Docentes de todas as universidades federais em greve que realizaram Assembleia rejeitaram a nova proposta do Governo

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Até o momento (24 de maio, 11h30), 45 Assembleias de docentes federais rejeitaram a última proposta do Governo. Apenas 2 (que não estão em greve) julgaram a proposta aceitável.

 

A insatisfação das/os docentes envolve vários pontos da última proposta do governo:

– A permanência de 0% em 2024

– A manutenção de perdas importantes para a imensa maioria da categoria

– A ausência de qualquer proposta de recomposição do orçamento das universidades, que caíram de R$15,55 bilhões, em 2014, para R$7,21 bi, em 2024

– A manutenção de ataques ao serviços público, como o Novo Ensino Médio, e as diversas contrarreformas

– O não reenquadramento dos aposentados na carreira

 

As assembleias estão indicando também pontos para uma nova contraproposta a ser apresentada ao Governo na próxima segunda (27).

A força crescente da greve e a rejeição, quase unânime, da proposta inevitavelmente levarão o governo a manter a negociação aberta com as/os docentes.

Esse é o caminho para garantir conquistas à altura das necessidades da educação federal.

 

 


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