Tag: Professores

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25 de junho de 2021

A APUFPR informa que devido à migração do sistema SIGEPE para o Ministério da Economia, algumas rubricas oriundas de ações judiciais foram suprimidas da plataforma.

Por isso, pedimos aos professores e professoras que consultem com atenção os respectivos contracheques e, caso percebam supressão indevida da rubrica, acionem o Departamento Jurídico da APUFPR.

O contato pode ser feito pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (41) 3151-9107 e 99824-0243.

Fonte: APUFPR

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18 de junho de 2021

Os últimos anos ficarão marcados para sempre na história das universidades públicas do Brasil.

Para o bem ou para o mal, nós e nossos contemporâneos seremos lembrados porque vivenciamos um momento ímpar, em que o ensino superior público esteve sob as maiores ameaças de sua história, quer no âmbito “simbólico”, apunhalado por discursos de ódio e pelo negacionismo científico daqueles que nos governam e dos séquitos que os seguem, quer no campo estrutural, com seguidas políticas de sucateamento e cortes orçamentários que colocam essas instituições a um passo de fecharem as portas (literalmente).

O ponto é que, o que se coloca como a “luta” do momento, isto é, combater esses descalabros e defender a sobrevivência da universidade, à sua maneira, também reflete a interpretação desses nossos tempos.

É evidente que denunciar cortes e perseguições, discutir a recomposição orçamentária das instituições ou a realização de concursos públicos é parte essencial desse processo. Mas, a partir do momento que a luta se resume a esta linha, estamos limitando o tratamento à universidade como algo menor, como uma instituição que aceita manobras e tenta apenas conter danos.

Esse é o primeiro passo, porque se trata de uma situação de exceção. Mas não pode ser o único.

O contexto

Antes de entendermos o que deve constituir a luta, é preciso compreender as condições sobre as quais as políticas de desmonte das universidades públicas acontecem.

É preciso enxergar isso não como uma atitude isolada, parte de uma crise financeira, de um jogo de “contingenciamento” ou “descontingenciamento” (esses eufemismos cuja estética linguística representam a cara do governo atual), ou de uma escolha econômica (afinal, cortes orçamentários não são novidade), mas como mais um dos sintomas de um projeto degenerado de poder, que tem a crueldade como uma de suas bases mais sólidas.

Um projeto de poder que coloca em prática a transformação do sentido e do significado da universidade pública.

Um projeto que dispensa a capacidade e do potencial crítico das universidades para sociedade e que abre caminho para que prevaleçam os interesses particulares de setores mesquinhos e egoístas da sociedade.

O dilema

Neste contexto, o dilema que se coloca é: pelo que lutar?

A luta deve ser para a reflexão sobre o papel da universidade. Afinal, trata-se de uma instituição que pode produzir conhecimento crítico em relação a qualquer outra instituição ou a qualquer setor da sociedade.

Por isso, é preciso ir além. Não só reivindicar o fim dos cortes orçamentário ou a retomada da valorização das carreiras docentes, mas reafirmar o papel da universidade pública, longe das amarras do mercado, longe dos interesses particulares, e tendo como principal objetivo a análise crítica da sociedade e a construção de teorias sociais que efetivamente desenvolvam nosso país e sejam capazes de ajudar a superar as nossas contradições.

E apesar de todas as violências, tanto as “oficiais” como as dos setores extremistas que apoiam o projeto do governo, os professores universitários possuem inserção real na sociedade e suas vozes permanecem relevantes.

E são justamente essas vozes, dotadas de rigor científico, que poderão abrir caminho em meio às trevas que se avizinham cada vez mais sobre nosso país. Cada um em sua área, mas todas e todos com plenas condições de interferir na realidade.

Como dissemos no começo desse texto, seremos lembrados porque vivenciamos este momento ímpar. Isso nos leva ao passo seguinte: qual marca levaremos pelo que fizemos para mudar essa realidade?

 

 

Fonte: APUFPR

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15 de junho de 2021
Na foto, a vice-presidente da APUFPR, Andréa Stinghen, sendo vacinada

A vacinação dos profissionais da UFPR contra o novo Coronavírus começou.
A partir de hoje (dia 15) a cidade de Curitiba inicia a imunização de todos os profissionais do ensino superior das redes pública e privada que tenham completado 50 anos ou mais.

O calendário de vacinação para as demais faixas-etárias deve ser divulgado em breve pela Prefeitura, que até agora já recebeu 15.346 doses de imunizantes destinados aos profissionais de ensino superior.

Como ser vacinado?

Para ser vacinado, os professores da UFPR precisarão apresentar uma declaração emitida pela universidade. Este documento pode ser emitido pelo sistema SEI e deverá ser assinado pelas direções de setor, superintendências ou vice-direções.

Esta declaração é válida somente para os profissionais que residem em Curitiba. Além de imprimi-la, os professores devem se dirigir aos pontos de vacinação portando documento com foto, RG, CPF, comprovante de residência e comprovante de vínculo ativo com a UFPR (que pode ser carteira funcional; crachá institucional ou contracheque atualizado) que pode ser baixado no aplicativo SouGov ou obtido via SIGEPE.

Para agilizar o atendimento, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Curitiba também orienta que seja feito o cadastro na plataforma Saúde Já pelo site, ou baixando o aplicativo Saúde Já no celular.

A vacinação será realizada em 16 pontos da cidade (a lista completa está no final do texto), das 8h às 17h. O “Pavilhão da Cura”, no Parque Barigui, NÃO é um desses pontos, porque o espaço está dedicado à vacinação de profissionais da segurança e da saúde.
Quem está em regime de afastamento só pode ter acesso à declaração se o retorno ao trabalho estiver previsto para este ano.

Emissão de declaração pelo Setor

Os diretores de Setor deverão seguir o seguinte passo a passo para emitir a declaração:
1- Criar o processo público no SEI do tipo VACINA DA PREFEITURA DE CURITIBA – COVID-19
2- No processo, adicionar o documento VACINA DA PREFEITURA – COVID
3- Preencher com o nome, CPF e categoria dos servidores subordinados, de acordo com lista enviada pela PROGEPE. Deverá ser criado um documento para cada servidor.

Técnicos-administrativos também já podem se vacinar

Além dos professores, a partir de hoje, a vacinação contempla técnicos administrativos e funcionários terceirizados vinculados à UFPR, também respeitando o limite de idade de pelo menos 50 anos completos.
Trabalhadores vinculados à Funpar vão receber a orientação e a documentação direto da Fundação.

Pontos de vacinação (das 8h às 17h)

1 – US Ouvidor Pardinho
Rua 24 de Maio, 807 – Praça Ouvidor Pardinho

2 – Centro de Referência, esportes e atividade física
Rua Augusto de Mari, 2.150 – Guaíra

3 – US Salvador Allende
Rua Celeste Tortato Gabardo, 1.712 – Sítio Cercado

4 – US Parigot de Souza
Rua João Eloy de Souza, 111 – Sítio Cercado

5 – US Vila Diana
Rua René Descartes, 537 – Abranches

6 – Centro de Esporte e Lazer Avelino Vieira
Rua Guilherme Ihlenfeldt, 233 – Bacacheri

7 – US Jardim Paranaense
Rua Pedro Nabosne, 57 – Alto Boqueirão

8 – US Visitação
Rua Dr. Bley Zornig, 3136 – Boqueirão

9 – US Camargo
Rua Pedro Violani, 364 – Cajuru

10 – US Uberaba
Rua Cap. Leônidas Marques, 1392 – Uberaba

11 – Clube da Gente CIC
Rua Hilda Cadilhe de Oliveira

12 – US Vila Feliz
Rua Pedro Gusso, 866 – Novo Mundo

13 – US Aurora
Rua Theofhilo Mansur, 500 – Novo Mundo

14 – US Pinheiros
Rua Joanna Emma Dalpozzo Zardo, 370 – Santa Felicidade

15 – Rua da Cidadania do Tatuquara
Rua Olivardo Konoroski Bueno, s/n

16 – Rua da Cidadania do Fazendinha
Rua Carlos Klemtz, 1.700

Mais informações podem ser consultadas neste link da Prefeitura.

 

Fonte: APUFPR

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9 de junho de 2021

Após negociações entre a APUFPR e a Unimed, foi definido reajuste de 7% no valor das mensalidades dos planos de saúde da operadora para os docentes. Os novos valores passam a valer a partir de junho.

As negociações envolveram a empresa, a comissão dos planos de saúde (composta por delegados eleitos no Conselho de Representantes da APUFPR, CRAPUFPR) e a diretoria da APUFPR.

O reajuste anual se baseia na taxa de sinistralidade do plano e/ou pelo Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), definida pela relação percentual entre a despesa assistencial e a receita de contraprestações da operadora.

Inicialmente, a Unimed havia comunicado à APUFPR a necessidade de um reajuste de 12% e uma taxa de sinistralidade de 62,48%, valor abaixo do “ponto de equilíbrio” (principalmente pela redução do uso por causa da pandemia).

A primeira proposta da comissão foi fixar o aumento em 5%, mas a proposta foi recusada pela Unimed. As negociações seguiram e o valor final foi definido em 7%.

Apesar de ocorrer em um momento complicado devido à pandemia de Covid-19 e do congelamento salarial da categoria, o reajuste foi o melhor índice possível, atingido após as negociações.

A tabela com os valores reajustados pode ser consultado aqui.

 

Fonte: APUFPR

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8 de junho de 2021

EleiçõesCRAPUFPRO período destinado às inscrições de chapas para a eleição do Conselho de Representantes da APUFPR (CRAPUFPR), biênio 2021-2023, foi prorrogado até 18 de junho.

Cada departamento ou instância correspondente poderá eleger uma chapa com um representante titular e um suplente.

A APUFPR reforça a importância de que todos os departamentos se mobilizem e elejam seus representantes, reforçando a participação democrática dentro do movimento docente.

Por conta da pandemia de Covid-19 e a necessidade de respeito aos protocolos sanitários, neste ano o processo eleitoral foi simplificado.

 

Como se inscrever

Os interessados devem comunicar sua candidatura para os colegas de departamento (em reunião ou por e-mail) e formalizar por e-mail para a secretaria da APUFPR ([email protected]).

 

Havendo mais de uma chapa inscrita, caberá aos departamentos realizar processo de consulta entre os sindicalizados até 23 de junho para definir os representantes. Em caso de apenas uma chapa inscrita por departamento, esta será considerada automaticamente eleita.

Membros da Diretoria da APUFPR e professores sindicalizados que ocupam cargos de administração na UFPR não podem participar da eleição.

 

Professores aposentados

As inscrições das chapas (composta por titular e suplente) candidatas a representantes de professores aposentados devem ser feitas exclusivamente por e-mail para a secretaria da APUFPR ([email protected]), também até o dia 18 de junho. Neste caso, a APUFPR se encarregará de promover um processo de consulta de forma virtual para definir os representantes Atenção! Prorrogado o prazo para inscrições de chapas para a eleição do CRAPUFPR

A íntegra do edital está disponível aqui.

 

Fonte: APUFPR


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