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19 de maio de 2022

👀 O trabalho dos docentes e pesquisadores em universidades públicas tem uma função social inestimável para o país porque o fruto disso beneficia todo o conjunto da sociedade.

☠ Entretanto, muitos deles acabam tendo que dar andamento a suas atividades dentro de ambientes que apresentam algum tipo de risco à saúde, pela natureza do trabalho que está sendo desenvolvido (geralmente, por causa dos tipos de produtos químicos ou agentes biológicos envolvidos).

🤔 Nesses casos, o adicional de insalubridade é um direito, consolidado em nossa legislação, para compensar esses riscos.

💪 Portanto, é mais do que justo que professores de universidades públicas tenham esse direito garantido. A APUFPR luta por isso. Lute você também!

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18 de maio de 2022

Alguns docentes estão procurando a APUFPR sobre os comprovantes de quitação de plano de saúde que estão sendo devolvidos para correções pela UCSS, no processo de declaração de seu per capita de saúde suplementar junto ao Sistema de Gestão de Pessoas do Governo Federal (Sigepe).

APUFPR esclarece que a exigência da Portaria Normativa 1, de 09 de março de 2017, para que conste o termo “TITULAR”, está em processo de alteração pelo sistema da APUFPR.

Em breve, todos os titulares dos planos de saúde ligados à APUFPR receberão via e-mail o comprovante devidamente corrigido conforme a exigência da portaria normativa.

A APUFPR está reenviando os formulários de todos os casos em que foi apontado erro pela Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Propege) da UFPR.

Como temos recebido muitos relatos a esse respeito, fica o informe também para os que queiram corrigir manualmente o problema nas declarações que, por acaso, ainda não tenham sido feitas.

 

Fonte: APUFPR

 

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18 de maio de 2022

 

O Observatório do Conhecimento, do qual a APUFPR faz parte, divulgou um levantamento que aponta que o Brasil perdeu, entre 2015 e 2021, cerca de R$ 83 bilhões de seu orçamento para a ciência, valor que deve chegar aos R$ 100 bilhões em 2022.

Os dados estão no Balanço Anual do Orçamento do Conhecimento – 2021, divulgado no último dia 16 de maio.

O relatório teve grande repercussão e suas informações municiaram os principais veículos de comunicação do país, que produziram matérias e reportagens sobre os impactos desses cortes na produção científica nacional.

 

Situação grave

Em termos reais, o orçamento do conhecimento representava, em 2014, R$ 27,81 bilhões número que caiu para apenas R$ 10,57 bilhões em 2021, o que corresponde a 38%.

Caso os valores não tivessem sido cortados ano após ano, depois do golpe que derrubou a presidente Dilma Rousseff em 2016, o setor teria recebido mais de R$ 98,8 bilhões em investimentos até o final de 2022.

Para a APUFPR, não só as universidades e os pesquisadores são prejudicados com ausência de apoio e a chamada “fuga de cérebros para o exterior”, mas toda a sociedade brasileira, que se vê privada de avanços em tecnologia e inovação, e em áreas essenciais como saúde e educação, que perdem a capacidade de ampliação que seria proporcionada pela produção nacional do conhecimento.

Assim, apesar de contar com pesquisadores altamente qualificados, o Brasil vai se distanciando dos grandes centros de produção de conhecimento, deixando de se formulador de ciência para se tornar, cada vez mais, mero importador.

 

Fonte: APUFPR

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18 de maio de 2022

O direito de greve dos servidores públicos, garantido pela Constituição Federal de 1988, é colocado novamente em xeque e deve ser tema de calorosas discussões no Congresso Nacional ainda neste ano. Tudo isso por conta de uma proposta que tramita na Câmara dos Deputados, de autoria do deputado federal Gilson Marques (NOVO-SC), responsável por trazer o assunto à baila mais uma vez na tentativa de coibir qualquer iniciativa do funcionalismo defender suas justas reivindicações.

O Projeto de Lei Complementar 45/2022 pretende estipular limites ao direito assegurado pela carta magna brasileira. Em outras palavras, é uma forma de acuar ainda mais os servidores públicos, que só acumulam perdas desde o golpe de 2016, que levou Temer e, posteriormente, Jair Bolsonaro ao poder.

Como praticamente todos os projetos que partem de parlamentares do NOVO (conhecido como startup dos banqueiros), este é carregado de hipocrisias: dá mil voltas na argumentação para justificar seu único objetivo, que é acabar com os serviços públicos para que as ‘elites’ tomem posse daquilo que é direito da população.

Um dos pontos polêmicos diz respeito à demissão por justa causa do servidor público que participe de greve considerada ilegal. Tudo isso não passa de uma tentativa bastante rasteira de criminalizar a luta do funcionalismo público por direitos.

O autor usa a velha ladainha de tentar equiparar regras para servidores com aquelas que se aplicam na iniciativa privada, como se fossem coisas de natureza semelhantes.

É óbvio que eles sabem que são coisas distintas, mas apostam na desinformação e no apoio da velha mídia para tentar conseguir adesão da população.

É um ato de desespero no final de mandato, já que sabem que os estridentes e hipócritas discursos de 2018 não serão suficientes para reeleger muitos desses deputados que entraram no Congresso apenas para aprovar medidas para beneficiar os mais ricos. Além disso, não estão conseguindo aprovar a Reforma Administrativa porque não encontraram apoio suficiente para acabar com os serviços públicos do país, aí inventam minirreformas para agradar aos seus patrões/patrocinadores.

 

Criminalização

Bastante atacada e vítima de deturpações sobre as suas reais atribuições, os servidores públicos sofreriam perseguições com mais facilidade. O projeto daria liberdade para que qualquer cidadão desse entrada como requerente em uma ação disciplinar para avaliar a possibilidade de ilegalidade da greve, o que é inconstitucional.

 

Hipocrisia de sempre

Assim como na proposta de Reforma Administrativa, a medida não se aplicaria aos integrantes das Forças Armadas, das polícias militares, civis e dos bombeiros militares, além de outros servidores que atuem diretamente na segurança pública.

Além da demissão por justa causa e do desconto salarial dos dias de greve, haveria também descontos que incidiriam nas contagens relativas a tempo de serviço, estágio probatório, progressão, benefícios, férias ou previdência.

O Projeto de Lei Complementar 45/22 desconsidera os problemas reais enfrentados pelo serviço público brasileiro, vítima constante de cortes orçamentários e relegado a segundo plano pelo atual governo. Usar do pretexto de “buscar uma administração mais zelosa com recursos e serviços ao cidadão” é uma gigantesca hipocrisia.

 

Fonte: APUFPR

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17 de maio de 2022

Realizada de forma online na tarde desta segunda-feira, 16 de maio, a assembleia geral da APUFPR não aprovou a deflagração imediata de greve da categoria a partir do dia 23, mas pela continuidade da construção desta mobilização.

A votação na assembleia atendeu a um chamado do ANDES-SN, que está consultando todas suas sessões sindicais para saber se adere ou não à greve unificada dos servidores públicos federais.

Com a votação, os professores da UFPR optaram por seguir mobilizados e construindo o calendário de atividades para uma possível deflagração da greve, a depender do avanço da mobilização nacional da categoria.

Durante toda a reunião, o presidente da APUFPR, Paulinho Vieira Neto, e a vice-presidente, Andréa Stinghen, tiraram dúvidas de professoras e professores e expuseram o quadro das mobilizações do funcionalismo federal pela reposição inflacionária de 19,9%, índice de perdas calculadas desde o começo do governo Bolsonaro.

 

Informes sobre outros temas

Vice-presidente da APUFPR, Andréa Stinghen inaugurou os trabalhos da assembleia com um informe sobre atividades recentes do sindicato.

Um dos pontos destacados foi o ingresso da APUFPR no Observatório do Conhecimento, como forma de integrar as lutas sindicais locais aos temas da política nacional, neste caso, com maior foco na defesa da ciência e tecnologia.

Como lembrou Andréa, o Observatório tem tido boa interlocução com parlamentares e também ocupado espaço midiático, com denúncias que pautaram veículos como TV Globo, Globo News e no UOL na última semana.

Ela também informou sobre a participação da APUFPR em um evento organizado pelo ANDES-SN, que debateu a democracia nas instituições federais de ensino e a luta contra intervenções naquelas que estão sendo geridas por reitores que não foram escolhidas por suas comunidades. Além disso, Andréa ainda deu um panorama sobre os processos jurídicos referentes à insalubridade, que estão sendo levados a cabo na Justiça.

A dirigente também lembrou do ganho judicial do adicional noturno, salientando que os professores que trabalham à noite precisam atentar para esse benefício, e que as progressões vencidas judicialmente já estão sendo pagas, começando a constar nas folhas de pagamento.

 

Fonte: APUFPR

 

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17 de maio de 2022

Desde o início do ano, servidores e servidoras federais articulados em diversas entidades têm protestado pela reposição salarial de 19,99%, referente à inflação acumulada durante os três anos de governo de Jair Bolsonaro, conforme o Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA/IBGE).

No dia 12, servidores de diversas categorias voltaram a realizar uma mobilização em Brasília, com concentração no Espaço do Servidor e, em seguida, uma passeata em direção à Praça dos Três Poderes. A APUFPR esteve presente, representada pela vice-presidente Andréa Stinghen.

A mobilização foi convocada pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), que é composto pelo ANDES-SN e por outras entidades.

Por se tratar de ano eleitoral, o governo Bolsonaro tenta reduzir desgastes. Por isso, fez circular uma informação de que poderia ser dado um reajuste de 5% para o funcionalismo federal. Como não há uma proposta formal, pode ter sido uma ação meramente eleitoreira para tentar frear as críticas dos servidores.

Fonte: APUFPR

 

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17 de maio de 2022

A APUFPR e a comunidade acadêmica da UFPR lamentam profundamente o falecimento do professor aposentado Guilherme Augusto Soares da Silva, desejando força e conforto a seus amigos e familiares.

Tendo dedicado sua vida profissional ao ensino da Educação Física, o professor Guilherme também foi figura ativa no movimento sindical e na APUFPR, tendo participado constantemente do coletivo de aposentados e aposentadas da instituição.

O velório ocorre nesta terça-feira, 17 de maio, das 9h às 16h30, na funerária Unilutus, cujo endereço é rua Desembargador Benvindo Valente, 380.

O sepultamento ocorre na sequência, às 17h, no Cemitério Municipal de Curitiba, com uma celebração de sua vida sendo programada para às 16h, no mesmo local. O endereço é Praça Padre João Sotto Maior, 50.

Fonte: APUFPR

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13 de maio de 2022

A APUFPR esteve em Brasília nesta semana para uma série de articulações em defesa da educação, da ciência e das universidades públicas.

Junto com dirigentes de outras entidades que compõem o Observatório do Conhecimento, a vice-presidente da APUFPR, Prof. Andréa Stinghen, se reuniu com as deputadas federais Fernanda Melchionna (PSOL-RS) e Maria do Rosário (PT-RS), e com os deputados Zeca Dirceu (PT-PR) e Aliel Machado (PV-PR).

Nas conversas, os parlamentares puderam conhecer mais sobre a atuação do Observatório na defesa da ciência e tecnologia. Também conversaram sobre o papel das mulheres na ciência e sobre os cortes orçamentários que colocam em risco as pesquisas e as universidades públicas do país.

O deputado Aliel Machado foi convidado para um evento do Observatório que a APUFPR sediará em junho (em breve, divulgaremos mais informações), quando também será lançado localmente o documentário “Ciência: luta de mulher”.

Toda essa movimentação em Brasília e as denúncias feitas pelo Observatório do Conhecimento embasaram a matéria que foi ao ar no Bom dia Brasil e na Globo News ontem (12), conforme noticiamos aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: APUFPR

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12 de maio de 2022

A vice-presidente da APUFPR, Andréa Stinghen, está em Brasília, junto com representantes de outras entidades que também fazem parte do Observatório do Conhecimento, para conversar com parlamentares no Congresso Nacional sobre os cortes orçamentários que estão colocando em risco o setor de ciência e tecnologia no país. 

O Bom dia Brasil, programa matinal da Rede Globo, publicou nesta quinta-feira (12) uma reportagem que é fruto dessas denúncias, destacando o sucateamento promovido pelo governo de Jair Bolsonaro na rede federal de educação superior, com o pior patamar de recursos executados nos últimos 7 anos.

A reportagem mostra a situação crítica que afeta a infraestrutura, o financiamento de bolsas e o desenvolvimento de trabalhos científicos nas universidades públicas.

Na matéria, o docente Breno Beirão, do Departamento de Patologia Básica da UFPR, conta como os cortes de recursos impactaram na pesquisa da vacina contra a Covid-19 que está sendo desenvolvida na nossa universidade.

Veja o vídeo: https://globoplay.globo.com/v/10568842/

Democracia

A vice-presidente da APUFPR, Andréa Stinghen, está participando de uma atividade contra as intervenções nas Universidades, Institutos Federais e Cefets. Esse é um tema importante para a comunidade universitária de todo o país e deve fazer parte dos debates políticos neste ano, já que a legislação atual se mostrou extremamente frágil diante de governos autoritários, como o de Jair Bolsonaro.

 

Fonte: APUFPR

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12 de maio de 2022

Atenção, docentes: seguindo encaminhamento do Setor das Ifes do ANDES-SN, a APUFPR está convocando para a próxima segunda-feira (16) uma Assembleia Geral Extraordinária para deliberar sobre a deflagração da greve da categoria a partir de 23 de maio.

A reunião será online, por meio da plataforma Zoom, com primeira chamada às 15h30 e segunda chamada às 16h.

As inscrições devem ser feitas no link a seguir:
https://us02web.zoom.us/meeting/register/tZEpc-qvqTgiGdQEDwVERDkPBUP-IpTva6qU

Um e-mail com o link de acesso será enviado diretamente pela plataforma Zoom. Quem não receber o e-mail de confirmação, pode entrar em contato com o WhatsApp (41) 98780-4845.

 

Encaminhamentos e reivindicações

A greve vem sendo debatida nas bases e nas instâncias do ANDES-SN. Na UFPR, um indicativo de greve foi aprovado em 17 de março, sem data determinada.

A reunião do Setor das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), realizada em Brasília (DF) no dia 22 de abril, pautou a construção da greve nacional unificada dos servidores públicos federais (SPF). Apesar dos relatos das dificuldades para aprovar ou manter indicativos de greve, foi aprovada, por 12 votos a 10, uma rodada de assembleias gerais, nas seções sindicais, até o dia 17 de maio, para deliberar sobre a construção de greve unificada, com deflagração para o dia 23 de maio. A próxima reunião do Setor das Ifes está prevista para o dia 18 de maio e avaliará o resultado das assembleias locais.

A pauta geral dos servidores públicos federais reivindica a recomposição salarial de 19,99%, índice referente às perdas acumuladas desde o início do governo Bolsonaro, de janeiro de 2019 a dezembro de 2021, conforme o Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA/IBGE).

O conjunto de servidores públicos também pede a derrubada da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32 (Reforma Administrativa) e a revogação da Emenda Constitucional 95, que impôs o teto dos gastos em áreas como saúde e educação.

 

Fonte: APUFPR


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