Tag: ato fora bolsonaro

thumb-24j-APUFPR.jpeg
26 de julho de 2021

🤝 Em memória dos mais de 550 mil mortos por Covid-19 no Brasil; e pela valorização da ciência, da educação e da vida, a APUFPR se uniu a milhares de pessoas nas ruas de Curitiba e de Matinhos, no último sábado (24), durante a mobilização nacional “Fora Bolsonaro” e “Vacina para todos”.

Protestos foram realizados em centenas de cidades no Brasil e no exterior.

👉 Organizado por diversos setores da sociedade, o ato pedia celeridade na campanha de vacinação (atrasada propositadamente pelo governo, que deu preferência a esquemas para superfaturamento na compra de imunizantes) e cobrou a responsabilização do presidente da República sobre a morte dos brasileiros, tanto pela postura negacionista adotada para prolongar a pandemia de Covid-19 como pelas denúncias de corrupção que envolvem sua gestão na administração da crise epidemiológica.

⚖️ O secretário-geral da APUFPR, Paulo Opuska, destacou a importância da mobilização popular para defender a Democracia no Brasil. “Mais uma vez, a APUFPR está participando dos atos Fora Bolsonaro, da defesa do Estado de Direito, da defesa da República e da defesa da Democracia, que está em risco, inclusive, com a possibilidade de um golpe militar”, ressaltou.

✊ Junto com a categoria docente, a APUFPR também protestou contra a Reforma Administrativa e os cortes que o atual governo vem aplicando à educação e à ciência.

 

Fonte: APUFPR

ato-fora-bolsonaro-24julho-apufpr.jpg
21 de julho de 2021

Protesto Fora Bolsonaro 24 de julhoBrasileiros voltam às ruas neste sábado (24 de julho) em mais uma mobilização nacional contra as barbáries do governo de Jair Bolsonaro.

Em Curitiba-PR, o protesto terá início às 15h, na Praça Santos Andrade, passando logo após pelas ruas centrais da capital.

A APUFPR convoca a categoria docente a se unir à manifestação, que é organizada por uma grande frente que une diversas entidades representativas e movimentos sociais paranaenses.

Haverá atos em outras cidades do estado. Em Matinhos, no litoral, um ato simbólico está marcado para 14h na rotatória, onde também haverá arrecadação de alimentos com biscoitos e achocolatados, que serão doados às crianças de famílias em situação de vulnerabilidade social. Em seguida, haverá uma carreata pela cidade.

Desde maio, a mobilização social tem avançado, pressionando pelo impeachment do atual presidente, em virtude da postura negacionista adotada por seu governo na condução da pandemia (que já causou quase 550 mil mortes no país, sendo que pelo menos 400 mil poderiam ter sido evitadas, segundo estudos), e das denúncias que envolvem sua gestão em diversos esquemas de compras superfaturadas de vacinas.

O ato também pautará os cortes sucessivos na Educação; o retrocesso que a Reforma Administrativa trará aos serviços públicos; a ampliação na campanha de vacinação; o retorno do auxílio emergencial de no mínimo R$600,00; além do protesto contra a fome, o desemprego e o genocídio da população brasileira.

Na ocasião, orientações de distanciamento social devem ser respeitadas. É obrigatório o uso de máscaras (de preferência, PFF2) e a organização pede que os manifestantes façam o uso, também, de álcool em gel 70%.

Apesar da situação crítica causada pela pandemia de Covid-19, as ações do governo de Jair Bolsonaro potencializaram a tragédia e continuam representando ameaças maiores ainda. Afinal, o que está em jogo são vidas!

É preciso reagir, em respeito à memória dos que já se foram, à valorização da Ciência, e ao futuro de todas e de todos!

À luta! Há luta!

 

O quê? Ato “Fora Bolsonaro” em Curitiba-PR
Onde: Praça Santos Andrade
Quando: 24 de julho (sábado), 15h
Importante: Use máscara PFF2 e álcool gel 70%. Respeite o distanciamento.

AtoForaBolsonaro_3J_APUFPR.jpeg
1 de julho de 2021

 

AtoForaBolsonaro_3JNeste sábado (3 de julho), diversos protestos tomarão novamente as ruas do Brasil contra as barbáries do governo de Jair Bolsonaro. A APUFPR convoca a categoria docente a participar do ato em Curitiba. A concentração está marcada para 15h, na Praça Santos Andrade, e a organização está tomando cuidado para garantir medidas de proteção sanitária, além dex orientar que as pessoas usem máscaras e álcool 70%, e mantenham distanciamento seguro.

As manifestações estavam agendadas, originalmente, para o dia 24 de julho, mas foram adiantadas em virtude das escandalosas denúncias de corrupção que atingem o governo, especialmente em relação a compras superfaturadas de vacinas contra a Covid-19, que vieram à tona ao longo das últimas semana.

A situação demonstra o desgaste de um governo que, além de ter contribuído efetivamente para a maior parte das mais de 500 mil mortes por Covid-19, afunda-se em uma enorme velocidade em denúncias que mostram que sua corrupção não é apenas um desvio de comportamento, mas um método.

 

Apesar de todos os esforços dos governistas para desviar a atenção das pessoas, a maior parte da população já começa a enxergar a realidade mais clareza. Pesquisa divulgada pelo Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec), 53% de pessoas que votaram em Bolsonaro em 2018 afirmaram que não repetiriam o voto.

Mortes em troca de propina

 

Há muitos meses o Brasil é considerado o epicentro da pandemia de Covid-19 no mundo, com a contaminação ainda em ritmo descontrolado. No dia 23 de junho, o país bateu o recorde de notificações: 115 mil em 24 horas.
Desde março de 2020, mais de 516 mil pessoas perderam suas vidas no país (dados de 29 de junho) para uma doença para a qual existem vacinas disponíveis desde o ano passado.

Mas enquanto os brasileiros choravam por seus mortos, lidavam com o aumento da insegurança alimentar e enfrentavam os impactos do desemprego, o governo Bolsonaro articulava estratégicas para receber propinas.
Ao mesmo tempo em que se negou a negociar com o reconhecido laboratório Pfizer, ignorando 53 e-mails – o que garantiria milhões de vacinas ao Brasil ainda em 2020, salvando muitas vidas – o governo Bolsonaro tentou comprar vacinas indianas sem eficácia comprovada, com 1000% de superfaturamento, segundo documentos da Embaixada brasileira.

 

Além disso, de acordo com furo jornalístico divulgado pela Folha de S.Paulo em 29 de junho, o governo Bolsonaro tentou cobrar como propina 1 dólar por cada dose de vacina (o equivalente a mais de R$ 5,00) durante negociação de 400 milhões de doses do imunizante Astrazeneca, um esquema que renderia R$ 2 bilhões.

 

Impeachment

 

As manifestações pressionam ainda mais o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), a acatar o superpedido de impeachment do presidente, entregue nesta quarta (30 de junho).

A articulação pelo impeachment acontece após a pressão popular, em atos realizados ao longo de maio e junho em todas as regiões do país. O documento reúne 120 pedidos individuais, feitos por siglas e grupos de oposição, entidades da sociedade civil organizada e parlamentares que se arrependeram de ter apoiado o presidente.

É uma convergência de pessoas e organizações que, apensar de visões políticas completamente divergentes, definiram que a vida das pessoas deve ser prioridade.

 

A luta está na rua (mas com segurança)!

 

Desde o início da pandemia, a APUFPR tem se mobilizado junto com os docentes na resistência contra os constantes ataques do Governo Federal. Além dos impactos que atingem toda a sociedade brasileira, a nossa categoria também vem lutando contra a retirada de direitos e contra os cortes que pretendem acabar com as universidades públicas e com a produção de ciência no país.

 

Juntos, estaremos mais uma vez nas ruas lutando (mas com segurança).Chega de barbárie!

 

O quê? 3J – Curitiba – Ato contra Bolsonaro
Onde: Praça Santos Andrade
Quando: 3 de julho (sábado), 15h
Importante: Lembre de trazer álcool em gel 70%. Obrigatório o uso de máscara (de preferência, PFF2).

 

Fonte: APUFPR

Thumb-AtosForabolsonaro.jpeg
21 de junho de 2021

No dia 19 de junho, embaixo de chuva e frio, a APUFPR se uniu a milhares de pessoas em mais um ato pedindo “Fora Bolsonaro” e “Vacina para todos”. Em Curitiba, o ato novamente teve início na Praça Santos Andrade, onde vários líderes de diversos agrupamentos se pronunciaram, finalizando com uma passeata até a Boca Maldita, na Rua XV de Novembro. No mesmo dia, chegou a 500 mil o número de vítimas da COVID-19 e da má gestão do governo Bolsonaro.

19J_ATO_UNIFICADO_CURITIBA-DIVULGACAO_APUFPR.jpg
11 de junho de 2021

Ato19deJunhoUnificadoApós dos grandes atos do dia 29 de maio, que reuniram centenas de milhares de brasileiros em todas as capitais e centenas de cidades do país, uma nova manifestação contra as barbáries do governo de Jair Bolsonaro está programada para o dia 19 de junho em todo o país.

Em Curitiba, o ato terá concentração na Praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da UFPR, a partir das 15h. E, novamente, serão respeitados todos os cuidados sanitários, com uso de máscaras, álcool 70% e distanciamento.

Apesar de ainda enfrentarmos uma pandemia descontrolada, as movimentações de rua seguem acontecendo porque uma parcela cada vez maior da população vem entendendo que o governo se tornou mais perigoso do que o próprio vírus, afinal, estudos já mostraram que a imensa maioria das quase 500 mil mortes por Covid-19 decorreram de ações institucionais deliberadas do próprio presidente.

Além do protesto contra as atrocidades cometidas pelo Governo Federal na condução da pandemia, também estarão na pauta cortes na educação e a Reforma Administrativa, além da luta pela vacinação em massa de toda a população e o pagamento de auxílio emergencial digno de, no mínimo, R$ 600.

As barbáries

O Presidente da República não é só o principal responsável pela extensão e o agravamento da pandemia no Brasil, mas também pela crise econômica que deixa um rastro recorde de mais de 14,5 milhões de desempregados e de mais de 40 milhões de brasileiros vivendo na extrema pobreza (outro recorde histórico).

Além de incapaz de conduzir o país, o governo dá mostras em seus discursos e atitudes que está compromissado apenas com a agenda das elites econômicas, de retirada de direitos, de incentivo à violência policial, de ataques à soberania nacional e aos demais poderes e do aparelhamento ideológico das instituições.

O próprio presidente e membros do governo estimulam e participam de atos de grupos extremistas, que saem às ruas pedindo “intervenção militar” e o “fechamento do STF”.

Reação

É o momento de reagir. E de fazer mais do que “notas de repúdio”, ou manifestações nas redes sociais.

É preciso fazer uma pressão efetiva no atual Governo, porque vivemos à beira do abismo, da barbárie.

A população brasileira está cada vez mais insatisfeita com um governo que se recusou dezenas de vezes a comprar vacinas, que minimizou a gravidade da pandemia, que deixou desamparados milhões de brasileiros sem um auxílio emergencial digno e que segue promovendo cortes nos orçamentos das universidades federais.

 

Fonte: APUFPR

WhatsApp-Image-2021-05-24-at-08.09.57.jpeg
27 de maio de 2021

O próximo sábado (29) será de intensa mobilização em todo o país com atos contra as atrocidades do governo do presidente Jair Bolsonaro, contra os cortes na educação e contra a Reforma Administrativa, além de exigir a vacinação em massa e auxílio emergencial mínimo de R$ 600.

Em Curitiba, a manifestação está programada para 16h, na praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da UFPR, e seguirá todos os cuidados sanitários, como o uso de máscaras, álcool 70% e distanciamento.

O Presidente da República não é só o principal responsável pela extensão e o agravamento da pandemia no Brasil (que já fez mais de 450 mil vítimas em pouco mais de um ano), mas também pela crise econômica que deixa um rastro recorde de mais de 14,5 milhões de desempregados e de mais de 40 milhões de brasileiros vivendo na extrema pobreza (outro recorde histórico).

 

Um governo cruel em nome do caos

Além de incapaz de conduzir o país, o governo dá mostras em seus discursos e atitudes que está compromissado apenas com a agenda das elites econômicas, de retirada de direitos, de incentivo à violência policial, de ataques à soberania nacional e aos demais poderes e do aparelhamento ideológico das instituições.
O próprio presidente e membros do governo estimulam e participam de atos de grupos extremistas, que saem às ruas pedindo “intervenção militar” e o “fechamento do STF”.
É o momento de reagir.
A população brasileira está cada vez mais insatisfeita com um governo que se recusou por 11 vezes a comprar vacinas, que minimizou a gravidade da pandemia, que deixou desamparados milhões de brasileiros sem um auxílio emergencial digno e que segue promovendo cortes nos orçamentos das universidades federais.

 

Ato Fora Bolsonaro em Curitiba

Dia 29 de maio (sábado), a partir das 16h
Praça Santos Andrade, Centro de Curitiba
Respeite as orientações sanitárias de distanciamento, o uso de máscaras e álcool 70%.

 


BOLETIM ELETRÔNICO


REDES SOCIAIS