Categoria: Notícias

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9 de dezembro de 2020

As doações para a campanha Natal Sem Fome, realizada pela ONG Ação Cidadania podem ser feitas até o dia 18 de dezembro.

A ação, que conta com apoio da APUFPR, tem o objetivo de construir um Natal mais solidário e garantir que o máximo possível de pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar tenha o que comer.

As doações em cestas básicas poderão ser feitas nas quartas-feiras, das 9h às 18h, e nas sextas-feiras, das 13h às 18h, na sede da APUFPR, na Rua Doutor Alcides Vieira Arcoverde, 1193, no bairro Jardim das Américas, em Curitiba.

 

Já as doações em dinheiro, de quaisquer valores, deverão ser depositadas na seguinte conta:

Banco do Brasil

3262-X

C/C 10886-3

CNPJ 76.709.096/0001-23

 

Associação dos Professores da UFPR

Em seguida, envie o seu comprovante para o e-mail gerencia@apufpr.org.br ou pelo WhatsApp (41) 99503-7963 (ao final da campanha informaremos o número de cestas doadas, bem como valor de recursos arrecadado).

 

A campanha

A ONG Ação Cidadania foi fundada em 1993 pelo sociólogo Hebert de Souza, conhecido também como Betinho (1937-1997). Desde 1994, é realizada o Natal Sem Fome, que é a maior campanha de combate à fome da América Latina e já ajudou mais de 20 milhões de brasileiros espalhados de Norte à Sul do país, com mais de 32 milhões de kg de alimentos arrecadados.

De acordo com o IBGE, quase de 85 milhões de pessoas vivem no Brasil em situação de insegurança alimentar, em diversos graus. O Brasil havia saído do Mapa da Fome da ONU em 2014, mas voltou a constar em 2020.

Mais da metade das famílias brasileiras que vivem sob essas condições são chefiadas por mulheres. Além disso, os lares que são liderados por mulheres e negros sofrem mais com a fome e a miséria.

Em tempos tão difíceis, precisamos ampliar nossos laços de solidariedade. Contribuir para a garantia da segurança alimentar dos brasileiros é um passo importante nessa direção.

Por isso, a APUFPR apoia essa iniciativa, para que o Natal de milhões de brasileiros seja marcado pela esperança.

 

Ajude-nos a ampliar essa ação e contribua!

 

Fonte: APUFPR

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7 de dezembro de 2020
Foto: Facebook de Carol Datora

A Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (APUFPR) repudia as ofensas racistas e a ameaça de morte feita contra Carol Dartora (PT), vereadora eleita em Curitiba e que será a primeira parlamentar negra na história da capital paranaense.

Carol, que recebeu a terceira maior votação na cidade (8.874 mil votos), divulgou neste domingo (6), em suas redes sociais, que sofreu ameaça de morte após as eleições.

A APUFPR considera inaceitável que uma pessoa – ainda hoje – seja julgada pela cor da sua pele e que, por conta disso, seja ameaçada de morte, atacada com infâmias morais e injúrias raciais.

É um crime que mostra também o quanto parte de nossa sociedade ainda está longe de alcançar patamares civilizatórios mínimos.

O caso de Carol não é o único no país e revela um quadro preocupante. Enquanto políticos e governantes negam a existência do racismo estrutural (como faz o presidente da República, Jair Bolsonaro, e seu vice, Hamilton Mourão, ou mesmo o prefeito de Curitiba, Rafael Greca) vereadores e prefeitos eleitos em diversas regiões sofreram injúrias e ameaças de morte.

Assim, a APUFPR se une aos vários movimentos de apoio à vereadora eleita Carol Dartora e repudia os ataques racistas, manifesta solidariedade e o desejo de que cumpra seu mandato, outorgado pelas urnas, recebendo da população o devido respeito.

 

Fonte: APUFPR

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7 de dezembro de 2020

Uma ação judicial movida pela APUFPR proibiu os Conselhos Profissionais de Biblioteconomia, Odontologia, Psicologia, Biomedicina, Contabilidade e Enfermagem de exigir o registro profissional e cobrar taxas dos professores da UFPR que estiverem em regime de Dedicação Exclusiva (DE). Essas entidades também foram condenadas a devolver esses valores cobrados de forma irregular, com as devidas correções de juros e de mora.

Se algum professor pagou algum valor indevido a esses Conselhos Profissionais a partir de 7 de março de 2001, mesmo tendo feito baixa no registro, deverá entrar em contato com a assessoria jurídica da APUFPR para que possamos tomar as medidas necessárias.

Da mesma forma, se algum docente esteve vinculado aos respectivos Conselhos a partir daquela data, mas trabalhou em regime de DE e continuou pagando a anuidade, também deve procurar o sindicato.

Para ambos os casos, será preciso que o docente tenha em mãos o documento de cobrança e o comprovante de pagamento. Desta forma, o nosso departamento jurídico confirmará a possibilidade de devolução dos valores por meio de Ação Coletiva.

A APUFPR não pretende desaconselhar a participação do docente junto ao seu Conselho Profissional, muito pelo contrário. O nosso papel é, apenas, exercer a defesa dos direitos dos docentes ao impedir que algum Conselho imponha a exigência de registro profissional para o exercício da docência.

 

 

Fonte: Apufpr

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4 de dezembro de 2020

📣A proposta de Reforma Administrativa enviada pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional mantém privilégios de poucos, retira direitos de muitos e abre espaço para perseguição de servidores.

⚠ Os servidores públicos vivem uma onda de práticas de assédio moral na gestão federal. Em ministérios, universidades e outras instituições vinculadas à administração do governo, os casos explodiram em relação aos governos anteriores, tendo como alavanca as perseguições políticas.

Confira como o Assédio Moral se agravará com a Reforma Administrativa nesse vídeo. 👇

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3 de dezembro de 2020

Estamos encerrando as atividades de 2020: um ano particularmente difícil não só pelos desafios da Educação, mas por todo o contexto gerado pela pandemia. Estivemos longe uns dos outros, mas nos mantivemos unidos.

Nós, da APUFPR, desejamos um fim de ano de paz a todos vocês, com saúde, alegria e muito descanso.

Sim: são desejos comuns à época. Mas, eles nunca fizeram tanto sentido quanto agora!

Por isso, aproveitem bastante!

 

Férias coletivas, plantões e retorno

A APUFPR estará em férias coletivas entre 23 de dezembro (quarta-feira) e 10 de janeiro (domingo).

Teremos plantões nos dias 9 de dezembro (quarta-feira) e 16 de dezembro (quarta-feira).

Voltaremos às atividades em 11 de janeiro (segunda-feira), no mesmo horário.

 

Cartões

Você já retirou seu cartão da Unimed? Já verificou a data de vencimento?

Aproveite que teremos plantões nas próximas quartas-feiras (dias 9 e 16 de dezembro) e venha deixar tudo em dia para o próximo ano.

Sempre enviamos e-mails aos docentes avisando que já podem retirar seus cartões. Mesmo assim, ainda há muitos cartões por aqui, de meses anteriores.

Será que um deles é o seu? Venha confirmar!

Ah, e dê uma conferida na caixa de spam do seu e-mail, pode ser que nossas mensagens estejam caindo lá.

Feliz Natal e um próspero 2021, com muita força para lutar em defesa da Educação!

 

Expediente final de ano | Férias coletivas

Último dia de atividades: 22 de dezembro (terça-feira)

Plantões para cartões Unimed: quartas-feiras, dias 9 e 16 de dezembro

Retorno das atividades: 11 de janeiro (segunda-feira)

 

Fonte: APUFPR

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2 de dezembro de 2020

O Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta quarta-feira (2), uma portaria determinando que instituições federais de ensino superior retomassem as aulas presenciais a partir de 4 de janeiro de 2021. Segundo o documento, as instituições deveriam adotar um “protocolo de biossegurança” (sem especificar o que seria) contra a propagação do novo Coronavírus (causador da Covid-19).

Em meio a um novo e acelerado surto da pandemia, o Governo Federal, mais uma vez, demonstrou a insensibilidade com que trata a vida dos brasileiros, pressionando as instituições a adotar uma medida que aumentaria, ainda mais, o número de infectados e de mortes no país.

A APUFPR já estava preparando medidas em relação à determinação do governo, mas, diante da imediata reação da comunidade acadêmica brasileira e de grande parte da sociedade, o MEC revogou a portaria no começo da tarde.

 

Intenções duvidosas

Retomar as aulas em um momento como o atual é mais uma prova de que o governo age com uma irresponsabilidade quase genocida e sem qualquer apreço pela segurança dos brasileiros.

É difícil entender as motivações por trás de medidas como essa.

Fazer com que as universidades federais retomassem suas atividades ajudaria, inclusive, a criar um ambiente favorável para que as instituições privadas agissem da mesma forma, agradando os controladores do ensino privado, que estariam compelidos a fazer o mesmo.

Nossa posição é clara: as vidas devem estar acima de tudo e não hesitaremos em tomar todas as medidas que estiverem ao alcance da APUFPR, caso o governo volte a colocar a vida da comunidade universitária em risco.

E mesmo que o MEC tenha recuado, precisamos manter a mobilização, pressionando pelas redes sociais oficiais (MEC, página do Governo Federal e afins) e debatendo e comentando as notícias publicadas pelos veículos de mídia tradicionais etc.

O resultado de hoje comprovou mais uma vez que a pressão social funciona e é a melhor forma de enfrentar o autoritarismo do governo.

 

Anti-ciência e contra a vida. Por quê?

O Governo Federal segue a passos firmes em sua luta constante e quase obstinada contra a ciência, ignorando todas as orientações que poderiam ter ajudado o Brasil a enfrentar a pandemia com menos infectados e menos mortes. Em vez de informar, desorienta, como fez o presidente da República, Jair Bolsonaro, inúmeras vezes ao propagandear medicamentos que não têm comprovação científica em sua eficácia.

Em nenhum momento deste triste período, em que mais de 173 mil brasileiros morreram por causa da pandemia, o governo deu qualquer mostra de apreço pela vida. Não tomou praticamente nenhuma atitude para proteger a população. Mal utilizou os recursos que tinha à disposição. Um recente relatório da Câmara dos Deputados, com dados até o dia 20 de novembro, mostrou que apenas 4,6% do dinheiro destinado ao combate à pandemia foi efetivamente gasto. Se um total de R$ 338,2 milhões autorizado a gastar, o valor utilizado para o enfrentamento da COVID não chegou a R$ 16 milhões.

Ao que parece, o governo torce pelo vírus, e não pelos brasileiros.

 

O mau exemplo de Curitiba

A Prefeitura de Curitiba adotou medida semelhante e teve resultados catastróficos. Dois dias após o primeiro turno da eleição, a prefeitura da capital liberou as aulas presenciais nas escolas particulares, o que, somado a outras questões, fez com que a cidade saísse de aproximadamente 3,5 mil casos ativos, no início de novembro, para mais de 13 mil casos ativos no final do mesmo mês. Esse é o maior número de casos ativos registrados ao longo do ano. O recorde anterior era de cerca de 8 mil casos.

 

Alerta permanente

Não há dúvida de que o governo não vai parar por aí. Portanto, vamos nos manter vigilantes e prontos para agir sempre que o governo apresentar medidas autoritárias, que ferem a autonomia universitária e, principalmente, que não priorizam a vida dos docentes e de toda a comunidade acadêmica.

 

Fonte: APUFPR

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1 de dezembro de 2020
⚠ Com bastante frequência, o governo tem demonstrado distanciamento dos princípios democráticos mais básicos.
👉Uma de suas propostas mais autoritárias até agora está incluída na chamada Reforma Administrativa, um projeto que tem como objetivo principal destruir os serviços públicos.
🖐Isso mesmo. Em um de seus trechos mais perversos, a Reforma Administrativa do governo Bolsonaro daria poderes ao presidente da República para extinguir órgãos públicos com uma canetada. 😰

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30 de novembro de 2020

É com satisfação que a APUFPR anuncia que está participando da campanha Natal Sem Fome, em apoio à ONG Ação Cidadania. Até o dia 18 de dezembro, receberemos doações em cestas básicas ou em dinheiro (que será usado para aquisição de cestas comercializadas pelo MST) para construir um Natal mais solidário e garantir que o máximo possível de pessoas, em situação de vulnerabilidade alimentar, tenha o que comer.

As doações em cestas básicas poderão ser feitas nas quartas-feiras, das 9h às 18h, e nas sextas-feiras, das 13h às 18h, na sede da APUFPR, na Rua Doutor Alcides Vieira Arcoverde, 1193, no bairro Jardim das Américas, em Curitiba.

As doações em dinheiro, de quaisquer valores, deverão ser depositadas na seguinte conta:

  • Banco do Brasil
  • 3262-X
  • C/C 10886-3
  • CNPJ 76.709.096/0001-23
  • Associação dos Professores da UFPR

Em seguida, envie o seu comprovante para o e-mail gerencia@apufpr.org.br ou pelo WhatsApp (41) 99503-7963 (ao final da campanha informaremos o número de cestas doadas bem como valor de recursos arrecadado).

 

A campanha

A ONG Ação Cidadania foi fundada em 1993 pelo sociólogo Hebert de Souza, conhecido também como Betinho (1937-1997). Desde 1994, é realizada o Natal Sem Fome, que é a maior campanha de combate à fome da América Latina e já ajudou mais de 20 milhões de brasileiros espalhados de Norte à Sul do país, com mais de 32 milhões de kg de alimentos arrecadados.

De acordo com o IBGE, mais de 80 milhões de pessoas vivem no Brasil em situação de insegurança alimentar, em diversos graus. Mais da metade das famílias brasileiras que vivem sob essas condições são chefiadas por mulheres. Além disso, os lares que são liderados por mulheres e negros sofrem mais com a fome e a miséria.

Apesar dos inegáveis avanços desde os anos 2000, a crise econômica que se arrasta desde 2015 e a pandemia de Covid-19 fizeram uma parte da população retornar à extrema pobreza e o Brasil voltar a constar no Mapa da Fome da ONU (o país havia saído em 2014). Estima-se que perto de 15 milhões de brasileiros passem por essa situação.

Garantir a segurança alimentar dos brasileiros é o mínimo que deveríamos fazer enquanto sociedade. Por isso, a APUFPR apoia e participa dessa iniciativa, para que o Natal de milhões de brasileiros seja um dia de paz, esperança e sem fome.

Ajude-nos a ampliar essa ação e contribua!

 

Fonte: APUFPR


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