Categoria: Notícias

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18 de junho de 2021

Os últimos anos ficarão marcados para sempre na história das universidades públicas do Brasil.

Para o bem ou para o mal, nós e nossos contemporâneos seremos lembrados porque vivenciamos um momento ímpar, em que o ensino superior público esteve sob as maiores ameaças de sua história, quer no âmbito “simbólico”, apunhalado por discursos de ódio e pelo negacionismo científico daqueles que nos governam e dos séquitos que os seguem, quer no campo estrutural, com seguidas políticas de sucateamento e cortes orçamentários que colocam essas instituições a um passo de fecharem as portas (literalmente).

O ponto é que, o que se coloca como a “luta” do momento, isto é, combater esses descalabros e defender a sobrevivência da universidade, à sua maneira, também reflete a interpretação desses nossos tempos.

É evidente que denunciar cortes e perseguições, discutir a recomposição orçamentária das instituições ou a realização de concursos públicos é parte essencial desse processo. Mas, a partir do momento que a luta se resume a esta linha, estamos limitando o tratamento à universidade como algo menor, como uma instituição que aceita manobras e tenta apenas conter danos.

Esse é o primeiro passo, porque se trata de uma situação de exceção. Mas não pode ser o único.

O contexto

Antes de entendermos o que deve constituir a luta, é preciso compreender as condições sobre as quais as políticas de desmonte das universidades públicas acontecem.

É preciso enxergar isso não como uma atitude isolada, parte de uma crise financeira, de um jogo de “contingenciamento” ou “descontingenciamento” (esses eufemismos cuja estética linguística representam a cara do governo atual), ou de uma escolha econômica (afinal, cortes orçamentários não são novidade), mas como mais um dos sintomas de um projeto degenerado de poder, que tem a crueldade como uma de suas bases mais sólidas.

Um projeto de poder que coloca em prática a transformação do sentido e do significado da universidade pública.

Um projeto que dispensa a capacidade e do potencial crítico das universidades para sociedade e que abre caminho para que prevaleçam os interesses particulares de setores mesquinhos e egoístas da sociedade.

O dilema

Neste contexto, o dilema que se coloca é: pelo que lutar?

A luta deve ser para a reflexão sobre o papel da universidade. Afinal, trata-se de uma instituição que pode produzir conhecimento crítico em relação a qualquer outra instituição ou a qualquer setor da sociedade.

Por isso, é preciso ir além. Não só reivindicar o fim dos cortes orçamentário ou a retomada da valorização das carreiras docentes, mas reafirmar o papel da universidade pública, longe das amarras do mercado, longe dos interesses particulares, e tendo como principal objetivo a análise crítica da sociedade e a construção de teorias sociais que efetivamente desenvolvam nosso país e sejam capazes de ajudar a superar as nossas contradições.

E apesar de todas as violências, tanto as “oficiais” como as dos setores extremistas que apoiam o projeto do governo, os professores universitários possuem inserção real na sociedade e suas vozes permanecem relevantes.

E são justamente essas vozes, dotadas de rigor científico, que poderão abrir caminho em meio às trevas que se avizinham cada vez mais sobre nosso país. Cada um em sua área, mas todas e todos com plenas condições de interferir na realidade.

Como dissemos no começo desse texto, seremos lembrados porque vivenciamos este momento ímpar. Isso nos leva ao passo seguinte: qual marca levaremos pelo que fizemos para mudar essa realidade?

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17 de junho de 2021

ServidoresNaMãodosPerversos

🙋‍♂️ Servidores públicos são responsáveis pelo funcionamento do Estado.

🙇‍♂️ Mesmo não sendo responsáveis pelos problemas criados por governantes, levam a culpa pela má gestão de políticos.

🏃‍♂ Apesar disso, servidores seguem atendendo a população com máximo esforço, inclusive durante a pandemia, enfrentando condições precárias, congelamentos salariais, assédio moral crescente e campanhas permanentes de difamação.

👉 Em vez de se espelhar em países mais desenvolvidos, que investem muito mais no serviço público para atender as necessidades da população, o governo brasileiro vai na contramão.

☝️ Com a Reforma Administrativa (PEC 32/2020), servidores perderão a estabilidade e ficarão fragilizados diante da prática de crimes como corrupção, rachadinhas, assédio moral e sexual, ofensas e vários tipos de pressões para que atendam aos interesses inescrupulosos de governantes corruptos.

Viverão sob o domínio do medo.

❗ Mas isso também será péssimo para os brasileiros, sobretudo aqueles em situação mais vulnerável, já que os serviços públicos ficarão cada vez mais escassos, e os direitos cada vez mais distantes.

📢 Por isso, é preciso barrar a PEC 32/2020, e defender o Estado que trabalha para o povo, como ele deve ser!

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ReformaAdministrativaNão

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16 de junho de 2021

A APUFPR informa que enviou na última terça-feira (15), por e-mail, os boletos referentes aos planos de saúde conveniados. O vencimento está programado para o dia 23 de junho.

Para aqueles que optaram pelo débito automático, o débito irá ocorrer na próxima sexta-feira (18).
Importante: se a mensagem não estiver na sua caixa de entrada, verifique sua caixa de spam.

Se precisar de mais informações, pode falar conosco.

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15 de junho de 2021
Na foto, a vice-presidente da APUFPR, Andréa Stinghen, sendo vacinada

A vacinação dos profissionais da UFPR contra o novo Coronavírus começou.
A partir de hoje (dia 15) a cidade de Curitiba inicia a imunização de todos os profissionais do ensino superior das redes pública e privada que tenham completado 50 anos ou mais.

O calendário de vacinação para as demais faixas-etárias deve ser divulgado em breve pela Prefeitura, que até agora já recebeu 15.346 doses de imunizantes destinados aos profissionais de ensino superior.

Como ser vacinado?

Para ser vacinado, os professores da UFPR precisarão apresentar uma declaração emitida pela universidade. Este documento pode ser emitido pelo sistema SEI e deverá ser assinado pelas direções de setor, superintendências ou vice-direções.

Esta declaração é válida somente para os profissionais que residem em Curitiba. Além de imprimi-la, os professores devem se dirigir aos pontos de vacinação portando documento com foto, RG, CPF, comprovante de residência e comprovante de vínculo ativo com a UFPR (que pode ser carteira funcional; crachá institucional ou contracheque atualizado) que pode ser baixado no aplicativo SouGov ou obtido via SIGEPE.

Para agilizar o atendimento, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Curitiba também orienta que seja feito o cadastro na plataforma Saúde Já pelo site, ou baixando o aplicativo Saúde Já no celular.

A vacinação será realizada em 16 pontos da cidade (a lista completa está no final do texto), das 8h às 17h. O “Pavilhão da Cura”, no Parque Barigui, NÃO é um desses pontos, porque o espaço está dedicado à vacinação de profissionais da segurança e da saúde.
Quem está em regime de afastamento só pode ter acesso à declaração se o retorno ao trabalho estiver previsto para este ano.

Emissão de declaração pelo Setor

Os diretores de Setor deverão seguir o seguinte passo a passo para emitir a declaração:
1- Criar o processo público no SEI do tipo VACINA DA PREFEITURA DE CURITIBA – COVID-19
2- No processo, adicionar o documento VACINA DA PREFEITURA – COVID
3- Preencher com o nome, CPF e categoria dos servidores subordinados, de acordo com lista enviada pela PROGEPE. Deverá ser criado um documento para cada servidor.

Técnicos-administrativos também já podem se vacinar

Além dos professores, a partir de hoje, a vacinação contempla técnicos administrativos e funcionários terceirizados vinculados à UFPR, também respeitando o limite de idade de pelo menos 50 anos completos.
Trabalhadores vinculados à Funpar vão receber a orientação e a documentação direto da Fundação.

Pontos de vacinação (das 8h às 17h)

1 – US Ouvidor Pardinho
Rua 24 de Maio, 807 – Praça Ouvidor Pardinho

2 – Centro de Referência, esportes e atividade física
Rua Augusto de Mari, 2.150 – Guaíra

3 – US Salvador Allende
Rua Celeste Tortato Gabardo, 1.712 – Sítio Cercado

4 – US Parigot de Souza
Rua João Eloy de Souza, 111 – Sítio Cercado

5 – US Vila Diana
Rua René Descartes, 537 – Abranches

6 – Centro de Esporte e Lazer Avelino Vieira
Rua Guilherme Ihlenfeldt, 233 – Bacacheri

7 – US Jardim Paranaense
Rua Pedro Nabosne, 57 – Alto Boqueirão

8 – US Visitação
Rua Dr. Bley Zornig, 3136 – Boqueirão

9 – US Camargo
Rua Pedro Violani, 364 – Cajuru

10 – US Uberaba
Rua Cap. Leônidas Marques, 1392 – Uberaba

11 – Clube da Gente CIC
Rua Hilda Cadilhe de Oliveira

12 – US Vila Feliz
Rua Pedro Gusso, 866 – Novo Mundo

13 – US Aurora
Rua Theofhilo Mansur, 500 – Novo Mundo

14 – US Pinheiros
Rua Joanna Emma Dalpozzo Zardo, 370 – Santa Felicidade

15 – Rua da Cidadania do Tatuquara
Rua Olivardo Konoroski Bueno, s/n

16 – Rua da Cidadania do Fazendinha
Rua Carlos Klemtz, 1.700

Mais informações podem ser consultadas neste link da Prefeitura.

 

Fonte: APUFPR

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15 de junho de 2021

ReformaContraConstituição
❌ A Reforma Administrativa (PEC 32/2020) não vai melhorar o serviço público no país.

Prova disso é que diversas de suas propostas irão acabar com princípios constitucionais básicos.
O Governo pretende ⤵

➡ Contratar pessoal sem concurso público (e sem limites)

➡ Acabar com a estabilidade dos servidores, para assediá-los e demiti-los com facilidade

➡ Eliminar órgãos da administração pública (como universidades, FUNAI e outros que desagradarem a presidente) sem autorização prévia do Poder Legislativo

A Reforma Administrativa acaba com esses princípios da Constituição Federal para destruir o Estado.

🚨 A destruição será tão grande que os estragos serão sentidos por gerações. Isso não pode acontecer!

Ajude a espalhar essa mensagem: o serviço público é para todos!

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ReformaAdministrativaNão

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15 de junho de 2021

Restabelecidos os efeitos da tutela antecipada na Ação Civil Pública proposta pela APUFPR para fins de manutenção dos adicionais de insalubridade e periculosidade durante o trabalho remoto exercido pelos docentes em razão da pandemia do COVID-19.

A referida liminar havia perdido seus efeitos em razão da sentença de primeiro grau improcedente, contudo, o jurídico da APUFPR recorreu e o Tribunal Regional Federal da 4ª Região tendo o Egrégio Tribunal dado provimento ao pedido de tutela recursal com o consequente restabelecimento dos efeitos da tutela.

Os docentes, portanto, voltarão a receber os referidos adicionais durante o exercício do trabalho remoto. Insta salientar que o recurso ainda será objeto de análise do referido Tribunal.

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11 de junho de 2021

Ato19deJunhoUnificadoApós dos grandes atos do dia 29 de maio, que reuniram centenas de milhares de brasileiros em todas as capitais e centenas de cidades do país, uma nova manifestação contra as barbáries do governo de Jair Bolsonaro está programada para o dia 19 de junho em todo o país.

Em Curitiba, o ato terá concentração na Praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da UFPR, a partir das 15h. E, novamente, serão respeitados todos os cuidados sanitários, com uso de máscaras, álcool 70% e distanciamento.

Apesar de ainda enfrentarmos uma pandemia descontrolada, as movimentações de rua seguem acontecendo porque uma parcela cada vez maior da população vem entendendo que o governo se tornou mais perigoso do que o próprio vírus, afinal, estudos já mostraram que a imensa maioria das quase 500 mil mortes por Covid-19 decorreram de ações institucionais deliberadas do próprio presidente.

Além do protesto contra as atrocidades cometidas pelo Governo Federal na condução da pandemia, também estarão na pauta cortes na educação e a Reforma Administrativa, além da luta pela vacinação em massa de toda a população e o pagamento de auxílio emergencial digno de, no mínimo, R$ 600.

As barbáries

O Presidente da República não é só o principal responsável pela extensão e o agravamento da pandemia no Brasil, mas também pela crise econômica que deixa um rastro recorde de mais de 14,5 milhões de desempregados e de mais de 40 milhões de brasileiros vivendo na extrema pobreza (outro recorde histórico).

Além de incapaz de conduzir o país, o governo dá mostras em seus discursos e atitudes que está compromissado apenas com a agenda das elites econômicas, de retirada de direitos, de incentivo à violência policial, de ataques à soberania nacional e aos demais poderes e do aparelhamento ideológico das instituições.

O próprio presidente e membros do governo estimulam e participam de atos de grupos extremistas, que saem às ruas pedindo “intervenção militar” e o “fechamento do STF”.

Reação

É o momento de reagir. E de fazer mais do que “notas de repúdio”, ou manifestações nas redes sociais.

É preciso fazer uma pressão efetiva no atual Governo, porque vivemos à beira do abismo, da barbárie.

A população brasileira está cada vez mais insatisfeita com um governo que se recusou dezenas de vezes a comprar vacinas, que minimizou a gravidade da pandemia, que deixou desamparados milhões de brasileiros sem um auxílio emergencial digno e que segue promovendo cortes nos orçamentos das universidades federais.

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10 de junho de 2021

Reforma_Assedio

😰 O governo de Jair Bolsonaro bate todos os recordes de assédio aos servidores públicos.

Por meio de regras administrativas ou declarações públicas, são constantes as ameaças, perseguições e constrangimentos contra profissionais que estão simplesmente tentando cumprir com suas funções.
📌 Em 2019 e 2020, foram 709 denúncias.

Se a Reforma Apdministrativa (PEC 32/2020) for aprovada, isso só vai piorar⤵

🤐 Ela acabará com a estabilidade dos servidores para impedi-los de denunciar os abusos de governantes e de políticos.

Com isso, casos de corrupção, rachadinhas e funcionários-fantasmas, por exemplo, serão ampliados, e toda a sociedade será prejudicada.

✊ Precisamos barrar a Reforma Administrativa, e valorizar o serviço público: ele sim é para todos!
#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ReformaAdministrativaNão

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10 de junho de 2021

Seminário Centralidade do Sistema da Dívida_APUFPRÉ hora de virar o jogo. Partindo dessa ideia, a ONG “Auditoria Cidadã da Dívida” irá promover o seminário nacional virtual “Centralidade do Sistema da Dívida no Modelo Econômico que Amarra o Brasil e a Urgência da Auditoria Integral com Participação Social”.

A APUFPR convida todos os docentes a participarem do evento, que irá ocorrer sempre às sextas-feiras, de 11 de junho a 9 de julho, em dois horários: a partir das 9h e a partir das 19h. Os painéis serão transmitidos pelo canal do Youtube da Auditoria Cidadã da Dívida.

A programação completa está no final do texto, e também pode ser consultada aqui.
O seminário é gratuito e, para se inscrever, é preciso preencher este formulário eletrônico. Para os inscritos, haverá distribuição de certificados de participação, além de sugestões de leitura sobre o tema.

Sistema da dívida

O objetivo do seminário é discutir o trabalho da ONG Auditoria Cidadã da Dívida ao longo dos últimos 20 anos, e explicar ao público como o chamado “sistema da dívida” no Brasil funciona e é utilizado como justificativa para reformas que retiram direito dos trabalhadores, privatizações e cortes nos investimentos públicos, que atrasam o desenvolvimento do país.

Com isso, o evento reforça a necessidade de realizar auditoria integral da chamada dívida pública, com ampla participação da sociedade, impulsionando a mudança em direção a um modelo econômico que garanta vida digna para todas as pessoas e respeite o meio ambiente.

Seminário “Centralidade do Sistema da Dívida no Modelo Econômico que Amarra o Brasil e a Urgência da Auditoria Integral com Participação Social”
Confira a programação aqui.
Inscrições neste link aqui.


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