Categoria: Notícias

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27 de março de 2020

Devido à pandemia do Coronavírus Covid-19 e todas as medidas de isolamento, restrição de circulação e proibição de aglomerações, a Unimed Curitiba interrompeu seu atendimento presencial em suas sedes, que estão fechadas. Assim, o docente conveniado terá outros canais para liberações, informações e alterações contratuais.

 

Liberação de exames e procedimentos ambulatoriais

Liberações e exames e procedimentos ambulatoriais poderão ser feitas por meio de três canais.

O primeiro é o Aplicativo Unimed Cliente PR, que será explicado mais abaixo como obter.

O segundo é portal unimedcuritiba.com.br na área de Solicitação de Exames e Chat Online.

A terceiro canal é a Central de atendimento 24 horas, disponível no telefone (41) 3019-2000.

 

Liberação de cirurgias

Há dois canais disponíveis para fazer liberação de cirurgias.

O primeiro é o Aplicativo Unimed Cliente PR.

O segundo é o e-mail atendimentoaocliente@unimedcuritiba.com.br.

 

Dúvidas sobre o Coronavírus, informações, manifestações e reclamações

O canal para este tipo de informação e serviço é a Central de Atendimento, disponível pelo telefone 0800-642-2002.

 

Alterações contratuais

Alterações contratuais deverão ser solicitadas pelo e-mail linhadireta@unimedcuritiba.com.br.

 

Como obter o Aplicativo Unimed Cliente PR

O Aplicativo Unimed Cliente PR funciona como uma carteirinha eletrônica do convênio, além de permitir vários serviços como liberações de exames, procedimentos ambulatoriais e cirurgias.

Para obtê-lo, acesse a AppStore ou o GooglePlay de seu smartphone. Procure pelo aplicativo com o nome de Unimed Cliente PR. Baixe o aplicativo e comece a usar.

É possível instalar o aplicativo por meio de QR Code, em imagem disponível neste link. Basta posicionar seu leitor de QR Code no código correspondente ao seu sistema operacional (iOS ou Android) e começar a usar após a instalação.

 

 

Fonte: APUFPR

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26 de março de 2020

A APUFPR vem por meio desta repudiar a Portaria 1.122/2020 do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e também o Projeto de Lei do deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP). Ambos são ataques contra a Educação, a Ciência e os serviços públicos.

A Portaria 1.122/2020, assinada na última terça-feira (24) pelo ministro e ex-astronauta Marcos Pontes (que parece não ter descido do espaço ainda), exclui completamente a área de Humanidades da política nacional de fomento à pesquisa para os anos de 2020 a 2023. É uma decisão obscurantista e anticientífica que vai na contramão, inclusive, das principais instituições de ensino do planeta.

O Brasil precisa de pesquisa científica de todos os tipos e áreas. Esta decisão de exclusão das Humanidades contribui com o preconceito de quem ignora a importância delas como ciência consolidada, mesmo seguindo métodos científicos rigorosos e contribuindo para o desenvolvimento da sociedade.

Apenas os analfabetos científicos discutem se uma ciência é mais importante que outra, de acordo com a área. E espanta que o ex-astronauta Marcos Pontes, que levou diversos experimentos científicos de várias áreas em sua viagem espacial, esteja agindo como um analfabeto científico (embora esses sejam maioria absoluta dentro do alto escalão do governo Bolsonaro).

Ressaltamos: todos os ramos da Ciência são importantes e nenhum pode, em hipótese algum, ser relegado ao zero no financiamento.

Ironicamente, a portaria do ministro-viajante diz ter pretensões de acelerar o desenvolvimento econômico e social do Brasil com as mudanças apresentadas. É um contrassenso.

Por sua vez, o deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), ao arrepio da Constituição, apresentou um projeto de lei que busca redução salarial dos servidores concursados durante três meses (podendo ser estendido por mais três), confrontando o que determina o artigo 37 da Constituição Federal, que preconiza a irredutibilidade salarial.

Os recursos retirados dos vencimentos dos servidores (10% a 20%, de acordo com a faixa salarial, para quem recebe mais de R$ 5.000,00) seriam destinados ao Ministério da Saúde para combater a pandemia do Coronavírus. Além de inconstitucional, a medida é também demagoga, já que o governo Bolsonaro anunciou que irá destinar mais de R$ 1,3 trilhão ao sistema financeiro durante o período de crise.

Setores responsáveis por projetos políticos e econômicos que têm o objetivo de reduzir direitos dos servidores e enfraquecer os serviços públicos estão se aproveitando de uma crise sem precedentes para tentar levar adiante esse tipo de proposta.

É um oportunismo demagogo típico desses agrupamentos que não possuem compromisso com a população brasileira.

Não é cortando na carne dos servidores, que desempenham papel fundamental na sociedade, que se obterão os recursos necessários para enfrentar uma crise dessa proporção. A resposta está do outro lado. A taxação de grandes fortunas e a destinação dos valores aplicados no pagamento da dívida pública (nunca auditada) seriam medidas muito mais humanas e eficazes.

Fonte: APUFPR

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24 de março de 2020

Em uma decisão unilateral, em meio a toda movimentação da crise da pandemia do Coronavírus, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) efetuou, no dia 19 de março, mais um corte nas bolsas de pesquisa de pós-graduação.

A portaria 34/2020 corta de 20% a 50% das bolsas de pesquisa de mestrado e doutorado.

Só na UFPR, isso significa a perda 597 bolsas, prejudicando a pesquisa científica em um momento que ela é fundamental no enfrentamento das crises do país.

Não houve nenhuma consulta sequer ao Fórum Nacional de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (Foprop), à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), ao Conselho de Coordenadores das 49 áreas de conhecimento da Capes e tampouco a algum representante de curso ou programa de pós-graduação. A portaria foi uma medida autocrática do presidente da Capes, Benedito Aguiar, e de sua diretoria.

Os efeitos serão devastadores para o Brasil para a produção de ciência. Muitas pesquisas importantes para o desenvolvimento do país serão inviabilizadas e programas inteiros poderão ser esvaziados com a desistência de estudantes-pesquisadores que não terão formas de sustento, ainda mais neste que deve ser o período mais grave para a economia brasileira das últimas décadas.

Diversos estudantes de pós-graduação que seriam contemplados com bolsas, que exigem dedicação exclusiva, já haviam deixado seus empregos anteriores e ficarão desprotegidos com esta medida, pois estarão impossibilitados de voltar imediatamente aos empregos. Isso se torna ainda mais grave diante da forte recessão que se avizinha. Estima-se que dezenas de milhões de pessoas ficarão desempregadas por causa do fechamento de indústrias e empresas durante a pandemia.

Diferentemente do que a direção da Capes tenta convencer, as perdas atingirão todos os níveis de programas dentro da classificação de notas da entidade. O maior quantitativo de perda de bolsas na UFPR será justamente em programas com notas 5, 6 e 7, as maiores dentro da escala de avaliação. São mestrados e doutorados de alto grau de excelência e relevante produção científica.

Tal medida arbitrária demonstra mais uma vez o descompromisso do governo Bolsonaro com o ensino e a pesquisa e com um projeto de um país soberano que produza conhecimento e, a partir desse conhecimento, possa se produzir desenvolvimento econômico, social e humano.

Ao que parece, o governo Bolsonaro não está aprendendo nada com a crise causada pelo Coronavírus Covid-19.

Fonte: APUFPR

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24 de março de 2020

Segundo entidades, presidente e equipe conduzem país a caos social e risco de genocídio com atropelo de direitos essenciais para justificar assalto autoritário ao poder

São Paulo –  Em nota pública, entidades ligadas ao meio jurídico denunciaram o que julgam ser um golpe de Estado em curso no Brasil, por conta de ações do governo Bolsonaro como a edição da MP 927. Entre outros pontos, a medida provisória autoriza a suspensão dos contratos de trabalho por até quatro meses, sem pagamento de salários.

Segundo a nota, a edição da MP “revela clara tentativa de estender a calamidade pública que já se instaura em razão da covid-19 às pessoas que vivem do trabalho, retirando-lhes a possibilidade de sobrevivência física”.

“Enquanto outros países buscam garantir manutenção do emprego e a OIT manifesta-se salientando a importância da proteção social durante a pandemia, o governo brasileiro aproveita-se da crise sanitária para deflagrar mais um ataque aos direitos sociais trabalhistas”, diz o documento. “A MP convalida o ilícito: o uso de trabalho em situação análoga a de escravo, ou seja, de trabalho não remunerado.”

Para as entidades, a iniciativa do governo tem uma finalidade evidente. “(…) não se vislumbra outro objetivo nessa medida, do que a criação de caos social e de esgarçamento das relações que permitem a sobrevivência digna, apostando num verdadeiro genocídio, a ponto de criar o caldo necessário à instauração de um governo autoritário e sem qualquer compromisso com os parâmetros democráticos”.

“Por tais razões, denunciamos publicamente o governo e exortamos as instituições democráticas a adotarem providências necessárias para inviabilizar a aplicação da MP 927 e afastar imediatamente o governo eleito, em razão da reiterada prática de atos de absoluta irresponsabilidade diante da gravidade do momento que enfrentamos.”

Confira abaixo a íntegra da nota:

Denúncia contra o golpe de estado em curso no Brasil

As entidades abaixo nominadas vem DENUNCIAR, nacional e internacionalmente, que está em curso no Brasil um golpe de estado, revelado pela utilização abusiva do Decreto nº 06 de 2020, cujo artigo 1º reconhece que as medidas de exceção estão sendo adotadas “exclusivamente para os fins do art. 65 da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000”, ou seja, para dispensar o governo de dar conta de seus gastos e de suas escolhas políticas, em um momento de crise sanitária, enquanto se pretende utilizá-lo para além disso. E mesmo que tal decreto não autorize a extensão da exceção por meio de Medida Provisória, no último dia 22 de março de 2020 o governo publicou a MP 927, que revela clara tentativa de estender a calamidade pública que já se instaura em razão da COVID-19 às pessoas que vivem do trabalho, retirando-lhes a possibilidade de sobrevivência física.

Enquanto outros países buscam garantir manutenção do emprego e a OIT manifesta-se salientando a importância da proteção social durante a pandemia, o governo brasileiro aproveita-se da crise sanitária para deflagrar mais um ataque aos direitos sociais trabalhistas. O texto da MP 927, com suas ilegalidades, torna a relação de trabalho uma benesse do empregador, chegando mesmo a desnaturar o contrato de trabalho, subtraindo uma de suas principais características, a onerosidade, além de disciplinar a conversão da quarentena em férias ou “feriado antecipado”, autorizar prorrogação de jornada para quem já está exposto na área da saúde ou a prática de afastamento sem remuneração, como se fosse possível sobreviver sem salário. Suspende exigências em saúde e segurança do trabalho, quando o que mais precisamos é exatamente redobrar esses cuidados. A MP convalida o ilícito: o uso de trabalho em situação análoga a de escravo, ou seja, de trabalho não remunerado.

A previsão de que a situação de precariedade se mantenha por até 270 dias, mesmo que a crise sanitária esteja sendo prevista para um período de, em média, 150 dias, revela seu verdadeiro intento. Não há preocupação com a saúde do povo, mas sim o uso perverso da pandemia, para retirar ainda mais direitos.

Por isso mesmo, não se vislumbra outro objetivo nessa medida, do que a criação de caos social e de esgarçamento das relações que permitem a sobrevivência digna, apostando num verdadeiro genocídio, a ponto de criar o caldo necessário à instauração de um governo autoritário e sem qualquer compromisso com os parâmetros democráticos.

Por tais razões, denunciamos publicamente o governo e exortamos as instituições democráticas a adotarem providências necessárias para inviabilizar a aplicação da MP 927 e afastar imediatamente o governo eleito, em razão da reiterada prática de atos de absoluta irresponsabilidade diante da gravidade do momento que enfrentamos.

AJD – Associação Juízes para a Democracia
AAJ – Associação Americana de Juristas
ALJT – Associação Latino-americana de Juízes do Trabalho
ABRASTT – Associação Brasileira de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora
ABRAT – Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas
JUTRA – Associação Luso-brasileira de Juristas do Trabalho
Frente ampla em Defesa da Saúde dos Trabalhadores
MATI – Movimento da Advocacia Trabalhista Independente
Instituto Trabalho Digno
IPEATRA – Instituto de Pesquisas e Estudos Avançados da Magistratura e do Ministério Público do Trabalho
AGETRA – Associação Gaúcha dos Advogados Trabalhistas
DIESAT – Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho
ABRASCO – Associação Brasileira de Saúde Coletiva
FEJUNN-RJ – Frente Estadual de Juristas Negras e Negros do RJ
IBDU – Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico

 

Fonte:RBA LITORAL

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23 de março de 2020

A Associação dos Professores da UFPR (APUFPR) -, representativa de mais de 4 mil docentes, vem a público manifestar seu veemente e absoluto repúdio à Medida Provisória nº 927/2020, que dispõe sobre “medidas trabalhistas” a serem adotadas durante o período da pandemia Covid-19 (“coronavírus”).

  1. Na contramão de medidas protetivas do emprego e da renda que vêm sendo adotadas pelos principais países atingidos pela pandemia – alguns deles situados no centro do capitalismo global, como França, Itália, Reino Unido e Estados Unidos-, a MP nº 927, de forma inoportuna e desastrosa, simplesmente destrói o pouco que resta dos alicerces históricos das relações individuais e coletivas de trabalho, impactando direta e profundamente na subsistência dos trabalhadores, das trabalhadoras e de suas famílias, assim como atinge a sobrevivência de micro, pequenas e médias empresas, com gravíssimas repercussões para a economia e impactos no tecido social.

  1. Em pleno contexto de tríplice crise – sanitária, econômica e política, a MP nº 927 lança os trabalhadores e as trabalhadoras à própria sorte. Isso acontece ao privilegiar acordos individuais sobre convenções e acordos coletivos de trabalho, violando, também, a Convenção nº 98 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A medida, outrossim, torna inócua a própria negociação, ao deixar a critério unilateral do empregador a escolha sobre a prorrogação da vigência da norma coletiva. Afirma-se a possibilidade de se prolongar a suspensão do contrato de trabalho por até quatro meses, sem qualquer garantia de fonte de renda ao trabalhador e à trabalhadora, concedendo-lhes apenas um “curso de qualificação”, que dificilmente poderão prestar em quarentena, e limitando-se a facultar ao empregador o pagamento de uma ajuda de custo aleatória, desvinculada do valor do salário-mínimo. A norma, outrossim, suprime o direito ao efetivo gozo de férias, porque não garante, a tempo e modo, o adimplemento do 1/3 constitucional. Também como se fosse possível institucionalizar uma “carta em branco” nas relações de trabalho, a referida MP obstaculiza a fiscalização do trabalho, conferindo-lhe natureza meramente “orientadora”.

  1. Ao apenas pedir o sacrifício individual das pessoas que necessitam do trabalho para viver, a MP nº 927 indica que soluções que impliquem em pactos de solidariedade não serão consideradas, tais como a taxação sobre grandes fortunas, que tem previsão constitucional; a intervenção estatal para redução dos juros bancários, inclusive sobre cartão de crédito, que também tem resguardo constitucional; a isenção de impostos sobre folha de salário e sobre a circulação de bens e serviços, de forma extraordinária, para desonerar o empregador.

  1. A Medida Provisória nº 927 retira dos trabalhadores e das trabalhadoras as condições materiais mínimas para o enfrentamento do vírus e para a manutenção de básicas condições de subsistência e de saúde. E, na contramão do que seria esperado neste momento, não promove qualquer desoneração da folha ou concessão tributária – com a exata e única exceção do FGTS, parte integrante do salário. Há omissão, que se converte em silêncio injustificável, quanto à proteção aos trabalhadores e às trabalhadoras informais. É notável a desconsideração sobre a justiça e a progressividade tributárias. Ademais, a forte, e necessária participação estatal, assumindo parte dos salários, não aparece como solução.

  1. As inconstitucionalidades da Medida Provisória nº 927 são patentes. A Constituição de 1988 deve ser invocada sobretudo nos momentos de crise, como garantia mínima de que a dignidade dos cidadãos e das cidadãs não será desconsiderada. A Constituição confere à autonomia negocial coletiva, e aos sindicatos, papel importante e indispensável de diálogo social, mesmo, e mais ainda, em momentos extraordinários. Estabelece a irredutibilidade salarial e a garantia do salário-mínimo como direitos humanos. Adota o regime de emprego como sendo o capaz de promover a inclusão social. Insta ao controle de jornada como forma de preservação do meio ambiente laboral, evitando que a exaustão e as possibilidades de auto e de exploração pelo trabalho sejam fatores de adoecimento físico e emocional.

  1. A presente crise não pode, em absoluto, justificar a adoção de medidas frontalmente contrárias às garantias fundamentais e aos direitos dos trabalhadores. Impor a aceitação dessas previsões, sob o argumento de que ficarão todos desempregados, não é condizente com a magnitude que se espera do Estado brasileiro. Os poderes constituídos – Executivo, Legislativo e Judiciário – e a sociedade civil são corresponsáveis pela manutenção da ordem constitucional. Em momentos como o presente é que mais se devem reafirmar as conquistas e salvaguardas sociais e econômicas inscritas, em prol da dignidade da pessoa humana e do trabalhador e da trabalhadora, do desenvolvimento socioeconômico e da paz social.

Curitiba, 23/03/2020.

Diretoria da APUFPR-SSind

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23 de março de 2020

Desde sexta-feira (20), a APUFPR está funcionando apenas por atendimento remoto. A medida, que ajuda a evitar aglomerações e deslocamentos desnecessários às sedes da entidade (que estão fechadas) é uma forma de evitar a propagação do Coronavírus Covid-19 nesses tempos de pandemia.

No entanto, o sistema de siga-me apresentou algumas falhas, impedindo o redirecionamento das ligações de alguns ramais para os telefones das responsáveis pelos atendimentos remotos.

Por isso, a APUFPR está disponibilizando números dos telefones para que possam ser supridos os atendimentos pelos departamentos específicos.

Assunto Número Responsável
Convênios (41) 99780-2161 Cristina
Recepção (41) 99956-7818 Priscila
Jurídico (41) 99824-0243 Kalyne
Secretaria (41) 99981-7835 Ana Paula

Os ramais dos demais departamentos estão com o redirecionamento funcionando e podem ser acessados a partir do número de telefone (41) 3151-9100.

Fonte: APUFPR

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20 de março de 2020

O enfrentamento da pandemia do Coronavírus Covid-19 está apenas começando. No entanto, o estado do Paraná está com sérios problemas em sua estrutura de saúde.

O primeiro problema é lidar com a verdade. O governo estadual afirma que o Paraná está preparado para enfrentar a crise sanitária e epidemiológica. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Saúde Pública do Estado do Paraná (SindSaúde-PR), isso não é verdade.

A diretoria da entidade enviou ofício para o secretário estadual da Saúde, Carlos Alberto Gebrim Preto, propondo medidas urgentes para fortalecer o SUS no estado e evitar o estrangulamento dele a exemplo do que está acontecendo em São Paulo e no Rio de Janeiro.

“Nós não temos o suporte institucional que deveríamos ter, que seria testes para todas as pessoas com sintomas. O governo só fará em testes mais graves, que precisam de UTI. Não temos nem testes suficientes e nem leitos suficientes. A ocupação está em 95% e, com aumento de fluxo, não temos onde atender”, explicou a coordenadora-geral do SindSaúde-PR Olga Estefania.

No ofício, o sindicato, que representa os servidores que estarão diretamente atuando na contenção da crise e no tratamento da população, demonstra com dados concretos que o estado não está pronto para enfrentar o problema.

A saúde estadual está com déficit de quase 40% do número de trabalhadoras e trabalhadores exigido por lei. Assim, entre as medidas imediatas solicitadas está a contratação imediata de cerca de 4 mil profissionais para que se atinja os pouco mais de 11 mil que deveriam estar a serviço da população em situações normais.

Entre as outras medidas estão a melhora dos equipamentos de proteção individual (EPIs) que os servidores precisam utilizar e a ampliação emergencial dos leitos.

Parte dos problemas surgiram a partir da Emenda Constitucional 95, que congelou os recursos de áreas essenciais, como a saúde, por 20 anos, e fez com que se deixasse de se cumprir o piso de 15% de investimento na área.

A Emenda 95 precisa ser derrubada imediatamente para que o SUS seja fortalecido e tenha condições de enfrentar a pandemia do Coronavírus. Do mesmo modo, a economia, que já estava estagnada, sofrerá ainda mais consequências por causa da pandemia, é necessário outras medidas sejam implementadas com urgência, conforme propusemos neste artigo aqui: 18M: APUFPR sugere oito medidas para o Brasil enfrentar a pandemia do Coronavírus 

 

Fonte:APUFPR

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20 de março de 2020

Em portaria publicada na quinta-feira (19), o reitor da UFPR, Ricardo Marcelo Fonseca, instituiu o teletrabalho obrigatório para todos os docentes, técnicos administrativos e estagiários como forma de enfrentar a pandemia do Coronavírus Covid-19.

 

A portaria 754/2020 passa a valer já nesta sexta-feira (20) e faz parte do pacote de medidas emergenciais voltadas à proteção da comunidade universitária e da sociedade.

 

 

O acesso às dependências da Universidade estará, a partir de agora e enquanto durar o estado de emergência, restrito aos docentes e técnicos administrativos devidamente autorizados por diretores de setor, pró-reitores e chefias equivalente apenas para realização de atividades essenciais e urgentes.

 

Estudantes só poderão acessar a UFPR durante a crise sanitária para casos de atividades que necessitem de acompanhamento ou trabalho ininterrupto, mas precisarão ser autorizados pelo professor responsável e comunicado ao diretor de setor, pró-reitoria ou unidade equivalente do local do trabalho acadêmico.

 

O acesso e prestação de trabalhadores terceirizados será mediante autorização e acompanhamento da Pró-Reitoria de Administração (PRA).

 

O Hospital de Clínicas (HC) seguirá as suas próprias regulamentações internas.

[Portaria]

 

Fonte: APUFPR

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19 de março de 2020
👩‍🏫Nós somos professores de universidade pública. Desenvolvemos quase toda pesquisa brasileira, inclusive uma das mais promissoras metodologias no tratamento do câncer terminal.
 
💵Eles são agentes políticos. Muitos deles trabalham apenas para prejudicar o povo brasileiro.
 
Nós, docentes, trabalhamos arduamente para buscar soluções para problemas que afetam a vida de milhões de brasileiros. Nosso trabalho melhor a vida a população.
 
Eles vendem seu apoio a projetos que colocam em risco o futuro da população.
 
👩‍🔬Nós trabalhamos para desenvolver inovações que gerem menos custo para o Estado, porque o governo não prioriza as áreas mais essenciais para a sociedade.
 
💵Eles utilizam R$ 4,3 bilhões de verbas públicas para comprar apoio a um projeto que compromete o futuro dos brasileiros.
 
Nós criamos esperança, um novo cenário para a saúde pública e às vezes, mesmo com tão pouco recursos, colocamos o Brasil à frente de países mais desenvolvidos.
 
Eles criam mentiras, agem por interesses escusos e envergonham o Brasil perante o mundo.
 
Nós somos professores de uma instituição de ensino superior pública e trabalhamos pelo futuro do país.
 
E eles, quem pensam que são?🦹‍♀️
 
Eles é que são os verdadeiros parasitas e as zebras gordas desse país!
 
#ProfessoresPeloFuturoDoBrasil #DocenteNãoÉParasita #DocenteNãoÉZebraGorda #RespeitaODocentePresidente
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19 de março de 2020

Devido à pandemia do Coronavírus Covid-19, a APUFPR deixará de prestar atendimento presencial a partir da próxima sexta-feira(20).

Assim, as sedes estarão fechadas, permitindo que se cumpram medidas de isolamento social necessárias para evitar a propagação do vírus e proteger os docentes, funcionários do sindicato e, por extensão, seus familiares.

O atendimento ao docente será feito em regime de home office via telefone, pelo número (41) 3151-9100, com os ramais sendo redirecionados pelo sistema de siga-me. As medidas valerão para os próximos 15 dias e a diretoria da APUFPR avaliará periodicamente a extensão delas.

O Bar Doce Bar, as aulas de dança de salão e yoga estão suspensas, pois é necessário evitar aglomerações e o contato entre as pessoas.

Pelo mesmo motivo, estão suspensas também as reservas do salão de festas e da chácara.

Diante de uma crise que pode atingir proporções cada vez mais trágicas, é dever de todos tomar as precauções necessárias para impedir a proliferação da pandemia. O momento é difícil e exigirá esforços coletivos visando o bem-estar de toda a sociedade.

Fonte: APUFPR


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