Categoria: TV APUFPR

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16 de janeiro de 2020

 

Em 2019, as comunidades acadêmicas e a sociedade protagonizaram uma grande luta contra o Future-se, programa do Ministério da Educação (MEC) que repassa a administração das universidades federais à iniciativa privada.

No processo de resistência, a rejeição ao Future-se se deu em várias instâncias, inclusive dentro das reitorias das instituições. Reitores e conselhos deliberativos de diversas universidades manifestaram seu repúdio ao programa, reafirmando o caráter público e democrático da educação superior.

Acontece que, no jogo político, toda ação gera uma reação. E a estratégia do Governo Federal foi restringir ainda mais a democracia nas universidades e institutos federais.

A Medida Provisória 914/2019, de dezembro do ano passado, altera o procedimento de eleição dos reitores, conferindo ao presidente da República o poder de nomear qualquer um dos três indicados na lista tríplice.

Historicamente, os governos têm respeitado a indicação da comunidade acadêmica, indicando o mais votado para a posse como reitor ou reitora. Nos últimos meses, contudo, o Governo Federal e o MEC vêm atuando diretamente para subverter essa lógica.

Para o presidente da APUFPR, Paulo Vieira Neto, a MP 914 representa um grande risco para a democracia nas instituições. “Nós corremos o risco de que alguém faça um acordo prévio com o MEC aceitando o programa Future-se e depois seja, participando da listra tríplice, indicado, independentemente de não ter sido eleito em primeiro lugar”, analisa.

Em breve, a APUFPR deve apresentar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) solicitando a suspensão da MP 914/2019.

Confira o vídeo:

MP 914/2019 e a supressão da democracia na escolha de reitores

Novamente, a democracia universitária está em risco, dessa vez com a publicação da Medida Provisória (MP) 914/2019, que altera o processo de eleição de reitores e autoriza a nomeação de qualquer um dos candidatos da lista tríplice. Entenda os retrocessos que a MP representa:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

 

Fonte: APUFPR

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11 de dezembro de 2019

A paciência chegou ao fim!

Diante de tantas declarações fantasiosas e infundadas do ministro da Educação, Abraham Weintraub, sobre as universidades federais e os docentes, a APUFPR o denunciou no Ministério Público Federal (MPF) do Paraná por improbidade administrativa, solicitando também que ele seja imediatamente afastado do cargo.

A principal motivação do pedido foi uma série de declarações de Weintraub sobre supostas plantações de maconha e esquemas de produção de drogas nas universidades federais.

Está claro que Weintraub não honra o cargo que ocupa e faz questão de atuar como perseguidor dos docentes e das instituições.

Para isso, não economiza insultos e mentiras, que circulam exaustivamente nas redes sociais e geram uma onda de desinformação e ódio conta toda a comunidade acadêmica.

Confira as declarações do presidente da APUFPR, Paulo Vieira Neto, e do Secretário-geral da APUFPR, Paulo Ricardo Opuszka, sobre os desmandos do ministro da Educação e o pedido de afastamento protocolado pela entidade:

Fonte: APUFPR

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9 de dezembro de 2019

No sexto episódio da série Além das 8, conheça o trabalho desenvolvido pelo Centro de Ressonância Magnética Nuclear da Universidade Federal do Paraná (UFPR), coordenado pelo professor Guilherme Lanzi Sassaki.

O trabalho abrange a comunidade de cinco setores da UFPR: Tecnologia, Ciências da Saúde, Ciências Biológicas, Ciências Exatas e Ciências Agrárias, atendendo em torno de 65 professores de 17 departamentos e mais de 200 alunos de graduação e, principalmente, de pós-graduação, que utilizam a ressonância magnética nuclear para suas pesquisas.

Conheça o projeto no novo capítulo da série Além das 8:

 

Sassaki explica ainda que, apesar dos cortes do Governo Federal, a dedicação dos professores garante que Centro realize trabalhos fundamentais, como ajudar a Polícia Federal a identificar novas drogas.

“Aqui dentro conseguimos ver a dedicação dos professores. Convido as pessoas para virem conhecer nossos trabalhos”, afirma Henrique Taborda Ribas, mestrando em Bioquímica na UFPR.

A sociedade pode ter certeza que esse setor está em boas mãos, porém, não se pode esquecer que nada funciona sem investimento: “A pós-graduação é praticamente movida pelas universidades públicas. Para manter essa excelência que atingimos, precisamos de recursos”, completa Sassaki.

Além das 8

Diferentemente do que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, insiste em dizer para enganar a população, a atuação dos docentes vai muito além das oito horas. Afinal, trabalho é o que não falta. O que falta é apoio do governo.

Encaminhar projetos em busca de captação de recursos, orientar alunos de graduação e de pós-graduação, fazer relatórios e promover pesquisa e desenvolvimento não cabem apenas na sala de aula.

 

[Além das 8] O projeto que ajuda a Polícia Federal através da ciência e tecnologia

????‍????????Dentro do universo da ciência e tecnologia não há limites. Principalmente quando se produz conhecimento para ajudar à sociedade. Nesse sexto episódio da série Além das 8, conheça o Centro de Ressonância Magnética Nuclear da Universidade Federal do Paraná. Eles colaboram até com a Polícia Federal! Imperdível.????Acesse nossa página:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Além das 8

Episódio 1: Além das 8: laboratório da UFPR é destaque na preservação ambiental

Episódio 2: Além das 8: segundo episódio conta o trabalho de pesquisa e inovação de Engenheira Mecânica da UFPR

Episódio 3: O professor e o laboratório que são sinônimos de excelência na análise de combustíveis

Episódio 4: O projeto que mostra que ser docente é navegar em águas profundas do conhecimento

Episódio 5: O laboratório que não têm hora para contribuir à saúde da população

 

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5 de dezembro de 2019

Devido à intensa mobilização dos servidores públicos estaduais na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) nesta quarta-feira (4), a Audiência Pública “Impacto da BNCC na Organização Curricular do Ensino Médio”, que seria realizada às 9h no Plenarinho, foi cancelada.

Diante da situação, integrantes da diretoria da APUFPr que participariam da audiência se somaram aos servidores do estado para rechaçar a condução da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma da Previdência do estado.

Na noite da terça-feira (3), e diante da intransigência dos parlamentares ao diálogo, os servidores ocuparam o plenário da Alep. O objetivo era impedir a votação da PEC, que propõe a retirada de direitos previdenciários e deve aprofundar ainda mais o rombo no Paranaprevidência – fundo estadual de aposentadoria dos servidores.

O projeto repete, em linhas gerais, a Reforma da Previdência aprovada pelo governo Bolsonaro, pois aumenta as alíquotas de desconto para ativos e aposentados e a idade mínima para a aposentadoria.

Em apoio a servidores estaduais, APUFPR participa de mobilizações na Alep

????✊Os últimos dois dias foram de truculência e intransigência na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Para aprovar a Reforma da Previdência estadual, o governador Ratinho Júnior autorizou a agressão e isolou parlamentares para votarem na Ópera de Arame. ????Confira mais informações:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Na prática, trata-se de mais um episódio de transferência descarada dos recursos poupados pelos servidores durante décadas para enriquecer uma ínfima minoria do mercado financeiro.

Depois de um interdito proibitório do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) exigindo a desocupação, os servidores saíram da Alep na manhã desta quarta e continuaram mobilizados nos arredores da Assembleia.

Daí em diante, a votação da PEC repetiu, de certa maneira, o episódio sangrento e vergonhoso do dia 29 de abril de 2015 – quando mais de 200 pessoas saíram feridas dos arredores da Alep para que os deputados saquear os recursos do fundo dos servidores.

Além da atuação policial para a aprovação da reforma da Previdência ter deixado dezenas de servidores feridos, os parlamentares se deslocaram até a Ópera de Arame com um grande aparato policial patrocinado pelo governador Ratinho Júnior.

Lá, isolados e incomunicáveis, aprovarem a PEC em primeiro turno com 43 votos favoráveis e 9 contrários. Trata-se de um retrato fiel do que se tornou a “democracia” no Brasil.

Não há dúvidas de que a tramitação e a aprovação da PEC se deram de forma flagrantemente inconstitucional, desrespeitando não só o regimento da Alep como a constituição estadual.

Os parlamentares que não participaram da farsa estão recorrendo à Justiça para questionar as irregularidades da aprovação da reforma.

Como votaram os deputados estaduais na Reforma da Previdência do governador Ratinho Jr:

Votaram fechado a favor da reforma deputados das bancadas do Republicanos, PSB, PSC, PSD, PSL, PPS, PL, PMN, DEM, Podemos, PP, PSDB, PV e PTB.

Houve divisão nas bancadas do PROS e do PDT. A bancada do PT foi a única que votou fechada contra ao projeto.

Os deputados que votaram contra foram:

Anibelli Neto (MDB)

Arilson Chiorato (PT)

Boca Aberta Jr. (PROS)

Goura (PDT)

Luciana Rafagnin (PT)

Professor Lemos (PT)

Requião Filho (MDB)

Soldado Fruet (PROS)

Tadeu Veneri (PT)

A APUFPR convida a categoria para manifestar o seu apoio aos servidores que asseguram, com muita dedicação e empenho, os direitos da população paranaense.

Fonte: APUFPR

 

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2 de dezembro de 2019

Integração, convivência e arte marcaram a segunda edição do Bazar de Talentos da APUFPR, realiazada na última terça-feira (26) na sede da APUFPR.  O evento é um espaço privilegiado para docentes da ativa e aposentados manifestarem o seu talento e inventividade através do artesanato e das artes plásticas.

O encontro cumpre com o nobre objetivo de mostrar que o potencial criativo dos docentes não se limita à pesquisa e ao ensino. No evento, foi possível ver essa criatividade estampada nas pinturas em tela, itens de decoração, peças de vestuário e outros trabalhos desenvolvidos pela categoria.

Para a professora aposentada da UFPR Nair Takeuchi, responsável pela organização do bazar, o encontro é uma oportunidade para dar visibilidade a habilidades e talentos que os docentes nem sempre têm tempo de desenvolver quando estão na ativa.

“Ele é importante, também, porque nós conhecemos professores de outros setores, com outros tipos de trabalho, e essa é uma forma de conviver mais, de nos conhecermos melhor e mostrar o trabalho que fazemos”, afirma.

Já para o docente aposentado Oldemir Carlos Mangili, o bazar encanta pela diversidade de olhares que reúne. “Você vê médicos, engenheiros, professores da área de Humanas, todos trazendo a sua contribuição dentro da sua perspectiva de produzir arte. Eu acho muito bonito”, afirma.

Reunião dos aposentados

A agenda da terça-feira (26) também contou com a realização da tradicional Reunião de Aposentados da APUFPR, um espaço privilegiado para o segmento participar de discussões sobre temáticas importantes e atuais ao lado dos colegas de profissão.

Na edição de novembro, o debate foi sobre Variáveis Genéticas, Poluição Ambiental e Câncer no Paraná: Associados Frequentemente mas Negligenciados Facilmente, tema abordado pelo docente Bonald Cavalcante Figueiredo, do Departamento de Saúde Comunitária da UFPR.

Para Figueiredo, os debates e reflexões construídos coletivamente nas reuniões de aposentados podem contribuir diretamente para o acúmulo científico e crítico da UFPR. “Um grupo de aposentados dá a ideia de que é um grupo de pessoas que pararam de funcionar. De maneira nenhuma. São pessoas que estão o tempo todo pensando e questionando”, afirma.

Fonte: APUFPR

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29 de novembro de 2019

Os professores da UFPR se reuniram, nesta quinta-feira (28), na Assembleia Extraordinária dos Docentes da instituição, realizada no Teatro da Reitoria. Por ampla maioria, a categoria aprovou a entrada imediata em estado de greve.

No encontro, que contou com repasse de informes e com uma análise coletiva sobre a conturbada conjuntura política que assola o Brasil, os professores também deliberaram sobre pontos relativos aos seus direitos, como progressões acumuladas, adicionais de insalubridade e pedidos de afastamento para capacitação.

Assembleia Geral dos docentes da UFPR aprova estado de greve

Além da deliberação sobre o estado de greve e de uma profunda análise de conjuntura, a assembleia deliberou medidas internas para conter a retirada indiscriminada de direitos dos docentes da UFPR. Veja como foi a discussão:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Debate

A decisão mais importante da Assembleia foi a aprovação da entrada dos docentes da UFPR em estado de greve. O consenso é de que somente uma grande mobilização conseguirá barrar os ataques ao caráter público das universidades, a retirada de direitos históricos dos docentes e a campanha de difamação contra as comunidades acadêmicas.

Além disso, a diretoria da APUFPR informou que entrará com uma ação coletiva contra o ministro da Educação, Abraham Weintraub, por mais uma de suas declarações inadmissíveis contra as universidades federais.

Sem nenhuma prova, Weintraub acusou as instituições de terem “plantações extensivas” de maconha e de desenvolverem, em seus laboratórios, drogas sintéticas como a metanfetamina [veja aqui a nota de repúdio do sindicato].

Ainda que sejam nitidamente fantasiosas, as declarações logo circularam pelos jornais e pelas redes sociais, fortalecendo a onda de desinformação típica da campanha de difamação que o governo vem usando contra as universidades federais. Em breve, a APUFPR divulgará mais informações sobre o andamento da ação coletiva.

 

Mobilização e encaminhamentos

As restrições orçamentárias cada vez mais rígidas, impostas tanto pelos decretos do governo Bolsonaro como por pareceres da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Controladoria-Geral da União (CGU), estão sufocando garantias históricas dos docentes da UFPR.

É o caso dos cortes dos adicionais de insalubridade para professores que lidam diariamente com produtos de alta toxicidade em laboratórios e do impedimento às progressões acumuladas – que, para alguns docentes, resultou em uma injusta regressão na carreira.

Os retrocessos mais recentes dizem respeito ao afastamento dos docentes e demais servidores para qualificação acadêmica. Entre outras restrições, o Decreto 9.991/2019 determinou que apenas 2% dos servidores de toda a universidade podem se afastar para capacitação. A regra antiga autorizava o afastamento de 20% dos professores de cada departamento.

Diante de tantos ataques, a assembleia deliberou pela elaboração de uma carta direcionada aos conselheiros da UFPR solicitando medidas urgentes para conter essa retirada indiscriminada de direitos.

Os docentes consentiram, ainda, com a construção de uma pauta de reivindicações local para ser entregue à administração da UFPR se a categoria entrar efetivamente em greve. Entre os pontos de pauta estão as progressões acumuladas, o adicional de insalubridade e os efeitos do Decreto 9.9991/2019.

Em breve, a APUFPR também divulgará mais informações sobre a construção do movimento dos docentes da UFPR.

O que é estado de greve?

Diferentemente do indicativo de greve e da deflagração da greve em si, o estado de greve se diferencia por ser uma posição aprovada pelos servidores para alertar os governantes sobre a possibilidade de deflagração de uma greve. Durante o estado de greve há reflexão, debate e mobilização em torno de um processo que pode vir ou não a culminar em uma greve.

Durante o estado de greve, geralmente há continuidade das atividades (ensino, pesquisa e extensão, no caso das universidades), mas o diferencial é que os servidores permanecem mais organizados realizando ações e mobilizações com maior frequência e participação da categoria.

Eleição de delegados para o Congresso do ANDES-SN

A assembleia também elegeu os integrantes da delegação da APUFPR para o 39º Congresso do ANDES-SN, que será realizado de 4 a 8 de fevereiro na cidade de São Paulo.

Por meio de votação, os docentes elegeram os seguintes delegados: Celina Lacerda Ferreira, Eduardo Salamuni, Maria Aparecida Zanette, Hermann Vinícius de Oliveira Mueller, Paulo Ricardo Opuszka, Guilherme Jean Pereira de Abreu, Denise Maria Maia, Sandra Mara Alessi, Allan Kardec de Lima, João Francisco Ricardo Kastner Negrão, Marise Fonseca dos Santos, Rogério Miranda Gomes.

Já como observadores, foram escolhidos os docentes Bruno Peixoto Carvalho, Melissa de Almeida, José Roberto Braga Portella, Emmanuel José Appel, Roberto Gonçalves Barbosa, Geraldo Balduíno Horn, Nixon Vieira Malveira.

Fonte: APUFPR

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29 de novembro de 2019

Os professores do Departamento de Engenharia Química da UFPR, Luciana Igarashi Mafra e Marcos Mafra, são coordenadores do Laboratório de Termodinâmica e Operações de Separação (LATOS) e relatam, no episódio de hoje da série Além das 8, o trabalho no campo da tecnologia alimentar que não tem hora para acabar.

Responsável por pesquisas científicas e aplicadas à segurança alimentar e melhoria da qualidade de vida, o Laboratório de Termodinâmica e Operações de Separação (LATOS) da Universidade iniciou suas atividades em 2008 para estudar as propriedades termodinâmicas e a aplicação dos produtos por ele desenvolvidos.

Hoje, suas atividades estão direcionadas também para áreas novas, como ensaios ambientais e detecção de organismos geneticamente modificados. Com matrizes da Amazônia e de outras regiões, a equipe extrai e avalia os benefícios de certos compostos para a saúde humana.

E, já que a pesquisa não pode parar, a dedicação dos pesquisadores do LATOS transpõe uma jornada comum de trabalho. Com frequência, em fins de semana, feriados e férias é possível encontrar a equipe atuando no laboratório.

Embora despercebida por uma parcela do país, a união de forças de pesquisadores, docentes, coordenadores e estudantes aplicada às pesquisas do LATOS é mais uma contribuição da Universidade Federal à sociedade.

E é esse trabalho extenuante, mas muito prazeroso, que professores e professoras da UFPR realizam após as oito horas de docência na UFPR. Conheça:

[Além das 8] O laboratório que não têm hora para contribuir à saúde da população

O sexto episódio de #AlémDas8H apresenta o trabalho do Laboratório de Termodinâmica e Operações de Separação (LATOS) e sua importante contribuição para a saúde da população:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Além das 8

A série é uma criação original da APUFPR, em resposta às mentiras do ministro da Educação, Abraham Weintraub, que insiste em dizer que os docentes de universidades federais trabalham apenas oito horas semanais. Saiba mais, clicando aqui. Confira os episódios anteriores:

[Episódio 1]Laboratório da UFPR é destaque na preservação ambiental

[Episódio 2]Segundo episódio conta o trabalho de pesquisa e inovação de Engenheira Mecânica da UFPR

[Episódio 3] O professor e o laboratório que são sinônimos de excelência na análise de combustíveis

[Episódio 4] O projeto que mostra que ser docente é navegar em águas profundas do conhecimento

[Episódio 5] Quando a Medicina e a Geologia se encontram para salvar vidas

Fonte: APUFPR

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22 de novembro de 2019

[Além das 8] Quando a Medicina e a Geologia se encontram para salvar vidas

O quinto episódio da série Além das 8 está no ar e mostra como a união dos trabalhos desenvolvidos pelo docente do Departamento de Saúde Comunitária, Bonald Cavalcante Figueiredo, e pelo professor colaborador do Departamento de Geologia, Otavio Augusto Boni Licht, abriu caminhos para o avanço da ciência, da produção de conhecimento, do bem-estar social e da qualidade de vida.

Ambos docentes da UFPR, há 16 anos estudam a influência da interação gene-ambiente na formação do câncer e das malformações congênitas entre mais de 600 famílias do Estado do Paraná.

Com mais de 300 mil testes de DNA – a maior parte em crianças com idade escolar –, muita pesquisa e a intrínseca colaboração das ciências da Medicina e da Geologia, os acadêmicos identificaram a conexão entre tipos característicos de tumores e suas incidências em regiões específicas do Estado – em cujas águas superficiais foram encontrados teores elevados de resíduos de agrotóxicos.

A partir daí, Figueiredo e Licht realizaram mapeamentos profundos das contaminações de água dos rios do Paraná e buscaram entender as mutações hereditárias das frequentes doenças cancerígenas no Estado.

Além de originar um atlas geoquímico da distribuição de vários elementos químicos nas águas superficiais do Paraná, o trabalho em conjunto dos docentes contribui para o diagnóstico precoce do câncer e, consequentemente, para a antecipação do processo de cura.

Com mais informação, a população das áreas mais afetadas também consegue antecipar a busca por diagnósticos e por tratamentos mais precoces.

Nestes 16 anos de intensa pesquisa, acompanhamento das famílias analisadas e desenvolvimento de ações ambientais e de saúde em benefício da população, Figueiredo e Licht mostram que a atuação dos professores das universidades federais não está limitada apenas às jornadas em sala de aula. Este trabalho docente sempre vai, necessariamente, “além das 8” e é mais uma prova inequívoca da importância das universidades públicas para a sociedade.

Além das 8

O atual ministro da Educação, Abraham Weintraub, parece que nada sabe sobre a rotina de um professor de universidade federal. Enquanto ele mente sobre a jornada de trabalho dos docentes, a APUFPR responde, a cada episódio da série, mostrando como a atuação de um professor de universidade federal vai muito “além das 8” horas por semana. Saiba mais sobre esta criação original do sindicato, clicando aqui. Assista os episódios anteriores:

[Episódio 1] Laboratório da UFPR é destaque na preservação ambiental

[Episódio 2] Segundo episódio conta o trabalho de pesquisa e inovação de Engenheira Mecânica da UFPR

[Episódio 3] O professor e o laboratório que são sinônimos de excelência na análise de combustíveis

[Episódio 4] O projeto que mostra que ser docente é navegar em águas profundas do conhecimento

Fonte: APUFPR

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13 de novembro de 2019

Em 11 de novembro docentes, estudantes, representantes sindicais e parlamentares lotaram o auditório do Campus Rebouças da UFPR.

A pluralidade dos presentes contrastava com o conservadorismo da proposta da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que prega padronização do ensino e uma “cartilha” de distanciamento do pensamento crítico.

Para a direção da APUFPR, o evento foi importante por discutir os impactos do BNCC tanto no ensino médio como no ensino superior.

Tudo indica que este foi o primeiro de muitos eventos, já que o debate representa um começo do movimento de crítica à padronização da educação brasileira.

Veja como foi o evento:

Debate sobre os impactos da BNCC na organização curricular lotou auditório da UFPR

Docentes, estudantes, representantes sindicais e parlamentares lotaram o auditório do Campus Rebouças da UFPR. O evento representa o início de um movimento de crítica ao BNCC.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Fonte: APUFPR

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7 de novembro de 2019

No quarto episódio da série Além das 8, conheça o trabalho desenvolvido pelo professor chileno Francisco José Squella, do Centro de Estudos do Mar (CEM) da UFPR, em Pontal do Paraná.

“Pancho”, como é conhecido, é especialista em cultivo de molusco. Ele conta que teve que tirar dinheiro do próprio bolso para ajudar a montar o laboratório.

Nesse episódio, conheça o projeto coordenado pelo docente e entenda que ser professor de uma universidade pública é navegar em águas mais profundas e ir além da sala de aula.

De acordo com o docente, achar que o trabalho do professor se restringe às oito horas, é como acreditar que um atleta olímpico chega nas Olimpíadas sem treinar. Impossível!

Para “Pancho”, os docentes precisam trabalhar muito, seja para formar alunos com qualidade ou para conquistar um laboratório em que se possa ampliar os ensinamentos, produzir conhecimento, dar mais oportunidades aos estudantes e colocar a mão na massa.

Além das 8

A série Além das 8 foi criada pela APUFPR para mostrar que, diferentemente do que afirma o governo Bolsonaro, a atuação dos docentes da UFPR impacta positivamente na sociedade, seja produzindo conhecimento científico, formação de qualidade para estudantes, coordenando projetos de pesquisa e de extensão ou desenvolvendo novas tecnologias e inovações. Tudo aquilo que não cabe apenas na sala de aula.

 Fonte: APUFPR

 

Além das 8

Episódio 1: Além das 8: laboratório da UFPR é destaque na preservação ambiental

Episódio 2: Além das 8: segundo episódio conta o trabalho de pesquisa e inovação de Engenheira Mecânica da UFPR

Episódio 3: O professor e o laboratório que são sinônimos de excelência na análise de combustíveis


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