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10 de agosto de 2020

O processo democrático de escolha da próxima gestão da Reitoria da UFPR será realizado nos dias 1 e 2 de setembro de 2020.

Por causa da pandemia do novo Coronavírus, que impôs a necessidade de medidas de isolamento social, desta vez a votação será online, com a utilização do sistema SIGEleição, desenvolvido e hospedado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Ou seja, você não precisa sair de casa para participar e fortalecer a democracia de nossa instituição!

Confira o manual do eleitor clicando aqui para fazer o download ou siga as instruções abaixo:

 

 

 

Ele foi dividido em três Etapas:

1.Confirmar e-mail

2.Cadastrar senha na plataforma de votação

3.Votar

Abaixo, aprenda o passo a passo da Etapa 1 assistindo a esse vídeo:

Siga os seguintes passos:

 

Etapa 1: confirmação de e-mail

De 7 de agosto a 16 de agosto de 2020

Acesse o aplicativo do eleitor, clicando neste link: https://consultareitoria2020.ufpr.br

2. Digite o seu CPF na tela que vai surgir (conforme imagem abaixo). Clique em Avançar.

3. A próxima tela mostrará o seu nome, CPF e vínculo. Abaixo desses dados:

i. Digite o primeiro nome da sua mãe.

ii. Digite sua data de nascimento.

iii. Clique em Avançar.

4. Essa mesma tela continuará aparecendo, porém com novos campos (confira na imagem abaixo):

i. Selecione o e-mail que você deseja utilizar no seu processo de votação.

ii. Se preferir um e-mail diferente, clique em “Outro e-mail”, e digite-o no campo que surgirá na tela. Dados adicionais de certificação serão solicitados.

iii. Digite o seu telefone.

iv. Clique em Avançar

5. Na tela seguinte, confirme seus dados (veja na imagem abaixo):

i. Se estiver tudo certo, clique em Confirmar.

ii. Se precisar de alguma correção, clique em Voltar.

6. Parabéns! Seu cadastrado foi efetuado com sucesso.

Agora que você faz parte da lista de votantes, a Comissão Paritária de Consulta (CPC) enviará seus dados ao sistema de votação SIGEleição.

Caso você não realize sua confirmação dentro do prazo, o sistema definirá o seu e-mail  institucional como e-mail preferencial para o acesso à plataforma de votação.

Etapa 2: criação de senha

De 20 e 27 de agosto de 2020

Essa etapa é fundamental! Sem a criação da senha, você não terá acesso à urna eletrônica nos dias de votação.

Você deverá criar a sua senha para garantir sua segurança.

Será enviado para o e-mail escolhido pelo usuário um LINK para a criação da senha. Ao clicar no link que foi enviado, o usuário terá acesso à seguinte tela:

Observação: nesta tela, antes de criar a senha, o eleitor deverá responder perguntas de segurança.

Atenção: o prazo final da criação de senhas será dia 27 de agosto de 2020.

Atenção: a senha criada é a que será utilizada pelo eleitor nos dias 01 e 02 de setembro de 2020, para acesso ao Sistema e à Urna eletrônica e, assim, poder votar. Memorize a senha!

 

 

Etapa 3: Votação

Os dias de votação serão 1 e 02 de setembro de 2020

No dia de VOTAÇÃO processo seguirá os seguintes passos:

Passo 1: Cada usuário, com a sua senha criada na Etapa 2, terá acesso ao sistema pela URL https://eleicao.ufrn.br/ELEICAO2020-UFPR.

A tela que aparecerá será a seguinte:

Ao entrar no sistema, você será direcionado para uma segunda tela, onde escolherá a Eleição da UFPR

Passo 2: Nesta tela, já dentro do sistema, o usuário deverá clicar na opção “Votar/Visualizar” (seta verde).

Passo 3: Após selecionar a eleição e confirmar a entrada na cabine, o usuário terá acesso a uma tela que simula a urna eletrônica brasileira, inclusive as funcionalidades são similares.

Nesta tela, antes de votar, o eleitor deverá responder perguntas de segurança para a liberação definitiva.

Após a liberação da urna eletrônica (tela acima), ao digitar o número da Chapa aparecerão as fotografias do candidato a reitor e da candidata à vice-reitora escolhidos pelo eleitor.

Passo 4: Ao finalizar o voto o usuário poderá emitir seu comprovante eletrônico de eleição, finalizando sua participação.

Se você tiver alguma dificuldade ou dúvida sobre esses procedimentos, entre em contato pelo e-mail: cpcufprsuporte@gmail.com

 

Fonte: CPC

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10 de agosto de 2020

👁‍🗨  Embora pareça inabalável, a democracia universitária precisa ser defendida sempre!

Ela é uma conquista, fruto de muitos anos de luta.✊

destino da UFPR também depende do nosso voto na escolha da próxima gestão da Reitoria.

☑ Votar é uma oportunidade que toda a comunidade acadêmica tem para consolidar o direito de escolha que afetará o seu futuro.

✊ Por isso, não deixe que outros definam o seu destino por você!

 

 

#ReitoriaDaUFPR #VocêTemEscolha #VoteReitoriaUFPR #AutonomiaUFPR #DemocraciaUFPR

 

 

Fonte: Apufpr

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7 de agosto de 2020

🙌   Hoje é o dia de um grande pai: você!
A APUFPR sabe que as lutas de nossa categoria te encorajam a ser o melhor pai para a sua família.
No dia de hoje, nosso carinho e nossa gratidão é para você, pai! 👨‍👧‍👦

👏 Parabéns pelas vitórias diárias, que você conquista para a sua família, para a universidade e para nossa categoria!

Feliz Dia dos Pais! 💝

 

 

 

Fonte: Apufpr

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6 de agosto de 2020

🗳 O processo de escolha democrática para a próxima gestão da Reitoria da UFPR está chegando.

🙋‍♀🙋‍♂ Nos dias 1 e 2 de setembro, nossa comunidade acadêmica poderá exercer seu poder de escolha em um processo fundamental para o futuro da nossa universidade.

📝 É hora de garantir o exercício da autonomia e da democracia e escolher aqueles que estarão à frente da instituição pelos próximo 4 anos.

É por isso que todas e todos precisam participar desse processo, e não apenas na hora do voto. Este é um momento muito importante para refletirmos sobre o projeto de Educação que queremos e quais os desafios (imensos) que teremos pela frente.

Participe! ✊ Não deixe que outros escolham o seu destino por você!

 

 

#ReitoriaDaUFPR #VocêTemEscolha #VoteReitoriaUFPR #AutonomiaUFPR #DemocraciaUFPR

 

Fonte: Apufpr

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5 de agosto de 2020

A Comissão Paritária de Consulta (CPC) realiza na próxima terça-feira (11), às 16h30, o segundo debate dos candidatos à Reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Esta é mais uma oportunidade de conhecer a opinião das chapas sobre temas extremamente relevantes para a comunidade universitária e também quais os seus projetos para os próximos quatro anos da instituição.

Devido às medidas de isolamento social para a contenção da pandemia de Covid-19, os debates serão realizados de forma online. A transmissão será pela página do Facebook e pelo canal de Youtube da CPC.

 

Candidaturas

O processo democrático de escolha da Reitoria deste ano tem a participação de duas chapas. A Chapa 1, UFPR Forte, é formada pelo Prof. Horácio Tertuliano dos Santos Filho, candidato a reitor, e pela Profa. Ana Paula Mussi Szabo Cherobim, candidata a vice-reitora. A Chapa 2, UFPR de Todos Nós, tem como candidato a reitor o Prof. Ricardo Marcelo Fonseca, e a Profa. Graciela Ines Bolzon de Muniz, candidata a vice-reitora.

 

2º debate entre candidatos à Reitoria da UFPR

Data: 11/8 (terça-feira)

Horário: 16h30

Endereços: www.facebook.com/cpc2020ufpr   e www.youtube.com/ComissãoParitáriadeconsultacpcufpr

Confira aqui a estrutura do debate completa.

 

Fonte: CPC

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4 de agosto de 2020

A Controladoria Geral da União (CGU) editou uma norma técnica para impedir que servidores critiquem nas redes sociais os órgãos onde estão lotados.

Ela coloca as críticas e manifestações públicas feitas por servidores públicos nas redes sociais contra decisões e políticas do Governo Federal como uma das situações onde se deve realizar investigação disciplinar.

O órgão afirma que comentários que possam vir a causar “repercussão negativa à imagem e credibilidade” da instituição causariam descumprimento do dever de lealdade.

Isso significa que, na visão do governo, servidores devem se calar inclusive diante de desmandos ou de suas escolhas políticas equivocadas ou danosas.

É mais um passo para um perigoso caminho que pode nos levar ao totalitarismo, porque na prática a CGU está tentando retomar o expediente da censura prévia, que vigorava durante o período da ditadura. Essa medida pode abrir caminho para perseguições políticas contra servidores.

Pior, a norma técnica, assinada no dia 3 de julho, expande o conceito de “recinto de repartição” para abranger servidores em regime de trabalho remoto imposto por conta da pandemia do novo Coronavírus, estendendo a ambientes virtuais externos onde se verifique a produção de atividade administrativa ou de assuntos relacionados a atividade ou à função do servidor. E vai além: estabelece que as críticas não devem ser feitas em nenhum momento, nem fora do horário de expediente.

Tratando o tema com um ar que chega a soar hipocritamente pueril, a CGU afirma que os servidores devem usar os “canais oficiais” para “eventuais críticas ou sugestões de melhoria de processos e fluxos”. Como se esses canais servissem para modificar as vontades políticas dos governantes e dos gestores indicados politicamente.

Imaginem os docentes federais utilizando os “canais oficiais” do governo para se expressar contra projetos claramente prejudiciais, como o programa Future-se, o Escola Sem Partido e coisas semelhantes. O resultado seria certamente um amontoado de “lixos digitais” rapidamente descartados, com efeito praticamente nulo.

A determinação da CGU é profundamente contraditória porque para o governo o significado de lealdade, censura, crítica e diálogo funciona segundo seus interesses de controle sobre tudo e sobre todos! Quando convém, até as fake news são bem-vindas. Basta lembrar que o governo patrocinou anúncios em dezenas de sites de notícias falsas e o próprio presidente entrou com ação no Supremo Tribunal Federal para reverter decisões judiciais que suspenderam contas em redes sociais e sites de uma milícia digital formada por apoiadores do governo, que agiam contra a democracia.

 

Alerta

Essa questão, somada ao uso do Ministério da Justiça para investigar docentes e outros servidores por posicionamentos políticos, acende mais um alerta sobre as intenções do atual governo, que aos poucos vai avançando com medidas para sufocar a democracia, as críticas e o espírito combativo dos servidores.

O perigo é real. Os membros do governo eram entusiastas do programa Escola Sem Partido, que tinha como objetivo acabar com debates sobre temas atuais em sala de aula, impedindo o desenvolvimento do pensamento crítico no ambiente educacional. Agora o governo quer implementar algo muito semelhante, mas abrangendo todo o serviço público.

Ao exigir “lealdade”, a CGU desconsidera a diferença entre políticas de Estado e políticas de governo, e quer, usando o rigor da lei, submeter incondicionalmente as instituições de Estado à ideologia do governo. A história nos ensinou onde isso pode acabar, e não é nada bom.

 

Fonte: APUFPR

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4 de agosto de 2020

💙 A ASUFEPAR é a Associação dos Servidores da Universidade Federal do Paraná e fica coladinha na APUFPR. É a nossa vizinha!

Há quase 40 anos, ela é um oásis de bem-estar para:

☑ Docentes e técnicos (ativos e aposentados) da UFPR

☑ Pensionistas

☑ Funcionários ativos da Funpar

☑ Comunidade local

 

🏠 Por causa da pandemia do novo Coronavírus, a ASUFEPAR suspendeu suas atividades para que todos fiquem em segurança nas suas casas. 😷

📉Mas com isso, a arrecadação despencou e a nossa vizinha não tem recursos suficientes para manter a estrutura e os empregos de quase 50 funcionários.

Se ela não for apoiada com urgência, pode não voltar a abrir quando tudo isso passar. 😔

🤝 Por isso, a APUFPR está no movimento #ApoieaAASUFEPAR, e conta com você para garantir que a entidade permaneça firme durante a pandemia! 💪

😊 Compre um 🧧 voucher com 50% de desconto na mensalidade da ASUFEPAR, e utilize esse crédito na entidade quando o isolamento acabar! 😁

😍 Vamos dar esse passo de solidariedade e apoiar uma entidade que tem servido como um oásis de bem-estar para docentes e servidores da UFPR.

ℹ Saiba mais: https://apufpr.org.br/2020/08/04/campanha-a-nossa-vizinha-precisa-de-todos-nos/

 

#ApoieaAsufepar #APUFPRpelaASUFEPAR #JuntasContraOCoronavírus #VoucherASUFEPAR #Apoie #UFPR #Ajudeavizinha

 

 

Fonte: APUFPR

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3 de agosto de 2020

A APUFPR participou na quinta-feira (30) e na sexta-feira (31) do 8º Conselho do ANDES-SN (Conad) Extraordinário. O encontro foi realizado de maneira online devido à pandemia da Covid-19.

Uma das deliberações foi a prorrogação extraordinária do mandato da atual diretoria do ANDES-SN devido às limitações geradas pela excepcionalidade da conjuntura para a execução do calendário eleitoral que definiria a diretoria do sindicato nacional para o biênio 2020/2022. As plenárias também debateram a conjuntura atual do movimento docente.

Após votação de teses sobre o tema, o Conad aprovou uma resolução que prevê “a prorrogação do mandato da atual Diretoria Nacional (biênio 2018-2020), pelo prazo de até 90 (noventa) dias, prorrogáveis por mais até 90 dias; Que a Comissão Eleitoral Central (CEC) será responsável por refazer o regimento e o calendário eleitoral, tão logo seja possível a realização de eleições sindicais, a partir do diálogo com as duas chapas concorrentes ao pleito; Que a Diretoria Nacional do ANDES-SN convoque um Conad Extraordinário, até setembro de 2020, para deliberar sobre o novo regimento e calendário eleitoral recomposto e aprovado pela Comissão Eleitoral Central (CEC).”

Em comum acordo com as duas chapas inscritas no processo eleitoral que estava previsto para maio, a CEC havia decidido em março pela suspensão do calendário das eleições.

Confira aqui e confira a Carta do 8º Conad Extraordinário.

 

 

Paulo Freire é tema da nova revista Universidade e Sociedade

Durante o 8º Conad Extraordinário, foi lançada a edição 66 da revista Universidade e Sociedade. A publicação semestral traz o debate sobre “O Legado de Paulo Freire para a Educação”. O filósofo e educador brasileiro (falecido em 1997), um dos autores de língua portuguesa mais influentes do mundo, é alvo frequente de ataques do presidente da República, Jair Bolsonaro, e de membros do governo (como o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub).

Você pode acessar a publicação neste link aqui.

 

 

Fonte: APUFPR

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31 de julho de 2020

A Comissão Paritária de Consulta (CPC) promove hoje (31) o primeiro debate entre candidatos à Reitoria da UFPR.

A transmissão começa às 16h30 na página de Facebook e no canal de Youtube da CPC.

Os integrantes das duas chapas que participam deste processo democrático debaterão temas de extrema importância para a comunidade e para a instituição. Por isso é importante a sua participação.

 

 

Debate terá perguntas da comunidade da UFPR

Durante o debate, cada categoria terá direito a uma pergunta, que será sorteada entre as que forem enviadas até às 16h de hoje para a CPC pelo formulário online que está neste link: https://forms.gle/WyDx1YTeA4zQayQW7

 

 

Os candidatos

A Chapa 1, UFPR Forte, é formada pelo Prof. Horácio Tertuliano dos Santos Filho, candidato a reitor, e pela Profa. Ana Paula Mussi Szabo Cherobim, candidata a vice-reitora.

A Chapa 2, UFPR de Todos Nós, tem como candidato a reitor o Prof. Ricardo Marcelo Fonseca, e a Profa. Graciela Ines Bolzon de Muniz, candidata a vice-reitora.

 

 

Debate entre candidatos à Reitoria da UFPR

Data: 31/7 (sexta-feira)

Horário: 16h30

Endereços: www.facebook.com/cpc2020ufpr e www.youtube.com/ComissãoParitáriadeconsultacpcufpr

Confira aqui a estrutura do debate completa

 

 

Fonte: CPC

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30 de julho de 2020

Em decisão anunciada no início da semana passada, o Ministério da Saúde (MS) decidiu não renovar o financiamento da Epicovid19-BR, a mais ampla pesquisa de incidência da doença causada pelo novo Coronavírus do mundo.

O principal estudo do país na área é coordenado pelo Centro de Pesquisas Epidemiológicas da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel) e apontou uma incidência de 3,8% da população brasileira, o que representaria cerca de 8 milhões de pessoas infectadas pelo vírus até o dia 24 de junho. Isso significaria uma subnotificação de quase 7 vezes com relação aos casos confirmados, que na data somavam 1,2 milhão.

A pesquisa teve três fases e percorreu 133 cidades. Foram testadas quase 90 mil pessoas em suas casas. Ela estimou o alcance e a proporção real de pessoas infectadas e avaliou a velocidade de expansão da Covid-19 no país.

O MS disse em nota que as três etapas previstas pela Epicovid19-BR foram executadas e que dará continuidade a estudos de inquérito epidemiológico de prevalência na população.

No entanto, o Ministério não especificou se usará outra instituição ou a PNAD Covid do IBGE, o que pode significar que a pasta, que não usou sequer 30% dos recursos liberados para o combate à Covid-19 e está há mais de 2 meses sem titular, possa decidir não utilizar nenhuma pesquisa ou trabalho do gênero, passando a se guiar no vazio estatístico.

Acabar com o financiamento de uma pesquisa tão relevante como a Epicovid19-BR terá o mesmo efeito da subtestagem na população. O governo acredita que quanto menos informação tiver, menor será a carga da sua responsabilidade para enfrentar a pandemia com seriedade. É uma forma de maquiar os números pela ausência de dados e se eximir da obrigação de zelar pelo bem-estar da população do próprio país.

Pode até servir politicamente para que o próprio governo continue negando a dimensão do problema, mas contribuirá para a morte milhares de outros brasileiros. Ao que parece, quem poderia reverter essa situação não está muito preocupado com isso.

 

 

Conclusões importantes

A Epicovid19-BR fez entrevistas e testes em três períodos: 14 a 21 de maio, 4 a 7 de junho e 21 a 24 de junho. Levando em conta taxa de falsos positivos e falsos negativos dos testes rápidos, chegou a importantes conclusões.

Na primeira fase, o percentual da população com anticorpos (que demonstra contato com o Coronavírus) foi de 1,9%. Na segunda, foi de 3,1%. Na terceira, a taxa foi de 3,8%. Isso significa que o crescimento foi 53% entre a primeira e a segunda fases e de 23% da segunda para a terceira.

Os resultados mostraram que a taxa de letalidade é de 1% e que o número de infectados cresce proporcionalmente conforme diminui o nível socioeconômico, mostrando que pessoas mais pobres são mais vulneráveis.

O estudo confirmou que a severidade da Covid-19 é maior nas faixas etárias mais altas e que não há diferença de prevalência por sexo e idade. Com relação a cor de pele por autodeclaração, houve a seguinte proporção de infectados por grupo étnico: indígenas (5,4%), parda (3,1%), preta (2,5%), amarela (2,1%) e branca (1,1%).

 

 

Fonte: APUFPR


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10 de agosto de 2020


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