Tag: #ÉPublico

Sabe-quais-politicos-apoiam-a-Reforma-Administrativa-Os-corruptos-e-oportunistas-site.png
16 de setembro de 2021

 

Sabe quais políticos apoiam a Reforma Administrativa? Os corruptos e oportunistas

🤔 Sabe qual tipo de político apoia a Reforma Administrativa (PEC 32/2020) do governo de Jair Bolsonaro? Os corruptos e oportunistas!

😰 Isso porque ela tornará padrão velhos esquemas, como tráfico de influência, suborno, apadrinhamento político, clientelismo, venda ilegal de madeiras, coronelismo, orçamentos paralelos, favorecimento, compra superfaturada de vacinas, mamata, enriquecimento ilícito, nepotismo, ingerência política, empreguismo, loteamento partidário, conchavos, cabides de emprego, propina, terceirização generalizada, rachadinhas, funcionários fantasmas e por aí vai.

🤑 Aliás, a PEC 32/2020 é chamada de “PEC da Rachadinha”, pois permitirá que mais de 1,1 milhão de cargos sejam ocupados por pessoas sem concurso público e sem capacitação para a função. Muitos estarão lá apenas para repassar parte do próprio salário com políticos que lhe deram o cargo, outros irão apenas atender aos interesses daqueles que quiserem desviar os recursos públicos que deveriam ser destinados para o cuidado da população.

😱 A Reforma Administrativa do governo Bolsonaro também vai institucionalizar a carteirada e a perseguição aos servidores, e permitirá que criminosos e investigados interfiram e controlem os órgãos policiais e de fiscalização.

👿 Ou seja, a PEC 32/2020 destruirá os serviços públicos, prejudicará a população, e vai escancarar a porta para a corrupção – tudo para beneficiar os políticos corruptos e oportunistas que a apoiam com tanto fervor.

⚠ Barrá-la é o único meio de evitar que o serviço público se torne um imenso balcão de negócios ilícitos.

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ReformaAdministrativaNão

MP-das-fake-news-Bolsonaro-quer-blindar-odio-e-crimes-na-internet.jpg
14 de setembro de 2021

MP das fake news: Bolsonaro quer blindar ódio e crimes na internet

Conforme explicamos detalhadamente em nosso artigo sobre as paranoias infantilizadas que são usadas como armas políticas, as mentiras são os principais instrumentos do governo de Jair Bolsonaro e de seus apoiadores extremistas para manter um público fiel, amedrontado e raivoso.

E não é que Bolsonaro editou uma Medida Provisória (MP) para tentar blindar as milícias digitais que o apoiam?

Com a falsa justificativa de garantir a “liberdade de expressão”, o presidente editou a MP 1.068/2021, que altera o Marco Civil da Internet para proibir que provedores e empresas de redes sociais possam retirar conteúdos ofensivos ou criminosos de suas plataformas – como já ocorreu no caso do próprio Bolsonaro, que teve dezenas de conteúdos removidos por conter informações falsas sobre a Covid-19.

Criticada massivamente por pessoas e instituições das mais diversas posições políticas, a medida passou a ser conhecida como “MP das fake news”, tamanho seu descaramento em atuar explicitamente para proteger as facções que o apoiam, justamente no momento em que a CPI das Fake News avança e bate à porta dos Bolsonaros (Carlos, o filho vereador, é considerado o principal responsável pelo chamado “Gabinete do Ódio”, que seria a organização criminosas responsável por coordenar a extensa redes de mentiras governistas).

Com o STF avançando nas investigações das chamadas milícias digitais, financiadas com dinheiro público, e o TSE também investigando as mentiras difundidas virtualmente nas eleições de 2018, Bolsonaro tenta uma saída para que ele, seus apoiadores e filhos não sejam enquadrados em diversos tipos de crimes.

Ao editar a MP pensando em sua sobrevivência política, Bolsonaro dá margem para que outros tipos de criminosos possam disseminar não apenas ódio (muitas vezes com consequência na vida “real”), mas espalhar conteúdos como pedofilia, assédio sexual ou vazamento de imagens íntimas, ou mesmo que estupradores possam espalhar fotos de suas vítimas.

Hipocritamente, os governistas dizem que caberia às autoridades investigar e punir quem, porventura, fizer mal uso da internet. Mas na prática, quando esses conteúdos se espalharem, seria impossível investigar, processar e punir todas as pessoas que apoiarem ou ajudarem a disseminar os materiais, inclusive porque a maioria das pessoas usaria (obviamente) perfis falsos para isso.

 

PGR pede ao STF a suspensão da MP

A Procuradoria Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão da Medida Provisória. Apesar de raramente cumprir com sua função e atuar quase exclusivamente para proteger Bolsonaro, o procurador-geral, Augusto Aras, desta vez se posicionou contra o governo.

Se bem que pode ter sido uma decisão calculada, que estaria vinculada ao resultado dos acontecimentos do dia 7 de setembro (que explicamos a seguir).

 

Presidente do Senado pode rejeitar a MP

Uma Medida Provisória é um decreto emitido pelo presidente da República, e que, mesmo sendo temporária, como o nome diz, pode entrar em vigor imediatamente após sua publicação.

A partir de então cabe ao Congresso decidir se aceita a medida, transformando-a lei, ou se a derruba.

Como foi editada às vésperas das manifestações golpistas organizadas pelo presidente em 7 de setembro, a MP também pode ser interpretada como uma tentativa de Bolsonaro emitir um “salvo conduto” para seus seguidores extremistas atacarem o STF e a Democracia, alvos do protesto.

Como o tamanho e a radicalidade das manifestações foram pequenos e insuficientes para garantir o golpe que Bolsonaro buscava, o “tiro saiu pela culatra”, com o presidente perdendo ainda mais apoio entre políticos e empresários.

Com isso, a expectativa é de que o presidente do Senado rejeite a MP sem sequer levá-la à votação, argumentando que não há urgência na matéria que justifique uma medida atropelada como essa.

Isso seria muito conveniente para Bolsonaro, na hipótese (nem tão improvável assim) que a MP tenha servido apenas como parte da fracassada tentativa de golpe do dia 7.

 

O que diz a MP

O texto da MP 1.068/2021 visa sobretudo impedir que redes sociais como Twitter, Instagram, Facebook e YouTube apaguem conteúdos mentirosos ou bloqueiem contas, exceto por “justa causa”, que seriam definidas sobretudo no âmbito judicial.

A MP impede que os provedores de redes sociais adotem “critérios de moderação ou limitação do alcance da divulgação de conteúdo que impliquem censura de ordem política, ideológica, científica, artística ou religiosa”.

Caso não seja derrubada, dificultará o combate às fake news criadas e financiadas por Bolsonaro e seus aliados, muitas vezes com dinheiro público.

Diante da evidente falta de embasamento jurídico da proposta de Bolsonaro, nos dias seguintes ao decreto presidencial foram abertas seis ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) no STF questionam a legalidade da MP.

Por mais que seja improvável a manutenção da medida editada pelo Governo Federal, apenas sua proposição já demonstra o quão longe Bolsonaro está disposto a ir para atacar a democracia e se perpetuar no poder, única alternativa para que ele e sua família escapem da cadeia.

Fonte: APUFPR

Reforma-Administrativa-tritura-a-Constituicao-para-beneficiar-as-elites-economicas-site.png
14 de setembro de 2021

Reforma Administrativa tritura a Constituição para beneficiar as elites econômicas

🔰 A Constituição Federal determina que o Estado tem o dever de garantir direitos fundamentais a todos os brasileiros.

Mas a Reforma Administrativa (PEC 32/2020) quer acabar com isso!

😲 Ela vai transformar o Estado em um “órgão de suporte” da iniciativa privada, que ficará responsável pela gestão dos serviços e vai lucrar com eles.

Com isso, o poder público vai gastar mais por algo de pior qualidade (no mundo todo, países desenvolvidos estão reestatizando empresas e serviços privatizados justamente pela falta de qualidade e preços mais caros).

🤯 Na prática, o governo vai terceirizar os serviços e transferir os recursos públicos para empresários. Dá para imaginar o tamanho da farra que eles irão fazer com o dinheiro público?

🥸 Além disso, ela permitirá que 915 mil cargos sejam ocupados por apadrinhados políticos sem concurso, que irão trabalhar apenas para benefício de quem lhe der o cargo.

😲 A Reforma Administrativa tritura a Constituição Federal para beneficiar oportunistas, mas quem vai pagar essa conta será o povo brasileiro.

✋Precisamos impedir esse desastre e barrar a PEC 32/2020 para protegermos os serviços públicos, porque eles sim são para todos!

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ReformaAdministrativaNão #PEC32Não

Pesquisa-e-Humanidades-sera-tema-do-proximo-Vozes-da-Ciencia-na-quinta-16-1280x720.png
13 de setembro de 2021

O programa Vozes da Ciência, criado pela APUFPR para debater o valioso papel dos pesquisadores brasileiros e a importância da produção científica para a sociedade, chega ao seu terceiro episódio com o tema “Pesquisa e Humanidades”. Desta vez, nosso bate-papo será com Maria Isabel Limongi, professora titular na UFPR e pesquisadora CNPq. Ela é graduada, mestre e doutora em Filosofia pela USP e atua na linha de pesquisa sobre o pensamento político moderno. A atividade será transmitida ao vivo na quinta-feira (16) pelas redes sociais da APUFPR, a partir das 19h. Na nossa página do Facebook, clique na estrela para receber a notificação. Em nosso canal do YouTube, clique no sininho para receber o lembrete. Participe e não perca nenhum episódio! *Ciência sob ameaça* A ciência brasileira vive um de seus momentos mais difíceis. Não bastassem os severos cortes de recursos federais, que derrubaram o orçamento do setor para o menor patamar deste século, e o corte de bolsas, que colocaram em risco parte considerável dos projetos em andamento, o presidente Jair Bolsonaro, os membros de seu governo e seus apoiadores extremistas adotaram um discurso negacionista que tem, como uma de suas bases, a restrição ao pensamento científico. A área de Humanidades, particularmente, vem sendo atacada e perseguida pelos setores extremistas, que enxergam nela uma antítese à sua existência (que é inversamente proporcional a tudo aquilo que é “humano”). É preciso reverter este quadro e buscar o apoio da sociedade. Não é tarefa fácil, dado o grau de contaminação que se alastrou por diversos segmentos da população que criticam, atacam e ameaçam as universidades públicas (justo as instituições que são responsáveis por 99% da produção científica nacional). E esse é justamente um dos objetivos do programa Vozes da Ciência. Por isso, participe, comente, faça perguntas, e compartilhe para que mais pessoas sejam alcançadas por esse debate.

O programa Vozes da Ciência, criado pela APUFPR para debater o valioso papel dos pesquisadores brasileiros e a importância da produção científica para a sociedade, chega ao seu terceiro episódio com o tema “Pesquisa e Humanidades”.

Desta vez, nosso bate-papo será com Maria Isabel Limongi, professora titular na UFPR e pesquisadora CNPq. Ela é graduada, mestre e doutora em Filosofia pela USP e atua na linha de pesquisa sobre o pensamento político moderno.

A atividade será transmitida ao vivo na quinta-feira (16) pelas redes sociais da APUFPR, a partir das 19h. Na nossa página do Facebook, clique na estrela para receber a notificação. Em nosso canal do YouTube, clique no sininho para receber o lembrete.

Participe e não perca nenhum episódio!

 

Ciência sob ameaça

A ciência brasileira vive um de seus momentos mais difíceis. Não bastassem os severos cortes de recursos federais, que derrubaram o orçamento do setor para o menor patamar deste século, e o corte de bolsas, que colocaram em risco parte considerável dos projetos em andamento, o presidente Jair Bolsonaro, os membros de seu governo e seus apoiadores extremistas adotaram um discurso negacionista que tem, como uma de suas bases, a restrição ao pensamento científico.

A área de Humanidades, particularmente, vem sendo atacada e perseguida pelos setores extremistas, que enxergam nela uma antítese à sua existência (que é inversamente proporcional a tudo aquilo que é “humano”).

É preciso reverter este quadro e buscar o apoio da sociedade. Não é tarefa fácil, dado o grau de contaminação que se alastrou por diversos segmentos da população que criticam, atacam e ameaçam as universidades públicas (justo as instituições que são responsáveis por 99% da produção científica nacional).

E esse é justamente um dos objetivos do programa Vozes da Ciência. Por isso, participe, comente, faça perguntas, e compartilhe para que mais pessoas sejam alcançadas por esse debate.

Fonte: APUFPR

Ministro-caiu-porque-foi-denunciado-por-servidor-com-estabilidade.png
9 de setembro de 2021

Ministro caiu porque foi denunciado por servidor com estabilidade

👉 Ricardo Salles era ministro do Meio Ambiente do governo Bolsonaro e foi denunciado porque estaria atrapalhando investigação ambiental, integrando organização criminosa e exercendo advocacia administrativa em favor de um esquema de desmatamento ilegal, grilagem de terra, fraude em escrituras e exploração madeireira em áreas de preservação permanente.

❗ Quem fez a denúncia foi um delegado da Polícia Federal, que é servidor público.

O governo tentou impedir as investigações. Ele perdeu o cargo de Superintendente da PF do Amazonas, mas só não foi demitido porque é concursado e possui estabilidade no emprego.

👏 Pois é: com a estabilidade, o servidor pode defender os interesses da sociedade sem sofrer demissões injustas baseadas em decisões políticas e econômicas.

A estabilidade do servidor protege a sociedade contra abusos de políticos, é uma das principais amas contra a corrução, além de permitir que gestores (presidente, ministro, governadores, prefeitos e demais políticos) sejam fiscalizados com rigor.

😡 E é justamente por isso que o governo Bolsonaro quer aprovar a Reforma Administrativa (PEC 32/2020): ela vai acabar com a estabilidade dos servidores e liberar a contratação de quase 1 milhão de apadrinhados políticos (que não denunciarão abusos no poder público, e até facilitarão os desvios). Só quem defende a corrupção apoia esse projeto.

✋ Por isso, é preciso barrar a PEC 32, e defender o serviço público. Ele sim é para todos!

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ReformaAdministrativaNão

Parecer-do-relator-reduz-danos-da-Reforma-Administrativa-mas-ela-ainda-precisa-ser-barrada.jpg
3 de setembro de 2021
Parecer do relator reduz danos da Reforma Administrativa, mas ela ainda precisa ser barrada
Foto: Agência Câmara de Notícias

Após forte pressão e mobilização do funcionalismo público e do movimento sindical, o deputado Arthur Oliveira Maia (DEM-BA) apresentou um relatório que reduz alguns dos muitos danos propostos pela Reforma Administrativa.

Mesmo com as mudanças, o projeto segue sendo prejudicial aos funcionários públicos e a toda população, já que teria impactos severos sobre os serviços públicos.

Maia apresentou esse projeto substitutivo para a Comissão Especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC)  32/2020 na Câmara. Eles esperam votá-lo entre 14 e 16 de setembro.

 

Relator tirou algumas crueldades…

O projeto substitutivo de Arthur Maia busca reduzir o alcance da PEC 32/2020, sem impedir, no entanto, que ela seja aprovada, como querem Bolsonaro e Paulo Guedes. Foi uma forma para tentar reduzir a resistência ao projeto.

Em relação à proposta inicial, o texto do relator minimizou as ameaças à estabilidade dos servidores. Mas deixou a vinculação a avaliações de desempenho, o que permitiria demissões dos servidores que não se enquadrassem nos critérios, que seriam estabelecidos em lei posterior, o que ainda pode deixar brecha para decisões políticas e ideológicas.

Ele apontou algumas regras “transitórias” que poderiam ser aplicadas de forma bastante temerária e sem isonomia. Segundo sua proposta, a avaliação de usuários também contaria e seria feita por aplicativo. Isso pode ser preocupante, já que está comprovado que parte da opinião pública é direcionada a partir de disparos em massa de mensagens por aplicativos e distribuição massiva de fake news ou mensagens de ódio.

Das cinco modalidades de contratação anteriormente previstas, restariam apenas duas: contratos temporários e concursos públicos.

Os contratos de tempo indeterminado e o vínculo de experiência (etapa prévia) seriam retirados do projeto, mas os contratos temporários seriam permitidos. A estabilidade estaria “garantida” depois de 3 anos em estágio probatório (com avaliações a cada 6 meses antes de ser tornar estável).

Foram excluídas também propostas que ampliavam a contratação por indicação política em cargos de comissões e funções de confiança, transformando-os em “cargos de liderança e assessoramento”, e que acabavam com o limite imposto para ocupação de cargos por pessoas de fora da própria carreira ou a vedação à ocupação de cargos técnicos ou estratégicos.

Com isso, o projeto não trataria mais do fim do Regime Jurídico Único (RJU). Também excluiu a proposta de transferir os servidores para o Regime Geral da Previdência Social (RGPS)

Na proposta do substitutivo, ainda ficariam vedadas a aposentadoria compulsória como forma de punição (o que é hipocrisia, porque isso se aplica apenas a magistrados, mas eles estão fora do alcance da Reforma) e a concessão de férias de mais de 30 dias por ano e de adicionais como os referentes a tempo de serviço, como licença-prêmio, licença-assiduidade e outros.

Maia também propôs a supressão da alteração que dava poderes supremos para que o líder do Executivo, sem necessidade de lei, alterasse o funcionamento da administração pública federal, extinguisse cargos, funções, ministérios, autarquias (inclusive as universidades federais).

Novos servidores estarão sujeitos demissão, caso sua carreira seja extinta ou declarada obsoleta.

 

… manteve algumas…

O relator suprimiu a mudança que permitiria ampliação dos “contratos de gestão” que, na prática, facilitariam a terceirização de praticamente qualquer atividade (inclusive as “típicas de Estado”). Por outro lado, manteve os “instrumentos de cooperação” que permitiriam a execução de serviços públicos por entes privados, como organizações sociais e outras formas de privatização envolvendo, inclusive, a cessão de patrimônio e pessoal (ou seja, terceirização).

 

… mas adicionou outras

O substitutivo de Maia reduziria as tentativas de acabar com a estabilidade dos servidore, mas permitiria, por exemplo, que servidores estáveis fossem demitidos em razão de “obsolescência” ou falta de necessidade do cargo, o que abriria espaço para falta de isonomia e pressões políticas.

O substitutivo prevê ainda a possibilidade de redução de jornada e salário em até 25% para os servidores, de forma compulsória para futuros servidores ou optativas para os atuais (isso geraria quebra de isonomia). Essa crueldade já fazia parte das PECs 188 e 186 (PEC Emergencial) mas ficou de fora.

A APUFPR alerta que nada garante que este parecer do relator seja aprovado, tanto na Comissão Especial como no plenário da Câmara e no Senado. Pode haver mais alterações ou o próprio governo pode tentar retomar o projeto original, ainda mais recheado de maldades.

Por isso, a mobilização de servidores, movimento sindical e da sociedade devem ser mantidas até que o projeto seja barrado por completo, e não apenas tenha seu alcance minimizado.

 

Fonte: APUFPR

Devido-aos-feriados-APUFPR-nao-tera-atendimento-nos-dias-6-a-8.jpg
3 de setembro de 2021

Devido aos feriados, APUFPR não terá atendimento nos dias 6 a 8

 APUFPR informa que não haverá atendimento na segunda feira (dia 6, a entidade estará em recesso), na terça-feira (dia 7, feriado da Independência) e na quarta-feira (dia 8, feriado da padroeira de Curitiba).

Os atendimentos serão retomados a partir da quinta-feira (9), quando haverá também o plantão na sede da entidade, entre 9h e 18h.

Fonte: APUFPR

A-ganancia-patrocina-a-Reforma-Administrativa.png
2 de setembro de 2021

A ganância patrocina a Reforma Administrativa

🤑 Com a Reforma Administrativa (PEC 32/2020), os “serviços públicos” se tornarão “objeto de ganância”.

😱 Educação, saúde, previdência, órgãos públicos e a maior parte do Estado poderão ser transferidos à iniciativa privada. Até mesmo a Segurança pública e os órgãos que fiscalizam o governo!

💰 A população pagará mais caro para ter acesso a boa parte dos serviços, e muitos poderão ser extintos (como as Guardas Municipais, por exemplo).

O Estado ficará apenas com a “sobra do mercado”, ou seja, com os serviços considerados menos lucrativos para o setor privado.

😓 A qualidade desses serviços também cairá, pois, com o tempo, os servidores concursados serão substituídos por apadrinhados políticos sem qualquer qualificação para a função, comprometidos apenas com aqueles que o indicaram.

Para que a população não fique abandonada, é preciso barrar a Reforma Administrativa e valorizar os serviços públicos, porque eles sim são para todos.

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ReformaAdministrativaNão

A-reforma-administrativa-vai-piorar-a-economia-do-Brasil.png
31 de agosto de 2021

A Reforma Administrativa vai piorar a economia do Brasil

💰 Segundo o IBGE, 65% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro é efeito do consumo das famílias.

📌 Somente os salários, pensões e aposentadorias dos servidores públicos geram quase 32% do consumo no país (o que representa perto de R$ 1,5 trilhão em 2020).

💪 Esses montantes são fundamentais para a economia continuar aquecida e, com isso, contribuem para a geração de emprego e renda de todos os brasileiros!

Em tempos de crise, como a que vivemos há anos, um dos fatores mais relevantes é a estabilidade dos servidores, já que ela evita a rotatividade de pessoal e, por isso, o país consegue manter mais equilíbrio na economia.

💔 Porém, a Reforma Administrativa (PEC 32/2020) pretende quebrar esse ciclo, com uma série de mudanças que fragilizarão os servidores e reduzirão a contratação de novos funcionários públicos.

😵 A redução da quantidade de servidores e de sua renda vai encolher ainda mais o consumo no país e piorar as crises financeira e fiscal que estamos vivendo há anos (para as quais o governo não consegue apresentar propostas efetivas).

❗ Todas as atividades econômicas serão impactadas, sobretudo nas pequenas e médias empresas.

✋ Barrar a PEC 32/2020 é do interesse de todos os brasileiros.

Faça sua parte: pressione seu deputado por um voto contra ela!

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ReformaAdministrativaNão

Live-no-dia-30-debate-planejamento-participativo-e-projeto-de-gestao-da-APUFPR.jpg
26 de agosto de 2021

Live no dia 30 debate planejamento participativo e projeto de gestão da APUFPR

Um dos compromissos da atual gestão da APUFPR é a construção participativa de um projeto de gestão que incorpore as reivindicações e as lutas junto com os docentes.

Para entender e debater as melhores formas de se consolidar essa participação, promoveremos na segunda-feira (30) a live “Planejamento Participativo: a construção de um projeto de gestão. Por quê? Para quê?”.

A transmissão começa às 19h no Facebook (clique em receber lembrete) e no YouTube (clique no sininho para ativar o lembrete) da APUFPR.

Nessa atividade conversaremos sobre o planejamento participativo como ferramenta organizativa e como instrumento direcionador da complexidade das lutas democráticas, buscando consolidar e aprimorar a atuação da APUFPR e dos professores da UFPR diante dos enormes desafios que temos pela frente.

 

Convidados

Como debatedores, participarão da live o filósofo e escritor Danilo Gandin, mestre em educação, professor aposentado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e Valdo Cavallet, doutor em Educação e professor do Setor Litoral da UFPR.

Especialista em planejamento como prática educativa, Danilo Gandin é autor de diversos livros, como A prática do pensamento participativo, Soluções de planejamento para uma prática estratégica e participativa e Planejamento na sala de aula.

Já Valdo Cavallet tem amplo conhecimento sobre a UFPR, onde leciona desde 1979, e longa experiência acadêmica, incluindo pesquisas sobre metodologia do ensino superior, alternativas para uma nova educação, interdisciplinaridade e também sobre projetos educacionais inclusivos.

 

Planejamento participativo

O debate se debruçará sobre os melhores métodos para organizarmos a luta dos docentes e da APUFPR de forma mais democrática.

Conhecendo nossa realidade institucional poderemos ter um bom diagnóstico coletivo de nossos problemas, necessidades e objetivos.

Como explicado por Gandin em seus textos, o planejamento participativo busca responder três questões: O que se quer alcançar? Quais são as nossas necessidades? O que deverá ser feito para diminuir a distância entre o que se pretende alcançar e a realidade atual?

A partir dessa metodologia, pode ser traçado um conjunto de ações para resolver as necessidades elencadas, incorporando também ideias e estratégias para aperfeiçoar o processo de participação.

Marque na sua agenda e participe, venha trocar ideias com nossos convidados.

Fonte: APUFPR


BOLETIM ELETRÔNICO


REDES SOCIAIS