Tag: vacinação

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24 de setembro de 2021

Previsão Covid19

O Projeto de Pesquisa Matemática Aplicada e Computacional tem como um de seus objetivos produzir resultados e ferramentas que sejam acessíveis à sociedade.

Nossa aplicação de previsão de casos de covid19 foi desenvolvida com o objetivo de ser uma ferramenta para gestores municipais e, também, um mecanismo de conscientização da população sobre a situação atual da pandemia e seu progresso em curto prazo.

Para fazer a previsão, capturamos o comportamento recente da covid19 em cada uma das cidades do Paraná e replicamos isso para os próximos dias com base no modelo epidemiológico SIR (suscetíveis à infectados à removidos).

Por vezes não conseguimos gerar a previsão para algumas cidades, entretanto julgamos ser importante já disponibilizar a ferramenta e continuar aperfeiçoando o sistema.

Para você usufruir dos resultados gerados pelo nosso trabalho, basta acessar o site https://previsoescovid.codeitdev.com/, selecionar a cidade de seu interesse e clicar em “Gerar Previsão”.

Detalhes sobre a equipe envolvida no projeto você encontrará clicando sobre cada um dos nomes disponíveis no rodapé da página.

Sugestões e relatos sobre erros encontrados podem ser enviados para [email protected].

*Matéria enviada por Previsões Covid-19.

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22 de setembro de 2021

Professores do ensino superior já estão tomando 2ª dose em Curitiba

Professores e profissionais do ensino superior estão finalmente completando sua imunização em Curitiba. É o caso da docente Ednéia Cavalieri, filiada da APUFPR, que seguiu à risca a data prevista para a sua segunda dose.

A Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba imunizou, até 15/9, 1.397.902 pessoas com a primeira dose da vacina contra Covid-19 ou com o imun

izante de dose única, o que corresponde a 96,1 % da população adulta.

Entre os 1.359.916 curitibanos que receberam a primeira dose, 42.596 são professores e trabalhadores da educação básica e do ensino superior.

No Brasil, apesar de todo o empenho do governo de Jair Bolsonaro para atrasar a vacinação da população (acelerada apenas depois da instalação da CPI da Covid-19, que investiga os crimes do governo na condução a pandemia), os reflexos já são sentidos com a queda da média móvel diária de mortes pela doença.

Professores do ensino superior já estão tomando 2ª dose em CuritibaO avanço é fruto do reconhecimento do papel da ciência e do enfraquecimento da base de apoio do governo Bolsonaro, diante da falência social e econômica do país, e da avalanche de mortes que beira 600 mil vidas perdidas (sendo que centenas de milhares poderia ter sido poupadas caso o governo tivesse tomado medidas para barrar a pandemia, em vez de contribuir para sua proliferação acelerada).

No Paraná, contrariando seu ‘padrinho’ Bolsonaro, o governador Ratinho Jr anunciou que deve começar a vacinas adolescentes acima de 12 sem comorbidades com a primeira dose na semana que vem.

Apesar da lentidão, o avanço da vacinação começa a apontar uma perspectiva de saída da pandemia. Mas ainda é cedo. Até lá, é bom que nossas autoridades e as instituições continuem acreditando na ciência, porque ela vem cumprindo um papel essencial nessa luta diária para preservar vidas.

 

Fonte: APUFPR

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11 de agosto de 2021

Universidades federais produziram 2.015 pesquisas sobre Covid-19 em 2020. UFPR se destaca

Em 2020, foram realizadas 2.015 pesquisas sobre Covid-19 nas universidades federais brasileiras, provando novamente o papel fundamental dessas instituições, tão precarizadas pelo governo Bolsonaro. A UPFR tem se destacado nesse contexto.

Mesmo com os cortes sucessivos no orçamento da ciência e da educação, os pesquisadores da UFPR trabalharam a todo vapor na pandemia. Além de estudos de impacto internacional, 31 mil testes gratuitos de Covid-19 foram realizados, 106 mil litros de álcool 70% produzidos e doados, e pesquisadores estão desenvolvendo uma vacina com insumos e tecnologia 100% nacionais, que ficará pronta em 2022, caso a universidade consiga atingir a meta de arrecadação de recursos (já que o Governo Federal não financia o estudo).

 

UFPR: testes em massa e vacina

Os estudos sobre o novo Coronavírus feitos na UFPR abrangem diferentes áreas. Um artigo sobre os impactos da pandemia nas cadeias internacionais de logística, produzido no Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações, Liderança e Decisão (PPGOLD), foi premiado em um congresso internacional de engenharia industrial.

Outro artigo, comprovando a ineficácia da ivermectina no combate à Covid-19 e escrito por um professor de Medicina Veterinária, tornou-se um dos mais lidos e citados no respeitado periódico internacional One Health. No Programa de Microbiologia, Parasitologia e Patologia, uma pesquisa de doutorado concluiu que a cloroquina provoca danos em células dos vasos sanguíneos.

São trabalhos de qualidade científica reconhecida internacionalmente, e que refutam a maioria das principais fakenews difundidas por Bolsonaro e seus apoiadores extremistas. Mostram uma universidade produzindo ciência de ponta, altamente conectada com os desafios mais urgentes da população.

Há diversas outras inciativas que conectam o trabalho dos cientistas com a sociedade, como a produção de jogos e softwares para prevenção e a realização de lives e outras iniciativas de comunicação.

Em outra frente, até junho de 2021 foram realizados 31 mil testes em assintomáticos, em mutirões feitos pela comunidade acadêmica da UFPR em diversas regiões do estado. Além de evitar a maior disseminação do vírus com o isolamento das pessoas contaminadas, as testagens ajudam na educação e prevenção.

Outro exemplo do potencial das universidades públicas é a vacina que está sendo desenvolvida na UFPR. O imunizante se destaca pelo baixo custo, com a perspectiva de menos de R$ 5 por dose.

Com encerramento dos testes pré-clínicos no final de 2021, a previsão é que em 2022 a vacina esteja disponível para ser aplicada na população, com possibilidade de produzir centenas de milhões de doses.

Já o Hospital de Clínicas da UFPR (HC-UFPR), além de receber pacientes de Covid-19 e oferecer diversos tipos de atendimentos, está participando de um estudo clínico internacional que investiga um medicamento (antiviral) como possível tratamento para a COVID-19.

 

Memorial

De acordo com levantamento da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), a rede federal de hospitais universitários, com 50 hospitais de 35 universidades, manteve abertos cerca de 2.000 leitos exclusivos para pacientes de Covid-19 durante a pandemia. Só o HC-UFPR chegou a ofertar 165 leitos.

Além dos 2.050 projetos sobre Covid-19, o levantamento destaca ainda a produção de 2.487 projetos de extensão voltados à crise sanitária, 691 mil litros de álcool gel produzidos, 515 mil “face shields”, 651 mil máscaras e a 661 mil testes de Covid-19 realizados pelas universidades federais, somente em 2020.

Os dados apresentados foram colhidos a partir de respostas de 48 das 69 IFES. 21 não responderam (lembrando que 19 instituições, atualmente, estão sendo geridas por reitores-interventores indicados pelo presidente).

Os resultados expressivos não impediram o governo Bolsonaro de cortar, em 2021, 18,16% da verba das instituições federais de ensino superior em relação ao ano anterior, e ainda reduziu o orçamento da ciência para o menor patamar do século.

Nas palavras de Andréia Stinghen, vice-presidente da APUFPR, “Apesar da sua comprovada importância para a sociedade, a ciência brasileira vem sendo asfixiada pelo governo Bolsonaro”.

Sobre o orçamento reduzido, Andréia é taxativa: “Não existe desenvolvimento de um país sem ciência e tecnologia. Por isso, lutamos pela recomposição urgente das verbas para a produção científica”.

 

Fonte: APUFPR

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15 de junho de 2021
Na foto, a vice-presidente da APUFPR, Andréa Stinghen, sendo vacinada

A vacinação dos profissionais da UFPR contra o novo Coronavírus começou.
A partir de hoje (dia 15) a cidade de Curitiba inicia a imunização de todos os profissionais do ensino superior das redes pública e privada que tenham completado 50 anos ou mais.

O calendário de vacinação para as demais faixas-etárias deve ser divulgado em breve pela Prefeitura, que até agora já recebeu 15.346 doses de imunizantes destinados aos profissionais de ensino superior.

Como ser vacinado?

Para ser vacinado, os professores da UFPR precisarão apresentar uma declaração emitida pela universidade. Este documento pode ser emitido pelo sistema SEI e deverá ser assinado pelas direções de setor, superintendências ou vice-direções.

Esta declaração é válida somente para os profissionais que residem em Curitiba. Além de imprimi-la, os professores devem se dirigir aos pontos de vacinação portando documento com foto, RG, CPF, comprovante de residência e comprovante de vínculo ativo com a UFPR (que pode ser carteira funcional; crachá institucional ou contracheque atualizado) que pode ser baixado no aplicativo SouGov ou obtido via SIGEPE.

Para agilizar o atendimento, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Curitiba também orienta que seja feito o cadastro na plataforma Saúde Já pelo site, ou baixando o aplicativo Saúde Já no celular.

A vacinação será realizada em 16 pontos da cidade (a lista completa está no final do texto), das 8h às 17h. O “Pavilhão da Cura”, no Parque Barigui, NÃO é um desses pontos, porque o espaço está dedicado à vacinação de profissionais da segurança e da saúde.
Quem está em regime de afastamento só pode ter acesso à declaração se o retorno ao trabalho estiver previsto para este ano.

Emissão de declaração pelo Setor

Os diretores de Setor deverão seguir o seguinte passo a passo para emitir a declaração:
1- Criar o processo público no SEI do tipo VACINA DA PREFEITURA DE CURITIBA – COVID-19
2- No processo, adicionar o documento VACINA DA PREFEITURA – COVID
3- Preencher com o nome, CPF e categoria dos servidores subordinados, de acordo com lista enviada pela PROGEPE. Deverá ser criado um documento para cada servidor.

Técnicos-administrativos também já podem se vacinar

Além dos professores, a partir de hoje, a vacinação contempla técnicos administrativos e funcionários terceirizados vinculados à UFPR, também respeitando o limite de idade de pelo menos 50 anos completos.
Trabalhadores vinculados à Funpar vão receber a orientação e a documentação direto da Fundação.

Pontos de vacinação (das 8h às 17h)

1 – US Ouvidor Pardinho
Rua 24 de Maio, 807 – Praça Ouvidor Pardinho

2 – Centro de Referência, esportes e atividade física
Rua Augusto de Mari, 2.150 – Guaíra

3 – US Salvador Allende
Rua Celeste Tortato Gabardo, 1.712 – Sítio Cercado

4 – US Parigot de Souza
Rua João Eloy de Souza, 111 – Sítio Cercado

5 – US Vila Diana
Rua René Descartes, 537 – Abranches

6 – Centro de Esporte e Lazer Avelino Vieira
Rua Guilherme Ihlenfeldt, 233 – Bacacheri

7 – US Jardim Paranaense
Rua Pedro Nabosne, 57 – Alto Boqueirão

8 – US Visitação
Rua Dr. Bley Zornig, 3136 – Boqueirão

9 – US Camargo
Rua Pedro Violani, 364 – Cajuru

10 – US Uberaba
Rua Cap. Leônidas Marques, 1392 – Uberaba

11 – Clube da Gente CIC
Rua Hilda Cadilhe de Oliveira

12 – US Vila Feliz
Rua Pedro Gusso, 866 – Novo Mundo

13 – US Aurora
Rua Theofhilo Mansur, 500 – Novo Mundo

14 – US Pinheiros
Rua Joanna Emma Dalpozzo Zardo, 370 – Santa Felicidade

15 – Rua da Cidadania do Tatuquara
Rua Olivardo Konoroski Bueno, s/n

16 – Rua da Cidadania do Fazendinha
Rua Carlos Klemtz, 1.700

Mais informações podem ser consultadas neste link da Prefeitura.

 

Fonte: APUFPR

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31 de maio de 2021

A APUFPR reforça o seu compromisso de buscar a garantia de que toda a comunidade acadêmica da UFPR seja vacinada.

Ainda que o Plano Nacional de Imunização já inclua os professores universitários como parte do próximo grupo que irá receber as doses, a APUFPR quer garantir que a imunização contemple toda a comunidade, que inclui também os técnicos-administrativos, os estudantes e os funcionários terceirizados.

Para isso, estão sendo feitas todas as ações judiciais e políticas possíveis, ao lado de outras entidades, como o Sinditest-PR e o Diretório Central dos Estudantes (DCE-UFPR), e também junto à Reitoria da UFPR.
É preciso pressionar os poderes públicos competentes e as autoridades para a inclusão de todos esses grupos no Plano Nacional de Imunização. É isso que temos feito.

Todas as formas de pressão

A APUFPR entende também que, diante da catástrofe que estamos vivendo (em breve nosso país atingirá a assustadora – e triste – marca de 500 mil mortes, mas com apenas 10% da população imunizada) é necessário construir movimentos de pressão nas ruas para reivindicar a vacinação em massa.
Por isso, respeitando todos os cuidados sanitários que o momento exige, a APUFPR ajudou a construir, ao lado de outras entidades, o grande ato do último sábado (29) que, além de protestar contra as barbáries do Governo Federal, teve a exigência da vacinação em massa como uma das suas principais reivindicações.

 

Fonte: APUFPR

17 de janeiro de 2017

EXTENSAO_KARINDesde 1942, não há registro de casos de febre amarela em áreas urbanas no Brasil. Contudo houve um aumento de casos da doença em regiões rurais e de mata, o que ocasionou 14 mortes no interior de Minas Gerais apenas neste ano.

A preocupação dos especialistas é que a febre amarela gere um surto também nas áreas urbanas. Por causa dessa possibilidade, faltam doses da vacina em diversas regiões do país, inclusive no sistema privado.

Para evitar as contaminações massivas por falta de prevenção, uma docente da Universidade Federal do Paraná (UFPR) tem se dedicado a mostrar a importância do acompanhamento da carteira de vacinação – inclusive na fase adulta.

De acordo com a docente do departamento de Saúde Comunitária da UFPR Karin Regina Luhm, a maior parte dos adultos não toma os reforços das vacinas, ficando, assim, desprotegidos. Como consequência, quando há casos de surtos de algumas doenças, como a febre amarela, as pessoas saem desesperadas atrás da imunização – que já deveria ter sido realizada.

A situação é ainda mais grave para aqueles que trabalham em hospitais e mantêm contato diário com pacientes infectados. Por isso, a docente criou um projeto de extensão que incentiva os estudantes do curso de Medicina da UFPR a atualizarem a carteira de vacinação.

Dessa forma, tanto os estudantes como os próprios pacientes – que podem ser facilmente contaminados por microrganismos – estarão desprotegidos. O objetivo é que os estudantes estejam vacinados já no início do curso.

O projeto de extensão está dando os primeiros passos, mas deve aumentar suas ações ainda neste ano. O serviço de epidemiologia do Hospital de Clínicas (HC) é um dos colaborados da iniciativa da docente Karin Luhm.

Para entender como funciona o projeto de extensão, confira a reportagem realizada pela APUFPR-SSind.

Fonte: APUFPR-SSind


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