APUFPR repudia acusações mentirosas do Sinditest-PR

O Sinditest-PR publicou hoje (07) uma nota com graves acusações contra a participação da APUFPR na Comissão Paritária de Consulta (CPC). No texto, a entidade alega que “por iniciativa da APUFPR é escolhido sistema de votação” que irá referendar a Consulta Paritária de 2024, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A APUFPR repudia veementemente a atitude mentirosa do Sinditest-PR.

A APUFPR vem a público para elucidar os fatos e apresentar a verdade à comunidade acadêmica: na 2ª reunião da CPC, realizada no dia 26 de julho, foi aprovado por unanimidade o formato virtual da votação. 

Nesta reunião, estavam presentes representantes de todas as entidades que compõem a CPC, inclusive os coordenadores Rosana Regina Nunes da Silva, 1ª Vice-Presidente da CPC, Diego Daniel Medeiros da Silva, 1º Vice-Secretário da CPC e Melissa Vicentini, 1ª Vice-Comunicadora da CPC, representando o Sinditest-PR, os quais tiveram acesso antecipado ao Regimento de Consulta que, após amplo debate, foi aprovado sem ressalvas ao formato de votação escolhido, possibilitando a ampla publicização do Regimento de Consulta da CPC 2024.

É importante destacar que, neste mesmo dia, houve uma tentativa frustrada do Sinditest-PR de incluir na CPC um representante (Wilson Venzel Messias) que, conforme o Artigo 20 do Regimento Interno da CPC, estava impedido de participar devido ao seu apoio público a uma candidatura, o qual foi devidamente removido da reunião da CPC para evitar que a lisura do processo fosse maculada.

Após esse fato, Antonio Neris de Souza, Ivandenir Pereira e Wilson Venzel Messias foram à sede administrativa da APUFPR com o nítido intuito de impedir a realização da reunião que acontecia. Em razão disso, o encontro precisou ser encerrado inesperadamente. Cabe ressaltar que a abordagem dos dirigentes do Sinditest-PR com a Presidente Andréa Emilia Marques Stinghen foi extremamente machista.

Lamentavelmente, a atual gestão do Sinditest-PR está passando por disputas internas que estão atrapalhando os trabalhos da CPC desde seu princípio, diante da inabilidade de seus coordenadores em resolver suas próprias questões políticas. 

É mentira que foi aprovada uma única plataforma na reunião ocorrida no dia 02 de agosto. Em verdade, foram apresentadas três plataformas possíveis e já utilizadas em processos de votações semelhantes, dentre as quais foram aprovadas duas mais adequadas à Consulta da UFPR, que serão posteriormente detalhadas em reunião ordinária já convocada para o dia 09 de agosto, às 15 horas, que contará com a presença dos representantes das chapas inscritas. 

A APUFPR recebe com surpresa as falsas acusações propagadas pelo Sinditest-PR visto que os representantes da entidade na CPC, em nenhum momento, propuseram outra forma de votação que não a virtual, sendo essa, consenso desde o início. 

Lamentamos o método desonesto escolhido pela direção do Sinditest-PR para manifestar seu posicionamento fora da CPC, o qual é meramente destrutivo e tem o intuito de fragilizar todo o processo. 

A APUFPR preza pelo bom andamento da Consulta e pelo diálogo honesto entre as entidades, além de reafirmar a legitimidade das deliberações da CPC. Enfatizamos nosso compromisso com a democracia universitária e com a lisura do processo de escolha do próximo reitor ou reitora e vice-reitor ou vice-reitora da UFPR.

Confira a ata da 2ª reunião da CPC, com destaques que desmentem as alegações do Sinditest-PR

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