Categoria: TV APUFPR

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14 de fevereiro de 2020

Nesse episódio da série Além das 8, apresentamos o trabalho desenvolvido pelo professor Nivaldo Eduardo Rizzi, docente do Departamento de Engenharia e Tecnologia Florestal (DETF) da UFPR e responsável pelo Laboratório de Manejo de Bacias Hidrográficas e Qualidade de Água da universidade.

Embora conceituado como um laboratório básico de Qualidade de Água (físico-químico), é no espaço que os estudantes aprendem, na prática, a usar suas formações para impactar na melhoria da qualidade de vida da população.

 

[Além das 8] O laboratório onde flui conhecimento para proteger as águas do país

#AlémDas8H de hoje mostra o trabalho do docente Nivaldo Eduardo Rizzi no Laboratório de Manejo de Bacias Hidrográficas e Qualidade de Água da UFPR, equipando estudantes com uma bagagem rica em capacitação técnica, cidadania, respeito e empatia pelo melhoria social do país.Confira:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

O Laboratório de Manejo de Bacias Hidrográficas e Qualidade de Água da UFPR oferece suporte às disciplinas a ele relacionadas, da graduação ao doutorado. Toda experimentação necessária para a formulação de teses, dissertações e iniciações científicas de hidrologia florestal e manejo de bacias hidrográficas, bem como planejamento integrado de bacias, são aperfeiçoadas no espaço.

Em 37 anos de docência e atuação no laboratório, Rizzi ajudou a formar mais de 1500 engenheiros florestais que hoje atuam por todo o Brasil.

Para ele, a sociedade ainda possui limitações para compreender o papel das universidades federais no desenvolvimento técnico de excelentes profissionais – e, mais do que isso, na construção de cidadãos comprometidos com o avanço do país em suas mais diversas áreas.

Em uma jornada de trabalho nada tradicional, Rizzi empreende seus conhecimento e experiência para orientar, apoiar, preparar e equipar alunos com a melhor bagagem teórica, profissional e prática que pode oferecer. Um esforço e compromisso que só é possível porque ele vai “além das 8” horas em sala de aula.

Além das 8

Criação original da APUFPR, a série mostra que a docência em universidades federais não se resume às salas de aula, e que a jornada de trabalho dos professores vai muito “além das 8” horas semanais que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, usa como mentira para enganar a população.

Saiba mais clicando aqui e aproveite para assistir os episódios anteriores!

 

 

Fonte:APUFPR

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13 de fevereiro de 2020

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foram analisados pelo presidente da APUFPR, Paulo Vieira Neto, e pelo pró-reitor de Graduação e Educação Profissional da UFPR, Eduardo Barra.

As iniciativas do Enem e do Sisu foram ações que democratizaram mais o acesso à universidade, casados com a autonomia das Ifes para definir sua forma de acesso. Os processos foram sendo melhorados e aprimorados ano a ano. Até que ocorreu o desastre da última edição.

A APUFPR lamenta o descaso e as trapalhadas nos processos conduzidos pelo atual ministro da educação, Abraham Weintraub, cujas falhas na qualidade das questões e problemas sérios na correção trouxeram transtornos aos candidatos.

Em vez de se concentrar em gerir com responsabilidade e equilíbrio um dos ministérios mais importantes para o país, o ministro tem se destacado pelas mentiras que profere frequentemente, pelas falhas constantes e pelos erros absurdos que ocorrem repetidamente em sua pasta.

Para a APUFPR, a falta de competência para conduzir o Enem e o Sisu – duas grandes conquistas para permitir o acesso à Universidade – apenas reflete o (baixo) padrão de qualidade da gestão do MEC.

O descaso do MEC com o Enem e com o Sisu é sintomático

Paulo Vieira Neto e Eduardo Barra analisam o descaso e os vexames do Ministério da Educação com o último Enem e o processo do Sisu

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Fonte: APUFPR

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12 de fevereiro de 2020

Após o 39.º Congresso Anual do Andes-SN, a APUFPR elenca suas principais lutas para 2020: a defesa da Universidade Pública contra o que deve ser o pior período de ataque a ela da história do país.

Para isso, a entidade considera que todos aqueles que defendem o ensino público, gratuito e de qualidade devam deixar de lado as diferenças de posição política e partidária em nome da defesa das entidades.

Assim, o dia 18 de março será o dia de ir para a rua defender a manutenção da Universidade Pública com unhas e dentes.

Confira o vídeo abaixo:

Após congresso da Andes-SN, APUFPR avalia principais lutas para 2020

Após o 39.º Congresso Anual do Andes-SN, a APUFPR elenca suas principais lutas para 2020: a defesa da Universidade Pública contra o que deve ser o pior período de ataque a ela da história do país.Para isso, a entidade considera que todos aqueles que defendem o ensino público, gratuito e de qualidade devam deixar de lado as diferenças de posição política e partidária em nome da defesa das entidades.Assim, o dia 18 de março será o dia de ir para a rua defender a manutenção da Universidade Pública com unhas e dentes.Confira o vídeo abaixo:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Fonte: APUFPR

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11 de fevereiro de 2020

Não há serviço público sem o servidor público. Em qualquer lugar ou situação que alguém precise do Estado, ele é a pessoa que está lá trabalhando. É seguindo esta linha de raciocínio que o secretário-geral da APUFPR, Paulo Opuszka, introduz uma defesa da importância da categoria para a sociedade.

Quando você precisa de um professor ou professora, há uma pessoa trabalhando, um servidor público. Policiais, bombeiros, médicos, enfermeiros e muitos outros também são servidores públicos.

Sempre há um servidor viabilizando o funcionamento de tudo, mesmo em ocasiões em que há mediação eletrônica, como na declaração do Imposto de Renda. Até no ensino à distância, também tem servidor, um professor, produzindo as aulas.

Senhor Ministro, servidor não é parasita!

Não há serviço público sem o servidor público, sem as pessoas: é esta a máxima que o secretário-geral da APUFPR, Paulo Opuszka, usa para mostrar quão descabida é a ofensa do ministro Paulo Guedes ao chamar os servidores públicos de parasitas.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Assim, diante desta reflexão, é preciso mostrar quão ofensiva foi a declaração do ministro Paulo Guedes, chamando de parasitas os responsáveis por levar desenvolvimento social e cidadania a quem mais necessita.

 

Fonte: APUFPR

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31 de janeiro de 2020

O sétimo episódio da série Além das 8 retrata o trabalho desenvolvido pelos docentes do Departamento de Medicina Veterinária (DMV) da UFPR José Francisco Warth e Cybelle de Souza no Laboratório de Diagnóstico Imunomicrobiologico (Labimicro).

Warth e Cybelle contam sobre o suporte do Labimicro ao Hospital Veterinário da UFPR, diagnosticando doenças infecciosas de pequenos animais (cães e gatos), animais silvestres e grandes animais (bovinos, equinos e pequenos ruminantes), principalmente nas áreas de bacteriologia e oncologia.

Mesmo com a intensa rotina, somada ao preparo de aulas práticas, foi além das 8 horas da jornada em sala de aula que Cybelle desenvolveu, no laboratório, a vacina contra a piodermite, um câncer muito comum e infeccioso. Hoje patenteada e comercializada, a vacina salva a vida de inúmeros animais pelo país.

Além de auxiliar na eficácia dos tratamentos clínicos oferecidos por médicos veterinários da instituição, o Labimicro realiza exames imunológicos em todo o gado bovino da Fazenda Experimental Canguiri (da própria UFPR), atendendo às normas vigentes do Plano Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose. Com isso, o leite do rebanho leiteiro da universidade pode ser comercializado.

Apesar da imensa contribuição a diversos programas de residência e extensão à comunidade, o laboratório depende das arrecadações da Fundação de Apoio da UFPR (Funpar) para manter a excelência nos diagnósticos. Enquanto isso, o trabalho nunca para: toda amostra que chega, não importando dia nem hora, é imediatamente analisada.

Se por um lado há limitações de recursos e de material de apoio, por outro há muita dedicação e amor à profissão.  Afinal, não se é professor por apenas 8 horas. E os professores do Labimicro são 24 horas por dia. Conheça mais o trabalho realizado por eles:

Os docentes que salvam vidas de inúmeros animais pelo país

O novo episódio de #AlémDas8H está no ar! Conheça o trabalho dos docentes José Francisco Warth e Cybelle de Souza no Laboratório de Diagnóstico Imunomicrobiologico (Labimicro) e as importantes conquistas do grupo:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Além das 8

Após mentir sobre a jornada de trabalho dos docentes de universidades federais, dizendo que trabalham apenas oito horas por semana, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, recebe, a cada episódio da série, uma resposta legítima e inequívoca. Saiba mais sobre esta criação original da APUFPR, clicando aqui. Assista os episódios anteriores.

Fonte:APUFPR

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16 de janeiro de 2020

 

Em 2019, as comunidades acadêmicas e a sociedade protagonizaram uma grande luta contra o Future-se, programa do Ministério da Educação (MEC) que repassa a administração das universidades federais à iniciativa privada.

No processo de resistência, a rejeição ao Future-se se deu em várias instâncias, inclusive dentro das reitorias das instituições. Reitores e conselhos deliberativos de diversas universidades manifestaram seu repúdio ao programa, reafirmando o caráter público e democrático da educação superior.

Acontece que, no jogo político, toda ação gera uma reação. E a estratégia do Governo Federal foi restringir ainda mais a democracia nas universidades e institutos federais.

A Medida Provisória 914/2019, de dezembro do ano passado, altera o procedimento de eleição dos reitores, conferindo ao presidente da República o poder de nomear qualquer um dos três indicados na lista tríplice.

Historicamente, os governos têm respeitado a indicação da comunidade acadêmica, indicando o mais votado para a posse como reitor ou reitora. Nos últimos meses, contudo, o Governo Federal e o MEC vêm atuando diretamente para subverter essa lógica.

Para o presidente da APUFPR, Paulo Vieira Neto, a MP 914 representa um grande risco para a democracia nas instituições. “Nós corremos o risco de que alguém faça um acordo prévio com o MEC aceitando o programa Future-se e depois seja, participando da listra tríplice, indicado, independentemente de não ter sido eleito em primeiro lugar”, analisa.

Em breve, a APUFPR deve apresentar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) solicitando a suspensão da MP 914/2019.

Confira o vídeo:

MP 914/2019 e a supressão da democracia na escolha de reitores

Novamente, a democracia universitária está em risco, dessa vez com a publicação da Medida Provisória (MP) 914/2019, que altera o processo de eleição de reitores e autoriza a nomeação de qualquer um dos candidatos da lista tríplice. Entenda os retrocessos que a MP representa:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

 

Fonte: APUFPR

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11 de dezembro de 2019

A paciência chegou ao fim!

Diante de tantas declarações fantasiosas e infundadas do ministro da Educação, Abraham Weintraub, sobre as universidades federais e os docentes, a APUFPR o denunciou no Ministério Público Federal (MPF) do Paraná por improbidade administrativa, solicitando também que ele seja imediatamente afastado do cargo.

A principal motivação do pedido foi uma série de declarações de Weintraub sobre supostas plantações de maconha e esquemas de produção de drogas nas universidades federais.

Está claro que Weintraub não honra o cargo que ocupa e faz questão de atuar como perseguidor dos docentes e das instituições.

Para isso, não economiza insultos e mentiras, que circulam exaustivamente nas redes sociais e geram uma onda de desinformação e ódio conta toda a comunidade acadêmica.

Confira as declarações do presidente da APUFPR, Paulo Vieira Neto, e do Secretário-geral da APUFPR, Paulo Ricardo Opuszka, sobre os desmandos do ministro da Educação e o pedido de afastamento protocolado pela entidade:

Fonte: APUFPR

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9 de dezembro de 2019

No sexto episódio da série Além das 8, conheça o trabalho desenvolvido pelo Centro de Ressonância Magnética Nuclear da Universidade Federal do Paraná (UFPR), coordenado pelo professor Guilherme Lanzi Sassaki.

O trabalho abrange a comunidade de cinco setores da UFPR: Tecnologia, Ciências da Saúde, Ciências Biológicas, Ciências Exatas e Ciências Agrárias, atendendo em torno de 65 professores de 17 departamentos e mais de 200 alunos de graduação e, principalmente, de pós-graduação, que utilizam a ressonância magnética nuclear para suas pesquisas.

Conheça o projeto no novo capítulo da série Além das 8:

 

Sassaki explica ainda que, apesar dos cortes do Governo Federal, a dedicação dos professores garante que Centro realize trabalhos fundamentais, como ajudar a Polícia Federal a identificar novas drogas.

“Aqui dentro conseguimos ver a dedicação dos professores. Convido as pessoas para virem conhecer nossos trabalhos”, afirma Henrique Taborda Ribas, mestrando em Bioquímica na UFPR.

A sociedade pode ter certeza que esse setor está em boas mãos, porém, não se pode esquecer que nada funciona sem investimento: “A pós-graduação é praticamente movida pelas universidades públicas. Para manter essa excelência que atingimos, precisamos de recursos”, completa Sassaki.

Além das 8

Diferentemente do que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, insiste em dizer para enganar a população, a atuação dos docentes vai muito além das oito horas. Afinal, trabalho é o que não falta. O que falta é apoio do governo.

Encaminhar projetos em busca de captação de recursos, orientar alunos de graduação e de pós-graduação, fazer relatórios e promover pesquisa e desenvolvimento não cabem apenas na sala de aula.

 

[Além das 8] O projeto que ajuda a Polícia Federal através da ciência e tecnologia

????‍????????Dentro do universo da ciência e tecnologia não há limites. Principalmente quando se produz conhecimento para ajudar à sociedade. Nesse sexto episódio da série Além das 8, conheça o Centro de Ressonância Magnética Nuclear da Universidade Federal do Paraná. Eles colaboram até com a Polícia Federal! Imperdível.????Acesse nossa página:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Além das 8

Episódio 1: Além das 8: laboratório da UFPR é destaque na preservação ambiental

Episódio 2: Além das 8: segundo episódio conta o trabalho de pesquisa e inovação de Engenheira Mecânica da UFPR

Episódio 3: O professor e o laboratório que são sinônimos de excelência na análise de combustíveis

Episódio 4: O projeto que mostra que ser docente é navegar em águas profundas do conhecimento

Episódio 5: O laboratório que não têm hora para contribuir à saúde da população

 

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5 de dezembro de 2019

Devido à intensa mobilização dos servidores públicos estaduais na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) nesta quarta-feira (4), a Audiência Pública “Impacto da BNCC na Organização Curricular do Ensino Médio”, que seria realizada às 9h no Plenarinho, foi cancelada.

Diante da situação, integrantes da diretoria da APUFPr que participariam da audiência se somaram aos servidores do estado para rechaçar a condução da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma da Previdência do estado.

Na noite da terça-feira (3), e diante da intransigência dos parlamentares ao diálogo, os servidores ocuparam o plenário da Alep. O objetivo era impedir a votação da PEC, que propõe a retirada de direitos previdenciários e deve aprofundar ainda mais o rombo no Paranaprevidência – fundo estadual de aposentadoria dos servidores.

O projeto repete, em linhas gerais, a Reforma da Previdência aprovada pelo governo Bolsonaro, pois aumenta as alíquotas de desconto para ativos e aposentados e a idade mínima para a aposentadoria.

Em apoio a servidores estaduais, APUFPR participa de mobilizações na Alep

????✊Os últimos dois dias foram de truculência e intransigência na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Para aprovar a Reforma da Previdência estadual, o governador Ratinho Júnior autorizou a agressão e isolou parlamentares para votarem na Ópera de Arame. ????Confira mais informações:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Na prática, trata-se de mais um episódio de transferência descarada dos recursos poupados pelos servidores durante décadas para enriquecer uma ínfima minoria do mercado financeiro.

Depois de um interdito proibitório do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) exigindo a desocupação, os servidores saíram da Alep na manhã desta quarta e continuaram mobilizados nos arredores da Assembleia.

Daí em diante, a votação da PEC repetiu, de certa maneira, o episódio sangrento e vergonhoso do dia 29 de abril de 2015 – quando mais de 200 pessoas saíram feridas dos arredores da Alep para que os deputados saquear os recursos do fundo dos servidores.

Além da atuação policial para a aprovação da reforma da Previdência ter deixado dezenas de servidores feridos, os parlamentares se deslocaram até a Ópera de Arame com um grande aparato policial patrocinado pelo governador Ratinho Júnior.

Lá, isolados e incomunicáveis, aprovarem a PEC em primeiro turno com 43 votos favoráveis e 9 contrários. Trata-se de um retrato fiel do que se tornou a “democracia” no Brasil.

Não há dúvidas de que a tramitação e a aprovação da PEC se deram de forma flagrantemente inconstitucional, desrespeitando não só o regimento da Alep como a constituição estadual.

Os parlamentares que não participaram da farsa estão recorrendo à Justiça para questionar as irregularidades da aprovação da reforma.

Como votaram os deputados estaduais na Reforma da Previdência do governador Ratinho Jr:

Votaram fechado a favor da reforma deputados das bancadas do Republicanos, PSB, PSC, PSD, PSL, PPS, PL, PMN, DEM, Podemos, PP, PSDB, PV e PTB.

Houve divisão nas bancadas do PROS e do PDT. A bancada do PT foi a única que votou fechada contra ao projeto.

Os deputados que votaram contra foram:

Anibelli Neto (MDB)

Arilson Chiorato (PT)

Boca Aberta Jr. (PROS)

Goura (PDT)

Luciana Rafagnin (PT)

Professor Lemos (PT)

Requião Filho (MDB)

Soldado Fruet (PROS)

Tadeu Veneri (PT)

A APUFPR convida a categoria para manifestar o seu apoio aos servidores que asseguram, com muita dedicação e empenho, os direitos da população paranaense.

Fonte: APUFPR

 

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2 de dezembro de 2019

Integração, convivência e arte marcaram a segunda edição do Bazar de Talentos da APUFPR, realiazada na última terça-feira (26) na sede da APUFPR.  O evento é um espaço privilegiado para docentes da ativa e aposentados manifestarem o seu talento e inventividade através do artesanato e das artes plásticas.

O encontro cumpre com o nobre objetivo de mostrar que o potencial criativo dos docentes não se limita à pesquisa e ao ensino. No evento, foi possível ver essa criatividade estampada nas pinturas em tela, itens de decoração, peças de vestuário e outros trabalhos desenvolvidos pela categoria.

Para a professora aposentada da UFPR Nair Takeuchi, responsável pela organização do bazar, o encontro é uma oportunidade para dar visibilidade a habilidades e talentos que os docentes nem sempre têm tempo de desenvolver quando estão na ativa.

“Ele é importante, também, porque nós conhecemos professores de outros setores, com outros tipos de trabalho, e essa é uma forma de conviver mais, de nos conhecermos melhor e mostrar o trabalho que fazemos”, afirma.

Já para o docente aposentado Oldemir Carlos Mangili, o bazar encanta pela diversidade de olhares que reúne. “Você vê médicos, engenheiros, professores da área de Humanas, todos trazendo a sua contribuição dentro da sua perspectiva de produzir arte. Eu acho muito bonito”, afirma.

Reunião dos aposentados

A agenda da terça-feira (26) também contou com a realização da tradicional Reunião de Aposentados da APUFPR, um espaço privilegiado para o segmento participar de discussões sobre temáticas importantes e atuais ao lado dos colegas de profissão.

Na edição de novembro, o debate foi sobre Variáveis Genéticas, Poluição Ambiental e Câncer no Paraná: Associados Frequentemente mas Negligenciados Facilmente, tema abordado pelo docente Bonald Cavalcante Figueiredo, do Departamento de Saúde Comunitária da UFPR.

Para Figueiredo, os debates e reflexões construídos coletivamente nas reuniões de aposentados podem contribuir diretamente para o acúmulo científico e crítico da UFPR. “Um grupo de aposentados dá a ideia de que é um grupo de pessoas que pararam de funcionar. De maneira nenhuma. São pessoas que estão o tempo todo pensando e questionando”, afirma.

Fonte: APUFPR


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