A APUFPR convoca Assembleia dos docentes da UFPR para deliberar sobre a greve do ANDES

8 de março de 2024
apufpr

No 42 Congresso do ANDES, realizado entre os dias 26 de fevereiro e 1º de março, a maioria dos delegados aprovou a proposta de construção da greve do ANDES e do setor da educação, no primeiro semestre de 2024, parte do processo de construção da greve unificada do funcionalismo público federal.
Conforme a circular enviada às seções sindicais, as assembleias deverão discutir e deliberar acerca da construção da greve, nos termos aprovados no 42º Congresso, e ainda sobre a constituição dos comitês locais de mobilização, considerados, no documento, “passo fundamental para ampliar a mobilização da categoria e construir as pautas locais com agendas e ações de mobilização, buscando a articulação com os demais trabalhadores e estudantes das universidades, institutos federais e Cefets”.
Por isso, a APUFPR está convocando uma Assembleia Geral para o dia 15, que irá debater sobre a construção de greve no setor da educação e constituir o comitê local de mobilização.
Os docentes poderão participar pela plataforma Zoom ou na sede da APUFPR em Curitiba.
Para quem optar pela participação online, é necessário fazer a inscrição pelo link https://us02web.zoom.us/meeting/register/tZUqce2qqTgvHNTnrRKQ8mzBCB4D6AqEaFk3
Após a inscrição, uma confirmação será enviada diretamente pelo Zoom para o seu e-mail com o link de acesso à reunião.
Em caso de dúvidas ou dificuldades: entre em contato pelo WhatsApp (41) 99508-3760.

Reivindicações
Dentre os motivos apontados durante o 42º Congresso do ANDES para a construção da greve, está a ausência de resposta do governo à contraproposta da bancada sindical, apresentada em 31 de janeiro, para a reposição das perdas acumuladas (7,06% em 2024, 2025 e 226). Sem isso, a estimativa é de perdas acumuladas de 22,71%, considerando apenas a inflação do governo Temer até o final do atual governo. A proposta atual do governo é reajuste de 0% em 2024, e 9% parcelados em 2025 (4,5%) e 2026 (4,5%).
Também não houve avanço na solicitação de equiparação de benefícios entre servidores e servidoras dos Três Poderes, tanto para ativos como para aposentados.
Outra reivindicação não atendida foi a realização do “revogaço” das medidas do governo Bolsonaro, que atacam servidores e os serviços públicos. Além disso, as negociações sobre a reestruturação da carreia docente também não avançaram até agora na mesa específica.

Fonte: Apufpr.


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