Categoria: Notícias

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20 de janeiro de 2022
Enquanto outros países aumentam os investimentos, o governo brasileiro corta quase 90% do orçamento da ciência nacional, colocando em risco o desenvolvimento do Brasil e a construção de um projeto voltado à garantia do bem-estar da população.

Fonte: APUFPR

 

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20 de janeiro de 2022

Privatização de reserva de gás natural beneficiaria banco ligado ao ministro Paulo Guedes

“A raposa cuidando do galinheiro”. O tradicional dito popular se encaixa perfeitamente com a  atuação do ministro da Economia, Paulo Guedes, que vem colocando, desde o começo do governo, seus interesses acima das necessidades da população.

Seus interesses “dos dois lados do balcão” já ficaram claros quando foram divulgadas as contas milionárias de Guedes em paraísos fiscais. Enquanto a economia brasileira perdia, os bolsos do ministro se enxiam com a desvalorização do real perante o dólar.

Além disso, Guedes, um dos maiores propagadores da ideia do “privatiza tudo”, ainda tem ligação com o banco BTG Pactual (que ajudou afundar), que é o principal acionista da empresa Eneva S/A, uma das mais cotadas para comprar o Polo de Urucu, na Bacia do Solimões (Amazonas) – maior reserva terrestre de gás natural do Brasil.

Portanto, quer saber quem ganha com as privatizações? Pergunta lá pro “Posto Ipiranga” de Jair Bolsonaro, seu principal conselheiro. Já quem perde é a população.

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ServiçoPúblicoéExcelência

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19 de janeiro de 2022

GT de Extensão entrega à PROEC documento sobre curricularização

No dia 21 de dezembro, representantes do Grupo de Trabalho (GT) de Extensão da APUFPR/CRAPUFPR entregaram em mãos à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFPR (PROEC) um documento com análises e proposições sobre a curricularização da extensão na UFPR a partir de 2022.

Na ocasião, estavam presentes os pró-reitores de pesquisa, extensão e graduação da universidade. O material foi produzido pelo GT nos meses de outubro e novembro, com a participação de diretores da APUFPR e de membros da categoria.

O processo de inclusão de atividades de extensão no currículo dos cursos da UFPR foi imposto pela lei no 13.005/2014, com medida foi regimentada pela resolução do CNE/MEC no 7/2018 e regulamentada pela resolução do CEPE/UFPR 86/2020.

A mudança, que trará impactos significativos às rotinas de todos os departamentos da universidade, preocupa os docentes. Entre os pontos mais destacados, está a forma com que as dinâmicas extensionistas serão desenvolvidas pelos acadêmicos junto às comunidades atendidas.

Tendo em vista que historicamente a extensão se vincula às camadas mais vulneráveis da população, docentes apontam que ao obrigar que todos os profissionais se engajem em projetos, corre-se o risco de que as ações universitárias sejam direcionadas ao “ensinar”, “levar a luz” e “esclarecer”, não respeitando as dinâmicas e os saberes próprios de cada grupo, e criando relações de autoridade e hierarquia entre quem possui o saber acadêmico e quem não possui.

Junto a isso, o GT também destacou que apesar de a implementação da curricularização ser entendida em algumas instâncias como mandatória, ela não o é, nem interna nem externamente. Assim, as formas da sua realização ainda podem ser alteradas, em virtude da autonomia universitária.

Essas decisões precisariam levar em consideração as especificidades dos cursos e as imensas dificuldades que a maioria dos departamentos encontram para a implementação da resolução 86/2020-CEPE/UFPR. Desta forma, além dos pontos destacados anteriormente, as alterações e/ou inclusões solicitadas pelo CRAPUFPR são:

  1. A definição clara do que se entende por extensão.
  2. A explicitação de que a infraestrutura, os recursos e os convênios relativos à extensão são responsabilidade da universidade e não dos professores, departamentos e cursos. A universidade deve garantir os meios de operacionalização da curricularização da extensão.
  3. A não restrição da curricularização a “projetos”: que ela inclua todas as modalidades de extensão – eventos, cursos, programas, inclusive remotos ou online.
  4. A distribuição igualitária e proporcional da carga horária obrigatória de extensão entre todos os departamentos que compõem cada curso.
  5. A contabilização da carga horária de extensão como parte dos encargos didáticos dos docentes.
  6. A consideração da carga horária prática já existente em diversos cursos com atendimento à comunidade externa (estágios de licenciatura, atendimentos de cursos de saúde e direito, por exemplo) como parte da carga horária da extensão a ser curricularizada.
  7. A explicitação de que a extensão nos moldes praticados até agora não acaba, que ela continua e permanece, mesmo após a implementação da curricularização.
  8. O respeito à autonomia dos cursos da universidade nas suas formas de implementação da curricularização da extensão.

Leia o documento completo aqui.

 

Fonte: APUFPR

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18 de janeiro de 2022

UFPR adia retorno das aulas presenciais, mas mantém início do calendário letivo no dia 31

Com o retorno do aumento expressivo de casos de Covid-19 (pelo avanço da variante Ômicron, que é mais contagiosa e se tornou predominante) e de gripe Influenza H3N2, que já ocasionaram o afastamento de muitos trabalhadores da UFPR, a APUFPR, o Sinditest-PR, diretores de setor e pró-reitores se reuniram com a Reitoria da Universidade para reavaliar o retorno das aulas presenciais.

No encontro, que aconteceu na manhã de terça (18), decidiu-se que o reinício do ano letivo ficou mantido para 31 de janeiro, conforme o previsto, porém com aulas híbridas até 12 de fevereiro, que é quando a comissão de especialistas, com base nas curvas de crescimento dos casos e números oficiais da SESA/PR e também baseando-se em dados do Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME), preveem que a curva estará em descendência.

A decisão é amparada pelas alterações realizadas na Resolução 22-21 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, que prevê a oferta do ensino híbrido ou remoto em casos excepcionais.

Confira aqui a nota publicada no site da UFPR.

Números voltam a preocupar

A pandemia do novo Coronavírus voltou a refletir números preocupantes (embora com menor letalidade por causa do avanço da vacinação). A média móvel de casos está aumentando novamente no estado. O crescimento foi de 1.910% em relação a 14 dias atrás, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SESA-PR).

Em Curitiba, a quantidade de casos ativos subiu de 720 (22 de dezembro) para 10.566 (17 de janeiro).

O Paraná, assim como outros estados brasileiros, enfrenta também epidemia da gripe Influenza H3N2. Só na primeira semana de janeiro o estado já contabilizava 224 novos casos.

A preocupação maior das entidades e dos diretores de setor é que já existem muitos casos de infecção e afastamentos de trabalhadores da UFPR que estão realizando trabalho presencial e a situação pode piorar muito quando dezenas de milhares de membros da comunidade universitária voltarem a comparecer às dependências da Universidade.

Desde o início deste ano, pouco mais de 1/3 dos motoristas da instituição tiveram diagnósticos positivos para Covid-19 e foram afastados, levando também ao cancelamento de viagens. No Hospital de Clínicas (HC-UFPR), mais de 100 trabalhadores também já foram afastados de suas atividades.

Cumprindo com o compromisso de buscar a segurança para toda comunidade acadêmica, em respeito à vida, a APUFPR acredita que esta é a decisão mais responsável até que um outro cenário se apresente.

Fonte: APUFPR

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18 de janeiro de 2022

Recomposição salarial do que foi “engolido” pela inflação nos últimos e a valorização da atuação dos professores na sociedade brasileira: essas devem ser as prioridades do movimento docente nas importantes lutas que serão travadas em 2022.

Estas também serão algumas das propostas e ideias que levaremos ao congresso do ANDES-SN, que acontecerá no final de março, em Porto Alegre.

Confira nosso primeiro vídeo deste que será um ano tão decisivo para as lutas que deveremos travar pelo futuro da educação e do nosso país.

 

 

Fonte: APUFPR

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18 de janeiro de 2022

Protegidos da PEC 32/2020, pensões de militares custam mais do que de civis

🤫 Enquanto a maioria dos servidores públicos do país ganha até R$ 3 mil e desempenha funções essenciais, militares têm uma série de benefícios que não são oferecidos ao restante do funcionalismo.

Há também uma discrepância muito grande em relação aos demais servidores públicos, e a Reforma Administrativa (PEC 32/2020) vai aprofundar as desigualdades. 😦

🤔 Por exemplo, embora existam 63 mil pensionistas militares a menos do que pensionistas de civis, o governo gasta R$ 2 bilhões a mais por ano.

❗ Tudo isso mostra que o discurso do governo é pura hipocrisia, porque vai punir servidores e proteger setores que o apoiam, mesmo que eles gastem mais.

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ServiçoPúblicoéExcelência

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18 de janeiro de 2022

Servidores públicos federais se mobilizam por direitos

2022 começa com luta e mobilização dos servidores públicos federais em todo o Brasil. Neste dia 18, em Brasília, será realizado um grande Ato Nacional com a entrega da pauta de reivindicações e pedido de abertura de negociações junto ao governo federal, no Ministério da Economia e no Palácio do Planalto. Também será realizada manifestação em frente ao Banco Central.

Este é o início do calendário de mobilização nacional definido pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e que poderá culminar, se as pautas não forem atendidas, em ampliação do movimento para outras medidas a partir de 9 de março.

Os servidores estão começando a fazer pressão sobre o governo e sobre parlamentares para que sejam atendidas as reivindicações. Na pauta, a reposição salarial, a defesa do serviço público, a revogação da EC 95 (que congelou investimentos por 20 anos) e a retirada de pauta da PEC 32 (o governo está sendo derrotado mas a ameaça ainda existe), além de melhores condições de trabalho, especialmente com a volta das aulas e do trabalho presencial em meio à pandemia de Covid-19.

A reivindicação que será protocolada pelo Fonasefe junto ao Executivo federal focará também nas perdas acumuladas durante o período de governo de Jair Bolsonaro, que já somam 19,99%, conforme o Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA/IBGE).
Ainda em janeiro será realizada uma plenária ampliada com o conjunto dos servidores públicos e, no início de fevereiro, um ato no Congresso Nacional, aproveitando a abertura do ano legislativo para pressionar parlamentares.

As diferentes categorias também deverão construir no próximo período mobilizações nos estados e os docentes terão papel fundamental na construção das lutas.

Confira a agenda de lutas definida pelo Fonasefe:

18/1 – Dia Nacional de Mobilização/ministério da economia para protocolar a pauta de reivindicações; ato em frente ao Banco Central;
27/1 – Plenária virtual dos servidores;
28/1 – Coletiva de Imprensa sobre os encaminhamentos aprovados na Plenária;
02/2 – Ato em Brasília na abertura do ano legislativo;
14 a 25/2 – Jornada de luta (Estado de greve);

 

Fonte: APUFPR

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17 de janeiro de 2022

Atenção, filiados da APUFPR: mudança nos boletos

Para aprimorar o atendimento aos nossos filiados, a APUFPR está realizando alterações no sistema de cobrança dos planos de saúde.

A partir de agora, os boletos serão gerados pelo sistema Sindicalizi e serão enviados em anexo por e-mail, não mais por links.

Os boletos também serão encaminhados por correio.

Quem optou por fazer os pagamentos por boleto, a data do próximo vencimento será 24 de janeiro. Já para quem escolhe a comodidade do débito automático, o vencimento no Banco do Brasil será 17 de janeiro, e na Caixa será 18 de janeiro.

Importante: conferir sempre o banco favorecido

A APUFPR solicita que seus filiados confiram os dados antes de fazer o pagamento:

  • No boleto, deve aparecer como beneficiário o nome da APUFPR.
  • Na hora de fazer o pagamento no sistema do banco, deve aparecer como GREENCRED
  • A instituição financeira favorecida é o Banco do Brasil.

 

Os e-mails foram enviados por meio do endereço [email protected]

Caso haja outro banco ou algum nome diferente trata-se de um erro. Se isso acontecer, você deve procurar nosso sindicato. Veja aqui nossos contatos: https://apufpr.org.br/contatos

 

FONTE: APUFPR

 

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13 de janeiro de 2022

Farra: 100 generais do Exército receberam a patente de marechal (extinta desde 1967).

🔎 20 milhões passando fome. 14 milhões de desempregados. Preços recordes em combustíveis e  gás. Miséria, desamparo e desespero crescente. E o que faz o governo Bolsonaro? Dá mimos para agradar os ‘amigos’.

Dados públicos disponibilizados no Portal da Transparência mostram que 100 generais do Exército (último posto da escala hierárquica do Exército Brasileiro) receberam a patente de marechal, que estava extinta desde 1967.

🤔 Não se sabe ao certo qual foi a justificativa dada pelo Governo Federal para conceder as promoções. Mas um traço marcante de qualquer governo inclinado à tirania é distribuir patentes, condecorações e medalhas para manter a fidelidade de apoiadores, mesmo que não tenham nenhum mérito para isso. E o atual governo faz isso o tempo todo.

😯 Esse título de marechal é atribuído a oficiais de alto escalão, os considerados heróis nacionais por liderarem tropas em conflitos bélicos. Só que o último conflito que o Brasil efetivamente participou foi a 2ª Guerra Mundial, que acabou em 1945…

🤫 O Ministério da Defesa optou pelo silêncio e não esclarece nada a respeito dessas mudanças na hierarquia, muito menos a data em que elas ocorreram ou os impactos para o país.

📃 A manobra para a farra da nomeação foi possível através da Lei 13.954, que entrou em vigor em 2019, já no governo Bolsonaro.

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12 de janeiro de 2022

COUN-UFPR aprova a exigência de ‘passaporte’ vacinal no retorno às atividades presenciais

O Conselho Universitário (Coun), órgão máximo deliberativo da Universidade Federal do Paraná (UFPR), se reuniu hoje (12) em sessão extraordinária e deliberou pela exigência do comprovante vacinal contra a Covid-19 para ingresso e permanência nas dependências da instituição. Os conselheiros também aprovaram a apresentação do teste tipo RT-qPCR (conhecido como PCR), realizado no máximo há 72h, como uma alternativa. Nesse caso, os exames deverão ser custeados pela pessoa que não se vacinou.

O trabalho remoto não será mais uma opção para quem não quiser se vacinar. Isso significa que a ausência de vacinação implicará em falta, com as consequências previstas em lei para todos os membros da comunidade acadêmica.

Para a APUFPR, a decisão reafirma o compromisso da instituição com a segurança sanitária de docentes, servidores técnico-administrativos, estudantes, trabalhadores terceirizados, familiares e de toda a sociedade, e o respeito aos princípios da ciência, já que a vacinação tem se apresentando como o principal fator de diminuição de mortes e internamentos em condições graves em decorrência do novo Coronavírus.

Essa era uma das principais reivindicações feitas pela Assembleia Geral Extraordinária dos docentes, realizada em novembro do ano passado. A diretoria da APUFPR levou à Administração da UFPR e ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) o documento final da Assembleia, contendo o rol de condicionantes da categoria para o retorno às atividades presenciais na instituição. Entre eles, estava a exigência de que as atividades presenciais nos campi da UFPR somente sejam realizadas por pessoas com esquema vacinal completo contra a Covid-19, cujo procedimento de controle será regulado por ato próprio da Administração Central

Anterior à reunião do Conselho nesta quarta-feira, em nota conjunta da APUFPR, Sinditest-PR e DCE-UFPR foi reiterada a importância de se exigir e cumprir protocolos rígidos para conter a disseminação do novo Coronavírus dentro da instituição, seguindo o preceito constitucional de autonomia universitária. “O enfrentamento a uma crise com essa magnitude não pode se basear em decisões individuais. Requer um compromisso coletivo, e a vacinação em massa, neste momento, é a principal expressão desse compromisso, especialmente para proteger os grupos mais vulneráveis e aqueles mais suscetíveis ao desenvolvimento das formas mais graves da doença (cujas causas ainda não foram completamente desvendadas pela comunidade científica internacional),” diz a nota das entidades, que você pode acessar aqui.

A resolução aprovada prevê que estarão isentos da apresentação da comprovação apenas aqueles que comprovarem a contraindicação médica para a administração da vacina, e que os protocolos de biossegurança, como uso de máscaras e álcool 70%, devem permanecer como parte da rotina na instituição.

 

Fonte: APUFPR


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