MGI, José Lopez Feijóo, apresentou uma tentativa de reduzir as distorções entre as classes iniciais e finais da carreira vigente.  A proposta do governo indica a aglutinação das classes iniciais (A/DI e B1/DII 1 na categoria B2/DII 2). Apresenta também uma alteração gradual dos “steps” para 2025, passando de 4,0% para 4,5% para os padrões C2 a 4 e D2 a 4; e de 25,0% para 23,5% para o padrão D1 e DIV 1. Para 2026, passaria de 4,5% para 5,0% os padrões C2 a 4 e D2 a 4 e C1 em 6%; D1 e DIV 1 em 22,5%. Com isso, segundo o governo, os reajustes propostos podem variar de 13,3% a 31,2%.   A ausência de reajuste salarial para 2024 continua, conforme o governo, que destacou a falta de orçamento para este ano. Feijóo manteve os 9% em 2025 e 3,5% em 2026, já apresentados. Na reunião, a categoria docente reafirmou a defesa do índice de 22,71% (perdas acumuladas desde 2016) como horizonte de recomposição para os próximos três anos: 7,06% em 2024; 9% em janeiro de 2025; e 5,16% em maio de 2026. A mesa de negociação contou também com representantes do Ministério da Educação (MEC), que se comprometeram em tratar a pauta do controle de frequência do EBTT. A Portaria 983/20 estabelece um aumento da carga horária mínima a ser cumprida pelas e pelos docentes e institui obrigatoriamente o controle de frequência por meio do ponto eletrônico. A proposta apresentada pelo MGI aponta a retirada do controle para docentes EBTT. Em relação a Instrução Normativa 66, o governo garantiu a progressão e promoção, sem perder a retroatividade, desde que solicitado em até 6 meses após atendidos os requisitos, como proposto na mesa do dia 19 de abril. Jennifer Webb, 1ª tesoureira do ANDES-SN que esteve presente na reunião, afirmou que, nesse momento, não há como fazer um balanço da proposta do governo, pois cabe ao Comando Nacional de Greve (CNG) essa avaliação. “A posição final do governo é que, de fato, em 2024 não teremos possibilidade de reajuste. De início, ponderamos algumas questões problemáticas na proposta do governo, que é a questão dos ‘steps’ e desse reajuste que ficou entre 13,3% e 31,2%, que nós temos uma grande faixa da categoria que será atingida com um percentual menor do que estamos reivindicando, que é próximo a 22%. Temos distorções muito grandes ao longo da carreira, mas temos também que fazer a análise de que foi proposto alcançar, em maio de 2026, a linearidade dos steps em toda a carreira, portanto é algo que a gente também tem que considerar”, avaliou. A diretora do ANDES-SN ainda pontuou que outras reivindicações não puderam ser debatidas na reunião por não ser o “ambiente” para a discussão. De acordo com o governo, alguns itens deveriam ser tratados na mesa Central ou na mesa do MEC, reforçando a pulverização dos itens da pauta apresentada pelos e pelas docentes, ressaltou Webb.   No encontro, o governo disse que essa seria a última proposta e que não haveria mais espaço para negociações. Foi informado por Feijóo que a data limite para assinatura do acordo, pelas entidades da Educação, é o dia 27 de maio. Conforme a 1ª tesoureira do ANDES-SN, o representante do MGI afirmou que assinará o termo de acordo com “qualquer um”. Para Jennifer, o governo sinaliza a possibilidade de repetir a mesma postura adotada em 2012 e o prazo estabelecido pode ser entendido como uma sinalização de término de diálogo com a categoria. “Assumimos o compromisso de fazer a análise no nosso Comando Nacional de Greve, consultar nossas bases, porque elas são soberanas daquilo que vai acontecer no próximo passo dessa greve da Educação Pública Federal, sem se descolar, inclusive, do que será apresentado para os técnicos, na mesa do dia 21 de maio. Temos também esse horizonte que faz parte desse processo de negociação”, disse Jennifer. Confira aqui o documento apresentado na reunião.   A categoria docente deflagrou greve no dia 15 de abril. Desde então, mais de 50 instituições federais de ensino aderiram à paralisação. Esse movimento se soma às greves em curso das técnicas e dos técnicos em educação nas universidades federais e também à greve de docentes e TAEs dos institutos federais. No dia 21 de maio, ocorrerá mobilização das entidades da Educação durante a reunião com os e as TAEs no MGI.  Já no em 22 de maio, o funcionalismo público de todo o país soma forças à greve da Educação Federal, na Marcha das Trabalhadoras e dos Trabalhadores, também na capital federal. Fonte: ANDES-SN [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 14 de maio de 2024 COUN presencial e deliberativo já! Para deliberar sobre a suspensão do calendário Reitoria, não aceitaremos violação à autonomia universitária!   Na sessão do Conselho Universitário da última sexta (10/05) a administração da universidade e setores contrários à greve impediram que a suspensão do calendário fosse submetida à deliberação. Foi mais uma, dentre uma série de iniciativas visando deslegitimar a greve e desconsiderar seus efeitos sobre o funcionamento da UFPR, bem como obstruir o reconhecimento dos direitos de docentes, técnicos administrativos em educação (TAEs) e estudantes em greve. A primeira dessas iniciativas, encaminhadas pelo reitor, no Coun, remoto, tumultuado e ilegítimo de 30/04, foi impedir o reconhecimento pelo Conselho da paralisação estudantil na UFPR. Em seguida, em procedimento completamente estranho à história das Instituições Federais de Ensino (IFEs), a reitoria encomendou um parecer junto à Procuradoria Federal, que afronta o direito de greve e associa a suspensão do calendário à suspensão de bolsas e ao corte de salários de docentes e TAEs – associação nunca antes realizada na história das IFEs. Coincidentemente, alguns dias depois, à véspera do Coun que deliberaria a respeito da suspensão do calendário, a administração da universidade recebeu um ofício do Ministério Público Federal (MPF) recomendando o cancelamento da sessão de sexta (10/05). O documento do MPF recomenda à Reitoria que utilize o “poder de polícia” dentro da universidade, numa clara afronta à comunidade universitária e ao direito de greve. A Reitoria, abdicando da autonomia da universidade, opta por seguir a recomendação do MPF e transforma a sessão do Coun apenas em consultiva, sem poder de deliberação. Essa sessão expressou nitidamente duas posições no Conselho. A dos segmentos conservadores, antigreve, que se utilizam de um discurso legalista, supostamente técnico, para velarem suas posições ideológicas em defesa de uma universidade acrítica, passiva diante dos ataques aos direitos sociais, e subserviente em relação às intervenções, seja dos governos de plantão, seja de outras instituições. E outra posição, dentro da qual se encontra o movimento grevista, composto pela maioria da comunidade universitária, em luta pela educação e pelos serviços públicos, fazendo da autonomia universitária, contra qualquer ingerência externa, um de seus princípios fundamentais. Os segmentos conservadores reproduziram a atitude autocrática do parecer do MPF, legitimando sua postura criminalizadora da greve e da suspensão do calendário, por meio de falas ameaçadoras à comunidade universitária. Diante de tantas ameaças, a administração e os setores conservadores impediram, por ora, que a suspensão do calendário fosse pautada. A suspensão de calendário durante greves tem sido um procedimento corriqueiro há décadas nas IFEs, e nunca foram objeto de questionamento ou ação judicial. Praticamente todas as instituições com greves prolongadas suspendem o calendário acadêmico. É interessante perceber como a preocupação do MP com os “direitos” dos não grevistas (uma pequena minoria) não encontra correspondência na defesa da melhoria das condições das universidades, motivador central da greve. A atual onda judicializadora e criminalizadora da vida pública por instituições como o MPF agora ameaça se voltar contra as universidades públicas. É triste que, ao que parece, alguns dos impulsionadores dessa intervenção sejam componentes da própria universidade. Mas as universidades públicas não se curvarão. Não seremos subservientes ao MPF ou a qualquer outra instituição que tenha o objetivo de cercear a autonomia universitária. Exigimos da Reitoria que se coloque contrária à recomendação do MPF, defenda os interesses do ensino público e convoque imediatamente um COUN presencial e deliberativo a respeito da suspensão do calendário.   Não à criminalização da greve! Em defesa do direito de lutar!                Comandos de Greve da UFPR – docentes, técnicos administrativos em educação e estudantes [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 14 de maio de 2024 O Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Paraná, em reunião realizada no dia 25 de abril de 2024, vem por meio desta manifestar seu apoio integral à greve dos docentes desta instituição.   Consideramos que as reivindicações apresentadas pelo corpo docente são legítimas e essenciais para a melhoria das condições de trabalho e qualidade acadêmica. A valorização do trabalho docente é fundamental para o desenvolvimento de uma educação de qualidade, que seja capaz de contribuir de maneira significativa para o avanço científico, tecnológico e cultural do nosso país.   Reconhecemos também que a greve é um direito constitucional e um instrumento legítimo de reivindicação nas democracias. Por isso, expressamos nosso apoio às negociações justas e efetivas que atendam às demandas dos professores e professoras, essenciais para que possamos continuar a oferecer um ensino superior público, gratuito e de qualidade.   Por fim, instamos a administração da universidade e os órgãos governamentais competentes a abrir canais de diálogo eficaz e a tomar medidas concretas e urgentes para resolver a situação. Como parte da comunidade acadêmica, estamos comprometidos em buscar soluções que respeitem os direitos dos trabalhadores e promovam o fortalecimento das condições de trabalho e ensino em nossa instituição.  Assinado,  Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Educação  Universidade Federal do Paraná [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 14 de maio de 2024   A sessão do Conselho Universitário na sexta-feira (10), que iria decidir sobre a suspensão do calendário acadêmico da UFPR, manteve-se sem o caráter deliberativo, após a ingerência do Ministério Público Federal (MPF). Em defesa da autonomia universitária, o Comando Local de Greve Docente da UFPR reivindica a realização de uma nova sessão, com caráter deliberativo e, desta vez, presencial. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 13 de maio de 2024 Prorrogadas as inscrições para participar do evento “Educação Federal na Rua”. Envie a sua proposta até quarta, dia 15/05. Convidamos docentes, estudantes e técnicos a participar da ação interinstitucional de greve: “Educação Federal na Rua”. No dia 17 de maio, a partir das 9h, a Rua XV de Novembro, em Curitiba, será palco para a exposição de diversas atividades de ensino, pesquisa e extensão, atividades que são desenvolvidas em nossas instituições e que geram impactos positivos para toda a sociedade. IFPR, UFPR e UTFPR juntos pela defesa da educação pública federal e pelo diálogo com a população. Envie sua proposta. Aponte a câmera do seu celular para o QR Code no card ou inscreva-se no link: https://forms.office.com/r/DU2Und3wUj [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 10 de maio de 2024 A suspensão de calendário durante as greves têm sido um procedimento corriqueiro há décadas nas Instituições Federais de Ensino – IFEs, e nunca foram objeto de questionamento ou ação judicial. Praticamente todas as instituições com greves prolongadas suspendem o calendário acadêmico. Veja-se o caso, atualmente, dos Institutos Federais, em greve desde 03 de abril. São 78 Institutos, com mais de 530 campi em greve; a quase totalidade com o calendário suspenso. No caso das Universidades Federais, 43 em greve atualmente, como a greve é mais recente (15/04), as suspensões de calendário iniciaram-se na última semana e também vem se irradiando pelo país, com 5 universidades, atualmente, tendendo a abarcar o conjunto das instituições. Estranhamente, nos últimos dias, vêm circulando dois documentos de procuradores federais, solicitados pelas administrações do Colégio Pedro II (n. 00014/2024/NUMF/ENS-IFES/PGF/AGU) e da Universidade Federal do Paraná (n. 238/2024), interpretando a suspensão do calendário acadêmico, e a própria greve docente, como atos ilegais. Cabe salientar que esta nota e parecer são de natureza meramente opinativa, não possuindo força de lei, e assim devem ser tratados pela comunidade acadêmica. Dada a preocupação de alguns docentes com a excentricidade das interpretações nos pareceres dos procuradores federais, o movimento docente optou por solicitar dois pareceres jurídicos a respeito do assunto. Um realizado pela assessoria Jurídica Nacional do Andes-SN (AJN. Nota Técnica) e outro, realizado pela assessoria jurídica da APUFPR-SSind (Consulta pela APUFPR). Estes pareceres solicitados pelo movimento docente demonstram e corrigem os 5 principais equívocos interpretativos dos documentos das procuradorias, salientando a base legal e legítima da greve e da suspensão do calendário.   1) A suspensão do calendário não é um lockout, mas o exercício da autonomia universitária Um dos argumentos dos pareceres da procuradoria federal é de que a suspensão do calendário acadêmico configuraria uma espécie de lockout, a paralisação dos serviços pelo próprio empregador, com o objetivo de frustrar negociação ou dificultar o atendimento de reivindicações dos respectivos empregados. Entretanto, o ato de suspensão não é uma decisão deflagrada pela Administração Pública como empregador. Pelo contrário, representa uma deliberação de toda a comunidade acadêmica, na medida em que os conselhos deliberativos que aprovam a medida são formados pelo conjunto dos segmentos da comunidade institucional, local e regional, nos termos do art. 56, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n° 9.394/96). A medida está abrangida pela autonomia didático-científica, administrativa e financeira assegurada constitucionalmente às Universidades (art. 207, da CF/88), que lhes confere a capacidade de decidir as formas de desenvolvimento de suas atividades letivas, incluindo a forma de execução do calendário acadêmico. A suspensão de calendário, por óbvio, não pode ser equiparada ao lockout, a paralisação das atividades por iniciativa do empregador, medida vedada pela Lei de Greve (Lei n° 7.783/89). O órgão deliberativo e normativo máximo das Universidades é o Conselho Universitário que, em resumo, pode decidir sobre praticamente qualquer tema de natureza acadêmica dentro da instituição, máxime em relação ao seu calendário de atividades. O resultado do processo decisório do Conselho Universitário é vinculante à Universidade, eis que a deliberação desse órgão máximo é a vontade da própria Instituição, que decorre de sua autonomia, instituto reconhecido há séculos.   2) A suspensão do calendário não é a negação dos direitos dos alunos, mas sua proteção  Diferentemente do interpretado nos pareceres da procuradoria federal, a suspensão do calendário acadêmico não fere os princípios da liberdade de ensino e de aprendizado, dispostos no art. 206, II, da Constituição Federal. Em verdade, a não suspensão do calendário é que prejudicará os/as estudantes, já que os professores que não aderiram à greve farão com que o calendário seja indevidamente estendido. Nesse caso, os/as discentes teriam que participar das aulas e atividades por eles ministradas e, posteriormente, também, das aulas e atividades ministradas pelos professores que aderiram à greve. A suspensão protege estudantes de eventuais constrangimentos e práticas autoritárias sofridos em virtude da continuidade de determinadas aulas, garantindo que não sofram penalizações pelo não comparecimento às atividades que ocorram ao longo do período de greve. Outrossim, garante, também, que o calendário seja devidamente recomposto de forma uniforme com o encerramento da greve, com a observância da carga de, no mínimo, 200 (duzentos) dias letivos, nos termos do art. 47, da LDB. Dessa forma, a suspensão deve ser entendida como forma de garantir os direitos dos estudantes, protegendo-os de professores que, contrariando a decisão coletiva da categoria, insistem em, ilegitimamente, atribuir atividades aos discentes, que terão, com isso, excessivamente estendido o seu tempo de disponibilidade à universidade. Diante disso, a suspensão se configura como medida necessária e legítima desde a deflagração da greve, com o intuito de assegurar o bem-estar da comunidade acadêmica e para garantir o cumprimento das responsabilidades sociais das Universidades.   3) A suspensão de calendário não implica suspensão de bolsas Historicamente, as suspensões de calendário durante greves não implicam suspensão de bolsas de qualquer natureza. As suspensões do calendário devem sempre garantir os mecanismos de permanência dos/as estudantes, como as bolsas de monitoria, iniciação científica e extensão, bem como os auxílios de permanência. A ameaça de suspensão do pagamento de bolsas carece de fundamento legal, uma vez que não se trata de férias ou recesso acadêmico. As atividades, às quais as bolsas se vinculam, não estão sendo eliminadas, mas adiadas, visto que serão repostas. Assim como os salários não são cortados durante as greves, as bolsas tampouco podem sê-lo. Registra-se ainda que, em observância ao art. 9, da Lei de Greve, a suspensão do calendário acadêmico não implicará na suspensão de atividades essenciais das Universidades. As bolsas, independentemente da natureza, envolvem a garantia da sobrevivência de grande parte dos/as estudantes, devendo ser mantidas.   4) Suspensão do calendário não implica corte de salários Os pareceres dos procuradores argumentam que a suspensão do calendário, com a paralisação total das atividades, poderia justificar o corte de ponto e salários dos docentes e técnicos administrativos em educação – TAEs. Todavia, essas conclusões afrontam o direito constitucional à greve (art. 37, inciso VI e VII, da Constituição Federal), na medida em que a paralisação é legal, nos termos da Lei nº 7.783/89, e constitucional. Em síntese, o STF reconhece a possibilidade de tomada de medidas para suspensão do contrato (como corte de ponto, descontos salariais, etc.) em greves, salvo quando a greve se dê em razão de ato ilícito do Poder Público ou quando haja negociação para compensação dos dias parados. No caso da greve educação federal os dois aspectos estão presentes. Por um lado, a greve decidida pela categoria docente está flagrante e notoriamente fundamentada em ato ilícito perpetrado pelo Poder Público, qual seja, o descumprimento injustificado pelo Poder Executivo do art. 37, inciso X, da Constituição Federal, quanto à promoção anual da revisão geral de remuneração dos servidores públicos federais, do que decorreu a defasagem vencimental à carreira docente. Ao mesmo tempo, em todas as greves das IFEs há reposição das atividades, compensando os dias parados, o que também exclui a possibilidade de corte de ponto e salários.   5) As greves na educação não são obrigadas a manter um percentual mínimo de funcionamento dos serviços Os Pareceres também alegam que a suspensão do calendário em razão da greve resultaria em violação ao art. 9, § 1º, da Constituição Federal, posto que paralisaria o serviço público do ensino, indicando a Procuradoria Federal que tal serviço seria essencial. Ora, realmente, todo serviço público apresenta grande importância e é de interesse geral da sociedade que seja continuado. Todavia, para fins do exercício legítimo do direito de greve, os serviços de educação não estão previstos no rol do art. 10 da Lei nº 7.783/89, que define os serviços essenciais, e que devem ser parcialmente mantidos em caso de paralisação, como é o caso dos serviços de saneamento básico, de energia elétrica, de saúde, de telecomunicações, dentre outros. Diante disso, tendo em vista que o direito à greve está sendo exercido dentro das normas previstas pela Lei nº 7.783/89, não há fundamento para que a Autoridade Administrativa se oponha à suspensão do calendário acadêmico sob o fundamento de que se estaria paralisando um serviço público essencial, quando a própria legislação federal não prevê a educação no rol de “serviços ou atividades essenciais” para fins de greve, e nem poderia, sob pena de se criar um óbice ao direito constitucional de greve no serviço público. Desse modo, percebe-se que os dois documentos da procuradoria federal apresentam conclusões que afrontam o direito constitucional à greve (art. 37, inciso VI e VII, da Constituição Federal), exercido nos moldes previstos pela Lei nº 7.783/89, e motivada por ato ilícito perpetrado pelo Poder Público, qual seja, o descumprimento injustificado do art. 37, inciso X, da Constituição Federal, do que legitima manifestação do COUN a respeito de suspensão do calendário acadêmico.   Por fim, o Ministério Público Federal… Além desses documentos, nesta quinta (09), à véspera da sessão do Conselho Universitário que deliberaria a respeito da suspensão do calendário, a administração da universidade recebeu um ofício do Ministério Público Federal (MPF) recomendando o cancelamento da sessão. Sob o argumento de “proteção aos direitos individuais” dos não grevistas, o documento do MPF recomenda à Reitoria que utilize o “poder de polícia” dentro da universidade para garantir que “a matrícula e quaisquer outra (sic) atividades acadêmicas realizadas por professores e alunos não sejam invalidadas – mesmos aquelas não ligados (sic) estritamente a docência –, por conta da deflagração da greve dos professores e técnicos”. É interessante perceber como a preocupação do MPF com os “direitos” dos não grevistas (uma pequena minoria) não encontra correspondência na defesa dos direitos legítimos não somente dos grevistas, mas do conjunto da comunidade universitária. Nenhuma palavra do MPF sobre as defasagens salariais, a degradação das IFEs, seu desfinanciamento, a piora da permanência estudantil, com aumento da evasão – todos motivadores das reivindicações da greve. Nenhuma palavra sobre os/as estudantes terem que assistir aulas de não grevistas agora, durante a greve e, depois, aulas de reposições dos grevistas, ao fim da paralisação, sendo obrigados a estender seu tempo de dedicação à universidade. Temos visto nos últimos anos as consequências da interferência autoritária e criminalizadora de instituições como o MPF na vida pública. Agora, a onda judicializadora e criminalizadora se volta contra as universidades públicas. Não podemos admitir que UFPR, incluindo sua administração, seja subserviente ao MPF ou a qualquer outra instituição que tenha o objetivo de cercear a autonomia universitária. Cabe à Reitoria se posicionar contrariamente à recomendação do MPF, defendendo os interesses do ensino público, e convocando imediatamente um COUN presencial e deliberativo a respeito da suspensão do calendário acadêmico. – parecer da Assessoria Jurídica Nacional – parecer da assessoria jurídica da APUFPR Comando de Greve dos Docentes da UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 9 de maio de 2024 A suspensão de calendário durante greves tem sido um procedimento corriqueiro há décadas nas Instituições Federais de Ensino – IFEs, e nunca foi objeto de questionamento ou ação judicial. Praticamente todas as instituições com greves prolongadas suspendem o calendário acadêmico. Veja-se o caso, atualmente, dos Institutos Federais, em greve desde 3 de abril. São 78 Institutos, com mais de 530 campi em greve; a quase totalidade com o calendário suspenso. No caso das Universidades Federais (há 43 paralisadas atualmente), como a greve é mais recente (15/4), as suspensões de calendário iniciaram-se na última semana e também vêm se irradiando pelo país. São 5 universidades atualmente, mas há tendência de crescimento. Há alguns dias, a comunidade da UFPR foi tomada de surpresa com o parecer encomendado pela Reitoria junto à Procuradoria Federal, que afronta o direito de greve e a autonomia universitária, buscando associar a suspensão do calendário com a suspensão de bolsas e o corte de salários de docentes e TAEs – associação nunca antes realizada. Coincidentemente, hoje, à véspera do Conselho Universitário que deliberaria a respeito da suspensão do calendário, a administração da universidade recebeu um ofício do Ministério Público Federal (MPF) recomendando o cancelamento da sessão do Coun desta sexta (10). Sob o argumento de “proteção aos direitos individuais” dos não grevistas, o documento do MPF recomenda à Reitoria que utilize o “poder de polícia” dentro da universidade para garantir que “a matrícula e quaisquer outra (sic) atividades acadêmicas realizadas por professores e alunos não sejam invalidadas – mesmos aquelas não ligados (sic) estritamente a docência –, por conta da deflagração da greve dos professores e técnicos”. É interessante perceber como a preocupação do MPF com os “direitos” dos não grevistas (uma pequena minoria) não encontra correspondência na defesa dos direitos legítimos não somente dos grevistas, mas do conjunto da comunidade universitária. Nenhuma palavra do MPF sobre as defasagens salariais, a degradação das IFEs, seu desfinanciamento, a piora da permanência estudantil, com aumento da evasão – todos motivadores das reivindicações da greve. Nenhuma palavra sobre os/as estudantes terem que assistir aulas de não grevistas agora, durante a greve, e, depois, aulas de reposições dos grevistas, ao fim da paralisação, sendo obrigados a estender seu tempo de dedicação à universidade. Temos visto nos últimos anos as consequências da interferência autoritária e criminalizadora de instituições como o MPF na vida pública. A Lava-jato e o golpe jurídico-parlamentar de 2016 ainda não foram esquecidos. Agora, a onda judicializadora e criminalizadora se volta contra as universidades públicas. Mas não nos curvaremos. Nós, as universidades públicas, que enfrentamos, nos últimos anos, a gestão neofascista, o negacionismo científico, o ataque aos direitos sociais, trabalhistas e às liberdades democráticas, não seremos subservientes ao MPF ou a qualquer outra instituição com objetivo de cercear a autonomia universitária. E também não admitiremos que a administração da universidade o seja. Exigimos da Reitoria que se coloque contrária à recomendação do MPF, defenda os interesses do ensino público, e convoque imediatamente um COUN deliberativo tendo na pauta a suspensão do calendário.   Reitoria, não aceitaremos violação à autonomia universitária! Não à criminalização da greve! Todos ao pátio da Reitoria amanhã (sexta, 10/05) 13h30, em defesa do direito de lutar!   Comandos de Greve da UFPR – docentes, técnicos administrativos em educação e estudantes [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 9 de maio de 2024 Com pesar, comunicamos o falecimento da professora aposentada Itamar Mazza de Farias. Ela se formou em Pedagogia pela UFPR, obteve seu mestrado em Educação na mesma universidade e completou seu doutorado em Educação na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Atuou no Departamento de Planejamento e Administração Escolar (Deplae) entre 1981 e 1995, seguindo depois para a Universidade Tuiuti do Paraná. O velório acontece hoje (9), no Parque Jardim da Saudade, em Pinhais, até às 16h. Manifestamos nossa solidariedade a todos os parentes e amigos neste momento difícil.   [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 9 de maio de 2024 A greve dos docentes federais chegou à sua quarta semana. Até o momento, professores de 51 instituições aprovaram a paralisação das atividades, sendo 39 universidades federais, 6 institutos federais e 2 Cefets da base do ANDES e 4 instituições da base do Proifes. Além disso, há 4 universidades federais com indicativo para início da greve neste mês. Na quarta-feira (8), o presidente Lula afirmou que uma nova proposta deve ser apresentada aos sindicatos que representam os servidores federais da educação. Essa proposta está sendo debatida pelas equipes do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI). O próprio ministro da Educação, Camilo Santana, confirmou essa informação hoje (9).   Pauta salarial Apesar de a proposta apresentada em 19 de abril (9% em 2025 e 3,5% em 2016), após o início da greve nacional, significar um avanço em relação à proposta inicial (que previa 4,5% em 2025 e 4,5% em 2026), ainda assim foi considerada insuficiente pelo conjunto do movimento docente, que reivindica três parcelas de 7,06% em 2024, 2025 e 2026. Para a categoria, o reajuste zero em 2024 é inaceitável. Os interlocutores do Governo Federal com o movimento sindical alegam falta de disponibilidade orçamentária. Segundo palavras da ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos, “é uma decisão política e fiscal” que precisa ser acertada internamente no governo. Isso porque há vários elementos em disputa. Um dos fatores é o chamado “arcabouço fiscal”, que, apesar de flexibilizar as perversas regras do antigo “teto de gastos” aprovado no governo Temer, impôs limites às despesas do Governo em 2024. Outro elemento é a política de “déficit zero”, defendida pelo ministro da Economia, Fernando Haddad, que restringe os investimentos e os gastos do governo, para “balancear” as contas públicas. Outro aspecto crucial é a disputa pelo Orçamento da União. Entre atender aos interesses dos diversos setores que compõem a diversificada base de apoio no Congresso Nacional, incluindo o volátil e oportunista Centrão, equilibrar os desejos dos distintos grupos políticos e econômicos presentes na sociedade, responder às necessidades da população e valorizar os servidores públicos que, ao combater o extremismo e defender as universidades públicas e a Democracia, apoiaram massivamente sua campanha, o Governo não tem dado o devido reconhecimento ao funcionalismo federal. Esse é o sentimento generalizado que vem causando mal-estar no serviço público federal.   Há recursos? De acordo com estudos do DIEESE, entre setembro de 2016 e dezembro de 2023, a inflação acumulada foi de 42,99%. Nesse mesmo período, os reajustes salariais dos docentes das universidades federais, resultantes da greve de 2015 (implementados entre 2017 e 2019) e o aumento de 9% concedido em 2023 no atual governo, somaram 25,28%, levando a uma perda salarial de 14,14%. Com as projeções de inflação de 3,87% para 2024 e 3,5% para 2025, o déficit entre setembro de 2016 e dezembro de 2025 deve alcançar 22,71%. Para combater essa defasagem é que foi formulada a proposta do movimento docente nacional de reajuste em três parcelas de 7,06%, calculado com base na média geométrica (cálculos financeiros, não aritméticos). Em 9 de abril, a Câmara dos Deputados aprovou a flexibilização de R$ 15 bilhões no limite de gastos do Governo Federal para 2024. Ontem (8), o Senado, para garantir esse montante, aprovou a recriação do seguro de trânsito DPVAT. No entanto, tais medidas parecem atender mais aos interesses próprios dos políticos. Em janeiro, o presidente Lula havia vetado R$ 5,6 bilhões em emendas no Orçamento de 2024, mas agora os parlamentares buscam restaurar parte desses valores (R$ 3,6 bilhões), que se somarão aos R$ 47,5 bilhões já destinados a eles mesmos. Ainda assim, há margem para aplicar o reajuste salarial dos servidores da educação federal já em 2024. Além disso, ministros têm afirmado que um reajuste em 2024 dependeria do aumento da arrecadação. E isso vem acontecendo. Neste ano, por exemplo, o país vem batendo mensalmente recordes de arrecadação. Entre janeiro e março, o aumento foi de 8,36%. É o melhor resultado na série histórica, iniciada em 1995. A estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) é de 2,2% neste ano.   E a carreira? O ANDES e o SINASEFEE reivindicam uma carreira unificada entre o ensino básico, técnico e tecnológico (EBTT) e o magistério superior (MS), com uma estrutura composta de 13 níveis, sem classes, e uma progressão com correspondência de 5% entre cada step, e progressão até o topo, independentemente da titulação, entre outros aspectos. Outra reivindicação é a elevação do piso salarial da categoria, que está abaixo do valor determinado pela Lei do Piso Nacional da educação básica. Nesse sentido, dada a fragmentação da atual carreira, o movimento docente da base do ANDES considera que não seria aplicável uma malha salarial sobre a estrutura atual. Mesmo assim, o Governo propôs alteração na carreira atual, mas apenas para os steps C2 a C4 (adjunto) e D2 a D4 (associado), que passariam de 4% para 4,5%.   Orçamento das IFES Outra reivindicação dos servidores da educação federal é a recomposição do orçamento das instituições federais de ensino, que sofreram forte estrangulamento nos governos Temer e, principalmente, Bolsonaro. Segundo estudos da ANDIFES, entidade composta por reitores das universidades federais, seriam necessários R$ 2,5 bilhões adicionais somente para o custeio básico neste ano. Se em 2013 foram aplicados R$ 16,1 bilhões (valores atualizados pelo IPCA), em 2023 foram executados apenas R$ 8,1 bilhões. O movimento também reivindica a retomada da política de investimento nas instituições federais de ensino. Embora os R$ 264 milhões aplicados em 2023 para obras, reformas, ampliações, aquisição de equipamentos e expansões sejam ligeiramente maiores do que o que foi aplicado pelo governo Bolsonaro, ainda ficaram muito longe do patamar de 10 anos atrás, que foi de R$ 4,36 bilhões.   Outras reivindicações O governo propôs reajustes nos benefícios (auxílio-alimentação, de R$ 658 para R$ 1.000); auxílio-creche, de R$ 321 para R$ 484,90 e de até 51% no valor per capita, dependendo da faixa de idade e renda. O movimento docente nacional indicou que essa proposta deve ser implementada pelo governo já em maio, mas que ainda não contempla a reivindicação da categoria, que é a equiparação de benefícios com os demais Poderes. Por exemplo, no Judiciário o auxílio-alimentação é de R$ 1.393,10, o auxílio-saúde é de R$ 579,39 e o auxílio-creche é de R$ 1.178,82. Além disso, no caso dos docentes, o auxílio-alimentação e o auxílio-creche não contemplam os aposentados. Outra proposta do governo é a alteração da Instrução Normativa 66/2022, para que os docentes não tenham perdas financeiras no tempo de interstício para progressão e promoção, desde que realize o pedido em até 6 meses após cumprir os requisitos. Já o movimento docente reivindica o fim da limitação das promoções e progressões funcionais e das progressões múltiplas (aqui na UFPR, tivemos que conquistar isso pela via judicial), com a garantia de pagamento retroativo à data de aquisição do direito. Fonte: APUFPR   [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 8 de maio de 2024 O Comando Local de Greve Docente – UFPR expressa sua profunda gratidão pela solidariedade demonstrada pela comunidade acadêmica da nossa instituição e outras pessoas, que atenderam ao chamado e trouxeram sua contribuição.  Em apenas um dia de ação, conseguimos arrecadar uma quantidade incrível de doações, que foram transportadas de caminhão até o Rio Grande do Sul. Lá, os itens serão distribuídos à população, que enfrenta a maior catástrofe climática da história do estado. Além de materiais de primeira necessidade, como itens de higiene pessoal, centenas de litros de água, fraldas, roupas e outros produtos também foram coletados.  Agradecemos profundamente pelo apoio e comunicamos que iremos ampliar nossas ações de solidariedade. Para isso, vamos espalhar pontos de coleta em diversos campi da UFPR, facilitando as doações.   #juntospeloRS  #solidariedade [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 8 de maio de 2024 [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 8 de maio de 2024 Considerando o questionamento, derivado de pronunciamento de um dos membros do Conselho Universitário, em reunião do dia 30 de abril de 2024, sobre os pareceres da Comissão de Ética do Comando Local de Greve Docente da Universidade Federal do Paraná (UFPR), informamos que os Serviços Essenciais são aqueles cuja paralisação trará danos ou perdas irreversíveis à instituição, à comunidade universitária ou à sociedade.  Nesse sentido, as solicitações estão sendo analisadas caso a caso. Tomando isso por base, a Comissão, até o dia 06 de maio, analisou 141 pedidos, dos quais 67% foram deferidos, 18% indeferidos e 15% foram pedidos de informação ou tiveram outro encaminhamento. Destaca-se que as solicitações para a continuidade das atividades na universidade demonstram o respeito e a adesão ao justo movimento de greve e sua organização. Comando Local de greve docente-UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 8 de maio de 2024 A diretoria da APUFPR esteve em Brasília nesta semana, articulando o apoio de lideranças do Congresso Nacional às pautas dos servidores federais da educação – que estão em greve -, para que as negociações sobre a campanha salarial 2024 com o Governo Federal avancem de forma mais acelerada. Na segunda-feira (6), a presidenta do sindicato, Prof. Andréa Stinghen, e o tesoureiro-geral, Prof. José Marcelo Rocha Aranha, se reuniram com a deputada federal paranaense Gleisi Hoffmann, presidente do partido do governo (PT), buscando apoio da bancada federal para as reivindicações da categoria. A reunião também contou com a participação do Prof. Jailton Lira, presidente da Adufal, e da Prof. Maria Rosaria Barbato, presidenta do APUBH, além do vereador curitibano Angelo Vanhoni. Na terça-feira (7), os dirigentes se encontraram com o líder do partido do governo na Câmara dos Deputados, deputado federal Odair Cunha (PT-MG), e com o deputado federal Pedro Uczai (PT-SC), coordenador do Núcleo de Educação do PT. Em outra reunião, com o deputado federal Rogério Correia (PT-MG), coordenador da Frente Parlamentar pelo Serviço Público, discutiram estratégias para fortalecer a mobilização em torno das demandas dos docentes. Para a direção da APUFPR, o apoio de importantes lideranças do Congresso fortalece as lutas dos docentes, que estão em greve por reajuste salarial, direitos e a recomposição do orçamento das instituições federais de ensino.         [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 8 de maio de 2024 Como parte do calendário de atividades da greve da educação federal, um evento interinstitucional unirá as comunidades do IFPR, da UFPR e da UTFPR.  No dia 17, a partir das 9h, a Rua XV de Novembro, em Curitiba, será palco do “Educação Federal na Rua”. Iremos compartilhar atividades de ensino, pesquisa e extensão que são desenvolvidas em nossas instituições e geram impactos positivos para toda a sociedade. A proposta é nos unirmos em um grande mutirão na rua para buscar o diálogo significativo com a população. A presença de muitas pessoas é fundamental para construirmos um evento impactante. Por isso, convidamos toda a comunidade acadêmica – técnicas(os), estudantes e docentes – para se juntar a essa atividade. Aponte a câmera do seu celular para o QR Code no card ou inscreva-se no link: https://forms.office.com/r/DU2Und3wUj O prazo para inscrições vai até o meio-dia de 13 de maio.   [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 7 de maio de 2024 O Comando Local de Greve Docente da UFPR convida toda a comunidade acadêmica para as atividades do Dia Nacional de Luta em Defesa das Universidades, Institutos e Cefets na próxima quinta-feira (9). Às 19h, no Bar da APUFPR, teremos apresentação da tradicional roda do “Samba do Sindicatis”. Venha celebrar a unidade das trabalhadoras e trabalhadores da educação federal e a força da greve nacional, que cresce a cada semana com novas adesões. A música é uma poderosa expressão de luta e resistência, e este será um espaço para recarregar energias, estreitar laços e trocar ideias enquanto desfrutamos de deliciosos petiscos de boteco. Vamos nos reunir para fortalecer nossa mobilização e renovar o espírito de luta em defesa dos nossos direitos e de uma universidade pública, gratuita e de qualidade. O Bar da APUFPR fica na sede do sindicato, localizado na R. Dr Alcides Vieira Arcoverde, 1193, no bairro Jardim das Américas. Solidariedade E que tal combinar o espírito de luta com uma ação de solidariedade? A sede da APUFPR é ponto permanente da ação do Comando de Greve Docente – UFPR para coleta de produtos que serão enviados à população do Rio Grande do Sul. O estado enfrenta a maior catástrofe climática de sua história. Por isso, venha e traga uma doação (as necessidades emergenciais são produtos de higiene, água, roupas – inclusive roupas íntimas -, meias, cobertores, roupas de cama e água).   #Educaçãofederalemgreve #greve #UFPR   Fonte: Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 7 de maio de 2024 A assessoria jurídica da APUFPR emitiu parecer que contraria a tese do Gabinete dos Procuradores Federais, vinculado à Reitoria da UFPR, sobre a “impossibilidade” de o Conselho Superior suspender o calendário acadêmico devido à greve.   Entenda O procurador-chefe da Procuradoria Federal (PF) da UFPR, atendendo a uma consulta da Reitoria, apresentou a tese da impossibilidade de suspensão do calendário, além da necessidade de suspensão do pagamento das bolsas de pesquisa, ensino, extensão e monitoria, mantendo apenas as bolsas de assistência estudantil. Essa tese baseou-se em uma nota da Procuradoria Federal – Núcleo de Matérias Finalísticas da AGU (PGF-AGU), que havia respondido ao Colégio Pedro II (uma instituição federal) com os mesmos argumentos. No entanto, segundo a assessoria jurídica da APUFPR, ambos os pareceres (PGF-AGU e PF-UFPR) ferem o direito de greve, estabelecido no artigo 37 da Constituição Federal, pois a paralisação dos servidores federais tem base legal, já que o Poder Executivo federal está cometendo ato ilícito ao descumprir o inciso X do artigo 37, que garante “revisão geral anual, sempre na mesma data e sem distinção de índices”. Esse é um critério fundamental para o reconhecimento da legalidade da greve, inclusive pela jurisprudência no Supremo Tribunal Federal (STF). Assim, caso o Conselho Universitário da UFPR aprove a suspensão do calendário acadêmico, estaria tomando uma decisão legalmente amparada e atendendo aos pressupostos da Lei 7.783/1989, visto que o direito de greve no serviço público nunca foi regulamentado por lei específica.   Suspensão do pagamento O acórdão do julgamento do Recurso Extraordinário nº 693.456 do STF estabelece que há dois motivos que impedem o poder público de cortar o salário dos servidores grevistas, ambos aplicáveis às instituições federais de ensino: Assim, cumpridos os dois requisitos, não há razões para suspender a relação funcional entre o servidor e a administração. Isso comprova, novamente, a legalidade da greve e sustenta a possibilidade de suspensão do calendário acadêmico. Entretanto, a Procuradoria Federal na UFPR falha ao não observar esses dois fatores, argumenta que a suspensão do calendário poderia gerar a suspensão dos contratos de trabalho e, consequentemente, do pagamento dos salários. Além disso, erra ao afirmar que a educação seria um “serviço público essencial” e não poderia paralisar as atividades, uma afirmativa que também não tem amparo legal. Por fim, a assessoria jurídica da APUFPR afirma categoricamente que não há qualquer ilegalidade em uma possível deliberação do Conselho Universitário da UFPR para a suspensão do calendário acadêmico, com base na autonomia universitária, garantida pelo artigo 207 da Constituição. Este artigo concede às universidades federais a prerrogativa de deliberar sobre decisões acadêmicas, incluindo o calendário da instituição. Leia aqui o parecer da assessoria jurídica na íntegra. Fonte: APUFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 7 de maio de 2024 A nova sessão do Conselho Universitário (COUN) da UFPR, que debaterá a suspensão do calendário acadêmico, está marcada para a tarde da próxima sexta-feira (10). As três categorias da UFPR (docentes, técnicos administrativos e estudantes), que estão em greve, se reunirão a partir das 13h30, na tenda instalada no pátio da Reitoria.  A reivindicação foi aprovada pela Assembleia Comunitária no dia 24 de abril e conta também com o apoio da maioria das coordenações dos cursos de graduação e dos programas de pós-graduação.  No dia 30 de abril, a sessão online do COUN que debateria esse tema foi suspensa por causa de “problemas de instabilidade no sistema” (segundo a Reitoria), que dificultaram o acesso de alguns conselheiros e teriam permitido a invasão de centenas de pessoas, situação que ainda precisa ser investigada.   Solidariedade Dando continuidade às ações solidárias do Comando Local de Greve Docente – UFPR em apoio à população do Rio Grande do Sul, que sofre com a maior catástrofe climática da história do estado, haverá um ponto de coleta de doações de produtos na sexta-feira, na tenda do pátio da Reitoria.  Venha para a luta e traga sua contribuição. As necessidades emergenciais são materiais de higiene, água, roupas – inclusive roupas íntimas -, meias, cobertores, roupas de cama e água.     Fonte: Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 6 de maio de 2024 O Comando Local de Greve Docente da UFPR e o Núcleo de Estudos e Pesquisas Sobre o Ensino de Filosofia (NESEF) convidam a comunidade acadêmica para um debate crítico sobre os “mitos do déficit e da dívida pública” e suas implicações para os gastos públicos. A atividade será realizada no próximo sábado (11), às 10h, na tenda do pátio da Reitoria. O professor Fabiano Abranches Silva Dalto, do Departamento de Economia e do Programa de Pós-graduação em Políticas Públicas (4P), será o debatedor principal. Ele discutirá a realidade da dívida pública e os efeitos da política de “déficit zero” sobre os investimentos sociais. Além disso, abordará, através da lente da teoria monetária moderna, o papel que a dívida pública desempenha no desenvolvimento nacional. Será um momento importante para que possamos refletir sobre como essas questões (e as decisões decorrentes delas) impactam o financiamento do ensino superior e das áreas de ciência e tecnologia, no presente e no futuro. A atividade será aberta a toda a comunidade acadêmica. Fonte: Comando Local de Greve Docente – UFPR   [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 5 de maio de 2024 Urgente! Nesta segunda (06/05) As pessoas atingidas pelas inundações no RS estão precisando de nossa solidariedade de classe. Um caminhão do DCE da UFRGS arrecadando doações está vindo do Rio de Janeiro e passará por Curitiba na próxima terça. Convocamos docentes, técnicos e estudantes da UFPR a realizarem doações de produtos de higiene, água, roupas (inclusive roupas íntimas), meias, cobertores e roupas de cama nos seguintes endereços: APUFPR – R. Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1193 – Jardim das Américas, das 09h às 20h Sinditest-PR – Av. Agostinho Leão Junior, 177 – Centro, das 09h às 20h Atenção! A doação precisa ser feita nesta segunda (06/05) Ação de solidariedade da greve da UFPR   Comandos de Greve de Docentes, Técnicos administrativos em Educação e Estudantes APUFPR-SSind Sinditest-PR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 3 de maio de 2024 Foi convocado um CEB extraordinário para as 18h-22h de ontem para definir como seriam os votos dos representantes discentes no COUN sobre a suspensão do calendário. Mas antes um pouquinho de contextualização… No último COUN todos os representantes do conselho votaram contra a posição dos estudantes no primeiro ponto de pauta, e havia um acordo que as pautas seriam votadas em 50/50, pois no forms de coleta de informações houve empate de 23×23 dos cursos. Acontece que depois descobrimos que na verdade foram coletadas 49 respostas e algumas foram omitidas, também houve votos fraudados, entre outros problemas, por isso a convocação do CEB de modo extraordinário. Durante esse CEB extraordinário pautamos a suspensão, a necessidade de realização do COUN presencial e a denúncia de que a administração da universidade tem colocado a base de estudantes contra estudantes enquanto esses lutam pela melhoria da universidade, mas que os representantes da C7, da antiga gestão do DCE e outros alunos, talvez até mesmo conselheiros, estavam reunidos em um bar horas depois do COUN ser suspenso com o Reitor Ricardo Marcelo discutindo segredinhos. Esse CEB definiu a posição dos alunos pela posição vencedora e não por proporcionalidade. E a posição pela suspensão do calendário ganhou por 30×27 e espera-se que todos os 9 votos dos representantes discentes no próximo COUN sejam em apoio a suspensão, conforme o acordado. Fonte: Comando de greve dos estudantes da UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 2 de maio de 2024 [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 2 de maio de 2024 Na última terça (30/04), ocorreu Conselho Universitário (Coun) que discutiria o apoio às reivindicações da greve unificada da educação federal (de docentes, técnicos administrativos em educação – TAEs e estudantes) e a suspensão do calendário acadêmico na UFPR. Contrariando a solicitação dos Comandos de Greve dos três segmentos, a reitoria realizou o Coun em regime completamente remoto, com a justificativa de segurança e de que as discussões teriam mais qualidade que no formato presencial. O resultado todos conhecem. A sessão foi um festival de falas inaudíveis, obstruções de acesso para conselheiros e convidados, dificuldades técnicas com microfones e câmeras, restrição de manifestações em defesa da greve etc. No momento da leitura da moção submetida pelo Comando Unificado de Greve dos três segmentos, texto com o qual a reitoria havia manifestado concordância, uma “jogada surpresa”. O reitor, durante a leitura, sem informar o plenário, altera a redação original, excluindo o termo “paralisação”. Após ser questionado, argumenta que caberia ao Coun reconhecer a existência de mobilização, mas não de paralisação estudantil. Seguiu-se uma votação questionável: com vários conselheiros sem conexão ou áudio; alguns votando contrariamente ao contexto de seus cursos/setores (nos quais os estudantes deliberaram e constroem paralisações); conselheiros ilegítimos etc. No caso da representação estudantil (9 votos), a ilegitimidade beira o absurdo. Integrantes da Comissão Eleitoral 2024/2025 (COE) do DCE assumiram a posição de conselheiros na própria sessão (as cadeiras estavam vagas há meses), sem deliberação por Conselho de Entidades Base, procedimento não amparado por nenhuma normativa da UFPR ou do DCE. “Coincidentemente”, todos os conselheiros discentes ilegitimamente empossados votaram na posição defendida pela reitoria, ou seja: contra o reconhecimento da legitimidade das reivindicações da paralisação estudantil (processo que já envolve pelo menos 18 cursos da UFPR). Como se não bastasse, a própria base conservadora, aliada da reitoria, contrária à greve estudantil e à suspensão do calendário, entrou com centenas de pessoas e promoveu um tumulto, com agressões no chat e obstruções ao funcionamento da reunião. A desculpa perfeita para o reitor interromper abruptamente a sessão, desrespeitando o direito à manifestação de conselheiros e convidados, e adiando a decisão sobre a suspensão do calendário. Em nota publicada nas redes, a Reitoria afirma que insistirá em sessões remotas nos Conselhos, mesmo após essa demonstração deprimente de ausência de democracia e ineficiência. O Comando de Greve Unificado (de docentes, TAEs e estudantes) reitera a defesa histórica da democracia universitária, com conselhos presenciais e abertos à participação da comunidade universitária. Seguiremos na luta cotidiana em defesa da educação pública, e convidamos todos/as/es a reforçarem espaços realmente democráticos e legítimos: assembleias, reuniões e atividades de greve; espaços de solidariedade e democracia direta, voltados à conquista de condições dignas de trabalho, estudo e convívio comunitário.   Comandos de Greve da UFPR – docente, de TAEs e estudantes [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 2 de maio de 2024 [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 30 de abril de 2024 Argentina em abril, em uma demonstração massiva em defesa das universidades públicas. A Marcha Universitária Nacional marcou a maior manifestação contra o governo extremista de Javier Milei desde sua posse, em dezembro do ano passado.  As manifestações ocorreram em um momento em que as universidades públicas argentinas enfrentam severos cortes orçamentários e políticas de ajuste fiscal que ameaçam sua autonomia e qualidade. O que está acontecendo na Argentina, neste momento, é algo praticamente inédito. Diferentemente dos ataques que as elites brasileiras, seus políticos e apoiadores (incluindo a imprensa tradicional) sempre fizeram contra as universidades públicas brasileiras, com o objetivo de fomentar a privatização dessas instituições, na Argentina, os ataques nunca foram comuns, especialmente após o fim da ditadura (que durou de 1976 a 1983).   Por que é diferente lá? Na Argentina, existe uma compreensão maior quanto ao papel central e histórico das universidades públicas na sociedade e há, inclusive, uma forte tradição de protestos em defesa da educação pública.  O país possui uma população de 46 milhões de pessoas, sendo que 2 milhões estudam em cerca de 70 universidades públicas (equivalente a 86% do total). Não há vestibular nem restrição de vagas. Já o Brasil, tem aproximadamente a mesma quantidade de estudantes em instituições de ensino superior públicas (nas diferentes esferas), mas nossa população é 4 vezes maior. Ou seja, proporcionalmente, há 4 vezes mais estudantes em universidades públicas lá do que aqui. Na Argentina, as universidades públicas são vistas não apenas como centros de ensino, mas também como espaços críticos de resistência política e social. Isso reflete um profundo valor cultural atribuído à educação pública e sua função na promoção de uma sociedade mais justa e igualitária.  Já no Brasil, a percepção é bem diferente. As elites daqui têm uma relação mais ambígua com a educação pública: embora abandonem o ensino básico e o fundamental, reconhecem a qualidade das universidades públicas (estaduais e federais). Ao mesmo tempo, essas mesmas elites (e agora, os setores extremistas, que passaram a ditar os rumos das disputas políticas no Brasil) atacam sistematicamente as instituições públicas de ensino superior. Isso acontece por questões ideológicas. As elites brasileiras são consideradas uma das mais mesquinhas e egoístas do planeta. Tanto é que o Brasil é um dos países com maior concentração de renda do mundo: 14ª posição, segundo análise dos coeficientes de Gini pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em 2023. E essas mesmas elites sabem que das universidades públicas vem a maior resistência contra as políticas de perpetuação da desigualdade, e que essas instituições fomentam debates que atingem os interesses das classes dominantes. Além disso, nas universidades públicas, o estímulo ao pensamento crítico é um princípio, o que ameaça os setores que desejam que tudo sempre permaneça como está (isto é, sempre favorável a eles). Recuperar a opinião pública Os ataques constantes às universidades públicas brasileiras distorcem a percepção de grande parte da população sobre o papel que essas instituições desempenham no desenvolvimento do país.  Ao mesmo tempo, a maioria das universidades públicas falha no diálogo com a população e tem muitas dificuldades para mostrar seu valor à sociedade.  É preciso reverter esse problema histórico, inclusive para que as lutas da comunidade acadêmica, especialmente em momentos de greve, sejam acolhidas e apoiadas pela população. Fonte: Apufpr [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 30 de abril de 2024 Hoje, 29 de abril, marca o nono aniversário de um dos episódios mais sombrios na história recente do Paraná: o massacre do Centro Cívico. Em 2015, uma manifestação pacífica de professores e funcionários públicos foi violentamente reprimida pela Polícia Militar do governo de Beto Richa, então governador, e de seu secretário de Segurança Pública, Fernando Francischini.  O saldo trágico daquele dia contabilizou centenas de feridos, com mais de 200 atendimentos médicos necessários devido à brutalidade policial. Este triste episódio transformou-se em um símbolo de resistência e memória para os trabalhadores da educação do estado. Anualmente, a APP Sindicato organiza atos para relembrar a data, buscar a justiça e destacar a luta contínua por uma educação de qualidade.  Este ano, os educadores paranaenses realizaram manifestações em frente à Secretaria da Educação do Paraná (Seed) e à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), além de atos coordenados nos 25 Núcleos Sindicais da APP em todo o estado. O dia foi marcado pelo estímulo à adesão à Plataforma Zero, uma paralisação no uso de aplicativos educacionais que o governo determina o uso obrigatório.  A Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (APUFPR) esteve presente naquele fatídico dia em 2015 e, novamente, presta sua solidariedade a todos os educadores da rede estadual, colegas de profissão com que compartilhamos o compromisso de construção de uma educação pública, gratuita e de qualidade em todos os níveis. Fonte: Apufpr [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 30 de abril de 2024 📢 Atenção: nesta terça-feira (30/04), a partir das 19 horas, teremos uma live do Comando Nacional de Greve Unificado (CNG Unificado) do SINASEFE, Andes-SN e Fasubra – com apoio de Fenet, Ubes e Une. 🪙 O tema da live será “Orçamento das Instituições Federais de Ensino – Universidades, Institutos, Cefets e Colégio Pedro II” e vai contar com três palestrantes: Letícia Carolina (2ª vice-presidenta da regional nordeste 1 do Andes-SN), Mônica Ribeiro (professora da UFPR) e uma representação do CNG da Fasubra. 📊 A recomposição dos orçamentos da Rede Federal de Educação é uma das pautas de reivindicação da greve 2024 de SINASEFE, Andes-SN e Fasubra! 📺💪 Assista essa live pelos nossos perfis de Facebook e YouTube. Fortaleça mais essa atividade da nossa greve! 🔗 Portal: https://sinasefe.org.br/site/live-do-cng-unificado-30-04-terca-feira-as-19-horas. [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 29 de abril de 2024 Nesta terça-feira (30), às 10h, será realizada uma reunião com as coordenações dos programas de pós-graduação da UFPR para diálogo sobre a greve das instituições federais de ensino superior (IFES). A reunião será híbrida, com a participação na sede da APUFPR ou de forma online (o link será disponibilizado no grupo de coordenações). [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 29 de abril de 2024 [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 29 de abril de 2024 O que é Fundo de Greve? Trata-se de uma ferramenta de arrecadação extra para financiar, como o próprio nome diz, um movimento grevista nas despesas geradas (passagens, cartazes, faixas, carro de som e etc).    Quem define o Fundo de greve? O Fundo de Greve só pode ser autorizado por assembleia da categoria que poderá definir o valor (ou porcentagem), periodicidade de recolhimento, etc. As despesas do fundo de greve seguem o mesmo rigor de transparência da contabilidade do exigido do sindicato e fará parte da prestação de contas e auditoria.   Para que pode ser utilizado o fundo de greve? Como foi dito, para despesas diretas com a greve como material de imprensa e impressos, carros de som, locação de barracas… Assim, a prática é que após o recolhimento cria-se um saldo que pode ser utilizado nas despesas geradas pela greve.   Se houver sobra de recurso no fundo de greve? Este saldo fica disponível para outro movimento grevista que venha a ocorrer no futuro.  Não há outra forma de uso do recurso pois trata-se de recolhimento aprovado em assembleia para fim específico. A última vez que foi instituído fundo de greve na APUFPR foi em 2012 e depois disso tivemos outras greves sem este recolhimento.   E o fundo dessa greve de 2024? Ficou decidido na assembleia da APUFPR em 25 de abril que seria debitado de cada filiado e filiada uma contribuição equivalente a 1% do salário. Esse fundo será destinado aos gastos feitos pela APUFPR na greve local e parte dele destinado às contribuições com o fundo de greve nacional deliberado pelo Andes Nacional que corresponderá a R$ 0,50 por filiado por semana.   Posso não contribuir? É importante que os docentes compreendam que este recolhimento tem objetivo de viabilizar melhor resultado no movimento grevista que, por fim, poderá beneficiar a todos mas fica a critério das assembleias definirem esta possibilidade ou não. Na APUFPR tem sido praxe a possibilidade de o docente optar pelo não recolhimento. No entanto, por ter sido decisão de assembleia e o modo operacional do desconto não ser simples, adotamos a seguinte prática: feito o desconto o professor que desejar pode se solicitar a devolução do valor. Deve ser feito contendo os seguintes dados: Nome do titular, CPF, banco, agência e a c/c e o pix. Esta solicitação deve ser entregue em alguma sede sindical e o sindicato se responsabiliza com a devolução do valor da contribuição.       Mais dúvidas? Nos consulte. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 27 de abril de 2024 Nesta terça-feira (30), às 10h, será realizada uma reunião com as coordenações dos programas de pós-graduação da UFPR para diálogo sobre a greve das instituições federais de ensino superior (IFES). A reunião será híbrida, com a participação na sede da APUFPR ou de forma online (o link será disponibilizado no grupo de coordenações). [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 26 de abril de 2024 Não foi por unanimidade, mas foi quase. Na Assembleia Geral, realizada na tarde desta quinta-feira (25), os docentes da UFPR rejeitaram fragorosamente a nova proposta do governo para os docentes do magistério superior federal. Foram 219 votos contra e apenas 11 favoráveis.  As professoras e os professores, presentes em Curitiba e na multicampia, deram mais uma demonstração da disposição para seguir lutando pelo reajuste ainda em 2024, pela reestruturação da carreira, pela recomposição orçamentária das instituições federais de ensino e pelos direitos dos aposentados da categoria.     Pauta local Os docentes também aprovaram a pauta local de reivindicações, que será entregue à Reitoria da UFPR. Além dos pontos iniciais, propostos pelo Comando Local de Greve Docente – UFPR, foram elencadas outras demandas, a partir da realidade das professoras e dos professores no dia a dia da Universidade.  Essas reivindicações, consideradas prioridades para o movimento docente, incluem a pauta unificada – aprovada na Assembleia Comunitária das três categorias da UFPR (docentes, técnicos administrativos e estudantes) na quarta (24) – e farão parte do processo de negociação que deverá ser conduzido junto à administração da UFPR.  Na sessão do Conselho Universitário (Coun), marcada para a próxima terça-feira (30), também será levada a reivindicação da suspensão do calendário acadêmico e do apoio à greve unificada das três categorias.   Fundo de greve A Assembleia aprovou a contribuição extra para o fundo de greve, que será destinado às atividades do movimento durante o período de paralisação, incluindo para organização das mobilizações, para o envio de delegadas e delegados ao Comando Nacional de Greve do ANDES, produção de materiais e ações voltadas ao fortalecimento da greve. Os docentes que não desejarem contribuir para o fundo de greve, devem se dirigir pessoalmente à sede da APUFPR para formalizar a decisão. Mas o Comando Local de Greve Docente – UFPR ressalta a importância dessa contribuição para a sustentação do movimento, especialmente neste momento em que a greve já vem obtendo resultados e precisa, cada vez mais, ampliar sua força. Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 26 de abril de 2024 O Comando Local de Greve Docente da UFPR e o Coletivo Tecnologia e Democracia convidam a comunidade acadêmica para um debate crítico sobre os “mitos do déficit e da dívida pública” e suas implicações para os gastos públicos. A atividade será realizada na próxima terça-feira (30), às 9h, no hall do prédio de administração do Centro Politécnico (mural Poty). O professor Fabiano Abranches Silva Dalto, do Departamento de Economia e do Programa de Pós-graduação em Políticas Públicas (4P), será o debatedor principal. Ele discutirá a realidade da dívida pública e os efeitos da política de “déficit zero” sobre os investimentos sociais. Além disso, abordará, através da lente da teoria monetária moderna, o papel que a dívida pública desempenha no desenvolvimento nacional. Será um momento importante para que possamos refletir sobre como essas questões (e as decisões decorrentes delas) impactam o financiamento do ensino superior e das áreas de ciência e tecnologia, no presente e no futuro. A atividade será aberta a toda a comunidade acadêmica. Fonte: Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 25 de abril de 2024 O Governo Federal já concedeu reajustes para várias categorias, com índices muito maiores do que o apresentado à educação federal. Pior: para a educação, a proposta ainda é de 0% para este ano. Isso é inaceitável! Somente com um compromisso genuíno com a valorização dos professores federais e a recuperação das nossas universidades, o Brasil voltará a trilhar o caminho do desenvolvimento e do verdadeiro enfrentamento às desigualdades econômicas e sociais que afetam a população do nosso país.   Fonte: Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 24 de abril de 2024 A Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (APUFPR) expressa seu apoio à greve dos docentes das universidades Estadual do Ceará (UECE), Regional do Cariri (URCA) e Estadual Vale do Acaraú (UVA). Declaramos nossa solidariedade aos dirigentes das respectivas entidades sindicais: Sinduece, Sindurca e Sinduva, e repudiamos veementemente as ações judiciais movidas pelo governo estadual do Ceará, que visam criminalizar o movimento grevista. Lamentamos que o governo opte por não negociar e por restringir os direitos legítimos dos trabalhadores e trabalhadoras da educação superior do estado. A categoria, que já se encontra em greve há três semanas, enfrenta uma série de adversidades, incluindo pesadas multas impostas aos sindicatos, solicitações de declaração de ilegalidade da greve, cortes nos salários dos docentes e repressões policiais a manifestações pacíficas. Consideramos justas as reivindicações, que tratam tanto de direitos como de melhorias nas condições de trabalho e salários dignos. São lutas comuns à imensa maioria dos profissionais que atuam na educação, nas diferentes esferas. Diante do exposto, a APUFPR reafirma seu firme apoio à greve dos docentes das universidades estaduais do Ceará, esperando que o governo estadual reconsidere e apresente uma proposta que esteja à altura das demandas e direitos dos servidores públicos. Não há futuro sem universidade pública, gratuita e de qualidade.   Diretoria da APUFPR Abril de 2024 [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 24 de abril de 2024 Cotidianamente, enfrentamos uma série de problemas que afetam gravemente o tripé fundamental da nossa instituição: ensino, pesquisa e extensão. Além disso, a excessiva burocracia na UFPR compromete diversos aspectos administrativos da vida universitária, tornando urgente a necessidade de uma resposta adequada da Reitoria para atender às nossas demandas. Acesse aqui o informativo produzido pelo Comando Local de Greve Docente – UFPR, que apresenta uma proposta inicial para a pauta local, que ajudará os debates que serão realizados na Assembleia Geral dos docentes da UFPR desta quinta-feira (25). [...]
02/07/2024Greve / NotíciasApós ato da Assembleia Comunitária, Reitoria marca COUN para debater o calendário acadêmico na terça (30) Veja como foi a Assembleia Comunitária desta quarta-feira (24), que reuniu membros das três categorias que compõem a comunidade universitária da UFPR – docentes, técnicos administrativos em educação (TAEs) e estudantes – e o ato que conquistou a inclusão do debate sobre a suspensão do calendário acadêmico na sessão do Conselho Universitário da próxima terça-feira (30). Fonte: Apufpr [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 23 de abril de 2024 A greve envolve a paralisação das várias formas de atividades docentes: ensino, pesquisa, extensão, pós-graduação, atividades administrativas, entre outras. Condições especiais, que não podem ser paralisadas, devem ser remetidas à Comissão de Ética do Comando Local de Greve (CLG). As bolsas dos estudantes, contudo, não devem ser interrompidas, visto que, para muitos, se constituem em fonte de sustento e permanência na universidade. Dessa forma, o CLG orienta às/aos docentes e reivindica à reitoria: – Que, mesmo com a paralisação das disciplinas, as bolsas monitoria sejam mantidas, conforme o cronograma, sem prejuízo aos estudantes monitores; – Que mesmo com a paralisação das atividades de extensão, as bolsas do edital atual sejam implementadas, para que os estudantes possam recebê-las segundo o cronograma previsto (8 meses); Docentes que assim desejarem, podem propor aos estudantes monitores e extensionistas atividades relacionadas à pauta da greve da educação federal, como: organização de debates e atividades sobre a importância e as condições atuais das universidades públicas; divulgação de informações a respeito da greve e suas reivindicações; estudos sobre as condições do ensino superior público e seus desafios (financiamento; condições de trabalho e estudo; permanência estudantil, evasão, etc.) participação nas atividades do calendário de greve; entre outros. Após o fim da greve, o cronograma de reposição, como costuma ocorrer, envolverá as várias atividades paralisadas. Fonte: Apufpr   [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 23 de abril de 2024 Confira os principais eventos desta semana e participe! ✊ 📆 23.04 (Terça) 9h 🧓 Aposentados na Greve 📍 Local: APUFPR 14h 🎓 Reunião com Coordenadores de Curso 📍 Local: APUFPR 📆 24.04 (Quarta) 9h 🤝 Assembleia Unificada 📍 Local: Tenda Reitoria 📆 25.04 (Quinta) 14h 👨‍🏫 Assembleia Docente 📍 Local: Sept 📆 26.04 (Sexta) 8h 🏛️ COUN (a confirmar)   🔔 Fique atento às atualizações de locais e horários! 🔗 Participe e fortaleça nossa luta! 💪 [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 22 de abril de 2024 O comandante do Exército brasileiro, general Tomás Paiva, fez uma comparação infeliz, reducionista e preconceituosa contra as universidades públicas brasileiras nesta quarta-feira (17) ao comparar, durante audiência na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, os custos para a manutenção de quarteis e as despesas das universidades federais. O orçamento da Defesa em 2024 é de absurdos R$ 126 bilhões, enquanto o orçamento das universidades federais é inferior a R$ 6 bilhões.  É isso mesmo: o orçamento das universidades federais corresponde a apenas 0,5% do orçamento da Defesa. Mesmo assim, segundo ele, o mérito do Exército é que tem “Grama cortada, quartel limpo, arrumado. Vamos entrar em uma universidade qualquer para ver como está, em termos de manutenção, e ver quanto se gasta para manter um quartel e quanto se gasta para manter uma universidade.” Vejamos: as universidades públicas (estaduais e federais) são responsáveis pela produção de 95% da ciência brasileira, e formam profissionais altamente qualificados, preparados para enfrentar desafios da sociedade e contribuir para o desenvolvimento do país. Também lideram todos os rankings de qualidade no país e na América Latina. Mesmo assim, passam por dificuldades orçamentárias. Segundo estimativa da ANDIFES, entidade que reúne os reitores das universidades federais, seriam necessários mais R$ 2,5 bilhões para o funcionamento básico das instituições neste ano.  Já os militares, ainda hoje flertam com o golpismo, mantiveram o país refém da sombra da ditadura mesmo após décadas do fim do regime, e grande parte participou ativamente dos ataques à Democracia durante o governo Bolsonaro e na tentativa de golpe após as eleições de 2022. Fora isso, o exército é composto por 360 mil militares da ativa, sendo que muitos oficiais contam com benefícios na carreira, como ajuda de custo e outros penduricalhos, que ultrapassam os R$ 300 mil.  Já a rede federal de ensino atende 1,5 milhão de alunos, é composta por mais de 100 mil servidores técnico-administrativos (TAEs) e cerca de 95 mil docentes, sendo que estes demoram em torno de 20 anos para chegar ao topo da carreira (e apenas se tiverem, além da formação superior, titulação de mestrado e doutorado, e cumprirem os requisitos para a progressão constante), e mesmo assim recebem salários inferiores ao de outras carreiras federais.  A APUFPR enviará um convite formal ao general Tomás Paiva, para que ele venha conhecer uma universidade federal de perto (aparentemente, ele nunca pisou em uma e prefere se informar por meios nos quais circulam mentiras e discursos de ódio contra as instituições federais de ensino).  Caso ele aceite, teremos a oportunidade de dialogar e mostrar-lhe as razões pelas quais 85% das universidades federais alcançaram as notas mais altas no Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC), enquanto apenas 15% das instituições privadas de ensino superior obtiveram os mesmos índices. Fonte: Apufpr [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 22 de abril de 2024 A administração da UFPR produziu uma resposta à nota do Comando Local de Greve docente (CLG) de 17/04/24 que reivindicava à reitoria o respeito ao direito de greve. Tal nota do CLG foi produzida a partir da evidência de realização de enquetes eletrônicas por alguns diretores de setor buscando saber quais docentes se encontram em greve, prática que, a nosso ver, pode ser utilizada como forma de coação sobre as/os docentes. A administração da UFPR, na resposta (que pode ser lida na íntegra logo abaixo), e também nos anexos I, II e III (disponíveis ao final da nota), informa que “houve somente uma solicitação da administração central para que houvesse balanços progressivos sobre o avanço do movimento paredista, que naturalmente são necessários apenas para medir atos de gestão (como andamento de editais, políticas em execução e outras atividades). Tais informações em nenhum momento mencionam controle individual de adesão à greve ou qualquer forma de controle sobre o movimento.” O CLG fica satisfeito com a declaração da reitoria de reconhecimento da legitimidade das reivindicações docentes, bem como com o esclarecimento de que, com seus atos, a administração não teve a intenção de estimular a violação do direito de greve. Dessa forma, até para evitar mal-entendidos ou uso inadequado das informações dos professores por outras partes interessadas, solicitamos à administração, por meio de uma comunicação ampla em toda a universidade, a suspensão imediata da orientação de que os setores, coordenações ou departamentos relatem a quantidade/percentual de adesão à greve entre os docentes, especialmente por meio de enquetes ou meios semelhantes. Reforçamos, com isso, nossa disposição de diálogo permanente entre o movimento grevista e a administração da UFPR na luta comum em defesa da universidade pública. Comando Local de Greve Docente – UFPR   ___________________________________________ Oficio nº 211/2024/UFPR/R/GAB Curitiba, 18 de abril de 2024   À Senhora Andréa Emília Marques Stinghen Presidente da APUFPR   Assunto: Solicitação de direito de resposta Referência: Caso responda este Ofício, indicar expressamente o Processo nº 23075.022690/2024-65.   Prezada Presidente, Surpreso com o teor de uma postagem do Comando Local de Greve dos docentes veiculada nos canais de comunicação da APUFPR na data de ontem (“Reitoria, respeite o direito de greve dos/das docentes”), a Reitoria da UFPR solicita que a presente resposta seja veiculada pelos mesmos canais (redes sociais, APUFPR Notícias e outros canais de transmissão) onde foram disseminadas as desinformações ali contidas. A referida postagem, assinada pelo Comando Local de Greve Docente, afirmou que a Reitoria estaria exigindo dos diretores, coordenações e chefias o registro do percentual de adesão à greve docente, alegando desrespeito ao direito de greve e insinuando um controle individual sobre os professores. Estas informações não correspondem de nenhum modo com a verdade. São agora juntados três “prints” da comunicação do reitor com as Direções Setoriais em grupo de whatsapp (o primeiro na manhã da segunda-feira, o segundo na noite da terça-feira e o terceiro na manhã de quinta-feira), que se pede sejam divulgados com a presente resposta, pois esclarecem os fatos e falam por si sós: houve somente uma solicitação da administração central para que houvesse balanços progressivos sobre o avanço do movimento paredista, que naturalmente são necessários apenas para medir atos de gestão (como andamento de editais, políticas em execução e outras atividades). Tais informações em nenhum momento mencionam controle individual de adesão à greve ou qualquer forma de controle sobre o movimento. Em nenhum momento houve comunicação com coordenações, departamentos ou qualquer docente de maneira individual. O modo como essa comunicação da Reitoria com as direções setoriais se transformou em ato antissindical ou “contrário ao movimento de greve” é surpreendente, para dizer o mínimo. Presume-se que esta postagem seja apenas produto de um descuido do Comando Local de Greve, que poderia facilmente ter procurado a reitoria para esclarecimentos (o que porém não ocorreu) ou então, por conta própria, fazer uma checagem simples das informações, o que demonstraria rapidamente que a referida “denúncia” contra a reitoria, embora grave, não tem nenhuma adesão aos fatos. Num momento intenso e importante como este, onde somos parte deste processo de luta legítima da categoria dos/as servidores docentes pelos seus direitos, e onde tantos impasses e dificuldades inevitavelmente ainda vão se apresentar, a categoria precisa reconhecer o Comando Local de Greve como interlocutor transparente, confiável e equilibrado no importante processo de diálogo com a administração central. A gestão da Universidade Federal do Paraná, tendo compromisso com a democracia – e, sobretudo, reconhecendo a legitimidade da pauta que move os docentes e o direito legítimo de mobilização da categoria – espera que prevaleça o compromisso com os fatos e com sua adequada comunicação, sem distorções, já que a divulgação de informações não checadas, como todos sabemos, só contamina e tumultua o ambiente institucional e político. A reitoria se mantém sempre à disposição para o diálogo, no desejo de enfrentarmos juntos os inevitáveis desafios administrativos que o movimento grevista carrega consigo.   Atenciosamente, Prof. Dr. Ricardo Marcelo Fonseca Reitor   [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 22 de abril de 2024 O Comando Local de Greve Docente – UFPR convida os aposentados para uma reunião com os professores aposentados nesta terça-feira (23), às 9 horas, para dialogar sobre as pautas do segmento, especialmente a luta pelo reposicionamento na carreira do magistério superior federal. A reunião será híbrida, com a presença na sede da APUFPR ou pela plataforma Zoom, neste link: https://tinyurl.com/aposentados23abril Luta histórica A luta pelo reposicionamento dos docentes vem sendo encabeçada pelas professoras e pelos professores que participam do Coletivo de Aposentados da APUFPR desde que foi criada a classe de Associados, em 2006, acima da classe de Adjunto nível IV, que era o topo da carreira do magistério superior federal (na época, o cargo de Titular era como uma espécie de carreira “paralela”). Os aposentados não foram incluídos na mudança e ficaram represados, impossibilitados de permanecer na posição relativa ao novo topo da carreira. Essa demanda foi levada recentemente às instâncias superiores do ANDES e reincorporada na pauta de reivindicações do movimento docente nacional. Agora, no contexto da greve da categoria, é muito importante que ela também esteja no centro dos debates com o Governo Federal. Fonte: Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 22 de abril de 2024 A APUFPR está convocando uma Assembleia Geral para a próxima quinta-feira (25), com primeira chamada às 14h e segunda chamada às 14h30. Veja os locais: Curitiba: Auditório do Bloco C no SEPT Litoral: Sala 25-A do Bloco Didático da UFPR Toledo: Sede da APUFPR no Campus Palotina: Auditório da UFPR, antigo Seminário Jandaia do Sul: Auditório do Bloco A   Na pauta está a avaliação da nova proposta do Governo Federal e o indicativo que será enviado ao Comando Nacional de Greve (CNG), instalado em Brasília. A deliberação da Assembleia local será somada aos resultados das demais Assembleias da base do ANDES-SN para que uma posição do movimento docente seja levada ao Governo. Haverá também deliberações de questões relativas ao andamento da greve, além da constituição da pauta local dos docentes da UFPR, a partir das demandas apresentadas pelo conjunto da categoria.   Pauta:   A Assembleia receberá um representante do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (DIEESE), que apresentará dados e análises de questões orçamentárias e perdas salariais. Veja aqui uma avaliação do CNG sobre a proposta do governo.   [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 22 de abril de 2024 Docentes, técnicos administrativos em educação (TAEs) e estudantes, os três segmentos que compõe a UFPR, se reunirão em uma Assembleia Comunitária às 9h da próxima quarta-feira (24). O objetivo é formular as pautas locais e coordenar as lutas conjuntas. Atualmente em greve, esses segmentos terão a oportunidade de debater questões comuns e discutir soluções para desafios que impactam diariamente todos que fazem parte e constroem a nossa universidade. Em Curitiba, a reunião será realizada no pátio da Reitoria. Haverá também transmissão simultânea nos demais campi: – Litoral: Sala 25-A do Bloco Didático da UFPR Litoral (Caiobá, na cidade de Matinhos-PR); – Toledo: Sede da APUFPR no Campus de Toledo (Biopark), Sala nº 92; – Palotina: auditório da UFPR no Setor Palotina, antigo Seminário; – Jandaia do Sul: auditório do Bloco A no Setor Jandaia do Sul.   Unidade histórica Na UFPR, a unidade entre as três categorias transcende as fronteiras das suas respectivas funções e se manifesta no dia a dia compartilhado nos espaços acadêmicos. A greve atual e a mobilização para a construção das lutas unificadas são expressões da solidariedade entre essas categorias, que juntas enfrentam desafios e buscam aprimorar as condições de trabalho, estudo e produção científica. A qualidade da educação e da pesquisa na UFPR depende diretamente das condições oferecidas a todos que fazem parte da instituição. Nesse contexto, a Assembleia Comunitária será um espaço importante para a compreensão mútua dos problemas enfrentados por cada segmento. É nesse ambiente de diálogo fraterno que se consolidarão as demandas por melhorias, que são, em essência, universais dentro da comunidade acadêmica. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 21 de abril de 2024 🙋‍♀️🙋‍♂️ O Comando Local de Greve Docente – UFPR convida as coordenações e vice-coordenações de cursos de Curitiba, Litoral e interior para um diálogo sobre a greve docente na UFPR, seus desafios e as perspectivas. ➡ Terça-feira (23) ➡ 14 horas 🗣 A reunião será híbrida, com participação na sede da APUFPR em Curitiba ou de forma online (o link será disponibilizado no grupo do Fórum das Coordenações).   📢 Venha e traga suas dúvidas, reflexões e contribuições!   Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 20 de abril de 2024     Durante a roda de conversa sobre os desdobramentos da greve da educação federal, o deputado federal Tadeu Veneri (PT) declarou seu apoio à luta dos docentes e das demais categorias.   [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 20 de abril de 2024 ✊ A pressão da greve fez com que o Governo Federal apresentasse uma nova proposta durante a Mesa de Carreira de sexta-feira (19). A proposição será encaminhada para deliberação das bases. 🙋‍♀🙋‍♂ Uma Assembleia Geral será convocada nesta próxima semana para que os docentes da UFPR avaliem e se posicionem. Confira aqui o comunicado do Comando Nacional de Greve do ANDES-SN, com o detalhamento da nova proposta.   Fonte: APUFPR e Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 19 de abril de 2024   🔴 DOCENTES EM GREVE NA UFPR Confira a agenda da greve para os próximos dias:   Sexta-feira (19): No calor das mobilizações nacionais, a Mesa Específica e Temporária da Carreira se reunirá para a quarta rodada de negociações. A comunidade acadêmica está ansiosa pelas respostas do governo às demandas urgentes da categoria.   Diálogo fundamental (19): Às 9h, o Comando Local de Greve dos docentes receberá o deputado federal Tadeu Veneri (PT) para uma discussão sobre as reivindicações dos professores federais e o panorama das negociações. Não perca! Detalhes do encontro. https://apufpr.org.br/roda-de-conversa-com-deputado-tadeu-veneri-desdobramentos-da-greve-da-educacao-federal/     🔴 NÚMEROS DA GREVE (dados do ANDES-SN em 17/4) ✋  24 instituições em greve ➡  9 instituições com indicativo     🔴 ACONTECEU   Marcha Nacional em Brasília: Na quarta-feira (17), servidores federais demonstraram força com uma Marcha Nacional, exigindo justiça salarial sob o lema “Não aceitaremos 0% de reajuste”. Veja como foi aqui: https://apufpr.org.br/manifestacao-na-esplanada-reune-10-mil-servidoras-e-servidores-na-marcha-a-brasilia/   Ato em Curitiba: Na manhã de quarta-feira (17), as três categorias da UFPR, que estão em greve, foram às ruas de Curitiba em um belo ato de defesa das carreiras e da universidade pública. Confira os detalhes dessa mobilização aqui: https://apufpr.org.br/ato-em-defesa-das-carreiras-e-da-universidade-publica-nesta-manha-17-reuniu-as-tres-categorias-da-ufpr/   Atividades locais: O Comando Local de Greve tem feito visitas em várias unidades e organizado atividades em diversos campi da UFPR, com o objetivo de dialogar com a comunidade sobre as pautas da greve e a importância da mobilização.     🔴 DÚVIDAS FREQUENTES 🚩 Funcionamento durante a greve: A Comissão de Ética do Comando Local de Greve criou um formulário virtual para que docentes possam reportar necessidades de manutenção de atividades essenciais durante a greve. Envie sua solicitação aqui. https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSerzVKKauDNJtx3GiMWjNpa–oU9e1-uTtc918cMw1C2IMhSA/viewform   Greve na Pós-Graduação: Tem dúvidas sobre como a greve afeta bolsas e calendários na pós-graduação? Leia mais sobre seus direitos e o impacto nas atividades acadêmicas neste link. https://apufpr.org.br/greve-na-pos-pos-na-greve-ufpr-2024/   Aulas remotas são permitidas na UFPR? Tire a dúvida aqui: https://apufpr.org.br/aula-remota-nao-e-permitida-na-ufpr/   Direito de greve: os docentes merecem respeito https://apufpr.org.br/reitoria-respeite-o-direito-de-greve-das-os-docentes/     🔴 RECURSOS ÚTEIS Tudo sobre a greve em um só lugar: Acesse o menu “Greve” no site da APUFPR para encontrar uma vasta gama de materiais que esclarecerão todas as suas dúvidas sobre a greve. Ali estão documentos, orientações legais e atualizações regulares sobre o movimento. Visite agora: https://apufpr.org.br/category/greve/   🚩 Os docentes da UFPR estão em greve na defesa da universidade pública e na luta por salários justos e carreiras dignas! ✊🏾 Participe ativamente e fortaleça nosso movimento!   Fonte: APUFPR e Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 19 de abril de 2024 Se você foi vítima ou tem conhecimento de qualquer situação de assédio, constrangimento por suas escolhas em relação à adesão à greve, ou quaisquer outras infrações que comprometam o exercício do direito de greve, encorajamos você a formalizar sua denúncia através do formulário abaixo. A fim de proteger sua privacidade e segurança, asseguramos que todas as informações pessoais fornecidas serão tratadas com a mais estrita confidencialidade e seu anonimato será preservado.   Acesse o formulário de denúncia aqui:    A sua voz é fundamental para garantir seu direito. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 18 de abril de 2024 Servidoras e servidores públicos lotaram o auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), na tarde de terça-feira (16), em defesa da educação pública de qualidade e contra o reajuste salarial zero em 2024. A audiência “Mobilização de servidores de universidades e IFs por reajuste salarial” foi organizada pela Comissão de Administração e Serviço Público para ouvir as demandas das categorias. Até o momento, docentes de 24 universidades, institutos federais e cefets estão em greve por tempo indeterminado. O Comando Nacional de Greve do ANDES-SN, instalado na segunda-feira (15), se somou  a atividade, demonstrando que professoras e professores reivindicam avanços concretos nas negociações por recomposição salarial, reestruturação da carreira, mais orçamento para as instituições de ensino e a revogação de instruções normativas, portarias e outras medidas do governo Bolsonaro que afetam a educação pública. Gustavo Seferian, presidente do ANDES-SN, que participou da mesa, destacou as pautas defendidas pelo Sindicato Nacional, o crescimento da mobilização entre a categoria docente, bem como a importância da greve da Fasubra e do Sinasefe. “Nossas reivindicações incluem a recomposição das nossas remunerações, o enfrentamento contra a corrosão de nossa renda, a necessidade de reorganização de nossas carreiras e o investimento público massivo nas universidades, institutos federais e Cefets. Também é fundamental impulsionar na nossa Campanha Salarial, uma agenda de revogaço de todas as medidas restritivas de direito que caíram sobre nossas cabeças e daquelas que furtam a nossa possibilidade de ter um desejo de um dia se aposentar”, disse. O presidente do Sindicato Nacional também destacou como resultante dessas medidas a restrição ao exercício de greve, que limita a capacidade de organização e luta das servidoras e dos servidores públicos. “As normativas do governo Bolsonaro foram requentadas neste governo e são plenamente passíveis de serem revogadas. No entanto, até o momento não tivemos qualquer espécie de resposta”. Para garantir que todos e todas que ali estavam pudessem acompanhar os acontecimentos, o ANDES-SN providenciou a instalação de um telão junto à marquise da entrada do Anexo II da Câmara dos Deputados, com transmissão simultânea da audiência. Representantes do governo participaram da audiência. O secretário-executivo-adjunto do Ministério da Educação (MEC), Gregório Grisa, que comandou a primeira reunião da Mesa Setorial Permanente de Negociação (MSNP) com ANDES-SN, Sinasefe e Fasubra em 11 de abril, disse que a reestruturação da carreira é uma pauta prioritária do governo. Ele anunciou que se reunirá com as servidoras e os servidores grevistas para detalhar a proposta. O secretário de Gestão de Pessoas do MGI, José Celso Cardoso Jr., acredita que a proposta a ser apresentada pelo governo poderá colocar fim à greve que atinge universidades, institutos e cefets. Além do presidente do ANDES-SN, a mesa foi composta por David Lobão, coordenador-geral do Sinasefe; Sandro Pimentel, coordenador de Educação da Fasubra; e Viviane Peres, do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), e representantes do Dieese e do MGI, entre outros convidados. Reunião Com o avanço da greve, na sexta-feira (19) acontece a quarta rodada da Mesa Específica e Temporária da Carreira entre representantes das entidades da Educação e do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). A expectativa é que o governo apresente uma resposta às propostas protocoladas pelas entidades sindicais, entre elas o ANDES-SN, acerca da reestruturação das carreiras do Magistério Superior (MS) e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT).  Em outubro do ano passado, o ANDES-SN entregou, novamente, o Plano de Carreira e Cargo de Professor Federal ao MGI. A íntegra da audiência pode ser acompanhada AQUI. Fonte: ANDES-SN [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 18 de abril de 2024 O Comando Local de Greve dos docentes – UFPR receberá, na próxima sexta-feira (19), às 9h, o deputado federal Tadeu Veneri (PT) para uma conversa sobre as reivindicações dos professores federais, os reflexos da greve da categoria e panoramas da negociação com o Governo. A reunião, que será realizada na sede da APUFPR (R. Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1193, bairro Jardim das Américas, onde tem funcionado as reuniões do Comando), será aberta a toda a comunidade acadêmica. A atividade também será transmitida pelo YouTube da APUFPR, inscreva-se para receber a notificação. Tadeu Veneri tem longo histórico de luta em defesa da educação, já foi vereador e deputado estadual. Está em seu primeiro mandato como deputado federal e atualmente coordena a Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas. Além disso, é membro da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, Comissão de Administração e Serviço Público e Comissão de Fiscalização Financeira e Controle. Fonte: APUFPR e Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 18 de abril de 2024 A Esplanada dos Ministérios voltou a respirar democracia e foi o cenário de mais uma grande manifestação por direitos nessa quarta-feira (17). Servidoras e servidores públicos federais vindos de todo o país, unidos a estudantes e movimentos sociais, protestaram contra a proposta de reajuste zero apresentada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) na Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP). A “Marcha a Brasília” integra a Jornada de Lutas organizada pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos (Fonasefe). Nesse universo que reúne os e as protagonistas do serviço público federal na luta por direitos, o destaque foi  para as categorias da Educação. ANDES-SN, Fasubra Sindical e Sinasefe reforçaram a manifestação de cerca de dez mil pessoas, nessa grande greve da educação federal. Pela parte da tarde, uma nova mobilização reuniu docentes, técnicos(as), servidores(as) e estudantes em frente ao Ministério da Educação (MEC). Ali aconteceu uma aula pública, tendo o orçamento público como mote. Mais uma vez foram entoadas palavras de ordem abordando as reivindicações das diversas categorias. Falando pelo Sindicato Nacional, o presidente Gustavo Seferian subiu o tom e deu o recado: “Não aceitaremos reajuste zero. Continuaremos lutando pelos nossos direitos. Não só das instituições de educação, mas do conjunto do serviço público”, afirmou. E completou “Nossa jornada de luta está apenas começando”.   Conversa no MGI Ainda no meio da tarde, representantes de algumas entidades sindicais reuniram-se brevemente com o secretário de Relações de Trabalho do MGI, José Lopez Feijóo. Falando pelo governo, Feijóo insistiu no reajuste zero e novamente condicionou as negociações pulverizadas em mesas setoriais – enfraquecendo a pauta unificada de servidoras e servidores – e a assinatura, pelas entidades, do “Termo de Compromisso”, nome dado à proposta rebaixada oferecida pelo governo na rodada de negociação fracassada, em 10 de abril. O governo também reafirmou posição em defesa de soluções que penalizam aposentadas e aposentados, mantém o arrocho salarial e reajusta apenas  penduricalhos: o Auxílio-alimentação passando de R$ 658 para R$ 1000; a Assistência Pré-escolar de R$ 321 para R$ 484,90 e o valor per capita da Saúde Suplementar  reajustado com escalonamento em até 51%. Fonte: ANDES-SN [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 18 de abril de 2024   A partir da decisão de deflagração da greve, o professor tem o direito de greve garantido em relação a todos os trabalhos que realiza, inclusive na pós-graduação. Não há diferença entre graduação e pós graduação para o direito de greve dos professores! Segundo os ritos sindicais, a UFPR é notificada da greve e as atividades que podem continuar são decididas pelo comitê de ética da greve, mediante solicitação do interessado.   O CEPE e COUN decidem sobre manter ou não o calendário da Universidade, avaliando a necessidade de reposição das aulas perdidas e considerando o grau de  adesão dos docentes. Em geral, essa decisão afeta apenas o calendário da graduação, pois não há um calendário unificado da pós-graduação. Partindo do mesmo princípio, cada PPG pode suspender o seu calendário visando a reposição das aulas no caso de adesão do corpo docente.   É importante lembrar que não há mais o critério de tempo médio de titulação nos indicadores de avaliação da CAPES. Por outro lado, o tempo médio de titulação conta nos critérios de distribuição de bolsas da CAPES, o que tem levado ao argumento de que a pós graduação não deveria parar para não perder bolsas.  Contudo, a verdadeira causa da diminuição de bolsas é justamente a falta de verbas para educação. Os dados indicam uma redução de 17 mil bolsas de mestrado, 6 mil bolsas de doutorado e 5 700 bolsas de pós-doutorado desde 2015. Isso tem sido sentido por todos os que acompanham os quantitativos de bolsa em cada programa, especialmente os coordenadores. A greve é o instrumento coletivo de recomposição do orçamento da educação e da ciência e tecnologia, garantindo a existência e ampliação das bolsas de pesquisa.   Em relação às bolsas, nunca houve registro de suspensão do pagamento das bolsas CAPES e CNPq em greves na Pós-Graduação. A prorrogação da bolsa, por outro lado, já ocorreu no período da pandemia. Não é provável que ocorra extensão dos prazos, mas é sempre importante lembrar que casos específicos que demandam continuidade das atividades, são analisados pelo comitê de ética. Vale lembrar que em face do déficit crescente de bolsas, em 2022 apenas 30% dos mestrandos e 38% dos doutorandos receberam bolsas de pesquisa. A greve busca aumentar o número de bolsas de estudo!   “No meu PPG, há pesquisas que não podem ser interrompidas, sob o risco de perda de dados, comprometimento dos resultados e danos irreversíveis para o desenvolvimento científico, por isso não posso parar as atividades”.  O comitê de ética da greve leva em consideração essas questões para autorizar a continuidade das atividades, encaminhe a sua solicitação.    O direito de greve é irrestrito e a/o professora/o que entra em greve não pode sofrer nenhuma retaliação, constrangimento ou perseguição. A prática antissindical deve ser denunciada e sanções legais aplicadas ao assediador.   O maior risco à Pós-Graduação são os cortes de verba! O orçamento do CNPq em 2022 foi de apenas 1/3 do orçamento de 2014, em valores corrigidos pela inflação. Isso significa um comprometimento inequívoco do desenvolvimento científico do país. A ausência de abertura de novas vagas para docentes e pesquisadores, a desvalorização salarial de mais de 30% da carreira do magistério superior, também têem impacto direto sobre a atratividade de profissionais qualificados. Vale lembrar que a greve também é pela defesa da ciência! Dados: Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa.   [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 18 de abril de 2024 🚨 Se liga, professor Aula remota não é permitida na UFPR! As exceções estão devidamente normatizadas Conforme alteração da Resolução nº 22/21-CEPE: “A liberação da oferta de turma de disciplina ou unidade curricular por meio do ensino híbrido fica condicionada, expressamente, à autorização do colegiado de curso e comitê(s) setorial(is) de atividades práticas e biossegurança”. E, ainda, “a oferta de turma de disciplina ou unidade curricular que apresente carga horária, seja total ou parcial, classificada como Laboratório, Prática Específica ou Campo que necessite ser articulada por meio do ensino híbrido, deverá ser autorizada pelo colegiado de curso”. Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 17 de abril de 2024 A reitoria da UFPR vem cobrando de diretores de setor, coordenações de cursos e chefias de departamentos que informem o percentual de adesão à greve docente. Com isso, há diretores inquirindo docentes, inclusive por meio de enquetes eletrônicas, a respeito da participação na greve. Dessa forma, está se repetindo, entre docentes, a postura de desrespeito ao direito de greve ocorrida com técnicos administrativos, por meio do memorando circular 01/2024 da Progepe, que exigia que os servidores em greve comunicassem suas chefias imediatas da adesão. Após ocupação do prédio da reitoria pelos técnicos, a administração da universidade recuou no procedimento. O Comando Local de Greve docente reitera: nenhum docente é obrigado a comunicar individualmente, a qualquer instância ou chefia imediata, que aderiu à greve. A decisão de deflagração de greve é coletiva, e deliberada em assembleia. A administração da universidade, bem como o Governo Federal já foram comunicados pelo sindicato que a categoria docente está em greve. A postura da atual administração é preocupante, pois demonstra uma tentativa de violação do direito democrático e constitucional de greve. Esperamos que essa prática seja interrompida imediatamente e que a atual administração demonstre seu compromisso concreto com a luta nacional em defesa da universidade pública.   Comando Local de Greve das/os professoras/es da UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 17 de abril de 2024 A Comissão de Ética do Comando Local de Greve dos Docentes da UFPR está disponibilizando um formulário virtual para que as professoras e os professores possam enviar suas demandas de manutenção de atividades durante o período de greve. Para preencher o formulário, acesse o link https://forms.gle/6bZCVnZrfdMwuDpL7 Após receber as demandas, a Comissão de Ética irá responder em até 5 dias úteis, a depender do fluxo de solicitações.     Fonte: APUFPR e Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 17 de abril de 2024 Na manhã desta quarta-feira (17), membros das três categorias que compõem a comunidade da UFPR (docentes, servidores técnico-administrativos e estudantes) e de outras instituições se reuniram em um protesto pela reestruturação das carreiras e reajustes salariais, em defesa da permanência estudantil e contra o arcabouço fiscal e o desmonte da universidade pública. O ato unificado, organizado em conjunto pelos Comandos de Greve das três categorias, reuniu cerca de mil pessoas no pátio da Reitoria da UFPR. Na sequência, os manifestantes se dirigiram até a Praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da Universidade, e depois caminharam pela rua XV de Novembro até a Boca Maldita. Durante todo o trajeto, panfletos foram entregues à população, mostrando um comparativo entre as reivindicações dos servidores federais e a proposta do governo, questionando a justificativa oficial de falta de recursos e apresentando também reivindicações específicas no âmbito da UFPR. Paralelamente, em Brasília, uma grande manifestação reuniu milhares de servidores federais de diferentes categorias, incluindo docentes, para pressionar o governo a avançar nas negociações sobre a recomposição salarial e a reestruturação das carreiras. A concentração começou às 9 horas, na Catedral Metropolitana, com o movimento percorrendo as principais vias da cidade e encerrando a marcha por volta das 13h, em frente ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). Fonte: Fonte: APUFPR e Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 16 de abril de 2024 O ato unificado das três categorias das universidades – técnicos administrativos em educação, professores e estudantes sairá do pátio da Reitoria da UFPR a partir de 9h. #greve #universidades #ufpr #utfpr #unila Fonte: APUFPR e Comando Local de Greve Docente – UFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 16 de abril de 2024   Do site do ANDES-SN:   Só a pressão tira o governo da inércia. Com o crescimento da Greve Nacional Docente – que fortalece ainda mais a Greve Nacional da Educação – o MGI sentiu mais uma vez o peso das mobilizações e marcou para a sexta-feira (19), a quarta rodada da Mesa Específica e Temporária da Carreira. A expectativa é que o governo apresente respostas. A última reunião acontecida em 22 de fevereiro foi marcada pela desorganização. Naquela terceira rodada deveria ter sido apresentada uma resposta às propostas protocoladas pelas entidades sindicais, entre elas o ANDES-SN, acerca da reestruturação das carreiras do Magistério Superior (MS) e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT). Mas não foi isso o que aconteceu. Agora, com docentes de 24 instituições federais em greve e mais nove com indicativo de paralisar as atividades nos próximos dias, a discussão tem chances de avançar. À greve docente soma-se a greve dos Técnicos, Técnicas, servidoras e servidores das instituições federais de ensino, pressionando ainda mais o cenário de negociação. Na reunião de 15 de março (aqui), foram destacados os principais pontos de interesse em relação à carreira. Entre eles: unificação de carreira entre docentes do EBTT e do MS, estrutura de 13 níveis sem classes, progressão de carreira com correspondência de 5% entre cada step, entre outros aspectos. Foi ressaltada ainda a importância do governo assumir um compromisso em manter direitos já conquistados, como férias de 45 dias e o Regime Jurídico Único (RJU). Pontos prioritários foram identificados, demandando soluções imediatas, como o fim da cobrança do registro de ponto eletrônico para docentes do EBTT e a revogação da Portaria 983/20, que estabelece o tempo mínimo de 14 horas dedicadas ao ensino para docentes de EBTT, enquanto para o Magistério Superior são 8 horas. E, ainda, a revogação da Instrução Normativa 66/2022 que impacta as progressões nas carreiras e impede o pagamento de parcelas retroativas referentes à progressão funcional. Em outubro de 2023, na segunda rodada de negociação, o ANDES-SN apresentou, mais uma vez, a proposta de Carreira elaborada pelo Sindicato Nacional e aprovada em 1996, no 30º Congresso em Uberlândia (MG).   Fonte: ANDES-SN [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 15 de abril de 2024 A instalação do Comando Nacional de Greve do ANDES-SN ocorreu na tarde dessa segunda-feira (15) na sede do Sindicato Nacional em Brasília (DF). A instância, composta pela diretoria do ANDES-SN e representações das seções sindicais, é responsável por coordenar politicamente e deliberar sobre a greve docente federal, tomando como base as decisões dos Comandos Locais de Greve e das bases. As e os docentes de 24 universidades, institutos federais e cefets estão em greve por tempo indeterminado por recomposição salarial e do orçamento das instituições federais. Além disso, exigem reestruturação da carreira, a exoneração de interventoras e interventores nas universidades e a revogação de instruções normativas, portarias e outras medidas do bolsonarismo que afetam a educação pública. Confira o quadro da greve ao final da matéria. Na mesa de abertura, Jennifer Webb, 1ª tesoureira do ANDES-SN, apresentou um breve histórico das últimas grandes greves realizadas em 2012, 2015 e 2016 pelo Sindicato Nacional. “A última greve nacional ocorrida neste sindicato foi em 2016, que foi uma greve com comando unificado dos setores das Federais, Estaduais e Municipais. Essa greve da educação foi num contexto de ocupação, que ocorreu principalmente a partir da efervescência das lutas da educação básica e culminou com a adesão das universidades. Embora tenha durado poucas semanas, ela foi emblemática pois teve um papel político muito importante de se somar à luta pela paridade da educação em todos os níveis e por ter o seu marco inicial na luta do movimento estudantil secundarista e isso foi muito emblemático e importante”, relembrou. A docente recordou a greve de 2015 como uma longa greve que teve no centro da sua pauta a defesa intransigente pela qualidade na educação. Essa greve, segundo ela, foi precedida pela de 2012, que perdurou por quatro meses e teve como objetivo a reestruturação do plano de carreira e a valorização e melhoria das condições de trabalho. No entanto, essa mobilização foi prejudicada por um acordo assinado pela entidade criada pelo governo da época para dividir o movimento docente (Proifes) e resultou na Lei que desestruturou a carreira docente. A diretora do Sindicato Nacional ressalta que a greve de 2024 se junta a essas greves históricas, bem como às ocorridas nas décadas de 1980 e 1990. “Este Sindicato fez greves importantíssimas para o conjunto das nossas lutas e rememorando as três últimas greves -2012, 2015 e 2016 – afirmamos que chegou a hora da greve de 2024. Esta não se inicia em qualquer contexto, mas sim em conjunto com todo o setor da educação federal. Além disso, não podemos esquecer jamais da nossa luta em conjunto com o movimento estudantil, cujas demandas também são refletidas em nossas reivindicações”. Mário Mariano Ruiz, 1º vice-presidente Regional Leste do ANDES-SN, e Helton de Souza, 2º vice-presidente da Regional São Paulo do Sindicato Nacional destacaram a importância da greve como instrumento de luta pela educação. Logo em seguida, foram realizados os informes das seções sindicais e aprovado o regimento interno do CNG para o funcionamento dos trabalhos. As comissões de Secretaria, Comunicação, Infraestrutura e Finanças também foram constituídas durante a reunião. Na ocasião, foi aprovado o Fundo de Greve, que será composto pelas contribuições das seções sindicais do Setor das Ifes, cobrindo as despesas, além de outras que venham a ser definidas pelo CNG, como a infraestrutura necessária ao funcionamento do Comando e atos nacionais; materiais de divulgação nacionais; deslocamento entre a sede do ANDES-SN e os locais das atividades em Brasília; entre outras demandas. Orçamento público Na reunião, foi realizada uma palestra sobre o orçamento público federal e como utilizar as informações nas negociações com o governo. Segundo o economista Rodrigo Ávila, da Auditoria Cidadã da Dívida, em 2023, os gastos do governo federal com o pagamento de juros e amortizações da dívida somaram R$ 1,89 trilhão, o que representou 43,23% do Orçamento Federal Executado (pago), consumindo, portanto, a maior parcela de todos os recursos públicos federais. Em contraste, o orçamento destinado à Educação no ano passado representou 2,97% dos R$4,36 trilhões do orçamento federal. Confira aqui a Circular 1 do Comando Nacional de Greve.   Confira o quadro atualizado da greve: Instituição Seção Sindical                                       Universidades Federais 1 Universidade Federal do Rio Grande (FURG) APROFURG 2 Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) ADUFC 3 Universidade Federal do Ceará (UFC) ADUFC 4 Universidade Federal do Cariri (UFCA) ADUFC 5 Universidade Federal de Brasília (UnB) ADUNB 6 Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) APESJF 7 Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) ADUFOP 8 Universidade Federal de Pelotas (UFPel) ADUFPEL 9 Universidade Federal de Viçosa (UFV) ASPUV 10 Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) ADUFES 11 Universidade Federal do Maranhão (UFMA) APRUMA 12 Universidade Federal do Pará (UFPA) ADUFPA 13 Universidade Federal do Paraná (UFPR) APUFPR 14 Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) SINDIUFSB 15 Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) SINDUNIFESSPA 16 Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) SINDUTF-PR 17 Universidade Federal de Rondônia (UNIR) ADUNIR 18 Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) APUBH*                                    Institutos Federais 19 Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS) – Campus Pouso Alegre, Campus Poços de Caldas e Campus Passos SINDFSULDEMINAS 20 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) – campus Rio Grande APROFURG 21 Instituto Federal do Piauí (IFPI) SINDFPI 22 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste-MG (IF Sudeste-MG) Campus Juiz de Fora, Campus Santos Dumont e Campus Muriaé APESJF 23 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Riograndense (IFSul) Campus Visconde da Graça ADUFPEL Centros Federais de Educação (CEFETs) 24 Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG) SINDCEFET-MG Fonte: Andes-SN [...]
02/07/2024Greve / NotíciasEstá em dúvida se professores em estágio probatório e substitutos podem participar? Tem perguntas sobre o calendário acadêmico ou se os colegiados podem tomar decisão sobre a adesão à greve? [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 14 de abril de 2024 Durante uma greve, como a dos professores da UFPR, que se inicia neste 15 de abril, é comum que surjam muitas dúvidas sobre direitos, responsabilidades e questões relativas à paralisação das atividades na universidade. Por isso, a APUFPR está lançando a Cartilha da Greve dos professores da UFPR. Ela aborda os procedimentos legais, direitos garantidos, e orientações sobre como proceder durante o período de greve. É muito importante que todos estejam bem informados, para que possam participar de forma consciente da luta por melhores condições de trabalho, salários justos e a defesa da universidade pública de qualidade. Baixe a Cartilha da Greve aqui!   [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 12 de abril de 2024 O novo informativo da APUFPR destaca a greve dos professores da UFPR pela reposição salarial e por direitos, as reivindicações, a mobilização da Campanha Salarial e a luta em defesa das IFES. O material também aborda algumas das principais dúvidas quanto aos direitos de quem adere ao movimento grevista. Acesse, leia e compartilhe! [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 12 de abril de 2024 [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 11 de abril de 2024 Cerimônia de outorga do título de Professor Emérito Dr Ronaldo Viana Soares [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 11 de abril de 2024 Cumprindo as deliberações da reunião do Setor das Federais do ANDES da última quarta-feira (10), em relação às exigências legais para validar a decisão coletiva dos professores representados pela APUFPR, que aprovaram a deflagração da greve da categoria na UFPR para o próximo dia 15, a diretoria do sindicato oficiou nesta quinta-feira (11) a Reitoria da universidade.   No documento, além de comunicar oficialmente o resultado da Assembleia, a diretoria da APUFPR também solicita que a suspensão do calendário acadêmico seja remetida ao colegiado competente. Greve na UFPR A deflagração da deflagração da greve dos professores da UFPR foi aprovada com 322 votos favoráveis, contra 175 contrários e 5 abstenções, na Assembleia realizada na segunda-feira (9). Também por ampla maioria, a categoria aprovou o início da greve em 15 de abril. Foram 270 votos favoráveis, contra 157 votos para a proposta de estado de greve sem data de deflagração. Houve também 6 abstenções. Além da UFPR, docentes de outras 17 instituições federais de ensino superior da base do ANDES também aprovara m a deflagração da greve para o dia 15.   Mantenha-se informado Para receber as comunicações do sindicato e, agora, do movimento grevista, acompanhe nosso site, há um campo para se inscrever para receber o boletim eletrônico por e-mail. Além disso, a APUFPR tem páginas nas principais redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter) e um canal no Youtube. E, para receber notícias e convocações de forma mais rápida, todos podem se inscrever na Lista de Transmissão do WhatsApp. É só mandar mensagem para o número (41) 98780-4845, com seu nome e Departamento.   [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 10 de abril de 2024 Veja como foi a Assembleia dos docentes da UFPR, que aprovou o início da greve da categoria para o dia 15. Fonte: Apufpr [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 10 de abril de 2024 Na tarde de quarta-feira (10), foi realizada mais uma rodada da Mesa Nacional de Negociação Permanente, composta por representantes do Governo Federal e das entidades sindicais nacionais dos servidores públicos federais. Durante a reunião, não foi apresentada nenhuma nova proposta de reajuste salarial, permanecendo o reajuste zero para 2024. O secretário de relações de trabalho, José Lopez Feijóo, reafirmou a proposta de reajuste nos benefícios assistenciais, com aumento no auxílio alimentação de R$ 658 para R$ 1000, ajustes na saúde suplementar por faixa salarial, e um incremento na assistência pré-escolar de R$ 321 para R$ 484,90. Além disso, os representantes do governo também afirmaram que não haverá reajuste salarial linear para todas as categorias. Serão instaladas as mesas específicas e temporárias até julho, com o Ministério da Gestão e Inovação (MGI) comprometendo-se a encaminhar os projetos de lei resultantes dessas negociações ao Congresso Nacional. Contudo, as negociações dependeriam de aceitar uma determinação de que se houver paralisação total ou parcial de serviços públicos, as conversas serão suspensas com a categoria grevista em questão. Esse ponto gerou protestos por parte da bancada sindical, que reiterou o descontentamento com as condições propostas. No documento enviado às entidades sindicais no início da noite, essa questão foi deixada de fora.   Resultado das Assembleias e greve Enquanto acontecia a reunião da mesa de negociação com o governo, representantes das entidades da base do ANDES participavam da reunião do Setor das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) e votaram pela deflagração da greve nacional da categoria docente a partir do dia 15 de abril. Das 34 seções sindicais presentes, houve 22 votos favoráveis, 7 contrários e 5 abstenções. No primeiro dia da greve, será instalado o Comando Nacional de Greve (CNG) na capital federal, composto por um representante de cada seção sindical. Durante a reunião, houve um relato detalhado do panorama de mobilização nacional enviado ou apresentado por 46 seções sindicais: – 2 seções sindicais do ANDES-SN já haviam decidido iniciar a greve antes do dia 15 de abril. – 16 seções aprovaram o início da greve nesta data. – 3 aprovaram o início da greve em momentos diferentes do mês de maio – 8 aprovaram estado de greve. – 5 seções que aprovaram um indicativo de greve ou estão em fase de construção do movimento sem uma data definida. – 3 deliberaram contra o indicativo de greve no dia 15 – 4 rejeitaram a greve em si. – 5 não deliberaram sobre a greve ou não realizaram assembleias para discutir o assunto.   UFPR Na UFPR, a Assembleia realizada nesta terça-feira (9) aprovou o início da greve para o dia 15 de abril (veja aqui a matéria completa). Nesse dia, haverá também a primeira reunião do Comando Local de Greve e qualquer docente pode se inscrever para participar. Basta enviar um e-mail para secretaria@apufpr.org.br, colocando no assunto “Comando de Greve”.   Mantenha-se informado Para receber as comunicações do sindicato e, agora, do movimento grevista, acompanhe nosso site, há um campo para se inscrever para receber o boletim eletrônico por e-mail. Além disso, a APUFPR tem páginas nas principais redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter) e um canal no Youtube. E, para receber notícias e convocações de forma mais rápida, todos podem se inscrever na Lista de Transmissão do WhatsApp. É só mandar mensagem para o número (41) 98780-4845, com seu nome e Departamento. FONTE: APUFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 9 de abril de 2024 Em uma Assembleia que contou com grande participação da categoria, os professores da UFPR aprovaram início da greve para o dia 15 de abril, como forma de pressionar o Governo Federal para que as negociações avancem. O resultado será levado à reunião do Setor das Federais do ANDES, que será realizada nesta quarta-feira (10). Lá, será feito um balanço com o resultado das Assembleias realizadas pelas demais entidades da base do Sindicato Nacional.   Votações Conduzida de forma democrática pela direção da APUFPR, houve espaço na Assembleia para várias inscrições, possibilitando que os docentes pudessem expor seus diferentes pontos de vista sobre os rumos do movimento, a pertinência e a necessidade da greve, e também discordâncias sobre os passos a serem dados pela categoria docente. Depois de um amplo debate, foram deitas duas votações: Na primeira, os docentes aprovaram a deflagração da greve com 322 votos favoráveis, 175 contrários e 5 abstenções. Na segunda votação, a categoria aprovou o início da greve em 15 de abril. Foram 270 votos favoráveis, contra 157 votos para a proposta de estado de greve sem data de deflagração. Houve também 6 abstenções. Também foi aprovado o estado de Assembleia permanente, para que novas Assembleias possam ser convocadas com rito mais acelerado, para avaliação do movimento conforme as mudanças da conjuntura nacional.   Comando de Greve Um dos encaminhamentos da Assembleia foi a formação do Comando de Greve, que conduzirá as ações do movimento grevista. Dele farão parte as comissões (ética, comunicação, mobilização e outras). Qualquer docente poderá participar do Comando. Basta enviar um e-mail para secretaria@apufpr.org.br, colocando no assunto “Comando de Greve”. A primeira reunião do Comando será no dia 15, de forma híbrida, na sede da APUFPR em Curitiba e nas demais sedes.   Manter-se informado A direção da APUFPR reforça a importância da categoria se inscrever nos meios de comunicação do sindicato para receber as comunicações do sindicato e, agora, do movimento grevista. No site, há um campo para se inscrever para receber o boletim eletrônico por e-mail. Além disso, a APUFPR tem páginas nas principais redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter) e um canal no Youtube. E, para receber notícias e convocações de forma mais rápida, todos podem se inscrever na Lista de Transmissão do WhatsApp. É só mandar mensagem para o número (41) 98780-4845, com seu nome e Departamento.   Reivindicações O conjunto do funcionalismo federal vem defendendo uma proposta de reajuste salarial de três parcelas de 7,06% (em 2024, 2025 e 2026) para o grupo de servidores no qual se enquadram os docentes das Ifes. Os valores seriam suficientes para repor as perdas desde o governo Temer até o final do atual governo. A proposta do governo até agora é de 0% em 2024 e duas parcelas de 4,5% em 2025 e 2026. Outra reivindicação não atendida até o momento é o “revogaço” de medidas do governo Bolsonaro que atacam os servidores e os serviços públicos, incluindo o projeto de Reforma Administrativa (PEC 32), que ainda tramita no Congresso Nacional. Há também a necessidade de recuperar o orçamento das universidades federais, pois todas receberam valores inferiores ao necessário para manter o patamar de despesas por matrícula (2010 a 2022). Além disso, as negociações específicas sobre a reestruturação da carreira dos docentes federais não avançaram, assim como as pautas específicas, que ainda não começaram a ser debatidas (o MEC não atendeu as solicitações de reunião com o ANDES). Outra reivindicação não atendida é a equiparação dos benefícios com os demais Poderes. O aumento de R$ 658,00 para R$ 1 mil no vale-alimentação não contempla aposentados e pensionistas. O mesmo acontece com o auxílio-creche, que passaria de R$ 321 para R$ 484,90. O governo marcou para esta quarta-feira (10) uma reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP), com dirigentes de entidades que representam mais de 80% do funcionalismo federal, inclusive os docentes.   Fonte: APUFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 8 de abril de 2024 Professores da UFPR que não são filiados à APUFPR têm procurado o sindicato para saber se poderão participar, com direito à voz e voto, da Assembleia desta terça-feira (9), que vai decidir sobre o indicativo de greve do ANDES para o dia 15. Ao longo da história do movimento docente na nossa universidade desde o período de lutas pela redemocratização do país, sempre foi garantida a participação dos docentes que não são filiados em Assembleias que tinham o objetivo de deliberar sobre greve, considerando que é um procedimento que tem repercussão legal perante a Justiça e desdobramentos que afetam todo o conjunto da categoria. Embora a APUFPR tenha uma das mais altas taxas de filiação entre as maiores entidades da base do ANDES, alguns docentes optam por não se filiar (já que o ato em si é uma escolha individual). Mas, seguindo nossa tradição democrática, todos terão direito à plena participação e voto na Assembleia, que terá a primeira chamada às 13h30, e a segunda chamada, às 14h. Basta levar um documento oficial com foto em um dos locais onde a Assembleia estará sendo realizada: Curitiba: auditório da Administração, no campus Centro Politécnico (Jardim das Américas) Toledo: na sede da APUFPR (sala 92, no BioPark) Palotina: Auditório da UFPR — Setor Palotina, prédio do antigo Seminário. Litoral: sala 25A do Bloco Didático, na Rua Jaguariaíva, 512, Matinhos Jandaia do Sul: auditório – Bloco A – Setor Jandaia do Sul Portanto, se você tem algum colega da UFPR não filiado à APUFPR com dúvidas sobre a possibilidade de participação na próxima Assembleia, compartilhe este texto. E faça também o convite à filiação, porque é com o apoio, a participação e a força coletiva da nossa categoria que podemos seguir lutando pelos direitos dos docentes da nossa universidade e de todo o país. [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 4 de abril de 2024 Fonte: APUFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 3 de abril de 2024 No próximo dia 9, teremos uma Assembleia decisiva. Por isso, é muito importante saber o que o ANDES tem apresentado ao Governo Federal durante as negociações, para que os docentes da UFPR tenham o máximo de informações para embasar sua decisão quanto à greve da categoria.     Fonte: Apufpr [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 2 de abril de 2024     Seguindo orientação da reunião do setor das federais do ANDES, a APUFPR está convocando uma assembleia para que os professores da UFPR possam deliberar, no dia 9 de abril, sobre a deflagração da greve da base do Sindicato Nacional no dia 15 de abril. A primeira chamada será às 13h30, e a segunda chamada, às 14h. Em Curitiba a Assembleia será realizada no auditório da Administração, no campus Centro Politécnico (Jardim das Américas) Haverá transmissão também para a multicampia: Toledo: na sede da APUFPR (sala 92, no BioPark) Palotina: Auditório da UFPR — Setor Palotina, prédio do antigo Seminário. Litoral: sala 25A do Bloco Didático, na Rua Jaguariaíva, 512, Matinhos Jandaia do Sul: auditório – Bloco A – Setor Jandaia do Sul É importante ressaltar que o movimento é nacional, mas a decisão de adesão à greve é local, ou seja, feita pelos docentes em suas respectivas Assembleias nas universidades. Nesta reunião, os professores da UFPR terão a oportunidade de deliberar sobre a adesão ao movimento grevista na data indicada ou avaliar outras possibilidades. Por isso, é muito importante a participação do conjunto da categoria. O resultado será levado a próxima reunião do Setor das Ifes do ANDES, agendada para o dia 10 de abril, que avaliará o resultado dessa nova rodada de assembleias. Caso se confirme a paralisação nacional, haverá um prazo de 72 horas para que sejam formalmente comunicados o Governo Federal e as reitorias sobre a decisão de deflagrar a greve a partir do dia 15 de abril. O conjunto do funcionalismo federal vem defendendo uma proposta de reajuste salarial de três parcelas de 7,06% (em 2024, 2025 e 2026) para o grupo de servidores no qual se enquadram os docentes das Ifes. Os valores seriam suficientes para repor as perdas desde o governo Temer até o final do atual governo. A proposta do governo até agora é de 0% em 2024 e duas parcelas de 4,5% em 2025 e 2026. Outra reivindicação não atendida até o momento é o “revogaço” de medidas do governo Bolsonaro que atacam os servidores e os serviços públicos, incluindo o projeto de Reforma Administrativa (PEC 32), que ainda tramita no Congresso Nacional. Há também a necessidade de recuperar o orçamento das universidades federais, pois todas receberam valores inferiores ao necessário para manter o patamar de despesas por matrícula (2010 a 2022). Além disso, as negociações específicas sobre a reestruturação da carreira dos docentes federais não avançaram, assim como as pautas específicas, que ainda não começaram a ser debatidas (o MEC não atendeu as solicitações de reunião com o ANDES). Outra reivindicação não atendida é a equiparação dos benefícios com os demais Poderes. O aumento de R$ 658,00 para R$ 1 mil no vale-alimentação não contempla aposentados e pensionistas. O mesmo acontece com o auxílio-creche, que passaria de R$ 321 para R$ 484,90. [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 1 de abril de 2024 A Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (APUFPR) marca, com profunda reflexão, os 60 anos desde que o Brasil mergulhou em um dos capítulos mais sombrios de sua história.  Em 1º de abril de 1964, um golpe cívico-militar, arquitetado pelas elites econômicas, políticos de espectro conservador e com o apoio decisivo de importantes grupos de mídia, desencadeou duas décadas de violência política, perseguição, supressão de direitos individuais, violações dos direitos humanos, silenciamento forçado, desaparecimentos, tortura e mortes.  Curiosamente, esse marco se dá no “Dia da Mentira”, simbolizando a ironia cruel de um período recheado de falsidades e traições ao povo brasileiro.  Neste momento de reflexão, devemos reafirmar uma mensagem que hoje assume caráter histórico atemporal: “Sem Anistia!”, um chamado à memória e à justiça.  Não podemos esquecer a censura implacável imposta às universidades públicas e a perseguição a docentes da nossa universidade, como aconteceu com os professores José Rodrigues Vieira Netto e Almilcar Gigante, demitidos pelo regime militar. Jamais esqueceremos da violação do Centro Politécnico da UFPR pela Polícia Militar em 1968, e da coragem dos estudantes que protestavam, com suas barricadas e estilingues, pela manutenção da gratuidade do ensino nas universidades públicas. Até hoje colhemos o fruto que eles plantaram.  Mas muitos outros estudantes Brasil afora não tiveram a mesma sorte, e suas vidas foram precocemente ceifadas nos porões da ditadura.  Os números são estremecedores: dos 434 mortos e desaparecidos não indígenas, 106 eram estudantes universitários, 12 docentes e 1 técnico-administrativo, segundo levantamento do professor Milton Pinheiro, da Uneb.  A violência se estendeu com brutalidade também contra os povos indígenas, com 8.350 mortos e desaparecidos, conforme o relatório final da Comissão Nacional da Verdade.    Nenhuma medida de reparação será suficiente diante de tamanha atrocidade, não só pela violência, mas pelo impacto social, cultural, político, emocional e psicológico que perduraram por décadas e mantiveram nossa jovem democracia em constante estado de fragilidade, até hoje.  Por isso, é fundamental reconhecer que a anistia concedida aos militares em 1979 representa um dos maiores equívocos históricos do nosso país, por perpetuar a ameaça constante de retorno ao autoritarismo, como evidenciado pela participação ativa de militares no governo Bolsonaro e na tentativa de golpe para mantê-lo no poder, contrariando a vontade democrática expressa nas urnas em 2022.  Precisamos de uma mudança cultural profunda para que as Forças Armadas compreendam seu papel republicano, com compromissos firmados nas obrigações constitucionais, não em interesses políticos, e que não acolham em seus quadros aqueles que foram agentes ativos da repressão.  Temos o dever de promover, enquanto sociedade, a memória histórica, a educação sobre os perigos do autoritarismo e a valorização dos princípios democráticos. 60 anos depois, as mesmas paranoias fantasiosas usadas como justificativa para o golpe continuam sendo espalhadas com o mesmo intuito. E se há uma revisão histórica necessária, é a revogação e anulação de todas as homenagens feitas a políticos e agentes da ditadura, seja em logradouros, espaços públicos, monumentos e títulos honoríficos. É inconcebível que seus nomes sejam eternizados em honrarias. A eles, basta, no máximo, as páginas dos livros de História, e somente no trecho em que é retratado esse triste capítulo da vida do nosso país, como um passado que foi deixado para trás, mas cuja lembrança servirá para que nunca se repita. Precisamos seguir em frente, sem que o espectro do golpismo continue assombrando a atual e as futuras gerações. Nesse sentido, é fundamental também que não haja anistia para aqueles que, de qualquer forma, contribuíram para a tentativa de ruptura da ordem democrática antes durante e após as eleições de 2022. Sejam civis, militares, agentes públicos ou políticos, todos os formuladores, organizadores, financiadores e participantes da tentativa golpe para manter Jair Bolsonaro no poder devem ser julgados com o rigor da lei.  Se nas mais diversas regiões do planeta o extremismo avança a passos largos, ameaçando até as democracias mais consolidadas, aqui no Brasil veio de coturno e de farda. Uma vergonha contra a memória daqueles que, décadas antes, deram a vida do outro lado do Oceano Atlântico para defender a liberdade, justamente contra o nazismo, que hoje serve como fonte de inspiração para os extremistas brasileiros.  Por tudo isso, a APUFPR se levanta neste dia não apenas para repudiar as atrocidades do passado, mas também em vigilância ativa contra as ameaças que ainda pairam sobre nossa Democracia. É momento de unir forças em defesa dos princípios democráticos.  Que a história nos guie na construção de um futuro no qual a liberdade, a verdade e a justiça prevaleçam para todos. Ulysses Guimarães disse: “temos ódio à ditadura; ódio e nojo. Amaldiçoamos a tirania” Ódio e nojo à ditadura. Sempre teremos.   Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná 1º de abril de 2024 – 60º aniversário do golpe cívico-militar Sem memória não há futuro [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 1 de abril de 2024 Nesta quarta-feira (3), o Coletivo de Aposentados da APUFPR se reunirá para debater as pautas do segmento em meio às mobilizações pela carreira docente e as formas de integrar essas demandas às ações e estratégias gerais de luta da categoria. Através do diálogo e da troca de experiências, vamos alinhar as reivindicações dos aposentados às dinâmicas de mobilização atual, fortalecendo o movimento docente como um todo. A APUFPR entende que a aposentadoria não significa o fim do compromisso com a universidade pública e bem da luta por condições justas e dignas de vida, e por isso convoca todos os docentes aposentados a participarem ativamente desse momento de organização e mobilização da categoria.   Como participar? Como a reunião será híbrida, os professores poderão optar pela presença na nossa sede de Curitiba ou participar de forma online, pela plataforma Zoom. Para participar online, é necessária uma inscrição prévia através do seguinte link: https://us02web.zoom.us/meeting/register/tZwscu-rqz0tGN3hmd79ets98s56QtZwa9yQ Após a inscrição, uma confirmação será enviada diretamente pelo Zoom para o seu e-mail com o link de acesso à reunião. Caso não receba o link de acesso ou encontre alguma dificuldade para participar, por favor, entre em contato pelo WhatsApp no número (41) 99508-3760. Estamos ansiosos para a sua participação, seja ela presencial ou online, e acreditamos que a troca de informações e experiências é fundamental para a prevenção e combate a crimes contra membros da nossa categoria. Fonte: APUFPR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 26 de março de 2024 A partir dos resultados das votações realizadas em assembleias realizadas por seções sindicais, o setor das instituições federais de ensino superior (Ifes) do ANDES-SN aprovou para 15 de abril o indicativo de greve dos docentes das universidades federais, institutos federais e cefets da base do Sindicato Nacional. Agora, as entidades de base deverão realizar assembleias para debater os detalhes da greve. No dia 10 de abril, será realizada uma nova reunião do setor das Ifes, com tempo de 72 horas para informar governo e reitorias sobre a deflagração de greve no dia 15 de abril. Na reunião realizada sexta-feira (22), representantes de 37 seções sindicais avaliaram as decisões tomadas pela categoria após a primeira rodada de assembleias, seguindo a decisão do 42º Congresso do ANDES-SN, que aprovou a construção da greve nas instituições federais de ensino e no setor da Educação, no primeiro semestre de 2024, visando uma greve unificada dos servidores públicos federais.  Foram apresentados também relatos da direção da Fasubra, sobre a greve dos servidores técnico-administrativos, e da direção do SINASEFE, que planeja a greve dos trabalhadores EBTT federal para o dia 3 de abril. Além disso, foram discutidas as negociações com o Governo Federal, que até o momento não atenderam às reivindicações dos servidores federais.   Reivindicações O conjunto do funcionalismo federal vem defendendo uma proposta de reajuste salarial de três parcelas de 7,06% (em 2024, 2025 e 2026) para o grupo de servidores no qual se enquadram os docentes das Ifes. Os valores seriam suficientes para repor as perdas desde o governo Temer até o final do atual governo. A proposta do governo até agora é de 0% em 2024 e duas parcelas de 4,5% em 2025 e 2026. Outra reivindicação não atendida até o momento é o “revogaço” de medidas do governo Bolsonaro que atacam os servidores e os serviços públicos, incluindo o projeto de Reforma Administrativa (PEC 32), que ainda tramita no Congresso Nacional. Há também a necessidade de recuperar o orçamento das universidades federais, pois todas receberam valores inferiores ao necessário para manter o patamar de despesas por matrícula (2010 a 2022). Além disso, as negociações específicas sobre a reestruturação da carreira dos docentes federais não avançaram, assim como as pautas específicas, que ainda não começaram a ser debatidas (o MEC não atendeu as solicitações de reunião com o ANDES). Outra reivindicação não atendida é a equiparação dos benefícios com os demais Poderes. O aumento de R$ 658,00 para R$ 1 mil no vale-alimentação não contempla aposentados e pensionistas. O mesmo acontece com o auxílio-creche, que passaria de R$ 321 para R$ 484,90. Fonte: Apufpr [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 26 de março de 2024 Na quinta-feira, dia 28 de março, vamos dar uma pausa nas atividades um pouquinho mais cedo na sede da APUFPR. Isso porque vamos realizar uma dedetização no final da tarde. Por isso, o expediente será encerrado às 16h30. E tem mais: na sexta-feira, dia 29 de março, não teremos expediente devido às festividades de Páscoa. Mas fiquem tranquilos, pois na segunda-feira, dia 1º de abril, estaremos de volta com tudo! Agradecemos a compreensão e colaboração de todos nesse processo. Para mais detalhes ou dúvidas, estamos à disposição. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 26 de março de 2024 Com a iminência de uma possível greve dos docentes das universidades federais da base do ANDES, muitos professores da UFPR têm buscado esclarecimentos junto à APUFPR. A dúvida principal reside na necessidade de realização de uma nova assembleia para a deflagração do movimento grevista. Segundo orientação do Setor das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) do ANDES, uma nova rodada de assembleias deve ocorrer até o dia 9 de abril e ter como pauta três pontos principais: a deflagração da greve a partir do dia 15 de abril, a formação de comitês locais de mobilização e a elaboração das pautas específicas de cada localidade. Portanto, a direção da APUFPR deverá realizar uma nova Assembleia até 9 de abril para consultar os professores da UFPR. A dinâmica para a concretização da greve nacional envolve uma sequência de etapas cruciais. Primeiramente, está programada uma reunião do Setor das Ifes para o dia 10 de abril, que avaliará o resultado dessa nova rodada de assembleias. Após essa reunião, haverá um prazo de 72 horas para que sejam formalmente comunicados o Governo Federal e as reitorias sobre a decisão de deflagrar a greve a partir do dia 15 de abril. É importante ressaltar que a decisão final quanto à greve será tomada pelos próprios docentes durante a assembleia. Nessa reunião, os professores terão a oportunidade de deliberar sobre a adesão ao movimento grevista na data indicada ou avaliar outras possibilidades. Diante desse cenário, a participação dos docentes nas assembleias e nos debates sobre a greve é fundamental para garantir que as decisões ocorram com muita representatividade. Se você quer saber como foi a última reunião das Ifes do ANDES, confira aqui. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 22 de março de 2024 Nas mesas de negociação com o Governo Federal, os representantes dos servidores apresentaram a proposta de reajuste em 3 parcelas de 7,06%, de 2024 a 2026.  Neste momento de resgate do Brasil, após os anos de destruição dos governos Temer e Bolsonaro, os servidores públicos serão essenciais para a retomada de um projeto de nação voltado à melhoria de vida da população. A valorização dos servidores é parte essencial desse processo.   #ReajusteSalarialJá Fonte: Apufpr [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 21 de março de 2024 A  Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (APUFPR) vem a público manifestar seu apoio à greve nacional dos servidores técnico-administrativos em educação (TAEs), especialmente àqueles que trabalham na UFPR, onde são representados localmente pelo Sinditest-PR.  Esta greve, motivada pela busca por reajustes salariais justos, pela reestruturação de carreiras e pela melhoria nas condições de trabalho, é um clamor legítimo por direitos fundamentais que têm sido negligenciados ao longo da história. Reconhecemos as adversidades enfrentadas pelos técnico-administrativos em educação (TAEs), após seis anos de políticas governamentais que impactaram negativamente quase todo o serviço público federal.  As gestões de Michel Temer e Jair Bolsonaro deixaram marcas profundas de desvalorização e desrespeito aos profissionais da educação, e colocaram em risco o funcionamento das instituições federais de ensino superior. Agora, é hora do Brasil construir um novo momento, e a valorização dos servidores públicos que atuam na educação é passo fundamental para isso. É inegável que os TAEs, com quem a categoria docente compartilha inúmeros espaços nas universidades federais, possuem um dos pisos salariais mais baixos do serviço público, uma realidade que desmerece a essencialidade dos serviços que prestam à comunidade acadêmica e à sociedade.  A valorização desses profissionais é indispensável para o fortalecimento do tripé ensino, pesquisa e extensão, pilares que sustentam a missão das universidades públicas no Brasil. Portanto, a APUFPR reitera a necessidade de canais de diálogo construtivo entre os servidores em greve e os representantes do Governo Federal, sem que haja qualquer tipo de penalização ou represália aos grevistas. É imperativo que as reivindicações dos TAEs sejam atendidas, garantindo-se assim a dignidade e o respeito que merecem. Neste momento de mobilização, a APUFPR se solidariza com os servidores técnico-administrativos em educação e reitera seu compromisso com a luta por uma educação pública de qualidade, acessível a todos e todas. Estamos juntos na busca por condições de trabalho dignas e pela valorização de todos os profissionais que dedicam suas vidas à educação e ao desenvolvimento social e científico do nosso país.   Por uma universidade pública, gratuita e de qualidade para todos! Diretoria da Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (APUFPR) Março de 2024 Foto: Sinditest-PR [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 16 de março de 2024 Era para ser um espaço de debates sobre o futuro das universidades federais, sobre a carreira docente e as lutas por reajuste salarial. Mas o grupo que foi derrotado nas eleições da APUFPR em 2023 e nas anteriores (autointitulado Coletivo de Docentes/Autonomia e Luta) transformou a Assembleia desta sexta-feira (15) em um vergonhoso palco de intolerância, agressividade, machismo e misoginia, tudo isso para tentar impedir a participação dos quase 350 docentes que compareceram de forma telePRESENCIAL, ao longo de mais de 3 horas de duração da reunião, para deliberar sobre a construção da greve do ANDES ainda no primeiro semestre de 2024. Aquele grupo radical, composto por cerca de 40 pessoas que estavam na sede de Curitiba, tentou a todo momento impedir a continuidade da Assembleia, para impor como único modelo de participação a presença física, desqualificando, de forma ofensiva e, muitas vezes, debochada, todos os demais professores que, por motivos diversos, optaram por outras formas de presença.   Antidemocráticos Após perderem a votação pela continuidade da Assembleia (a imensa maioria votou pelo prosseguimento), os radicais tentaram uma manobra rasteira para esvaziar a reunião, inscrevendo-se em bloco para fazer “declarações de voto” individuais (seriam aproximadamente 30 de até 3 minutos), sabendo que isso atrasaria a Assembleia em mais de uma hora e meia. Obviamente, a intenção era cansar os participantes para sobrar apenas o grupo deles na hora da votação. Por sinal, esvaziar Assembleias é uma tática recorrente desse grupo, para que apenas eles estejam presentes na hora das votações importantes. Por isso, atacaram os 350 docentes que participaram telepresencialmente e tentaram, com truculência, impor o modelo mais restritivo de Assembleia. Em defesa do conjunto da categoria, a direção da APUFPR foi firme e impediu essa manobra, deixando as “declarações de voto” para o final da reunião. Como a tática daquele grupo não havia prosperado, tentaram novamente tumultuar a Assembleia. Em dado momento, de forma infantil, chegaram a fazer barulho com palmas para impedir que centenas de docentes que participavam da reunião conseguissem ouvir a mesa diretora e os encaminhamentos. Lamentável. Mais de um vez, uma militante do grupo radical interferiu na câmera que fazia a transmissão. Com muita tranquilidade, a direção da APUFPR seguiu tentando conduzir a Assembleia, para que o conjunto da categoria pudesse expressar seus diferentes pontos de vista sobre o principal ponto da pauta (construção da greve), cujo resultado deverá ser levado para a reunião do setor das federais do ANDES.   E a greve? Diante de todas essas manobras do grupo de oposição para atrasar o andamento da Assembleia, o tema principal (greve), que deveria ter sido o foco de debates, reflexões e análises mais profundas, teve menos espaço. A truculência daquele grupo foi tanta que chegou a constranger o conjunto dos docentes que participava da Assembleia. No fundo, esse era o objetivo daquele grupo, já que, assim, eles puderam se inscrever em bloco para repetir as mesmas argumentações. No final, a maioria dos participantes aprovou a proposta de Construção da greve do ANDES e da educação no primeiro semestre de 2024. O resultado será levado para a próxima reunião das federais do ANDES, onde serão colhidos os resultados das demais universidades, para que o conjunto do movimento nacional decida os próximos passos, inclusive prazos, mobilizações etc.   Tentativa de fraude No final da Assembleia, em uma manobra para tentar deslegitimar a Assembleia, o grupo radical usou um estudante, calouro de Economia na UFPR, que havia tentado se inscrever na Assembleia, para criar um factoide e tumultuar o final da reunião. Após ser avisado que essa tentativa de fraude não era apenas antiética, mas poderia configurar crime (incluindo os mandantes da estratégia), o aluno foi embora. A direção da APUFPR tomará providências para que aqueles que tentaram fraudar a Assembleia sejam responsabilizados.   Machismo Durante a Assembleia, membros do grupo de oposição agrediram a presidente da APUFPR com ataques machistas e tentativas de intimidação física. Não é a primeira vez que membros daquele grupo usam esse tipo de prática contra mulheres (inclusive da equipe de funcionários) na sede do sindicato. A direção do APUFPR repudia essas atitudes, que não cabem em um espaço construído democraticamente ao longo de décadas de luta dos docentes da UFPR, especialmente diante dos inúmeros desafios que temos para avançar na igualdade de gênero no ambiente acadêmico.   Deboches e ofensas contra centenas de docentes Não bastassem as ações truculentas e antidemocráticas para impedir a continuidade da Assembleia, membros do “coletivo” de oposição ainda debocharam, por diversas vezes, dos mais de 350 docentes que participaram dessa Assembleia, e também daqueles que participaram das Assembleias anteriores. Foram falas arrogantes, no sentido de que apenas os que estavam na sede tinham “coragem” de participar do debate. Essa mesma fala já havia sido proferida por uma diretora do ANDES em reunião do CRAPUFPR no ano passado. Um membro do grupo deles chegou a dizer que os docentes ficam de bermuda em casa enquanto participam da Assembleia. Eles também publicaram chacotas no chat contra o conjunto dos docentes. Houve também tentativas de gerar desconfiança contra os docentes que estavam telepresencialmente, em uma evidente manobra para intimidar os participantes. A direção da APUFPR repudia veementemente todas essas falas prepotentes e presunçosas com que o grupo de oposição vem tratando reiteradamente o conjunto da categoria docente que vem participando ativamente das Assembleias. É inadmissível que um grupo político use de deboche e desdém contra outros colegas para tentar impor sua vontade de voltar a ter reuniões esvaziadas. A APUFPR vem defendendo as formas mais democráticas e participativas, que garantem que muito mais professoras e professores estejam presentes nas reuniões coletivas, de acordo com suas possibilidades e dinâmicas individuais. Seguiremos implementando mecanismos que garantam ainda mais segurança e dinamicidade às nossas Assembleias.   Falta de sensibilidade Ao debochar dos docentes que optam pela participação telepresencial, os radicais deixam evidente que não são capazes de enxergar a realidade de grande parte do nosso coletivo docente. Boa parte dos que participaram telepresencialmente talvez gostariam de poder ter a oportunidade de estar fisicamente ao lado dos colegas, se encontrando, conversando e dividindo um café. Mas grande parte do nosso coletivo docente são mães e pais que se deslocam para buscar os filhos. Muitos são mães ou pais solteiros e não têm com quem dividir responsabilidades. Boa parte está em casa numa terceira jornada de trabalho, cuidando da família enquanto escuta, responde e fala na assembleia. Outros tantos têm pessoas dependentes aos seus cuidados, como familiares idosos e pessoas com deficiência. Muitos dos que consegue estar fisicamente presente nas sedes da APUFPR talvez comunguem dessas condições, mas tais funções são deixadas aos cuidados de companheiras e companheiros. E há vários docentes que estão presentes nas Assembleias enquanto estão participando de eventos acadêmicos (inclusive, fora da cidade), muitos estão viajando para participar de bancas de avaliação ou outras atividades ligadas à docência, à pesquisa ou à extensão, ou estão fora do país para mestrado, doutorado ou pós-doc e, nem por isso, deixam de fazer parte da categoria docente da UFPR. Descartar a participação dos colegas que não podem estar fisicamente lado a lado, não combina com uma categoria que trabalha intelectualmente, capaz de reflexão e que diz querer somar pontos de vista. Na verdade, demonstram que seu desejo é dividir a categoria e minimizar a participação, para que seja restrita a eles próprios. Além disso, é profundamente incoerente, quando parte de pessoas que se dizem revolucionárias.   Autonomia e PRESENÇA A direção da APUFPR vem lutando para ampliar a participação dos docentes nos espaços decisórios da categoria, especialmente nas Assembleias. Entendemos que a decisão sobre as formas de participação dos docentes da UFPR é uma escolha baseada na autonomia política, organizativa e sindical, que é uma prerrogativa da nossa entidade, mesmo que ela faça parte da base do ANDES. Essa mesma autonomia garante que aqui na UFPR os docentes possam tomar decisões que, eventualmente, divirjam do conjunto do movimento nacional, como ocorreu em outras greves que ocorreram somente aqui ou naquelas em que os professores da nossa universidade optaram por não aderir à greve nacional. Isso significa que o movimento se organiza nacionalmente em relação ao governo (empregador), mas cada localidade tem autonomia política para se escolher a forma de se organizar, e isso inclui como sua diretoria é composta, ou até a qual central sindical se filiar (que não precisa ser a mesma do ANDES). Por isso, não aceitamos as tentativas de imposição da direção do ANDES e do grupo radical ligado a eles aqui na UFPR para que as Assembleias voltem a ocorrer apenas fisicamente, para que sejam mais esvaziadas do que as atuais. Além disso, consideramos que a participação telePRESENCIAL está de acordo com o estatuto do ANDES (veja aqui dois pareceres jurídicos), afinal, os docentes que comparecem às nossas Assembleias estão presentes no momento e só podem votar estando na reunião. O estatuto do Sindicato Nacional não diz que a presença deve ser física. Inclusive, o próprio ANDES, na eleição para sua diretoria em 2020, usou esse mesmo termo (telepresencial) para se referir à participação dos docentes no processo, considerado que, para votar, era necessário estar presente na tela, assim como acontece em nossas Assembleias. Criar fake news, dizendo que o resultado da Assembleia poderia ser invalidado, é apenas mais uma tática dos radicais para enganar nossa categoria. Somadas à truculência que usaram para tentar impedir o andamento da Assembleia, essas tentativas de golpe confirmam aquilo que já dissemos há tempos atras: o bolsonarismo de esquerda é tão radical que se assemelha em muitos aspectos ao bolsonarismo original. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 15 de março de 2024 A direção da APUFPR fez consultas a diferentes assessorias jurídicas sobre o amparo legal e a conformidade das diferentes formas de presença dos docentes da UFPR nas Assembleias da categoria. Os dois pareceres confirmam a posição da direção do sindicato de que os meios usados para ampliar e democratizar a participação dos professores são legítimos e legalmente amparados. Nós, da direção da APUFPR, reafirmamos o nosso compromisso de promover formas de ampliar a participação dos docentes nas instâncias deliberativas da nossa categoria, adotando métodos inclusivos para que um número cada vez maior de professoras e professores possa contribuir nos debates, participar das decisões e se envolver ativamente nas lutas que nos unem. Confira abaixo os pareceres jurídicos: – Parecer 1 – Parecer 2 [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 14 de março de 2024 É com profundo pesar que a APUFPR comunica o falecimento da professora aposentada da UFPR, Imara Teresa Milhoretto, ocorrido na última terça-feira, dia 12. Professora Imara dedicou anos de sua vida ao ensino e à pesquisa, tendo ocupado o cargo de vice-diretora do Setor de Ciências Biológicas antes de sua aposentadoria em 1994. Sua contribuição à comunidade acadêmica e aos membros de sua categoria será sempre lembrada com grande estima e respeito. A APUFPR presta sua solidariedade aos parentes e amigos neste momento de dor. O sepultamento ocorrerá no Cemitério Jardim da Saudade, em Curitiba, nesta sexta-feira, dia 15, às 15h. [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 13 de março de 2024 Parece piada, mas é a política brasileira em seu viés mais debochado. A Câmara dos Deputados elegeu como presidente da Comissão de Educação mais um político que defende a existência de partido nazista no Brasil. Dessa vez, o extremista Nikolas Ferreira (PL-MG) será o presidente do colegiado que, em tese, deveria pensar e avaliar projetos voltados à melhoria da educação no Brasil.  Em um passado não muito distante, em 2022, os deputados já haviam escolhido para a função outro deputado extremista, que também havia defendido a existência de um partido nazista no Brasil. Era Kim Kataguiri, cuja contribuição prévia no setor era nula, assim como foi seu ano de mandato na presidência do colegiado. Teoricamente, a Comissão de Educação deveria avaliar o sistema educacional, pensar políticas para o setor – inclusive o financiamento e a valorização de quem atua nessa área, além de promover meios para garantir o direito da população à educação de qualidade. Nos últimos anos, esse colegiado tem passado muito longe desses objetivos. É óbvio que sempre houve tensões na área, especialmente porque grande parte dos parlamentares são ligados ou financiados por grupos econômicos que controlam instituições privadas de ensino e buscam cada vez mais privilégios. Muitas vezes, eles conseguem.  Mas colocar deputados neófitos, que entraram na vida política apenas espalhando discursos de ódio e fake news, para comandar uma das comissões mais importantes do Congresso, não é só descaso, é deboche. O objetivo dos extremistas, ao ocupar esse posto, é ganhar visibilidade para ampliar o alcance de seus discursos radicais, em busca de votos e mais seguidores. A velha mídia, que se preocupa mais com audiência (mesmo que em nichos radicalizados da população) e menos com a qualidade de seu conteúdo, dá espaço para esse tipo de político que, em outras democracias mais consolidadas, não teria tanta visibilidade.  É notório que o objetivo dos extremistas no Congresso é dar visibilidades a políticos que eles consideram “proeminentes”. Ao que tudo indica, Nikolas Ferreira é um nome que os extremistas desejam dar mais longevidade na política, já que os membros da família Bolsonaro, apesar do poderia acumulado nos últimos anos, seguem ganhando destaque nas manchetes policiais, especialmente por causa das investigações sobre a autoria dos planos de golpe de Estado que os extremistas tentaram implementar antes e após a eleição de 2022. Isso faz seu futuro um pouco mais incerto e muitos extremistas começam a movimentar outras peças no tabuleiro da política nacional.   Nazismo = liberdade de expressão (?) Durante uma entrevista em um podcast, Nikolas Ferreira defendeu o direito de se negar o Holocausto e fundar partidos nazistas, tudo sob a bandeira da “liberdade de expressão”.  Na ótica extremista, “liberdade de expressão” englobaria o direito de fazer piada com pessoas com deficiência e espalhar racismo, sexismo e outros comportamentos anticivilizatórios. Também englobaria o “direito” de espalhar ideais nazistas.  Incoerentemente, o próprio deputado se coloca publicamente como um defensor ferrenho de Israel (o Estado), quando se debate o massacre do governo daquele país contra a população palestina. Isso prova que, para os extremistas, não há necessidade de ter coerência. Basta apenas adotar discursos flexíveis sobre qualquer tema, em busca de novos seguidores dispostos a aceitar e apoiar ideias radicais.  O pano de fundo é que, para esses radicais oportunistas, a existência de um partido nazista no Brasil garantiria um tipo de “salvo-conduto”, para que eles mesmos possam continuar espalhando suas ideias extremistas, em uma versão um pouco mais “light” do que as dos nazistas “originais”. Fonte: Apufpr. [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 11 de março de 2024 Conforme divulgado anteriormente, a APUFPR fará Assembleia na próxima sexta-feira (15). Para embasar os debates e as análises dos docentes, estamos publicando um informativo, que você pode acessar neste link: https://apufpr.org.br/wp-content/uploads/2024/03/jornal-da-greve.pdf [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 8 de março de 2024 Neste Dia Internacional das Mulheres, a APUFPR reforça a luta por uma sociedade na qual o gênero não determina os desafios que uma pessoa precisa enfrentar.  Temos o compromisso de construir uma sociedade igualitária, sem barreiras, impedimentos ou exclusões por causa do gênero de uma pessoa. Lutamos para construir um futuro em que todas e todos possam viver livremente suas escolhas, aspirações e sonhos.  Nos dedicamos a promover a igualdade em todos os espaços. Mas, apesar dos avanços conquistados até aqui, ainda há muitos obstáculos para que isso aconteça.  Por isso, hoje, reafirmamos a importância da solidariedade, da educação e da ação coletiva na superação dessas barreiras. Cada passo em direção à igualdade de gênero é um passo rumo a uma sociedade mais justa, mais inclusiva e mais desenvolvida para todas e para todos. Fonte: Apufpr   [...]
02/07/2024Greve / NotíciasData de Publicação: 8 de março de 2024 No 42 Congresso do ANDES, realizado entre os dias 26 de fevereiro e 1º de março, a maioria dos delegados aprovou a proposta de construção da greve do ANDES e do setor da educação, no primeiro semestre de 2024, parte do processo de construção da greve unificada do funcionalismo público federal. Conforme a circular enviada às seções sindicais, as assembleias deverão discutir e deliberar acerca da construção da greve, nos termos aprovados no 42º Congresso, e ainda sobre a constituição dos comitês locais de mobilização, considerados, no documento, “passo fundamental para ampliar a mobilização da categoria e construir as pautas locais com agendas e ações de mobilização, buscando a articulação com os demais trabalhadores e estudantes das universidades, institutos federais e Cefets”. Por isso, a APUFPR está convocando uma Assembleia Geral para o dia 15, que irá debater sobre a construção de greve no setor da educação e constituir o comitê local de mobilização. Os docentes poderão participar pela plataforma Zoom ou na sede da APUFPR em Curitiba. Para quem optar pela participação online, é necessário fazer a inscrição pelo link https://us02web.zoom.us/meeting/register/tZUqce2qqTgvHNTnrRKQ8mzBCB4D6AqEaFk3 Após a inscrição, uma confirmação será enviada diretamente pelo Zoom para o seu e-mail com o link de acesso à reunião. Em caso de dúvidas ou dificuldades: entre em contato pelo WhatsApp (41) 99508-3760. Reivindicações Dentre os motivos apontados durante o 42º Congresso do ANDES para a construção da greve, está a ausência de resposta do governo à contraproposta da bancada sindical, apresentada em 31 de janeiro, para a reposição das perdas acumuladas (7,06% em 2024, 2025 e 226). Sem isso, a estimativa é de perdas acumuladas de 22,71%, considerando apenas a inflação do governo Temer até o final do atual governo. A proposta atual do governo é reajuste de 0% em 2024, e 9% parcelados em 2025 (4,5%) e 2026 (4,5%). Também não houve avanço na solicitação de equiparação de benefícios entre servidores e servidoras dos Três Poderes, tanto para ativos como para aposentados. Outra reivindicação não atendida foi a realização do “revogaço” das medidas do governo Bolsonaro, que atacam servidores e os serviços públicos. Além disso, as negociações sobre a reestruturação da carreia docente também não avançaram até agora na mesa específica. Fonte: Apufpr. [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 7 de março de 2024 A APUFPR, comprometida com a defesa dos direitos humanos e a promoção de uma sociedade mais justa e igualitária, vem a público expressar seu repúdio a toda e qualquer manifestação de homofobia, seja ela explícita ou velada sob o manto de “brincadeiras”, especialmente no âmbito da Universidade Federal do Paraná. Entendemos que tais atitudes, longe de serem inofensivas, refletem e perpetuam preconceitos arraigados na sociedade, causando dor e sofrimento a muitos membros de nossa comunidade. Reconhecemos que, apesar dos avanços na luta contra a discriminação de gênero e sexualidade, ainda vivemos em uma sociedade marcada por profundas desigualdades e preconceitos.  A homofobia, em todas as suas formas, é uma violência que atinge diretamente pessoas, afetando sua dignidade, sua segurança e seu bem-estar. É inadmissível que, em espaços acadêmicos, locais de construção do saber e de formação crítica de cidadãos, tais práticas discriminatórias ainda encontrem terreno. A APUFPR se solidariza com todas as pessoas que sofrem com a homofobia, seja no ambiente acadêmico ou fora dele. Nosso compromisso é com a construção de um espaço inclusivo, respeitoso e seguro para todos, independentemente de orientação sexual, identidade de gênero, raça, classe ou qualquer outra característica. Aguardamos que as devidas apurações sejam realizadas e esperamos que nossa comunidade tenha a capacidade de construir uma cultura na qual isso nunca mais se repita. Nossa luta é pela transformação da sociedade e das relações humanas, por um mundo onde o respeito à diversidade e a igualdade de direitos sejam a base das relações entre as pessoas.  Convidamos toda a comunidade acadêmica a fazer essa ampla reflexão, para que possamos promover o respeito, a solidariedade e a inclusão como valores fundamentais em nossas práticas cotidianas. Juntas e juntos, podemos construir uma universidade e uma sociedade livres de todas as formas de discriminação.   Diretoria da APUFPR Março de 2024 [...]
02/07/2024NotíciasData de Publicação: 5 de março de 2024 O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos/Secretaria de Relações de Trabalho divulgou no dia 28 de fevereiro uma alteração na Instrução Normativa que orienta os servidores públicos ativos, aposentados e pensionistas, que contrataram plano de saúde de forma particular e recebem o ressarcimento no contracheque de parte do valor (o chamado Per Capita), sobre a comprovação das despesas com as mensalidades do plano. De acordo com a alteração, o novo prazo vai até 30 de abril de 2024. A decisão altera o prazo anterior, que era fevereiro deste ano. Esse ajuste se aplica aos comprovantes de despesas dos anos de 2022 e 2023 e estende o período para que as unidades de gestão de pessoas concluam análises e procedimentos até o fechamento da folha de setembro de 2024.  Confira aqui um passo a passo: https://progepe.ufpr.br/reforco-envio-das-comprovacoes-de-pagamento-do-plano-de-saude-2022-e-2023/ Fonte: Apufpr [...]
01/07/2024NotíciasData de Publicação: 28 de fevereiro de 2024 Na tarde de quarta-feira (28), em Brasília, ocorreu a 7ª reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP), um encontro marcado pela presença de representantes do Governo Federal e da bancada sindical, esta última composta por entidades que representam diversas categorias de servidores públicos federais. Durante a reunião, José Lopez Feijóo, secretário de Relações de Trabalho e representante do Governo na MNNP, respondeu à contraproposta sindical mantendo a posição inicial do Governo de não conceder reajuste salarial em 2024. Feijóo justificou essa posição alegando a necessidade de o Governo confirmar um aumento na arrecadação antes de definir qualquer índice de reajuste. Segundo ele, essa é a posição do ministro da Economia, Fernando Haddad, e da ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck. Uma nova rodada de discussões foi agendada para maio. A resposta do Governo foi recebida com insatisfação pela bancada sindical, que reafirmou de considerar a proposta de reajuste zero inaceitável. Os membros da bancada sindicalista destacaram a urgência de um reajuste salarial para 2024, para reduzir a defasagem salarial acumulada nos últimos anos. Para a direção da APUFPR, a luta pelo reajuste já em 2024 reflete não apenas a necessidade de correção dessa defasagem, mas também a importância de reconhecer o papel vital que os servidores públicos desempenham na oferta de serviços de qualidade, essenciais para a retomada e para o desenvolvimento do país. A questão salarial dos servidores não é apenas uma questão de números, mas uma questão de prioridade e retomada do processo de valorização do serviço público. A delegação de docentes da UFPR que está presente no 42º Congresso do ANDES segue participando dos debates sobre os próximos passos do movimento docente nacional na luta pelo reajuste e pelas pautas específicas da categoria. [...]
01/07/2024NotíciasData de Publicação: 28 de fevereiro de 2024 Na tarde de quarta-feira (28), em Brasília, ocorreu a 7ª reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP), um encontro marcado pela presença de representantes do Governo Federal e da bancada sindical, esta última composta por entidades que representam diversas categorias de servidores públicos federais. Durante a reunião, José Lopez Feijóo, secretário de Relações de Trabalho e representante do Governo na MNNP, respondeu à contraproposta sindical mantendo a posição inicial do Governo de não conceder reajuste salarial em 2024. Feijóo justificou essa posição alegando a necessidade de o Governo confirmar um aumento na arrecadação antes de definir qualquer índice de reajuste. Segundo ele, essa é a posição do ministro da Economia, Fernando Haddad, e da ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck. Uma nova rodada de discussões foi agendada para maio. A resposta do Governo foi recebida com insatisfação pela bancada sindical, que reafirmou de considerar a proposta de reajuste zero inaceitável. Os membros da bancada sindicalista destacaram a urgência de um reajuste salarial para 2024, para reduzir a defasagem salarial acumulada nos últimos anos. Para a direção da APUFPR, a luta pelo reajuste já em 2024 reflete não apenas a necessidade de correção dessa defasagem, mas também a importância de reconhecer o papel vital que os servidores públicos desempenham na oferta de serviços de qualidade, essenciais para a retomada e para o desenvolvimento do país. A questão salarial dos servidores não é apenas uma questão de números, mas uma questão de prioridade e retomada do processo de valorização do serviço público. A delegação de docentes da UFPR que está presente no 42º Congresso do ANDES segue participando dos debates sobre os próximos passos do movimento docente nacional na luta pelo reajuste e pelas pautas específicas da categoria. [...]
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