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Campanhas2017-03-29T17:28:08+00:00

A capitalização vai destruir a aposentadoria no Brasil

Data da Campanha:

Com Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019, que oficializa o projeto de Reforma da Previdência do Governo Federal, haverá várias mudanças profundas e perversas para os trabalhadores brasileiros. A maior delas é uma alteração estrutural, que defende a migração para um modelo de capitalização.

Nessa modalidade, cada contribuinte destina uma fatia do seu salário para sua aposentadoria, exatamente como no modelo atual. A diferença crucial é que, em vez de ir para um fundo coletivo, como acontece hoje, esse dinheiro vai para uma conta individual.

O fundo fica sob responsabilidade de gestores. Quando se aposentar, o trabalhador passa a viver com base naquilo que contribuiu ao longo da carreira.

O valor final dos proventos depende de variáveis como juros, correções monetárias e a competência da administradora responsável pelo dinheiro recolhido, que pode comprometer o benefício ao tomar decisões equivocadas na gestão do montante.

O problema é que o beneficiário não tem como saber qual será o valor final de seus proventos, já que cada responsável pela administração dos valores aplicará seus próprios métodos de gestão do dinheiro, que pode flutuar de acordo com a situação da economia e do mercado financeiro.

Para piorar, o texto da PEC elaborado não deixa claro nenhum tipo de detalhe sobre o funcionamento prático da capitalização brasileira. Se a proposta for aprovada, será um tiro no escuro, implantado com base em um mero conceito vago.

A incerteza será regra caso a Reforma entre em vigor. Será impossível prever como será a vida após a aposentadoria. Os riscos serão intensificados porque, com base em experiências internacionais, é possível afirmar que a rentabilidade da capitalização é menor do que a do atual sistema. Portanto, os futuros aposentados não terão certeza, sequer, se poderão manter sua qualidade de vida ou a subsistência de suas famílias.

Se você não quer viver na incerteza durante sua aposentadoria, junte-se à APUFPR-SSind e compartilhe a campanha #PrevidênciaNãoÉPrivilégio nas redes sociais.

Respeito: a reflexão da igualdade nas diferenças

Data da Campanha:

Sem a multiplicidade de ideias não pode haver troca, e sem troca não há sociedade. A diversidade é saudável e traça novos caminhos para enfrentar percalços e construir soluções coletivas para os problemas. O país vive tempos obscuros em que esses conceitos parecem estar ficando em segundo plano.

A APUFPR-SSind lançou a campanha Respeito: a reflexão da igualdade nas diferenças, convidando a comunidade a refletir sobre a importância de respeitar a existência do outro, compreendendo os direitos de outras pessoas como cidadãos e seres humanos.

As peças da ação foram veiculadas na página oficial da seção sindical no Facebook (facebook.com/apufpr), com mensagens combativas à intolerância baseada em gênero, sexualidade, classe social, diversidade étnico-racial, credo religioso e posicionamento político.

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Educação Sim, Retrocesso Não

Data da Campanha:

Os projetos que estão sendo impostos para a educação pelo Governo Federal vão atrofiar a liberdade de pensamento dos estudantes e conduzir à privatização da oferta pública. Essas ações trazem uma falsa ideia de progresso, retiram direitos e significam imensos retrocessos. Não se engane! Uma reforma autoritária feita por medida provisória. Uma BNCC escrita sem participação de educadores e estudantes. A Reforma do Ensino Médio, junto com a nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC), vai privar os adolescentes brasileiros de várias áreas de conhecimento e dificultar uma formação crítica e reflexiva, além do acesso às universidades. Apenas Língua Portuguesa e Matemática serão obrigatórias. É contra esses projetos que lutamos:

 

Reforma do Ensino Médio

 

A Reforma destrói a formação crítica dos estudantes das escolas públicas, a preparação para o mundo do trabalho e a expectativa de ingresso no ensino superior ao impedir o acesso a todas as áreas do conhecimento.

 

Base Nacional Comum Curricular (BNCC)

 

Em vez de uma formação humana integral, a escola formará indivíduos adaptados à sociedade e ao mercado de trabalho, pois não terão acesso a todos os conhecimentos necessários para compreender de forma crítica o mundo em que vivem.

 

Escola sem Partido

 

Esse projeto quer acabar com a liberdade de expressão, transformando a escola em um lugar de perseguição política e intolerância! Proíbe o acesso aos conhecimentos que levam ao respeito às diferenças e ao enfrentamento das desigualdades.

 

Residência Pedagógica

 

Outra proposta do governo para precarizar a educação, transformando alunos ainda em formação em docentes sem supervisão. Até mesmo os professores serão obrigados a ter uma formação para servir aos interesses dos empresários.

 

Privatização

 

Esse é o principal objetivo por trás dos projetos dos aliados ao atual governo. E nós já sabemos: se a educação for paga, a maior parte dos jovens brasileiros nunca poderá estudar! A privatização vai ocorrer, principalmente, via transferência de recursos públicos para o setor privado agir na escola pública.

 

A campanha Educação Sim, Retrocesso Não é organizada por diversas entidades representativas da área da educação, movimentos sociais, coletivos acadêmicos e estudantis, e diversas pessoas que se reuniram para defender um modelo de educação mais inclusivo e democrático, que proporcione a liberdade de ensino e de pensamento.

 

Não há futuro para o país sem uma educação de qualidade!

 

Participe dessa campanha!

 

#educacaosim #eudefendoaeducacao

 

Confira os materiais da campanha

 

http://www.educacaosim.org.br

Querem Roubar Nossa Previdência

Data da Campanha: 30 de novembro de 2017

No dia 30 de novembro, a APUFPR-SSind lançou a campanha Querem Roubar Nossa Previdência para mostrar à população as hipocrisias, incongruências e mentiras contadas pelo governo de Michel Temer na tentativa desesperada de aprovar a Reforma da Previdência.

A compra de votos, o falso rombo da Previdência, as dívidas de grandes empresas, o patrocínio de bancos e do empresariado e outras questões que envolvem esse projeto que compromete o futuro dos trabalhadores serão abordados, mostrando que o governo vem enganando a sociedade dizendo que melhorou a proposta da Reforma.

Desde o começo do ano, já foram gastos mais de R$ 200 milhões com as campanhas do governo veiculadas na velha mídia, que disseminam mentiras sobre a Previdência Social, tentando convencer a população de que essa Reforma é necessária para economizar recursos públicos, o que é uma grande mentira.

A resistência organizada pelo movimento sindical tem conseguido barrar a proposta, levando esclarecimento à sociedade. Mas o governo tem lançado manobras – como a recente alteração na proposta – para tentar romper com a rejeição da população à Reforma.

Por isso, é hora de reforçar essa resistência. Não podemos parar enquanto o projeto não for derrotado.

Acompanhe os posts da campanha, compartilhe o material, indique para os amigos e se junte à mobilização contra esse projeto que pretende impedir o acesso de grande parte da classe trabalhadora à aposentadoria.

A Previdência é Social

Data da Campanha: 07 de Março de 2017

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Nenhum direito a menos!

Data da Campanha: 30 de Setembro de 2016

Campanha contra a PEC 241/2016.

 

A Ebserh está matando o HC

Data da Campanha: 01 junho 2016

Campanha em defesa Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Confira os materiais da campanha “A Ebserh Está Matando o HC”

 

Campanha Libera os pontos reitor

Data da Campanha: 01 de Dezembro de 2015

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