tamanho para site-3Com faixas e bandeiras denunciando o retrocesso vivido pelo Brasil nos últimos tempos, as categorias presentes enviaram um claro recado às elites: a população brasileira não permitirá a continuidade dos desmontes e da retirada de direitos promovida pelo Governo Federal e seus aliados.

Para o presidente da APUFPR-SSind, Herrmann Vinícius de Oliveira Muller, somente a mobilização dos trabalhadores conseguirá barrar os projetos do Governo Federal que pretendem destruir direitos. “Precisamos derrubar medidas que já foram implementadas e frear aquelas que o governo ainda pretende impor até o final dessa gestão”, afirmou.

A mobilização fechou duas pistas da Avenida Cândido de Abreu, uma das principais vias da cidade, localizada no Centro Cívico. A Fiep foi escolhida por representar os grandes empresários industriais e grupos hegemônicos do país, que têm responsabilidade nas tentativas de aumentar a exploração sobre a classe trabalhadora e foram patrocinadores de projetos como a Reforma Trabalhista.

Reivindicações

 tamanho para site-1O Dia do Basta é uma iniciativa contra o desemprego e em favor dos direitos da classe trabalhadora no país. A mobilização expressa o descontentamento nacional com a precarização de serviços públicos e com os cortes orçamentários em áreas básicas para a qualidade de vida dos brasileiros.

Para o docente do departamento de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Rogerio Miranda Gomes, a participação em peso de professores, estudantes e servidores técnico-administrativos da instituição demonstra a grande insatisfação da comunidade acadêmica, porque o ensino superior tem sido um dos principais alvos das medidas impostas pelo atual governo.

“Especificamente na universidade as diretrizes têm nos atingido bastante. Houve uma redução significativa de orçamento nos últimos três anos, o investimento em educação foi praticamente anulado. Nos últimos dias aconteceu uma redução significativa nos investimentos de pesquisa. Estamos aqui na tentativa de que não tenhamos tantos cortes sociais como têm ocorrido”, afirmou Gomes.

Até o final do dia vários municípios paranaenses seguirão mobilizados na luta por direitos e pela democracia. Ao longo dos próximos meses a APUFPR-SSind segue investindo em iniciativas de resistência à destruição do ensino público no país. Atualmente a seção sindical divulga, junto de outras entidades, a campanha Educação Sim, Retrocesso Não. Conheça a ação clicando aqui.

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Fonte: APUFPR-SSind