Tag: Mobilização

apufpr-apoia-mobilizacao-dos-professores-estaduais-do-parana-1280x853.jpg
15 de dezembro de 2021
APUFPR apoia mobilização dos professores estaduais do Paraná
Foto: APP Sindicato

Professores, funcionários e aposentados da Educação estadual estão em greve contra o desmonte da carreira dos docentes, contra retirada de direitos dos trabalhadores das escolas e a estagnação das aposentadorias promovidos por Ratinho Jr.

Liderado pela APP – Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná, o movimento se mobilizou para três dias de greve, entre 13 e 15 de dezembro, e tem recebido muita adesão.

Com manifestações de rua nos três dias de greve, os trabalhadores da Educação pressionam os parlamentares a não aprovarem o PLC 12/2021 e o PL 729, que retiram direitos e não promovem os necessários reajustes de uma categoria que tem acumulado perdas salariais.

A mobilização conta com apoio também dos estudantes, que protestam contra a Lei Geral das Universidades por esta ferir a autonomia universitária e reduzir repasses.

APUFPR manifesta sua solidariedade e apoio a essa importante mobilização de nossos parceiros de luta!

 

Projetos de lei ameaçam direitos

O governador Ratinho Jr. divulgou o PLC 12/2021, de sua autoria, como se fosse uma grande concessão de benefícios aos professores estaduais.

No entanto, os avanços contidos no projeto, como a readequação do salário dos professores ingressantes, trazem como “contrapartida” perdas para a categoria, como a destruição do plano de carreira, o fim da perspectiva de progresso e a ausência de atenção às demandas de funcionários e aposentados.

Já o PL 729/2021 diz respeito a todos os servidores públicos do Paraná, propondo um reajuste de 3% para o funcionalismo público do estado.

Neste caso a APP e os professores fazem coro à reivindicação do Fórum das Entidades Sindicais (FES) e cobram reajuste imediato de no mínimo 6,39%, referente à uma dívida recentemente reconhecida pelo Tribunal de Justiça do Paraná.

O valor total devido aos servidores, na verdade, já se aproxima da casa dos 30%.

 

Fonte: APUFPR

30 de janeiro de 2017

mulheresDocentes e trabalhadoras do 36º Congresso do ANDES-SN realizaram uma manifestação na manhã deste sábado (28), para denunciar casos de machismo e assédio ocorridos no evento e também na sociedade. As mulheres ocuparam o palco do Congresso, com cartazes e faixas, e repudiaram as atitudes de violência de gênero.

As mulheres leram uma declaração política, na qual repudiam o machismo na sociedade e nos espaços do Sindicato Nacional, seções sindicais e universidades, e indicaram a constituição de uma comissão de mulheres para apurar as denúncias de assédio e machismo nos eventos do ANDES-SN. A comissão será formada por duas representantes do Grupo de Trabalho de Política de Classe para Questões Étnico-Raciais, de Gênero, e de Diversidade Sexual (GTPCEGDS) e por três representantes da seção sindical que sedie o evento.

Lélica Lacerda, da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Mato Grosso (Adufmat – Seção Sindical do ANDES-SN), é uma das integrantes da comissão instalada no 36º Congresso. “Eu acredito que esse tipo de assédio seja recorrente. Foi um processo que assustou muito a gente, não imaginávamos que ocorreria algo nessas proporções. Foi um assédio generalizado, de vários professores, a várias mulheres e homens. E a gente teve a preocupação de criar um instrumento, que traga, além do repúdio político, uma resposta institucional da organização do Congresso. A gente entendeu que tinha que dar um respaldo para que as monitoras não tivessem que resolver individualmente essa questão. Assim que denunciamos o assédio no microfone, a reação ampliou o assédio, colocando a denúncia das mulheres como questão de exagero ou loucura”, criticou a docente.

Eblin Farage, presidente do ANDES-SN, ressaltou a importância da manifestação das mulheres contra o assédio. “Certamente, essa não foi a primeira vez em que ocorreu um caso de assédio dentro do ANDES-SN, mas foi a primeira vez em que as mulheres, de forma coletiva, têm a coragem de denunciar. É importante que fique marcado, para os homens, que nós não vamos tolerar essa cultura do machismo que existe na sociedade. E que um sindicato classista, que tem no horizonte a superação dessa sociabilidade opressora, não pode ser conivente com práticas machistas”, afirmou.

Confira aqui a carta lida pelas mulheres no 36º Congresso

Fonte: ANDES-SN


BOLETIM ELETRÔNICO


REDES SOCIAIS