Tag: Reforma Administrativa

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5 de agosto de 2021

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Como acontece toda vez em que se sente acuado, o presidente da República, Jair Bolsonaro, voltou a fazer ameaças à Democracia e às eleições de 2022. Desta vez, aproveitando-se da audiência de uma emissora de rádio voltada a ouvintes extremistas, ele deu um passo adiante. Não chegou a afirmar que daria um ‘golpe’, mas só faltou usar essa palavra. As intimidações foram claras.

Acuado diante das crescentes provas de corrupção em seu governo, pelo derretimento de sua popularidade, por ter sido incluído no inquérito que investiga a organização criminosa responsável por disseminar fake news contra as instituições democráticas (em especial, contra o Supremo Tribunal Federal) e no inquérito do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pela disseminação constante de fake news sobre a segurança das eleições e das urnas, Bolsonaro proferiu novas mentiras e aumentou o tom de seus ataques: “o antídoto para isso também não é dentro das quatro linhas da Constituição”.

Não é pouca coisa quando um presidente diz, em público, que irá agir fora dos limites da Constituição só porque discorda de uma decisão de uma corte superior.

Para o bem do Brasil, as intenções golpistas do presidente devem ser energicamente combatidas por todos os setores da sociedade que possuem compromisso com a Democracia. É o caso da APUFPR.

O artigo 4º do nosso Regimento Geral estabelece que uma de nossas finalidades é ‘amparar e defender as aspirações coletivas que levem à busca e concretização dos ideais democráticos’.

Por isso, a APUFPR se soma às inúmeras vozes vindas dos mais diversos setores da sociedade brasileira para garantir que os pilares da nossa jovem democracia não sejam demolidos por uma figura obscura da política brasileira, cuja única contribuição à sociedade é servir de exemplo daquilo que um ser humano não deve ser.

As declarações e ameaças, proferidas por um chefe de Estado que utiliza os recursos e as estruturas de seu governo para abalar as instituições democráticas, podem ter consequências concretas muito sérias. Frear o golpismo de Bolsonaro não é uma questão ideológica ou partidária, e sim um imperativo na defesa do Estado Democrático de Direito, do exercício da cidadania e do futuro do Brasil.

 

Escalada golpista

Jair Bolsonaro está cercado, acuado. O aumento de seus ataques às instituições e ao sistema eleitoral é reflexo do desespero de alguém que precisa do foro privilegiado e das relações de poder do cargo que ocupa. Sua reação é típica de quem tem medo. Ou medos.

Há motivos de sobra para sua prisão por crimes cometidos antes de sua posse (principalmente pelos esquemas de rachadinhas de salários em seu gabinete e nos de seus filhos – igualmente sob investigação) e durante sua gestão presidencial, seja por causa da condução propositadamente catastrófica da pandemia de Covid-19, que custou a vida de mais de 560 mil brasileiros, ou mesmo porque dentro de seu governo são operados esquemas de corrupção, especialmente envolvendo a compra superfaturada de vacinas. Além das já citadas investigações que correm no STF e no TSE.

Com o derretimento de sua popularidade, veio também a incerteza quanto à vitória nas eleições de 2022. Há meses, pesquisas apontam que ele seria derrotado em diversos cenários. Como um garoto mimado, Bolsonaro iniciou uma campanha para destruir a confiança pública no sistema eleitoral.

Em sua lógica, ou ele tem, de antemão, a garantia de que será reeleito, ou fará de tudo para deslegitimar todo o processo eleitoral, tirando sua validade caso outro candidato seja vitorioso.

Para isso, espalha paranoias, teorias conspiratórias e mentiras sobre a segurança das urnas eletrônicas, sem conseguir apresentar um único indício que confirme suas afirmações.

Ele espera que seus delírios encontrem mentes delirantes – já forjadas em bolhas de informação capazes de criar uma percepção paralela da realidade – e façam de tudo para que ele continue no poder.

Se tudo der errado, ele espera que essas mesmas pessoas rompam com o tecido social e tentem ajudá-lo a tomar o poder à força. Para isso, precisa que as instituições de Estado estejam abaladas e enfraquecidas. Por isso, realiza tantos ataques aos órgãos que costumam tolher seus intentos antidemocráticos e inconstitucionais, como as cortes supremas (como o STF e o TSE) vêm fazendo.

Uma pesquisa recente do Datafolha mostrou que a maioria da população considera Jair Bolsonaro despreparado, desonesto, indeciso, incompetente, falso, pouco inteligente e autoritário. Ele é tudo isso. Mas é também perigoso.

Buscando animar sua base de seguidores, cada vez menor (aos poucos, vão sobrando apenas os mais radicalizados), o presidente passou a afagar até os mais extremistas. Por isso, encontrou-se com uma deputada alemã neonazista.

É uma estratégia idêntica à utilizada por Donald Trump em seus últimos birrentos dias como presidente dos Estados Unidos. Por isso, Bolsonaro aposta no armamento da população, editando normas para facilitar o acesso às armas e munições (em dois anos, ele dobrou a quantidade de armas nas mãos de civis), enquanto reduz os mecanismos de controle e rastreamento.

Ao ser derrotado, Trump questionou o sistema eleitoral de lá (onde o voto é impresso e as eleições demoram dias para chegar a um resultado final), enquanto Bolsonaro finge que faz o inverso por aqui (onde ele foi eleito deputado federal diversas vezes por votações em urnas eletrônicas), porque precisa de qualquer argumento para questionar a validade do resultado, caso seja derrotado.

A escalada golpista nos Estados Unidos levou à tentativa de invasão do Capitólio (equivalente ao nosso Congresso Nacional) em janeiro de 2021, quando 5 extremistas morreram. Posteriormente, quatro policiais envolvidos na resistência se suicidaram por causa dos danos psicológicos daquele dia.

Lá, as Forças Armadas tiveram papel importante para frear o golpe. Já aqui, Bolsonaro afaga militares com proteções, medalhas, enormes aumentos salariais, muitos cargos e benesses, tentando cooptá-los para que sejam seu braço repressor país afora.

 

Basta de ameaças

Os inquéritos do TSE e do STF são necessários e precisam ser levados às últimas consequências: a responsabilização penal do presidente e de todos aqueles que participam de suas articulações inconstitucionais e golpistas, para que não restem dúvidas de que as instituições agem para preservar a Democracia e defender a nossa Constituição.

Mas não são suficientes. Não basta esperarmos sentados pela Justiça, ou que o chamado Centrão deixe de vender sua proteção ao presidente. É urgente que todos os brasileiros comprometidos com a Democracia se unam e atuem em defesa das bases mais importantes do nosso país.

Não é hora de recuar nem diante das ameaças daqueles que, no passado, já ajudaram a sufocar a nossa Democracia.

 

Diretoria da APUFPR

5 de agosto de 2021

 

FONTE: APUFPR

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10 de junho de 2021

Reforma_Assedio

😰 O governo de Jair Bolsonaro bate todos os recordes de assédio aos servidores públicos.

Por meio de regras administrativas ou declarações públicas, são constantes as ameaças, perseguições e constrangimentos contra profissionais que estão simplesmente tentando cumprir com suas funções.
📌 Em 2019 e 2020, foram 709 denúncias.

Se a Reforma Apdministrativa (PEC 32/2020) for aprovada, isso só vai piorar⤵

🤐 Ela acabará com a estabilidade dos servidores para impedi-los de denunciar os abusos de governantes e de políticos.

Com isso, casos de corrupção, rachadinhas e funcionários-fantasmas, por exemplo, serão ampliados, e toda a sociedade será prejudicada.

✊ Precisamos barrar a Reforma Administrativa, e valorizar o serviço público: ele sim é para todos!
#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ReformaAdministrativaNão

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1 de junho de 2021

Reforma Trabalhista Prejudica população

 

 

🚨 O governo Bolsonaro não conseguiu mostrar absolutamente nenhum benefício da Reforma Administrativa (PEC 32/2020) para o povo brasileiro.

😱 Assim como tem feito no combate à Covid-19 (não investe na vacinação do povo porque recomenda tratamentos com medicamentos sem comprovação científica), o Governo Federal se baseia apenas em mitos, distorções e mentiras.

👎 Tudo o que a Reforma oferece é a destruição dos serviços públicos que atendem às necessidades da população, transferindo as atribuições para empresários corruptos e apadrinhados políticos.

⚠ As mentiras do governo já custaram centenas de milhares de vidas na pandemia. Se a Reforma Administrativa passar, haverá mais prejuízos para a população brasileira.

✊ Precisamos barrar essa PEC: venha conosco e valorize o serviço público. Ele sim é para todos.

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ReformaAdministrativaNão

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28 de maio de 2021

Desde que a Reforma Administrativa (PEC 32/2020) foi apresentada pelo Governo Federal a APUFPR vem desenvolvendo atividades para que os docentes possam conhecer com mais profundidade os prejuízos que a proposta irá causa para os serviços públicos, para os servidores e, especialmente, para as universidades federais.

Além de alertar a nossa categoria e a sociedade sobre os perigos do projeto para o futuro do país, é precisamos compreender a conjuntura e nos municiar de informações que irão ajudar a construir os próximos passos da resistência, para que possamos desenvolver novas ações para barrar seu avanço no Congresso Nacional.

Por isso, na próxima terça-feira (1), a partir das 19h, a APUFPR irá promover mais uma live para discutir o tema.

O convidado da vez será o deputado federal e atual líder da bancada da oposição na Câmara dos Deputados, Alessandro Molon (PSB-RJ), combativo parlamentar, com longo histórico de atuação em defesa dos direitos dos servidores e de todos os trabalhadores.

A atividade será transmitida pela APUFPR no Facebook e no Youtube.

Nesta semana, a proposta da Reforma Administrativa (PEC 32/2020) deu mais um passo a caminho da destruição do Brasil. Por 39 votos a 26, A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou a sua admissibilidade e, agora, o projeto será debatido em uma Comissão Especial.

Conheça o convidado

Doutor em Direito pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Molon também é mestre em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e está na política desde 2003, quando foi eleito deputado estadual no Rio de Janeiro pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Ocupou o cargo até 2011, quando assumiu como Deputado Federal. Atualmente está no seu terceiro mandato, agora pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB). Desde 2019, lidera a oposição ao governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados e tem sido uma das principais vozes contrárias à Reforma Administrativa.

Live: Reforma Administrativa com o Deputado Alessandro Molon

Terça-feira, 1º de junho, a partir das 19h
Transmissão pela página do Facebook da APUFPR e pelo canal no Youtube

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27 de maio de 2021

O próximo sábado (29) será de intensa mobilização em todo o país com atos contra as atrocidades do governo do presidente Jair Bolsonaro, contra os cortes na educação e contra a Reforma Administrativa, além de exigir a vacinação em massa e auxílio emergencial mínimo de R$ 600.

Em Curitiba, a manifestação está programada para 16h, na praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da UFPR, e seguirá todos os cuidados sanitários, como o uso de máscaras, álcool 70% e distanciamento.

O Presidente da República não é só o principal responsável pela extensão e o agravamento da pandemia no Brasil (que já fez mais de 450 mil vítimas em pouco mais de um ano), mas também pela crise econômica que deixa um rastro recorde de mais de 14,5 milhões de desempregados e de mais de 40 milhões de brasileiros vivendo na extrema pobreza (outro recorde histórico).

 

Um governo cruel em nome do caos

Além de incapaz de conduzir o país, o governo dá mostras em seus discursos e atitudes que está compromissado apenas com a agenda das elites econômicas, de retirada de direitos, de incentivo à violência policial, de ataques à soberania nacional e aos demais poderes e do aparelhamento ideológico das instituições.
O próprio presidente e membros do governo estimulam e participam de atos de grupos extremistas, que saem às ruas pedindo “intervenção militar” e o “fechamento do STF”.
É o momento de reagir.
A população brasileira está cada vez mais insatisfeita com um governo que se recusou por 11 vezes a comprar vacinas, que minimizou a gravidade da pandemia, que deixou desamparados milhões de brasileiros sem um auxílio emergencial digno e que segue promovendo cortes nos orçamentos das universidades federais.

 

Ato Fora Bolsonaro em Curitiba

Dia 29 de maio (sábado), a partir das 16h
Praça Santos Andrade, Centro de Curitiba
Respeite as orientações sanitárias de distanciamento, o uso de máscaras e álcool 70%.

 

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25 de maio de 2021

📜 A Reforma Administrativa (PEC 32/2020) não passa de uma fábula do Governo Federal. Mas, diferentemente das fábulas originais, essa não traz nada de bom para o povo, apenas destruição.

Assim como num “faz de conta”, a PEC 32 é apresentada como a “fórmula mágica” do governo para transformar o Brasil numa terra encantada, sem problemas.

🙄 Só que essa história não terá final feliz: servidores ficarão fragilizados e desprotegidos contra os desmandos dos verdadeiros vilões (governantes corruptos, políticos oportunistas, empresários aproveitadores). E o povo vai sofrer junto.

🤔 Aliás, o governo se esforça muito para minimizar os problemas gigantescos pelos quais passa o país (centenas de milhares de mortes por Covid-19, pior condução da pandemia no mundo, desemprego nas alturas, dólar alto como nunca, fuga recorde de investidores, grandes empresas indo embora, Brasil de volta ao mapa da fome…).

🙅‍♀️ Chega de história para boi dormir. Barrar a Reforma Administrativa é garantir um futuro melhor para o Brasil!

✊ Valorize o serviço público. É para todos.

 

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ReformaAdministrativaNão

 

Fonte: É Público, é para todos


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