Categoria: TV APUFPR

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14 de maio de 2020

A UFPR tem em seu Prédio Histórico um projeto que auxilia imigrantes e refugiados com suporte jurídico e propicia troca de experiências, auxiliando na integração deles à sociedade brasileira. É o Projeto Refúgio, Migração e Hospitalidade.

Estabelecido em 2014, o projeto teve sua origem em 2013, no auge da chegada dos imigrantes haitianos, refugiados após tragédias naturais e políticas. No curso de Letras, cerca de 100 deles frequentavam aulas de português. Nessas aulas, muitas dúvidas sobre direito e burocracia eram levantadas pelos alunos.

Foi assim, diante da necessidade deste suporte, que a professora Tatyana Scheila Friedrich, coordenadora do Programa Política Migratória e Universidade Brasileira, referência em Direito Internacional, foi contatada. Ela conseguiu mobilizar estudantes de Direito e assim começaram a dar atendimento jurídico aos imigrantes e refugiados, lançando o embrião do projeto.

“É fundamental termos esse espaço de acolhida na cidade, pois não há políticas de governo específicas. Aqui encontram espaço de escuta, podem trazer demandas e inquietações, enquanto os alunos aprendem enquanto vida”, contou a coordenadora do Projeto.

O projeto compartilha o conhecimento acadêmico ao ajudar e dialogar com a sociedade, auxiliando parcelas vulneráveis da população a conhecer todos os caminhos para obter documentos necessários como carteira de trabalho, garantir direitos aos filhos como educação e saúde e tudo que o Estado brasileiro pode oferecer.

Um caso bastante interessante atendido pelo projeto foi o do advogado e jornalista sírio Amr Houdafa, que, trazendo seus conhecimentos de seu país, conseguiu realizar o sonho de fazer um mestrado. Prova que os imigrantes e refugiados têm muito a trazer ao país e só precisam do suporte adequado.

Além das 8: projeto do Direito ajuda imigrantes e refugiados a se integrar à sociedade brasileira

O Projeto Refúgio, Migração e Hospitalidade ajuda imigrantes e refugiados com suporte jurídico e troca de experiências, ajudando na integração destes à sociedade brasileira.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quinta-feira, 14 de maio de 2020

Fonte: APUFPR

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7 de maio de 2020

O Senado aprovou nesta quarta-feira (6) o projeto que autoriza o Governo Federal a socorrer estados e municípios, diante da crise causada pelo Coronavírus, com uma contrapartida: servidores de todas as esferas poderão ficar mais 18 meses sem reajuste salarial.

Apesar de representar um grave retrocesso para a maioria do serviço público, a proposta final representou uma imensa derrota para o Governo Federal porque tanto a Câmara como o Senado aprovaram propostas que deixavam de fora dessa medida algumas categorias, inclusive professores de todos os níveis.

Por formarem a categoria mais numerosa do país e por serem tratados como “inimigos”, os professores estavam na mira do governo.

Como a primeira votação na Câmara em 14 de abril aprovou uma versão que não exigia o congelamento salarial do funcionalismo, o governo Bolsonaro foi buscar apoio no chamado “Centrão”, o campo mais fisiológico da política, composto por partidos sem projeto definido, políticos condenados por crimes diversos e outros tanto investigados e indiciados.

A troca de cargos no segundo escalão por apoio (algo que o próprio presidente, Jair Bolsonaro, dizia que nunca faria) surtiu efeito e o governo conseguiu que o Senado aprovasse uma versão diferente em 2 de maio, incluindo o congelamento generalizado.

A Câmara votou então uma nova versão no dia 5, incluindo o destaque apresentado pela bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) que retirava os professores das regras de congelamento. Para a votação dessa quarta-feira, o presidente do Senado, David Alocumbre, fez novo acordo com o Governo Federal e pretendia manter o congelamento generalizado. Mas uma grande mobilização nacional pressionou os senadores que, por sua vez, convenceram Alocumbre a incluir os professores entre as categorias que não deveriam ser afetadas.

Vitória da Mobilização

O resultado foi favorável aos professores de todo o país porque houve uma participação efetiva tanto dos profissionais da educação como de diversos setores da sociedade, que pressionaram constantemente o Congresso.

A diretoria da APUFPR conversou com diversos deputados federais e com os três senadores paranaenses (Flávio Arns, Oriovisto Guimarães e Álvaro Dias) para reforçar a importância de protegerem os professores pois, além do inestimável papel social que desempenham, estarão entre os mais afetados ao fim da pandemia, já que as complexas questões que envolvem o calendário escolar em todos os níveis ainda terão grande repercussão.

“Além das articulações que fizemos com os parlamentares aqui do Paraná, os professores da UFPR tiveram papel fundamental nesse movimento. Gravamos vídeos, fizemos forte pressão nas redes sociais e inundamos as caixas de mensagens dos parlamentares”, afirma o secretário-geral da APUFPR, Paulo Ricardo Opuszka.

Enquanto continuam trabalhando para reduzir os impactos da pandemia sobre a população, os servidores são vítimas do projeto de destruição dos serviços públicos. “Se o Governo Federal e os parlamentares estivessem realmente comprometidos com o nosso país, adotariam medidas mais humanizadas como a taxação das grandes fortunas, e também não beneficiaram o sistema financeiro com uma ajuda de R$ 1,3 trilhão”, critica o presidente da APUFPR, Paulo Vieira Neto.

Fonte:APUFPR

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5 de maio de 2020

✊✊ Docentes, técnicos-administrativos e estudantes do Paraná exigem que todos os deputados federais que defendem os serviços públicos, que tem compromissos com os trabalhadores, derrubem o Artigo 8º do projeto aprovado pelo Senado.

Comunidade acadêmica do PR exigem que deputados derrubem o Art 8º do projeto aprovado pelo Senado.

✊✊ Docentes, técnicos-administrativos e estudantes do Paraná exigem que todos os deputados federais que defendem os serviços públicos, que tem compromissos com os trabalhadores, derrubem o Artigo 8º do projeto aprovado pelo Senado.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Terça-feira, 5 de maio de 2020

 

Fonte: APUFPR

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4 de maio de 2020

Criado em 1986, o Sistema Único de Saúde (SUS), apesar da constante falta de recursos, tem uma das maiores coberturas do mundo, pois 70% da população brasileira depende apenas dele.

Mesmo com tal importância, ele sofreu um duro golpe em 2016 no governo de Michel Temer, que foi a aprovação da Emenda Constitucional 95, que congelou os orçamentos de Saúde e Educação por 20 anos. De lá para cá, são cerca de 17% de perdas acumuladas.

Reflexo de uma mentalidade privatista importada de pensamento vindo dos Estados Unidos (aquela turma do “privatiza tudo”), o SUS sente os impactos estruturais da queda do orçamento nesta pandemia. Em 2005, eram 19 leitos por 10 mil habitantes no país inteiro e hoje são apenas 14. Um total de 70% desses leitos estão no SUS e não na rede privada, mesma proporção de respiradores artificiais, aparelhos fundamentais no tratamento.

O verdadeiro fim da pandemia será quando houver uma cura para a Covid-19 ou uma vacina capaz de evitar a infeção pelo Coronavírus. E isso demanda pesquisa. De toda a pesquisa científica feita no Brasil, um total de 95% é realizada nas universidades públicas. É fácil concluir que quem irá salvar o Brasil da pandemia é o Serviço Público.

Quem irá salvar o Brasil da pandemia é o Serviço Público

O SUS atende a pelo menos 70% da população brasileira. E 95% da pesquisa científica do país está nas universidades públicas. É o Serviço Público que irá salvar o Brasil da pandemia.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Segunda-feira, 4 de maio de 2020

Fonte: APUFPR

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17 de abril de 2020

[Além das 8] Laboratório de Ergonomia traz cores e acessibilidade a pessoas com deficiência

Pesquisas do LABERG desenvolvem e customizam produtos com aplicação prática na sociedade, especialmente para pessoas com deficiência.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Sexta-feira, 17 de abril de 2020

O uso da ciência e da tecnologia no desenvolvimento de produtos com aplicação direta na sociedade é a realidade do Laboratório de Ergonomia e Usabilidade (LABERG) da UFPR. O foco em pessoas com deficiência levou projetos e profissionais do LABERG a prêmios de reconhecimento, como o Viva a Inclusão, da Prefeitura de Curitiba.

 Os trabalhos científicos envolvem o escaneamento 3D para a coleta de dados direto do usuário, permitindo sua identificação para o desenvolvimento de produtos específicos e customizados. “Buscamos coisas que tenham aplicação direta e que possam ser desenvolvidas aqui, como talas e próteses. Produtos que atendam esta particularidade de deficiência, produtos que precisam ser customizados e melhorados”, destaca a coordenadora do LABERG, Maria Lucia Okimoto

As pesquisas são de baixo custo, como lembra a doutoranda em Design, Isabella de Souza Sierra. “Captamos a geometria das pessoas e geramos um modelo virtual, que é transformado num produto. Assim conseguimos cortar várias etapas do processo, atender mais pessoas e melhorar também os processos da indústria. Essa é colaboração que os laboratórios universitários trazem.”

See Colors

Outro projeto de destaque no LABERG é o de códigos de cores, aplicado em roupas e objetos para pessoas com deficiência visual. A responsável técnica pelas pesquisas, Sandra Marchi, explica que o código é um ponto e uma linha em alto relevo. Conforme sua posição, ele indica uma cor dentro do triangulo cromático das cores primárias, secundárias e neutras.

“O objetivo principal da criação desse código é trazer as pessoas com deficiência visual para a acessibilidade à cor. Hoje elas são dependentes de outros pra escolher roupas e calçados. Com o código, facilmente conseguem identificar a cor e isso tem trazido grande alegria a elas, o que é nosso maio retorno”, garante a pesquisadora.

A coordenadora do LABERG enfatiza a importância de investimentos na Educação, na Cultura e na Universidade. “Não são pesquisas de empresas, mas da Universidade, que melhoram a vida não só das pessoas com deficiência, mas de toda sociedade. Todos se beneficiam destas inovações”, conclui Maria Lucia Okimoto.

 

Além das 8

A série ‘Além das 8’, da APUFPR, mostra que a docência em universidades federais não se resume às salas de aula. A jornada de trabalho dos professores vai muito “além das 8” horas semanais que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, usa como mentira para enganar a população.

 

Fonte: APUFPR

POR-QUE-O-GOVERNO-BOLSONARO-CORTA-AQUILO-QUE-PODE-SALVAR-O-PAÍS-YT-1280x720.png
13 de abril de 2020

Desde seu começo, em 2019, o governo Bolsonaro ataca a ciência e a universidade pública com falsas acusações contra as instituições e professores, e com cortes e retenções de recursos.

O Brasil está diante de uma gigantesca crise, a pandemia do Coronavírus, que terá impactos gigantescos para a Saúde e para a economia do país.

As universidades públicas são responsáveis pela maior parte da pesquisa científica brasileira (mais de 90%), como o feito de sequenciar genoma do Coronavírus em apenas 48 horas. São elas que promovem desenvolvimento econômico e social através da produção de conhecimento.

No entanto, foram novamente afetadas por cortes nas bolsas de pesquisa, o que deixa vários pesquisadores sem condições de seguir trabalhando e atrasa centenas e até milhares de projetos importantes para o país e para a humanidade.

Por que o governo corta aquilo que leva o país para a frente?

Por que o governo Bolsonaro corta aquilo que pode salvar o país?

É a ciência feita pelas universidades públicas que ajuda o Brasil a se mover e promover desenvolvimento econômico e social. Por que então há cortes naquilo que leva o país para a frente?

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Segunda-feira, 13 de abril de 2020

Fonte: APUFPR

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6 de abril de 2020

A universidade pública não pode estar fora da discussão do avanço tecnológico e da manutenção dela com um todo. É preciso rediscutir modelos de ensino e sempre lembrar que a universidade não é só ensino. Ela é pesquisa, extensão, tecnologia e desenvolvimento de projeto de nação.

É a partir dessa reflexão que o secretário-geral da APUFPR, Paulo Opuszka, conclui que a UFPR acerta ao ter paciência na discussão sobre ensino à distância, coisa que o MEC não faz e tenta acelerar, aplicando um projeto que precariza direitos na educação, principalmente a construção de conhecimento e formação de culturas de diversas áreas, estas sim um legado que precisa ser passado à frente.

Diferentemente das instituições privadas de ensino superior, as universidades públicas são dotadas de experiência na construção da cidadania e formação de conhecimento para o desenvolvimento econômico, tecnológico e social.

O ensino à distância é importante em uma crise de tamanha proporção, mas é preciso também valorizar vivências e o ensino presencial, pois permite a construção de caráter de cidadania, desenvolvimento e solidariedade.

O ensino à distância precisa ser discutido com paciência

🎬💻Em meio à crise causada pela pandemia do Coronavírus, toda a discussão sobre ensino à distância precisa ser feita com paciência. A construção de conhecimento, que é gerada pela vivência dentro da universidade, também deve ser levada em consideração.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Segunda-feira, 6 de abril de 2020

 

Fonte: APUFPR

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1 de abril de 2020

Além da pandemia do Coronavírus Covid-19 e seus efeitos, uma grande preocupação para os mais de 4 mil docentes da UFPR — ativos e aposentados — são os ataques vindos do Governo Federal, que não cessaram mesmo durante uma situação de emergência. São vários projetos que querem diminuir salários e direitos dos servidores públicos.

O secretário-geral da APUFPR, Paulo Opuszka, alerta que o governo alterou a Lei de Transparência, bloqueando o acesso às informações que deveriam estar disponíveis para consulta de qualquer cidadão. Os fundos públicos estão sendo desviados para bancos e grandes empresas, deixando de lado professores e demais trabalhadores.

Assim, este é o momento de manter a resistência. Não mais por aquela mobilização tradicional. As formas de representação social mudaram e o governo ouve muito as redes sociais. É preciso disputar esse espaço virtual.

Mesmo em tempos tão difíceis, a APUFPR está 100% disponível para atender às demandas dos docentes.

Mesmo com a pandemia, os ataques do governo não param. É preciso resistir!

Em um momento de mudança de formas de representação social, é preciso continuar resistindo aos ataques do Governo Federal. A APUFPR está 100% à disposição para defender as demandas dos docentes da UFPR.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quarta-feira, 1 de abril de 2020

 

Fonte: APUFPR

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30 de março de 2020

A terrível condução do governo Bolsonaro na pandemia do Coronavírus está deixando as pessoas com mais de 60 anos vulneráveis.

Propostas incabíveis como o fim da quarentena e o retorno das crianças à escola, além da proposta de um inviável isolamento vertical da população (já que no Brasil mais de 60% dos idosos vive com familiares mais jovens) mostram a incapacidade do governo e a falta de cuidado com a população brasileira.

O secretário-geral da APUFPR, Paulo Opuszka, reforça a ideia de que qualquer governo tem a obrigação de proteger as pessoas dessa faixa de idade.

Governo Bolsonaro coloca em risco a vida dos idosos

A terrível condução do presidente Bolsonaro durante a pandemia do Coronavírus (que inclui pregar o fim da quarentena e do isolamento social, e propõe o retorno às aulas e às atividades cotidianas) coloca em risco principalmente as pessoas com mais de 60 anos.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Segunda-feira, 30 de março de 2020

É uma idade extremamente produtiva. Muitos líderes políticos, de diversas matizes ideológicas, chegaram ao auge depois dos 60 anos, assim como os principais prêmios Nobel.

Os professores decanos de departamentos também são exemplos de qualidade e maturidade.

“Qualquer país do mundo sabe que a reserva cultural do mundo está nos idosos. Precisamos fazer uma defesa intransigente deles”, afirma.

 

Fonte: APUFPR

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27 de março de 2020

O sétimo episódio da série Além das 8 mostra o trabalho do Laboratório Visão Robótica e Imagem da Universidade Federal do Paraná (UFPR), do qual participam os professores David Menotti Gomes e Eduardo Todt.

O grupo desenvolve projetos em três frentes principais: robótica, visão computacional e processamento de imagens.

Entre as pesquisas do laboratório estão a de reconhecimento automático de placas de carro, de biometria da fossa nasal de bovinos e de identificação de pessoas por meio da região periocular.

Gomes reafirma a importância do investimento em pesquisa para que as instituições cumpram com o seu papel social.

“Quais são as maiores universidades do mundo? Elas são reconhecidas pela qualidade da sua pós-graduação, dos seus alunos de doutorado, de mestrado, da inovação que ela proporciona para a sociedade”, destaca.

Já Eduardo Todt pontua o inegável desenvolvimento que a educação pública superior vivenciou nos últimos anos.

“A gente assistiu a uma grande transformação aqui na universidade nos últimos vinte anos, eu diria. A universidade se transformou em um enorme agente de inclusão social”, destaca Todt.

[Além das 8] O laboratório que compreende robôs e algoritmos para gerar benefícios à sociedade

Está no ar mais um capítulo da série Além das 8! Dessa vez, vamos conhecer o trabalho dos docentes do Laboratório Visão Robótica e Imagem da UFPR, responsáveis por projetos de pesquisa ligados à robótica, visão computacional e processamento de imagens.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Sexta-feira, 27 de março de 2020

Além das 8

Além das 8 é uma série criada pela APUFPR para mostrar o árduo e apaixonado trabalho dos docentes da UFPR.

O nome é uma referência à infeliz declaração do ministro da Educação, Abraham Weintraub, que insiste em afirmar que os professores universitários trabalham apenas oito horas por semana.

O objetivo da APUFPR com os vídeos é mostrar que há, sim, muito trabalho para “além das oito”, como a pesquisa, a extensão, captação de recursos, orientação de pós-graduandos e diversas atividades que garantem a excelência da UFPR.

Fonte: APUFPR


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