Autor: webadmin

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20 de novembro de 2022

No Paraná, em 2018, 34% da população era negra ou parda, equivalente a pouco mais de um terço dos paranaenses, segundo o IBGE. No entanto, o governo estadual não conta com políticas públicas eficientes para impedir casos de violência contra essa parcela da sociedade.

Em 2021, o relatório elaborado pelo Grupo de Trabalho de Políticas Etnoraciais da Defensoria Pública da União (GTPE-DPU), com dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado, Tribunal de Justiça do Paraná e Secretaria de Justiça, Família, Trabalho e Direitos Humanos, revelou a inoperância e a ineficiência do programa “SOS Racismo” do governo do estado.

O dado que mais choca é a discrepância entre o número de denúncias de racismo e o de condenações pelo crime no estado. Entre 2016 e 2020, apenas seis ocorrências resultaram em condenações. O relatório também trouxe à tona uma queda acentuada em relação aos inquéritos instaurados e concluídos e uma queda brusca em relação aos que se tornaram denúncias.

É quase como se o projeto fosse feito para não funcionar.

 

Avanços e limites

No Brasil, entre 2010 e 2019, o número de alunos negros no ensino superior cresceu quase 400%, segundo dados do IBGE. Isso é fruto da política que estabeleceu cotas para ingresso nas universidades públicas.

Os negros chegaram a 38,15% do total de matriculados, percentual ainda abaixo de sua representatividade no conjunto da população, que é de 56%. Em alguns cursos, a presença de negros não chega a 30%, revelando desigualdades na construção social do conhecimento.

Apesar dos esforços do conjunto das universidades, o racismo estrutural ainda permeia as relações sociais de várias as formas. Por isso, iniciativas estratégicas como núcleos de pesquisa de relações raciais, programas de incentivo à formação e permanência de estudantes negros, instâncias de investigação e punição de casos de racismo são fundamentais para que o Dia da Consciência Negra seja o marco de um esforço permanente e atemporal de combate ao racismo.

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18 de novembro de 2022

Para fazer um balanço do que significaram as votações nacionais e regionais nas eleições do último dia 30 de outubro e analisar os desafios que teremos pela frente nos próximos anos, a APUFPR organizará um debate na quarta-feira (23), a partir das 18h30, no auditório do sindicato.

A mesa terá apresentação do presidente da APUFPR, Paulinho Vieira Neto, e da vice-presidente, de Andréa Stinghen, e contará com a participação de Mayra Goulart, professora de Ciências Políticas da UFRJ e da UFRRJ; Marco Cavalieri, professor do Departamento de Economia e pró-reitor de Administração da UFPR; e de Bruno Bolognese, professor do Departamento de Ciências Políticas da UFPR.

O Brasil concluiu a eleição considerada a mais importante desde a redemocratização do país. Entretanto, apoiadores extremistas do presidente derrotado insistem em clamar por um golpe e tentam desestabilizar o país. Enquanto isso, a sociedade brasileira agora volta seus olhos para a transição entre os governos Bolsonaro e Lula e para a necessidade de reconstrução da Democracia e das políticas sociais, devastadas pela malfadada gestão que está perto do fim.

Venha refletir coletivamente conosco sobre esses desafios!

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13 de agosto de 2022

Na última quinta (11), Dia do Estudante, os brasileiros saíram às ruas em defesa da Democracia e das eleições livres e sem violência.

A APUFPR esteve presente no ato em Curitiba e registrou esse importante momento de luta pela Democracia e por tempos melhores, depois de três anos e meio do governo de Jair Bolsonaro.

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15 de julho de 2022

Começou hoje (15) o 65º Conad do ANDES-SN. O evento, organizado pela Associação de Docentes da Uesb – Seção Sindical do ANDES-SN (Adusb SSind), tem o tema “Retorno presencial com condições de trabalho e políticas de permanência para fortalecer a luta por Educação Pública e liberdades democráticas”.

As deliberações do Conad indicam os rumos do movimento docente nacional e os encaminhamentos que cada seção sindical deve levar para suas bases.

A APUFPR está sendo representada pelo presidente Paulinho Vieira Neto, como delegado. A vice-presidente, Andréa Stinghen, e o professor Guilherme Abreu participam como suplentes.

 

Fonte: APUFPR

 

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12 de maio de 2022

A vice-presidente da APUFPR, Andréa Stinghen, está em Brasília, junto com representantes de outras entidades que também fazem parte do Observatório do Conhecimento, para conversar com parlamentares no Congresso Nacional sobre os cortes orçamentários que estão colocando em risco o setor de ciência e tecnologia no país. 

O Bom dia Brasil, programa matinal da Rede Globo, publicou nesta quinta-feira (12) uma reportagem que é fruto dessas denúncias, destacando o sucateamento promovido pelo governo de Jair Bolsonaro na rede federal de educação superior, com o pior patamar de recursos executados nos últimos 7 anos.

A reportagem mostra a situação crítica que afeta a infraestrutura, o financiamento de bolsas e o desenvolvimento de trabalhos científicos nas universidades públicas.

Na matéria, o docente Breno Beirão, do Departamento de Patologia Básica da UFPR, conta como os cortes de recursos impactaram na pesquisa da vacina contra a Covid-19 que está sendo desenvolvida na nossa universidade.

Veja o vídeo: https://globoplay.globo.com/v/10568842/

Democracia

A vice-presidente da APUFPR, Andréa Stinghen, está participando de uma atividade contra as intervenções nas Universidades, Institutos Federais e Cefets. Esse é um tema importante para a comunidade universitária de todo o país e deve fazer parte dos debates políticos neste ano, já que a legislação atual se mostrou extremamente frágil diante de governos autoritários, como o de Jair Bolsonaro.

 

Fonte: APUFPR

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12 de maio de 2022

O ANDES-SN divulgou, na sexta-feira (6), a publicação “A Luta Sindical a partir das Greves do ANDES-SN ao Longo da História”. O material apresenta uma linha do tempo das greves da categoria docente, organizada no Sindicato Nacional, nas Instituições Federais de Ensino, a partir de 1980.

Produzida com base em documento elaborado pela Seção Sindical dos Docentes do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Sindcefet-MG SSind.), a cartilha traz ainda explicações sobre o direito de greve no serviço público e razões para aderir à greve com o conjunto dos trabalhadores e das trabalhadoras do serviço público, indicada para 23 de maio.

“Nossos salários estão congelados, muito defasados, em um contexto de inflação galopante; Nossa carreira corre o risco de ser extinta e o serviço público privatizado; o processo de intervenção nas Ifes segue em curso; os cortes orçamentários no financiamento das Ifes e do sistema de Ciência e Tecnologia foram aprofundados” são algumas das razões apontadas.

Confira aqui a publicação “A Luta Sindical a partir das Greves do ANDES-SN ao Longo da História”

Rodada de Assembleias
A reunião do Setor das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), realizada em Brasília (DF) no dia 22 de abril, pautou a construção da greve nacional unificada das servidoras e dos servidores públicos federais (SPF) e indicou a realização de uma rodada de assembleias gerais, nas seções sindicais, até o dia 17 de maio para deliberar sobre a construção de greve unificada, com deflagração para o dia 23 de maio. A próxima reunião do Setor das Ifes está prevista para o dia 18 de maio e avaliará o resultado das assembleias locais.

 

Fonte: Andes-SN

 

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6 de maio de 2022

Sem Cultura, não há economia, não há riqueza, não há arte, não há felicidade. Sem Cultura, não há vida humana. Por isto mesmo, a Lei Aldir Blanc é tão importante para o povo brasileiro. Afinal, somos um povo da Cultura. E quando tratamos da Lei Aldir Blanc no campo da História, da Memória, das Bibliotecas Públicas, do Livro e da Leitura, enfim, da Educação, aí a importância dessa Lei fica maior ainda.
A despeito da sua relevância, o Governo Federal ataca novamente a cultura e o setor cultural ao vetar essa Lei que garante o fomento direto, descentralizado e permanente ao setor cultural brasileiro a partir de 2023. O presidente da República publicou nesta quinta-feira no Diário Oficial da União o veto integral à Lei Aldir Blanc 2 (PL 1518/2021). O projeto, de autoria dos Deputados Federais Jandira Feghali, Alice Portugal e Renildo Calheiros, já havia sido aprovado pela Câmara e pelo Senado com ampla margem de apoio.
O veto foi, simbolicamente, assinado de forma sórdida exatamente no dia 04 de maio, quando se completaram 2 anos da morte do compositor Aldir Blanc, vítima da Covid-19, que se tornou o patrono da Lei que garantiu auxílio e fomento emergencial ao setor da cultura durante a pandemia.
Na justificativa do veto, o governo federal afirma que “a proposição contraria o interesse público ao retirar a autonomia do Poder Executivo federal em relação à aplicação dos recursos (…) e isso possibilitaria que os entes federativos gerissem os recursos do Fundo Nacional de Cultura por meio de editais, chamadas públicas, entre outros instrumentos, o que impactaria no pacto federativo e causaria insegurança jurídica”.
A justificativa ignora e desconsidera a exitosa implementação da Lei Aldir Blanc nos anos de 2020 e 2021, quando os 26 estados brasileiros, o Distrito Federal e mais de 4.500 municípios receberam e aplicaram os recursos oriundos da Lei, que chegaram na ponta beneficiando fazedores e fazedoras de todo o país. Ela é na verdade mais um instrumento para que a sociedade brasileira e em particular nossos artistas, produtores, cineastas, sejam tratados com a dignidade que merecem e assim possam contribuir com a sua arte e o seu encantamento para o desenvolvimento do nosso povo.
Com esta Lei pretende-se atingir, todos aqueles que de forma anônima e muitas vezes silenciosa proporcionam o prazer da leitura, da produção do livro, da contação de histórias e da pesquisa e da nossa memória. Aqueles que foram os primeiros a paralisarem suas atividades na pandemia e que estão sendo os últimos a retornarem.
Baseada na experiência exitosa da Lei Aldir Blanc, o projeto prevê a criação, a partir de 2023, da Política Nacional Aldir Blanc de fomento ao setor cultural, com aporte anual R$ 3 bilhões para execução descentralizada por estados e municípios, estruturando e dando corpo ao funcionamento do Sistema Nacional de Cultura no Brasil.
A essa luta se soma a derrubada do veto da Lei Paulo Gustavo, PLP 73/2021, que prevê a utilização de recursos existentes no Fundo Nacional de Cultura (FNC), na ordem de R$ 3,86 bilhões, para fomento direto ao setor cultural brasileiro, a serem executados ainda em 2022.
A APUFPR se soma à esperança do setor econômico da cultura de que o Congresso Nacional, do mesmo modo que aprovou a Lei Aldir Blanc no período emergencial terá a sensibilidade de derrubar esses vetos absurdos e restituir ao povo brasileiro e ao setor da cultura aquilo que lhe é de direito: o acesso à cultura de forma livre, diversa, plural e democrática.

A Diretoria da APUFPR

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1 de maio de 2022

Estamos no último ano de um governo que foi eleito com a pauta de redução de direitos trabalhistas e eliminação das entidades sindicais. Por isso, este 1º de maio, Dia do Trabalhador (o último sob o regime Bolsonaro), tem um caráter simbólico.

É verdade que a classe trabalhadora brasileira teve perdas significativas nos últimos anos, tanto por causa da aprovação da Reforma da Previdência como pela estagnação do poder de compra, desemprego recorde e aumento das contratações precarizadas (fator que explica o apoio das ‘elites’ ao governo), redução de direitos e de mecanismos de proteção à saúde no ambiente laboral.

Mas houve também muita resistência organizada para frear maldades.

O governo tentou, mas não conseguiu, colocar em andamento diversos projetos que seriam profundamente danosos para os direitos trabalhistas.

A derrota na aprovação de uma nova Reforma Trabalhista (que implementaria a “Carteira Verde e Amarela”, com direitos mínimos) e a falta de condições políticas e sociais para aprovação da Reforma Administrativa são exemplos da importância das lutas organizadas.

Nesse aspecto, o enfrentamento promovido pelas comunidades universitárias teve papel fundamental na organização das lutas nacionais ao longo desses anos tenebrosos.

Uma data para pensar sobre os desafios da universidade pública

Nesse cenário instável (e, por vezes, ameaçador), os trabalhadores que atuam no ensino superior público continuam vencendo obstáculos para garantir a manutenção das atividades nas instituições, assegurando o acesso à universidade pública e garantindo o seu papel social.

Mas neste Dia do Trabalhador, vale a pena lembrar que os cortes no orçamento da educação e da ciência e tecnologia vêm afetando sistematicamente a vida de profissionais que sofrem com a falta de apoio, estrutura e reconhecimento.

Além disso, os cortes nos recursos que seriam destinados à assistência estudantil afetam os alunos que são filhos de trabalhadores das camadas mais pobres.

Futuro sob risco (o que fazer?)

Apesar dos esforços de nossos pesquisadores e cientistas, cujo trabalho foi evidenciado no combate ao novo Coronavírus, o governo de Jair Bolsonaro escolhe o negacionismo e o obscurantismo e tira o Brasil do caminho do desenvolvimento, fazendo com que nosso país deixe de ser um produtor de conhecimento para se tornar um mero importador de ideais.

Por isso, este Dia do Trabalho também é um convite à união de forças em favor do ensino superior brasileiro. Não podemos ficar parados diante de tantas ameaças e agressões contra a educação e contra a ciência.

Neste 1º de maio, a APUFPR estará participando das atividades do movimento sindical em Foz do Iguaçu, construindo ações coletivas junto com dezenas de categorias. É momento de somarmos forças.

O futuro do nosso país está em jogo e o sinal de alerta está acesso há tempos. É dever de todos nós fazer esse enfrentamento e ajudar a construir um outro rumo para o Brasil.

Fonte: APUFPR

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20 de abril de 2022

Devido ao feriado de Tiradentes, as sedes da APUFPR não terão expediente na quinta (21) e na sexta-feira (22). As atividades serão retomadas na segunda-feira (25).
Aproveite esse tempo para viajar, passar um tempo com a família, com os amigos e se informar sobre a conjuntura política local e nacional pelo nosso site.

 

Fonte: APUFPR

 

 

 


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