Tag: Fora Bolsonaro

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5 de agosto de 2021

reforma-administrativa-futuro-sombrio-para-o-brasil

👹 Se for aprovada, a Reforma Administrativa (PEC 32/2020) vai jogar o Brasil em um período de trevas!

🔰 O primeiro passo é destruir os servidores públicos, cuja função é salvaguardar os direitos do povo (que são assegurados pelo Estado por meio dos serviços públicos).

🤨 Eliminar os servidores é tirar um “obstáculo” do caminho rumo ao aparelhamento político do Estado.

😰 O segundo passo é transformar os serviços públicos em mercadorias, para que empresários gananciosos lucrem sobre as necessidades da população.

😧 Nosso país já passa por tantas dificuldades, especialmente pela falta de pessoal no serviço público para fazer o atendimento nas áreas essenciais, como saúde, educação e segurança. Mas o governo quer reduzir ainda mais.

Barrar a Reforma Administrativa é proteger os direitos do povo e evitar que o Brasil seja colocado em um novo ciclo de sofrimento.

✋ Por isso, diga NÃO à PEC 32/2020, e SIM ao serviço público! Ele é para todos!

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ReformaAdministrativaNão #PEC32Não

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27 de julho de 2021
Ministro Marcos Pontes posa ao lado de politica neta de nazista
Foto: Ministério da Ciência e Tecnologia

“Se um nazista se senta à mesa com 10 pessoas e ninguém se levanta, então há 11 nazistas”. Apesar das dúvidas sobre a origem da frase (se é ou não um ditado alemão), a verdade é que a imensa maioria dos alemães concordaria com ela. Já os membros do governo de Jair Bolsonaro preferem ser o 11º a sentar-se na mesa.

Enquanto o principal banco de dados acadêmico do Brasil, a Plataforma Lattes, está offline (“fora do ar”) há dias, causando tensão entre pesquisadores e cientistas, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes (é verdade, essa pasta ainda é ocupada pelo ex-astrounauta e ex-vendedor de travesseiros), se reunia com uma deputada alemã neonazista.

A Plataforma Lattes é gerida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência federal de pesquisa subordinada ao ministério comandado por Pontes. Ela reúne dados e currículos de todos os pesquisadores do país: sem o Lattes, é difícil fazer pesquisa no Brasil. Cerca de 84 mil pesquisadores são financiados diretamente com recursos do CNPq.

Ministério e CNPq não explicaram os motivos da queda do sistema, nem garantiram que ela não resultará em atrasos nos pagamentos de bolsas e auxílios ou em outros problemas para as pesquisas atualmente em curso. O CNPq sequer informou se há um “backup” das informações que estão inacessíveis.

Os extremistas ainda acham ruim quando as pessoas falam que eles odeiam a ciência…

Não foi um encontro qualquer?

É tão lamentável (mas também simbólico) ver quais são as prioridades do governo Bolsonaro. Em 22 de julho, dia em que os problemas na plataforma Lattes começaram, Marcos Pontes recebia em seu gabinete a deputada alemã Beatrix von Storch para um cafezinho, com direito a foto orgulhosamente publicada nas redes sociais.

Não consta que von Storch seja especialista em ciência, tecnologia ou inovação, supostas atribuições do ministro. O que se sabe, no entanto, é que ela é vice-líder do partido AfD (Alternativa para a Alemanha, na sigla em alemão), uma organização antissemita que cultiva ideais anti-imigração, racistas e sexistas.

Além disso, Beatrix, que já foi investigada por incitar ódio contra muçulmanos, é neta de Lutz Graf Schwerin von Krosigk, ministro das Finanças de Adolf Hitler na Alemanha nazista. Krosigk não era uma figura marginal nesse que foi um dos regimes mais cruéis e abomináveis da história da humanidade: foi ministro entre 1932 e 1945, e, após a morte de Hitler, foi chanceler substituto do governo nazista antes que soviéticos, ingleses e estadunidenses acabassem de vez com o pesadelo. Foi condenado pelo Tribunal de Nuremberg por crimes de guerra. Se outro avô teve carreira mais “modesta” no regime: foi membro da SA, uma milícia paramilitar.

Krosigk era, portanto, do círculo íntimo de Hitler e homem de confiança (afinal, para ter as chaves do cofre é preciso ter muita proximidade). Deixou como herança para o mundo alguém para perpetuar seus ideais e, de quebra, fazer com que governos extremistas passem vergonha mundial, como é o caso do brasileiro.

Bolsonaro também recebeu deputada

Bolsonaro ao lado de deputada alemã de extrema direita Beatrix von Storch
Foto: Reprodução/Instagram

Além de Pontes, Beatrix von Storch também se reuniu com a deputada federal extremista Bia Kicis e com o presidente Bolsonaro, em atividade fora da agenda.

Isso quer dizer que o presidente, chamado de genocida pela condução propositadamente catastrófica da pandemia, recebe com pompas e alegorias alguém ligado diretamente à história do genocídio judeu. Simplesmente revelador.

O partido de Beatrix von Storch é o primeiro a ser colocado sob vigilância desde o fim do regime nazista, pelo serviço de inteligência alemão, por suspeitas de tentar minar a Constituição democrática da Alemanha. Seus membros só são recebidos por párias da política mundial, mas, pela primeira vez, são recebidos por um chefe de Estado.

Os extremistas brasileiros (como o certo colunista de um ex-jornal igualmente extremista aqui do Paraná) logo saíram em defesa do presidente para lembrar que ele visitou o Muro das Lamentações em Jerusalém ao lado do ex-premiê israelense Benjamin Netanyahu e, por isso, não teria inclinação neonazista. Mas aí convém lembrar que Bolsonaro tenta fazer as pessoas pensarem que ele segue diferentes vertentes religiosas e ainda veste a camisa de todos os clubes de futebol. Ou seja, em busca desesperada de apoio, ele “reza para todos os santos”, como diz o jargão popular.

É claro que sempre há dúvidas se as ações do governo são marcadas pela incompetência, descuido com as informações (o presidente costuma receber pessoas fora da agenda sem saber seu histórico?) ou, mais provavelmente, pela vontade expressa de passar um recado para setores ainda mais radicais de suas bases, diante do derretimento de sua popularidade.

O governo brasileiro vem implementando medidas para fazer com que armas possam ser adquiridas e circulem com mais facilidade (a quantidade duplicou em seu governo, e os casos de homicídios aumentaram quase 5% em 2020). Agora, faz um agrado aos setores neonazistas, potencialmente ainda mais perigosos, enquanto alimenta a paranoia infantilizada de que haverá fraude nas eleições de 2022. Essa combinação tem tudo para não acabar bem para o Brasil.

Bolsonaro tem gastado milhões de reais dos cofres públicos em suas férias em Santa Catarina, estado com a maior presença de células neonazistas no Brasil. Mera coincidência…

Já Marcos Pontes, que depois cinicamente apagou as fotos com a deputada neonazista alemã, mostrou mais uma vez não estar à altura do cargo que ocupa ao cumprir cegamente as determinações de seu chefe (apesar de quase invisível, Pontes é corresponsável pelo desmantelamento da ciência no país). Ou será que ele, cuja presença no Ministério ninguém lembra, também não sabia do passado da parlamentar? Difícil acreditar nisso.

O que talvez Bolsonaro não tenha medido é que esse tipo de encontro pode aproximá-lo mais ainda do Tribunal de Haia, que julga os crimes contra a humanidade. Um caminho que o deixaria próximo, novamente, do passado da deputada Beatrix von Storch.

Fonte: APUFPR

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26 de julho de 2021

🤝 Em memória dos mais de 550 mil mortos por Covid-19 no Brasil; e pela valorização da ciência, da educação e da vida, a APUFPR se uniu a milhares de pessoas nas ruas de Curitiba e de Matinhos, no último sábado (24), durante a mobilização nacional “Fora Bolsonaro” e “Vacina para todos”.

Protestos foram realizados em centenas de cidades no Brasil e no exterior.

👉 Organizado por diversos setores da sociedade, o ato pedia celeridade na campanha de vacinação (atrasada propositadamente pelo governo, que deu preferência a esquemas para superfaturamento na compra de imunizantes) e cobrou a responsabilização do presidente da República sobre a morte dos brasileiros, tanto pela postura negacionista adotada para prolongar a pandemia de Covid-19 como pelas denúncias de corrupção que envolvem sua gestão na administração da crise epidemiológica.

⚖️ O secretário-geral da APUFPR, Paulo Opuska, destacou a importância da mobilização popular para defender a Democracia no Brasil. “Mais uma vez, a APUFPR está participando dos atos Fora Bolsonaro, da defesa do Estado de Direito, da defesa da República e da defesa da Democracia, que está em risco, inclusive, com a possibilidade de um golpe militar”, ressaltou.

✊ Junto com a categoria docente, a APUFPR também protestou contra a Reforma Administrativa e os cortes que o atual governo vem aplicando à educação e à ciência.

 

Fonte: APUFPR

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21 de julho de 2021

Protesto Fora Bolsonaro 24 de julhoBrasileiros voltam às ruas neste sábado (24 de julho) em mais uma mobilização nacional contra as barbáries do governo de Jair Bolsonaro.

Em Curitiba-PR, o protesto terá início às 15h, na Praça Santos Andrade, passando logo após pelas ruas centrais da capital.

A APUFPR convoca a categoria docente a se unir à manifestação, que é organizada por uma grande frente que une diversas entidades representativas e movimentos sociais paranaenses.

Haverá atos em outras cidades do estado. Em Matinhos, no litoral, um ato simbólico está marcado para 14h na rotatória, onde também haverá arrecadação de alimentos com biscoitos e achocolatados, que serão doados às crianças de famílias em situação de vulnerabilidade social. Em seguida, haverá uma carreata pela cidade.

Desde maio, a mobilização social tem avançado, pressionando pelo impeachment do atual presidente, em virtude da postura negacionista adotada por seu governo na condução da pandemia (que já causou quase 550 mil mortes no país, sendo que pelo menos 400 mil poderiam ter sido evitadas, segundo estudos), e das denúncias que envolvem sua gestão em diversos esquemas de compras superfaturadas de vacinas.

O ato também pautará os cortes sucessivos na Educação; o retrocesso que a Reforma Administrativa trará aos serviços públicos; a ampliação na campanha de vacinação; o retorno do auxílio emergencial de no mínimo R$600,00; além do protesto contra a fome, o desemprego e o genocídio da população brasileira.

Na ocasião, orientações de distanciamento social devem ser respeitadas. É obrigatório o uso de máscaras (de preferência, PFF2) e a organização pede que os manifestantes façam o uso, também, de álcool em gel 70%.

Apesar da situação crítica causada pela pandemia de Covid-19, as ações do governo de Jair Bolsonaro potencializaram a tragédia e continuam representando ameaças maiores ainda. Afinal, o que está em jogo são vidas!

É preciso reagir, em respeito à memória dos que já se foram, à valorização da Ciência, e ao futuro de todas e de todos!

À luta! Há luta!

 

O quê? Ato “Fora Bolsonaro” em Curitiba-PR
Onde: Praça Santos Andrade
Quando: 24 de julho (sábado), 15h
Importante: Use máscara PFF2 e álcool gel 70%. Respeite o distanciamento.

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8 de julho de 2021

Manobra Governo FederalUma auditoria financeira feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) demonstrou distorções feitas pelo Governo Federal em projeções dos ministérios da Economia e da Defesa nos dados da Previdência.

O estudo analisou estimativas contábeis de 2020 referentes ao passivo atuarial – valor necessário para pagar todos os benefícios – do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores da União (RPPS), do Sistema de Proteção Social dos Militares das Forças Armadas (SPSMFA) e do Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

Atualmente, o valor total de todos os benefícios no Brasil está na ordem de R$ 1,86 trilhão, montante que deve ser financiado a longo prazo pela União.

Divergências

Entre as principais constatações, o TCU aponta que o Governo Federal aumentava o valor real correspondente ao RPPS, referente ao benefício dos servidores, enquanto diminuía o valor efetivo que seria gasto com o pagamento do SPSMFA, que diz respeito aos militares.

O governo afirmava gastar R$ 49,2 bilhões a mais com os servidores do RPPS, regime no qual os professores federais estão inseridos. Dessa forma, o valor era reservado sem necessidade.

Ao mesmo tempo, a gestão de Jair Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, indicava que o custo para arcar com a Previdência dos militares era menor do que realmente é, de fato: o TCU observou uma subavaliação de R$ 52,7 bilhões do passivo do SPSMFA, e de R$ 7,2 bilhões do passivo registrado na conta Provisão de Pensões Militares do SPSMFA.

O TCU cobra, agora, que o governo atualize os cálculos. Se a prática continuasse de maneira incorreta, a tendência é que a longo prazo haveria um rombo gigantesco no sistema previdenciário brasileiro.

Segundo o órgão de controle, as distorções no caso dos servidores públicos foram geradas por defasagem das fórmulas utilizadas, e desconsideração de alguns benefícios de determinadas categorias de servidores, bem como das estimativas de melhorias da expectativa de vida do grupo.

Já as divergências no regime de Previdência dos militares tiveram como principais motivos a desconsideração de promoções e reajustes, das despesas com auxílio-invalidez e dos índices de sobrevida.

Falta de transparência

A auditoria foi importante para diagnosticar, também, a falta de transparência nos dados do Governo Federal sobre a Previdência, principalmente quanto ao Demonstrativo da Projeção Atuarial do RGPS, inclusive com distorções dos valores.

A inexatidão nos cálculos impacta diretamente as provisões previdenciárias.

Além disso, foram constatadas falhas na divulgação dos dados. A situação potencializa erros de interpretação e deficiências de controle interno sobre as informações.

Pressão por esclarecimentos

A partir do estudo do TCU, Paulo Guedes foi convidado a participar de uma audiência na Comissão de Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados. O ministro da Economia não compareceu em duas ocasiões.

Após as faltas, Guedes foi convocado a prestar esclarecimentos, de forma obrigatória, em audiência realizada nesta quarta (7).

Na ocasião, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco Leal, afirmou que as divergências nos dados do rombo futuro da são “muito pequenas”.

Por incompetência ou de forma proposital, o governo manipula as contas para beneficiar justamente os militares, um dos poucos setores que se mantém fiel mesmo diante das barbáries que levaram o Brasil ao caso econômico, social e, principalmente, na pandemia.

E isso não é apenas um descuido ou mero desvio, é praticamente um padrão, afinal o governo desviou R$ 140 milhões do SUS, que seriam utilizados no combate à pandemia de Covid-19, para o Ministério da Defesa gastar em diversas coisas que nada tinham a ver com a crise sanitária, inclusive material esportivo, veterinário e roupas de camas. A denúncia é do Ministério Público.

É bom lembrar que a ex-presidente Dilma Rousseff foi derrubada por um golpe sob a falsa justificativa de “pedaladas fiscais”, que não representaram nenhum gasto irregular ou prejuízo ao país. Já o governo Bolsonaro dá uma pedalada no SUS que prejudicou o combate à crise e certamente contribuiu para a morte de mais brasileiros.

 

 

Fonte: APUFPR

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1 de julho de 2021

 

AtoForaBolsonaro_3JNeste sábado (3 de julho), diversos protestos tomarão novamente as ruas do Brasil contra as barbáries do governo de Jair Bolsonaro. A APUFPR convoca a categoria docente a participar do ato em Curitiba. A concentração está marcada para 15h, na Praça Santos Andrade, e a organização está tomando cuidado para garantir medidas de proteção sanitária, além dex orientar que as pessoas usem máscaras e álcool 70%, e mantenham distanciamento seguro.

As manifestações estavam agendadas, originalmente, para o dia 24 de julho, mas foram adiantadas em virtude das escandalosas denúncias de corrupção que atingem o governo, especialmente em relação a compras superfaturadas de vacinas contra a Covid-19, que vieram à tona ao longo das últimas semana.

A situação demonstra o desgaste de um governo que, além de ter contribuído efetivamente para a maior parte das mais de 500 mil mortes por Covid-19, afunda-se em uma enorme velocidade em denúncias que mostram que sua corrupção não é apenas um desvio de comportamento, mas um método.

 

Apesar de todos os esforços dos governistas para desviar a atenção das pessoas, a maior parte da população já começa a enxergar a realidade mais clareza. Pesquisa divulgada pelo Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec), 53% de pessoas que votaram em Bolsonaro em 2018 afirmaram que não repetiriam o voto.

Mortes em troca de propina

 

Há muitos meses o Brasil é considerado o epicentro da pandemia de Covid-19 no mundo, com a contaminação ainda em ritmo descontrolado. No dia 23 de junho, o país bateu o recorde de notificações: 115 mil em 24 horas.
Desde março de 2020, mais de 516 mil pessoas perderam suas vidas no país (dados de 29 de junho) para uma doença para a qual existem vacinas disponíveis desde o ano passado.

Mas enquanto os brasileiros choravam por seus mortos, lidavam com o aumento da insegurança alimentar e enfrentavam os impactos do desemprego, o governo Bolsonaro articulava estratégicas para receber propinas.
Ao mesmo tempo em que se negou a negociar com o reconhecido laboratório Pfizer, ignorando 53 e-mails – o que garantiria milhões de vacinas ao Brasil ainda em 2020, salvando muitas vidas – o governo Bolsonaro tentou comprar vacinas indianas sem eficácia comprovada, com 1000% de superfaturamento, segundo documentos da Embaixada brasileira.

 

Além disso, de acordo com furo jornalístico divulgado pela Folha de S.Paulo em 29 de junho, o governo Bolsonaro tentou cobrar como propina 1 dólar por cada dose de vacina (o equivalente a mais de R$ 5,00) durante negociação de 400 milhões de doses do imunizante Astrazeneca, um esquema que renderia R$ 2 bilhões.

 

Impeachment

 

As manifestações pressionam ainda mais o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), a acatar o superpedido de impeachment do presidente, entregue nesta quarta (30 de junho).

A articulação pelo impeachment acontece após a pressão popular, em atos realizados ao longo de maio e junho em todas as regiões do país. O documento reúne 120 pedidos individuais, feitos por siglas e grupos de oposição, entidades da sociedade civil organizada e parlamentares que se arrependeram de ter apoiado o presidente.

É uma convergência de pessoas e organizações que, apensar de visões políticas completamente divergentes, definiram que a vida das pessoas deve ser prioridade.

 

A luta está na rua (mas com segurança)!

 

Desde o início da pandemia, a APUFPR tem se mobilizado junto com os docentes na resistência contra os constantes ataques do Governo Federal. Além dos impactos que atingem toda a sociedade brasileira, a nossa categoria também vem lutando contra a retirada de direitos e contra os cortes que pretendem acabar com as universidades públicas e com a produção de ciência no país.

 

Juntos, estaremos mais uma vez nas ruas lutando (mas com segurança).Chega de barbárie!

 

O quê? 3J – Curitiba – Ato contra Bolsonaro
Onde: Praça Santos Andrade
Quando: 3 de julho (sábado), 15h
Importante: Lembre de trazer álcool em gel 70%. Obrigatório o uso de máscara (de preferência, PFF2).

 

Fonte: APUFPR

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21 de junho de 2021

No dia 19 de junho, embaixo de chuva e frio, a APUFPR se uniu a milhares de pessoas em mais um ato pedindo “Fora Bolsonaro” e “Vacina para todos”. Em Curitiba, o ato novamente teve início na Praça Santos Andrade, onde vários líderes de diversos agrupamentos se pronunciaram, finalizando com uma passeata até a Boca Maldita, na Rua XV de Novembro. No mesmo dia, chegou a 500 mil o número de vítimas da COVID-19 e da má gestão do governo Bolsonaro.

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11 de junho de 2021

Ato19deJunhoUnificadoApós dos grandes atos do dia 29 de maio, que reuniram centenas de milhares de brasileiros em todas as capitais e centenas de cidades do país, uma nova manifestação contra as barbáries do governo de Jair Bolsonaro está programada para o dia 19 de junho em todo o país.

Em Curitiba, o ato terá concentração na Praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da UFPR, a partir das 15h. E, novamente, serão respeitados todos os cuidados sanitários, com uso de máscaras, álcool 70% e distanciamento.

Apesar de ainda enfrentarmos uma pandemia descontrolada, as movimentações de rua seguem acontecendo porque uma parcela cada vez maior da população vem entendendo que o governo se tornou mais perigoso do que o próprio vírus, afinal, estudos já mostraram que a imensa maioria das quase 500 mil mortes por Covid-19 decorreram de ações institucionais deliberadas do próprio presidente.

Além do protesto contra as atrocidades cometidas pelo Governo Federal na condução da pandemia, também estarão na pauta cortes na educação e a Reforma Administrativa, além da luta pela vacinação em massa de toda a população e o pagamento de auxílio emergencial digno de, no mínimo, R$ 600.

As barbáries

O Presidente da República não é só o principal responsável pela extensão e o agravamento da pandemia no Brasil, mas também pela crise econômica que deixa um rastro recorde de mais de 14,5 milhões de desempregados e de mais de 40 milhões de brasileiros vivendo na extrema pobreza (outro recorde histórico).

Além de incapaz de conduzir o país, o governo dá mostras em seus discursos e atitudes que está compromissado apenas com a agenda das elites econômicas, de retirada de direitos, de incentivo à violência policial, de ataques à soberania nacional e aos demais poderes e do aparelhamento ideológico das instituições.

O próprio presidente e membros do governo estimulam e participam de atos de grupos extremistas, que saem às ruas pedindo “intervenção militar” e o “fechamento do STF”.

Reação

É o momento de reagir. E de fazer mais do que “notas de repúdio”, ou manifestações nas redes sociais.

É preciso fazer uma pressão efetiva no atual Governo, porque vivemos à beira do abismo, da barbárie.

A população brasileira está cada vez mais insatisfeita com um governo que se recusou dezenas de vezes a comprar vacinas, que minimizou a gravidade da pandemia, que deixou desamparados milhões de brasileiros sem um auxílio emergencial digno e que segue promovendo cortes nos orçamentos das universidades federais.

 

Fonte: APUFPR


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