Categoria: Campanhas

Reforma-Administrativa.jpg
30 de agosto de 2021

 

 

A Reforma Administrativa (PEC 32/2020) é um projeto do Governo Federal criado para acabar com direitos dos servidores, reduzir o papel dos serviços públicos, entregar a gestão e os recursos para a iniciativa privada, ampliando o loteamento político dos cargos e a corrupção.

Apresentados de forma didática e ilustrativa, os conteúdos podem ser usados em redes sociais e até durante atividades acadêmicas, como forma de fomento do debate sobre o futuro das universidades públicas e da educação.

Confirma os vídeos:

 

apufpr_reforma_administrativa-s.jpg
9 de dezembro de 2020

🚨Apesar do nome, a Reforma Administrativa (PEC 32/2020) não vai reformar o Estado brasileiro.

💣 Seu objetivo é implodir as bases constitutivas do Brasil, começando pelo aniquilamento dos servidores públicos – atuais e futuros.

Essa PEC é a granada que o governo Bolsonaro tanto deseja para destruir o funcionalismo e dominar os órgãos de controle, em benefício de sua própria família e das elites do país.

Se a Reforma passar, seus estilhaços não vão atingir apenas os servidores. O povo também sofrerá. 😨

Teremos menos acesso a serviços públicos de qualidade. 😥

Eles serão dominados por apadrinhados políticos (sem nenhum conhecimento na função). 😰

A perseguição política vai rolar solta, assim como as rachadinhas, a corrupção e a mamata com o dinheiro público. 😵

⚠ Nosso país perderá mais de 30 anos de avanços, quer em cidadania, quer em garantia de direitos para toda a população.

Por isso, docente, não podemos deixar que o governo puxe o pino dessa granada.

Precisamos mostrar para a população a importância dos serviços públicos.

Barrar a Reforma Administrativa é questão de sobrevivência.

 

#ReformaAdministrativaNão #ServiçoPúblico #ValorizeOServidor #DocenteDizNãoàReforma

 

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apufpr-eleicoes-ufpr-02-e1597941440150.jpg
21 de agosto de 2020

🗳 O processo de escolha democrática para a próxima gestão da Reitoria da UFPR está chegando.

🙋‍♀🙋‍♂ Nos dias 1 e 2 de setembro, nossa comunidade acadêmica poderá exercer seu poder de escolha em um processo fundamental para o futuro da nossa universidade.

📝 É hora de garantir o exercício da autonomia e da democracia e escolher aqueles que estarão à frente da instituição pelos próximo 4 anos.

É por isso que todas e todos precisam participar desse processo, e não apenas na hora do voto. Este é um momento muito importante para refletirmos sobre o projeto de Educação que queremos e quais os desafios (imensos) que teremos pela frente.

Participe!  Não deixe que outros escolham o seu destino por você!

#ReitoriaDaUFPR #VocêTemEscolha #VoteReitoriaUFPR #AutonomiaUFPR #DemocraciaUFPR

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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i-APUFPR-APOIO-A-ASUFEPAR.jpg
4 de agosto de 2020

Com a paralisação de suas atividades para prevenção e combate à pandemia do novo Coronavírus (que causa a COVID-19) e a falta de pagamento das atividades, a situação da Associação dos Servidores da Universidade Federal do Paraná (ASUFEPAR) está ficando financeiramente insustentável.

Ela é nossa vizinha. Estamos separados apenas por um muto, mas já fizemos muitas coisas em conjunto!

Por causa da queda da arrecadação, os recursos não estão sendo suficientes para cobrir as contas básicas, incluindo os salários de quase 50 funcionários, que dependem diretamente do emprego na entidade, além dos terceirizados (manutenção, fornecedores, etc).

Várias medidas emergenciais já foram tomadas, como a suspensão do contrato de professores e funcionários. Mesmo assim, ela corre o risco de fechar definitivamente as portas.

Por isso, a APUFPR está lançando uma campanha solidária e convida docentes e servidores da UFPR a contribuírem para ajudar a nossa vizinha, uma entidade que há quase 40 anos tem servido como um oásis de bem-estar em meio às complexas atividades que fazem parte do dia a dia da vida acadêmica.

 

Como contribuir?

A ASUFEPAR reduziu as mensalidades das atividades físicas em 50%, sendo que ao final da paralisação, o aluno receberá o valor pago da mensalidade em formato de crédito.

Um exemplo: se o aluno possui um plano cuja mensalidade é de R$ 100,00, pagará R$ 50,00 por mês e, se a paralisação das atividades durar três meses, ele terá um crédito de R$150,00. Esse valor será abatido parcialmente das mensalidades integrais, no retorno das atividades.

As matrículas serão mantidas e retomadas tão logo as atividades forem liberadas. É uma forma de associados ajudarem a manter a entidade e futuramente receberem de volta o mesmo valor em prestarão de serviços.

Os comprovantes deverão ser enviados para o seguinte endereço: [email protected], sendo obrigatório a identificação do titular e de seus dependentes.

 

As contas da ASUFEPAR para transferência são as seguintes:

Banco: ITAU

Agência: 4012

Conta Corrente: 14362-6

CNPJ: 76.086.248/0001-89

Banco: Banco do Brasil

Agência: 3007-4

Conta Corrente: 448239-5

CNPJ: 76.086.248/0001-89

Banco: Caixa Econômica Federal

Agência: 0663 OP 003

Conta Corrente: 729-3

CNPJ: 76.086.248/0001-89

Demais contatos com a ASUFEPAR estão sendo exclusivamente através do e-mail [email protected] e pelo telefone (41) 3366-4474 (onde podem ser agendados os atendimentos).

Contamos com a ajuda de todos, para que logo possamos usufruir dos benefícios que a ASUFEPAR sempre ofertou, para dar mais qualidade às nossas vidas!

 

Conheça a ASUFEPAR

Fundada em 28 de outubro de 1981, a ASUFEPAR tem sua sede administrativa e recreativa situada na Rua Carlos Pradi, 18, no bairro Jardim das Américas, coladinha na APUFPR.

A entidade tem caráter associativo, e foi a primeira representação dos servidores técnico-administrativos da UFPR, ainda durante a ditadura militar, quando não era permitido ao funcionalismo a organização em sindicatos.

Junto com a APUPFR, ela colaborou na organização das primeiras consultas democráticas para a Reitoria da Universidade no começo dos anos 1980.

Em período normal (antes da pandemia), a entidade é fonte de bem-estar, com incentivo à prática de atividades esportivas, de lazer, culturais e sociais. Também oferece acesso à assistência médica, jurídica e social.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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apufpr-reitor-e1594060712613.jpg
6 de julho de 2020

👤 2020 é ano de escolher a nova Reitoria da UFPR. Mas, com o crescente autoritarismo do governo Bolsonaro, há grande risco de que a decisão democrática da comunidade universitária não seja aceita.

🤐 Em 2019, as escolhas democráticas de quase metade das eleições para reitor em universidades federais foram desrespeitadas pelo presidente da República. Em 2020, o governo indicou dois reitores que sequer participaram de eleições.

😲 Foram escolhidos reitores interventores: candidatos que não foram escolhidos pelas comunidades universitárias, porém mais alinhados política e ideologicamente ao governo. Pessoas cujos egoísmo e ambição foram maiores que a própria dignidade.

🤭 Um reitor interventor é alguém que escolhe manchar sua própria história em troca de um projeto personalista e antidemocrático.

Este risco se aproxima da UFPR. E não podemos permitir!

🤝 Para alguns, a proposta de se tornar reitor (a qualquer custo) pode parecer tentadora. Todavia, esta péssima ideia manchará nossa instituição, e marcará para sempre o currículo de seus autores.

Seus nomes ficarão gravados nas páginas mais obscuras da história. Uma história na qual todos sairão perdendo.

Lutamos muito para tornar a democracia um pilar da UFPR.

Reitor interventor? Esse passado não pode voltar!

#ReitorInterventorPéssimaIdeia #ReitorInterventorPéssimaPessoa #DigaNÃOaoReitorInterventor #DemocraciaNaUFPR

 

 

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31 de janeiro de 2018

De tempos em tempos, o autoritarismo se manifesta contra a as universidades federais.

Emerge de profundezas tiranas, carregado de ódio, violência e fake news. Seu desejo é perseguir docentes, calar a democracia, desestabilizar toda a categoria. Esse é o terror que tem se espalhado contra as universidades.

Defender as instituições é a única forma de impedir o domínio desse mal.

Não se deixe enganar: o Future-se não trará eficiência econômica às universidades federais. Tampouco manterá a essência das instituições, cuja produção acadêmica é voltada ao desenvolvimento social.

O projeto roubará as oportunidades de uma parcela significativa da população brasileira, que se beneficia das pesquisas e do conhecimento produzido pelas universidades federais.

O intuito do Future-se é favorecer setores econômicos. Quem depende de políticas públicas para ter qualidade de vida e dignidade será negligenciado.

As Organizações Sociais (OS) chegarão de mansinho e tomarão conta da gestão das universidades federais.

Dizem que levarão as instituições para o “caminho do sucesso”. Mentira!

Quem embarcar nessa proposta, colocará o país em risco.

O real objetivo é devorar toda a produção de conhecimento acadêmico de caráter social e explorar os docentes, tirando deles a liberdade, o tempo, o futuro.

Tudo para satisfazer a fome por lucro e ganância, e impedir o desenvolvimento do pensamento crítico.

Esse terror precisa ser combatido. E nós chamamos você, docente, porque está na hora de lutar.

Se não gera lucro imediato, o Future-se esmaga

Além de ignorar a extensão (que forma o tripé educacional das universidades federais junto com o ensino e a pesquisa), o Future-se não se interessa por cursos que têm menos potencial de gerar lucro imediato aos investidores.

Por isso, cursos que são essenciais para a sociedade por sua função social serão abandonados.

É impossível exercer autonomia universitária sob tais condições.

O Future-se vai proporcionar uma espécie de terror seletivo. Alguns sofrerão diretamente mais do que outros. Mas no final, quem sai perdendo é a sociedade. Ele eliminará controles institucionais internos, externos e coletivos sobre as decisões universitárias. Haverá perda das decisões dos Conselhos.

As universidades federais não poderão representar a si mesmas. Serão imersas na insegurança econômica e terão seus patrimônios esvaziados.

A produção de conhecimento será espremida para gerar, basicamente, lucro para determinados investidores. Enquanto isso, a comunidade acadêmica continuará sendo alvo de fake news.

Este projeto promoverá o fim da universidade federal como espaço democrático de produção de conhecimento voltado ao desenvolvimento econômico e social do país.

APUFPR_OUTUBRO-BRUXAS_BANNER-1720X600_P1-1280x447.jpg
24 de janeiro de 2018

 

Um professor memorável. Um ministro da Educação assustador.

Uma carreira docente perdida por não apoiar a luta da categoria.

Pode parecer palhaçada, mas é um filme de terror.
Comece a agir!
Que ótimo dia para um jogo: um departamento da UFPR deve acabar com outro. Chama Future-se

Neste jogo, alguns só entenderão o real valor da luta por direitos depois de verem suas carreiras massacradas.

Testemunhe o nascimento do medo! Em breve, na universidade federal perto de você.

Um, dois: o Future-se vem te pegar. Três, quatro: não adianta se esconder. Cinco, seis: agarre sua pesquisa. Sete, oito: diga adeus à autonomia. Nove, dez: liberdade, nunca mais.
Tão perturbador quanto seu pior pesadelo.

O retorno da ditadura às universidades federais.

A história real que chocou milhões está prestes a recomeçar.
Como o terror passou de gênero ficcional à realidade nas universidades federais? Para compreender este processo maligno, assista ao teaser criado pela APUFPR como parte da campanha “Universidade Federal: Menos Terror, Mais Valor”.

Tenha medo! Tenha muito medo!

Ele parece bom à primeira vista. Mas, vai sugar tudo o que você tem.

A autonomia universitária será mutilada.

Quem sobreviverá? O que restará?

Alguns não lutaram por seus direitos.

Agora, terão de enterrar suas carreiras.

Nada será como antes.


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22 de janeiro de 2018

Future-se: a propaganda enganosa do MEC

Criado pelo Ministério da Educação (MEC) de Abraham Weintraub, o Future-se nada mais é que uma propaganda enganosa para promover a privatização de instituições federais de ensino superior.

O projeto foi apresentado em 2019 com a promessa de gerar autonomia financeira a universidades e institutos federais que, voluntariamente, aderirem ao programa. A captação de recursos privados, porém, depende da gestão de Organizações Sociais (OS).

Detectando as promessas falsas

Desde o anúncio do Future-se, diferentes setores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) realizaram debates entre docentes, técnicos administrativos e estudantes para disseminar a verdade por trás do programa do MEC.

Observou-se que o documento oficial não apresentava qualquer esclarecimento sobre pontos-chaves de seu funcionamento – contratação de OSs, captação de verba privada, adesão voluntária, inspiração em programas educacionais estrangeiros, dentre outros.

A cada estudo realizado pelos servidores da UFPR, o projeto mostrava que suas importantes medidas eram absolutamente vagas: um compilado de promessas falsas e esperanças não explicadas. Apenas falácias, narrativas e retórica.

As poucas informações encontradas não estavam embasadas em dados ou pesquisas, tampouco detalhadas, permitindo diferentes interpretações do texto.

Desmentindo o projeto

Para causar impacto, o MEC apostou forte na comunicação do Future-se.  O comercial de apresentação do projeto ocupou mais de dois minutos do horário nobre das principais redes de televisão brasileiras. Aparentemente explicativo, usou-se de falácias para enganar os mais desavisados.

Implementar o Future-se é prejudicial não só às universidades federais, mas a todo o país. Sabendo disso, a Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (APUFPR) e a Abridor de Latas decidiram alertar o mais amplamente possível a comunidade acadêmica e a sociedade em geral.

Se o programa se usara de comunicação impactante para mentir, nós seguimos a mesma estratégia, mas para o desmentir.

Revelando a verdade

Na campanha Verdades e Mentiras sobre o Future-se, trabalhamos a oposição das promessas elencadas no vídeo oficial do projeto à veracidade dos fatos, com peças online compartilhadas nas principais redes sociais (como Facebook, Instagram e WhatsApp, por exemplo).

Semelhante à estética usada na campanha governamental, as peças criadas pela Abridor de Latas visam trazer desconforto: até onde é possível confiar neste governo?

Nossa campanha contextualizou o usuário com dados e informações detalhadas, diferente das imprecisões do documento governamental, provando que o Future-se parece muito bom para ser verdade. E não é: nem bom, nem VERDADE.

Verdades e Mentiras sobre o Future-se escancarou a exata realidade da universidade federal e de seus docentes em um pós-Future-se, bem como desmentiu as retóricas do texto oficial.


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21 de janeiro de 2018

Se depender do Governo Federal e de alguns setores da sociedade, servidores públicos estarão sob risco de extinção em breve.

No ambiente acadêmico, a caçada predatória chega por meio de projetos como:

Future-se: entrega da gestão das universidades e institutos federais para organizações sociais (OS) e perda do seu caráter público e de sua função social.

PLS 116/2017: Projeto de Lei do Senado que possibilita a demissão de servidores.

ADI 2.238: Julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade que pode permitir a diminuição de carga horária e do salário do servidor.

Infelizmente, tais programas não apresentam nenhum benefício efetivo à sociedade.

As universidades públicas se relacionam harmoniosamente com a comunidade há gerações, trabalhando sempre para o bem social.

Porém, uma vez aplicadas, as iniciativas promoverão um darwinismo acadêmico: diferentes áreas do conhecimento se enfrentando pela própria sobrevivência, enquanto o funcionalismo público é encoleirado. Seria o fim de nossa espécie?

Não é mais pela sobrevivência

Uma espécie é extinta quando seus indivíduos não existem mais na Terra. Transformar a universidade pública em cativeiro e seus servidores em presas demonstra o quanto a humanidade do funcionalismo público vem sendo apagada por esses projetos governamentais.

Essa selvageria deve ser combatida com coragem. O servidor não é caça, por isso não foge, mas luta e defende a preservação da sua categoria.

É por nossa existência

A APUFPR inicia neste mês uma campanha contra os ataques governamentais a servidores públicos. São peças que apresentam a realidade da categoria e convida ao resgate e manutenção de seus direitos, como autonomia e liberdade.

Com o slogan “Não é mais pela sobrevivência. É por nossa existência”, a APUFPR coloca o servidor público em contraste aos novos tempos, convocando a se inconformar e a confrontar essa onda de caça de direitos.

Compartilhe as peças em suas redes sociais, alerte sua comunidade. Atente-se. Lute.

Não é mais pela sobrevivência. É por nossa existência.


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20 de janeiro de 2018

Universidade pública: propriedade brasileira

Movidos por intenções políticas e econômicas, facções autoritárias e o próprio Governo Federal lançaram mão de uma estratégia que transformou as fake news em armas de distorção da realidade de uma parcela considerável da sociedade brasileira. Para levar a cabo essa estratégia, focaram claramente nos 85% da população que não têm ensino superior completo, especialmente naqueles que nunca colocaram os pés em uma universidade pública.

Mesmo diante das iniciativas que ampliaram o acesso às universidades públicas entre os anos 2003 e 2016 e a comprovada qualidade de suas instituições, uma parcela da população, influenciada pelas avalanches de fake news e pelos discursos inflamados de membros do governo, passou a enxergar de forma distorcida a realidade.

Histórico

O primeiro anúncio dos cortes da universidade foi feito em 30 de abril com foco inicialmente em três instituições.

Diante da repercussão negativa e da ameaça de processo por improbidade, o ministro da Educação, Abraham Weintrau, anunciou que o corte afetaria todas as instituições federais de ensino superior.

Após o anúncio dos cortes, o envio de imagens de estudantes nus cresceu 950% em grupos de WhatsApp em 24 horas.

No Dia do Trabalhador (um dia depois do anúncio), o tuíte do deputado José Medeiros, vice-líder do Podemos na Câmara, cujo objetivo era justificar seu apoio aos cortes de verbas no ensino superior, viralizou. “Ministro vamos gastar dinheiro com instituições que quiserem produzir conhecimento, nada de permitir quem não quer estudar fique usando a universidade para ‘fusaca”, afirmava na publicação.

Na sexta-feira (3 de maio) o Monitor do WhatsApp (projeto coordenado pelo professor Fabrício Benevenuto, do Departamento de Ciência da Computação da UFMG) identificou um número gigantesco de imagens compartilhadas naquele dia no mostrando jovens pelados. Todas eram velhas ou estavam fora de contexto, mas induziam as pessoas a acreditar que se tratava do dia a dia das universidades públicas.

Em pouco tempo, formou-se em parte considerável da população a ideia de que, nessas instituições, professores e estudantes convivem diariamente com o consumo de drogas e atividades de cunho sexual.

Esse fenômeno não deixou de atingir nem mesmo aqueles que tiveram em sua estrutura familiar filhos formados pelas universidades públicas.

Dessa forma, percebe-se que esse trabalho sistemático foi eficiente em mudar a percepção de realidade das pessoas, fazendo com que 43,1% da população aprovasse os cortes orçamentários, incluindo aqueles cujos filhos frequentaram universidades públicas.

Apesar do contrassenso que esses dados representam (afinal, pela lógica, a população deveria ser favorável à ampliação dos investimentos em educação, e não o contrário), confirmam que a estratégias adotadas por grupos motivados por intenções políticas e econômicas são eficazes para mudar o pensamento das pessoas sobre temas que pareciam estar consolidados na sociedade.

Anualmente, rankings sobre a qualidade de ensino das universidades do Brasil e do mundo são publicados e influenciam o mercado de trabalho, a economia e a sociedade.

Segundo o Ranking Universitário Folha (RUF), das 50 melhores universidades do país, 43 são públicas.

No ranking da The Times Higher Education Latin America University, o Brasil aparece com 37 entre as 100 melhores, sendo que 30 são públicas. Entre as dez melhores, seis são brasileiras, cinco delas são públicas.

No QS Latin America Rankings 2019, entre as 100 melhores da América Latina, estão 22 universidades públicas brasileiras, enquanto apenas três são privadas.

Você sabe o que a universidade pública tem feito por você?

Fique por dentro e acompanhe com a gente.

Mais que orgulho, a universidade pública entrega qualidade.

Não há futuro sem universidade pública.

#APUFPR #universidadepública #orgulho #símbolo #ranking #melhoresuniversidades #porvocê



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