Categoria: Notícias

professores-ufpr-reconhecem-apenas-primeiro-colocado.jpg
23 de setembro de 2020

Eleição UFPR professores reconhecem apenas primeiro colocadoO resultado da Consulta organizada pelas três entidades (APUFPR, SINDITEST e DCE somado à APG), foi muito claro. Para a esmagadora maioria dos eleitores da maior consulta em termos de participação realizada até hoje na UFPR, a Chapa 2, composta pelo Prof. Ricardo Marcelo Fonseca e pela Profa. Graciela Ines Bolzón de Muniz é a que reúne as condições necessárias para dirigir a UFPR entre 2021 e 2024.

A Consulta à comunidade é um balizador fundamental para se conhecer qual o nome de preferência para determinar quem deve encabeçar a lista tríplice enviada ao Ministério da Educação (MEC). É esse o compromisso das três entidades com o processo eleitoral para qualquer nova gestão à frente da Reitoria da UFPR. Sempre foi dessa maneira e não se tem notícia de que derrotados da consulta insistam em manter o nome na lista tríplice, ainda mais tentando se oportunizar de situação notoriamente casuística.

No entanto, os dois professores que foram preteridos por 83% dos votos válidos, contra apenas 14% de votos em seu (?) programa de chapa, demonstram que isso não importa e estão intransigíveis na manutenção de seus nomes na lista tríplice, a qual deve ser encaminhada pelo COUN ao MEC. A ideia implícita nessa manobra é que a Presidência da República os nomearia de qualquer jeito, independentemente da vontade expressa pela comunidade da UFPR na consulta. Ou seja, tratam a consulta como uma pantomima que somente seria válida caso o resultado lhes fosse favorável.

A mensagem é clara: estão transcendendo os limites do processo, usando uma narrativa enviesada da democracia como se isso fosse a realidade que se impõe. Há que se perguntar: o que esperam ganhar quando suas histórias profissionais estiverem indelevelmente marcadas e manchadas ao promover a fratura incondicional dentro do diálogo e do respeito interno na UFPR?

O processo democrático dentro da UFPR só se sustenta se houver compromisso de quem disputa a consulta em respeitar o resultado. Caso contrário, não havia absolutamente nenhum sentido em realizar um processo longo, extenuante e financeiramente muito custoso.

Dentro da nossa instituição, as disputas eleitorais são reguladas pelo compromisso com a ética democrática da aceitação de resultados dos pleitos em vez do apego às minúcias formais ou casuísticas. É assim que se procede desde uma simples eleição de Coordenadores de Cursos até a eleição para a Reitoria, passando por Chefias de Departamento e Direção do Setor.

Por exemplo: se tivesse tido algum candidato derrotado à Direção do Setor de Tecnologia – cujo titular foi justamente o pretendente à Reitoria pela Chapa 1 – que após a eleição realizada almejasse a busca insana de um direito que não lhe fora concedido pelos seus pares, certamente isso iria tumultuar seriamente o ambiente democrático dentro daquele Setor.

A pergunta que se impõe ao candidato que ameaça a democracia e a autonomia da UFPR é a seguinte: aceitaria que a ordem nas eleições para a Direção de seu Setor, da qual participou e venceu, fosse subvertida e o segundo colocado fosse o indicado pelo Reitor?

Para quem dá uma resposta positiva a esse caminho, a democracia interna pode ser corroída desde que sua vontade individual e pretensão imperem! Aliás, não haveria mais um ambiente democrático, não haveria liderança e não haveria governança. Caso isto fosse uma alternativa, já não haveria mais nenhuma segurança institucional para mais nada no que se trata de pleitos internos. A tal vitória no “tapetão”, segundo ao jargão dos esportistas, iria estagnar a instituição em todos os níveis, pois o que iria imperar seria a insegurança política interna, e isso é completamente inaceitável!

Quem aposta nesse viés dentro da UFPR é uma absoluta minoria de professores e técnicos que claramente, no máximo, possuem um conhecimento superficial da história da instituição que desejam tomar para si. É possível, por outro lado, que se apoiem em uma visão ideológica que quer combater e cercear a pluralidade de ideias na UFPR.

As consequências desse ato impensado serão nefastas, pois estarão completamente a mercê de qualquer decisão governamental deletéria, já que assumem não por merecimento e liderança, mas sim por favorecimento! Seriam, portanto, incapazes, política e moralmente, de fazer o uso pleno do Artigo 207 da Constituição Federal no âmbito da UFPR e de defendê-la dos ataques externos.

Sempre esteve muito transparente para toda a comunidade universitária da UFPR que, em não conseguindo o primeiro lugar na Consulta, qualquer chapa concorrente assume o compromisso de retirar seu nome na Eleição do COUN. Assim, ao aderir e aceitar participar da Consulta Paritária, de antemão concorda com a inquestionável vontade da maioria dos eleitores, atende a história democrática consolidada por mais de 35 anos, traz segurança jurídica para os pleitos aos outros cargos de direção (Diretor de Setor, Chefe de Departamento, Coordenações de Curso) e pacifica as relações institucionais. Se assim não fosse essa chapa seria, a priori, impugnada pela Comissão Paritária de Consulta.

Em outras palavras, ao não respeitarem o resultado, mantendo seus nomes na lista a ser encaminhada ao MEC, estariam usando o legítimo exercício democrático proporcionado pela Consulta Paritária como arma para corroer a própria democracia interna. Não há solução fácil para essa perversidade, pois se trata de arrebentar o processo democrático utilizando-o no seu limite.

É fato que isso tem sido usado largamente por governos autoritários e ditatoriais, sejam de extrema esquerda ou de extrema direita, para impor sua vontade ilegítima à grande maioria de seus cidadãos, mas isso não coaduna com a história da nossa UFPR.

Em recente assembleia extraordinária, os professores da UFPR foram taxativos em sua deliberação e ratificaram o que sempre ocorreu após toda e qualquer consulta desde a primeira delas em 1985: somente o nome do mais votado possui credencial para compor a lista tríplice para a Eleição no Colégio Eleitoral do COUN.

Nesse sentido, a assembleia referendou o compromisso da Consulta Paritária à Comunidade considerando que apenas o nome do primeiro colocado, na preferência da comunidade universitária, seja levado ao COUN para compor a lista. A autonomia universitária está na Constituição Federal e essa precisa ser respeitada. Mais ainda por quem está dentro da instituição!

apufpr-atendimento.jpg
18 de setembro de 2020

A nossa recepcionista da sede de Curitiba está afastada por questões de saúde e não poderá atender os números (41) 3151-9100, (41) 3151-9101 e 99956-7818. Desde já, desejamos a sua rápida recuperação.

Os atendimentos setorizados oferecidos pela APUFPR continuarão sendo realizados.

Saiba como falar conosco:

 

Sede Curitiba – Atendimento das 9h às 18h

  • Administrativo/Financeiro – Karina Meira

E-mail: gerencia@apufpr.org.br

Telefones: (41) 3151-9105 / (41) 99503-7963

 

  • Secretária da Diretoria – Ana Paula Roika

E-mail: secretaria@apufpr.org.br

Telefones: (41) 3151-9106 / (41) 99981-7835

 

  • Cobrança – Ivani S. Arnhold

E-mail: cobranca@apufpr.org.br

Telefones: (41) 3151-9104 / (41) 99792-1499

 

  • Convênios – Cristina Rodrigues

E-mail: convenios@apufpr.org.br

Telefones: (41) 3151-9103 / (41) 99780-2161

 

  • Psicóloga – Fernanda Zanin

E-mail: psicologiaapufpr@gmail.com

 

  • Jurídico – Kalyne Karol Foerster Lopes

E-mail: juridico@apufpr.org.br

Telefones: (41) 3151-9107 / 99824-0243

 

  • Suporte – André Gottardello

E-mail: suporteadm@apufpr.org.br

Telefones: (41) 3151-9109 / 99508-3760

 

  • Eventos – Edilson Siqueira Sena

E-mail: eventos@apufpr.org.br

Telefone: (41) 99503-0529

 

Atendimento Interior

  • Sede Litoral – Atendimento das 14h às 18h

Leonardo da Silva Coutinho

E-mail: litoral@apufpr.org.br

Telefones: (41) 3473-1596 e (41) 99824-0267

 

  • Sede Palotina – Atendimento das 13h30 às 17h30

Roberta Verneck Portz

E-mail: apufprpalotina@gmail.com

Telefones: (44) 3649-6734 e (41) 99824-0242

 

  • Sede Jandaia do Sul – Atendimento das 13h30 às 17h30

Ana Paula Cardoso de Sousa

E-mail: apufprjandaia@apufpr.org.br

Telefone: (41) 99979-0271

 

 

Fonte: APUFPR

s-apufpr-chamada-assembleia-18-9.jpg
16 de setembro de 2020

A APUFPR convoca os docentes da UFPR para uma Assembleia Geral Extraordinária nesta sexta-feira (18), para tratar sobre a Reforma Administrativa (PEC 32/2020), que está em pauta no Congresso Nacional. A atividade terá como pauta também a escolha de um delegado e dois observadores para o 9º CONAD Extraordinário, que acontecerá de 28 a 30 de setembro, além da eleição para a Reitoria no Conselho Universitário (Coun).

Por conta do isolamento social causado pela pandemia de Covid-19, os docentes poderão participar da atividade em uma plataforma online fechada, conforme instruções no fim do texto. A primeira chamada será às 16h, com a presença de metade dos filiados, e a segunda chamada às 16h30, com qualquer quórum.

 

Reforma Administrativa

Proposta pelo Governo Federal, a PEC 32/2020 ataca direitos conquistados com muita luta pelos servidores públicos, como a estabilidade, os salários e condições adequadas de trabalho, inclusive de quem já atua no serviço público. Caso seja aprovada, também colocará em risco a qualidade do atendimento à população, que será prejudicada pelos interesses de governantes que pouco se interessam pelo bem-estar social.

Se estiver em dúvida se ela vai te afetar, clique aqui.

 

9º CONAD

Organizado pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN), o 9º CONAD Extraordinário será uma atividade virtual como tema “A vida acima dos lucros: Em defesa das instituições de ensino, dos serviços públicos e da autonomia sindical!”.

 

Como funcionarão a assembleia e as votações?

Os docentes filiados receberão antecipadamente por e-mail uma senha exclusiva para acessar a plataforma onde poderão acompanhar as discussões e fazer as votações durante a assembleia. A senha será enviada pelo e-mail comprovante@votabem.com.br.

Quem não receber a senha por e-mail até as 12h do dia da assembleia (sexta-feira, dia 18), deverá solicitá-la à secretaria da APUFPR pelos telefones (41) 99508-3760 e (41) 99981-7835.

Também vale dar uma verificada no LIXO ELETRÔNICO (para quem tem e-mail da UFPR) ou na caixa de SPAM (para quem tem outros e-mails, como o Gmail e Yahoo, por exemplo) para ver se a mensagem não foi parar ali.

Estão sendo feitos dois disparos iguais de e-mail (às 10h e às 15h). Então, quem já abriu o primeiro, não precisa se preocupar com o segundo.

 

 

Serviço

Assembleia Geral Extraordinária Virtual

Data: 18/09/2020 (sexta-feira)

Horário:

  • Primeira chamada: 16h, com metade dos docentes;
  • Segunda chamada: 16h30, com qualquer quórum

Endereço: link da plataforma será encaminhado por e-mail

 

Ordem do Dia:

1) Informes:

2) Eleição de delegado(a) e dois observadores(as) para o 9º CONAD Extraordinário;

3) Eleição no Conselho Universitário (Coun);

4) Reforma Administrativa;

5) Outros assuntos.

 

Fonte: APUFPR

apufpr-A-Reforma-Administrativa.jpg
15 de setembro de 2020

A Reforma Administrativa vai afetar os servidores atuais?

Em tempos de desinformação, todo cuidado é pouco. A grande mídia tem enfatizado o falso discurso do governo de que a Reforma Administrativa (PEC 32/2020) não irá afetar os servidores atuais. Temos que ficar de olhos abertos, mais do que nunca.

Aqui você entenderá o motivo de ficarmos vigilantes. Os servidores atuais têm muito o que perder. É isso mesmo. Diferentemente do que espalham por aí, o texto da PEC ataca diretamente a estabilidade, os salários e as condições de trabalho de quem já está no serviço público.

 

Sim, a estabilidade dos atuais servidores estará em risco

Com o apoio da velha mídia (cujos investidores têm muito interesse no fim dos serviços públicos), o governo esconde que a Reforma vai impactar diretamente os atuais servidores da ativa.

Como dizia o ministro de propaganda nazista, Joseph Goebbels, uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade

 

Um dos temas mais danosos é a fragilização da estabilidade. A PEC fará com que o servidor corra riscos de perder seu emprego logo após uma primeira decisão judicial colegiada.

Desde a Constituição de 1934, a demissão definitiva de um funcionário público só ocorre quando não há mais instâncias judiciais a se recorrer (isso se chama “trânsito em julgado”). A Constituição de 1988 manteve essa garantia por entender que isso é benéfico para a sociedade, já que inibe a perseguição política e a ocupação ampla dos cargos por apadrinhados políticos.

Além disso, são muitos os casos de funcionários públicos que conseguem manter seus empregos após correções feitas em instâncias superiores, quando as decisões em instâncias inferiores são consideradas injustas ou ilegais.

A PEC 32/2020 também deixa de exigir Leis Complementares para regulamentar a hipótese de demissão por desempenho “insatisfatório”. Com a Reforma, bastariam leis ordinárias, que podem ser facilmente aprovadas por governos (já que normalmente os governantes possuem maioria folgada nos parlamentos), deixando o servidor refém da vontade política de quem estiver no poder.

Isso significa que nós, docentes (de todos os níveis), que estamos na mira de grupos radicais e somos considerados inimigos pelo governo, seremos vítimas potenciais da perseguição de governantes orientados por questões ideológicas ou pelo simples desejo de vingança (caso venhamos a criticar governos).

Em um país com deficit de democracia e uma cultura política muitas vezes descompromissada com o interesse público, a estabilidade tem dupla função: dá mais garantias ao servidor concursado contra a sanha vingativa de governantes que não gostam de ser contrariados, ou daqueles que desejam lotar os espaços públicos com apadrinhados (inclusive para fazer, vejam, só, as rachadinhas). Ao mesmo tempo, protege a população, que não sofre com a descontinuidade dos serviços públicos e pode continuar sendo atendida por servidores qualificados.

Mas tem outros problemas que estão sendo amortecidos pela mídia:

 

A Reforma privilegia o cabide de emprego e as “rachadinhas”

Uma das críticas mais infundadas contra os serviços públicos é que as instituições serviriam de cabides de empregos para apadrinhados políticos. Na realidade, isso não acontece dessa forma porque a legislação estabelece que a maioria das funções comissionadas devem ser ocupadas por servidores da própria carreira.

Com a Reforma Administrativa, isso vai cair. A institucionalização de uma aberração chamada “cargos de liderança e assessoramento” vai acabar com exclusividade na ocupação de funções comissionadas com a reserva em cargos em comissão.

Os cargos passarão a ser ocupados por indicações político-partidárias. Isso mesmo, a Reforma acaba com a moralidade e a supremacia do interesse público, princípios básicos do serviço público.

Cargos de dirigentes, gestores e chefes poderiam a ser ocupados por “líderes” vindo de outras carreiras para cumprir com projetos políticos e ideológicos dos governantes.

Sabe o que é mais irônico? É que o projeto do governo vai escancarar o uso do serviço público com o “cabide de emprego”, já que vai elevar a níveis estratosféricos a ocupação dos cargos com apadrinhados políticos. Ou seja, o governo vai legitimar justamente aquilo que finge combater.

É por isso que a PEC da Reforma Administrativa já está sendo chamada de PEC da Rachadinha (em alusão à prática de loteamento de cargos para benefício financeiros de políticos).

 

Desde quando “modernizar” significa “regredir”?

 Apesar das deficiências da nossa democracia, nas últimas décadas o Estado brasileiro se tornou muito mais eficiente, e diversos órgãos e instituições foram constituídas para fiscalizar o próprio poder público.

Com a Reforma Administrativa, isso já era, uma vez que mesmo carreiras que têm o objetivo de impedir crimes, abusos e desvios de comportamentos de políticos e governantes estariam submetidas às vontades de “líderes” indicados por critérios meramente políticos. Adeus fiscalização.

Imagine um órgão que investiga as rachadinhas sendo comandado por alguém ligado a quem comete as rachadinhas.

Não por acaso, a Reforma do governo tem apoio de setores sabidamente corrompidos da política. Os corruptos certamente aguardam ansiosamente por sua aprovação.

Além disso, o Brasil vai regredir para antes de 1988, quando não havia praticamente nenhum concurso e os serviços públicos eram muito menos abrangentes, justamente porque não existia quase nenhum limite para a ocupação de cargos por apadrinhados.

Uma “Reforma” que se propagandeia como a “modernização” do Estado será, na verdade, uma regressão de três décadas. No dicionário do governo, “modernização” significa “mais ineficiência, fim do profissionalismo, menos qualidade e muito mais apadrinhamento.”

 

Com a Reforma, diga tchau ao aumento salarial

 A rima não foi das melhores, mas reflete bem como será o futuro dos servidores da ativa. O fim de diversas carreiras irá gerar congelamento salarial para o funcionalismo atual. Os futuros servidores ingressarão recebendo uma remuneração muito abaixo da que é praticada atualmente.

Assim, todos os ganhos do servidor que já está inserido serão adaptados futuramente à realidade de quem estará iniciando. Em outras palavras, o salário do servidor público atual (isso mesmo, o seu) será freado pela Reforma.

Essa já tem sido a realidade dos últimos anos. Agora, projete um longo e penoso congelamento e imagine-se vivendo com uma defasagem salarial crescente durante anos. Sabe o que vai acontecer com a qualidade de vida da sua família quando a inflação corroer o seu salário?

É inegável que o salário foi considerado um elemento para atrair profissionais altamente qualificados, serão compatibilizados com a iniciativa privada (cujos salários tiveram redução de poder de compra nas duas últimas décadas).

Ah, e sabe as promoções e progressões funcionais por temporalidade? Irão acabar também.

 

Condições de trabalho

Os serviços públicos essenciais, como Educação e Saúde, já sofrem com os impactos severos da Emenda Constitucional (EC) 95, que congelou investimentos por 20 anos. Somada ao fim da estabilidade e dos planos de carreira, as relações de trabalho se tornarão ainda mais precarizadas e reféns dos interesses políticos.

As práticas nocivas, como o assédio moral, truculência e falta de diálogo se tornarão padrão, já que os tais “líderes”, de fora da carreira, não terão qualquer compromisso com o bem público e nem com os servidores de cada área.

Algumas carreiras não terão mais ingresso por concurso (novamente, privilegiando apadrinhados políticos), e a terceirização também será amplamente aplicada. Adeus RJU.

O debate está apenas começando. Novamente, enfrentaremos toneladas de fake news vindas do Gabinete do Ódio; uma mídia cujos patrocinadores desejam lucrar sobre os serviços prestados à população (alguém aí viu aquela análise patrocinada pelo Instituo Millenium, do ministro Paulo Guedes, em um grande jornal no horário nobre?) e grupos extremistas (também patrocinados pelos mesmos interesses).

Mas o maior desafio será superarmos a desinformação, que é a maior arma desses grupos. A diretoria da APUFPR não deixará de cumprir com seu papel e encabeçará essa luta ao lado das demais carreiras do serviço público. Mas não conseguiremos vencer sem o apoio e a efetiva participação da nossa categoria.

Já sofremos com muitos projetos que foram aprovados nos últimos tempos, mas, definitivamente, nenhum teve a capacidade de destruição que a Reforma Administrativa terá.

Quando Paulo Guedes afirmou que estava colocando uma granada no bolso dos servidores, ele não estava brincando. E nós, vamos fingir que o governo está brincando?

 

Fonte: Apufpr

Apufpr-contribua-apoiea-asufepar.jpg
15 de setembro de 2020

💞 A APUFPR conhece o valor da união e da solidariedade.

😷 E em situações como o isolamento causado pelo Coronavírus, esse valor se torna ainda mais especial! 🥰

💙 A nossa vizinha Asufepar é uma entidade que, em quase 40 anos de existência, sempre foi importante para servidores (docentes e técnicos) da UFPR.

Devido à crise sanitária, o pagamento de suas mensalidades caiu drasticamente, e ela corre o risco de fechar definitivamente. 💔

🧧 Compre um voucher com 50% de desconto na mensalidade da Asufepar.

#ApoieaAsufepar #APUFPRpelaAsufepar #JuntasContraOCoronavírus #VoucherAsufepar #Apoie #UFPR #Ajudeavizinha

 

 

Fonte: APUFPR

Asufepar_contribua_asufepar-s.jpg
10 de setembro de 2020

A nossa vizinha Asufepar sempre foi referência para docentes, técnicos e pensionistas da UFPR, e servidores da Funpar. 💙

Além de ⚽ atividades sociais, esportivas, culturais e de lazer, ela oferece assistência médica, social e jurídica ⚖ aos associados, há quase 40 anos!

🚪 Com a chegada do Coronavírus, a situação está insustentável: o pagamento de mensalidades caiu drasticamente, e ela enfrenta dificuldades para manter o emprego de seus trabalhadores e arcar com os demais compromissos financeiros. 🥺

Cuide da entidade que sempre cuidou do bem-estar dos servidores da UFPR! 🙂

🧧 Compre um voucher com 50% de desconto na mensalidade da Asufepar, e utilize esse crédito na entidade quando o isolamento acabar! ✊

 

#ApoieaAsufepar #APUFPRpelaAsufepar #JuntasContraOCoronavírus #VoucherAsufepar #Apoie #UFPR #Ajudeavizinha

 

Fonte: APUFPR

apufpr-buzinaco-na-frente-da-reitoria-s.jpg
9 de setembro de 2020

Em defesa da democracia na UFPR, vamos fazer um buzinaço durante a reunião do Colégio Eleitoral amanhã (10), às 14 horas, na Reitoria.
Vá de carro, faça barulho! Demonstre seu amor pela UFPR e pela democracia!

* O buzinaço será um protesto em condições de segurança, por causa da Covid-19.

 

 

 

 

 

 

Fonte: APUFPR

apufpr-reitor-interventor-aqui-nao-e-seu-lugar-s.jpg
9 de setembro de 2020

 

As universidades públicas passam pela situação mais difícil de sua história. Nunca houve um ataque tão grande contra nossas instituições. E foram ataques baixos, rasteiros e vis, estimulados e patrocinados por setores que pretendem destruir o livre pensamento na nossa sociedade.

Mas o problema se torna ainda pior quando o golpe pode vir de dentro da nossa própria instituição, daqueles com os quais conviemos há anos (ou décadas).

Antes, fazemos aqui um parêntese:

Desde o começo deste ano, a APUFPR vem alertando sobre os riscos de intervenção na nossa instituição. Não tínhamos, naquele momento, um foco específico, mas antevendo os acontecimentos e nos baseando no fato de que o presidente da República já havia indicado interventores em quase metade das instituições, fizemos o alerta à nossa comunidade.

A história comprovou que estávamos com razão. Logo veio uma Medida Provisória que dava plenos poderes ao governo para indicação de reitores-interventores. A MP caiu. Mas as ameaças não.

 

Voltando aos perigos internos:

Veio o processo de consulta à comunidade para a escolha da Reitoria. A APUFPR, como parte da Comissão Paritária de Consulta, manteve sua posição responsável e isenta na condução do pleito.

A votação foi realizada. As categorias tiveram participação recorde. Mais de 17 mil pessoas. Ao final, esperávamos que os candidatos se comprometessem com o resultado e com a vontade da comunidade.

E aí, as ameaças que até então eram externas, se tornaram internas. O candidato derrotado, que teve menos de 9% dos votos, se recusa a aceitar a decisão democrática e tenta anular a votação. Além disso, faz ataques rasteiros contra a APUFPR e contra a CPC para criar factoides.

Durante todo o processo, apesar de questionado inúmeras vezes, inclusive por jornais conservadores, nunca se comprometeu com o respeito ao resultado, e nem deixou claro que não aceitaria uma indicação mesmo sendo derrotado. Seria um indício?

Estariam as ambições pessoais acima da coletividade?

Para nós, da APUFPR, defender a democracia e a decisão da comunidade não se trata de avaliar escolhas pessoais e nem opções ideológicas. Nossa posição seria a mesma se a conjuntura fosse outra, se os candidatos fossem outros ou mesmo se a situação fosse inversa. Para nós, o respeito à democracia está acima de tudo.

Trata-se de dignidade. Como alguém pode abrir mão disso? Quem estaria disposto a manchar a própria trajetória e de entrar para a história como reitor-interventor?

Temos uma tradição democrática, de respeito à escolha da nossa comunidade desde 1985. Os candidatos derrotados sempre tiraram o nome da lista tríplice que é enviada ao Governo Federal.

Nossa comunidade não merece conviver com riscos tão imensos. Porque o que acontecer agora terá repercussão por, pelo menos, quatro anos (que é o prazo da gestão). Além de nos submeter a uma gestão ilegítima, viveríamos sob o risco de não podermos escolher também os demais ocupantes de outros cargos, como diretores de setor.

 

#RetiraHorácio é um clamor que tomou conta não só de quem participou da votação, mas de praticamente toda a nossa comunidade universitária, formada por mais de 40 mil pessoas. São essas pessoas com as quais o interventor teria que conviver.

E certamente não seria uma convivência saudável. Apenas tornaria o ambiente da UFPR hostil.

Por isso, conclamamos que o candidato derrotado, Horácio Tertuliano, mostre dignidade e ética. Reflita sobre sua decisão. Faça uma escolha honrosa.

Mahatma Gandhi afirmou que “A dignidade pessoal e a honra não podem ser protegidas por outros, devem ser zeladas pelo indivíduo em particular”. É hora de você, Horácio, zelar pela sua própria honra e pela sua dignidade.

Se perdê-las agora, nunca mais voltará a tê-las.

 

Associação dos Professores da UFPR

Em defesa da democracia e da legitimidade da escolha da comunidade universitária

 

Fonte: APUFPR

 

apufpr-votacao-recorde-para-reitoria-da-ufpr.jpg
9 de setembro de 2020

A Comissão Paritária de Consulta (CPC) homologou na terça-feira (8) o resultado da consulta à comunidade acadêmica para a escolha da nova Reitoria da UFPR. A Chapa 2, composta pelo candidato a reitor, o professor Ricardo Marcelo Fonseca, e pela vice, a professora Graciela Inez Bolzon de Muniz, foi eleita com 91,11% dos votos válidos de estudantes, servidores e docentes da Universidade.

O então candidato da Chapa 1 (que obteve 8,89% dos votos válidos) ao cargo de reitor, Horácio Tertuliano dos Santos, entretanto, se nega a aceitar o resultado do processo democrático. Desde o início do processo eleitoral, ele não deixou claro em nenhum momento que iria respeitar o resultado.

Agora, após o fim do processo, não parece disposto a aceitar a vontade de 17.255 eleitores, que fizeram uma votação recorde.

No dia 4 de setembro, dois dias depois da divulgação do resultado da eleição, ele entrou com um pedido de impugnação do processo eleitoral à CPC. Mas esse não foi a única ofensa realizada à democracia universitária.

Tentando criar factoides para emperrar o processo, Horácio Tertuliano fez acusações levianas contra o presidente da APUFPR, Paulo Vieira Neto, que era presidente da CPC.

Para comprovar que a tentativa do candidato derrota não passava de uma cortina de fumaça, o próprio presidente do sindicato submeteu seu computador pessoal a uma perícia independente, que comprovou que não houve nenhuma irregularidade.

Mas o Horácio não ofendeu apenas o presidente da APUFPR. Com sua atitude leviana – que será devidamente representada nos meios apropriados – ele ofende a APUFPR e os mais de 2.300 docentes que participaram da votação, em uma atitude que nos enche de indignação e que merece o repúdio de toda a nossa categoria.

Além da afronta a toda a comunidade acadêmica, essa atitude coloca em risco a democracia universitária, um princípio essencial conquistado com muita luta.

Caso o reitor eleito não seja indicado dentro do prazo, a nossa instituição sofrerá consequências graves. A Presidência da República, que desmonta a educação pública e retira direitos do povo, ficará encarregada de indicar um reitor-interventor, atitude que, infelizmente, tem sido frequente em todo o país.

Respeitar a democracia universitária está acima de qualquer opção político-ideológica. É um valor essencial ao ambiente acadêmico e que permite as instituições de ensino fomentarem o desenvolvimento de nossos jovens e a produção de conhecimento científico, artístico e cultural.

É hora de mostrar dignidade, honra e sensatez, e aceitar a vontade coletiva. É o mínimo que docentes, estudantes e técnicos da nossa universidade esperam neste momento.

A APUFPR e toda a comunidade acadêmica não irão tolerar desrespeitos à UFPR, nem a nossa entidade sindical. A democracia é um direito fundamental e iremos defendê-la até o fim.

 

Fonte: APUFPR

apufpr-Chapa-1-entra-com-pedido.jpg
4 de setembro de 2020

A Chapa 1 – UFPR FORTE entrou com pedido de impugnação, junto à Comissão Paritária de Consulta (CPC), do processo de consulta à comunidade universitária para escolha de reitor e vice-reitor da Universidade Federal do Paraná, realizado nos dias 1 e 2 de setembro.

Seguindo os trâmites e prazos regimentais, a CPC começará a analisar o pedido hoje (4), e terá até o dia 8 de setembro para concluir a avaliação e proferir um parecer sobre o caso.

Mantendo o respeito e a transparência, que pautaram os trabalhos da Comissão até o momento, manteremos a comunidade universitária da UFPR informada sobre todas as deliberações e acontecimentos.

 

 

 

 

Fonte: APUFPR


BOLETIM ELETRÔNICO


REDES SOCIAIS