Não é mais por nossa existência. É por nossa sobrevivência!

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Se depender do Governo Federal e de alguns setores da sociedade, servidores públicos estarão sob risco de extinção em breve.

No ambiente acadêmico, a caçada predatória chega por meio de projetos como:

Future-se: entrega da gestão das universidades e institutos federais para organizações sociais (OS) e perda do seu caráter público e de sua função social.

PLS 116/2017: Projeto de Lei do Senado que possibilita a demissão de servidores.

ADI 2.238: Julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade que pode permitir a diminuição de carga horária e do salário do servidor.

Infelizmente, tais programas não apresentam nenhum benefício efetivo à sociedade.

As universidades públicas se relacionam harmoniosamente com a comunidade há gerações, trabalhando sempre para o bem social.

Porém, uma vez aplicadas, as iniciativas promoverão um darwinismo acadêmico: diferentes áreas do conhecimento se enfrentando pela própria sobrevivência, enquanto o funcionalismo público é encoleirado. Seria o fim de nossa espécie?

Não é mais pela sobrevivência

Uma espécie é extinta quando seus indivíduos não existem mais na Terra. Transformar a universidade pública em cativeiro e seus servidores em presas demonstra o quanto a humanidade do funcionalismo público vem sendo apagada por esses projetos governamentais.

Essa selvageria deve ser combatida com coragem. O servidor não é caça, por isso não foge, mas luta e defende a preservação da sua categoria.

É por nossa existência

A APUFPR inicia neste mês uma campanha contra os ataques governamentais a servidores públicos. São peças que apresentam a realidade da categoria e convida ao resgate e manutenção de seus direitos, como autonomia e liberdade.

Com o slogan “Não é mais pela sobrevivência. É por nossa existência”, a APUFPR coloca o servidor público em contraste aos novos tempos, convocando a se inconformar e a confrontar essa onda de caça de direitos.

Compartilhe as peças em suas redes sociais, alerte sua comunidade. Atente-se. Lute.

Não é mais pela sobrevivência. É por nossa existência.



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