Categoria: TV APUFPR

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22 de outubro de 2019

“Que dia foi esse”! Em 18 de outubro a APUFPR realizou os tradicionais almoço e jantar em comemoração ao Dia dos Professores e das Professores, no Restaurante Madalosso, em Santa Felicidade.

Esses eventos já são tradicionais, mas, dessa vez, atingiram um bem maior! Serviram para dar uma “aliviada na tensão”, como disse o diretor administrativo do sindicato, Eduardo Salamuni.

Confira aqui a vídeo reportagem:

Em homenagem aos professores, APUFPR promoveu eventos memoráveis!

“Que dia foi esse”! Os tradicionais almoço e jantar do Dia dos Professores e das Professores serviram para recarregaram as energias dos docentes da UFPR para enfrentar os próximos desafios.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Terça-feira, 22 de outubro de 2019

Ao todo, mais de 1.700 pessoas estiveram nos eventos – confraternização com o maior número de participantes até agora. Para o diretor cultural, Carlos Alberto Gontarski, “isso é uma prova de que os nossos filiados estão valorizando nosso trabalho e prestigiando nossa entidade”.

Eduardo Salamuni, diretor administrativo, explicou ainda que “receber os colegas em um momento um pouco difícil da carreira, é um prazer enorme. Claro, as pessoas estão satisfeitas e alegres. Esse é o grande objetivo”.

A verdade é que tanto o almoço quanto o jantar do Dia dos Professores são marcas registradas da APUFPR. Um momento ímpar para todos. Até porque, não é sempre que se pode esquecer um pouco o peso das agendas diárias e descontrair em eventos tão animados.

“É uma data para nós. Reencontramos e fazemos amigos, podemos nos divertir, discutir problemas, falar de coisa boas, pensar no futuro e renovar as esperanças para os próximos anos”, comentou a diretora social, Sandra Mara Woranowicz Barreira.

Para a APUFPR, tanto o almoço como o jantar superaram as expectativas. Esse tipo de laço com a base fortalece a luta dos docentes da UFPR.

Mobilização

O clima foi de festa, mas os docentes estão preparados para enfrentar esse contexto de embate contra as políticas que o Governo Federal promove contra as universidades públicas. A luta da categoria foi reforçada e recarregada após o evento.

A construção dessas conexões solidárias e fraternais são parte das atividades sindicais de fortalecimento da unidade da categoria.

Fonte: APUFPR

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21 de outubro de 2019

Os professores da UFPR decidiram, em assembleia geral no dia 17, no auditório da APUFPR, dar continuidade a negociação do direito às progressões acumuladas junto à Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe) da UFPR.

“Isso causava uma série de problemas para os docentes. Alguns tiveram suas progressões atrasadas e chegaram a receber um salário menor. Agora vão poder recuperar o que é de direito”, explica o presidente da APUFPR-SSind, Paulo Vieira Neto.

Desde que a nova gestão assumiu o sindicato, a luta para reconhecer esse direito dos docentes às progressões acumuladas e sua implementação tem sido incansável.:

“Agora nós vamos negociar com a Progepe. Atualmente são pelo menos 153 professores que têm esse direito, mas eu acredito que tenham muito mais envolvidos. Para todos eles, há uma possibilidade de solução definitiva”, completou Paulo Vieira.

Docentes da UFPR vão negociar as progressões acumuladas junto à Progepe

Após a vitória da APUFPR no TRF4 em relação às progressões acumuladas, os docentes da UFPR decidiram dar continuidade à negociação com a Progepe. O prazo para fazer os pedidos administrativos encerra em 25 de outubro. Corra, é um direito seu!

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Prazo

Lembrando aos docentes que ainda não fizeram seus pedidos administrativos de progressões múltiplas (acumuladas) devem entrar em contato com a APUFPR o mais rápido possível. O prazo final para os pedidos encerra em 25 de outubro.

Isso só é válido aos que ainda não foram atendidos. Se essa é a sua situação ou se você tem dúvidas sobre essa questão, entre em contato imediatamente com a APUFPR pelo telefone (41) 3151-9107.

Histórico

Agosto de 2019 foi um mês importante para a história da APUFPR. No dia 20, o sindicato conquistou a vitória no TRF4 sobre a questão das progressões acumuladas. O caso se arrastava desde 2017, quando a entidade de defesa dos docentes da UFPR propôs ação civil pública com o objetivo de pleitear o reconhecimento do direito dos professores às progressões acumuladas e por sua implementação.

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18 de outubro de 2019

No terceiro episódio da série Além das 8, conheça o trabalho desenvolvido pelo professor do Departamento de Engenharia Química da UFPR Carlos Itsuo Yamamoto no Laboratório de Análises de Combustíveis Automotivos (LACAUT).

Diretor executivo da Agência de Inovação da Universidade, Yamamoto conta sobre a importância do LACAUT – um projeto nascido em 2000, a partir da demanda da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em monitorar a qualidade dos combustíveis de todo o país.

A equipe coordenada pelo docente foi a escolhida para as monitorias paranaenses e, em 19 anos, já realizou mais de um milhão e meio de ensaios com o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Por meio do excelente trabalho realizado no LACAUT, o docente atraiu a atenção de empresas, indústrias e do governo, conquistando projetos para a UFPR. No episódio, Yamamoto e alguns de seus alunos abordam os benefícios sociais alcançados com a implementação do laboratório e de outros projetos da Universidade. Em contraponto, relatam as dificuldades diariamente enfrentadas para que o nível máximo de qualidade não se perca, mas permaneça como a marca do LACAUT.

É após as oito horas de docência de Yamamoto que este gigante projeto ganha vida. Confira:

[Além das 8] O professor e o laboratório que são sinônimos de excelência na análise de combustíveis

[VÍDEO APUFPR] No terceiro episódio de #AlémDas8H, conheça o trabalho do professor Carlos Itsuo Yamamoto no Laboratório de Análises de Combustíveis Automotivos (LACAUT) e veja como a UFPR se destaca no cenário científico:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Além das 8

Criada pela APUFPR, a série é uma resposta às mentiras do ministro da Educação, Abraham Weintraub, que reiteradamente tem espalhado a mentira de que os docentes das universidades federais trabalham apenas 8 horas por semana. Nos episódios anteriores, apresentamos:

Episódio 1: Além das 8: laboratório da UFPR é destaque na preservação ambiental

Episódio 2: Além das 8: segundo episódio conta o trabalho de pesquisa e inovação de Engenheira Mecânica da UFPR

 

Fonte: APUFPR

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17 de outubro de 2019

 

Na literatura, no cinema, na música e nas mais diversas expressões artísticas, o terror é um gênero que causa medo, pavor, e está fortemente ligado à fantasia e à ficção especulativa. O gênero explora possibilidades diferentes do mundo real a fim de provocar resposta emocional, psicológica ou física àqueles que se deparam com ele.

Todavia, desde que o Governo Federal estabeleceu a educação como sua inimiga, voltou seu canhão de ódio para as universidades federais, o terror deixou de ser apenas um gênero narrativo e se tornou real nessas instituições.

Dos cortes de verbas ao Future-se, passando por ataques à reputação, ondas de fake news e muito terror psicológico, a realidade das universidades federais se tornou incerta e, de certa forma, tenebrosa para professores, técnicos administrativos e estudantes.

Para o escritor que revolucionou o gênero de terror, H. P. Lovecraft (1890 – 1937) “A emoção mais antiga e mais forte da humanidade é o medo, e o mais antigo e mais forte de todos os medos é o medo do desconhecido”. A famosa citação, de seu ensaio O Horror Sobrenatural na Literatura, traduz com clareza a atual realidade das universidades federais.

A campanha da APUFPR Universidade Federal: Menos Terror, Mais Valor usa-se dessa temática em resposta ao autoritarismo do Governo Federal, alertando e chamando a categoria a se mobilizar contra a grave situação que oprime as instituições. Literalmente, contra o terror que assombra sobre toda a comunidade universitária.

Assista ao teaser abaixo, compartilhe, comece a agir. Ou, testemunhe o nascimento do medo.

Terror: de gênero ficcional à realidade nas universidades federais

O terror passou de gênero ficcional à realidade nas universidades federais#LuteDocente #APUFPRpelaUFPR #MenosTerrorMaisValor

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quinta-feira, 17 de outubro de 2019

 

Chega de terror. Comprometa-se. É o seu futuro que está em risco.

 

Fonte: APUFPR

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8 de outubro de 2019

O segundo dia da Greve Geral da Educação 48H foi marcado por ações conjuntas entre professores, técnicos administrativos e alunos da Universidade Federal do Paraná (UFPR), nesta quinta-feira (3). A ação coletiva resultou em um corredor de cartazes e banners na rua XV de Novembro que levou à população um pouco do conhecimento compartilhado dentro das salas de aula.

A APUFPR estive presente na ação que chamou a atenção de quem passava pela movimentada Rua XV. Professores de vários departamentos e alunos de diversos cursos participaram da mobilização que também busca a aproximação da população com a Universidade.

Na Praça Santos Andrade, no período da tarde, o professor Ricardo Costa de Oliveira, do Departamento de Sociologia, conduziu uma aula pública em defesa da autonomia da universidade federal e contra o desmonte da educação. A secretária geral do Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro PR e SC), Anacélie de Assis Azevedo, também participou do ato em nome dos trabalhadores petroleiros, que também enfrentam a grave ameaça de privatização da Petrobrás.

A Greve 48h foi encerrada em um grande ato público na Praça Santos Andrade.

A paralisação foi concluída nesta quinta-feira (3), mas a mobilização continua! Precisamos da sociedade ao nosso lado. Essa luta é de todos!

Confira o vídeo com a cobertura do segundo dia da Greve Geral 48H:

A universidade foi à rua no segundo dia da Greve 48H

❗ No segundo dia da Greve 48H, a UFPR foi à rua! ✊✊ Em ato conjunto, membros das três categorias criaram um corredor de cartazes na Rua XV de Novembro para mostrar à população a importância do conhecimento produzido pelas universidades federais:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Segunda-feira, 7 de outubro de 2019

4 de outubro de 2019

O segundo episódio da série Além das 8h conta a realidade da rotina de trabalho de duas pesquisadoras do Laboratório de Eletroquímica Aplicada, do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Paraná (UFPR). O laboratório é utilizado para pesquisas que desenvolvem inovações em tecnologias ambientais.

No episódio, a professora Maria José J. Ponte, coordenadora do curso de pós-graduação em Engenharia Mecânica da UFPR e pesquisadora do Laboratório de Eletroquímica Aplicada, explica como é o trabalho do pesquisador, desde a leitura e tradução de artigos até todas as horas dentro do laboratório – que, certamente, vão muito além das 8 horas em sala de aula.

O vídeo também mostra as atividades do laboratório a partir da perspectiva da doutoranda Michele Maidel. A jovem pesquisadora ressalta a importância do trabalho extra dos docentes para adquirir financiamentos externos para a aquisição de equipamentos de alta tecnologia, que tornam a pesquisa viável.

Além da 8h

A série criada pela APUFPR mostra o trabalho dos docentes das universidades federais, que não se restringem apenas às 8 horas em sala de aula. A produção é uma resposta ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, que tem se empenhado em espalhar mentiras sobre as universidades federais e sobre os docentes.

Confira o trabalho de extrema relevância para o meio ambiente desenvolvido por essas pesquisadoras da UFPR!

Além das 8 – Episódio 2: "Laboratório de Eletroquímica Aplicada"

#Alémdas8 O segundo episódio da série Além das 8h traz a rotina de horas de trabalho das pesquisadoras do Laboratório de Eletroquímica Aplicada, do Departamento de Engenharia Mecânica da UFPR. O laboratório desenvolve pesquisa e soluções em tecnologias ambientais.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Sexta-feira, 4 de outubro de 2019

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3 de outubro de 2019

O primeiro dia da greve 48H foi bastante agitado na UFPR.

A APUFPR rodou por vários campi da instituição para conversar com a comunidade acadêmica sobre os perigos que rondam as universidades federais.

Há meses, as instituições federais de ensino superior (IFES) convivem com ameaças e enfrentam o método de terror adotado pelo Governo Federal para lidar com a educação.

Por isso, o sindicato desenvolveu uma ação criativa e, ao mesmo tempo, reflexiva sobre essa relação entre o terror e o cenário pelo qual passam as universidades federais.

Veja no nosso vídeo como foi essa ação, que teve ótima aceitação da comunidade nesse importante dia de paralisação:

APUFPR realiza ação criativa (e aterrorizante) no primeiro dia da Greve 48H na UFPR

APUFPR realizou uma ação criativa (e aterrorizante????) no primeiro dia da Greve 48H na UFPRO sindicato rodou por vários campos da instituição para conversar com a comunidade acadêmica sobre os perigos ???? que rondam as universidades federais.Há meses, as instituições federais de ensino superior (IFES) convivem com ameaças e enfrentam o método de terror ????adotado pelo Governo Federal para lidar com a educação.Por isso, o sindicato desenvolveu uma ação criativa e, ao mesmo tempo, reflexiva sobre essa relação entre o terror e o cenário pelo qual passam as universidades federais.Veja no nosso vídeo como foi essa ação, que teve ótima aceitação da comunidade nesse importante dia de paralisação:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quarta-feira, 2 de outubro de 2019

 

 

E participe das atividades do segundo dia da Greve 48H nesta quinta-feira (3), que começarão com a ação de divulgação de projetos desenvolvidos na UFPR.

 

Fonte: APUFPR

 

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1 de outubro de 2019

 

Mais uma falácia do Ministro da Educação, Abraham Weintraub, gera desinformação e ataca professores das universidades federais. Durante o 21º Fórum Nacional de Educação Superior Particular (um evento para bate-papo com os barões do ensino privado), o ministro declarou que irá perseguir os docentes cujos salários ele chamou de “zebras gordas”.

Falando para uma plateia atônita (até os empresários ficaram chocados com a abordagem), ele tentou convencer os participantes de que os salários dos docentes federais variam, de forma geral, de R$ 15 mil a R$ 20 mil.

De forma fantasiosa, Weintraub tentou, mais uma vez, manchar a imagem dos professores federais, insinuando que os docentes com Dedicação Exclusiva seriam os responsáveis pelos problemas financeiros das instituições, porque a maior porte do orçamento é destinada ao pagamento de salários.

Ao tentar induzir novamente as pessoas ao erro, Weintraub continuou reafirmando que professores federais trabalham apenas oito horas por semana e que, por isso, esses salários seria, extremamente altos (em uma rádio ele já chegou a dizer que equivaleria a R$ 140 mil).

Entretanto, o ministro não conta que as oito horas semanais em sala de aula são o mínimo que um docente em regime de Dedicação Exclusiva precisa cumprir na universidade pública. Em sua fala, ele ignorou as atividades desempenhadas além das disciplinas ministradas, como correção de provas e trabalhos, preparação de aula, reuniões administrativas, orientação acadêmica, coordenação de projetos de pesquisa e de extensão e etc.

O presidente da APUFPR, Paulo Vieira Neto, rebate os comentários de Weintraub e explica que o trabalho do professor da universidade pública está muito além das oito horas. Na verdade, geralmente ultrapassa 40 horas semanais. Confira o vídeo:

APUFPR rebate declaração de Ministro da Educação

Em mais uma tentativa de desmoralizar os professores de universidades federais, o Ministro da Educação chamou os salários dos docentes de “zebra gorda”. O presidente da APUFPR rebate Weintraub e lembra que o trabalho do professor vai muito além da sala de aula, geralmente ultrapassando 40 horas semanais.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Terça-feira, 1 de outubro de 2019

 

Fonte: APUFPR

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30 de setembro de 2019

Coisa boa!

O confortável espaço de confraternização dos docentes da UFPR voltou com tudo: a reabertura do Bar Doce Bar, ontem (26), foi um sucesso. Boa comida, bom papo, bons drinks.

Aguardado com grande expectativa, o retorno possibilitou uma comemoração a mais: o aniversário de um colega professor.

Professores de diferentes departamentos da universidade e seus familiares ainda puderam aproveitar deliciosos petiscos.

O Bar Doce Bar seguirá o atendimento às quintas-feiras, das 17h às 24h.

Não conseguiu dar uma passadinha na reabertura? Então, aproveite nossos aperitivos: para ver as fotos, clique aqui. E, no vídeo abaixo, você dá uma olhada na agradável noite de ontem do Bar Doce Bar:

Reabertura do Bar Doce Bar

O #BarDoceBar voltou com tudo! Não conseguiu dar uma passadinha na reabertura? Então, temos um aperitivo! Assista o vídeo dessa festa:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Segunda-feira, 30 de setembro de 2019

 

Bar Doce Bar

Atendimento: toda quinta-feira

Horário: das 17h às 24h

Local: sede da APUFPR | Rua Doutor Alcides Vieira Arcoverde, 1193 – Jardim das Américas

 

Fonte: APUFPR

 

 


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