Categoria: Notícias

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12 de maio de 2021

A APUFPR convoca todos os filiados e filiadas para participarem da assembleia geral extraordinária na próxima quinta-feira (13 de maio) a partir das 16h30.

A assembleia será no formato virtual, e todos os docentes receberão o link de participação por e-mail (o endereço de envio terá o domínio @votabem.com.br).

A pauta será a construção de um dia de paralisação na próxima quarta-feira (19 de maio) contra o Projeto de Lei (PL) 5595/2020, que torna a educação atividade essencial no país e obriga a volta de atividades presenciais em escolas e universidades na pandemia.

A primeira chamada acontece às 16h30, se houver participação de metade dos docentes filiados, e a segunda chamada às 17h com qualquer número de docentes.

Importante: se até às 12h do dia da assembleia (quinta-feira, 13) você ainda não tiver recebido o e-mail, procure na caixa de spam. Se mesmo assim não tiver recebido, pedimos que entre em contato com a secretaria da APUFPR, pelo telefone (41) 99981-7835.

 

Assembleia geral extraordinária virtual APUFPR

Quinta-feira (13 de maio): 16h30 (1ª chamada) e 17h (2ª chamada)

Pauta: paralisação no dia 19 de maio contra o PL 5595/2020

Link de participação será enviado por e-mail

 

Fonte: APUFPR

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12 de maio de 2021

Experimente pesquisar nos buscadores de Internet palavras como “servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada”, ou “gastos serviços públicos”, “gasto público no Brasil e outros países”.

Na esmagadora maioria dos resultados, o que veremos serão notícias, quase sempre dos mesmos veículos e ouvindo os mesmos perfis de economistas, repetindo alguns chavões que já estamos cansados de ouvir.

Apresentando dados distorcidos ou sem contextualização, veremos coisas como “o crescimento desproporcional da máquina pública no Brasil”, que gastamos cada vez mais com servidores públicos, ou que esses servidores são “privilegiados” e ganham mais do que os outros trabalhadores.

Acontece que, além de se basearem, muitas vezes, em informações divulgadas por setores oportunistas que desejam lucrar sobre as necessidades da população, elas não trazem um importante aspecto: o Brasil, na verdade, gasta bem menos do que os outros países com serviços públicos. Quer um exemplo?

Quando comparamos o total de servidores públicos no Brasil com o nosso total de pessoas ocupadas (isto é, que trabalham em todos os setores da economia somados) vemos que essa relação é bem menor do que nos outros países.

Nas nações da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne a maioria dos países mais desenvolvidos do mundo, a relação é de 18 servidores públicos a cada 100 trabalhadores no total. No Brasil, esse patamar é de apenas 12 a cada 100.

Chega a ser constrangedor quando comparamos o nosso dado com os de países como Noruega, Suécia e Dinamarca, que são referência na qualidade de vida e no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Por lá, em média, quase 30% dos trabalhadores estão no setor público.

 

Tamanho da economia e gasto público

Em um outro aspecto, o argumento do inchaço da máquina pública brasileira também cai por terra. A relação do que é gasto com os servidores em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), isto é, a soma de todas as riquezas produzidas no país.

Nos países desenvolvidos, o gasto com servidores públicos tende a representar uma fatia maior em relação ao tamanho da economia. Ou seja, proporcionalmente ao que é produzido em termos financeiros nesses países, o gasto com o salário dos servidores é maior do que no Brasil.

Isso acontece porque aqui no Brasil a renda per capita (ou seja, por pessoa) é muito menor do que nos países considerados mais desenvolvidos.

Isso se repete também quando se divide o Produto Interno Bruto (PIB, que é a soma das riquezas produzidas no país) pelo total da população. O PIB do Brasil é relativamente alto (já chegamos a ser a sétima maior economia do mundo, antes de despencar para a 12ª posição por causa do fracasso do governo de Jair Bolsonaro) mas nossa população é muito grande (6ª maior). Então a proporção por pessoa é menor do que em países que possuem economia forte e população menor (nesse caso, o Brasil ocupa apenas a 30ª posição em um estudo feito com 35 países de economias emergentes).

Quer outra comparação? De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a quantidade de servidores públicos no Brasil tem crescido no mesmo ritmo que a quantidade de trabalhadores da iniciativa privada.

É por isso que falar em “inchaço” da máquina pública brasileira é uma tremenda mentira.

Aqueles que espalham essas distorções representam interesses dos que desejam se apropriar do que é de todos para lucrar com os serviços que hoje são prestados pelo poder público.

Se quisermos nos desenvolver e garantir qualidade de vida à população, temos que investir no setor público. E a história nos mostra que é assim.

 

Desenvolvimento e gasto público

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, é possível observar uma tendência geral de aumento de gasto público e investimento nos servidores nos países considerados desenvolvidos, incluindo os da Europa e os Estados Unidos.

Essa receita foi fundamental para esses países se desenvolverem, ou mesmo se reconstruírem depois da guerra. Com o crescimento da máquina pública, as nações puderam se dinamizar, garantir maior empregabilidade e os impactos econômicos foram muito positivos.

O aumento das pessoas empregadas no serviço público provocou aumento no consumo, o que fortaleceu toda a cadeia produtiva desses países e beneficiou, novamente, o poder público.

Tudo isso gerou um efeito em cascata, que permitiu aos países desenvolver políticas que garantiam bem-estar social a seus habitantes.

Isso é tão representativo que nos Estados Unidos (que são usados erroneamente como exemplo de “Estado Mínimo”) 15% dos trabalhadores estão no serviço público.

Então, por que aqueles setores oportunistas dizem que para o Brasil se desenvolver e garantir dignidade à população, deveríamos fazer exatamente o contrário e cortar investimentos públicos, diminuir o salário de servidores e privatizar?

Não faz o menor sentido quando analisamos como as outras nações progrediram. A “receita” não foi essa.

É impossível que o Brasil atinja, por exemplo, o nível de pessoas alfabetizadas da França ou da Alemanha, investindo menos em educação do que esses países investiram.

Garantir bons serviços públicos e valorizar a carreira dos servidores é a chave para o desenvolvimento, porque eles sim existem para beneficiar a todos.

 

 

Fonte: É Público, é para todos

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10 de maio de 2021

Para enfrentar a onda de mentiras espalhadas contra os serviços públicos e contra os servidores (incluindo docentes federais), a APUFPR se tornou apoiadora da campanha “É público, é para todos”, uma das maiores ações em defesa do funcionalismo na história do país.

Nesse primeiro ano de existência, foram mais de 6 milhões de pessoas alcançadas pela iniciativa, por meio dos artigos publicados no site e postagens nas redes sociais, que tiveram grande engajamento.

Com muitas abordagens inéditas, repletas de dados concretos e informações sólidas, além de abordagens de impacto, ousadas e criativas, a campanha vem lançando luz sobre aspectos que são, muitas vezes, pouco abordados ou divulgados.

É um verdadeiro arsenal argumentativo para defender direitos, derrubar mentiras e espalhar informações que são pouco disseminadas.

A APUFPR chega para reforçar ainda mais o movimento e o enfrentamento contra as narrativas dos setores oportunistas que desejam lucrar sobre as necessidades da população, especialmente neste momento de crescimento das ameaças contra os serviços públicos, a educação e a ciência.

 

Como se engajar e qual a importância de participar?

Essa é uma luta de todos nós. Mas para ela chegar cada vez mais longe, furar as nossas “bolhas” de convivência e alcançar mais pessoas, é preciso usar o poder de disseminação das redes sociais.

Por isso, leia os artigos, curta e compartilhe os materiais. Vamos espalhar boas notícias. Porque o que é público, é para todos.

Visite o site, conheça a campanha e acesse os conteúdos (artigos e cards): www.epublico.com.br

Facebook: www.facebook.com/epublicoparatodos/

Instagram: www.instagram.com/epublicoparatodos/

 

Enfrentar o que?

A crise fabricada por setores as elites do país para derrubar a então presidente Dilma Roussef, em 2016, dragou o Brasil para um abismo econômico e social do qual o nosso país ainda não conseguiu sair (e que foi agravado com a pandemia).

Seguidos cortes em áreas essenciais, como saúde e educação, se tornaram comuns (nas universidades federais, por exemplo, os orçamentos foram cortados em mais de 25% desde 2019) e o mantra segue: “reduzir investimentos a todo custo”.

É uma obsessão em substituir a atuação do Estado para ampliar a presença da iniciativa privada em setores estratégicos do país.

Na visão deles, há dois empecilhos para isso: os serviços públicos e os servidores.

Para justificar essa narrativa a favor do “Estado mínimo”, vemos políticos, empresários, parte da velha mídia, colunistas, comentaristas, ‘influencers’, grupos radicais e extremistas distorcendo dados e inventando mentiras para convencer as pessoas de que o serviço público é o “mal” do país e que os servidores são os “vilões” da história.

Obviamente isso não é novo. Desde Collor, os servidores precisam lidar com essa pecha, que nunca foi efetivamente dissipada no pensamento da sociedade.

É inegável que parte significativa população perdeu (ou nunca teve) uma noção precisa sobre a importância dos serviços públicos.

Mas esse confronto se tornou muito mais violento nos últimos anos, quando aqueles grupos radicais passaram a adotar a tática de distorção da realidade e perceberam que conseguiriam crescer muito criando um esquema monstruoso de distribuição em massa de mentiras.

Por isso, é preciso fortalecer iniciativas que se contraponham a essas narrativas, que expliquem e contextualizem os interesses por trás desses discursos e dessas medidas econômicas, e que comprovem que o trabalho dos servidores é essencial para o desenvolvimento social e econômico do país.

 

Fonte: APUFPR

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10 de maio de 2021

👿 Para atender aos interesses dos mais ricos, o governo Bolsonaro altera a Constituição Federal, aprovando Propostas de Emenda à Constituição (PECs) no Congresso Nacional.

Repare: nenhuma de suas PECs combate a miséria, a fome, a violência, o desemprego e tantos outros graves problemas sociais.

Nenhuma PEC protege o povo, nem fortalece a soberania nacional. Todas geram mais miséria.

💸 As PECs do atual governo servem para fragilizar os serviços públicos (PEC Emergencial) e desamparar a população (PEC da Reforma da Previdência).

A Reforma Administrativa (PEC 32/2020) é outro exemplo: visa desmontar o Estado e entregar os serviços públicos para que a iniciativa privada lucre sobre as necessidades da população.

🚨 As PECs são uma granada no coração do Brasil, como diria o ministro da Economia, Paulo Guedes. Aprová-las vai implodir o país.

📢 Defenda os serviços públicos. Eles sim são para todos.

 

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ReformaAdministrativaNão

 

Fonte: É Público, É para todos

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7 de maio de 2021

💡 A Eletrobras é a estatal de energia elétrica brasileira e, nos últimos 3 anos, teve lucro de R$ 24 bilhões.

É a maior companhia do setor elétrico do Brasil e da América Latina. É estratégica, lucrativa, e está longe de ser deficitária!

⬛ Mas, o Governo Federal quer vendê-la e, para isso, criou a Medida Provisória 1031/2021 (a “MP do Apagão”).

Se for privatizada, apagões, como o ocorrido no Amapá (causado por negligência de uma empresa privada) poderão acontecer em todo o país.

🚨 Não haverá controle de tarifas, nem garantia de que todas regiões seguirão atendidas. Aliás, o “Programa Luz para Todos” poderá acabar.

Perderemos anos de pesquisa pública em geração de energia limpa e renovável, e diversas vantagens que a estatal possui para essa transição (em relação a outros países).

✊ Precisamos barrar a MP do Apagão, antes que ela apague o futuro do nosso país.

Porque o que é público, é para todos.

 

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ReformaAdministrativaNão

 

 

Fonte: É Público, É para todos

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7 de maio de 2021

O ministro da Economia, Paulo Guedes, que foi propagandeado como um “técnico” da equipe do presidente Jair Bolsonaro, segue comprovando que não tem nenhuma diferença em relação aos membros “ideológicos” e extremistas do Governo Federal.

Sem perceber que estava sendo gravado em uma reunião com outros ministros, Guedes falou bobagens dignas de uma competição com os contrassensos do ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, considerado o pior da história do país.

Além de ter reclamado que o Fies deu oportunidade de acesso ao ensino superior para pessoas que “não sabiam ler e escrever”, o ministro da Economia insinuou verdadeiras sandices sobre as universidades públicas, como a de que elas fazem “pessoas ensinar sexo para criança de cinco anos” (o que nos leva a questionar por onde o ministro tem andado…) e as resumiu à “maconha, bebida e droga”, repetindo as mesmas mentiras que já renderam a Weintraub uma condenação (e um processo do MPF, que quer cassar os direitos políticos dele) e outra à União.

Guedes também ressaltou que considera a educação privada mais eficiente do que a educação pública.

O curioso é que as falas de Guedes são típicas de militantes extremistas ou de apoiadores incontestes do governo, geralmente ludibriando pelas enxurradas diárias de fake news que acabam moldando sua compreensão de mundo.

Alguém que ocupa uma função tão importante no ordenamento da República e mesmo assim repete essas tolices enquanto fala para outros ocupantes de altos cargos, mostra que a distorção da realidade se tornou padrão na mente deles, ou que eles realmente desconhecem as universidades públicas brasileiras e, por isso, acabam acreditando nas mentiras que eles próprios inventam.

 

Pesquisa e conhecimento X desconhecimento (do governo)

Soa um tanto patético quando Guedes diz que há maior eficiência no ensino superior brasileiro privado.

As universidades públicas são responsáveis por mais de 90% da produção científica brasileira, de acordo com dados da base Web of Science. Entre as 50 universidades que mais produzem pesquisa no país, nada menos do que 46 são públicas. Os professores das universidades estaduais e federais se dedicam não apenas a dar aulas, mas participam de projetos de pesquisa e de extensão, com relevante impacto econômico e social.

É uma questão de não apenas reproduzir o conhecimento voltado a um interesse particular (como é a regra da iniciativa privada), mas de criá-lo, compartilhá-lo e aproximá-lo da sociedade, retornando o investimento que a própria sociedade faz nas universidades públicas.

Se dependesse apenas da iniciativa privada, não haveria produção significativa de conhecimento no Brasil, já que a maioria das instituições particulares não considera o setor lucrativo.

Aliás, na pandemia, foram as universidades públicas as responsáveis por importantes estudos sobre a Covid-19 (que ajudaram o poder público a tomar medidas de enfrentamento ao vírus), e por pesquisas para o desenvolvimento de vacinas e de testes rápidos para diagnóstico da doença, como tem feito a própria UFPR.

Em diversos outros aspectos, há também evidente destaque das universidades públicas. Por exemplo, a parcela de universidades públicas com nota máxima no Índice Geral de Cursos (IGC), um dos indicadores de qualidade do MEC, é quatro vezes maior do que a parcela de instituições privadas que alcançaram esse patamar.

No último Ranking Universitário do jornal Folha de São Paulo, entre as 20 melhores universidades do país, nada menos que 18 eram públicas, quando são avaliados critérios gerais das instituições. Entre as 10 mais bem colocadas, todas são públicas (a UFPR ocupa a oitava posição).

Em sua constrangedora fala, Paulo Guedes confessou que seu desejo é o de simplesmente acabar com universidades públicas no Brasil, manter apenas instituições privadas e dar uma espécie de “voucher” para a população poder custear o ensino superior, o que significaria abrir mão de quase toda a produção científica do país, da excelência de ensino das universidades federais.

Não parecer ser apenas coincidência que a irmã do ministro, Elizabeth Guedes, seja presidente da Associação Nacional de Universidades Privadas (Anup), entidade que representa monopólios educacionais no país, de olho em um potencial mercado “consumidor” formado por milhões de estudantes (só nas federais são mais de 2 milhões).

 

Retórica extremista

Frente a todas os contrassensos do ministro, é cristalino como o atual governo, independente da área de atuação, tem compromisso com a retórica do ódio em relação aos serviços públicos e desdenha do acesso à educação de qualidade.

O ministro, em vez de formular políticas para tirar o país do abismo que ele mesmo ajudou a criar, gasta tempo com discursos para agradar apoiadores extremistas que precisam ser alimentandos constantemente para manter apoio ao governo de Jair Bolsonaro.

Paulo Guedes deveria também dedicar parte de seu tempo para tentar retirar recursos constitucionais da educação (desde que assumiu o ministério da Economia, em 2019, o orçamento de custeio das universidades federais já diminuiu 25%).

Deveria estar preocupado com a profunda crise econômica que assola o país, deixa mais de 14,5 milhões de desempregados e corrói drasticamente o poder de compra dos brasileiros que, em meio à pandemia, ainda veem o preço de produtos básicos como alimentos e combustíveis dispararem.

Paulo Guedes já chamou servidores públicos de “parasitas”, criticou empregadas domésticas que viajavam de avião e, agora, quis deixar claro que o ensino superior não é lugar para “filhos de porteiros”, para citar apenas algumas de suas recentes manifestações públicas execráveis.

A retórica de ódio desse que é considerado um dos principais pilares da atual equipe de ministros, é uma evidência de que o governo Bolsonaro não se importa com a população, não valoriza a educação pública e não tem compromisso com a garantia de sua qualidade e atendimento universal dos serviços públicos.

A APUFPR não irá se calar diante de ofensas infundadas e que só contribuem para o clima de permanente perseguição e descrédito das universidades públicas. A educação de qualidade e a ciência salvam vidas e devem ser valorizadas, principalmente por aqueles que comandam a nação.

A única coisa que Paulo Guedes acertou até agora foi a sua antecipação da catástrofe, quando disse que “se fizermos muita besteira, dólar vai a R$ 5”. Pois é, o dólar já superou esse patamar há mais de um ano….

 

 

Fonte: APUFPR

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6 de maio de 2021

A nova diretoria da APUFPR toma posse nesta sexta-feira (7 de maio) a partir das 19h30. O evento será online e os docentes poderão participar pelo aplicativo Zoom, neste link: https://zoom.us/j/98012801913

A cerimônia será transmitida também pelo Facebook e pelo canal de Youtube da APUFPR.

Eleita com 58,5% dos votos na eleição do último dia 29 de abril, a gestão Unidade, Democracia e Luta assume a diretoria da APUFPR para o biênio 2021-2023.

Passado o processo eleitoral, agora é hora de toda a categoria docente se unir para enfrentar as ameaças que já pairam sobre as universidades públicas e sobre os servidores.

 

Posse nova diretoria APUFPR

Gestão 2021/2023 – Unidade, Democracia e Luta

Sexta-feira (7 de maio), às 19h30

Participação: Zoom, pelo link https://zoom.us/j/98012801913

 Transmissão também pelo Facebook e pelo canal de Youtube

 

 

Fonte: APUFPR

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5 de maio de 2021

Pense na seguinte situação: um comerciante é eleito vereador na sua cidade. No meio do mandato, há a oportunidade desse vereador aprovar um projeto de lei que, por “coincidência”, irá beneficiar o ramo de atuação do seu comércio.

Sabendo que o mandato é temporário e que um dia ele irá voltar para sua atividade comercial, o novo vereador força a aprovação desse projeto.  Mesmo sem bons argumentos, muita gente influente concorda com a sua aprovação.

Passados os quatro anos de mandato, o agora ex-vereador está de volta ao seu ramo de atuação comercial e pode aproveitar, já que seus negócios foram favorecidos pela legislação. Agora ele ganhará muito dinheiro.

Nessa situação hipotética, foi possível ver como interesses particulares e interesses públicos foram confundidos.

Esta prática está presente no Governo Federal e, aliás, parece ser uma das principais motivações do ministro da Economia, Paulo Guedes, que causa prejuízos milionários para o Estado brasileiro e trata o setor público como balcão de negócios da iniciativa privada.

Como veio do sistema financeiro (foi banqueiro por mais de 25 anos), Guedes representa os interesses do mercado financeiro, e quer usar o tempo que tem no governo para destinar o máximo possível de recursos para a própria área de atuação.

Por isso, todas suas metas (privatizações, propostas de emenda constitucional e outras medidas econômicas) sempre têm como pano de fundo destinar mais recursos para o pagamento da tal “dívida pública” (nunca auditada, que consome quase metade o orçamento do governo e, mesmo assim, não para de crescer).

A regra é: diminuir o Estado, privatizar e usar o dinheiro das privatizações para pagar as dívidas com bancos, para onde Paulo Guedes provavelmente voltará após o governo Bolsonaro.

 

Um banqueiro no balcão de negócios

 

Paulo Guedes é um dos sócios-fundadores do banco BTG-Pactual (guarde essa informação). Sem acumular nenhuma experiência no setor público, foi convidado para assumir o “superministério” da Economia de Jair Bolsonaro, ainda antes da eleição, em um movimento do futuro presidente para conquistar apoio do mercado.

Acontece que, com essa nomeação, Guedes também ganhou poder para beneficiar seus interesses e de aliados. Vejamos um exemplo.

Em julho de 2020, o Banco do Brasil fez a primeira transação de sua história que envolveu créditos de fora de seus conglomerados. Na ocasião, o banco estatal vendeu uma carteira de créditos para um outro banco, mas por um valor bem menor do que valia.

A carteira era avaliada em cerca de R$ 2,9 bilhões, mas foi vendida por pouco mais de R$ 300 milhões, ou seja, o Banco do Brasil fez um péssimo negócio pois deixou de arrecadar uma parte considerável com a venda. Mas, para o banco comprador, a transação foi maravilhosa.

E quem era o banco comprador? Sim, o BTG-Pactual, aquele fundado por Paulo Guedes, onde trabalham muitos de seus amigos e para onde o próprio Paulo Guedes provavelmente vai voltar depois de ser ministro de Bolsonaro.

“Negócio da China”? Que nada. Negócio do Brasil de Bolsonaro.

 

Ao final, é sempre dinheiro

Mesmo que o exemplo acima possa ser algo pontual, é importante lembrar que o que guia o discurso e as ações econômicas do ministro da Economia é a redução do tamanho do Estado brasileiro.

Sem o setor público são abertas alternativas para o setor privado atuar, por meio das privatizações e das terceirizações. O papel de Paulo Guedes, como representante dos interesses do mercado, é garantir que os empresários tenham controle do máximo de serviços que antes eram tocados pelo governo.

Com isso, além de garantir uma “boquinha” para os amigos, o ministro pode continuar com o discurso de reduzir a “dívida” brasileira, que nada mais é do que pagamento de juros altíssimos (e sem controle) a banqueiros e agentes do mercado financeiro.

Essa dívida é paga, justamente, com a liquidação do patrimônio público por meio de vendas ao setor privado que, como vimos no exemplo, é cheia de conflitos de interesse e operada com valores abaixo do mercado.

A mesma lógica está presente nos principais projetos do governo para alterar a Constituição. A Reforma da Previdência e a PEC Emergencial (já aprovadas), assim como a Reforma Administrativa, a PEC dos Fundos e a PEC do Pacto Federativo têm esse fator em comum: aumentar os repasses de recursos públicos para o sistema financeiro.

No fim, isso explica por que Paulo Guedes parece aquele samba de uma nota só.

 

Fonte: É Público, é para todos (a APUFPR apoia esta campanha)

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4 de maio de 2021

A APUFPR lamenta o falecimento do professor Eduíno Sbardelini Filho, aposentado do Departamento de Psicologia (DEPSI) da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Ele tinha 76 anos e faleceu em decorrência de complicações da Covid-19 no último sábado (1).

Eduino foi professor da UFPR entre 1982 e 2004, da Universidade Tuiuti do Paraná e também teve importante atuação no Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR), instituição que presidiu ainda nos anos 1980.

O professor deixa a esposa Elizabeth Brunini Sbardelini, também docente aposentada do DEPSI, três filhos e seis netos.

A APUFPR presta os mais sinceros sentimentos e solidariedade a seus familiares, amigos, colegas de profissão e ex-alunos e alunas.

 

 

Fonte: APUFPR

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4 de maio de 2021

No último sábado (1º de maio) a APUFPR esteve presente ao lado das principais Centrais Sindicais do Paraná em carreata pelas ruas de Curitiba para uma comemoração diferente no Dia do Trabalhador.

Respeitando as medidas de distanciamento, o ato levantou as bandeiras de defesa da Democracia, a volta do pagamento de auxílio emergencial de R$ 600, a vacinação em massa e medidas efetivas de isolamento social.

Em um país onde a pandemia de Covid-19 segue descontrolada e a fome e o desemprego passam a fazer parte da realidade de cada vez mais brasileiros, são necessárias ações mais responsáveis por parte dos governos.

Durante todo o ato, também foram arrecadados alimentos e itens de higiene, que serão doados pelas Centrais Sindicais na campanha Maio Solidário.

 

Assista ao vídeo e confira a galeria de fotos da carreata de 1º de maio em Curitiba.

 


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