Categoria: TV APUFPR

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20 de março de 2020

O enfrentamento da pandemia do Coronavírus Covid-19 está apenas começando. No entanto, o estado do Paraná está com sérios problemas em sua estrutura de saúde.

O primeiro problema é lidar com a verdade. O governo estadual afirma que o Paraná está preparado para enfrentar a crise sanitária e epidemiológica. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Saúde Pública do Estado do Paraná (SindSaúde-PR), isso não é verdade.

A diretoria da entidade enviou ofício para o secretário estadual da Saúde, Carlos Alberto Gebrim Preto, propondo medidas urgentes para fortalecer o SUS no estado e evitar o estrangulamento dele a exemplo do que está acontecendo em São Paulo e no Rio de Janeiro.

“Nós não temos o suporte institucional que deveríamos ter, que seria testes para todas as pessoas com sintomas. O governo só fará em testes mais graves, que precisam de UTI. Não temos nem testes suficientes e nem leitos suficientes. A ocupação está em 95% e, com aumento de fluxo, não temos onde atender”, explicou a coordenadora-geral do SindSaúde-PR Olga Estefania.

No ofício, o sindicato, que representa os servidores que estarão diretamente atuando na contenção da crise e no tratamento da população, demonstra com dados concretos que o estado não está pronto para enfrentar o problema.

A saúde estadual está com déficit de quase 40% do número de trabalhadoras e trabalhadores exigido por lei. Assim, entre as medidas imediatas solicitadas está a contratação imediata de cerca de 4 mil profissionais para que se atinja os pouco mais de 11 mil que deveriam estar a serviço da população em situações normais.

Entre as outras medidas estão a melhora dos equipamentos de proteção individual (EPIs) que os servidores precisam utilizar e a ampliação emergencial dos leitos.

Parte dos problemas surgiram a partir da Emenda Constitucional 95, que congelou os recursos de áreas essenciais, como a saúde, por 20 anos, e fez com que se deixasse de se cumprir o piso de 15% de investimento na área.

A Emenda 95 precisa ser derrubada imediatamente para que o SUS seja fortalecido e tenha condições de enfrentar a pandemia do Coronavírus. Do mesmo modo, a economia, que já estava estagnada, sofrerá ainda mais consequências por causa da pandemia, é necessário outras medidas sejam implementadas com urgência, conforme propusemos neste artigo aqui: 18M: APUFPR sugere oito medidas para o Brasil enfrentar a pandemia do Coronavírus 

 

Fonte:APUFPR

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13 de março de 2020

O novo episódio da série Além das 8 apresenta o trabalho desenvolvido pelo professor Francisco Mendonça, docente do Departamento de Geografia da UFPR e coordenador do Laboratório de Climatologia (Laboclima) da universidade.

Mendonça demonstra a importância do trabalho desenvolvido pelo laboratório em parcerias com a prefeitura de Curitiba (PR), o Instituto Sueco de Meteorologia e Hidrologia (o Sveriges Meteorologiska och Hydrologiska Institut – SMHI) e o Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres (CEPED) do estado do Paraná, em cerca de 30 anos.

O Laboclima investiga os impactos das mudanças climáticas, monitora a poluição do ar, e estuda e rastreia eventos extremos e meteorológicos (como inundações) em Curitiba e região metropolitana.

Do conhecimento produzido no laboratório são construídas políticas públicas eficazes para a população, desde o controle da proliferação de doenças tipicamente climáticas (como a dengue), o mapeamento de zonas com maior risco de inundações ou o impacto na produção de alimentos.

 

[Além das 8] O laboratório que estuda o impacto do clima em doenças, poluição e produção de alimentos

#AlémDas8H🎬 Conheça o trabalho do docente Francisco Mendonça no Laboratório de Climatologia (Laboclima) da UFPR. O conhecimento lá produzido resulta na construção de políticas públicas eficazes em áreas como saúde pública, produção de alimentos e controle da poluição! Confira:👇👇👇

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Sexta-feira, 13 de março de 2020

 

O árduo trabalho desenvolvido no Laboclima mostra que a atuação docente vai além das 8 horas em sala de aula, e tem criado mecanismos e ferramentas úteis para a sociedade.

Curitiba será a primeira cidade a desenvolver um sistema que revela seus níveis de emissões de dióxido de carbono conforme suas diferentes regiões geográficas com altíssima precisão, em um mapeamento que poderá ser consultado por toda a sociedade e possibilitará a criação de soluções quanto ao do consumo de energia na poluição.

Criando pontes com diferentes setores sociais, estudando o presente e apontando formas de desenvolver o futuro em diversos aspectos, o que se constrói no Laboclima é mais uma mostra que nossos docentes permanecem trabalhando pela sociedade – sempre “além das 8”.

 

Além das 8

A série é uma criação original da APUFPR, em resposta às mentiras do ministro da Educação, Abraham Weintraub, sobre a jornada de trabalho dos docentes de universidades federais. Enquanto ele tenta enganar a população, dizendo que professores federais trabalham apenas oito horas por semana, cada episódio da série mostra que a docência não se resume às salas de aula e vai muito “além das 8”.

Saiba mais clicando aqui. Confira os episódios anteriores:

[Episódio 1] Laboratório da UFPR é destaque na preservação ambiental

[Episódio 2] Segundo episódio conta o trabalho de pesquisa e inovação de Engenheira Mecânica da UFPR

[Episódio 3] O professor e o laboratório que são sinônimos de excelência na análise de combustíveis

[Episódio 4] O projeto que mostra que ser docente é navegar em águas profundas do conhecimento

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2 de março de 2020

No ar, mais um episódio da série Além das 8 para apresentar o trabalho desenvolvido pela professora Simone Tostes de Oliveira Stedile, docente associada do Departamento de Medicina Veterinária da UFPR, no Laboratório de Estudos em Modelagem e Monitoramento Ambiental (LEMMA) da universidade.

Fruto do convênio entre a UFPR, o Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR) e o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), o LEMMA atua com ensino e pesquisa nas áreas de Engenharia e Ciências Ambientais.

No laboratório, Simone trabalha com educação humanitária e métodos alternativos: no lugar de animais reais, são usados protótipos durante o treinamento dos procedimentos da medicina veterinária. Com a nova linha de pesquisa, os estudantes adquirem confiança na realização adequada das técnicas e os animais não são expostos a sofrimentos.

[Além das 8] O laboratório onde os procedimentos são simulados, mas a aprendizagem é verdadeira

#AlémDas8H Conheça o trabalho da docente Simone Tostes de Oliveira Stedile no Laboratório de Estudos em Modelagem e Monitoramento Ambiental (LEMMA) da UFPR. Da formação de profissionais seguros à proteção de animais em procedimentos laboratoriais, descubra as contribuições inovadoras do LEMMA à sociedade:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Segunda-feira, 2 de março de 2020

Da coleta de sangue a todo tipo de avaliação, os simuladores estão mudando a relação da medicina veterinária com o ensino e o aprendizado da área. Além do feedback positivo por parte dos estudantes, professores de diversas disciplinas procuram o LEMMA para o desenvolvimento de protótipos voltados à situações de emergência, anestesiologia, cirurgia, dentre outras.

Professora de dedicação exclusiva, Simone leva ao pé da letra sua atividade: para que o projeto permaneça ativo, ela e outros docentes, muitas vezes, bancam os custos da linha de pesquisa – que, até o momento, não recebeu qualquer financiamento, apesar dos avanços técnico e científico proporcionados.

Conhecendo a inovadora pesquisa, fica cada vez mais difícil defender falácias de que universidades federais são ambientes de balbúrdia. Na UFPR, não há tempo a perder: a carga horária padrão é pequena para as contribuições da instituição e de seus professores à sociedade.

Para tudo isso prosseguir, é necessário trabalhar muito. Sempre “além das 8” horas diárias em sala de aula.

Além das 8

Criação original da APUFPR, a série mostra fatos: docentes de universidades federais trabalham muito “além das 8” horas semanais declaradas, mentirosamente, pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub. E mais: a atuação de nossos professores beneficia e valoriza, há mais de um século, a sociedade brasileira – diferente de qualquer proposta de Weintraub.

Saiba mais clicando aqui. Aproveite para assistir os episódios anteriores!

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28 de fevereiro de 2020

Em mais uma atitude inconstitucional, o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), voltou a afrontar a democracia brasileira. Por meio de seu Whatsapp, ele encaminhou um vídeo que convoca o povo brasileiro para que se mobilize e vá às ruas contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF).

O chamamento, encaminhado a dezenas de contatos (e exposto pela mídia), causou repulsa nos poderes Legislativo e Judiciário e de diversos setores da sociedade, porque é uma tentativa de ampliar uma escalada autoritária vinda de um movimento que pretende não só fechar o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (para acabar com o sistema republicano de contrapesos que impede a instauração de um absolutismo) como pede a prisão de seus membros, especialmente dos que se contrapõem aos desejos do presidente.

A APUFPR engrossa o coro daqueles que defendem a democracia e não apenas repudia mais essa atitude do mandatário do país, a entidade faz um alerta: é preciso barrar essa ameaça!

Os docentes reforçam a indignação coletiva diante deste ato antidemocrático. “A universidade sempre foi a favor da democracia e agora estamos diante de um fato terrivelmente grave, que é o do presidente convocar um movimento contra as instituições democráticas. Isso é algo que nós, como universidade, não podemos aceitar. Estamos em defesa da democracia e vamos às ruas defendê-la”, diz o presidente da APUF, Paulo Vieira Neto, lembrando os atos nacionais já organizados para os dias 8 (Dia das Mulheres) e 18 de março (data da greve nacional em defesa da educação e dos serviços públicos), por todas as capitais brasileiras.

“Desde as revoluções burguesas do século 19, mesmo as revoluções socialistas do século 20, nos partidos políticos de esquerda e de direita, a República é um valor comum. Mexer no estado de direito, nesses direitos fundamentais, na limitação e organização do poder, é considerado, pelo artigo 84 de nossa Constituição, um crime de responsabilidade, pois o presidente não tem poder absoluto num modelo como o nosso, democrático e republicano”, reforça o secretário-geral da APUFPR, Paulo Opuszka.

“O Congresso, mesmo que discordemos da política, foi eleito e não pode ser atacado nem fechado. Isso é uma medida inconstitucional que merece todo nosso repúdio”, reafirma o professor Nixon Vieira Malveira, do Departamento de Mecânica da UFPR.

A ação do presidente veio dias após seu ministro de segurança institucional, general Augusto Heleno, ter usado uma expressão chula de autofornicação ao se referir à relação com os parlamentares.

Confira nosso vídeo de repúdio e vem pra rua pela democracia!

Ameaça de Bolsonaro à democracia é muito grave. A universidade precisa reagir!

📢O Brasil não pode voltar aceitar qualquer tipo de perigo à democracia. A APUFPR repudia a atitude do presidente, Jair Bolsonaro, que estimula o ataque aos poderes e instituições.🎥 É preciso barrar essa ameaça!

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

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14 de fevereiro de 2020

Nesse episódio da série Além das 8, apresentamos o trabalho desenvolvido pelo professor Nivaldo Eduardo Rizzi, docente do Departamento de Engenharia e Tecnologia Florestal (DETF) da UFPR e responsável pelo Laboratório de Manejo de Bacias Hidrográficas e Qualidade de Água da universidade.

Embora conceituado como um laboratório básico de Qualidade de Água (físico-químico), é no espaço que os estudantes aprendem, na prática, a usar suas formações para impactar na melhoria da qualidade de vida da população.

 

[Além das 8] O laboratório onde flui conhecimento para proteger as águas do país

#AlémDas8H de hoje mostra o trabalho do docente Nivaldo Eduardo Rizzi no Laboratório de Manejo de Bacias Hidrográficas e Qualidade de Água da UFPR, equipando estudantes com uma bagagem rica em capacitação técnica, cidadania, respeito e empatia pelo melhoria social do país.Confira:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

O Laboratório de Manejo de Bacias Hidrográficas e Qualidade de Água da UFPR oferece suporte às disciplinas a ele relacionadas, da graduação ao doutorado. Toda experimentação necessária para a formulação de teses, dissertações e iniciações científicas de hidrologia florestal e manejo de bacias hidrográficas, bem como planejamento integrado de bacias, são aperfeiçoadas no espaço.

Em 37 anos de docência e atuação no laboratório, Rizzi ajudou a formar mais de 1500 engenheiros florestais que hoje atuam por todo o Brasil.

Para ele, a sociedade ainda possui limitações para compreender o papel das universidades federais no desenvolvimento técnico de excelentes profissionais – e, mais do que isso, na construção de cidadãos comprometidos com o avanço do país em suas mais diversas áreas.

Em uma jornada de trabalho nada tradicional, Rizzi empreende seus conhecimento e experiência para orientar, apoiar, preparar e equipar alunos com a melhor bagagem teórica, profissional e prática que pode oferecer. Um esforço e compromisso que só é possível porque ele vai “além das 8” horas em sala de aula.

Além das 8

Criação original da APUFPR, a série mostra que a docência em universidades federais não se resume às salas de aula, e que a jornada de trabalho dos professores vai muito “além das 8” horas semanais que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, usa como mentira para enganar a população.

Saiba mais clicando aqui e aproveite para assistir os episódios anteriores!

 

 

Fonte:APUFPR

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13 de fevereiro de 2020

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foram analisados pelo presidente da APUFPR, Paulo Vieira Neto, e pelo pró-reitor de Graduação e Educação Profissional da UFPR, Eduardo Barra.

As iniciativas do Enem e do Sisu foram ações que democratizaram mais o acesso à universidade, casados com a autonomia das Ifes para definir sua forma de acesso. Os processos foram sendo melhorados e aprimorados ano a ano. Até que ocorreu o desastre da última edição.

A APUFPR lamenta o descaso e as trapalhadas nos processos conduzidos pelo atual ministro da educação, Abraham Weintraub, cujas falhas na qualidade das questões e problemas sérios na correção trouxeram transtornos aos candidatos.

Em vez de se concentrar em gerir com responsabilidade e equilíbrio um dos ministérios mais importantes para o país, o ministro tem se destacado pelas mentiras que profere frequentemente, pelas falhas constantes e pelos erros absurdos que ocorrem repetidamente em sua pasta.

Para a APUFPR, a falta de competência para conduzir o Enem e o Sisu – duas grandes conquistas para permitir o acesso à Universidade – apenas reflete o (baixo) padrão de qualidade da gestão do MEC.

O descaso do MEC com o Enem e com o Sisu é sintomático

Paulo Vieira Neto e Eduardo Barra analisam o descaso e os vexames do Ministério da Educação com o último Enem e o processo do Sisu

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Fonte: APUFPR

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12 de fevereiro de 2020

Após o 39.º Congresso Anual do Andes-SN, a APUFPR elenca suas principais lutas para 2020: a defesa da Universidade Pública contra o que deve ser o pior período de ataque a ela da história do país.

Para isso, a entidade considera que todos aqueles que defendem o ensino público, gratuito e de qualidade devam deixar de lado as diferenças de posição política e partidária em nome da defesa das entidades.

Assim, o dia 18 de março será o dia de ir para a rua defender a manutenção da Universidade Pública com unhas e dentes.

Confira o vídeo abaixo:

Após congresso da Andes-SN, APUFPR avalia principais lutas para 2020

Após o 39.º Congresso Anual do Andes-SN, a APUFPR elenca suas principais lutas para 2020: a defesa da Universidade Pública contra o que deve ser o pior período de ataque a ela da história do país.Para isso, a entidade considera que todos aqueles que defendem o ensino público, gratuito e de qualidade devam deixar de lado as diferenças de posição política e partidária em nome da defesa das entidades.Assim, o dia 18 de março será o dia de ir para a rua defender a manutenção da Universidade Pública com unhas e dentes.Confira o vídeo abaixo:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Fonte: APUFPR

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11 de fevereiro de 2020

Não há serviço público sem o servidor público. Em qualquer lugar ou situação que alguém precise do Estado, ele é a pessoa que está lá trabalhando. É seguindo esta linha de raciocínio que o secretário-geral da APUFPR, Paulo Opuszka, introduz uma defesa da importância da categoria para a sociedade.

Quando você precisa de um professor ou professora, há uma pessoa trabalhando, um servidor público. Policiais, bombeiros, médicos, enfermeiros e muitos outros também são servidores públicos.

Sempre há um servidor viabilizando o funcionamento de tudo, mesmo em ocasiões em que há mediação eletrônica, como na declaração do Imposto de Renda. Até no ensino à distância, também tem servidor, um professor, produzindo as aulas.

Senhor Ministro, servidor não é parasita!

Não há serviço público sem o servidor público, sem as pessoas: é esta a máxima que o secretário-geral da APUFPR, Paulo Opuszka, usa para mostrar quão descabida é a ofensa do ministro Paulo Guedes ao chamar os servidores públicos de parasitas.

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Assim, diante desta reflexão, é preciso mostrar quão ofensiva foi a declaração do ministro Paulo Guedes, chamando de parasitas os responsáveis por levar desenvolvimento social e cidadania a quem mais necessita.

 

Fonte: APUFPR

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31 de janeiro de 2020

O sétimo episódio da série Além das 8 retrata o trabalho desenvolvido pelos docentes do Departamento de Medicina Veterinária (DMV) da UFPR José Francisco Warth e Cybelle de Souza no Laboratório de Diagnóstico Imunomicrobiologico (Labimicro).

Warth e Cybelle contam sobre o suporte do Labimicro ao Hospital Veterinário da UFPR, diagnosticando doenças infecciosas de pequenos animais (cães e gatos), animais silvestres e grandes animais (bovinos, equinos e pequenos ruminantes), principalmente nas áreas de bacteriologia e oncologia.

Mesmo com a intensa rotina, somada ao preparo de aulas práticas, foi além das 8 horas da jornada em sala de aula que Cybelle desenvolveu, no laboratório, a vacina contra a piodermite, um câncer muito comum e infeccioso. Hoje patenteada e comercializada, a vacina salva a vida de inúmeros animais pelo país.

Além de auxiliar na eficácia dos tratamentos clínicos oferecidos por médicos veterinários da instituição, o Labimicro realiza exames imunológicos em todo o gado bovino da Fazenda Experimental Canguiri (da própria UFPR), atendendo às normas vigentes do Plano Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose. Com isso, o leite do rebanho leiteiro da universidade pode ser comercializado.

Apesar da imensa contribuição a diversos programas de residência e extensão à comunidade, o laboratório depende das arrecadações da Fundação de Apoio da UFPR (Funpar) para manter a excelência nos diagnósticos. Enquanto isso, o trabalho nunca para: toda amostra que chega, não importando dia nem hora, é imediatamente analisada.

Se por um lado há limitações de recursos e de material de apoio, por outro há muita dedicação e amor à profissão.  Afinal, não se é professor por apenas 8 horas. E os professores do Labimicro são 24 horas por dia. Conheça mais o trabalho realizado por eles:

Os docentes que salvam vidas de inúmeros animais pelo país

O novo episódio de #AlémDas8H está no ar! Conheça o trabalho dos docentes José Francisco Warth e Cybelle de Souza no Laboratório de Diagnóstico Imunomicrobiologico (Labimicro) e as importantes conquistas do grupo:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Além das 8

Após mentir sobre a jornada de trabalho dos docentes de universidades federais, dizendo que trabalham apenas oito horas por semana, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, recebe, a cada episódio da série, uma resposta legítima e inequívoca. Saiba mais sobre esta criação original da APUFPR, clicando aqui. Assista os episódios anteriores.

Fonte:APUFPR

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16 de janeiro de 2020

 

Em 2019, as comunidades acadêmicas e a sociedade protagonizaram uma grande luta contra o Future-se, programa do Ministério da Educação (MEC) que repassa a administração das universidades federais à iniciativa privada.

No processo de resistência, a rejeição ao Future-se se deu em várias instâncias, inclusive dentro das reitorias das instituições. Reitores e conselhos deliberativos de diversas universidades manifestaram seu repúdio ao programa, reafirmando o caráter público e democrático da educação superior.

Acontece que, no jogo político, toda ação gera uma reação. E a estratégia do Governo Federal foi restringir ainda mais a democracia nas universidades e institutos federais.

A Medida Provisória 914/2019, de dezembro do ano passado, altera o procedimento de eleição dos reitores, conferindo ao presidente da República o poder de nomear qualquer um dos três indicados na lista tríplice.

Historicamente, os governos têm respeitado a indicação da comunidade acadêmica, indicando o mais votado para a posse como reitor ou reitora. Nos últimos meses, contudo, o Governo Federal e o MEC vêm atuando diretamente para subverter essa lógica.

Para o presidente da APUFPR, Paulo Vieira Neto, a MP 914 representa um grande risco para a democracia nas instituições. “Nós corremos o risco de que alguém faça um acordo prévio com o MEC aceitando o programa Future-se e depois seja, participando da listra tríplice, indicado, independentemente de não ter sido eleito em primeiro lugar”, analisa.

Em breve, a APUFPR deve apresentar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) solicitando a suspensão da MP 914/2019.

Confira o vídeo:

MP 914/2019 e a supressão da democracia na escolha de reitores

Novamente, a democracia universitária está em risco, dessa vez com a publicação da Medida Provisória (MP) 914/2019, que altera o processo de eleição de reitores e autoriza a nomeação de qualquer um dos candidatos da lista tríplice. Entenda os retrocessos que a MP representa:

Publicado por APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR em Quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

 

Fonte: APUFPR


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