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24 de setembro de 2021

Com o orçamento estrangulado devido à crise econômica causada pela incompetência do governo de Jair Bolsonaro, ampliada pelo desleixo criminoso na condução do enfrentamento à pandemia de Cvid-19, as famílias brasileiras estão convivendo cada vez mais com o desemprego e o aumento no custo de vida (até o termo ‘carestia’ voltou a ser usado para expressar a situação enfrentada no país).

Com isso, o Brasil voltou ao Mapa da Fome mundial (do qual havia saído anos atrás, antes do golpe de 2016), jogando muitas famílias em situação de extrema fragilidade alimentar.

Enquanto os extremistas que apoiam o governo de Jair continuam tentando sustentar a mentira de que está tudo bem no Brasil e é na Venezuela que as pessoas passam fome, pessoas em diversas regiões do nosso país fazem fila para receber doações de ossos porque não podem comprar carne. São 19 milhões de brasileiros que acordam sem saber se conseguirão ter ao menos uma refeição no dia.

Nesse contexto, torna-se ainda mais importante o engajamento da sociedade civil organizada e da comunidade universitária na busca por soluções efetivas para problemas estruturais, pressionando políticos e governantes, e, ao mesmo tempo, contribuir para a minimizar mazelas de forma mais imediata.

É o que a APUFPR e os docentes da UFPR vêm tentando fazer desde o início da crise sanitária, com ações como a apoio à campanha Natal Sem Fome (realizada pela ONG Ação Pela Cidadania), a Campanha de Alimentos e Agasalho em junho deste ano e a doação de cestas básicas para o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Em uma nova ação de solidariedade, no dia 8 de setembro foram distribuídas 50 cestas básicas para a comunidade do Centro de Referência e Assistência Social (CRAS) de Palotina.

Articuladas ao trabalho político de defesa da categoria e também da educação pública, as ações de solidariedade levadas à cabo pela APUFPR devem aumentar no próximo período, ficando aberto o convite para a participação e colaboração de toda a categoria.

Se você tiver interesse em colabora, entre em contato com a APUFPR pelo telefone (44) 3649-6734 e (41) 99824-0242

 

Fonte: APUFPR

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21 de setembro de 2021

Live da APUFPR na quarta (22) discute conjuntura com economista Cid Cordeiro Silva

Dando continuidade às nossas atividades online de debate e formação política durante a pandemia de Covid-19, a APUFPR organizará uma live sobre a conjuntura política e econômica atual do Brasil, na próxima quarta-feira (22).

A transmissão começa às 19h no Facebook (clique na estrelinha para receber a notificação) e no YouTube (clique no sininho para ativar o lembrete) da APUFPR.

Nosso convidado especial será o economista Cid Cordeiro Silva, que é assessor de entidades sindicais e especialista na construção de indicadores econômicos que possam apoiar as negociações entre sindicatos e entidades patronais, tendo estudado medidas econômicas e informação desde os anos 1980.

O Brasil vive seu pior momento político e econômico desde o final da ditadura. Nosso país comandado por um presidente que gasta seu tempo atacando qualquer pessoa ou instituição que discorde dele, projetando formas de destruir os serviços públicos e os direitos dos trabalhadores, planejando o desmonte da educação, da saúde e de outras áreas essenciais, entregando o patrimônio nacional e os recursos do país para as castas já abastadas (do Brasil e do exterior) e fazendo nosso país passar vergonha diante do mundo.

Ao mesmo tempo, ele estimula ódio em seus seguidores e organiza um imenso esquema de disseminação de fake news para tentar manter-se no poder a qualquer custo (e também evitar a sua própria prisão e a de seus filhos políticos por diversos tipos de crimes que eles cometeram).

Entender o momento em que estamos é fundamental para podermos traçar os caminhos do futuro. Por isso, participe da live, convide colegas e amigos.

 

Fonte: APUPR

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17 de setembro de 2021

APUFPR fará reunião online com docentes para tratar do adicional de insalubridade

Na próxima quarta-feira (22), às 16 horas, a APUFPR fará reunião online com os docentes da UFPR para tratar do adicional de insalubridade.

O encontro será realizado pela plataforma Zoom, neste link aqui: https://zoom.us/j/85884947798

Senha: 940985

ou clique diretamente aqui

Desde a gestão passada, a APUFPR tem conduzido esse tema com bastante compromisso, porque essa questão afeta o dia a dia de centenas de professores da nossa universidade.

Tivermos importantes avanços, mas ainda há muitas questões a serem tratadas.

Por isso, coloque essa data na sua agenda e participe!

 

Serviço

Reunião sobre adicional de insalubridade

Data: 22 de setembro (quarta-feira)

Horário: 16h

Local: plataforma Zoom https://zoom.us/j/85884947798

Senha: Senha: 940985

Ou clique diretamente aqui

 

 

Fonte: APUFPR

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1 de setembro de 2021

Prefeitos querem usar pandemia para não aplicar recursos na Educação

Em debate no Senado, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 13/2021 pode ser mais um golpe na educação pública brasileira.
De autoria do senador Marcos Rogério (DEM-RO), a proposta desobriga União, estados e municípios a utilizarem o percentual mínimo de suas receitas na Educação: a justificativa seria o “desequilíbrio fiscal” supostamente causado pela pandemia.
Na verdade, isso é apenas um subterfúgio para que apliquem os recursos em outras áreas.
Em seu artigo 212, a Constituição estabelece que a União tem como obrigação aplicar na Educação, anualmente, no mínimo 18% da receita resultante de impostos. Já no caso estados e municípios, o mínimo estabelecido é de 25%.
Os senadores querem que, com a PEC 13/2021, essa obrigação não precise ser cumprida em relação ao ano de 2021.

 

Argumentos capiciosos
Segundo o texto da PEC, a mudança seria necessária porque, durante a pandemia, a arrecadação teria diminuído, com municípios, estados e União aumentando muito seus gastos com saúde.
O argumento é capicioso. Evidentemente houve aumento de gastos em saúde, e também queda de arrecadação em determinados contextos, por conta da retração da economia com a pandemia e a crise econômica que o país já vivia antes dela graças à Bolsonaro e Paulo Guedes.
No entanto, essa queda não ocorreu em todo o país. Na cidade de São Paulo, por exemplo, no primeiro semestre de 2020 houve crescimento real de 8,6% na arrecadação.
Além disso, e mais importante: a Constituição não estabelece valores mínimos de investimento na Educação, e sim percentuais mínimos (18% e 25%). Ou seja, nos casos em que a arrecadação diminui, o limite mínimo de investimento automaticamente também diminui.
Outro argumento falacioso citado no texto da PEC é que, com o ensino à distância, não haveria necessidade de alguns gastos, como transporte escolar.
Novamente, a argumentação é rasa: se é óbvio que houve menos circulação no transporte, isso não significa que não havia inúmeros outros investimentos que deveriam ter sido feitos para manter as aulas à distância.

 

PEC demonstra incompetência de gestores sem compromisso
Senadores defensores da PEC dizem que alguns gestores não conseguiram usar os recursos da Educação durante a pandemia. Isso, na verdade, depõe contra esses gestores, pois tinham como garantir melhores condições aos professores e estudantes e, mesmo com dinheiro, não o fizeram.
A imensa maioria dos professores das redes públicas colocaram dinheiro do próprio bolso para garantir que o ensino continuasse com qualidade à distância.
Segundo estudos do Comitê Gestor da Internet (CGI) no Brasil, 95% das escolas públicas estaduais e 93% das municipais relataram a falta de equipamentos para alunos acompanharem as aulas no ano passado.
Além disso, os gestores tiveram todo o ano de 2020 para planejar como os recursos seriam aplicados (já que até o final do ano não havia nenhum indício de que a pandemia seria freada e o governo ainda não havia comprado vacinas).
Além disso, foram implementados congelamentos salariais e cortes de direitos de servidores, e isso ajudou a elevar o caixa das administrações municipais.
A discussão sobre a suposta falta de dinheiro esconde, na verdade, os interesses de políticos e empresários que estão sempre à espreita aguardando algum motivo para abocanhar (ainda mais) os recursos garantidos pela Constituição.
Caso aprovada, a PEC 13/2021 teria impactos desastrosos na já difícil situação da educação pública no Brasil, beneficiando apenas os que defendem e querem um Estado à serviço das elites, e não das necessidades de sua população.

Fonte: APUFPR

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30 de agosto de 2021

Brasil terá pesquisa inédita para mapear o perfil sócio-demográfico das lébicas e sapatão

A pesquisa vai levantar informações sobre a realidade e as condições de vida dessa população em todo o país

Com o objetivo de recolher informações e subsidiar a formulação de políticas públicas específicas para a população de lésbicas e sapatão, o I LesboCenso Nacional terá seu lançamento para a mesma data em que se comemora o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica, 29 de agosto.

A data foi escolhida para marcar e dar visibilidade para este que é o primeiro mapeamento nacional de lésbicas e sapatão do Brasil. O questionário pretende coletar informações sobre trabalho, educação, saúde, relacionamentos, relações familiares e redes de apoio que as lésbicas e sapatão possuem nas diversas regiões do país. As voluntárias também poderão escolher participar da segunda etapa da pesquisa, composta por uma entrevista online com as pesquisadoras.

A iniciativa busca alterar o cenário de subnotificações de crimes, violação de direitos e da falta de políticas públicas específicas para lésbicas e sapatão. Segundo dados publicados no Dossiê do Lesbocídio, foram mapeados 126 assassinatos de lésbicas, entre os anos de 2014 a 2017, motivadas pela lesbofobia, mas pode haver subnotificação. O lesbocídio é a morte de lésbicas e sapatão por motivo de lesbofobia ou ódio, repulsa e discriminação contra a existência lésbica. Com esse mapeamento, será possível estimar a prevalência das violências e da lesbofobia em relação a esse segmento da população.

O I LesboCenso Nacional é produzido por integrantes da Liga Brasileira de Lésbicas – LBL e da Associação Lésbica Feminista de Brasília – Coturno de Vênus. Em 2018/2019, a Coturno de Vênus realizou um mapeamento de lésbicas no Distrito Federal, iniciativa também inédita. O formulário com as questões estará disponível online a partir do dia 29/08/21 pelo site: www.lesbocenso.com.br e é aberto para resposta de todas as lésbicas e sapatão, maiores de 18 anos, residentes no Brasil. As interessadas em contribuir com a pesquisa podem fazê-lo até o final do mês de março de 2022.

O Lançamento oficial do I° LesboCenso Nacional será dia 29/08/21 às 15h
pelo YouTube do LesboCenso:

Serviço:
I LesboCenso Nacional – Mapeamento de Lésbicas
Data de lançamento do questionário: 29 de agosto de 2021.
Email: [email protected]
Instagram: @lesbocenso

Contato:
Léo Ribas – 41 996588612
Lelia de Castro – 61 – 982543699

 

Fonte: APUFPR

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11 de junho de 2021

Ato19deJunhoUnificadoApós dos grandes atos do dia 29 de maio, que reuniram centenas de milhares de brasileiros em todas as capitais e centenas de cidades do país, uma nova manifestação contra as barbáries do governo de Jair Bolsonaro está programada para o dia 19 de junho em todo o país.

Em Curitiba, o ato terá concentração na Praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da UFPR, a partir das 15h. E, novamente, serão respeitados todos os cuidados sanitários, com uso de máscaras, álcool 70% e distanciamento.

Apesar de ainda enfrentarmos uma pandemia descontrolada, as movimentações de rua seguem acontecendo porque uma parcela cada vez maior da população vem entendendo que o governo se tornou mais perigoso do que o próprio vírus, afinal, estudos já mostraram que a imensa maioria das quase 500 mil mortes por Covid-19 decorreram de ações institucionais deliberadas do próprio presidente.

Além do protesto contra as atrocidades cometidas pelo Governo Federal na condução da pandemia, também estarão na pauta cortes na educação e a Reforma Administrativa, além da luta pela vacinação em massa de toda a população e o pagamento de auxílio emergencial digno de, no mínimo, R$ 600.

As barbáries

O Presidente da República não é só o principal responsável pela extensão e o agravamento da pandemia no Brasil, mas também pela crise econômica que deixa um rastro recorde de mais de 14,5 milhões de desempregados e de mais de 40 milhões de brasileiros vivendo na extrema pobreza (outro recorde histórico).

Além de incapaz de conduzir o país, o governo dá mostras em seus discursos e atitudes que está compromissado apenas com a agenda das elites econômicas, de retirada de direitos, de incentivo à violência policial, de ataques à soberania nacional e aos demais poderes e do aparelhamento ideológico das instituições.

O próprio presidente e membros do governo estimulam e participam de atos de grupos extremistas, que saem às ruas pedindo “intervenção militar” e o “fechamento do STF”.

Reação

É o momento de reagir. E de fazer mais do que “notas de repúdio”, ou manifestações nas redes sociais.

É preciso fazer uma pressão efetiva no atual Governo, porque vivemos à beira do abismo, da barbárie.

A população brasileira está cada vez mais insatisfeita com um governo que se recusou dezenas de vezes a comprar vacinas, que minimizou a gravidade da pandemia, que deixou desamparados milhões de brasileiros sem um auxílio emergencial digno e que segue promovendo cortes nos orçamentos das universidades federais.

 

Fonte: APUFPR


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