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13 de setembro de 2021

O programa Vozes da Ciência, criado pela APUFPR para debater o valioso papel dos pesquisadores brasileiros e a importância da produção científica para a sociedade, chega ao seu terceiro episódio com o tema “Pesquisa e Humanidades”. Desta vez, nosso bate-papo será com Maria Isabel Limongi, professora titular na UFPR e pesquisadora CNPq. Ela é graduada, mestre e doutora em Filosofia pela USP e atua na linha de pesquisa sobre o pensamento político moderno. A atividade será transmitida ao vivo na quinta-feira (16) pelas redes sociais da APUFPR, a partir das 19h. Na nossa página do Facebook, clique na estrela para receber a notificação. Em nosso canal do YouTube, clique no sininho para receber o lembrete. Participe e não perca nenhum episódio! *Ciência sob ameaça* A ciência brasileira vive um de seus momentos mais difíceis. Não bastassem os severos cortes de recursos federais, que derrubaram o orçamento do setor para o menor patamar deste século, e o corte de bolsas, que colocaram em risco parte considerável dos projetos em andamento, o presidente Jair Bolsonaro, os membros de seu governo e seus apoiadores extremistas adotaram um discurso negacionista que tem, como uma de suas bases, a restrição ao pensamento científico. A área de Humanidades, particularmente, vem sendo atacada e perseguida pelos setores extremistas, que enxergam nela uma antítese à sua existência (que é inversamente proporcional a tudo aquilo que é “humano”). É preciso reverter este quadro e buscar o apoio da sociedade. Não é tarefa fácil, dado o grau de contaminação que se alastrou por diversos segmentos da população que criticam, atacam e ameaçam as universidades públicas (justo as instituições que são responsáveis por 99% da produção científica nacional). E esse é justamente um dos objetivos do programa Vozes da Ciência. Por isso, participe, comente, faça perguntas, e compartilhe para que mais pessoas sejam alcançadas por esse debate.

O programa Vozes da Ciência, criado pela APUFPR para debater o valioso papel dos pesquisadores brasileiros e a importância da produção científica para a sociedade, chega ao seu terceiro episódio com o tema “Pesquisa e Humanidades”.

Desta vez, nosso bate-papo será com Maria Isabel Limongi, professora titular na UFPR e pesquisadora CNPq. Ela é graduada, mestre e doutora em Filosofia pela USP e atua na linha de pesquisa sobre o pensamento político moderno.

A atividade será transmitida ao vivo na quinta-feira (16) pelas redes sociais da APUFPR, a partir das 19h. Na nossa página do Facebook, clique na estrela para receber a notificação. Em nosso canal do YouTube, clique no sininho para receber o lembrete.

Participe e não perca nenhum episódio!

 

Ciência sob ameaça

A ciência brasileira vive um de seus momentos mais difíceis. Não bastassem os severos cortes de recursos federais, que derrubaram o orçamento do setor para o menor patamar deste século, e o corte de bolsas, que colocaram em risco parte considerável dos projetos em andamento, o presidente Jair Bolsonaro, os membros de seu governo e seus apoiadores extremistas adotaram um discurso negacionista que tem, como uma de suas bases, a restrição ao pensamento científico.

A área de Humanidades, particularmente, vem sendo atacada e perseguida pelos setores extremistas, que enxergam nela uma antítese à sua existência (que é inversamente proporcional a tudo aquilo que é “humano”).

É preciso reverter este quadro e buscar o apoio da sociedade. Não é tarefa fácil, dado o grau de contaminação que se alastrou por diversos segmentos da população que criticam, atacam e ameaçam as universidades públicas (justo as instituições que são responsáveis por 99% da produção científica nacional).

E esse é justamente um dos objetivos do programa Vozes da Ciência. Por isso, participe, comente, faça perguntas, e compartilhe para que mais pessoas sejam alcançadas por esse debate.

Fonte: APUFPR

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30 de agosto de 2021

Brasil terá pesquisa inédita para mapear o perfil sócio-demográfico das lébicas e sapatão

A pesquisa vai levantar informações sobre a realidade e as condições de vida dessa população em todo o país

Com o objetivo de recolher informações e subsidiar a formulação de políticas públicas específicas para a população de lésbicas e sapatão, o I LesboCenso Nacional terá seu lançamento para a mesma data em que se comemora o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica, 29 de agosto.

A data foi escolhida para marcar e dar visibilidade para este que é o primeiro mapeamento nacional de lésbicas e sapatão do Brasil. O questionário pretende coletar informações sobre trabalho, educação, saúde, relacionamentos, relações familiares e redes de apoio que as lésbicas e sapatão possuem nas diversas regiões do país. As voluntárias também poderão escolher participar da segunda etapa da pesquisa, composta por uma entrevista online com as pesquisadoras.

A iniciativa busca alterar o cenário de subnotificações de crimes, violação de direitos e da falta de políticas públicas específicas para lésbicas e sapatão. Segundo dados publicados no Dossiê do Lesbocídio, foram mapeados 126 assassinatos de lésbicas, entre os anos de 2014 a 2017, motivadas pela lesbofobia, mas pode haver subnotificação. O lesbocídio é a morte de lésbicas e sapatão por motivo de lesbofobia ou ódio, repulsa e discriminação contra a existência lésbica. Com esse mapeamento, será possível estimar a prevalência das violências e da lesbofobia em relação a esse segmento da população.

O I LesboCenso Nacional é produzido por integrantes da Liga Brasileira de Lésbicas – LBL e da Associação Lésbica Feminista de Brasília – Coturno de Vênus. Em 2018/2019, a Coturno de Vênus realizou um mapeamento de lésbicas no Distrito Federal, iniciativa também inédita. O formulário com as questões estará disponível online a partir do dia 29/08/21 pelo site: www.lesbocenso.com.br e é aberto para resposta de todas as lésbicas e sapatão, maiores de 18 anos, residentes no Brasil. As interessadas em contribuir com a pesquisa podem fazê-lo até o final do mês de março de 2022.

O Lançamento oficial do I° LesboCenso Nacional será dia 29/08/21 às 15h
pelo YouTube do LesboCenso:

Serviço:
I LesboCenso Nacional – Mapeamento de Lésbicas
Data de lançamento do questionário: 29 de agosto de 2021.
Email: [email protected]
Instagram: @lesbocenso

Contato:
Léo Ribas – 41 996588612
Lelia de Castro – 61 – 982543699

 

Fonte: APUFPR

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24 de junho de 2021

LIVE APUFPR - 29/06Na live da próxima terça-feira (29), a APUFPR vai discutir os impactos que os cortes no orçamento da UFPR estão causando para nossa instituição e para a sociedade.

O encontro online começará às 19h. Teremos a participação do reitor da UFPR, Ricardo Marcelo Fonseca, e do pró-reitor de Planejamento, Orçamento e Finanças da UFPR, Fernando Mezzadri. A vice-presidenta da APUFPR, Andréa Stinghen, fará a mediação.

O bate-papo será transmitido pelo Facebook e pelo canal no YouTube do sindicato.

O que está acontecendo – e como isso te afeta?

Desde 2016, com a chegada do governo Temer, o orçamento da universidade vem despencando.
Naquele ano, ele caiu para R$ 185 milhões. Em 2021, perdeu mais 19% (em relação a 2020), indo para cerca de R$ 126 milhões. Porém, uma determinação de bloqueio, no final de abril, permitiu que apenas R$103 milhões fossem liberados para a intuição.

De forma geral, os cortes prejudicam:

  • As pesquisas da UFPR, que enfrentam cada vez mais dificuldades (e ainda assim seguem ativas, mesmo na pandemia – aliás, uma delas é sobre uma vacina contra a Covid-19
  • A manutenção da universidade (água, luz, limpeza, reparos, vigilância etc.)
  • Programas de assistência estudantil, sem os quais haverá evasão de estudantes de baixa renda
  • A produção nacional de ciência e tecnologia – já que mais de 90% da produção científica brasileira é realizada pelas universidades públicas

Ou seja, os cortes orçamentários do Governo Federal prejudicam o futuro do país.
E além de debater sobre a nossa realidade, precisamos despertar a sociedade para as graves dificuldades que as ações do governo têm causado à UFPR e a toda população.

Por isso que nos encontraremos na próxima live da APUFPR. Contamos com sua presença!

Live APUFPR

Data: 29 de junho (terça-feira), às 19h
Tema: Cortes orçamentários na UFPR
Confirme presença em nosso evento no Facebook

Participações:

Docente: sua presença é indispensável. Participe e compartilhe a live com sua rede social.

Fonte: APUFPR

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2 de junho de 2021

LiveGuerraCultura_APUFPRCompreender o Brasil atual, como chegamos aqui e quais as ameaças nos cercam são passos essenciais para que possamos pensar em soluções para um país comandado por uma visão bélica de mundo, que se expressa em uma linguagem específica – a retórica do ódio, codificada em estrutura de pensamento coesa, composta por labirínticas teorias conspiratórias.

Por isso, estamos trazendo para conversar com os docentes da UFPR (e com todos aqueles que desejam impedir que a barbárie tome conta da sociedade) o escritor e historiador João Cezar de Castro Rocha, professor de literatura comparada da UERJ e autor do livro “Guerra Cultural e Retórica do Ódio: crônicas de um país pós-político”, lançado em 2020 e que busca explicar parte da estratégia do presidente da República, Jair Bolsonaro, para manter sua base de apoio “fidelizada”.

Faremos uma live no dia 10 de junho, a partir das 19h, para falar sobre a temática de seu livro e discutir as estratégias de comunicação e de criação de narrativas do governo Bolsonaro.

A mediação ficará por conta do professor do Departamento de Planejamento e Administração Escolar (Deplae) da UFPR, Marcos Alexandre dos Santos Ferraz, que é diretor do Setor de Educação.

A atividade terá transmissão pela página da APUFPR no Facebook e canal no Youtube.

Enfrentar a violência

Para manter o apoio dos grupos extremistas da sociedade a seu governo, que não consegue apresentar nenhuma solução para os problemas reais do país, Jair Bolsonaro repete declarações genéricas, cria inimigos imaginários, espalha medos e paranoias, e faz ataques às instituições democráticas, à ciência e a qualquer um que defenda direitos.
Essa estratégia de manter permanentemente um clima de combate a um inimigo qualquer (geralmente invisível ou fictício) é chamada de “guerra cultural”.
Para o João Cezar de Castro Rocha, o discurso bolsonarista é baseado no ressentimento, no revisionismo (como a distorção do período da Ditadura Militar), e ganhou ainda mais fôlego com a popularização das ideias do astrólogo Olavo de Carvalho, que inspira o próprio Jair Bolsonaro e boa parte de seus apoiadores, com um discurso conspiracionista, que nega os dados e evidências científicas e é construído apenas na retórica do ódio.

Conheça o convidado

João César de Castro Rocha possui graduação em História e mestrado e doutorado em Letras pela UERJ. Também é doutor em Literatura Comparada pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Professor titular de Literatura na UERJ, já escreveu e organizou mais de 20 livros e participou do júri de importantes concursos literários no Brasil e no exterior.

LIVE: Guerra cultural e retórica do ódio no governo Bolsonaro
Dia 10 de junho
Início: 19h
Onde assistir: página da APUFPR no Facebook e canal no Youtube

 

Fonte: APUFPR


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