Categoria: Notícias

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12 de maio de 2022

O ANDES-SN divulgou, na sexta-feira (6), a publicação “A Luta Sindical a partir das Greves do ANDES-SN ao Longo da História”. O material apresenta uma linha do tempo das greves da categoria docente, organizada no Sindicato Nacional, nas Instituições Federais de Ensino, a partir de 1980.

Produzida com base em documento elaborado pela Seção Sindical dos Docentes do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Sindcefet-MG SSind.), a cartilha traz ainda explicações sobre o direito de greve no serviço público e razões para aderir à greve com o conjunto dos trabalhadores e das trabalhadoras do serviço público, indicada para 23 de maio.

“Nossos salários estão congelados, muito defasados, em um contexto de inflação galopante; Nossa carreira corre o risco de ser extinta e o serviço público privatizado; o processo de intervenção nas Ifes segue em curso; os cortes orçamentários no financiamento das Ifes e do sistema de Ciência e Tecnologia foram aprofundados” são algumas das razões apontadas.

Confira aqui a publicação “A Luta Sindical a partir das Greves do ANDES-SN ao Longo da História”

Rodada de Assembleias
A reunião do Setor das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), realizada em Brasília (DF) no dia 22 de abril, pautou a construção da greve nacional unificada das servidoras e dos servidores públicos federais (SPF) e indicou a realização de uma rodada de assembleias gerais, nas seções sindicais, até o dia 17 de maio para deliberar sobre a construção de greve unificada, com deflagração para o dia 23 de maio. A próxima reunião do Setor das Ifes está prevista para o dia 18 de maio e avaliará o resultado das assembleias locais.

 

Fonte: Andes-SN

 

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12 de maio de 2022

 

⚠ A Constituição brasileira estabelece como um dos deveres de empregadores (privados e públicos) a garantia de condições dignas de trabalho a seus funcionários.

👀 É de responsabilidade dos empregadores proporcionar um ambiente que não gere riscos à saúde física ou psicológica dos trabalhadores e nem os exponha a riscos de acidentes.

Esse seria o cenário ideal.

💲Mas há casos em que os riscos são inerentes à função e, por isso, não podem ser evitados por completo. Para situações como essas foi criado o adicional de insalubridade.

🧐 Na prática, é uma compensação para quem precisa se expor a riscos frequentes no ambiente laboral. Por isso, lutamos para que ele seja concedido aos professores que têm direito.

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11 de maio de 2022

Ministro da Economia da gestão de Jair Bolsonaro, o ultraliberal Paulo Guedes lidera as “reformas” privatizantes e destruidoras de direitos propostas pelo Governo Federal, chegando a ofender os servidores públicos concursados, chamados de “parasitas”. Só que quem lucrou com a destruição do Brasil foi ele mesmo. 🤔

💰 Reportagens do final de 2021 revelaram que, enquanto ofendia trabalhadores responsáveis pelas políticas públicas oferecidas à população, Paulo Guedes tinha milhões de dólares em paraísos fiscais fora do Brasil.

💵 Mais do que isso: com seus investimentos feitos em dólar, o ministro lucrou cada vez que o dólar subiu por aqui (inclusive quando ele mesmo falou coisas que deixaram nosso país em situação vexatória no exterior).

E como ele contribuiu para o fracasso da economia brasileira (que ele deveria comandar), ele também lucrou (já que o preço do dólar nunca foi tão alto). 🤡

🤫 É o clássico caso da raposa cuidando do galinheiro: mesma premissa da Reforma Administrativa (PEC 32/2020), defendida por Guedes e Bolsonaro, que tem como objetivos facilitar ainda mais para que aproveitadores, oportunistas e corruptos se aproveitem daquilo que é do povo brasileiro.

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ServiçoPúblicoéExcelência

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10 de maio de 2022

A ASUFEPAR E APUFPR convidam para a exibição do documentário Festribal, produzido pelo estudante indígena de jornalismo, Robson Delgado.

Será na próxima quinta-feira, dia 12/05/22, às 19h, na sede da Associação dos Professores da UFPR, rua Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1193 – Jardim das Américas.

O Festival dos Povos Indígenas do Alto Rio Negro mais conhecido como Festribal, é tema principal do documentário “Festribal: Do dabucuri nasceu seu ritmo”.

O documentário de 1h tem o objetivo de contar que a festa reúne originalidade, cultura, dança, beleza e representatividade das etnias que ali residem.

Venha conhecer mais sobre a cultura indígena!

Serviço:

Exibição do Documentário Festribal – 1h de duração

Local: Associação dos Professores da UFPR – APUFPR

Dia: 12/05/22 – Quinta-feira

Hora: 19h

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10 de maio de 2022

Adicional de insalubridade questao saude

👷‍♂️ Assinada pelo Brasil e diversos outros países, a Convenção 155 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) prevê a implementação de políticas de saúde e trabalho nos países signatários, assim como medidas por parte de empresas para garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores.

👩‍⚕️ Também a Organização Mundial de Saúde (OMS) tem explícito entre seus mandados o reconhecimento de que a saúde pública está completamente conectada com o exercício do trabalho.

🧐 Além de garantir condições de trabalho dignas para os trabalhadores, os empregadores têm, de acordo com a legislação brasileira, que recompensar os profissionais que trabalham expostos a condições de risco pela natureza de sua função laboral.

📢 O adicional de insalubridade é um direito e precisa ser respeitado.

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6 de maio de 2022

Sem Cultura, não há economia, não há riqueza, não há arte, não há felicidade. Sem Cultura, não há vida humana. Por isto mesmo, a Lei Aldir Blanc é tão importante para o povo brasileiro. Afinal, somos um povo da Cultura. E quando tratamos da Lei Aldir Blanc no campo da História, da Memória, das Bibliotecas Públicas, do Livro e da Leitura, enfim, da Educação, aí a importância dessa Lei fica maior ainda.
A despeito da sua relevância, o Governo Federal ataca novamente a cultura e o setor cultural ao vetar essa Lei que garante o fomento direto, descentralizado e permanente ao setor cultural brasileiro a partir de 2023. O presidente da República publicou nesta quinta-feira no Diário Oficial da União o veto integral à Lei Aldir Blanc 2 (PL 1518/2021). O projeto, de autoria dos Deputados Federais Jandira Feghali, Alice Portugal e Renildo Calheiros, já havia sido aprovado pela Câmara e pelo Senado com ampla margem de apoio.
O veto foi, simbolicamente, assinado de forma sórdida exatamente no dia 04 de maio, quando se completaram 2 anos da morte do compositor Aldir Blanc, vítima da Covid-19, que se tornou o patrono da Lei que garantiu auxílio e fomento emergencial ao setor da cultura durante a pandemia.
Na justificativa do veto, o governo federal afirma que “a proposição contraria o interesse público ao retirar a autonomia do Poder Executivo federal em relação à aplicação dos recursos (…) e isso possibilitaria que os entes federativos gerissem os recursos do Fundo Nacional de Cultura por meio de editais, chamadas públicas, entre outros instrumentos, o que impactaria no pacto federativo e causaria insegurança jurídica”.
A justificativa ignora e desconsidera a exitosa implementação da Lei Aldir Blanc nos anos de 2020 e 2021, quando os 26 estados brasileiros, o Distrito Federal e mais de 4.500 municípios receberam e aplicaram os recursos oriundos da Lei, que chegaram na ponta beneficiando fazedores e fazedoras de todo o país. Ela é na verdade mais um instrumento para que a sociedade brasileira e em particular nossos artistas, produtores, cineastas, sejam tratados com a dignidade que merecem e assim possam contribuir com a sua arte e o seu encantamento para o desenvolvimento do nosso povo.
Com esta Lei pretende-se atingir, todos aqueles que de forma anônima e muitas vezes silenciosa proporcionam o prazer da leitura, da produção do livro, da contação de histórias e da pesquisa e da nossa memória. Aqueles que foram os primeiros a paralisarem suas atividades na pandemia e que estão sendo os últimos a retornarem.
Baseada na experiência exitosa da Lei Aldir Blanc, o projeto prevê a criação, a partir de 2023, da Política Nacional Aldir Blanc de fomento ao setor cultural, com aporte anual R$ 3 bilhões para execução descentralizada por estados e municípios, estruturando e dando corpo ao funcionamento do Sistema Nacional de Cultura no Brasil.
A essa luta se soma a derrubada do veto da Lei Paulo Gustavo, PLP 73/2021, que prevê a utilização de recursos existentes no Fundo Nacional de Cultura (FNC), na ordem de R$ 3,86 bilhões, para fomento direto ao setor cultural brasileiro, a serem executados ainda em 2022.
A APUFPR se soma à esperança do setor econômico da cultura de que o Congresso Nacional, do mesmo modo que aprovou a Lei Aldir Blanc no período emergencial terá a sensibilidade de derrubar esses vetos absurdos e restituir ao povo brasileiro e ao setor da cultura aquilo que lhe é de direito: o acesso à cultura de forma livre, diversa, plural e democrática.

A Diretoria da APUFPR

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5 de maio de 2022
Foto: Museu do Amanhã (Divulgação)

Fundada em 1916 com a missão de fomentar e divulgar a produção científica no país, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) tem agora, pela primeira vez, uma mulher como presidente: é a bióloga e biomédica Helena Bonciani Nader, que tomou possem em 4 de maio.

Em suas palavras, sua chegada à presidência da entidade centenária é “uma vitória da mulher brasileira” e um incentivo, principalmente, para as jovens que desejam se tornar cientistas.

A cerimônia de posse foi realizada no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, e contou com a presença de diversas personalidades do mundo científico e político.

Antes de ser eleita presidente, Helena Nader, que é professora titular do Departamento de Bioquímica da Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) já era vice-presidente da ABC desde 2019, na gestão que era presidida pelo físico Luiz Davidovich. É também presidente de honra (desde 2017) da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), da qual foi presidente entre 2011 e 2017.

Seu mandato na presidência da entidade irá até 2025, período em que pretende estimular novas políticas e ações que sigam fomentando a representatividade e a quebra de preconceitos na ciência, além de fortalecer a educação como instrumento de mudança social. “Transformar a sociedade brasileira para ser uma sociedade mais justa, dando o primeiro ponto de luta, a educação. Sem educação não tem ciência, sem ciência não tem tecnologia, sem tecnologia não tem inovação”, disse ela em uma entrevista poucos dias antes de sua posse.

A diretoria da APUFPR parabeniza a nova presidente da ABC por este marco histórico da luta por igualdade de gênero dentro da ciência brasileira.

 

Fonte: APUFPR

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5 de maio de 2022

 

⚖ O adicional de insalubridade é um direito dos trabalhadores garantido pela Constituição Federal, inscrito na carta magna brasileira como um direito social, orientado pela dignidade da pessoa humana.

⚠ Ele existe porque muitas atividades profissionais apresentam risco intrínsecos que não podem ser totalmente evitados. Assim o adicional é uma compensação e foi formulado como parte da construção dos direitos sociais proposta pela Constituição, na promoção de dignidade e pela igualdade nas relações sociais.

👷‍♂️ Entre as atividades de risco, estão muitas que são realizadas em universidades públicas, especialmente em laboratórios.

Por isso, a APUFPR está em campanha para garantir o adicional de insalubridade a todos os docentes que têm direito.

 

 

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4 de maio de 2022

Marcando a volta dos encontros presenciais, os docentes aposentados da APUFPR se reuniram em 26 de abril, no auditório da APUFPR, para debater as pautas dos professores e as ações da diretoria do sindicato. A tarde contou também com uma aprofundada palestra sobre Inteligência Artificial e Covid-19.

A apresentação, intitulada “Como a Inteligência Artificial e a Bioinformática podem ser usadas para compreender a evolução da epidemia de Covid-19 no Brasil”, foi feita pelo professor Roberto Tadeu Raittz, do Setor de Educação Profissional e Tecnológica e do programa de pós-graduação em Bioinformática da UFPR.

 

Tecnologia e análise de dados sobre Covid-19

A questão central do debate promovido pelo professor Roberto Tadeu foi explicar como as tecnologias de Inteligência Artificial se situam na crise global gerada pela pandemia de Covid-19.

Raittz há muitos anos participa de uma parceria interdisciplinar entre seu departamento com o de Bioquímica, a partir da qual foi criada um núcleo de bioinformática.

Com a Inteligência Artificial, os pesquisadores podem criar modelos tecnológicos que ajudem a tratar a quantidade praticamente infinita de dados produzidos atualmente na área da saúde e em outros campos, de forma a ter uma utilização prática e científica dessas informações.

“A Inteligência Artificial colabora muito, pois há uma infinidade de dados que a inteligência humana não tem condições de tratar. A tecnologia proporciona agilidade para trabalhar com um volume grande de dados”, explicou o professor.

Especificamente em relação à pandemia, são dois anos de intenso trabalho científico em inúmeras áreas ao redor do planeta, com milhares de pesquisadores envolvidos em uma produção gigantesca de dados e análises.

Como explicou Raittz, a Inteligência Artificial permitiu, por exemplo, a análise de milhões de genomas e raios-x de tórax no contexto da pandemia, além de mineração de textos, uma forma de revisão muito rápida de toda a literatura produzida em determinado tema ou campo científico.

Essas ferramentas puderam ser empregadas, posteriormente, em diagnósticos, predição e análise de variantes, além de terem colaborado no processo de produção de vacinas por meio da análise de sequências de proteínas.

 

Outras demandas

Depois da palestra e do rico debate entre os presentes, houve tempo ainda para outros temas, incluindo ações da diretoria da APUFPR e uma conversa sobre a importância da participação dos aposentados na construção coletiva da pauta interna de reivindicações dos professores.

Num cenário em que há assembleias previstas exatamente para aprofundar este ponto, é importante ouvir e incorporar as demandas dos professores aposentados na construção das lutas da categoria.

 

Fonte: APUFPR

 

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3 de maio de 2022

Paulinho presidente da APUFPR esteve em FozDia de mobilização e também de memória das lutas e conquistas dos trabalhadores, o 1º de maio é celebrado em diversos países do mundo. No último domingo, a data foi marcada por uma manifestação que contou com a presença de trabalhadores brasileiros, argentinos e paraguaios em Foz do Iguaçu.

A APUFPR esteve presente, representada pelo presidente Paulinho Vieira, para somar forças com diversas outras categorias dos três países.

As entidades sindicais e movimentos sociais envolvidos na organização da manifestação enfatizaram a importância do internacionalismo e da solidariedade entre a classe trabalhadora, independentemente de fronteiras e governos.

Essa mobilização na Tríplice Fronteira teve um caráter duplamente simbólico, porque marcou um momento de retomada das lutas populares no nosso continente, depois de um breve período caracterizado pelo avanço do projeto neoliberal e, posteriormente, de movimentos extremistas nessa região; e também porque pode ter sido (provavelmente) o último ato do Dia dos Trabalhadores durante o regime de Jair Bolsonaro.

Como parte da mobilização, foi organizado também um Seminário Internacional sobre a Situação da Classe Trabalhadora na América Latina, realizado no dia 30 de abril.

 

Fonte: APUFPR


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