Autor: Guilherme

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6 de outubro de 2021

Na próxima sexta-feira (8), a partir das 17h, a APUFPR realizará uma assembleia extraordinária online, que terá como pauta principal a eleição da delegação da APUFPR para o 13º Conselho do ANDES-SN (Conad) extraordinário, que será realizado nos dias 15 e 16 de outubro.

Serão eleitos um delegado e de dois observadores, que participarão da atividade também de forma online.

O Conselho terá como tema principal o debate de conjuntura e a realização e organização do congresso nacional da entidade, que está previsto para o primeiro trimestre de 2022.

 

Como funcionarão a assembleia e as votações?

A assembleia será feita com o uso da plataforma ZOOM, pelo celular ou no computador. Recomendamos fazer o download do aplicativo antecipadamente.

Os docentes deverão fazer a inscrição antecipada por este link aqui: https://us02web.zoom.us/meeting/register/tZIqf-yqpjsqHNQaezO_md1izTGNVcLKsrWe

Você receberá a confirmação por e-mail, enviado pela plataforma Zoom.

Quem não receber o link de acesso por e-mail imediatamente, deverá solicitá-la à secretaria da APUFPR pelos telefones (41) 99508-3760 e (41) 99981-7835.

Também vale dar uma verificada no LIXO ELETRÔNICO (para quem tem e-mail da UFPR) ou na caixa de SPAM (para quem tem outros e-mails, como o Gmail e Yahoo, por exemplo) para ver se a mensagem não foi parar ali.

 

Assembleia Geral Extraordinária Virtual

Primeira chamada: 17h (metade dos filiados)

Segunda chamada: 17h30 (qualquer número de presentes)

Endereço: https://us02web.zoom.us/meeting/register/tZIqf-yqpjsqHNQaezO_md1izTGNVcLKsrWe

Ordem do Dia:

1) Informes;

2) Eleição de delegado(a) e dois observadores(as) para o 13º CONAD Extraordinário.

 

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30 de agosto de 2021

 

 

A Reforma Administrativa (PEC 32/2020) é um projeto do Governo Federal criado para acabar com direitos dos servidores, reduzir o papel dos serviços públicos, entregar a gestão e os recursos para a iniciativa privada, ampliando o loteamento político dos cargos e a corrupção.

Apresentados de forma didática e ilustrativa, os conteúdos podem ser usados em redes sociais e até durante atividades acadêmicas, como forma de fomento do debate sobre o futuro das universidades públicas e da educação.

Confirma os vídeos:

 

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3 de maio de 2021

Nesta segunda-feira (3) a APUFPR participou de reunião ao lado de diversas entidades e movimentos sociais para tratar da situação de dirigentes do Sinditest-PR que pertenciam ao quadro de funcionários da Funpar e foram demitidos.

Segundo o Sinditest-PR, em audiência de conciliação no Ministério Público do Trabalho (MPT), no último dia 23 de abril, não houve acordo por parte da UFPR e da Funpar para reintegração dos representantes sindicais.

Na reunião de hoje, a APUFPR e demais representantes se mostraram solidários com a causa e se comprometeram a angariar ainda mais apoios.

 

Entenda o caso

 

As demissões dos funcionários da Funpar ocorreram enquanto acontecia uma disputa judicial que fragilizou a representação sindical da categoria. O caso só foi definido em maio de 2020, quando a 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (TRT-9) decidiu pela manutenção dos votos e da representação dos funcionários da Funpar junto ao Sinditest-PR.

Desde então, a diretoria do Sindicato vinha tentando firmar acordo para estabelecer a reintegração dos funcionários.

A APUFPR se solidariza ao Sinditest-PR, às dirigentes e aos dirigentes demitidos, e vai concentrar esforços para que as negociações avancem.

 

Fonte: APUFPR

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29 de abril de 2021
Imagem: Alep

A diretoria da APUFPR vem a público declarar seu profundo repúdio às falas proferidas pelo deputado estadual Homero Marchese (PROS), durante sessão da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) na última terça-feira (27).

Mesmo diante de quase 400 mil mortes no país pelo novo Coronavírus e da lentidão do plano nacional de imunização, o deputado debochou das proeminentes pesquisas que a Universidade Federal do Paraná vem conduzindo para desenvolver uma vacina contra a doença.

Ao comentar sobre a necessidade de investimentos em torno de R$ 50 milhões para viabilizar a produção dos imunizantes (incluindo estudos e testes), o parlamentar demonstrou conhecimento sobre produção científica do tamanho de um grão de mostarda ao afirmar que “diante das circunstâncias envolvendo o trabalho da Universidade Federal do Paraná nos últimos anos, não dá na mesma pegar esses 50 milhões de reais, cavar um buraco e enterrar?”.

Em um cenário em que mais da metade das mortes por Covid-19 no Brasil aconteceram quando já havia imunizantes disponíveis para aquisição (e cujas compras foram negadas diversas vezes pelo governo brasileiro), não há como não interpretar o termo “enterrar” como um deboche a todos aqueles que choram porque perderam alguém.

Em vez de gastar seu tempo com análises profundas como um pires a respeito das universidades, o parlamentar deveria empenhar-se para cobrar dos mandatários um maior número de vacinas para salvar a vida da população. E poderia aproveitar o momento para aprender que política de Estado se pensa também no longo prazo.

Nós entendemos o quanto isso é difícil para quem tem um horizonte curto, que salta em pequenos espaços de tempo focando apenas na quantidade de votos que conseguirá na próxima eleição.

Mas a ciência não é casuística, tampouco as crises epidemiológicas devem ser conduzidas como elementos de uma mera equação eleitoral.

Afinal, o comportamento de uma doença precisará ser permanentemente estudado e, com as constantes mutações, é provável que o vírus permaneça circulando, o que só reforça a necessidade de vacinas disponíveis no presente e no futuro.

 

Retórica extremista

 Ao escolher uma retórica muito próxima à adotada por extremistas e também pelos fiéis apoiadores do Governo Federal e de sua rede de fake news, o deputado, por descuido com as informações ou por mera verborragia para agradar uma turba permanentemente enfurecida, desfilou ataques à UFPR, dizendo que a instituição está parada e que teria “abandonado” a sociedade.

Como representante do povo e responsável pela observância e formulação das leis, o deputado poderia ter se informado um pouco mais para compreender que o regime de atividades à distância adotado pela instituição não significa que a universidade “está parada”. Muito pelo contrário. Durante toda a pandemia, a UFPR se manteve atuante no desenvolvimento de pesquisas, muitas sobre o próprio Coronavírus. Se tivesse um pouco mais de zelo pela informação conheceria, por exemplo, o desenvolvimento de testes rápidos para diagnóstico da doença (considerado um dos mais apurados do país) e o próprio estudo para elaboração de imunizantes.

Se até agora as atividades presenciais não foram retomadas, é porque vivemos, talvez, no único país do mundo onde governantes e políticos sabotam as medidas efetivas de combate à Covid-19 porque escolheram prolongar a pandemia, e não frear a crise sanitária e epidemiológica. A CPI do Genocídio está aí para investigar isso.

Por isso, não há segurança para o retorno das aulas. A prioridade da nossa comunidade tem sido, acima de tudo, proteger a vida das pessoas, não só de estudantes e professores, mas de servidores técnico-administrativos, profissionais terceirizados e, também, de toda a população.

Ao desdenhar da importância da UFPR, o deputado está agredindo a todos os docentes e pesquisadores de maneira vil. Está deslegitimando o trabalho de uma das maiores e melhores instituições de ensino superior do país.

A UFPR faz parte do grupo de 15 universidades responsáveis por nada menos do que 60% da produção científica nacional (em um país que possui 2.306 instituições de ensino superior privadas e 302 públicas). No ranking espanhol da Web Universities, divulgado no último mês de janeiro, a UFPR foi considerada a 6ª melhor universidade do país e a 11ª de toda a América Latina. No reconhecido ranking World Universities da Times Higher Education, a UFPR aparece na 22ª posição entre milhares de instituições da América Latina.

Isso prova que razões não faltam para exaltar o trabalho da comunidade da UFPR. Mesmo assim, o deputado Homero Marchese optou pela fácil retórica do ódio (muito responsável pelo abismo no qual o Brasil se encontra), e fez coro ao negacionismo que toma conta de setores radicalizados do país, desdenhando da ciência e das pesquisas de combate à Covid-19.

 

Preconceito e racismo

Além de ofender toda a comunidade acadêmica da instituição, ele ainda fez questão de agredir especificamente os professores, pesquisadores e estudantes das Ciências Humanas, ironizando o trabalho desta área que é valorizada nas instituições de ensino superior mais renomadas mundo afora, e que desempenha um papel fundamental para a compreensão dos problemas da sociedade.

Talvez o deputado considere que os votos em si são mais importantes do que a população que vota e, por isso, não compreenda o valor das Ciências Humanas.

Mas seu preconceito foi além. Marchese fez um comentário em tom racista, ao desdenhar de pesquisas que estudam o componente racial da pandemia, ignorando dados que comprovam que pretos e pardos sofrem mais com a doença no Brasil, com mais contaminações e mortes em relação às pessoas brancas. Desdenhar estudos sobre isso é debochar da morte e abraçar o racismo estrutural da nossa sociedade. É vergonhoso.

 

Interesses conflitantes

O mesmo deputado, que reclama quando a UFPR precisa de investimento público para desenvolver uma vacina que irá beneficiar toda a sociedade, não reage com a mesma dureza quando o governo estadual, a quem apoia com bastante fidelidade, concede isenção fiscal de mais de R$ 11 bilhões ao agronegócio e à grandes empresas. É 220 vezes mais do que o investimento que a UFPR precisa para produzir uma vacina própria.

Além disso, em vez de valorizar a produção científica nacional, o deputado prefere adular empresas privadas do setor, para deixar o país refém de interesses particulares e estrangeiros.

Ao mesmo tempo, é um ferrenho defensor do retorno às aulas presenciais (tema que tem tomado bastante espaço em suas redes sociais), o que, apesar do imenso risco que isso representa à população, atende às vontades dos empresários da educação.

Ou seja, há sérios conflitos de interesses nas acusações infundadas do parlamentar.

Ao fazer uma manifestação tão repleta de inverdades e preconceitos, o deputado pode até ter agitado sua militância radical, mas envergou-se a si mesmo e mal percebeu que poderia estar envergonhando a própria Alep, a “casa do povo”.

Temos a plena certeza de que a maioria das deputadas e dos deputados estaduais do Paraná não compartilham da mesma opinião, pois valorizam a nossa centenária UFPR e a imensa contribuição da nossa comunidade à educação e à ciência brasileira.

Mas nós não iremos nos calar diante de ofensas infundadas de quem não defende a ciência e a vida. Por isso, declaramos nosso veemente repúdio a qualquer manifestação que desrespeite o conhecimento produzido por nossa categoria e ironize o trabalho das universidades públicas.

Afinal, diante da irresponsabilidade de governantes e políticos, é a ciência que está salvando vidas.

 

Veja abaixo o momento em que o deputado agride a comunidade da UFPR:

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28 de abril de 2021

Considerado o pior ministro da Educação de todos os tempos, Abraham Weintraub (que deixou o cargo em junho de 2020) está sendo processado por improbidade administrativa pelo Ministério Público Federal (MPF).

O processo é um dos desdobramentos da denúncia que a atual diretoria da APUFPR fez contra o então ministro, em dezembro de 2019 (veja mais abaixo).

A acusação do MPF é que o ex-ministro atentou contra os princípios da administração pública como moralidade, honestidade e lealdade às instituições, por conta de seus ataques às universidades públicas.

Caso seja condenado, Weintraub perderá seus direitos políticos e terá que pagar multa.

Entre as inúmeras mentiras que levaram à denúncia, Weintraub, quando ainda era ministro, afirmou, sem nenhuma prova, que havia “plantações extensivas de maconha nas Universidades Federais” e “coisas piores com laboratórios de química desenvolvendo droga sintética de metanfetamina”.

Mesmo sabendo que suas afirmações eram falsas, sua retórica era usada para insuflar uma parte radicalizada da sociedade contra as instituições e, principalmente, contra os professores, seja para agradar aos empresários do ensino privado, ou para coagir a comunidade acadêmica, pouca afeita aos extremismos do governo.

Na argumentação da denúncia do MPF, as declarações de Weintraub eram “dolosamente incorretas” com o propósito de “desacreditar o serviço prestado por essas instituições de ensino”. O MPF relata, ainda, que as declarações podem prejudicar o investimento em pesquisas nas universidades e mancha a reputação das instituições.

 

Verborreia

Mesmo desconhecendo regras básicas de língua portuguesa, era com uma militância radical nas redes sociais que o então ministro ocupava boa parte do seu tempo, estimulando milícias digitais a agirem contra os professores federais.

Entre seus ataques, Weintraub cortou verbas deliberadamente das universidades sob a afirmação de que eram lugares de “balbúrdia”, colocando sob risco o funcionamento das instituições.

O ex-ministro também incentivava a perseguição a docentes e pesquisas nas universidades que contrariavam seu interesse e o do presidente Jair Bolsonaro, e dizia que professores universitários eram “zebras gordas”, que recebiam salários altos demais (outro tema que sofria severa distorção).

Esse receituário de ataques e mentiras apenas estimulava a violência contra docentes e estudantes. Por mais que as afirmações fossem mentirosas, elas eram espalhadas pelas redes sociais e convenciam uma parcela da população, que reproduzia os ataques do então ministro.

 

APUFPR pediu a demissão de Weintraub

A APUFPR fez um grande enfrentamento contra as mentiras de Weintraub e o método de terror que ele adotou para enganar a população em relação às universidades. Em dezembro de 2019 o sindicato apresentou uma denúncia ao Ministério Público Federal (MPF), e pediu seu afastamento imediato do cargo.

À época, a APUFPR argumentou que “o ministro Weintraub feriu de forma flagrante as prerrogativas constitucionais de seu cargo, agindo de forma incompatível com a dignidade e o decoro que o posto exige”.

 

Já foi condenado

 O novo processo do MPF é mais um que Weintraub irá responder por causa de sua vergonhosa passagem pelo ministério da Educação.

Por causa dessas mentiras, tanto a União como o próprio ex-ministro já foram condenados (em processos diferentes) a pagar, respectivamente, R$ 50 mil e R$ 40 mil.

 

Defesa da educação

A nova denúncia do MPF, que pode fazer Weintraub perder seus direitos políticos, é prova de que a luta da APUFPR e de tantas outras organizações não foi em vão.

Mesmo em tempos tão difíceis, fizemos e continuaremos fazendo o bom e justo combate contra todos aqueles que pretendem destruir os espaços de formulação crítica da sociedade e de liberdade de pensamento.

A APUFPR continuará defendendo os docentes e o ensino superior público do Brasil, fundamentais para o desenvolvimento da sociedade.

 

 

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19 de abril de 2021

As eleições para a nova diretoria da APUFPR estão marcadas para o dia 29 deste mês.

Uma das principais oportunidades para que os docentes filiados conheçam os projetos das chapas serão os debates oficiais.

O primeiro irá acontecer dia 20 de abril, às 19h, e será transmitido pelo Facebook e Youtube da APUFPR.

Segundo o comunicado da Comissão Eleitoral “haverá a possibilidade dos associados participarem do debate enviando perguntas até às 17h do dia do debate, pelo formulário https://forms.gle/nCGaKTZcZb9xKtE39. Serão sorteadas 2 perguntas.”

Todos os professores estão convidados para participar ativamente do processo democrático para a construção do futuro da luta da categoria.

A Comissão Eleitoral também divulgou a estrutura do debate, que você pode acessar neste link aqui

A chapa eleita estará à frente da seção sindical pelo biênio 2021-2023.

Serviço

1º Debate entre as Chapas concorrentes à Diretoria da APUFPR | Biênio 2021-2023

Data: 20/04/2021

Hora: 19 horas

Local: Redes sociais da APUFPR – Youtube e Facebook

Mediador: Professor Mário Messagi Júnior

– Haverá possibilidade dos associados participarem do debate enviando perguntas até às 17h do dia do debate, pelo formulário https://forms.gle/nCGaKTZcZb9xKtE39. Serão sorteadas 2 perguntas.

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9 de abril de 2021

Seguindo o regimento eleitoral aprovado em Assembleia Geral Extraordinária dos docentes da UFPR, criamos este espaço para hospedar conteúdos das chapas que disputam a eleição para a diretoria da APUFPR, gestão 2021 a 2023. A votação será realizada no dia 29 de abril.

Capítulo X, artigo 24: “Cada chapa terá direito a enviar um material por semana para divulgação aos sindicalizados, contendo um texto em tamanho não superior a 2.000 caracteres”.

§ 1º: “Caso a composição ultrapasse o tamanho máximo estipulado, o conteúdo será cortado do caractere 2.001 em diante, sem exceção”.

CHAPA 1 

 

CHAPA 2 

 

 

Fonte: APUFPR

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9 de abril de 2021

Há dois anos, quando tomamos posse para a gestão 2019-2021, sabíamos que nossos desafios seriam gigantes.

Se, por um lado, precisávamos reconstruir o sindicato como um espaço dos professores, que pudesse abranger a pluralidade e o diálogo, também tínhamos que enfrentar os ataques de um governo que, desde o início, já demonstrava a que vinha.

Empenhados em massacrar os professores, espalharam fake news para deturpar a visão da população sobre a realidade das universidades públicas brasileiras. Queriam, inclusive, que fôssemos filmados em sala de aula, só para nos coagir.

Ainda tentaram alterar a função das universidades públicas com o projeto Future-se, derrotado graças à coragem de toda a comunidade acadêmica.

Sem sectarismos, construímos uma rede de unidade, diálogo e resistência, junto com diversos setores, dentro e fora da universidade.

Sabemos que, em meio à pandemia, nossos instrumentos de lutas não nos permitem dar as mãos fisicamente, como fizemos nos grandes atos do Tsunami da Educação, na Universidade na Rua, no Abraço da Biológicas e em tantos outros. Mas sabemos responder aos ataques com criatividade.

Assim como você, defendemos a universidade pública, gratuita e de qualidade, cada vez mais protagonista no enfrentamento à pandemia, que já causou mais de 340 mil mortes. Perdas que nos afetam duramente e que nos causam dor.

Mas há muitas lutas para enfrentar. E precisamos fazer isso juntos.

A “granada no bolso” dos “parasitas” ainda está colocada com a Reforma Administrativa, criada para nos fragilizar, retirando a estabilidade e praticamente extinguindo o RJU.

Precisamos lutar por melhores condições de trabalho e pela recomposição do orçamento das universidades públicas, contra os cortes de bolsas e o desmonte das estruturas de pesquisa e de pós-graduação.

Lutar pela democracia e pela liberdade de cátedra. E, claro, por vacinas para todos, já!

Por isso, chamamos você a somar conosco.

 

Chapa 1 – Unidade, Democracia e Luta

Em 2020, por causa da pandemia, tivemos que direcionar nossas ações para o campo digital e, ao mesmo tempo, aumentar a articulação com outros setores da sociedade para garantir que a Democracia prevalecesse na UFPR.

Para isso construímos a consulta paritária para escolha da nova Administração ao lado do Sinditest, DCE e APG, e lutamos juntos para que a escolha da comunidade fosse respeitada.

Lutar pela Autonomia Universitária sempre foi uma das prioridades porque sabíamos que, com isso, poderíamos resistir e lutar muito mais contra o que ainda está por vir.

Em 2020, conseguimos negociar com a Administração da Universidade que a oferta de disciplinas fosse de caráter totalmente voluntário para as unidades administrativas e para o corpo docente da UFPR.

Não temos dúvida de que essa nova dinâmica do ensino remoto trouxe uma carga muito pesada para todos os trabalhadores do Brasil. Por isso, nós, da Chapa 1 – Unidade, Democracia e Luta combatemos a precarização do trabalho docente no ensino remoto e apoiamos os docentes nas situações de adoecimento físico e mental, considerando que, neste contexto de pandemia, problemas de saúde surgem e se agravam.

Além disso, iremos propor a criação de um observatório institucional que permita, no período pós-pandemia, identificar os impactos da crise sanitária na saúde física e mental e na qualidade de vida dos membros da comunidade da UFPR, garantindo acolhimento e suporte.

Neste momento, precisamos ser maduros e entender que a luta agora é muito maior. Corre na Câmara dos Deputados, em regime de urgência, o PL 5.595/2020 que obriga o retorno das atividades presenciais em escolas e universidades, mesmo durante a pandemia.

Se aprovado pelo Congresso, iria se chocar com o que diz o artigo 207 da Constituição, que trata da autonomia de gestão das instituições federais de ensino.

Além disso, o PL também proíbe que possamos fazer greve para defender nosso direito à vida.

No começo de 2021, demos início a um movimento em defesa da ciência e da vacinação em massa (Vacina é ciência. Vacina é vida) e estivemos na organização de gigantescas carreatas puxadas com essa pauta.

Continuaremos nessa luta porque sabemos que essa é a única forma retornarmos para as atividades presenciais com segurança para todos.

Vote Chapa 1 – Unidade, Democracia e Luta

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9 de abril de 2021

A chapa 2 – Autonomia e Luta, que concorre às eleições para diretoria da APUFPR-Ssind no biênio 2021-2023 é formada por jovens professores e por colegas com importante trajetória na luta pela educação pública.

Defendemos a Universidade Pública, Gratuita, Democrática, Autônoma, Laica, e de Qualidade. Seu objetivo deve ser o enriquecimento científico e cultural e a construção de uma sociedade justa e sem desigualdades sociais.

Nunca isso foi tão necessário. A crise econômico-sanitária, com responsabilidade decisiva do governo federal, resulta em milhares de mortes diárias, em aumento do desemprego, da desigualdade social e da miséria.

Os serviços públicos, fundamentais no combate às desigualdades e na proteção social, sofrem com desfinanciamento, suspensões de concursos, privatizações e intervenções autoritárias.

As Universidades Públicas, assim como os órgãos de fomento à ciência e tecnologia, sentem os efeitos dramáticos desses ataques.

Perante estes desafios, é preciso uma gestão da APUFPR-SSind presente e participativa, autônoma e comprometida com os reais interesses dos professores e da maioria da população brasileira.

Diante da incapacidade da atual diretoria da APUFPR-SSind, nos propomos a contribuir na organização dos docentes para a luta, tão necessária atualmente.

Conheça melhor nossas ideias e propostas aqui

 

Presidente: Rogério Miranda Gomes, Saúde Coletiva

Vice-presidente: Cássio Alves, Centro de Estudos do Mar

Secretário Geral: Bruno Peixoto Carvalho, Psicologia

1º Secretário: Rafael Germano Dal Molin Filho, Engenharia de Produção, Campus Jandaia do Sul

Tesoureira Geral: Sandra Mara Alessi, Enfermagem

1º Tesoureiro: Eduardo Chemas Hindi, Geologia

Diretor Administrativo: Allan Kardec de Lima, Farmácia

Diretor Cultural: Roberto G. Barbosa  Educação do Campo, Setor Litoral

Diretor de Esportes: Marco Aurélio de Mello Machado, Solos e Engenharia Agrícola

Diretora de Imprensa: Claudia Mendes Campos, Literatura e Linguística

Diretor Jurídico: Geraldo Balduino Horn, Teoria e Prática de Ensino

Diretora Social: Elizabeth Garzuze da Silva Araújo, professora aposentada, Saúde Coletiva

 

A chapa 2 – Autonomia e Luta, defende que os/as docentes possam dedicar-se ao ensino, pesquisa e extensão de modo independente aos interesses políticos e econômicos. Defendemos o regime de dedicação exclusiva (DE) para todos docentes MS e EBTT. Esse regime estabelece na prática, não somente uma composição salarial, mas um modo de expressão da carreira na efetivação da Educação, da Pesquisa e Inovações Públicas socialmente referenciadas.

A carreira que temos é diversa da que defendemos, principalmente quanto à progressão e valorização salarial. Nossa última correção foi estabelecida pela lei 13.325/2016 que junto a lei n° 12.772/2012 transformaram a carreira em uma tabela salarial, desvinculando o vencimento básico do piso. Esta tabela desvinculou o salário, dos diferentes regimes e níveis, do piso remuneratório, que deveria ser o regime de 20h para o professor com aperfeiçoamento no primeiro nível. Essa mudança provocou uma distorção nos vencimentos básicos, de modo que o valor da hora de trabalho para o regime de 20h é maior do que o de 40h.

Quanto à aposentadoria, os novos docentes já sabem que não poderão usufruir da integralidade e da paridade salarial. Se atingirem o último nível da carreira, sabem que no momento da aposentadoria terão uma redução nos vencimentos de 75%. Por outro lado, para os atuais aposentados, o fantasma da PEC 32/2020 (reforma administrativa) continua a assombrar. A aprovação desta reforma vai inviabilizar, em alguns anos, os pagamentos dos vencimentos aos aposentados pelo Regime Próprio de Previdência.

Nossas perdas salariais se acumulam há anos. De março de 2015 a março de 2021, a inflação acumulada (IPCA) foi de 36,4%, mas a tabela salarial do docente no regime DE e com doutorado teve reajustes entre 10,1% e 17,5 %. Ou seja, os/as docentes estão com os salários defasados em média 15%, a contar somente os últimos 6 anos. Em Outubro de 2018 a reivindicação da recomposição salarial dos servidores públicos foi de 25,63%. Por isso é urgente recuperar a valorização da nossa carreira docente, que pressupõe a valorização salarial.

Precisamos nos unir para defender a Educação pública e valorizar nossa carreira!

Acesse aqui a versão integral de nosso texto sobre a Carreira Docente e siga nossas redes sociais!

 

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17 de março de 2021

Integrando a série de lives sobre o lockdown em Curitiba-PR, organizadas pela APUFPR, nesta quinta-feira (18) o sindicato apresentará um debate sobre “Como estão os trabalhadores da Saúde na linha de frente contra a pandemia?”.

Para falar sobre o assunto, são convidados representantes das entidades sindicais que representam os trabalhadores da Saúde que atuam na capital paranaense: Sindicato dos Trabalhadores em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior no estado do Paraná (Sinditest-PR); Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Curitiba e Região (Sindesc-PR), e Sindicato dos Trabalhadores e Servidores Públicos Estaduais dos Serviços de Saúde e Previdência do Estado do Paraná (SindSaúde-PR) e Sindicato dos Médicos do Paraná (Simepar).

A transmissão acontece das 12h às 13h, pelo Facebook e Youtube da APUFPR.

A conversa tem o objetivo de discutir a situação dos profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate ao vírus na capital paranaense, tanto na rede pública como na rede privada. As entidades convidadas representam as trabalhadoras e os trabalhadores das três esferas (federal, estadual e municipal).

A cada dia, o Brasil bate novos recordes de infecções e mortes por Covid-19 (foram mais de 3 mil contabilizadas no dia 17).

Com o colapso na rede de atendimento à saúde da região da capital paranaense, assim como no restante do Brasil, os trabalhadores lidam com o estresse, o esgotamento, a ansiedade, a morte em quantidades muito acima dos habituais.

A falta de leitos de UTI e de equipamentos cria situações extremas, fazendo com que os médicos e enfermeiros tenham que escolher, inclusive, quem será internado.

Você já tentou dimensionar qual o impacto dessa situação na saúde mental e física desses homens e mulheres que estão há mais de um ano, sem descanso, colocando a própria vida em risco?

Estas e outras questões serão discutidas amanhã.

 

Participe e divulgue:

LIVE – Lockdown em Curitiba: Como estão os trabalhadores da Saúde na linha de frente contra a pandemia

Quando? 18/3 (quinta-feira)

Horário: 12h às 13h

Onde?

No Youtube

E no Facebook: www.facebook.com/apufpr


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