Categoria: Notícias

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13 de dezembro de 2019

Estamos encerrando um ciclo de trabalho intenso pelos direitos dos docentes, em um ano marcado pela defesa incansável da educação pública e da UFPR.

A APUFPR-SSind agradece a todos que se somaram às mobilizações e fortaleceram o trabalho do sindicato por mais um ano. Que 2020 seja repleto de novas conquistas e avanços em direção a uma sociedade mais justa, com pleno acesso de todos à educação!

 

 

Fonte: APUF-PR

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12 de dezembro de 2019

No dia 19 de dezembro de 2019, a Universidade Federal do Paraná (UFPR), primeira universidade do Brasil, completa 107 anos. Trata-se de uma grande oportunidade para reconhecer o papel fundamental da instituição para o estado do Paraná e para o Brasil.

A comemoração, no entanto, se dá em um momento delicado não só para a UFPR, mas para toda a educação superior pública do país. O ano de 2019 foi um dos períodos mais turbulentos para aqueles que se dedicam cotidianamente para garantir a excelência das universidades federais.

Logo no início do governo Bolsonaro, os cortes de 30% no orçamento das instituições federais de ensino superior (Ifes) geraram um clima de incerteza e insegurança entre a comunidade acadêmica. Estudantes, técnicos e docentes tomaram as ruas em grandes mobilizações contrárias a esse desmando, revertido posteriormente graças à pressão política e ao apoio da população às universidades.

Semanas depois, o governo divulgou o seu plano para as universidades federais, expresso no Future-se. O programa, que cede a administração das instituições à iniciativa privada por meio de Organizações Sociais (OS), representa a diluição da função pública da educação superior. O objetivo é claro: fazer com que elas sirvam mais a interesses particulares e menos à população. A resistência ao programa deve seguir forte em 2020.

Na ciência, os retrocessos ficaram por conta do corte indiscriminado de bolsas de pesquisa. Milhares de mestrandos e doutorandos tiveram suas bolsas suspensas de maneira desumana, afetando diretamente projetos de pesquisa fundamentais para a sociedade brasileira. Capes e CNPQ foram duramente atingidas, com reflexos em toda a cadeia de produção científica brasileira.

Com o Decreto 9.991/2019, o governo Bolsonaro criou uma série de restrições ao afastamento de servidores para a qualificação acadêmica. Em médio e longo prazo, a medida deve atingir frontalmente a excelência das universidades federais, responsáveis por mais de 95% de toda a pesquisa científica desenvolvida no país.

Como pano de fundo de todos os retrocessos, setores políticos descompromissados com a democracia e com a educação protagonizaram uma vergonhosa campanha de difamação contra as universidades. A maior “autoridade” da Educação no país, o ministro Abraham Weintraub, foi um dos maiores disseminadores de ataques e mentiras sobre as instituições e os docentes. Não por acaso, está sendo processado por inúmeras entidades.

Diante de tantos retrocessos, a celebração de mais um ano de existência da UFPR deve se dar em tom de luta e resistência. Em nome dos docentes, a APUFPR reafirma que seguirá atuando cotidianamente para proteger a UFPR e preservar o caráter público, gratuito e democrático das universidades federais brasileiras.

Sessão pública do Conselho Universitário celebra aniversário da UFPR

O Conselho Universitário (Coun) da UFPR realizou ontem (11), uma sessão pública no Teatro da Reitoria para celebrar os 107 anos de existência da UFPR. O evento reuniu a comunidade acadêmica, egressos e admiradores da instituição para uma série de atividades em homenagem à universidade mais antiga do Brasil.

Fonte: APUFPR

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11 de dezembro de 2019

Depois de um 2019 repleto de brindes, petiscos e música boa, o Bar Doce Bar entrará em férias.

Devido ao período de festas de fim de ano, a APUFPR informa que as confraternizações do Bar Doce Bar, tradicional ponto de encontro dos docentes da UFPR, funcionará até a quinta-feira do dia 12 de dezembro.

Em 2019, o Bar Doce Bar foi reinaugurado depois de um período fechado para melhorias e, em 2020, pode apostar que o evento continuará marcando as noites de quinta-feira de docentes, familiares e amigos.

Nos vemos no ano que vem!

Fonte: APUFPR

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9 de dezembro de 2019

Sabe aquela dúvida sobre legislação que você não sabe a quem perguntar?

Ou aquelas situações constrangedoras que você não tem certeza se são algum tipo de assédio moral?

E aqueles direitos que você, talvez, nem saiba que existam?

É por isso que a APUFPR disponibiliza atendimento jurídico a todo docente que precisa de apoio na área trabalhista. Dezenas de ações judiciais já foram propostas em nome da categoria e a sua pode ser mais uma, caso suas seguranças profissional e emocional estejam comprometidas no ambiente de trabalho.

Não se sinta acuado. Ainda que seja somente para esclarecimento, procure o atendimento jurídico da APUFPR:

Atendimento jurídico

Terças-feiras: das 10h às 11h30

Quartas-feiras: das 15h às 16h30

Agendamento: juridico@apufpr.org.br | (41) 3151-9107

Valor: gratuito

Local: sede da APUFPR | Rua Doutor Alcides Vieira Arcoverde, 1193 – Jardim das Américas

Professor e professora da UFPR: contem sempre conosco. O sindicato está aqui para te defender!

Fonte: APUFPR

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9 de dezembro de 2019

Na última quinta-feira (5), a APUFPR denunciou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, no Ministério Público Federal do Paraná (MPF) do Paraná por improbidade administrativa, solicitando também o seu afastamento do cargo.

A motivação da denúncia e do pedido para que ele seja obrigado a deixar o cargo foi uma declaração feita pelo ministro à TV Jornal da Cidade Online, quando afirmou que “tem plantações extensivas de maconha nas Universidades Federais” e “coisas piores com laboratórios de química desenvolvendo droga sintética de metanfetamina”.

A retórica adotada por Weintraub desde o início de sua gestão é parte da estratégia da campanha difamatória protagonizada por membros do governo Bolsonaro contra as universidades federais, eleitas como alvos prioritários de estigmatização e desinformação por parte de setores políticos nitidamente descompromissados com aspectos básicos da democracia.

Na denúncia, a APUFPR alega que o ministro Weintraub feriu de forma flagrante as prerrogativas constitucionais de seu cargo, agindo de forma incompatível com a dignidade e o decoro que o posto exige.

No pedido, o sindicato argumenta, ainda, que as denúncias infundadas do ministro ferem a Lei de Improbidade Administrativa, que define como atentado aos princípios da Administração Pública os atos que violem os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições.

Por fim, a entidade exige a instauração de inquérito civil para apurar o crime de responsabilidade de Weintraub e solicita a caracterização de dano moral coletivo cometido contra servidores, professores, estudantes e as próprias universidades federais brasileiras.

Além disso, requer que o ministro seja afastado do cargo, seja proibido de exercer funções públicas por cinco anos e fique responsável pela indenização integral do dano moral coletivo gerado pelas suas declarações irresponsáveis.

A postura do ministro, além de inaceitável ao cargo de tamanha responsabilidade, tem se tornado perigosa para a sociedade, porque estimula a violência moral contra docentes estudantes e técnicos das universidades públicas, que facilmente pode se tornar violência física. Ao reforçar o clima de hostilidade, ajuda a ampliar a escalada de ódio que tende a gerar consequências consideravelmente graves. Basta lembrar que, apenas neste ano, diversos casos de ameaças de bombas ou atentados contra universidades públicas têm assustado as comunidades (inclusive a da UFPR, em abril).

Diariamente, a página da APUFPR no Facebook é alvo de discursos de ódio que reproduzem as ilações enganosas do ministro. Isso prova que, por mais que sejam mentirosas suas afirmações, elas estão encontrando eco em uma parcela da sociedade que não se envergonha em atacar a educação pública.

A APUFPR não se esquivará da prerrogativa de defender a imagem dos docentes e, por consequência, a da universidade que eles constroem diariamente.

No pano de fundo de declarações tão infundadas, irresponsáveis e graves, está um projeto de desmantelamento do caráter público das instituições.

Estigmatização e precarização caminham juntas. Resistir a essas declarações significa, em grande medida, combater o projeto político que elas representam.

Fonte: APUFPR

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9 de dezembro de 2019

Eleito na última Conferência da Cidade de Curitiba para o cargo de Conselheiro Titular do Conselho Municipal da Cidade de Curitiba (Concitiba), o professor aposentado do Departamento de Economia da UFPR Lafaiete Neves passará a contribuir, nesse espaço institucional, para o desenvolvimento de políticas de mobilidade do município.

Lafaiete foi eleito para o cargo junto com o engenheiro Luiz Calhau, que representará o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR).

O docente participará diretamente da construção do Plano Setorial de Mobilidade de Curitiba para o ano de 2020, um instrumento fundamental para garantir que o transporte da capital paranaense seja mais inclusivo, seguro e acessível.

Lafaiete Neves já foi presidente da APUFPR em duas oportunidades e membro de outras diretorias.

 Fonte: APUFPR

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5 de dezembro de 2019

A Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (APUFPR) solidariza-se integralmente com a luta dos servidores públicos do Estado, que ocuparam a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) contra as medidas do governador Ratinho Junior, que pretende aplicar na aposentadoria do funcionalismo praticamente projeto semelhante ao aplicado pelo presidente Jair Bolsonaro no funcionalismo federal.

O governo do Estado quer alterar os artigos 35 e 129 da Constituição do Estado, aumentando a alíquota na contribuição dos servidores, de 11% para 14%, e alterando o estabelecimento de idade mínima para se aposentar: 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres.

Mostrando, mais uma vez, o alinhamento com o Governo Federal, o governador deixa claro que não poupará esforços para desmantelar os direitos dos servidores.

A APUFPR também repudia os atos de violência cometidos contra os servidores, que exerciam o direito de livre manifestação. O Paraná viveu em 2015 um de seus momentos mais trágicos com o massacre do Centro Cívico, quando centenas de pessoas foram férias pela truculência policial a mando do governo. Ao que parece, aquele fatídico dia não serviu de lição para uma parcela dos políticos locais.

Fonte: APUFPR

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3 de dezembro de 2019

Dizem que no “vinho está a verdade”… significa dizer que no Curso de Vinho da APUFPR está a busca pela verdade? Pode ser…

Exageros à parte, o fato é que a 3ª edição do Curso de Vinho promovido pela associação fez, mais uma vez, sucesso.

Nesta última edição de 2019, teve gente que gostou tanto das outras edições que repetiu, literalmente, a dose.

Para a APUFPR, promover atividades que tragam “descarrego” em relação ao dia a dia pesado dos docentes é relaxante. “Nós, da associação, procuramos sempre o melhor para os filiados; e eles estão respondendo participando da nossa atividade”, explica o diretor cultural, Carlos Gontarski.

E para consolidar essa atividade e trazer uma sensação de conforto aos que ainda não tiveram oportunidade de degustar um bom vinho ao lado de quem entende, fiquem tranquilos, ano que vem tem mais!

O projeto da APUFPR vai transbordar ainda mais conhecimento em 2020. Principalmente porque a professora de enogastronomia e consultora de enologia, Sandra Zottis, se comprometeu que vai preparar novas atividades.

Apesar do Curso ser voltado para iniciantes, taça vai taça vem e o participante tem informações sobre a história do vinho; quais uvas são importantes; como armazenar a bebida; os principais rótulos; a temperatura ideal; a importância das taças; algumas dicas de harmonização e as tão esperadas degustações de vinhos (espumante, branco e tinto).

De acordo com a diretora da APUFPR, Denise Maria Maia, que participou pela segunda vez da atividade, dessa vez levando uma amiga, “teve bastante novidade nessa edição, principalmente porque as pessoas fazem perguntas e outros assuntos surgem, aí a conversa toma novos rumos”.

Para quem ficou com vontade, fique atento, pois em 2019 teve até lista de espera. Então, para 2020, prepare-se! Essa é uma oportunidade para conhecer novos sabores, entender um pouco mais sobre vinho e poder brindar entre amigos.

Fonte: APUFPR

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3 de dezembro de 2019

Nesta quarta-feira (4), das 9h às 12h, no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (Alep) haverá audiência pública para debater os “Impactos da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) na Organização Curricular do Ensino Médio.

Com apoio de várias entidades, o tema chama atenção nesse momento de desmanche do Ensino Médio noturno que o governador Ratinho Jr. tenta promover.

A iniciativa é do deputado Tadeu Veneri (PT-PR). Todos estão convidados.

Compareçam para discutir este assunto tão importante para a educação pública.

SERVIÇO:

Audiência pública sobre “Impactos da BNCC na Organização Curricular do Ensino Médio”

Data: 4 de dezembro

Horário: das 9h às 12h

Local: Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep)

 

Fonte: APUFPR


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