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19 de abril de 2022

Ensaios do Coral da APUFPR/ASUFEPAR já começaram. Saiba como participar do próximo!

Dezoito cantores se reuniram para participar do primeiro ensaio do Coral da APUFPR/ASUFEPAR, no dia 6 de abril. Sob regência do maestro Ricardo Batista, a aula inicial do grupo sobre fisiologia da voz e prática Coral.

Já na última quarta (13), data do segundo encontro, foi vez de os participantes aprenderem um pouco mais sobre trato vocal e a respiração no canto, e lapidar a música “Cósmica”, que já está ganhando forma.

Os ensaios estão sendo realizados na sede da própria Asufepar.

Entenda a proposta

A iniciativa, que acontecerá ao longo de todo o ano de 2022, tem o objetivo de fortalecer o desenvolvimento pessoal dos participantes, proporcionando a experiência de uma atividade coletiva.

 As aulas foram pensadas com finalidade aproximar a comunidade do coral. Além dos ensaios, que visam estimular uma interpretação musical que pode ser eclética, abrangendo do erudito ao popular, também estão previstas apresentações artísticas em grupo.

Participe do próximo ensaio

Os ensaios são realizados semanalmente, sempre às quartas-feiras, e têm duas horas de duração, das 19h às 21h, na sede da ASUFEPAR (R. Carlos Pradi, 18, bairro Jardim das Américas, em Curitiba).

Sócios da ASUFEPAR e docentes filiados à APUFPR são isentos de taxas. Para se inscrever, entre em contato pelo e-mail [email protected], pelo WhatsApp (41) 99503-0529 ou presencialmente em nossa sede de Curitiba (r. Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1193, bairro Jardim das Américas).

Fonte: APUFPR

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18 de abril de 2022

Nota de pesar pelo falecimento do professor Hugo Mengarelli

A diretoria da APUFPR lamenta a morte do professor e dramaturgo Hugo Mengarelli no último domingo, em Curitiba, aos 76 anos.

Argentino radicado no Brasil após se formar em Jornalismo, Mengarelli participou da criação do curso profissionalizante de Formação de Atores da UFPR, que posteriormente se tornou o atual curso de Tecnologia em Produção Cênica.

É considerado uma referência na formação cultural por diversos artistas paranaenses, especialmente na área de cinema.

Conciliou seu trabalho de professor com a criação da companhia de teatro Palavr/Ação e do Teatro Experimental Universitário (TEUNI). Mengarelli ainda apresentou o programa Cobras e Lagartos, da UFPR TV.

Como homenagem à sua trajetória e à falta que Mengarelli fará a toda comunidade da UFPR e ao cenário artístico curitibano, relembramos uma entrevista concedida à APUFPR: clique aqui para assistir.

Aos familiares e amigos, nossa solidariedade e conforto.

 

Fonte: APUFPR

 

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13 de abril de 2022

Serviços públicos estão cada vez mais abrangentes

🔙 As origens do serviço público no Brasil datam de 1808, quando a família real portuguesa fugiu da Europa e de Napoleão Bonaparte e veio gerir a metrópole a partir daqui da colônia. Sua função era administrativa, auxiliar o rei e a corte a executarem seu poder.

📜Com a República, o Estado e o funcionalismo ganharam novas funções, mas o papel do serviço público seria realmente regulamentado e definido apenas em 1988, com a aprovação da “Constituição Cidadã” – uma carta magna que prima pela busca de um Estado garantidor de direitos e redutor de desigualdades.

Até então, os cargos públicos eram ocupados principalmente por meio de indicações políticas, apadrinhamento e troca de favores, e a Constituição reverteu o quadro ao estabelecer a igualdade de oportunidade para todos, principalmente com os concursos públicos. 📃

👉 De lá para cá, políticas sociais se consolidaram e parte dos direitos previstos na Constituição avançaram em sua universalização. Mas ainda há muito por fazer, o que certamente passa pelo entendimento social da necessidade da ampliação do serviço público e da valorização de seus servidores.

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ServiçoPúblicoéExcelência

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12 de abril de 2022

Reunião do GTPCEGDS debate parentalidade e docência no dia 29

O Grupo de Trabalho Políticas de Classe para as Questões Etnicorraciais, de Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS) da APUFPR volta a se reunir, de forma virtual, no dia 29 de abril.

A reunião ocorre a partir das 9h, pela plataforma Zoom, e a inscrição pode ser realizada clicando neste link. Quem não receber o link de confirmação pode entrar em contato pelo WhatsApp (41) 98780-4845.

Entre as pautas da reunião estão as resoluções do 40º Congresso do Andes-SN, realizado em Porto Alegre, que indicam os caminhos que as lutas do movimento docente devem seguir no próximo período, e questões de parentalidade e docência.

A proposta é debater a interseccionalidade desse tema com o trabalho acadêmico, abrangendo também questões que envolvem licenças e outras situações que, muitas vezes, afetam a vida acadêmica de boa parte das mães e pais docentes e, por isso, precisam ser tratadas de forma mais equânime.

Acessibilidade

Seguindo com o compromisso de promover a acessibilidade em suas atividades, a diretoria da APUFPR pode disponibilizar um intérprete de libras. Caso seja necessário, solicite até o dia 26 de abril pelo nosso WhatsApp.

GTs

Os grupos de trabalho (GTs) são espaços onde docentes podem se somar aos debates sobre temas que considere do seu interesse, formulando análises e propostas de ação que nortearão debates do movimento docente.

A APUFPR convida a todas e a todos os docentes para que participem dos Grupos de Trabalho, se somem às discussões e colaborem para a construção das lutas coletivas.

 

Fonte: APUFPR

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12 de abril de 2022

GTSSA da APUFPR se reúne no dia 28 para debater retorno ao trabalho presencial e impactos da Covid-19

Dando prosseguimento às atividades de debate e organização da categoria docente, o Grupo de Trabalho de Seguridade Social e Assuntos de Aposentadoria (GTSSA) da APUFPR irá se reunir, de forma online, no dia 28 de abril.

A reunião ocorre a partir das 14h e será realizada pela plataforma Zoom. A inscrição pode ser feita clicando aqui. Quem não receber o link de confirmação pode entrar em contato pelo WhatsApp (41) 98780-4845.

Como pautas principais da reunião estão previstos debates sobre as resoluções do 40º Congresso do ANDES-SN, realizado em Porto Alegre entre 27 de março e 1º de abril.

No encontro, os docentes também tratarão da realização de uma pesquisa de saúde sobre os impactos da Covid-19 e o retorno às atividades presenciais.

A APUFPR convida toda a categoria a participar dos grupos de trabalho, que são espaços criados para debates e formulações de propostas para o movimento docente.

Acessibilidade

Seguindo com o compromisso de promover a acessibilidade em suas atividades, a diretoria da APUFPR pode disponibilizar um intérprete de libras. Caso seja necessário, solicite até o dia 26 de abril pelo nosso WhatsApp.

Fonte: APUFPR

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6 de abril de 2022

Serviços públicos garantem Acesso a uma vida mais digna

Ao atacar os serviços públicos, com projetos como a Reforma Administrativa (PEC 32/2020), o Governo Federal está prejudicando todo o conjunto da sociedade.

Isso porque é por meio do serviço público que o Estado garante que a população tenha acesso a serviços, políticas sociais e direitos básicos previstos na Constituição, como segurança, saúde, educação e vacinas, por exemplo.

O Estado tem, entre suas várias funções, o papel de gerir os bens públicos, criar oportunidades e reduzir as desigualdades, além de desenvolver políticas econômicas para gerar desenvolvimento, qualidade de vida e bem-estar para a população.

Tudo isso é ainda mais fundamental num país que ainda sofre com desigualdades, como o Brasil. Por isso, defender o serviço público é defender o direito de os brasileiros terem acesso a uma vida mais digna!

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ServiçoPúblicoéExcelência

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4 de abril de 2022

Projeto de artes carnavalescas e artesanato começa em abril. Confira!

O Carnaval é um espetáculo cultural e popular que está enraizado na história do Brasil. Em função disso, um dos novos projetos da APUFPR é voltado às artes carnavalescas (criar enredos e temas) e à produção artesanal (fantasias e roupas).

Com encontros a partir de abril, a iniciativa “Deixa a Arte Falar” será coordenada por João Marcelo Nunes Mariano, da Escola de Samba Deixa Falar, a partir de uma parceria da APUFPR com a Associação dos Servidores da Universidade Federal do Paraná (ASUFEPAR).

 

Como será o projeto

Os encontros serão realizados quinzenalmente a partir de abril, até o final de 2022, na sede da ASUFEPAR (r. Carlos Pradi, 18, no bairro Jardim das Américas, em Curitiba), com dia da semana a ser definido.

O intuito é proporcionar aos nossos filiados uma compreensão maior sobre a história e a representatividade de uma escola de samba, um organismo vivo que integra diversos setores sociais sem qualquer distinção. Assim, pretende-se também proporcionar o bem-estar dos participantes em um momento de lazer, e realizar a aproximação da comunidade com projetos sociais e culturais.

 

Participe

Docentes filiados à APUFPR não precisam pagar. Para fazer sua inscrição, entre em contato com a APUFPR, pelo e-mail [email protected], pelo WhatsApp (41) 99503-0529, ou presencialmente em nossa sede de Curitiba (r. Dr. Alcides Vieira Arcoverde, 1193, no bairro Jardim das Américas). A idade mínima de participação nesse projeto é 13 anos.

 

Fonte: APUFPR

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31 de março de 2022

Um brinde aos reencontros: reabertura do Bar Doce Bar da APUFPR acontece hoje (31)

Fechado ao público por dois anos em respeito aos protocolos de segurança no combate à Covid-19, anunciamos com muita felicidade a reabertura do nosso querido Bar Doce Bar a partir de hoje (31), após as 18h.

O Bar Doce Bar é um espaço que fica na sede de Curitiba. Sem nenhum fim lucrativo, o objetivo é possibilitar um momento de integração entre docentes, familiares e amigos. É claro, com boa comida, variedade em bebidas e música, principalmente depois de um dia de trabalho. Assim, o preço é também um atrativo!

Combine com seus colegas. Após todo esse tempo sem atendimento ao público, aos poucos vamos retomando as atividades coletivas! Vamos brindar aos nossos reencontros e, o mais importante, à nossa saúde e à possibilidade de estarmos juntos, de novo, celebrando a vida.

Continuaremos abrindo todas as quintas-feiras, das 18h às 24h.

Todos e todas serão muito bem-vindos!

 

Fonte: APUFPR

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31 de março de 2022

Desesperado, governo insiste na Reforma Administrativa

📜 Devido à resistência popular durante 2021, o projeto de Reforma Administrativa (PEC 32/2020), apresentado pelo governo de Jair Bolsonaro, está parado no Congresso Nacional. É tão perverso e impopular que os deputados não estão dispostos a “se queimar” para aprová-lo.

❗ Os parlamentares sabem que se votarem a favor da proposta, perderão votos nas eleições deste ano, afinal, a maior parte da população já entendeu que o projeto só causaria mais sofrimento, com a destruição dos serviços públicos.

🙄 Mesmo assim, o governo sofre pressão de setores oportunistas das “elites” que desejam se apropriar dos recursos do Estado para lucrar sobre as necessidades da população.

🤮 Por isso, em entrevista, o ministro da Economia, Paulo Guedes, apontou que o governo ainda não desistiu de aprovar a Reforma Administrativa em 2022. Por isso, a resistência em defesa dos serviços públicos precisa continuar! ✊

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ServiçoPúblicoéExcelência #PEC32Não

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30 de março de 2022

De baboseiras à corrupção: cai mais um ministro da educação

Poucos dias após o presidente Jair Bolsonaro declarar que colocaria “a cara no fogo” pela honestidade de seu ministro da Educação, Milton Ribeiro, o governo perde seu quarto (quase quinto) titular da pasta, acuado pelas denúncias de sua participação em um esquema de corrupção envolvendo verbas públicas, troca de favores e pedidos de propina em barra de ouro.

Pressionado pelo Centrão e pela bancada evangélica, que busca se desvencilhar do ministro que já foi seu aliado de primeira ordem, o Governo Federal contabiliza agora quatro ministros da Educação afastados por desvios diversos ou por pura incompetência.

Trata-se de apenas mais um exemplo não só de como o governo de Jair Bolsonaro está longe de ter “acabado com a corrupção”, como suas milícias digitais gostam de alardear, mas também de como ministérios fundamentais, como o de Saúde e o de Educação, viraram um balcão de negócios de um governo sem qualquer compromisso com o bem público.

 

Cinco ministros demitidos em menos de quatro anos

Com a demissão de Milton Ribeiro, a gestão de Bolsonaro irá para seu quinto (quase sexto) ministro da Educação. Cada um dos indicados anteriores permaneceu no cargo, em média, 296 dias, nem um ano.

Pelo ‘nível’ dos ocupantes do cargo no atual governo, fica a dúvida se a falta de qualificação é realmente o pré-requisito principal para a escolha, junto com a capacidade de falar bobagens, articular esquemas fora da lei ou qualquer coisa que fira o Estado Democrático de Direito.

O primeiro dos escolhidos por Bolsonaro foi o inexperiente e inexpressivo Ricardo Vélez Rodriguez, que ficou apenas três meses no cargo e sequer dominava a língua portuguesa (era colombiano e olavista).

Ele foi substituído pelo “economista” Abraham Weintraub (que havia saído do sistema financeiro por ‘resultados insatisfatórios, ou seja, incompetência, segundo colegas), que bateu todos os recordes de pronunciamentos absurdos e que, além de repetir a incompetência do emprego anterior, ainda fugiu do Brasil com medo de ser preso por organizar atos contra a Democracia (sua exoneração aconteceu quando ele já estava nos Estados Unidos). É considerado o pior de todos os tempos.

O quarto dos ministros da Educação de Bolsonaro durou apenas cinco dias no cargo: Carlos Alberto Decotelli teve que pedir demissão após ter sido acusado de plágio no mestrado e de mentir em seu currículo, fato que é a cara de um governo no qual a mentira é uma das principais ferramentas políticas. Ficou conhecido como “o Breve”.

Em seguida, Bolsonaro escolheu o empresário Renato Feder, que ocupava a Secretaria de Estado da Educação no governo paranaense de Ratinho Jr, onde já colecionava lambanças. Apesar de agir com truculência no Paraná, ele foi descartado pelas alas mais radicais do governo Bolsonaro. Por ter sido preterido duas vezes (seu nome havia sido aventado antes de Decotelli), é chamado de “Quase ministro” (ou, o equivalente a meio ministro).

Para completar esse time de “superstars da incompetência”, Milton Ribeiro foi o último escolhido. Credenciado por suas “conexões” com o mundo religioso, Ribeiro também buscou se aproximar do Centrão, e prometia uma gestão com menos polêmicas e desgastes midiáticos. Não foi o que aconteceu.

 

Quem fica com a chave do cofre?

No início de sua gestão, Ribeiro seguiu um caminho diferente de seus antecessores. Era quase invisível. Durante meses, parecia que o Ministério não tinha titular. Mas então começaram surgir indícios de incapacidade de gestão e de favorecimento a pessoas próximas, com cargos importantes sendo distribuídos para pessoas sem qualificação.

Quando começou a bambear, mudou a estratégia e passou a promover a agitação midiática de seus antecessores, com declarações despropositadas como a defesa do ensino superior “para poucos” e comentários que desrespeitaram estudantes com deficiência, entre muitas outras barbaridades. Além disso, corroborou o negacionismo criminoso durante a pandemia e os cortes de verba do presidente Bolsonaro, enquanto abandonou a educação nos diferentes níveis. Seu foco eram pautas como escolas cívico-militares e o homeschooling, que são “cavalos de troia” para agradar setores extremistas anti-educação.

Mesmo sem apresentar resultados positivos, mantinha-se no cargo de forma relativamente estável porque tinha apoio da primeira-dama e da ala radical do fundamentalismo religioso do governo. Mas isso durou até a divulgação, pela imprensa, de que dois pastores sem cargo oficial no Ministério definiam a agenda do ministro e também intermediavam, em troca de propinas, a destinação de recursos federais para prefeitos.

As primeiras informações do escândalo foram divulgadas quando o jornal O Estado de São Paulo revelou a atuação dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura no MEC. Participando de eventos públicos como se fossem autoridades, os religiosos intermediavam reuniões e definiam para quem eram destinados milhões de reais de dinheiro público da Educação.

Posteriormente, reportagens revelaram um áudio de Milton Ribeiro, no qual ele não só explicita sem nenhum constrangimento que privilegia “os amigos” dos pastores, como diz que agia assim por orientação direta de Jair Bolsonaro que, segundo o então ministro, havia solicitado que atendesse aos “pedidos especiais” dos pastores.

Investigações revelaram também que os pastores pediam propina aos prefeitos com quem se reuniam, chegando a pedir que parte desses pagamentos ilícitos fossem feitos em barras de ouro (uma forma de não deixar rastros em contas bancárias).

Para não desagradar a base fundamentalista, Bolsonaro fez um esforço para tentar limpar a barra de seu ministro. Mas novas revelações terminaram por derrubar os argumentos governistas e as estratégias de defesa de Ribeiro.

Por mais que o ministro tenha se desligado do governo, buscando não ferir ainda mais a campanha de Bolsonaro à reeleição, o estrago já está feito.

Espera-se agora que a Justiça cumpra suas funções e investigue a fundo todas as ramificações deste escândalo, que tem raízes no Palácio do Planalto, com fortes indícios de participação do ocupante da cadeira de presidente.

 

Novo ministro

O governo indicou como novo ministro Victor Godoy, que é auditor federal de finanças e controle da Controladoria-Geral da União (CGU), onde trabalhou desde 2004 até ser convidado ao cargo de secretário-executivo do MEC, em julho de 2020.

A questão é: se ele era o braço direito de Ribeiro, não sabia de nada do que estava acontecendo no MEC?

 

Fonte: APUFPR


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