Categoria: TV APUFPR

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19 de junho de 2020

Localizado no Campus de Ciências Agrárias, no Cabral, em Curitiba, o Laboratório de Exposição de Didática dos Solos existe há 18 anos. Ele atende especificamente um grande projeto de extensão e também fornece estrutura para outros projetos de ensino, pesquisa e extensão.

Coordenado pela docente Fabiana Machado Vezzani, o laboratório testa novos elementos e propriedades de vários tipos de solos em pequenos experimentos. Há também maquetes com perfis de tipos de solo do Paraná, suas características e história de formação, ajudando vários níveis de ensino e também professores em formação.

Desde sua criação, tem feito diversas parcerias com secretarias de educação, categorias profissionais e outras universidades. Atualmente, mais de 60 universidades utilizam experimentos criados ou aperfeiçoados no Laboratório de Exposição Didática de Solos.

Nesses 18 anos, mais de 200 voluntários e bolsistas passaram pelo local, muitos deles tornando-se depois importantes professores na área de Ciências do Solo.

[Além das 8] Laboratório Didático de Solos

Localizado no Setor de Agrárias, o Laboratório de Exposição Didática de Solos fornece ferramentas de ensino, pesquisa e extensão para compreensão do solo e experimentos para aprimorar a relação da humanidade com ele.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Sexta-feira, 19 de junho de 2020

 

Fonte: APUFPR

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11 de junho de 2020

Publicada nesta quarta-feira (10) no Diário Oficial, a Medida Provisória (MP) 979/2020 faz um ataque frontal à autonomia universitária ao determinar que o Ministério da Educação (MEC) imponha um reitor-interventor (chamado eufemisticamente de pro-tempore) no caso de término de mandato de dirigentes das instituições federais de ensino, impedindo a realização de processos de escolha democrática pelas comunidades universitárias, enquanto durar o período da emergência de saúde pública causada pela Covid-19.

É por isso que a APUFPR está convocando toda a categoria a se juntar às ações em defesa da autonomia e da democracia nas instituições. Confira neste vídeo o chamado feito pelo presidente do sindicato, Paulo Vieira Neto, e pelo diretor administrativo da entidade, Eduardo Salamuni, filho de Riad Salamuni, o primeiro reitor democraticamente eleito na UFPR.

Derrubar a MP 979/2020 e defender a democracia na UFPR

É hora de nos unirmos contra o maior ataque às universidades federais desde o fim da ditadura. Precisamos derrubar a MP 979/2020 e defender a democracia na UFPR.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quinta-feira, 11 de junho de 2020

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4 de junho de 2020

Qual o propósito da tecnologia e da informática?

Nesse episódio de 2020 da websérie “Além das 8”, conheça o ambiente que proporciona oportunidade iguais usando a tecnologia. Isso mesmo, esse lugar existe! E faz parte do Departamento de Informática da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Trata-se do Laboratório de Design de Interação para Inclusão e Desenvolvimento Social, onde são criados projetos para promover a inclusão social pelo uso da tecnologia no processo de ensino e aprendizado, ou da produção de jogos eletrônicos.

O laboratório, fundado pela professora Laura Garcia no início dos anos 2000, atualmente conta com três pesquisadores. O direcionamento é claro: usar a tecnologia como meio para promover uma transformação social.

ALÉM DAS 8 – Laboratório de Design de Interação para Inclusão e Desenvolvimento Social

Nesse primeiro episódio da série “Além das 8”, mostramos o laboratório onde são criados projetos para promover a inclusão social pelo uso da tecnologia no processo de ensino e aprendizado, ou na produção de jogos eletrônicos.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quinta-feira, 4 de junho de 2020

O Laboratório de Design de Interação para Inclusão e Desenvolvimento Social fomenta projetos como os jogos educativos na área de libras, para crianças de quatro a cinco anos, além de usar a tecnologia para promover cidadania e para preparação profissional.

Conheça a websérie “Além das 8”

Para enfrentar as mentiras do ministro da Educação, Abraham Weintraub, a APUFPR criou a websérie Além das 8, que mostra o benefício gerado pelo do trabalho desenvolvido pelos docentes da UFPR, que vão muito além das oito horas em sala de aula.

 

Fonte: APUFPR

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28 de maio de 2020

A série Além das 8 traz, nesse episódio, o trabalho desenvolvido pelos professores Irineu Mazzaro e Guinther Kellermann, do Departamento de Física da UFPR, no Laboratório de Óptica de Raios X e Instrumentação (LORXI) da universidade.

Coordenador do LORXI, Mazzaro conta a história, os desafios e a importância do espaço que, há meio século, atende, ininterruptamente, a comunidade científica da UFPR – da instrumentação (com ótica de raios X) às ciências naturais.

Já Kellermann nos apresenta o espaço do LORXI localizado no subsolo da universidade – ponto estratégico que garante maior estabilidade da temperatura e, portanto, maior qualidade na obtenção de resultados das pesquisas.

[Além das 8] O laboratório que, há 50 anos, é a casa de diversos avanços científicos

#AlémDas8H Conheça o trabalho dos docentes Irineu Mazzaro e Guinther Kellermann, no Laboratório de Óptica de Raios X e Instrumentação (LORXI) da UFPR. Aos 50 anos, o espaço é a casa de diversas produções científicas – das Exatas à Saúde! Vem assistir:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quinta-feira, 28 de maio de 2020

A cada fala dos docentes, nota-se o quanto o LORXI é indispensável para as mais diversas áreas do conhecimento. Das engenharias (como Civil ou de Alimentos), passando pela Saúde (como Farmácia), até as Exatas (como Física e Química), por exemplo, muitas são as ciências que se robustecem com o apoio do laboratório.

Além de produções científicas, o local refina o aprendizado dos estudantes, forma profissionais especializados, colabora com pesquisadores de instituições nacionais e internacionais, sedimenta publicações, e facilita o acesso às mais avançadas técnicas de investigação científica, dentre outras contribuições.

Tudo isso mesclando o uso de equipamentos de ponta com a dedicação de docentes que, seja qual for o ambiente e o horário de trabalho, não medem esforços para entregar ao país conhecimento, desenvolvimento e avanços tecnológicos e científicos.

Além das 8

Diante das mentiras contada pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, que tenta enganar a população afirmando que os docentes de universidades federais atuam apenas oito horas por semana, nasceu a série Além das 8, uma criação original da APUFPR que, a cada episódio, mostra que a docência nestas instituições não se resume às salas de aula: ela vai muito “além das 8”!

Saiba mais clicando aqui e aproveite para conferir os episódios anteriores!

Fonte: APUFPR

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14 de maio de 2020

A UFPR tem em seu Prédio Histórico um projeto que auxilia imigrantes e refugiados com suporte jurídico e propicia troca de experiências, auxiliando na integração deles à sociedade brasileira. É o Projeto Refúgio, Migração e Hospitalidade.

Estabelecido em 2014, o projeto teve sua origem em 2013, no auge da chegada dos imigrantes haitianos, refugiados após tragédias naturais e políticas. No curso de Letras, cerca de 100 deles frequentavam aulas de português. Nessas aulas, muitas dúvidas sobre direito e burocracia eram levantadas pelos alunos.

Foi assim, diante da necessidade deste suporte, que a professora Tatyana Scheila Friedrich, coordenadora do Programa Política Migratória e Universidade Brasileira, referência em Direito Internacional, foi contatada. Ela conseguiu mobilizar estudantes de Direito e assim começaram a dar atendimento jurídico aos imigrantes e refugiados, lançando o embrião do projeto.

“É fundamental termos esse espaço de acolhida na cidade, pois não há políticas de governo específicas. Aqui encontram espaço de escuta, podem trazer demandas e inquietações, enquanto os alunos aprendem enquanto vida”, contou a coordenadora do Projeto.

O projeto compartilha o conhecimento acadêmico ao ajudar e dialogar com a sociedade, auxiliando parcelas vulneráveis da população a conhecer todos os caminhos para obter documentos necessários como carteira de trabalho, garantir direitos aos filhos como educação e saúde e tudo que o Estado brasileiro pode oferecer.

Um caso bastante interessante atendido pelo projeto foi o do advogado e jornalista sírio Amr Houdafa, que, trazendo seus conhecimentos de seu país, conseguiu realizar o sonho de fazer um mestrado. Prova que os imigrantes e refugiados têm muito a trazer ao país e só precisam do suporte adequado.

Além das 8: projeto do Direito ajuda imigrantes e refugiados a se integrar à sociedade brasileira

O Projeto Refúgio, Migração e Hospitalidade ajuda imigrantes e refugiados com suporte jurídico e troca de experiências, ajudando na integração destes à sociedade brasileira.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quinta-feira, 14 de maio de 2020

Fonte: APUFPR

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7 de maio de 2020

O Senado aprovou nesta quarta-feira (6) o projeto que autoriza o Governo Federal a socorrer estados e municípios, diante da crise causada pelo Coronavírus, com uma contrapartida: servidores de todas as esferas poderão ficar mais 18 meses sem reajuste salarial.

Apesar de representar um grave retrocesso para a maioria do serviço público, a proposta final representou uma imensa derrota para o Governo Federal porque tanto a Câmara como o Senado aprovaram propostas que deixavam de fora dessa medida algumas categorias, inclusive professores de todos os níveis.

Por formarem a categoria mais numerosa do país e por serem tratados como “inimigos”, os professores estavam na mira do governo.

Como a primeira votação na Câmara em 14 de abril aprovou uma versão que não exigia o congelamento salarial do funcionalismo, o governo Bolsonaro foi buscar apoio no chamado “Centrão”, o campo mais fisiológico da política, composto por partidos sem projeto definido, políticos condenados por crimes diversos e outros tanto investigados e indiciados.

A troca de cargos no segundo escalão por apoio (algo que o próprio presidente, Jair Bolsonaro, dizia que nunca faria) surtiu efeito e o governo conseguiu que o Senado aprovasse uma versão diferente em 2 de maio, incluindo o congelamento generalizado.

A Câmara votou então uma nova versão no dia 5, incluindo o destaque apresentado pela bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) que retirava os professores das regras de congelamento. Para a votação dessa quarta-feira, o presidente do Senado, David Alocumbre, fez novo acordo com o Governo Federal e pretendia manter o congelamento generalizado. Mas uma grande mobilização nacional pressionou os senadores que, por sua vez, convenceram Alocumbre a incluir os professores entre as categorias que não deveriam ser afetadas.

Vitória da Mobilização

O resultado foi favorável aos professores de todo o país porque houve uma participação efetiva tanto dos profissionais da educação como de diversos setores da sociedade, que pressionaram constantemente o Congresso.

A diretoria da APUFPR conversou com diversos deputados federais e com os três senadores paranaenses (Flávio Arns, Oriovisto Guimarães e Álvaro Dias) para reforçar a importância de protegerem os professores pois, além do inestimável papel social que desempenham, estarão entre os mais afetados ao fim da pandemia, já que as complexas questões que envolvem o calendário escolar em todos os níveis ainda terão grande repercussão.

“Além das articulações que fizemos com os parlamentares aqui do Paraná, os professores da UFPR tiveram papel fundamental nesse movimento. Gravamos vídeos, fizemos forte pressão nas redes sociais e inundamos as caixas de mensagens dos parlamentares”, afirma o secretário-geral da APUFPR, Paulo Ricardo Opuszka.

Enquanto continuam trabalhando para reduzir os impactos da pandemia sobre a população, os servidores são vítimas do projeto de destruição dos serviços públicos. “Se o Governo Federal e os parlamentares estivessem realmente comprometidos com o nosso país, adotariam medidas mais humanizadas como a taxação das grandes fortunas, e também não beneficiaram o sistema financeiro com uma ajuda de R$ 1,3 trilhão”, critica o presidente da APUFPR, Paulo Vieira Neto.

Fonte:APUFPR

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5 de maio de 2020

✊✊ Docentes, técnicos-administrativos e estudantes do Paraná exigem que todos os deputados federais que defendem os serviços públicos, que tem compromissos com os trabalhadores, derrubem o Artigo 8º do projeto aprovado pelo Senado.

Comunidade acadêmica do PR exigem que deputados derrubem o Art 8º do projeto aprovado pelo Senado.

✊✊ Docentes, técnicos-administrativos e estudantes do Paraná exigem que todos os deputados federais que defendem os serviços públicos, que tem compromissos com os trabalhadores, derrubem o Artigo 8º do projeto aprovado pelo Senado.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Terça-feira, 5 de maio de 2020

 

Fonte: APUFPR

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4 de maio de 2020

Criado em 1986, o Sistema Único de Saúde (SUS), apesar da constante falta de recursos, tem uma das maiores coberturas do mundo, pois 70% da população brasileira depende apenas dele.

Mesmo com tal importância, ele sofreu um duro golpe em 2016 no governo de Michel Temer, que foi a aprovação da Emenda Constitucional 95, que congelou os orçamentos de Saúde e Educação por 20 anos. De lá para cá, são cerca de 17% de perdas acumuladas.

Reflexo de uma mentalidade privatista importada de pensamento vindo dos Estados Unidos (aquela turma do “privatiza tudo”), o SUS sente os impactos estruturais da queda do orçamento nesta pandemia. Em 2005, eram 19 leitos por 10 mil habitantes no país inteiro e hoje são apenas 14. Um total de 70% desses leitos estão no SUS e não na rede privada, mesma proporção de respiradores artificiais, aparelhos fundamentais no tratamento.

O verdadeiro fim da pandemia será quando houver uma cura para a Covid-19 ou uma vacina capaz de evitar a infeção pelo Coronavírus. E isso demanda pesquisa. De toda a pesquisa científica feita no Brasil, um total de 95% é realizada nas universidades públicas. É fácil concluir que quem irá salvar o Brasil da pandemia é o Serviço Público.

Quem irá salvar o Brasil da pandemia é o Serviço Público

O SUS atende a pelo menos 70% da população brasileira. E 95% da pesquisa científica do país está nas universidades públicas. É o Serviço Público que irá salvar o Brasil da pandemia.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Segunda-feira, 4 de maio de 2020

Fonte: APUFPR

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17 de abril de 2020

[Além das 8] Laboratório de Ergonomia traz cores e acessibilidade a pessoas com deficiência

Pesquisas do LABERG desenvolvem e customizam produtos com aplicação prática na sociedade, especialmente para pessoas com deficiência.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Sexta-feira, 17 de abril de 2020

O uso da ciência e da tecnologia no desenvolvimento de produtos com aplicação direta na sociedade é a realidade do Laboratório de Ergonomia e Usabilidade (LABERG) da UFPR. O foco em pessoas com deficiência levou projetos e profissionais do LABERG a prêmios de reconhecimento, como o Viva a Inclusão, da Prefeitura de Curitiba.

 Os trabalhos científicos envolvem o escaneamento 3D para a coleta de dados direto do usuário, permitindo sua identificação para o desenvolvimento de produtos específicos e customizados. “Buscamos coisas que tenham aplicação direta e que possam ser desenvolvidas aqui, como talas e próteses. Produtos que atendam esta particularidade de deficiência, produtos que precisam ser customizados e melhorados”, destaca a coordenadora do LABERG, Maria Lucia Okimoto

As pesquisas são de baixo custo, como lembra a doutoranda em Design, Isabella de Souza Sierra. “Captamos a geometria das pessoas e geramos um modelo virtual, que é transformado num produto. Assim conseguimos cortar várias etapas do processo, atender mais pessoas e melhorar também os processos da indústria. Essa é colaboração que os laboratórios universitários trazem.”

See Colors

Outro projeto de destaque no LABERG é o de códigos de cores, aplicado em roupas e objetos para pessoas com deficiência visual. A responsável técnica pelas pesquisas, Sandra Marchi, explica que o código é um ponto e uma linha em alto relevo. Conforme sua posição, ele indica uma cor dentro do triangulo cromático das cores primárias, secundárias e neutras.

“O objetivo principal da criação desse código é trazer as pessoas com deficiência visual para a acessibilidade à cor. Hoje elas são dependentes de outros pra escolher roupas e calçados. Com o código, facilmente conseguem identificar a cor e isso tem trazido grande alegria a elas, o que é nosso maio retorno”, garante a pesquisadora.

A coordenadora do LABERG enfatiza a importância de investimentos na Educação, na Cultura e na Universidade. “Não são pesquisas de empresas, mas da Universidade, que melhoram a vida não só das pessoas com deficiência, mas de toda sociedade. Todos se beneficiam destas inovações”, conclui Maria Lucia Okimoto.

 

Além das 8

A série ‘Além das 8’, da APUFPR, mostra que a docência em universidades federais não se resume às salas de aula. A jornada de trabalho dos professores vai muito “além das 8” horas semanais que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, usa como mentira para enganar a população.

 

Fonte: APUFPR

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13 de abril de 2020

Desde seu começo, em 2019, o governo Bolsonaro ataca a ciência e a universidade pública com falsas acusações contra as instituições e professores, e com cortes e retenções de recursos.

O Brasil está diante de uma gigantesca crise, a pandemia do Coronavírus, que terá impactos gigantescos para a Saúde e para a economia do país.

As universidades públicas são responsáveis pela maior parte da pesquisa científica brasileira (mais de 90%), como o feito de sequenciar genoma do Coronavírus em apenas 48 horas. São elas que promovem desenvolvimento econômico e social através da produção de conhecimento.

No entanto, foram novamente afetadas por cortes nas bolsas de pesquisa, o que deixa vários pesquisadores sem condições de seguir trabalhando e atrasa centenas e até milhares de projetos importantes para o país e para a humanidade.

Por que o governo corta aquilo que leva o país para a frente?

Por que o governo Bolsonaro corta aquilo que pode salvar o país?

É a ciência feita pelas universidades públicas que ajuda o Brasil a se mover e promover desenvolvimento econômico e social. Por que então há cortes naquilo que leva o país para a frente?

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Segunda-feira, 13 de abril de 2020

Fonte: APUFPR


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